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Showing most liked content since 05/25/2018 in all areas

  1. 14 points
    Olá, estou passando uns "dias de fazenda" e a medida do possível tentarei postar algumas fotos do dia-a-dia da colheita por aqui, espero que gostem! Colhedeira entrando na rua Café recém chegado no terreiro Foto de drone da lavoura com colhedeira ao fundo Vista aérea de drone, pegando terreiro de concreto e de chão bem lá atrás Café recém chegado no terreiro, falta esparramar melhor ainda Terreiro enchendo (Y). Ao fundo da pra ver um café mais novo, é desse talhão que saiu o lote do café que estou vendendo sob a marca Razena, um Catuaí 144, primeira colheita ano passado. Esse ano ele esta carregado de novo, a colheita lá será manual novamente, acredito que vai sair um café muito bom dali! Colheita manual iniciou hoje, café Catuaí 144, segunda colheita dele. Na área a esquerda tem um café recém plantado (mal da pra ver que tem café), á direita tem um café novo sendo colhido à mão (dá até pra ver os panos na parte de baixo da foto) e mais a direita o café mais antigo, sendo a parte de baixo da foto café Topazio e no talhao da parte de cima da foto café Catuaí 144.
  2. 13 points
    Olá pessoal! Nessas últimas semanas, eu e o @riozebratubo estivemos trabalhando na automação de um torrador. Nossa base foi usar uma pipoqueira elétrica e o código que o @lipe_oa divulgou nesse tópico. Nossas principais inspirações foram o vídeo que postei anteriormente (https://youtu.be/BZEuagSot7E) e o torrador de amostras ikawa (https://www.ikawacoffee.com/for-professionals/). Desde então fizemos muitas modificações de software e hardware, esbarramos em muitos problemas e aprendemos muito no processo (arduino, eletrônica, etc). Nosso projeto ainda está um pouco distante de terminar, mas nós gostaríamos de dividir com vocês nosso avanço até agora. No estado atual, nosso torrador já pode: - captar a temperatura dos grãos - controlar a potência da resistência (heater) - controlar a potência do ventilador (fan) - fazer uma torra manual controlada via Roastlogger - fazer uma torra automática controlada via Action Table (sequência de ações de acordo com a temperatura) - fazer uma torra automática controlada via PID (ainda com algumas imperfeições) Algumas fotos... Alguns dos componentes usados Visão da bancada de trabalho Não economizamos nos dissipadores Curva de temperatura no modo automático via Action Table Curva de temperatura no modo automático via PID (as "barrigas" são as imperfeições que ainda precisamos melhorar em nosso projeto) Agora segue um vídeo do torrador funcionando no modo PID Pretendemos criar novas features e melhorar as que já existem. No futuro queremos criar um tutorial detalhado de todo o projeto, caso alguém queira replicar em casa. Antes disso, se alguém quiser falar sobre o projeto, saber detalhes, tirar dúvidas ou nos ajudar, só falar com a gente! Valeu, galera!
  3. 11 points
    Fala pessoal.... Compartilhando mais uma alegria proveniente da minha síndrome! Hahahahahah Como bom neto de um italiano e de uma espanhola, não poderia deixar minha la pavoni sem seu par na bancada. Minha querida espanholinha acaba de chegar! Obrigado Felipe Magaldi por me dar a oportunidade de completar minha alegria. Esta Arin Lever 1965 é linda e muito estilosa. Deus o abençoe infinitamente!
  4. 10 points
    Recebi meu Bravo Mini e os cafés da Roast. Já deu uma xícara muito boa o bravo e o José Emílio!
  5. 10 points
    Pessoal, é bom lembrar que a denominação é usada simplesmente pra qualquer café cagado pela civeta... Mas tem vários fatores que podem resultar em bebidas totalmente diferentes: - Região relativamente ampla, tem Kopi Luwak da Sumatra, Bali, Java, outras muitas ilhas da Indonésia... e deve rolar então vários micro climas - Não precisa ser a mesma variedade de café, e pode ser cultivado ou silvestre - Pode ser catado no meio dos pés de civeta selvagem - como originalmente era - o que significa que as sementes são dos frutos mais maduros que o bicho escolheu nos pés, ou pode ser de civeta trancada em gaiola e alimentada à força com qualidades e maturações variadas do fruto, o que tá ficando cada vez mais comum por conta da modinha - Pode ser torrado profissionalmente por quem entende de café especial, ou pode ser torrado de maneira tradicional nas vilas dos produtores no panelão de ferro até virar carvão Conclusão: não dá pra provar um Kopi Luwak achando que a bebida vai ser representativa dessa denominação.
  6. 10 points
    O que voltou na mala das férias. Um moedor novo (Eureka Mignon) e mais um monte de tranqueiras....incluindo a "Pressca" americana, conhecida como Presse.
  7. 9 points
    Dando uma tigrada com a Aram, com o café [emoji477]️ da Faz. São Silvestre - Serra do Salitre MG 91,51 pts, bem complexo [emoji1319][emoji1319] Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  8. 8 points
    Recebi o meu hoje e dizer o quanto é impressionante seria chover no molhado aqui. A expectativa era alta, pelos relatos dos colegas, mas mesmo assim foi superada. Uma criação incrível essa do Gilberto. Fiz um café usando o grão do José Emílio da Roast e já deu para perceber a diferença no resultado, em comparação com o Hario Mini que eu usava antes.
  9. 8 points
    O mais preocupante é a maneira insustentável, predatória e crueldade que tratam as civetas, não acho legal sustentar essa cadeia, parece muito com a cadeia exploratória do marfim.
  10. 7 points
    Sou filho de cafeicultor e agora proprietário da marca Café Razena, lançada em 25/04/2018. Minha marca tem o propósito de disponibilizar os melhores lotes cultivados em minha fazenda aos meus consumidores. O lote que possuo atualmente é um café catuaí 144 com nota 84, peneira 16 acima, colhido no Cerrado Mineiro. Meu café é torrado artesanalmente, com intervalos de aproximadamente 10 dias entre 2 torras, portanto meu consumidor sempre estará comprando café fresco. Estarei disponibilizando um cupom de desconto para usuários do forumCdC durante 30 dias no valor de 10%, com o código: "forumcdc". Os valores do meu café variam entre 20R$ (250g) e 50R$ (1kg). Caso tenham dúvidas, entrem em contato por email: contato@caferazena.com.br ou WhatsApp: (44) 99809-9858. Abaixo estão listados minha página no instagram e o endereço do meu site de vendas: https://www.instagram.com/razenacafe/ https://www.caferazena.com.br/ EDIT.: Possuo alguns pacotinhos de 100g para dar amostras do meu café. Caso alguém tenha interesse em conhecer e esteja disposto a retirar em Maringá ou arcar com as despesas do frete eu posso enviar sem problema algum! DATA DA ÚLTIMA TORRA: 16/06/2018
  11. 6 points
    Ainda não está pronta. Agora resolvi mudar a aparência da máquina. Faltam alguns detalhes, como parafusos, um novo knob e o acabamento da frente/teto. Mas estou finalmente quase concluindo a caminhada na modificação da máquina Guilherme
  12. 6 points
    Entrando para o clube da Aeropress :-) Sent from my Moto G Play using Tapatalk
  13. 6 points
    Minha Travel Bag chegou. Estou completamente satisfeito. Coube mais coisa do que pensava. Nas fotos abaixo dá para ver. Fiz dois "arranjos": um com dois pitchers e outro com um Kettle Hario Buono de 1,2L. Abaixo listo o que coube: * 02 pitchers de 500ml * 01 aquecedor de água * Bravo Mini (nem precisei remover a manivela, deu para fechar sem forçar) * Balança Hario * V60 de metal * Filtros de papel * Suporte metálico de um coador de pano (apenas para elevar o V60) * 01 Garrafa com água filtrada de 500mL * Pacote com 150g de café * 01 xícara de cerâmica => Peso total 4,2kg No outro arranjo tirei uma divisória interna e um pitcher e substitui por uma Hario Bouno 1,2L.
  14. 6 points
    Deixando a Aram um Pouco de lado e brincando com a Breville com filtro despressurizado. Um catuai do sítio Antônio do Prado MG. Torra do dia 24/05.
  15. 6 points
    Hoje fiz um pequeno mod no Mignon. A escala de regulagem dele é meio grossa e pouco intuitiva (afinando a moagem os números aumentam): No Kaffeenetz existe um PDF de uma escala mais fina e invertida. Imprimi ela em papel adesivo. Sobraram muitas escalas, se alguém precisa... E o resultado:
  16. 5 points
    Comprei com o @Robson Ribeiro sábado dia 16/6, a torra entre dias 16 e 17/6. A postagem no Correios foi na segunda (18/6) e chegou hoje na quarta! http://www.mantiqueirademinas.com.br/tracking_result?code=00600903717
  17. 5 points
    Chegou hj da Amazon via Shipito Sem taxa $29 a chaleira $37 a balança Só o frete que judiou, quase $70 Mas se fosse comprar no BR, calculo que uns 800 reais pelo menos.... Enviado de meu SM-G955F usando o Tapatalk
  18. 5 points
    Hoje recebi meu novo moedor Baratza Preciso :-)
  19. 5 points
    Chegou em três dias com a JadLog.
  20. 5 points
    Agora vai! O problema foi que desde o início, não achei fusos bem feitos. E os primeiros protótipos funcionaram muito bem com a rosca whitworth, até hoje as roscas estão boas. Foi na usinagem seriada, que qualidade caiu bastante e apareceram alguns problemas de desgaste precoce :/ Agora consegui os fusos, mas tiveram que vir direto da Alemanha.
  21. 5 points
    Inauguração da nova unidade da UM COFFEE ontem em Pinheiros - SP Só encontro de gente boa. Em especial legal demais receber nosso amigo Marcio direto do RJ!
  22. 5 points
    Engraçado não ter esse tópico ainda no CDC , o Kopi e famoso pelo marketing e preços altos. Um amigo chegou de Bali , semana passada e me trouxe 2 pacotes de 150g cada, do Kopi Luwak , produzido e torrado em Sumatra. Como o amigo entendia um pouco de café , ele sabia da importância da data da torra, ele conseguiu com torra de 29/4 Um pacote eu já estou consumindo o outro vou levar amanhã para a reunião do CDC Rio e vamos fazer uma avaliação desse famoso Kopi. Já preparei alguns FP e espressos , a FP produziu crema de espresso. O espresso deu uma extracao linda , quanto ao sabor , vou postar amanhã as impressões do CDC Rio. Mas já adianto que é o cafe mais doce que eu já provei. http://forum.clubedocafe.net/topic/5501-cdc-rio-reunião/?do=findComment&comment=203641
  23. 5 points
    Mais uma encomenda que os Correios liberou vinda do Japão. Conjunto Kalita.
  24. 5 points
    A reunião do CDC Rio , edição Kopi Luwak bombou , muito café bom. Foram duas FP de 750ml de kopi , mais um guatemalteco torrado pelo Cal , um etíope e outros que eu não lembro nome. No final sobrou kopi . A opinião geral é que era um cafe muito doce , quase sem acidez , retrogosto bem persistente e bem doce. Como esperado ninguém teve um "orgasmo cosmico" ao provar o café . O café esta com uma torra bem recente 29/4 , o blooming das FP era bem acentuado , é a extração de espresso foi só crema.
  25. 5 points
    Hahahahah descobrimos quem é o Henrique!
  26. 5 points
    Minha ARAM foi e voltou tb, com o sistema novo... Dps dos problemas do cobre, ja extrai uns 15 espresso e nada! Ta bem mais facil de descer a manivela agora... Não se sou somente eu, mas nunca tive problemas com a base, acho inclusive ela bem sólida... claro que se vc não segurar o corpo de madeira ela vai dar uma movida... mas nada demais... Qdo entrei em contato por email, me responderam rápido, mandaram o código do correios, consertaram a maquina e devolveram, tudo certinho... De fato o contato e o envio foram bem rápidos... O que demorou um pouco foi o correios entregar a ARAM lá no escritório deles, mas tirando isso... Tranquilo!
  27. 4 points
    Enviado do meu iPhone usando Tapatalk Sei que mostrava as fotos das parafernálias que tenho em casa, os piá não acreditavam que tinha mais coisas que a própria cafeteria deles hehehehehehe @Marcos Sampaio muito legal esse mapinha que vocês fizeram, parabéns!!!!
  28. 4 points
    Bom dia pessoal, Meu nome é Felipe e sou dono da cafeteria Beco do Café que estará completando 1 ano em julho. Sou Barista e minhas funcionárias também, trabalhamos com cafés Especiais e nosso foco é o Espresso, mas claro que servimos também coados. Temos o café da casa, um grão do Cerrado 83.5 pts SCA, bem encorpado, baixa acidez e alta doçura. E todo mês/semana eu procuro cafés diferentes para servir como visitante. O Beco do Café fica também no Citta América na loja 105-H - Barra da Tijuca. Estou por aqui todas as segundas, quartas e sextas. Quem quiser vir para degustar um café e trocar uma ideia ficarei feliz em receber! =D Sigam-nos no instagram @becodocafe e na página do facebook.com/becodocafeofficial Um bom dia a todos e uma boa semana!
  29. 4 points
    Duro dos "espressos porcaria" é a o efeito "máquina do tempo": frequentemente quando tomo um, fico desejando poder voltar no tempo e não ter tomado nada, acho que ficaria melhor rs
  30. 4 points
    Blend expresso Feito a grão torrado no 29/04 20 g 44 na xícara
  31. 4 points
    Delicioso Obatã do Leandro #DESSIDEPAULA
  32. 4 points
    heh... o título ficou bem fatalístico, mesmo... Parece-me que ponto crucial que subjaz a maioria dos comentários do pessoal que já postou em defesa do espresso é a questão do investimento, tanto em equipamentos que permitam repetibilidade quanto em treinamento pessoal. A postagem original do @JoaoW já deixa claro que ele investiu nos métodos que passou a apreciar, mas não no espresso, legando-o mormente ao cuidado dos "tiradores de expresso" (SIC) que se fazem passar por baristas na maioria das padarias e quiosques de café (e, infelizmente, na maioria das cafeterias "de grife" dos shoppings). Isso torna a própria discussão um tanto injusta... Em termos absolutos, o espresso é o que requer maior investimento para permitir resultados satisfatórios, mas não em termos relativos... uma máquina "basiquinha" de espresso custa uns 300 reais, e uma minimamente consistente começa na faixa do 3000 reais, um fator multiplicador de 10x. Um pacote com 50 filtros de papel para coador "genérico" do tipo "melita" 102 custa R$ 1,99 na lojinha aqui do lado. Um pacote com 40 filtros Hario 02 custa, no mínimo, 35 reais. Na proporção, 50 filtros Hario sairiam quase 44 reais, ou seja, um fator multiplicador de aproximadamente 22x. Proporcionalmente, você investe mais do que o dobro pra ter um coado minimamente decente do que pra ter um espresso nessa mesma categoria... E isso sem falar que um coador de plástico "chinesão" custa os mesmos 1,99 na mesma loja, e o coador Hario mais baratinho da mesma medida começa perto de 50 reais, aumentando um pouco a diferença proporcional. Então, se aplicarmos a mesma proporção (22x), considerando uma máquina "de entrada" na faixa dos 300~350 reais, deveríamos assumir um investimento de pelo menos 6600 a 7700 reais numa máquina de espresso pra poder fazer uma comparação minimamente justa... Isso sem falar que aquele coado horroroso que servem na maioria dos escritórios/empresas/repartições-públicas requer apenas despejar água fervente (sem medida clara) sobre o pó (predominantemente de carvão) comprado já moído e medido em colheradas... Mas o coado que "agrada" o pessoal mais exigente requer café especial, recém torrado, em grãos, moído na hora do preparo, na granulometria adequada, pesado em balança digital etc. Depois o preparo requer medidas precisas de quantidade e tempo, bem como método de despejo e controle de pausas e fluxo. Aprender tudo isso também é investimento. Parece-me que, sem fazer o mesmo investimento proporcional em um dos métodos, não seria justo desconsiderá-lo e "desgostá-lo"... bom, isso é só minha opinião. Abraços a todos!
  33. 4 points
    Lembrando apenas que é 53mm e não centímetros.
  34. 4 points
    E minha mãe briga comigo por que tenho 3 cafeteiras e só desejo uma Jarra elétrica. Enviado de meu MI 5 usando o Tapatalk
  35. 4 points
    Desculpe, não resisto a essa piada toda vez que alguém cita Kopi Luwak.
  36. 4 points
    Agora que passou a correria da Compra Coletiva, dá pra contar um pouco da última aventura que arrumamos por conta do café. Todos os cafés dessa CC são das Matas de Minas ou de locais próximos. A Roast também anda fazendo negócios na região. Então foi pra lá que saímos na sexta dia 01/12 bem cedo pra fazermos o seguinte trajeto em 3 dias (ou pelo menos era a ideia): A: BH / B: Araponga / C: Santa Margarida / D: Coletivo Café (Venda Nova do Imigrante) / E: Guaçuí / F: Pedra Menina / G: Alto Caparaó Saímos de BH debaixo de chuva, que seria nossa companheira de viagem por boa parte do tempo. A primeira parada, depois de umas 7h na estrada, foi Araponga, estrela da vez nos concursos nacionais. Fomos recebidos pelo Paulo Henrique, seu pai e outros parentes, no escritório/laboratório de torra/tulha que a família tem na cidade. O gente boa estava acabando de preparar umas mesas de prova pra gente com cafés deles e outros produtores da região: Igor e Paulo Henrique no laboratório de torras Encontramos lá ninguém mais ninguém menos que Leo Moço, também aguardando pra provar os cafés. Fizemos duas rodadas de prova, e ficamos bem satisfeitos pelo lote 3 que havia sido escolhido pra CC, já que ele realmente estava dentre os melhores (o que veio a se comprovar quando ele ganhou o 3o lugar CD das Matas de Minas pela Emater). Tivemos a oportunidade de provar novamente o campeão do Coffee of the Year, que estava no nome da mãe do Paulo, a Sandra. Que cafezão!! Botamos as duas sacas do lote 3 no porta-mala, nos despedimos, e partimos rumo a Santa Margarida, sem saber os desafios que nos aguardavam na estrada. O caminho que fizemos passa por cima da Serra do Brigadeiro, e os cenários que apreciamos chegando na serra é dos mais bonitos que já vimos nessas nossas aventuras cefeinadas! Bate de frente com os vales do Caparaó! A foto aí não faz jus ao que a gente viu, quase não deu pra sair do carro por conta da chuva… mas é o que tem: Cenário próximo à Serra do Brigadeiro Depois de apreciar as paisagens tivemos que encarar já no escuro uns trechos beeem complicados de estrada de terra. Pra minha sorte o Igor tem experiência em trilhas um tanto mais difíceis, hehe. O registro na manhã seguinte mostra o estado que ficou o carro, causando essa cara de desgosto do gato Resultado do rally para Santa Margarida Chegamos bem tarde em Santa Margarida, e por mais inconvenientes que nos sentíssemos, fomos super bem recebidos pelo casal de produtores Rosângela e Eliéser! Nos hospedaram no improviso mas com um conforto pra ninguém botar defeito! Eu e o Igor com a Rosângela e Eliéser em sua propriedade em Santa Margarida Na manhã seguinte conhecemos rapidamente a propriedade, e foi muito legal ver o esforço que eles têm feito nas últimas safras pra produzirem cafés de qualidade. Terreiro suspenso na propriedade da Rosângela e Eliéser: uma das ferramentas usadas na busca por qualidade Como era uma quantidade maior de sacas que o casal iria nos fornecer, não teria como levar no nosso carro. Então combinamos a forma de entrega das sacas e partimos para Venda Nova do Imigrante, para participarmos de mais uma edição do Coletivo de Portas Abertas, no Coletivo Café, espaço super legal do pessoal do Have a Coffee. Este ano o evento foi bem mais completo, contando com vários cursos e palestras, rodadas de negociações, barracas com comidas variadas, etc. Encontramos com vários conhecidos, experimentamos cervejas artesanais da região, assistimos uma palestra da Raposeiras sobre torra de prova… Palestra da Isabela Raposeiras no Coletivo Café sobre torras de prova … e participamos das mesas de cupping para negociação: Uma das rodadas de prova e negociação no evento do Coletivo Café Os microlotes dos cafés provados (entre 15kg e 2 sacas) estavam sendo arrematados por valores pré-definidos pelos produtores, com um pequeno acréscimo a ser revertido para os custos do evento. Arrematamos uma saca de um pequeno produtor de Pedra Menina para a Roast. Já de noite, saímos numa chuva leve rumo a Guaçuí, pra encontrar com nosso amigo @dessidepaula. Mais uma vez lidando com estradas não muito favoráveis, chegamos bem tarde. Mas de qualquer forma, fomos recebidos de braços abertos pelo Leandro. Acordamos com uma mesa de café da manhã cinco estrelas nos esperando. Em seguida, fomos dar uma volta pelo cafezal pra ver como estava. Propriedade do Leandro Ficamos surpresos ao ver pés de Obatã Vermelho com os frutos ainda acabando de amadurecer em dezembro! E também foi curioso ver no mesmo pé cereja, flor, e frutinhos verdes. Na nossa última conversa com o Leandro, que ocorreu agora logo depois do Natal, ele comentou que esse Obatã V. já foi colhido e está seco. Ficou de nos mandar uma amostras desse café e com toda certeza tem potencial para aparecer por aqui novamente em futuro não tão distante. Cerejas do obatã vermelho, em alguns ramos se misturando com a florada da safra seguinte Voltamos da caminhada e fomo nos divertir no Probatino novinho em folha do Leandro. Fizemos vários batches, a maioria de cafés dele mesmo, e alguns de amostras que tínhamos ganhado na viagem. Torrando alguns batches no Probatino Logo em seguida já fizemos um cupping de alguns batches, e mesmo recém-torrados deu pra ver o potencial dos cafés do Leandro, e como o esforço em produzir melhores cafés está dando resultado, mesmo com tão pouco tempo. Após o almoço, o Leandro nos honrou com um convite: nessa nova fase que ele, a família e a fazenda estão vivendo no ramo de cafés especiais, ele está plantando árvores no pomar da casa como símbolos dos novos vínculos que ele está formando com pessoas do ramo. Então fomos convidados para plantar duas mudas que vão representar esse nosso laço de amizade, o trabalho que estamos realizando conjuntamente, e os projetos futuros que vamos construir. Igor e Leandro plantando uma muda como símbolo do vínculo que o café especial criou entre nós Três gerações de produtores: duas de fato, e uma estamos na torcida pra assumir o legado do pai Nos despedimos, pra seguir até Pedra Menina. Foi este o trecho mais complicado da viagem, pois saindo de Guaçuí tivemos que passar em algumas estradas bem complicadas por conta do grande volume de chuva durante a noite anterior. Em uma subida mais difícil eu tive que descer do carro pra empurrar, com lama até a canela, kkkk. Em alguns trechos, mesmo asfaltados, a estrada estava bem obstruída: Um dos muitos deslizamentos na estrada Finalmente chegamos em Pedra Menina e fomos direto pra Cafeteria Onofre, da família Abreu de Lacerda. Encontramos com o Afonso, já nos aguardando, além de muitas outras pessoas entre parentes e visitantes, já que a cafeteria sempre anda muito movimentada. Entre os visitantes com quem conversamos estava a Georgia do Lucca Cafés de Curitiba, o professor João Batista Pavesi (orientador da Caparaó Jr., empresa júnior do curso de Tecnologia em Cafeicultura, do IFES, que está fazendo um trabalho super legal com os produtores na região), e um grupo de jovens amigos moradores da região pra quem demos umas dicas sobre cafés especiais e torrefação doméstica. Mais uma grata visita ao Afonso e à família Abreu de Lacerda Depois de bater muito papo, sempre acompanhado de um cafezinho, e quando vimos que não ia demorar pra escurecer, carregamos o carro com as 3 sacas do lote do Afonso da CC e partimos para Alto Caparaó. Desta vez o Igor tinha um novo copiloto: Novo copiloto do Igor. Não gostou muito não… diz que ele era um saco! Isso já era no final da tarde de domingo. Não tínhamos mais cafés para pegar, mas queríamos muito passar em Alto Caparaó, e queríamos evitar fazer a viagem toda de volta pra BH de noite com chuva. Resolvemos então que iríamos dormir numa pousada em Alto Caparaó e voltar pra BH no final da manhã de segunda. Ao chegar em Alto Caparaó, deixamos nossas coisas na pousada e fomos encontrar com a produtora Carlizany. Fomos super bem recebidos por ela e sua família, apesar de já ser tarde. Fomos servidos com um cafezinho excelente, e a conversa estava boa e se estendeu até quase meia noite. Ouvimos os relatos sobre os esforços recentes da família para produzir cafés de qualidade, as participações nos concursos, e as dificuldades que eles enfrentam. O Tino apareceu por lá também, ele é da família do marido da Carlizany, e nos oferecemos para preparar o café dele que tínhamos levado. Foi unanimidade, todos reconheceram o potencial do café. Eles nos contaram como nos últimos anos o Tino tem alternado como campeão do concurso do Alto Caparaó com outro produtor da região, o Zé do Alexandre. Quando perguntamos pro Tino sobre possível fermentação do lote que compramos, ele confirmou o fato e nos explicou sobre o processo: os cerejas da colheita seletiva ficavam armazenados em sacos fechados no cafezal ao longo da semana à medida em que eram colhidos, e somente no sábado eles desciam o morro com os sacos para despejar tudo no terreiro. É um procedimento arriscado, mas que no caso dele acabou dando um ótimo resultado, provavelmente por conta da alta altitude dos talhões e do clima ameno da região. Nos despedimos e ficou combinado que encontraríamos com o Marcos, marido da Carlizany, na manhã seguinte bem cedo. Como combinado, o Marcos nos pegou na pousada segunda cedo e fomos fazer uma visita na propriedade do Zé do Alexandre, já que a Roast garantiu algumas sacas de seu lote campeão do município e gostaríamos de conhecê-lo. Ele nos recebeu de braços abertos, mesmo que não tivéssemos marcado a visita, e o papo foi bem interessante. Visita à propriedade do simpático Zé do Alexandre Fomos depois nos encontrar novamente com o Tino pra pegar umas amostras de outros lotes interessantes que ele colheu nesta safra. Aproveitamos para registrar o momento nessa foto que merece até ser emoldurada Expressão da felicidade que lidar diretamente com o produtor nos traz Voltamos pra pousada para tomar um café da manhã rápido, juntar nossas coisa, e partir pra BH. Depois de tantos momentos gratificantes, novos vínculos com produtores, e aprendizado, tivemos que encarar 11h na estrada por conta de desvios e retornos que tivemos que fazer pra evitar alagamentos e acidentes. Sim, aquela volta gigante no mapa passando por Ipatinga é o que realmente fizemos, pra fugir de Rio Casca que estava inundada. Chegamos em BH umas 22h bem cansados, mas com a imensa satisfação pela missão cumprida.
  37. 3 points
    Café Especial 58: uma seleção marcada pela solidez e irreverência e representada por um Catuaí Vermelho de doçura marcante e aroma frutado. Café Especial 62: uma seleção equilibrada representada por um Bourbon Amarelo de acidez balanceada e corpo médio. Café Especial 70: equipe com meio-campo e ataque geniais homenageada por esse Catuaí Vermelho de acidez brilhante com uma explosão de sabores frutados. Café Especial 94: uma equipe intensa e envolvente pede esse Bourbon Amarelo de torra média escura, encorpado e doçura ilustre. Café Especial 02: seleção com muita potência, experiência e carisma como esse Bourbon Amarelo de torra média clara, com leve acidez e potente sabor de amêndoas e melaço. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  38. 3 points
    Acho que me empolguei um pouco na hora de comprar café :-) Três do Mário, previamente encomendados, um comprado na Urbe e outro na Um Coffee e um do cerrado mineiro, comprado na FISPAL.
  39. 3 points
  40. 3 points
    Café do Paulo CD, torrado no Beto Coffee Roaster. Ficou uma torra bem agradável de beber. Estou utilizando meu sistema tabajara de exaustão de ar. Ainda sinto falta de uma forma eficaz de fazer o ar circular dentro do torrador, mas essa é uma limitação dele. O que fiz de difente nessa torra: procurei manter potência mais baixa durante um período maior. Consegui extender mais a torra em relação ao tempos que estava conseguindo com essa massa pequena de grãos. Mas ainda acho que dá para trabalhar com potências ainda menores , pois achei o grão mais escuro do que gostaria por fora. Uma dúvida: esse aspecto que alguns poucos grãos adquiriram (um círculo mais claro , como uma mancha) chega a ser um defeito de torra? Quanto ao sabor: ficou muito bom no V60 e Aeropress. No espresso ficou mais ácido do que gostaria. O retrogosto estava persistente e agradável.
  41. 3 points
    Pessoal A espera acabou!!!!! O engenheiro da Carmomaq me passou tudo! Por motivos de segredos de indústria, proteção do projeto, registro de patente, proteção dos bastidores e segurança da informação, ele só me permitiu abrir, antecipadamente, os dados técnicos, fotos e vídeos da prévia, de forma individual, por meio de mensagem privada via WhatsApp. Assim que a carmomaq for efetuar o lançamento, com data a decidir, ela nos passará o torrador pronto antecipadamente para postar no clube e em redes abertas. Aos interessados, favor me adicionar no WhatsApp n° 34-99937-1222, identificando-se por gentileza. Mas adianto: meu queixo foi parar lá no Japão!!!! Ave Maria, nunca vi nada parecido nessa faixa de preço. Teremos uma máquina brasileira doméstica incrível meus amigos!! Abraços de esperança e alegria a todos.
  42. 3 points
    Comprei em janeiro, achei que nunca ia chegar e até tinha esquecido e chegou hoje, 85 reais tudo com frete grátis, nunca mais consigo esse preço nessa quantidade de filtro. Enviado de meu MI 6 usando o Tapatalk
  43. 3 points
    Pessoal, passando pra compartilhar uma extração que fiz hoje, na minha Gaggia Baby Class que comprei do @Fogo ruivo
  44. 3 points
    Experimentei o café do Robson, um natural e um CD, e achei os dois realmente muito bons! Excelentes cafés de maneira absoluta e se considerar o custo então... fantástico. Atendimento também foi bom na medida que me perguntou como eu costumava preparar o café pra ajustar o perfil de torra. Recomendo!
  45. 3 points
    Mas com o RoastLogger vc não precisa ficar anotando, apesar de que eu acho legal anotar pra familiarizar com as fases da torra (além de servir de backup caso o programa trave). O lado ruim que eu vejo em tentar automatizar o forninho eh o fato de talvez ele não deixar as resistências tão estáveis como quando se usa o dimmer (sem ser o SSR), pelo que percebi, o pessoal que automatizou mesmo fez uma gama de mudanças, outros devem ter abandonado a ideia. Minha conclusão é que, no forninho, o RoastLogger para a leitura de BT (com RoR) já é o suficiente para fazer algumas torras legais, caso queira melhorar a automação aí deve-se focar num set com mais melhorias físicas: motor com maior rotação, ventoinha com controle de velocidade, abertura para saída de fumaça para evitar defumar os grãos, coisas do tipo... Mas repito que o cara já consegue torras satisfatórias com o forninho, nunca vai ser profissional, mas o cabra já não passa mais vergonha kkkk
  46. 3 points
    @JoaoW, concordo! é bem por aí que penso. Tenho amigos que seguiram o caminho do coado, da AP e da Moka, como exemplos... o alto custo de um equipamento decente de espresso é um impeditivo pra que ele seja o método principal pra maioria das pessoas. Costumo recomendar exatamente isso, investir num método mais acessível e chegar no melhor possível sem gastar "os tubos" de dinheiro. Demorei muitos anos pra me convencer (e convencer a esposa) a investir suficientemente para ter um equipamento decente o bastante pra ficar "tecnicamente satisfeito" com o espresso. Foi muito mais barato chegar num ponto satisfatório nos outros métodos, mas não desisti do espresso porque minha ambição era chegar no "god-shot" feito em casa, tendo como referência um espresso que tomei durante uma viagem em janeiro de 2009 que me deixou pasmo, começando minha saga pra melhorar o espresso (pressurizado, com pó de mercado e muito meia-boca) que eu fazia na minha velha DeLonghi, desde 2001. Estou na 8a máquina e no 6o moedor (sem contar os manuais, tive uns 8 ou 9). e já gastei muito mais do que seria razoável pra minha faixa de renda... No momento, se eu fizer novos upgrades é por pura cobiça, pois acho que o maior gargalo no meu processo atual é a mão do barista... hehehe.
  47. 3 points
    Pessoal amanhã sábado 02/06 , vai ter a nossa reunião, a novidade e que eu vou levar um pacote de kopi Luwak torrado na Indonésia, torra de 29/4 , um amigo trouxe de Bali .
  48. 3 points
    Desde que um comeca a disfrutar de excelentes AP, V60, moka, etc em casa, fica cada vez mais difícil "aceitar" um espresso porcaria na rua. Pra mim cada método tem o seu lugar ao sol e nao dispenso visitas a cafeterias que sirvam um espresso de respeito. Ao mesmo tempo, hoje prefiro nao tomar a assumir o risco em uma cafeteria meia boca. Abs
  49. 3 points
    Estive esta semana em Cusco e, numa tarde de bate papo com dois baristas de uma cafeteria que sempre visito por lá, surgiu um geisha peruano da reserva pessoal de um deles. Eis que com uma leve chorada o convenco a deixar-me preparar na AP minha receita inspirada no nosso estimado colega forista @Lisboa Santos. Moagem mais grossa que espresso e mais fina que drip, pré escaldada de 1 min, ratio 1:16, 6 minutos de infusao na AP invertida com agitacao de 1 em 1 min. Descida do embolo em 45s contra filtro de papel. Água fervendo, porém com uma observacao: o ponto de ebulicao da água em Cusco está pelos 87 graus. O aroma estava surreal, o café mais aromático que já provei. Amargor inexistente, baixa acidez, bastante doce e delicadas notas florais. Provavelmente o melhor AP que já tomei. A receita e o resultado surpreenderam bastante os dois e por fim, gracas ao Lisboa, ganhei 200g desse maravilhoso Geisha. Uma curiosidade: de volta a Lima, ao nível do mar, repeti a receita e obtive outra vez um café espetacular, mas com aroma bem menos intenso que o preparado em Cusco. Queria saber das experiencias de voces com essa relacao temperatura X aroma, ou se pode haver algum outro motivo pra essa diferenca. Abs
  50. 3 points
    Ontem nos stories do Instagram da ARAM eles postaram uma foto de um fuso trapezoidal. Parece que minhas preces foram atendidas. Hehehe.. Pena que não na minha cafeteira, mas fico feliz de estarem buscando uma solução adequada. Apesar de que com o upgrade da nova bucha, não vi mais limalha sendo gerada. Se repararem, morsa e macaco de carro usam fuso trapezoidal... Não é à toa.
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