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Showing most liked content since 01/21/2018 in all areas

  1. 17 points
    Kinu M47 - Primeiras Impressões Faz tempo que não posto aqui, mas não podia deixar de escrever essa breve resenha porque - pelo menos ao que parece - sou dos únicos que tem um Kinu M47 por essas bandas. Recentemente havia vendido meu Bravo Mini pra comprar um moedor de característica mais portátil, ou seja, menor e mais leve, pra usar em viagens. Nesse meio tempo surgiu a oportunidade de comprar o Kinu M47, que é mais ou menos do mesmo porte do Mini, e não pude resistir. Idiossincrasias à parte, o fato é gosto muito de testar tantos equipamentos de café quanto possível, em especial moedores, de modo que vou passar minhas primeiras impressões. Ressalto que são primeiras impressões mesmo, pois estou com o moedor há uma semana apenas. Os moedores Kinu são fabricados na Alemanha pele Graef, embora eles tenham abrido uma empresa na Flórida com o nome Kinu Grinders, possivelmente pra alavancar vendas nos EUA. A princípio, o protótipo foi desenvolvido na Romênia por uma empresa pertencente o grupo Graef que fabrica instrumentos dentais e moedores de especiarias. Por isso, as primeiras vendas se deram para o leste europeu, mas depois a Graef assumiu os negócios. O moedor tem 20,15cm de altura, 50mm de diâmetro e pesa 1,15kg, sendo praticamente todo construído em aço inoxidável. Não é, portanto, exatamente portátil. Pro meu gosto é um moedor muito bonito, de um design bem limpo e funcional, ao estilo alemão. Parece também muito robusto e resistente. Como o nome do modelo sugere, M47, utiliza mós cônicas de 47mm, de aço 63HRC, com tratamento "black fusion". Não pude confirmar essa informação, mas li por aí que as mós são fabricadas pela Italmill. Não sei se tem a ver com o tratamento das mós, mas eles geram relativamente pouca estática, o que é um aspecto positivo. O Kinu M47 tem uma borda em forma de funil que coleta os grão na seção superior, tendo capacidade de 40g de grãos e de 30g no recipiente coletor de pó, segundo o manual. Não tem tampa como o Bravo Mini. Embora não seja uma necessidade, caso se faça uma moagem com muita energia é possível que um grão escape por ali, como já me aconteceu algumas vezes. Não chega a ser um problema, mas fica a nota. O sistema de ajuste se dá por meio de um seletor que fica logo abaixo do apoio da alavanca. São 50 ajustes possíveis por volta, sendo que cada passo altera a distância das mós em 0,01mm. Para fazer o ajuste, é necessário afrouxar um parafuso de ajuste que fica na parte superior e que também faz a fixação da alavanca, colocar o seletor na posição desejada e voltar a apertar o parafuso de fixação. Embora o procedimento todo seja bastante simples e fácil, está longe de ser tão direto e rápido como é o do Bravo Mini, que é dos melhores sistemas que conheço em moedores manuais. Junto ao corpo do moedor, no local onde se dá a pegada, há uma espécie de gatilho que eles batizaram de "anti-rotational knob", que é uma grande sacada. Ele impede ou dificulta que o moedor gire em falso na mão que o segura. Esse dispositivo, juntamente com o diâmetro do corpo de 50mm, que é bastante confortável, faz com que a força exercida pela mão e punho para segurar o moedor durante a moagem seja relativamente pequena, de forma que a moagem se dá muito naturalmente. Também a alavanca é compensada em relação ao plano de apoio do moedor, de forma que torques estranhos ao plano de giro da alavanca são minimizados na mão que segura o moedor. Ergonomia muito bem pensada. Segundo o manual, o moedor leva de 30 a 40s pra moer 18g de café pra espresso. Hoje moí 22g pra espresso em 44s e 22g pra V60 em aproximadamente 30s, o que dá pra ter uma idéia da performance de moagem. Não é rápido quanto um grande cônico, mas ao fim das contas é um bom compromisso entre velocidade e facilidade de moagem. O recipiente coletor de pó é fixado por 4 imãs de neodímio que fazem muito bem o papel de fixar o copo ao corpo do moedor. O único porém em relação ao copo coletor é que no ângulo agudo formado entre a face da base e a seção lateral tendem a reter um pouquinho de pó. A quantidade que tende a se depositar ali é mínima, mas como é uma área de acesso difícil sem uma haste ou algo assim, esse é um pequeno aspecto negativo. Quanto a qualidade de moagem, é um aspecto bastante difícil de mensurar objetivamente. E o aspecto subjetivo é, obviamente, subjetivo e sujeito a toda sorte de viés de quem escreve. O que posso dizer é que fiquei muito bem impressionado. O conjunto de moagem é montado em cima de 4 rolamentos, com base, segundo o manual, no "morse cone principle", o que garantiria boa centralização do conjunto. Anuncia o fabricante que a tolerância do alinhamento é da ordem de 0,02mm, o que é um excelente número na hipótese de isso ser verdade para toda a linha de produção. No ajuste 0, com as mós faceadas, as superfícies não se tocam. Nos testes de coado que fiz, os resultados foram bastante positivos. Quantidade moderada de fines e poucos boulders, o que se refletiu em xícaras com sabores bastante definidos. Por fim, paguei pelo moedor o equivalente a 299 dólares, mais 56 dólares de VAT, pois o produto foi enviado para o interior da Alemanha e um amigo trouxe para mim de lá. Não é um moedor barato, mas o preço está de acordo com produtos de qualidade superior. Falando em produtos high-end, sei que muitos devem pensar em uma comparação com o Bravo Mini, que seria o mais óbvio moedor manual a ser inserido nessa categoria aqui no Brasil. Todavia, o Gilberto é um grande amigo, e acredito não ter a isenção necessária pra fazer juízo de mérito entre esses moedores, especialmente quanto à qualidade de moagem. Tenho especial interesse no sucesso do Gil, fui um forte incentivador (e vendedor) do Bravo desde o primeiro protótipo, e hoje fico feliz em constatar que é um sucesso. Vou me limitar a opinar acerca da pegada e facilidade de moagem, em que penso que o Kinu leve vantagem. Por outro lado, o sistema de ajuste do Gilberto é muito mais sofisticado que o do Kinu, ficando na frente nesse aspecto. Conforme eu lembrar de um outro aspecto do Kinu M47 que mereça destaque, farei atualizações dessa breve resenha. RodrigoKS - Terça Expressa
  2. 17 points
    Montei hoje um suporte para v60/Melitta. Cabem 3 v60-01 ou 2 v60-02, ou Melittas 100/102. Para quem quer fazer, precisa de cano de cobre 1,5: 8 x 2.4cm 2 x 32cm 4 x 6.4cm 4 x 10cm 4 curvas 90graus 8 Ts 4 capas Colei tudo com superbonder. Infelizmente o meu celular agora não reconhece mais o meu fingerprint rsrs
  3. 11 points
  4. 11 points
    O Bravo Mini está quase, devo confessar que não foi fácil desta vez, na próxima semana devo completar todas as peças, na verdade a Usinagem ficou devendo uma peça de cada produto, e desta forma não podia vender nada, mais o incêndio da anodização, os correios que sumiram com minhas peças que foram para o tratamento dourado e outras coisas mais. Mas o que importa é que ficará pronto, rsrsrsrs .
  5. 10 points
    Aproveitando uma viagem para BH, hehehe
  6. 8 points
    Boa noite pessoal. Sou membro do fórum ha algum tempo mas quase nunca posto nada. Em termos de café ainda sou um tanto quanto inexperiente e a maior parte das informações que precisei encontrei nos posts aqui ou em sites internacionais, no entanto, agora estou precisando de uma força. Recentemente adquiri uma gaggia do inicio dos anos 50. Pelo que consegui encontrar de informações trata-se de um gaggia espagna de 1953. Pela idade considero que esta em muito bom estado, mas esta sem operar faz mais de 30 anos. Meu objetivo é colocar ela de volta em operação e dar uma restaurada nela. Encontrei bem pouca informação referente a esta maquina. Gostaria de pedir a todos que compartilhem todas as informações que por ventura tiverem dela. Parece-me que ela tem o mesmo grupo que a internazionale que já foi citada em um post por aqui, no entanto ela trabalha com uma caldeira vertical. Minha principal duvida no momento é referente ao acionamento dos resistores de aquecimento. Usualmente nas maquinas desta época utilizava-se um interruptor de pressão que ligava a caldeira toda a vez que a pressão caía abaixo da nominal. Algumas máquinas possuíam ainda uma válvula de segurança com um wobbler weight, que é uma válvula mecânica com um peso em cima. Toda a vez que uma pressão alta é atingida o peso é levantado e deixa parte do vapor escapar. A minha maquina possui apenas uma dessas válvulas com o wobbler weight e não possui nenhuma saída complementar da caldeira onde se possa ligar um interruptor de pressão. Alguém sabe me dizer se os resistores vão ligados direto na força e ficam permanentemente acionados ou se ha algum outro mecanismo de acionamento? Outra duvida é referente aos manetes da frente. Inferi que o da direita superior é para a saída de vapor e o da direita inferior é o de entrada de agua mas os outros três não estou certo. Será que o da esquerda inferior é o de saída de agua quente? E os dois nas extremidades do tubo de nível, para que servem? Simplesmente para isolar este tubo? Enfim é isso. Qualquer retorno, dica ou informação que possam dar é bem vindo. Muito obrigado.
  7. 8 points
    Faz tempo que não atualizo essa foto [emoji846] entrou Bravo Mini, Aram, chaleira elétrica, Brodher Roaster ( Air frier )... Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  8. 8 points
    Pessoal hoje eu entro para o time do @Lisboa Santos , dos sexagenários , terceira idade , enquadrado no estatuto do idoso , meia entrada e outras miserias patéticas. Antes que alguém diga que a velhice tráz sabedoria , acreditem , é mentira , a velhice é uma merda.
  9. 7 points
    Saindo os tampers 2018, faltam alguns detalhes para enviar, mas já deu para pousar para as fotos: Quem estiver esperando pode confirmar a cor e o padrão da Madeira.
  10. 7 points
    22º ENCONTRO MENSAL - ESPRESSO PEQUI - CDC GYN – O primeiro de 2018! DATA: 27/01/18 Bom dia amigos, hoje resolvi aproveitar essa uma hora extra do horário de verão pra atualizar o tópico aqui do expresso pequi. Temos algumas novidades e projetos para 2018. Dentre os projetos, eu diria que inicialmente são 3 projetos: 1-Torrador Coletivo 2-Refriador By Leo 3-Intercâmbio com Uberlândia Sobre o torrador coletivo, eu tenho um Philco adaptado pelo Lipe, que resolvi botar ele pra rodar aqui no grupo. Como eu tenho usado o Behmor, esse Philco estava parado aqui em casa como backup e resolvi botar ele pra rodar aqui em Goiânia. Com isso, quem não tinha torrador, participou da compra coletiva e agora está torrando em casa com o Philco. Ele ainda não está 100%, porque está com um problema de travamento no eixo (bastante comum nesses Philco) mas a parte de Arduino está 100%. Nos próximos meses a meta é que esteja 100% e continue rodando entre os membros aqui do Espresso Pequi, uma semana na casa de um, uma na casa de outro e por aí vai, todo mundo torrando seu próprio café. Estamos com um projeto aqui de fazer um encontro só de torras, pra trocarmos experiências entre os membros e mostrar o caminho das pedras para os novatos. Essa é uma das metas de 2018. Sobre o resfriador, o nosso colega Leo criou um resfriador, que consiste basicamente num exaustor, uma lata de tinta e um interruptor liga e desliga. Eu diria que esse projeto doLeo, se não está 100%, está quase 100% e completamente funcional. Seguem algumas fotos do resfriador. Por fim, recebi uma ligação esses dias de um membro antigo aqui do fórum, Fogo Ruivo, que após mais de uma hora de conversa, levantamos a possibilidade, de realizarmos um encontro da galera de Goiânia com a galera de Uberlândia num encontro de café. O Lipe já participou de alguns encontros e a conexão de Goiânia – Uberlândia deve rolar em breve, só falta acertar os detalhes… Voltando aos nossos encontros mensais, em janeiro, realizamos mais um encontro, nossa vigésima segunda edição. Dessa vez retornamos à casa do Leo, para bebermos os cafés da última compra coletiva, testarmos o Bonavita que o Marcelo comprou (é semelhante à Clever só que de porcelana),fazermos uma torra e testarmos o resfriador do Léo. Mais uma vez um belíssimo café da manhã. O Bonavita de porcelana: Na minha opinião, o sistema de acionamento da Clever é o melhor, mas a porcelana do Bonavita torna o produto superior. Nunca entendi porque a Clever não criou um coador de Inox, Vidro ou Porcelana. Eu sou um hard user de Clever e já aposentei algumas, dentre os principais problemas da Clever com o tempo ela deixa um gosto, por causa daquele material que eles usam. Segundo eu já trinquei Clever só usando mesmo, por causa de calor e tempo de uso. Essa já é minha terceira Clever… e digo que já deviam ter melhorado a qualidade do material, se tivesse em Inox, Vidro ou porcelana seria infinitamente melhor. A bonavita por outro lado, por ser de Porcelana, torna o produto melhor, mas o acionamento não é tão bom quanto o da Clever, e existem vários relatos de problemas de que, com um certo tempo de uso, o acionamento da Bonavita estraga, mesmo assim, considero a Bonavita superior. O acionamento da Clever, num corpo tipo o da Bonavita seria o melhor dos dois mundos. No final rolou um debate e teste de torra. Testamos o Philco e o Resfriador. A galera trocando uma idéia sobre o Philco: E por fim aquela foto final da galera reunida: Enviado de meu Moto G (4) usando Tapatalk
  11. 7 points
    We increased in the meantime the production a bit (~2-3 machines per day) and I got some nice pictures from some customers: A unique design:
  12. 7 points
    Rapaz, estou boquiaberto com o Mini. O sistema de regulagem te dá um controle absurdo, a qualidade da moagem é um salto enorme desde o meu porlex. Estou agora reaprendendo a moka, porque a extração sem o excesso de particulado é muito diferente. Percebi uma xícara mais limpa, mais doce e o sumiço daquela acidez limão antes difícil de domar nas torras mais claras. Outro ponto crítico é a facilidade em moer por dose. Mesmo moendo 3 vezes ao dia, não achei relevante o esforço da moagem manual no uso doméstico. A facilidade em alternar grãos e moer doses sem desperdício, pra mim, ofuscam facilmente o "porém" de ter que girar a manivela. Já tive oportunidade de brincar com um Forté BG e um Sanremo e não trocaria o Bravo por estes pra deixar na minha cozinha. Gil tá de parabéns!!
  13. 7 points
    Nicotinic acid , nao é Nicotina . Ácido Nicotinico é a Niacina ou vitamina b3 , não tem nada a haver com o Alcaloide Nicotina. A Niacina é encontrada em quase todas as carnes e vegetais. Dá uma lida aqui e para de espalhar coisa errada. https://en.wikipedia.org/wiki/Niacin
  14. 7 points
    Três torras para espresso hoje. Fiquei com saudade de torras mais clássicas e solúveis. Os 3 seguindo mais ou menos a mesma abordagem, considerando que o Yirga da Etiópia é mais denso do que o de El Salvador etc.. Todos entre 11,5 e 12,5 min e perda entre 14,2 e 15,0%. O STC continuando uma maravilha.
  15. 7 points
    Chegou presentinho novo Torrador FreshRoast SR700, importado dos EUA. Depois posto mais detalhes no tópico dele Enviado de meu SM-G955F usando Tapatalk
  16. 6 points
    Dando um up pra atualizar o tópico, estou com um bravo debut fazem alguns meses e desde então não tive mais problemas de perder a extração como acontecia com o vario, praticamente acerto atrás de acerto, tem o lado ruim de ter q girar a manivela mas a vantagem de desperdício praticamente zero... coloquei de vez o vario apenas pra coados e moka parabens ao gilberto por nos disponibilizar um moedor desse nível aqui nesse nosso mercado nacional tão carente desse tipo de produtos... um adendo: quem está em dúvida, não caia na bobagem de comprar o vario pra espressos, ou opte por um manual ou vá direto pra um elétrico stepless, o vario me desapontou MUITO ao lado da minha prosumer. Dava dó de errar a mão usando esses grãos caros...
  17. 6 points
  18. 6 points
    Cara, o que eu disse foi que mesmo com filtro pressurizado consegui sentir doçura no café, devido a ele ter essa característica. E na boa, todo mundo entra nesse fórum para trocar experiências buscando aprimorar suas técnicas e resultados, tentando chegar em uma xícara perfeita. E aparentemente você já encontrou a xícara perfeita, que é qualquer café colocando açúcar. Enviado de meu SM-G800H usando Tapatalk
  19. 6 points
    Na verdade quem deveria reivindicar é a madame Amalie Auguste Melitta Bentz Ela inventou a filtragem com papel em 1908 Mas como ela morreu em 1950 , vai ficar difícil madame reclamar.
  20. 6 points
    Boa tarde, galera! Pra resumir a história, depois de ponderarmos sobre o destino desses cafés que sobraram, resolvemos que a nossa empresa, a Roast Cafés, vai absorver o estoque, e pretendemos disponibilizá-los torrados e verdes na inauguração da loja online, em aproximadamente um mês. Se alguém está com certa urgência pra repor o estoque de verdes, fale com a gente por mensagem privada. Em breve traremos mais detalhes sobre os planos para as Compras Coletivas, além de notícias da Roast.
  21. 5 points
    Olá pessoal, alguns colegas me perguntaram como estava mais ou menos posicionado o meu termopar, aproveitei para tirar algumas fotos (não ficaram tão boas, mas dá pra entender)... Foto 1. Dá pra perceber que eu dei uma entortada no tubo de direção do termopar, mas nem precisava. Foto 2. Detalhe do acesso (quando eu insiro o termopar eu acabo corrigindo a direção do tubinho). Nessa imagem estou fazendo o pré-aquecimento do forno. Aproveito e deixo a imagem da torra de hoje junto com o gráfico. Esse grão foi o do afonso (acho ele bem mais sensível que os outros que estava torrando). Yellow - 160°C com 6min32seg FC - 200°C com 10min05seg Fim com 11min43seg a 205°C
  22. 5 points
    Gentes, no epílogo fim do ano comprei do @Guilherme Torres o STC!!!! Demorei esse tanto para escrever aqui, que pecado. Então, agora imaginem, vendendo meu Behmor estou indo para as torras totalmente novas do STC, fiz duas apenas até este ponto. Mas depois de zerar pendências do começo do ano eu já consegui me programar para fazer umas duas ou três no próximo fim de semana! Vai ser top!!! Abraços a todos!
  23. 5 points
    E aew pessoal, dando continuidade aqui no tópico do forninho, vou compartilhar com vocês alguns resultados que venho obtendo com esse torrador. Já sofri naquelas fases de sabor vegetal, baked, torras longas, estou agora saindo das torras com scorching (por tentar reduzir demais o tempo de torra), tentando chegar na que considero ideal para o que o forninho permite. Configurações iniciais: 1. Uso batches de 166,6g (mantendo esse padrão por dividir 1kg em 6 batches, caso queiram usar batches de 143g é bom reavaliar o método abaixo). 2. Uso um termopar que entra na lateral esquerda (contrária ao motor) e fica em contato com os grãos (às vezes toca nas aletas aí eu tento corrigir). 3. Uso um app para android (Coffee Roaster Pro) e faço meus gráficos no excel mesmo (ahahahah). 4. Os grãos ficam amarelos quando meu termopar marca por volta de 160°C; 5. Geralmente o FC vem com 198°C, mas fica realmente constante com 200°C (esse que eu utilizo geralmente como marcação, mas é claro, marco escutando mesmo); Algumas problemáticas que considerei: 1. Quando usava o forninho frio, a torra demorava muito para desenvolver, assim descartei essa possibilidade e comecei a pré-aquecer; 2. Qual temperatura de pré-aquecimento? Eu fui ajustando para que no turning point (por volta de 1min) meus grãos tivessem com mais ou menos 75°C, e cheguei a conclusão (testando) que a temperatura que de pré-aquecimento seria de 220°C. 3. Agora para o desenvolvimento da torra posso considerar 2 perfis básicos (RoR Constante e Ror Decrescente), vou descrever como venho fazendo a RoR constante: Como vocês podem ver, eu fiz essas 5 marcações no dimmer, pois são os pontos que uso no meu e chamo de: P3,1 ; P3,2 ; P3,4 ; P3,6 ; P3,8 O P3,0 e o P4,0 são as marcações originais. Pois bem, para a Torra de RoR constante tento fazer o seguinte esquema: Pré-aqueço até 220°C -> Reduzo a potência para P3,0 -> insiro os grãos (166,6g) -> 1min (P3,2) -> 2min (P3,4) -> 3min (P3,6) -> 4min (P3,8) -> 5min (P4,0) Os grãos ficam amarelos entre 6min30s a 7min, a partir daí pode-se reduzir para P3,8 (se quiser a fase de palha mais prolongada) ou permanecer no P4,0 se quiser encurtar O FC vem entre 10min a 11min (depende do ajuste na fase química), nesse momento, reduzo para P3,0 e abro um pouco a bandeja coletora para controlar o tempo de desenvolvimento e a temperatura final. Esses 2 batches foram feitos nesse padrão que citei, finalizei com 13min (poderia ter encerrado antes) e temperatura final de 211°C: Alguma sugestão, crítica, alguém vem fazendo diferente? Depois posto como faço a RoR Decrescente. Abraço, valeu!
  24. 5 points
    Os tamper ficaram para a próxima semana, esta semana ficaram prontos alguns Mini tamper Bravo, funciona igual ao Bravo tradicional.
  25. 5 points
    Gil simplifica isso , faz tudo Preto, quem quiser personalizar vc cobra mais 40% , vc vai ver que as coisas vão ficar bem mais fáceis Mas só começa a fazer assim depois de entregar meu suporte de PF dourado.
  26. 5 points
    Semana passada fiz meu melhor pão branco até hoje. 70% de hidratação. Usei 70% Mirella e 30% 5 Stagioni Napoletana Enviado de meu GT-I9505 usando Tapatalk
  27. 5 points
    Aconselho a restaurar a máquina completamente, deixar como está, ou então só cromar algumas partes e deixar também de enfeite. De qualquer maneira, se quiser usar, ideal é desmontar inteirinha e restaurar. Ao desmontar, irá pintar o chassi, recromar todas as peças, latonar as decorações traseiras (tem que latonar e passar verniz), restaurar o grupo (mola nova, vedações tem o esquema de repetir 4 vezes o anel + borracha que tem 1 só lá, tem que procurar no Home Barista, mas a Cafelat tem o anel e a vedação), comprar porta-filtro da Gaggia (é pra servir, talvez com pouquíssima modificação), arranjar um pressostato e fazer a parte elétrica, considerando que as resistências estejam em ordem - senão, arranjar quem fabrique. Essa válvula que tem aí, teoricamente, é de segurança. Pode usá-la só como segurança se revisar e estiver tudo certo e se o peso dela (pressão de abertura) for razoável, não sei quanto se usava na época... Ou substituir por uma de segurança moderna e certificada. Também pode adicionar um expurgador de ar (vacuum breaker). A bandeja vai ser muito difícil achar, terá que mandar fazer o adaptar algo. É bom se livrar de todo resto de vedação antigo, limpar bem, pra colocar novas. Se não houver no mercado, não é difícil fabricar, principalmente vedações de flanges (normalmente arruelas). As válvulas normalmente é possível remontar usando fita teflon pra "fabricar" as vedações. Não é uma máquina de trocador de calor, é "dipper", ou seja, o grupo esquenta pelo contato direto com a caldeira e a água vem do fundo da caldeira por um tupo (por isso "dipper"). Não tem tanque, terá que ligar na rede hídrica ou bolar alguma coisa pra carregar água, mas que precisará de pressão maior que a da caldeira (~1 bar) ou esperar esfriar para carregar por alguma porta mais pra cima da caldeira. Pela nossa experiência (né @Santiago Luz?), se estimar 1 ano, conte com 2-3 anos! Na verdade, se botar sempre tempo disponível, anda, mas tem muitos fatores como achar peça, chegar peça, serviço de terceiros e por aí vai. Na cromação e pintura eu chuto que gastará algo entre 1000 e 2000 reais. Peças não será muita coisa, mas acho que pra deixar essa máquina boa conte com de 3 a 5 mil reais mais seu tempo! Tô chutando meio alto, talvez, mas melhor sempre estar preparado. É aventura, mas vale a pena! Boa sorte! Márcio.
  28. 5 points
    Um presente; Café da Indonésia da Simon Levelt lá da Holanda. Torra escura, sabor bem aquém dos nossos, mesmo dos torradões. Quase 100% de crema durante a extração, quase Buga o portafiltro. O mais agradável desse café é um leve sabor doce no final da xícara e um retrogosto bem mais doce do que a bebida. Excelente experiência.
  29. 5 points
    Café do Paulo da última CC. Torra para espresso finalizada em 220ºC.
  30. 5 points
  31. 5 points
    Salve pessoal, vamos para as informações dos últimos cafés. 4 - DHC - Café do Afonso - Catuaí Vermelho NATURAL: Curiosidades e peculiaridades do grão: Como já havíamos comentado anteriormente, este café é fruto de uma parceria nossa do Clube do Café com o Afonso Lacerda. É um café exclusivo, que foi feito para a gente do clube. A história dele contamos aqui. O que não comentamos ainda é a forma como os Lacerdas realizam a colheita. É comum na região colher os cafés ao longo da semana e manter as cerejas maduras dentro de sacos no meio da lavoura. Os cafés chegam a passar até 7 dias depois de colhidos no meio da lavoura antes de serem espalhados no terreiro para secar. Isso, de acordo com os produtores da região, aumenta a pontuação do café, pois ele passa por um processo de fermentação (ainda que sem controle) na lavoura. Eles garantem que realizaram testes com ajuda do pessoal da UFLA para chegar na quantidade de dias ideal que cada café deve passar na lavoura. Essa é uma característica muito peculiar da região, não funcionando em outros lugares. Já escutamos relatos de produtores de outras regiões que deixaram o café 24hrs na lavoura e o café virou bebida Rio. Esse processo funciona com os Lacerdas, pois a região tem alta altitude e uma variação de temperatura ao longo do dia aceitável, daí o processo não chega a desandar e o resultado é toda complexidade que encontram na xícara. A região é tão favorável ao processo que os produtores de lá brincam que para fazer um café Rio é necessário muito esforço!! Mesmo fazendo tudo errado, esquecendo de virar o café no terreiro, molhando o café, deixando tomar chuva vários dias no terreiro etc, o café ainda dá pelo menos bebida dura. Modelando um perfil de torra: Após algumas torras de prova deste café escolhemos um perfil a fim de destacar suas notas frutadas mantendo alguns de seus traços florais. Para isso escolhemos o seguinte caminho. Como este é um café com poucos defeitos e bastante complexo, planejamos uma curva onde mantemos RoR constante boa parte da torra, quebrando a curva (ou seja, diminuindo o RoR) no meio da fase Mailard (170ºC). Assim garantimos uma secagem rápida (para os padrões do Atilla), um tempo levemente prolongado na fase Mailard (quando comparado com uma torra com RoR constante o tempo todo) e uma entrada no crack com RoR já decrescente, o que facilita controlar melhor evolução do café após o crack. Esse controle do RoR após o crack é muito importante, uma vez que este é um café fermentado e o processo de fermentação que ele passou produz grãos com densidade não homogênea. Além disso escolhemos uma temperatura final mais baixa, onde a acidez e o floral estavam mais presentes. A temperatura final para este café foi de 203ºC. Para realizar essa curva entramos com o torrador bem quente, 210ºC e rotação alta 65rpm. Ao longo da torra fomos aumentando a chama e a rotação de acordo com o que achávamos necessário a fim de manter o RoR constante. Antes de chegar na temperatura que desejávamos quebrar a curva (170ºC) começamos a reduzir a chama. O fim da torra controlamos com a rotação (abaixando) e o fluxo de ar. Para visualizar Log completo: link aqui. Este café não precisou de catação no resfriador, quase não tinha defeito. Fizemos 9 batches dele e não blendamos nenhum, todos foram imediatamente embalados após resfriarem. Por enquanto é isso galera, ainda hoje volto para completar este ciclo de postagens!
  32. 5 points
    Esse papo de um método extrair mais doçura acho meio balela e muito subjetivo. A teoria de extração de café é a mesma independente do método escolhido, o café não entende qual método ele está sendo tirado, o resultado final vai ser um equilíbrio entre diversas variáveis, normalmente muito mais importantes do que o método escolhido. Claro que se você fixar todas elas e mudar só o método você pode sim ter um café mais doce, dependendo do método, mas poderia ter o café que quisesse, bastaria ajustar cada variável para ter o resultado desejado. E pelo que ele falou de o café passar mais rápido o café seria menos extraído, logo provavelmente mais ácido e não mais doce. É muito melhor focar em um único método e entender ele à fundo do que ficar comprando mil métodos diferentes e ficar usando a mesma receita pra todos. E na minha cabeça o formato mais eficiente para extração de café seria em uma aeropress sem o êmbolo, porque permitiria a água passar com a mesma pressão por toda a massa de café (uma ideia ainda é usar isso pra melhorar a distribuição da água). Esses métodos "angulados" (tipo v60, kalita, koar, etc) acabam tendo uma geometria mais complexa que provavelmente só vai fazer parte do café ser mais extraída do que outra, o café do fundo do filtro vai ser extraído de um jeito, o que ficou em cima de outro jeito e o das paredes do filtro de um terceiro jeito. Tô pra testar extrações dessa forma na aeropress tem um tempo, não sei porque ainda não o fiz... rs
  33. 5 points
    Eita, fiz o filho e abandonei por quase um mês, hehehe Bom, nesse um mês muita coisa aconteceu (e ao mesmo tempo nada, hehehe). A principal no caso é que to prestando uma consultoria pra Coopiatã, num prazo muito apertado e bem menor do que eu havia solicitado, mas é o que tem pra hoje. Nessa consultoria estou focando em melhorias no fluxo interno da cooperativa, visando melhoria de processos na prospecção de clientes e venda de cafés crus. Invarialmente a questão da torra vem também como uma possibilidade de melhoria de ganhos para os produtores, e é algo que sempre pentelhei a cooperativa e um dos produtores para fazer na cidade, mas que pelo visto precisou da minha vinda aqui pra dar força a essa idéia, e que já vinha surgindo por parte de um dos produtores, e que, espero eu, finalmente assuma o projeto de uma torrefação colaborativa, dando a possibilidade de outros produtores terem também seus cafés, bem como otimizando o uso do torrador que ele tem, fortalecendo a cadeia de produtores da região. Aqui em Piatã é muito comum diversos produtores terem sua própria marca de café, e são muitas, indo desde embalagens simples com café moído torrado em versões gigantes daqueles torradores de prova da Carmomaq até cafés mais "sofisticados" em embalagens valvuladas e torrados em Atillas da vida, e a região compra bem os cafés, dando um giro interessante aos produtores. Enfim, passando mais pra registrar (e verborragizar um pouco pra entender um pouco esse processo) como é o fluxo numa cidade de 20 mil hab. (!) no meio do nada (!!) mas que tem conseguido resultados interessantes quando o assunto é o negócio enquanto torra. Ainda tem muito a melhorar, mas olhando de fora, os primeiros passos já foram dados e agora é galgar outros mercados (que ao meu ver, só não foram galgados por que Piatã fica a cerca de 11 horas de Salvador, dificultando MUITO o acesso dos produtores ao já restrito e dominado mercado de cafeterias da cidade, que justamente compram cafés daqui para seus blends).
  34. 5 points
    @LUW Pode comprar medidas razoavelmente próximas. Por exemplo, no catálogo da Vedabras tem o 33.0x3.0 Já o mais próximo da minha medida de 24.5x3.0 seria o 24.2x3.0 Tendo os 3.0 mm ou mesmo até 3.1 mm de fio, deve dar certo. No diâmetro, se não há opção exata, escolha para ser menor, pois ele estica um pouco sem problema.
  35. 4 points
    Olá amigos do Clube, resolvi por a Aram, a "número 11" fabricada a venda por uma razão simples: definitivamente espressos fazem mal a minha gastrite e os coados ou filtrados não. Por essa razão usei apenas duas vezes a Aram, está praticamente zerada na caixa. Quero deixar claro que as nas duas vezes que usei, foi em conjunto com o moedor Bravo Mini e que os espressos foram maravilhosos. Achei a máquina fantástica, e vale a pena ter mesmo que for só pra deixar enfeite, pois é sensacional. Um item de colecionador realmente. Vou passar ela pra alguém que use, pois no meu caso acho uma pena uma peça dessas parada aqui. Vou pedir praticamente o que paguei, acho justo pelo tempo esperado pela cafeteira, investimento despendido entre outros, além do que a cafeteira está novíssima realmente; Valor: R$ 900.00 + Frete por conta do comprador Fotos:
  36. 4 points
    Posso não, vai rolar divórcio ... Tenho um Bravão, o Debut! Queria os dois, mas eu também queria ser louro, mais alto, um bom atleta, olhos verdes, morar numa casa com um bom terreno e muito rico. Tenho saúde para trabalhar, um Bravo Debut ... quando o Gilberto resolver vender terei um tamper e um alinhador. Tá bom demais! hehehehe Abraços!
  37. 4 points
    Fala @Leandro Marco ! Poxa tem que arranjar logo esse melanger =) Aqui a produção está indo bem. Gostei da brincadeira. O primeiro batch com cacau bulk foi realmente bem meia boca. Bom para aprender o processo. O segundo batch foi um 70% criollo peruano. Muito intenso e cítrico. Depois que comemos 1 kg dele, o que demorou, foi chocante provar um Nugali 70%. Parecia ter gosto de nada! Comendo agora um dark milk 60% que é meu terceiro batch. Bem gostoso. Fiz com cacau da Baiani chocolates "moído/conchado" 40 horas. O casal que é dono da fazenda é muito legal. Comprei, logo depois do 1o batch, uma peneira granulométrica de inox 180 um. É importante pois o melanger deixa escapar particulas maiores que são perceptíveis na boca. Meu segundo pedido da chocolate alchemy foi cacau da republica dominicana. Ainda não torrei. Em ambas as compras não fui taxado. Uso silk para temperar. Afff, é uma mão na roda. Temperagem simples e perfeita. Moldo derramando uma camada fina em um tapete grande de silicone. Geladeira uns 10-15 minutos e é só quebrar em pedaços irregulares que vão para um zip lock. Abraço
  38. 4 points
    Bases em progresso:
  39. 4 points
    Fiz a atualização do plugin. Parece que voltou a funcionar. Fechem o app a abram novamente. Enviado de meu GT-I9505 usando Tapatalk
  40. 4 points
    Eu só queria dizer que adoro esse tópico, eu nunca sei o que é sério e o que é piada aqui. Parabéns!
  41. 4 points
    Gostei do acessório.
  42. 4 points
    5 - LSO - Café do Paulo - Catucaí Vermelho CD Curiosidades e peculiaridades do grão: Este é o lote que foi finalista no concurso da EMATER, é o lote 03 do Paulo Henrique Miranda. É um típico CD e o que café que temos em mãos é o mais limpo de todos da CC, quase não possui defeitos. Além disso, ele possui densidade alta e homogênea e é peneira 16 acima. Essa combinação de elementos faz dele, na nossa opinião, o café mais fácil de torrar desta CC. Vai ser muito difícil tirar um batch ruim deste café. Modelando um perfil de torra: O traço sensorial mais marcante deste café, na nossa opinião, é a sua doçura (rapadura e caramelo). Entretanto, ele tem outras características interessantes, como a sua acidez elegante e seu corpo cremoso, além de possuir várias camadas de sabor. Decidimos que não gostaríamos de "esconder" nada deste café na torra, por isso escolhemos o que consideramos como torra de prova para ele. A temperatura final que escolhemos para esse perfil foi de 204ºC. Como torra de prova (no Atilla) entendemos uma torra entre 9 e 11min, com RoR constante até muito próximo do primeiro crack e um tempo de 90s (aprox.) de evolução após o crack. Para conseguir fazer isso utilizamos uma abordagem semelhante a que fizemos com o café do Afonso, entretanto não quebramos a curva perto de 170ºC e sim perto do crack. Os logs das torras são parecidos no início, mas as diferenças a partir de 170ºC ficam nítidas (vide imagem abaixo). Para visualizar Log completo, clique aqui. Fizemos 6 batches do café do Paulo, blendamos os três primeiros e os três últimos. A seguir está imagem com os Logs das curvas de torras do Café do Paulo e do Café do Afonso: Em azul está a torra do Café do Afonso e em vermelho a torra do Café do Paulo. Observem o que acontece com a curva do RoR perto de 170ºC no café do Afonso. Agora veja que com o café do Paulo mantivemos o RoR constante por mais tempo e isso teve uma série de implicações na torra, a mais aparente é a redução do tempo total. Agora só falta mais um... daqui a pouco venho falar dele
  43. 4 points
    Assino embaixo, com a exceção adiante, @Vitor Costa! Tudo se resume à manipulação de variáveis, independente do método, porque para mim são 12 variáveis de extração, dentre elas o tipo de filtro (papel, metálico ou pano), então inclui qualquer método para coados; em espresso o manejo de variáveis é mais restrito, outra história. Nem todas as variáveis podem ser manipuladas em todos os métodos, por isso também tenho pra mim que a AP é o mais versátil já que me permite (no limite) usar todas elas, em maior ou menor grau, dependendo da complexidade com que vou extrair. A Exceção: em qualquer posição (invertida ou não), devido ao formato cilíndrico, paredes perpendiculares e fundo plano da AP, a extração tenderá a ser sempre uniforme, com êmbolo ou não, se for devidamente agitada principalmente antes da virada (na invertida). Uma vez fui questionado sobre a uniformidade da minha extração na AP, o que se avaliaria ao verificar se meu bolo estava reto ou abaulado (côncavo ou convexo). Eu já sabia que ficava reto, mas nunca tinha confirmado isto pois sempre aperto o êmbolo até o final. Daí fiz vários testes ao longo de uma semana, parando o êmbolo assim que começava a sair só ar, portanto bem antes de chegar no pó, e todos os meus bolos estavam Retinhos da Silva Xavier (expressão de velho, desculpa aí!). A pessoa com que eu confabulava, concluiu que minha extração era, então, uniforme. Ademais, quando a extração é anormalmente longa como a minha, creio que uns 95% da extração já se deu na infusão, a descida do êmbolo tem papel de filtragem, sendo quase irrelevante o que ainda tem para ser extraído nesta parte final. Diferente é a hipótese de extrações rápidas (por ex. entre 1 e 2min), principalmente na não invertida, pois neste caso é importante que a água passe por todo o pó de maneira o mais homogênea possível. Não entendi que teste vc ainda não fez?! Usar o melodrip para despejar na AP não invertida? só tem sentido se vc não agitar nada, só despejar... o @Bruno Marinho pensou justamente o contrário: usar a AP para despejar água nos métodos por percolação (V60, Melitta, Kallita), assim economiza no apetrecho....
  44. 4 points
    @Jonas Felipe, zerar a balança ou não, tanto faz... talvez pode facilitar alguma coisa pra quem usa receita com uma quantidade x de despejo no blooming e y após. Balança nem é essencial, mas é o mais fácil pra conseguir uma BR consistente em todo preparo... o que daria pra fazer usando recipientes volumétricos, mas dá mais trabalho. Sobre força inercial de coriolis, em sistemas pequenos o efeito é simplesmente insignificante perto do efeito do formato e irregularidades dos recipientes. Eu vi uma demonstração disso, acho que uma parceria dos canais Veritasium e Smarter Every Day no Youtube.
  45. 4 points
    Curso de Torra Avançado com o mestre de Torra Eystein Veflingstad Neste Curso apresentaremos a Teoria de torra e ferramentas para modular a torra, como criar perfis de torra para avaliação sensorial e ainda provar os cafés com foco no controle de qualidade. Temas abordados: Classificação de café verde (análise física); Processo da Torra : Como criar e ajustar Perfis de Torra; Torra Parabólica x Torra Reta; As principais ferramentas para modular a torra; A torra para Café Espresso; Mudanças químicas durante a torra; Mesas de Cupping para comprovar cada passo (análise sensorial). Local: Torrefação Campo Místico – Bairro Vila Mariana / Sao Paulo ( próximo as estações Ana Rosa e Vila Mariana do Metro ) Dias: 09 , 10 e 11 de Março de 2018. Hora: das 8 as 17 horas Carga Horária: 24 horas Mestre de Torra: Eystein Veflingstad. Máquina : Torrador Átila 5 kg Investimento : R$1.600 ( em 3x pelo PayPall ) http://www.campomistico.com.br/product/curso-de-torra-de-cafe-com-eystein-veflingstad/ POUCAS VAGAS ! * foto , do ultimo curso , gentilmente cedida pelo Daniel Prado
  46. 4 points
  47. 4 points
    Cara, não precisa inicialmente comprar nada muito caro, um Hario Slim ou Skerton dá conta. É o melhor, o ideal, etc? Obviamente não, mas pra quem está começando não é nem o ideal investir muito, comprar Bravo Mini e peneirar grão de café moído, nesse início tem coisa muito mais básica pra você experimentar ainda... Não começa a construir sua casa pelos acabamentos específicos, não.
  48. 4 points
    A resposta está baixo, nas entrelinhas: Para bom entendedor... pode dar um café ainda bebível, mas vai ter um amargorzinho (tem gente que gosta), notas de celulose (que é o que remanesce) e aquele gostinho de óleo de café velho (ops, antigo).... Mas tem que mexer (puxar) bem nas variáveis, para ainda conseguir tirar o que restou no grão. Já tomei café sem conservação especial com 60 dias, mas era um cafezaço, muito bem torrado. Este último mês tomei o espetacular 2SL do Leandro e o Bom Jardim Moka (o mesmo grão da fazenda que vendeu o lote campeão da BSCA por R$55 mil a saca, mas este era peneira 16+) torrado pela Georgia da Lucca Cafés (torra tecnicamente muito clara, AGTRON 93, mas bem desenvolvida, coisa rara de se ver) que atingiram o pico por volta do 10º dia da torra. Ainda ontem tomei mais um pouco do café do Leandro (quase 35 dias da torra) e ainda está "muito bom", mas nem sombra do "fantástico" café de quando estava no auge sensorial.
  49. 4 points
    Uma torra clara do café da Rosangela. Gostei muito na prensa e até no espresso da Aram, não deu muita crema mas ficou muito gostoso! Torra na Air frier, 14 minutos, 12,5 % de perda. Enviado de meu SM-J510MN usando Tapatalk
  50. 4 points
    Nunca tomei o espresso da Aram e não pretendo adquiri-la, afinal de uns tempos para cá meu paladar mudou um pouco e estou menos fã do espresso, gosto mais de outros métodos. Além disso, reservo a oportunidade de tomar o espresso fora de casa, aí tomo coisas diferentes que não consigo preparar... E também o espresso gasta muito café para um gole só né rs Dito isso, diversos foristas já atestaram a qualidade da bebida produzida pela Aram, a ideia do produto é genial e o preço me parece ótimo, talvez a melhor alternativa para ter um espresso de qualidade a esse custo. Porém o que me desanima, para além de limalhas e problemas de operação que estão sendo e possivelmente serão corrigidos, é que lendo os depoimentos do pessoal, me parece que o produto se direciona exclusivamente a aficionados de café que gostam de desmontar e consertar coisas. Eu particularmente não gosto muito de mexer nas minhas coisas, não tenho muita habilidade, fico com medo de estragar alguma coisa, quebrar etc., então ficar desparafusando e diagnosticando coisas é algo que certamente me afastaria. E o que dizer então de consumidores que apreciam um bom café, café especial, etc. mas estão num nível menor ainda de envolvimento. Infelizmente, a Aram parece ser uma opção pouco atraente para esse público, apesar de outras características que poderiam torná-la uma ótima opção - qualidade do que oferece e preço. Enfim, minhas impressões.
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