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Showing most liked content since 02/23/2018 in all areas

  1. 30 points
    Para não tumultuar o tópico oficial do @Gilberto, resolvi criar um tópico específico com as minhas experiências de uso do Bravo Mini. Assim aquele tópico oficial fica para dúvidas e esclarecimentos técnicos e nós azucrinarmos o Gil com pedidos absurdos e perguntas bestas só para ver se tem como ele ficar mais calvo e definitivamente nunca mais precisar ir ao cabeleireiro. Mesmo depois de MUITO incomodar o Gil, ele foi gentil o suficiente para fazer um BM para mim, e com a base. A primeira coisa que chama a atenção, é a solidez tanto do BM como da base. Tenho plena convicção que o conjunto vai ser herança de gerações futuras aqui, pois tanto o moedor como a base são extremamente robustos. Só o BM pesa 1,6 kg (já vou comentar sobre isso). Sou pediatra por profissão, mas tenho um grande apreço por máquinas e ferramentas, e com o passar dos anos criei gosto por ferramenta de qualidade. Minha esposa riu quando falei isso para ela, mas o BM me parece ferramenta de origem germânica de tão bem feito. A primeira coisa que fiz quando recebi as caixas foi abrir tudo e desmontar tudo o que não precisasse de ferramenta, e quando soltei o copo do moedor, sendo de metal, coloquei com cuidado sobre a bancada (de azulejo) para não riscar. Mas para a minha supresa, na base do copo tem um o-ring de borracha que funciona como suporte. E é esse tipo de detalhe que faz o BM simplesmente demais! Coisa de ferramenta profissional, feita por quem entende para quem entende. O acabamento tanto do moedor como da base são primorosos. Mas apesar do excelente acabamento, a qualidade das peças em termos de robustez parece coisa de padrão profissional, feitos para serem usados mesmo. Nada de peças de plásticos que dão aquele aspecto de quebrou-compre-outro que é a norma da indústria hoje em dia. Mas e funciona para moer café? É um moedor pesado, mas como podem ver, cabe na mão. Apesar do Gil chama-lo de Bravo Mini, eu acho ele bem grande, a ponto que sinceramente não acho prático para ser carregado por aí. Se fosse levar um moedor portátil, eu levaria o muito inferior Hario Mini e não o BM, simplesmente porque o trem é grande e pesado demais. Por causa do peso, achei meio incômodo de usar na mão, e olha que tenho mãos grandes. Perguntei para a minha esposa, com seus 164,5 cm (não sei porquê, mas ela faz muita questão desse 0,5 cm), o que ela acharia de usar sem a base, e após manusea-lo disse que só conseguiria usar com apoio. "Mas por que você quer usar ele na mão?", foi a pergunta que me fez em seguida. Para não me extender muito e esgotar meu dicionário de superlativos, o BM é muito bom, mas na base o BM é simplesmente f-o-d-á-s-t-i-c-o. Eu comprei o BM porque precisava de um moedor "bom para espresso". O meu Encore é (razoavelmente) bom para coados, mas apesar de ser no mínimo razoável para espresso, faz uma retenção sacripanta de pó, exigindo limpeza muito mais frequente. Por causa disso, acabava usando o bem mais prático Hario Mini, que é até bom para espresso, mas essa estória de ter de suar a camisa para tomar espresso não rola para mim. Nisso surge o Gil com o BM e base. O BM produz uma consistência na moagem que é impressionante. A foto acima é grão moído na regulagem 1v+9, que fiz para tirar um shot de espresso na Aram, usando o "Blend Clássico" da Lucca (torra de 30 de janeiro!) - fotos mais abaixo. Moí 16,1 g, e girando a manivela de forma bem suave, sem encostar na base ou no moedor com a outra mão, levei exatos 33 segundos! Ontem a noite, na mesma moagem e mesmo grão e mesmos 16 g, socando a bota levei apenas 22 segundos. Portanto ele é rápido, mais rápido até que o meu Encore. E por causa do tamanho da manivela e manípluo, mesmo sentando o cacete não cansa nem machuca a mão. Nessas duas fotos podem ver porque o meu copo não é preto como o resto do BM - queria poder ver com facilidade o pó lá dentro. Fiz essas duas fotos em seguida, mas a primeira fiz depois de tirar o copo com o máximo cuidado do moedor, sem bater em nada, pois queria pesar o resultado. Moí 16,1 g de grãos e no copo eu consegui 15,96 g. Coloquei o copo de volta no moedor e depois de umas batidas recuperei os parcos 140 mg que ficaram presos no moedor. Isso, senhores, representa apenas 1,15% de retenção. Que outro moinho faz isso? Resultado na xícara: espresso padrão (nota 8 talvez até 9 porque o Blend Clássico não é um pusta café). A impressão que tenho é que consegui tirar uns 90-95% do que esse grão tem para oferecer em um shot de espresso. Para tirar os 100% precisaria de uma cafeteira com melhor controle de temperatura. Mas sendo absolutamente sincero eu só sentiria a diferença se tivesse tirado os dois shots, um na Aram e o outro na tal cafeteira melhor, lado a lado e ao mesmo tempo. Crema grossa e persistente (só lembrando que a torra é de 30/01!) e um sabor bem equilibrado. Eu já tinha conseguido tirar vários shots nesse padrão de qualidade com esse mesmo grão, usando tanto o Encore como até o Hario Mini, mas com o BM foi rápido, sem suadeira e sem encheção de saco depois. Portanto, tenho espresso excelente em casa que é rapidíssimo de fazer até de manhã cedo (nenhuma cafeteira elétrica profisional bate a Aram nesse aspecto), mas sem cansar ou ter de ficar desmontando moinho para limpar. O BM basicamente aposentou tanto o meu Encore como o Hario Mini, pois ele faz o que os dois outros fazem, mas de forma muito melhor. A consistência de moagem é sempre fantástica, mesmo moendo mais grosso para coados. Ontem a noite moí uns 50 g (no 1v+15 a 1v+20) para V60, mas como estava de noite, nem perdi tempo de tentar fotografar, mas acreditem quando digo que o resultado também foi café moído de forma MUITO consistente. Só não usei ainda para Moka, AP ou FP. O moedor é realmente fora de série, contudo, a base é tão importante quanto o moedor. Sei lá que diabos de ventosa é essa que o Gil usa (não pego na mão de medo de nunca mais descolar), mas as quatro ventosas mantém a base absolutamente imóvel, não descolam de jeito nehum. E olha que a minha bacada é azulejo, acho que em vidro ou metal polido nunca mais descola. Firme desse jeito fica muito fácil usar o moedor, sem ser necessário nada de força - e as torras da Geórgia da Lucca (benzadeus!) sempre são mais para claras do que escuras. O Bravo Mini é simplesmente sensacional, o moinho que basicamente acaba com essa estória de ser preciso moedor específico para um método específico. É um equipamento bonito, robusto e eficiente, e ainda por cima, não depende de luz. Os meus mais sinceros cumprimentos ao Gilberto, pois criou um produto incrível.
  2. 24 points
    Pessoal, aqui a preparação da comparação granulométrica dos meus moinhos, que já prometi um tempo. O que fiz? Comprei um café honesto, torra média, de torra razoavelmente recente: Com esse café calibrei os meus moinhos para tirar um espresso de 32,0g (na prática +/- 0,2g) de bebida, usando 16,0g de pó, em 25s. A máquina foi a minha Bezzera Unica (pressão 9bar, temperatura 93oC, filtro VST duplo). Usei o alinhador e tamper Bravo para padronizar o bolo. Seguem as regulagens dos moinhos. Bravo Debut Bravo Mini Aergrind Mahlkönig Vario 2, mós de cerâmica Eureka Mignon MCI Não inclui o Vario com mós de aço no teste, pois tenho ele regulado para moagens mais grossas e uso ele na prática só para coado. Assim ele vai fazer parte da segunda parte desse teste para coados. Provei todos os espressos (finais) e fiz anotações, mas o objetivo desse teste é cruzar as minhas preferências de moinho para torras diferentes com a unimodalidade/homogeneidade da moagem dos moinhos. Aqui o resultado de duas horas de brincadeira e 500g de café: Logo mais aqui sobre os resultados. A medição vai ser feita com um granulometro profissional, usando câmeras de alta resolução, com faixa de medição de 1 a 1500 um, não com cascatas de peneiras, como a Socratic faz.
  3. 23 points
    ECM BARISTA & EU Depois de muitos anos, finalmente tenho uma máquina de espresso em casa! Já namorava a ECM faz uns quatro anos, mais ou menos. Quando comecei com a idéia de ter uma máquina profissa, o plano original era ter uma Classika PID. Há uns três anos atrás estava tudo pronto para a máquina sair, suados caraminguás na mão e tudo mais. Mas então uma maldita chuva de pedras me obrigou a reavaliar minhas prioridades. Com isso, a sonhada máquina de espresso voltou para o fim da fila… Felizmente esse ano as coisas melhoraram e consegui firmar uma parceria com a minha Comandante Executiva Suprema (CES). Verdade, sou apenas meio-dono da máquina. E como obtive essa parceria, foi possível fazer um upgrade de Classika PID para Barista. E com PF naked logo de cara! ACESSÓRIOS A Barista vem com dois PF, de um e dois bicos, e três filtros, um simples, um duplo e um cego. Eu pedi também um PF naked que veio com um filtro grande (dá para fazer um balde de espresso). A máquina veio também com essa escovinha e um tamper de plástico a princípio sem-vergonha mas 100% eficaz. O manual é meio simplório, mas não levem isso muito em consideração pois a máquina é simples e eu sou daqueles que gosta de manual tipo bíblia. Para terem uma idéia, eu li o manual três vezes. Antes da máquina chegar. ACABAMENTO Talvez essa seja a maior característica da ECM. A máquina é sólida. É um tanque de guerra de tão sólida. O chassis dela é inteiriço e todo de aço, o que contribui para seus 23 kg. A impressão que tenho é que é aparelho para toda a vida, mesmo não sendo exatamente cuidadoso no seu uso. E eu particularmente gosto MUITO de qualquer aparelho ou ferramenta que é feito para durar. Em termos de tamanho é bem compacta, com 33,5 × 44,5 × 40 cm, portanto não é um monstro devorador de espaço na bancada. E por causa do acabamento, ela impõe presença. O acabamento da máquina é impecável. Toda cromada, ela chama a atenção, tanto pela beleza como pela fabricação. É “bem feita”, com esmero e tudo caprichado. Para quem não conhece máquinas de espresso acha que é “máquina de cafeteria”, como já me falaram. A drip tray é BEM grande, e muito importante, bem fácil de pôr e tirar. Dá para fazer muito café com flushes sem se preocupar. Li um review no Home Barista de alguém reclamando que na sua Classika PID a grade e/ou a drip tray estavam causando lambança. Na minha Barista não tem sujeira, o que acontece é apenas um pouco de respingos de água (e às vezes até de café) na frente da travessa e no bico de expurgo. OPERAÇÃO Não vou entrar em detalhes sobre como tirar um shot nela pois esse texto não é um tutorial sobre a máquina, apenas um review dos pontos que considero importante. Mas como falei antes, é uma máquina de operação simples, e qualquer um com um mínimo de conhecimento sobre espresso e café (e com um bom moinho!) faz miséria nela. Obviamente que tem alguns limites, mas 9 entre 10 usuários conseguiria tirar um espresso MUITO bom com ela. Vou citar o exemplo da minha esposa e CES. Apesar de gostar muito de café, não é nem um pouco curiosa/estudiosa/metida-a-barista-besta como seu singelo esposo. Mesmo assim, com o moinho previamente acertado (e o Super Megmaster Tamper Dinamométrico do Gil), tirou um shot excelente esses dias. E além de operação simples, é rápida. Desligada e fria (à temperatura ambiente de uns ~20ºC) até estar com a caldeira em 1 bar e grupo pelando, leva apenas de 20 a 25 minutos. E se uso de manhã cedo, quando ligo de novo na hora do almoço, leva apenas uns 10 a 15 minutos para estar pronta. Seria por causa da caldeira de cobre (2,1 l)? O tanque de água, com seus 3 litros de capacidade, tem volume suficiente para quase exigir um refil semanal apenas. E olha que estou fazendo café como um cafeicômano nessa última semana. E isso sem dó de fazer flushes entre shots e para limpar o grupo. VAPORIZAÇÃO Punk. Faz MUITO vapor. Por enquanto só experimentei mesmo, não posso dizer que usei, pois ainda estou 100% focado em aprender a parte do café. Contudo, nos poucos testes que fiz, a Barista produz bastante pressão e volume de vapor. Até me lembra o que vejo na GB5 da La Marzocco. Obviamente que aqui o fôlego será bem mais curto, mas para aerar uns dois pitchers de leite (= 4 a 5 cappuccinos) dá e sobra. O QUE EU MUDARIA Falta um cronômetro. Antes achava que era desnecessário, mas um cronômetro embutido como o que vem na Classika PID iria MUITO bem. Não é fundamental mas seria um algo a mais que ajuda no controle das extrações. Vou comprar um (modelo de garbo e elegância, obviamente) para deixar na bancada, mas adoraria um automático instalado na máquina. Algo que talvez valha a pena pensar em um upgrade é o chuveiro. Pelas fotos que vi de outras marcas, tenho a impressão que poderia haver uma melhor distribuição da água. Como a troca da tela é muito simples e (acredito que) a tela de chuveiro não é muito cara, estou considerando encomendar uma. Porém, não esqueçam que essa é a minha primeira e única máquina, portanto talvez isso seja desnecessário. PID eu sinceramente acho que não faz falta, pois termicamente é bem estável. Obviamente que alguém com paladar mais apurado vai notar diferença dos pouquíssimos graus de flutuação, mas acho que para 98% da população de entusiastas isso não faz falta. Termômetro no grupo acho que também é desnecessário. Até pensei em comprar um, pois parece ser bem fácil de instalar, mas tendo em vista a qualidade dos shots que a Barista oferece, acho que não precisa. Fora que deixa a máquina mais feia (garbo e elegância, sempre) portanto isso está fora dos meus planos por enquanto. POST SCRIPTUM Estou muito satisfeito com a máquina. Tipo porco na lama em dia de sol, sabe como? Escolhi a ECM obviamente por causa do preço e disponibilidade, mas qualidade e acabamento era a condição sine qua non. Pelas dezenas de fotos, reviews e filmes que vi das máquinas da ECM, já sabia o que esperar, mas sinceramente me espantei quando chegou. O acabamento dela não é o que eu esperaria encontrar em uma máquina muitas vezes classificada como “de entrada” lá fora. Comparado com máquinas no padrão GB5 e GS/3 da La Marzocco, a Barista não fica atrás, nem um pouco. Fora a parte de engenharia, também estou muito satisfeito com o resultado na xícara. Ainda estou literalmente aprendendo a usar, mas é comum eu tirar shots excelentes. Notei, contudo, que para tirar shot excelente não é só ligar, pôr café e levantar a alavanca. A excelência exige um certo ajuste e experimentação na hora. Mas o que importa é que se você tiver um pouquinho de conhecimento do que está fazendo vai tirar shots nota 90 no mínimo, 100% das vezes. E não posso me furtar de comentar isso. Acredito que a maioria dos casais, quando faz aniversário de casamento, vão viajar, ou pelo menos jantar fora em um restaurante de garbo e elegância. Já eu e minha esposa, que comemoramos 18 anos de casado agora dia 23/09, ao invés da viagem, compramos uma máquina de espresso. E almoçamos em casa, com as crianças .
  4. 23 points
    Então, agora os resultados. Repeti as medições três vezes e os resultados são quase idênticos. Vou só mostrar a última medição aqui. Do ponto de vista metodológico teria muito para escrever, p.ex. que em cada amostra de 6g de pó foram analisadas na faixa de 10-12 milhões de partículas em 15.000 fotos. Tb é importante ressaltar que considero essas medições bem exatas, para os meus moinhos, mas que os meus moinhos não necessariamente são representativos para cada modelo/empresa. Como recebi alguns pedidos de incluir o Vario com mós de aço no teste, fiz isso tb, embora uma moagem para espresso demora quase 1min com ele e assim quase vira inviável. Bom os resultados: Eixo y é a contribuição média para o volume da amostra, x o diametro médio das partículas em escala log (veja tabela para uma descrição melhor). Aqui uma versão cumulativa desse gráfico (eu acho mais fácil para entender; é importante considerar a escala log, assim pequenas diferenças no fim das curvas tem um efeito enorme na granulometria): E um resumo da analise (diametro, esfericidade, simetria, e razão largura:comprimento das partículas): Algumas conclusões pessoais (entre muitas conclusões possíveis): 1) Usei um café de torra média+, já passou do ponto que eu acho agradável no espresso, a torra matou a acidez e tinha bastante sabor de torra e amargor. Com os moinhos que entregam uma moagem mais homogênea, e assim um diametro médio menor de partículas (Vario com mós de aço, Eureka) esse café ficou muito nojento. Já com os moinhos com moagem mais heterogênea (Debut, Aergrind) esse café ficou quase bebível. Claro que o efeito com torras claras é outro ... 2) Na comparação Bravo Mini - Debut, o meu Mini claramente entrega uma moagem mais homogênea do que o Debut. Gosto mais do Mini para torras claras e do Debut para torras médias. Já suspeitava que tem a ver com a granulometria, agora tenho certeza. 3) Nenhum dos meus moinhos é unimodal (tipo EK43), mas justamente os dois que acho mais interessantes para torras claras (Vario com mós de aço e Eureka) são mais unimodais (ou com moagem mais homogênea) do que os outros. 4) Observando algumas das imagens que o equipamento fez, achei nenhuma diferença notável na forma das partículas entre os moinhos. Como os índices de esfericidade e simetria, e a razão largura:comprimento tb foram bem parecidos entre os moinhos, creio que a forma geral das partículas não faz muita diferença. Já a superfície microscópica que as cortes de mós diferentes causam pode ser uma outra história... Abçs, Burny ****************************** EDIT: Consegui fazer os gráficos no formato da Mahlkönig (volume total de classes logarítmicas de tamanho). São histogramas apresentadas como curvas, e assim meio duvidosas, mas interessante para comparar:
  5. 23 points
    Opa pessoal, essa semana inaugurei minha cafeteria , depois de uns bons meses planejando e tirando algumas duvidas com o @Fernando - 1268 Café. Agora vocês possuem mais uma opção quando visitarem Vitória! Todos são muito bem vindos https://www.instagram.com/tulhacafeteria/
  6. 21 points
    Opa! hoje foi correria, 1/2 das contas da cafeteria vencendo e produção da cafeteria a mil. Obrigado a todos que torceram!! o bravo mini e a kruve foram essenciais, fiz todos os testes no mini, foram mais de 50, e a kruve para deixar a moagem mais uniforme possível. de 40g saiu 30g para fazer o café, uns 4g de fine e 5g de grão em 500 microns segue a receita: método invertido 40g de café. Moer grosso (pouco mais grosso de açúcar cristal) (bravo mini: 2v + 5) peneirar até chegar em 30g (usei peneira kruve de 900µm) Na Aeropress, adicionar os 30g de café peneirado e acrescentar 200ml de água em 83 graus. Esperar dar 30 seg e mexer delicadamente por 10 seg (1x por segundo) Escaldar o filtro e tampar a Aeropress. Quando atingir 1:30, virar a Aeropress e pressionar por 30 seg. Acrescentar 40ml de água quente (80-83 graus) aproveitar o café!
  7. 19 points
    Oi pessoal, estou de volta, pelo menos até a próxima promessa que eu fizer, rsrsrsrs
  8. 19 points
    Meu cantinho móvel para receber os amigos!!! Enviado de meu ASUS_Z012DC usando Tapatalk
  9. 18 points
    Aqui estamos mais uma vez compartilhando um pouco do que vivemos em nossas viagens! Dessa vez vou precisar ser mais sintético [edit: não consegui… kkk], pois a dose é dupla! Isso porque em menos de 2 meses visitamos a região da Mantiqueira de Minas duas vezes! A primeira vez foi entre 16 e 19 de agosto, durante o evento das fases nacionais dos campeonatos de barismo, em São Lourenço. A segunda vez foi no último fim de semana, 12 a 14 de outubro, com o objetivo principal de buscar 3 dos 5 cafés que farão parte da Compra Coletiva 2018. Mantiqueira #1 Chegamos já no final da tarde de quinta, depois de muito chão. Nossa primeira parada foi na sede da CarmoCoffees, empresa negociadora e exportadora de cafés especiais de Carmo de Minas. Fundada em 2005, a empresa tem parceria com vários produtores da Mantiqueira, e promove projetos de incentivo à produção de cafés especiais. Fomos recebidos pelo Paulo César, um dos gerentes e Q-grader, que nos apresentou as instalações, de cair o queixo... só de vermos o pessoal enchendo mais de uma centena de xícaras de cupping com amostras usando uma pistola de água quente estilo bomba de posto, vimo que a coisa ali é pra valer! Depois de rodar um pouco, fizemos uma mesa de cupping. E ali provamos pela primeira vez o Café do Rinaldo, da Fazenda Furnas! E já entrou pra nossa lista de competidores pra primeira fase de seleção da Compra Coletiva, junto com alguns outros, como do Sr. Niquinho. Nos despedimos e fomos para São Lourenço. O resto do dia foi dedicado a tomar uma cervejinha artesanal junto com o pessoal que já estava ali pros campeonatos. Alguns velhos conhecidos, uns que a gente ouve falar o tempo todo mas ainda não conhecíamos pessoalmente. Na sexta, passamos boa parte do dia no evento. Assistimos a 1ª fase inteira do Brewers Cup, visitamos os estandes, encontramos com velhos amigos produtores e baristas. Conversamos com gente que tinha vindo de beeem mais longe que a gente pra participar dos campeonatos, tipo Manaus! O pessoal de Curitiba tava presente em peso. Na parte da tarde, visitamos a primeira fazenda, a Fazenda do Serrado em Carmo de Minas. Dali viria a amostra de mais um café da Compra Coletiva! Fomos muito bem recebidos no meio de uma chuva pelo José Antônio e seu filho Caio. O Caio faz parte da quinta geração da família a produzir cafés na propriedade. Agrônomo por formação, ele é responsável por boa parte de toda evolução e inovação no manejo do solo e das lavouras que a Fazenda do Serrado vem fazendo nos últimos anos. Possui também experiência como trader na área de café e já morou nos Estados Unidos. A fazenda do Caio é uma das participantes do Programa de Qualidade Sustentável Nespresso, desenvolvido pela CarmoCoffees com os produtores parceiros da região de Carmo de Minas desde 2011. Através dessa parceria, eles perceberam a importância de utilizar adubação orgânica e diminuir a geração de resíduos, melhorando a condição ambiental da propriedade. A chuva deu uma trégua e antes de anoitecer conseguimos dar uma volta rápida pela propriedade de caminhonete. Deu pra conhecer um pouco do trabalho que fazem por lá. É perceptível todo cuidado com a lavoura e com o café tanto na colheita quanto no pós-colheita. E foi a primeira vez que eu presenciei uma florada! Estava acontecendo em um talhão bem novinho, mas tá valendo… Voltamos pra São Lourenço pra mais uma noite de interação com o pessoal dos campeonatos. Essa costuma ser a melhor parte dos eventos... é o momento em que a gente mais cria vínculos com outros apaixonados por café que nem a gente. Sábado foi dia de acordar cedo e partir pra Cristina! Esse é um nome bem familiar no mundo de cafés especiais... dali é o recorde de pontuação pra um lote de leilão, e sempre vemos cafés de lá no Cup of Excellence, ano após ano. Fomos visitar o Sítio Vargem Alegre, e quem nos recebeu foi o Cleverson e sua família. Cleverson é um garoto prodígio... com 22 anos já é um Q-grader, e investe cada vez mais em sua formação no universo do café especial. Desde que começou a participar ativamente na gestão da propriedade com seu pai, aos 19 anos, eles vêm colecionando prêmios, constantemente produzindo lotes que superam os 90 pontos. O Sítio Vargem Alegre é um exemplo de propriedade que não produz quantidade, mas sim qualidade! O cuidado que eles têm no manejo, colheita e pós-colheita é impressionante. Focados no processo natural, os melhores lotes são secados em terreiro suspenso. Nos últimos tempos eles andam investindo na construção do próprio armazém, e estão finalizando também o próprio laboratório de torra e prova! Além de poder receber compradores ali, eles também têm o intuito de ajudarem outros produtores vizinhos a identificar lotes com potencial. Iniciativa louvável. Fomos levados num divertido passeio de trator pela propriedade. Fomos subindo cada vez mais. Passamos por talhões que já haviam sido colhidos, depois por aqueles com cerejas no ponto pra colher, obviamente aproveitando pra apanhar um fruto de vez em quando pra chupar a poupa super doce. Depois de umas ladeiras que só de trator mesmo pra subir, chegamos nos talhões mais altos, já acima dos 1300m, em que os frutos ainda estavam verdinhos. E a vista dali... ahhhhh que vista! Ao voltarmos pra sede do sítio, o Cleverson separou rapidamente algumas amostras que tinha ali. Uma delas iria parar na seleção coletiva da CC, com um perfil sensorial incrível! Dali, partimos para Pedralva, para visitarmos o Abelardo, produtor do Sítio da Divisa, amigo e parceiro nosso da Roast. Já não dava tempo de rodar conhecendo os talhões, mas conhecemos os terreiros de concreto e suspenso e a infraestrutura de maquinário sensacional que ele montou a baixo custo para poder maquinar seu próprio café e o de seus meeiros. Dormimos em Pedralva e seguimos no domingo cedo para Heliodora. Ali tivemos uma das experiências mais marcantes das nossas últimas viagens. Fomos recebidos por Celso Vieira Júnior, gerente regional do Senar em Lavras, que tem uma propriedade ali em Heliodora, herança de família. Celso anda fazendo um trabalho muito legal de orientação e incentivo na produção de café especial com seus meeiros e outros produtores da região. Para a ocasião ele preparou um super evento: convidou seus meeiros e vários desses produtores para um encontro com a gente. Foram horas de bate-papo e duas grandes mesas de cupping, com amostras do pessoal que o Celso havia torrado previamente. Vários ali estão apenas começando a se interessar pela produção de cafés de qualidade. Pudemos trazer um pouco da nossa visão do negócio, algumas sugestões de como eles poderiam focar seus esforços para produzir especial, e a importância do pequeno produtor fazê-lo em épocas de baixa cotação da saca. Ouvimos de cada um relatos de experiências, dúvidas e desafios na produção e venda dos cafés. Ampliamos mais nossa compreensão de como é estar lá na ponta inicial da cadeia produtiva... ser pequeno produtor não é fácil! A conversa continuou durante as rodadas de cupping em seguida. A maioria estava meio tímido... mas conseguimos arrastar um ou outro pra mesa de prova. O produtor não precisa ser Q-grader, mas precisa provar os próprios cafés, ter uma noção da qualidade da bebida, e dos defeitos na xícara! Isso que vai permitir um trabalho contínuo de melhorias. Recolhemos algumas amostras, uma iria entrar na seleção coletiva, nos despedimos, e partiu BH! Mantiqueira #2 Essa segunda viagem foi mais curtinha... fomos sexta, voltamos domingo. O objetivo principal era pegar as sacas dos lotes selecionados pra CC. Para isso, alugamos um furgão, já que ficar viajando com o carrinho do Igor já se mostrou uma ideia não muito prudente... Sexta chegamos em Carmo de Minas, reencontramos com o Caio, da Fazenda do Serrado. Pegamos com ele as sacas da CC, e nos levou pra um festival de um santo tradicional da cidade, que arrecada fundos pra APAE de lá, onde passamos o resto do dia batendo papo com o pessoal. Sábado cedo fomos para Cristina, para uma visita de retorno ao Sítio Vargem Alegre. O Cleverson não estava lá, estava em São Paulo fazendo um curso de instrutor de Q-grader! Mas fomos super bem recebidos por seu irmão, Eduardo, e seus pais. Eduardo está com 19 anos, mas está seguindo os passos do irmão... está se capacitando cada vez mais e também pretende se tornar Q-grader. Depois de uma ótima conversa na cozinha, com direito a café 90 pts e um biscoitinho pra acompanhar, fomos carregar as sacas da CC no carro. Juntamos para uma foto, e nos despedimos. O próximo destino foi Pedralva, onde reencontramos o Abelardo em sua propriedade, e também sua filha Juliana, proprietária da Mió Cafés Especiais, no RJ. Pegamos algumas sacas reservadas para a Roast, e fizemos uns testes de rebeneficiamento de um microlote em seus maquinários. Quase pegamos um chuvão, mas demos sorte das nuvens passarem logo em direção a uma cidade vizinha. Partimos para nossa última parada. Chegamos em Natércia já de noite. É uma cidadezinha de apenas 5000 habitantes. Ali está o Sítio Alto da Serra, de onde provamos algumas amostras ainda da safra passada no início do ano que nos surpreenderam. Para este ano eles mandaram 5 amostras e no fim foi selecionada para a CC um lote bem pequeno e exclusivo, somente 2 sacas e meia foram produzidas e cedidas inteiramente pra gente. Quem nos recebeu foi a dupla Felipe e seu cunhado Thiego. A família é proprietária do sítio, e os dois são jovens empreendedores, sócios proprietários das marca de café Fruto Mineiro, que comercializa café verde produzido no sítio e café torrado deles e de alguns produtores parceiros na região. No domingo de manhã, começamos visitando a sede do Fruto Mineiro, onde fica o escritório, torrefação e centro de operações. Batendo papo, fomos preparando um v60 atrás do outro, experimentando vários lotes que eles tinham. Com a estrutura ali, eles também ajudam outros produtores da região, descascando, medindo umidade, torrando e avaliando os cafés dos produtores parceiros. Em seguida, fomos visitar o Sítio. Na propriedade atualmente produzem 3 varietais, catuaí vermelho, catuaí amarelo e obatã. A colheita é 100% manual, podendo ser feita com o auxílio da derriça ou seletiva. O café é colhido a mais de 1200m de altitude. Alguns lotes selecionados secam no alto da propriedade, já outros lotes descem todos os dias até a residência do Thiego, um sítio na entrada da cidade. Os lotes que descem secam em grandes terreiros suspensos sob o olhar cuidadoso da dupla, que foi o caso do lote da CC. Subimos a serra num uninho guerreiro, até chegar em talhões a quase 1300m. Ali em cima está o maior potencial na produção de especial, e Felipe e Thiego começaram apenas recentemente a focar esforços ali, desde que criaram o Fruto Mineiro. Replantaram alguns talhões, esqueletaram outros, pretendem plantar em breve umas variedades diferenciadas em áreas livres... então tudo indica que muita coisa boa ainda está por vir nas próximas safras. A vista dali de cima também é de perder o fôlego! Após descer pra casa do Thiego, almoçamos uma panelada de frango caipira sensacional. Após um cafezinho, partimos pra BH debaixo de uma chuvinha, daquelas tranquilas, ao contrário das que pegamos ano passado no Caparaó. Voltamos com a suspensão do carro lá embaixo, e com a sensação de dever cumprido, torcendo pra Compra Coletiva ser um sucesso!
  10. 18 points
    Chegou hoje, direto da Itália. Enviado de meu SM-G800H usando Tapatalk
  11. 17 points
    Boa noite galera! Até que enfim o novo forno saiu do forno! O Novo Forninho Brothers Coffee Roaster PRO contempla as melhorias que os usuários do modelo básico do forninho sempre me pediram pra fazer: um motor mais potente e mais rápido, todo construído em metal, um amostrador de grãos, resistências melhores, correção dos problemas que o forno apresentava, dentre algumas outras melhorias estruturais. No momento ainda estou estipulando o valor para o forno. O novo motor é um monstro, usa fonte externa e não custa barato. O Amostrador é feito com aluminio polido,inox e madeira de lei (Garapeira) que tem dureza para aguentar o calor na lateral do forno por onde sai o calor produzido pelo mesmo. Foi um problema achar um bom motor e os materiais para as melhorias, depois que achei, foi outro problema adaptar e fazer tudo. Foram dois meses trabalhando duro nisso, muitas horas, correria, grana com ferramentas, materiais, partes do forno estragadas e substituídas por partes de outros fornos novos que ficarão inutilizáveis, enfim... Mas ficará abaixo dos 900,00. Terei no momento um total de 12 Fornos para venda, dos quais só montarei sob encomenda. Pedirei cerca de 20 dias para a montagem pois preciso comprar o motor e algumas peças antes. -Nos meus testes o forno não perde absolutamente calor nenhum mesmo que o amostrador permaneça aberto durante todo o processo da torra, inclusive pode ser aberto para o fluxo de ar aumentar quando desejado. -A abertura do amostrador serve também para a introdução dos grãos com auxilio de um funil sem a precisão de tirar o tambor, não perdendo assim calor no inicio da torra. -A adaptação do novo motor abre a possibilidade para testar torras com uma maior quantidade de grãos, já que o torque e rotação maior ajuda na força e no tempo da torra e troca de calor, e as resistências chegam a 300 graus em potência quase máxima. - Problemas como o travamento repentino do tambor foram resolvidos já que o torque é o dobro do motor original, além de ser todo em metal -O Forno tem se mostrado interessante também para a torra de amêndoas de Cacau e estou montando um para uma profissional da área testar. Agradeço imensamente aos Mestres Igor Almeida, Guilherme Torres, Fogo Ruivo, Alex de Lima, a todos os usuários do Brothers Coffee Roaster e que ajudaram muito com dicas e sugestões. Obrigado ao Fórum Clube do Café por tudo que aqui aprendi e pelas oportunidades de mostrar nossos projetos sempre.
  12. 17 points
    Finalmente decidi pegar uma Classika Hoje vai ser o primeiro teste real visto que ela chegou no meio da semana e não tive muito tempo para brincar com ela. Apenas fiz alguns shots para testar se estava funcionando. Comprei tb um filtro vst de 18g. Uma coisa que me impressionou muito após 1 ano sem uma maquina eletrica foi a facilidade de conseguir um shot excelente logo da primeira vez q usei. E isso usando o tamper da ECM que vem. Algumas fotos da belezura.
  13. 17 points
    Algumas novidades no cantinho. Suportes de PF (desenho próprio): Novo (velho) moinho (Zwanger Favorite 2AT) de +/- 60 anos. Ao lado dele o Bravo Debut parece pequeno: E um bule elétrico da AliExpress:
  14. 16 points
  15. 16 points
    Olá, estou passando uns "dias de fazenda" e a medida do possível tentarei postar algumas fotos do dia-a-dia da colheita por aqui, espero que gostem! Colhedeira entrando na rua Café recém chegado no terreiro Foto de drone da lavoura com colhedeira ao fundo Vista aérea de drone, pegando terreiro de concreto e de chão bem lá atrás Café recém chegado no terreiro, falta esparramar melhor ainda Terreiro enchendo (Y). Ao fundo da pra ver um café mais novo, é desse talhão que saiu o lote do café que estou vendendo sob a marca Razena, um Catuaí 144, primeira colheita ano passado. Esse ano ele esta carregado de novo, a colheita lá será manual novamente, acredito que vai sair um café muito bom dali! Colheita manual iniciou hoje, café Catuaí 144, segunda colheita dele. Na área a esquerda tem um café recém plantado (mal da pra ver que tem café), á direita tem um café novo sendo colhido à mão (dá até pra ver os panos na parte de baixo da foto) e mais a direita o café mais antigo, sendo a parte de baixo da foto café Topazio e no talhao da parte de cima da foto café Catuaí 144.
  16. 16 points
    Bom, tá aqui meu cantinho do café, um na sala e outro na cozinha. Na cozinha não tive tanto espaço quanto eu gostaria (quando construir minha casa terei um lugar mais dedicado!) mas dá pra curtir bem!
  17. 16 points
    Depois de uma longa espera, de uma longa trajetória, finalmente realizei meu sonho de ter um torrador STC. Para encurtar a história: Murilo Lins comprou um STC, porém devido a um desalinhamento do motor que ocorreu durante o transporte, ele travou. Murilo estava sem tempo para fazer o reparo final (após uma tentativa que acabou por queimar o motor), então acabou deixando o torrador parado. Eu havia entrado em contato com Guilherme Torres a procura de um e fui informado sobre essa situação. Após algum tempo conversando com Murilo, ele muito gentilmente resolveu me vender a unidade dele. O STC foi enviado para Guilherme fazer os reparos e atualizações (motor mais potente, tambor sólido, trava rosca nos parafusos, etc) e acabou de chegar para mim. Ou seja, viajou de Recife para Brasília e de lá para Aracaju. Fiz duas torras até agora, ainda tenho muito aprendizado pela frente. Mas para quem veio do torrador do Beto , são muitas novidades. Fui muito feliz com meu primeiro torrador, mas queria ter mais controle sobre vários aspectos da torra. Junto do torrador comprei o exaustor também, muito recomendado por Guilherme para ter um conjunto para a vida toda. Uma grande diferença que já notei foi o aroma da torra... Como temos um fluxo de ar com exaustão, não tenho mais aroma de fumaça. Enfim, foi um grande upgrade. Agora queria agradecer imensamente aos dois que proporcionaram tudo: Murilo, por ter sido muito gentil em aceitar me vender, sem essa atitude nobre, eu não teria conseguido adquirir. E Guilherme, por ter dado uma assistência INCRÍVEL. Na verdade nem sei como descrever a imensa prestatividade dele. Me mandou diversos vídeos, áudios e textos explicando o funcionamento, o passo a passo das atualizações, aspectos técnicos. Sempre muito solícito. Obrigado, pessoal!!!!!!! Agora vou tentar fazer jus a tanto trabalho e estudar ainda mais sobre torra e colocar em prática. PS: desculpem a bagunça, mas tirei foto com tudo no chão mesmo.
  18. 15 points
    Prezados! Aqueles que gostam de bebidas à base de leite provavelmente já desejaram vez ou outra que determinado leite fosse mais encorpado, mais doce ou até mais gordo nos seus cappuccinos e lattes. Porém, como todos sabem, leite é algo orgânico, e sua composição/concentração depende das condições biológicas das vaquinhas, sem falar de diversas outras questões comerciais e sanitárias. Pois bem, nos campeonatos internacionais de barista alguns concorrentes já estão utilizando uma técnica bastante conhecida daqueles que fazem destilados caseiros e pretendem aumentar a gradação alcoólica de uma bebida: a destilação a frio. Na destilação a frio, nos valemos dos diferentes pontos de fusão dos líquidos de uma mistura. No caso do leite, que é um colóide, as proteínas, gorduras e açúcares tem um ponto de fusão mais baixo que o da água. Assim, podemos concentrar o leite na medida em que desejarmos, separando uma parte da água nele contida. A técnica é muito simples e efetiva. Congela-se o leite e, uma vez congelado, coloca-se o bloco de leite dentro de um recipiente com um furo, através do qual os líquidos que derretem primeiro escorrem e se separam da fase sólida. No final, sobra quase que só um bloco de água congelado e poroso no recipiente superior, e o leite concentrado no copo de coleta. No meu exemplo, utilizei uma coqueteleira simples em que cabem 500g de leite congelado, que depois eu emborco em cima de um copo capaz de coletar o leite derretido. O rendimento varia conforme o tempo de geladeira. Pra obter uns 300g de leite concentrado, leva aproximadamente 24h. Isso pode variar um pouco de acordo com a diferença de temperatura entre o gelo e a geladeira, mas serve como parâmetro. A 60% de rendimento, como no exemplo, o leite fica muito doce, encorpado e com um leve toque mineral, por conta dos sais minerais dissolvidos. Você pode deixar diluir mais, deixando o processo correr, ou simplesmente misturar com o leite original para dar o ponto da sua preferência. Como disse, o processo é muito simples de reproduzir e o resultado é bastante interessante. Espero que curtam a técnica. Se vocês aprovarem, podemos até fixar o tópico, como utilidade pública. Abraço, Rodrigo Kirsch
  19. 15 points
    Salve pessoal, voltamos pra BH com o carro cheio e já tem vários cafés com a gente. Já outros dois cafés chegam durante a semana por transportadora. Estamos preparando uma postagem para contar da viagem e em breve o Luís vai postar para vocês. Até lá deixo um imagem ilustrativa do trabalho que fizemos no fina de semana: Saindo de Natércia com o carro que alugamos cheio! E para ir aquecendo os motores, vamos compartilhar com vocês as informações dos cafés que vão entrar na Compra Coletiva aos poucos até o dia da abertura dos pedidos, que irá acontecer no dia 19 de outubro na parte da noite. Começamos com o café que é, certamente, um dos mais raros e distintos que já entrou nas nossas Compras Coletivas. 1- Amostra FHF - Café da Ucha: Este é um café que estamos namorando faz tempo. Ano passado (2017) fizemos uma visita à fazenda da Carmem Lucia, conhecida como Ucha, em Três Pontas. Na época fomos recebidos por ela e ficamos encantados com o trabalho que ela realiza por lá. Foi, de longe, a fazenda mais organizada em termos de estrutura e de maquinário que já visitamos até hoje. Contamos um pouco sobre a visita aqui: Desde então estamos em contato com ela para pegar um café pra gente do Clube. Este ano ela mandou cinco amostras. Provamos todas e selecionamos, às cegas, a amostra que passou para a Seleção Coletiva nacional. A Ucha é uma das pioneiras do café especial no Brasil. Já faz muitos e muitos anos que produz café especial em sua propriedade. Inclusive ela é uma das poucas pessoas que conhecemos até hoje que relatou pra gente que 100% dos esforços que ela faz na propriedade dela é para produzir café especial. Se algo sai diferente disso é porque deu errado. Todo esforço e reconhecimento por seu trabalho a fez subir para o posto político mai alto dentro do café especial e hoje ela está como a presidenta da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). O café que escolhemos é da variedade Acaiá, uma preciosidade do Sul de Minas, e o processo de secagem do café é chamado de Black Honey. Pra quem nunca ouviu falar desse processo recomendamos a seguinte leitura: https://www.perfectdailygrind.com/2017/02/yellow-red-black-honey-processed-coffees-whats-difference/ Resumindo, o café é colhido e descascado a seco. Toda mucilagem presente no grão permanece junto ao café e daí o café vai para os terreiros suspensos para secar. O que define o Black Honey é que o processo de secagem dele é inteiramente na sombra. Isso propicia uma secagem beeeeem lenta. Esse processo é super trabalhoso e demorado e a chance de dar errado e do café sofrer uma fermentação não positiva é gigante. A combinação de variedade e processo de secagem faz deste café uma combinação única e rara. Aproveitem!! Segue resumo: Fazenda Caxambu e Aracaçu Três Pontas - MG Altitude: 980m Variedade: Acaiá Processo: Black Honey Produtor: Carmem Lucia Chaves de Brito (Ucha) Valor Pago à Produtora: R$ 1.200,00 a saca No aroma notas frutadas, puxando para frutas escuras e uma primeira indicação de seu processo de fermentação. Na xícara uma bebida complexa, muito doce, frutada e com uma finalização intensa e duradoura. Valor do kg do café VERDE: R$32,80. Bem, por enquanto é isso. Amanhã voltamos para falar de outros dois cafés. Att, Igor
  20. 15 points
    Salve pessoal, tudo certo? Em geral, seguindo com o roteiro dos últimos anos, o mês de abril costuma ter uma Compra Coletiva. Como vocês já estão observando, não movimentamos nada até agora. A razão é que temos novas ideias que gostaríamos de implementar nas futuras C.C. e gostaríamos de expor elas para vocês. Principalmente, gostaríamos de abrir em espaço para discussão, queremos escutar todos, afinal, a compra é coletiva! Vamos direto ao ponto, dizendo quais são as duas mudanças mais substanciais que gostaríamos de propor. Em um segundo momento vamos explicar um pouco sobre as razões que nos levaram a propor essas alterações, explicando tudo com mais detalhes. São elas: Retornar às origens, fazendo a Compra Coletiva com cafés verdes somente! Alterar as datas das Compra Coletivas, a primeira C.C. de cada safra seria adiantada para setembro/outubro e pegaria os cafés das regiões que colhem primeiro (Sul de Minas, Bahia etc). A segunda Compra Coletiva de cada safra seria atrasada para janeiro/fevereiro, pegando os cafés de regiões que colhem mais tardiamente. Retornar às origens, fazendo a Compra Coletiva com cafés verdes somente: Vamos voltar um pouco no tempo para sustentar essa proposta. Quando assumi a organização da Compra Coletiva, no segundo semestre de 2014, tudo era feito na base de formulários e planilhas. Os pedidos não eram muitos e a quantidade de membros participantes era pequena. Para ilustrar, a primeira Compra Coletiva que organizei foi de 2 sacas e meia e teve a participação de 43 membros do CdC. De 2014 para a 2º CC de 2017, tudo foi saindo um pouco do controle. A quantidade de café demandada foi aumentando e também a quantidade de membros participante. Para começar a dar conta do trabalho foi necessário abrir um site e automatizar a coleta dos pedidos. Além disso, não era mais possível fazer tudo sozinho e mais gente teve que entrar na parte da organização para ajudar. Isso tudo foi gerando custos maiores e o café foi ficando cada vez mais caro. A última Compra Coletiva foi a maior de todas até agora. No total foram 13 sacas de café que compramos coletivamente, isso resulta em 780kg de café verde. Desse total, destinamos mais de 240kg para torrar, entre desenvolvimento de perfil e pedidos. O trabalho foi gigantesco e ficamos praticamente um mês inteiro trabalhando quase que exclusivamente com isso. Para que tenham ideia da magnitude do que foi a 2ª Compra Coletiva de 2017, vamos abrir ela em alguns números. Para não sobrecarregar o tópico, vou postar um link com um resumo de alguns números: https://docs.google.com/spreadsheets/u/1/d/e/2PACX-1vQyxH_jNhTYkCOhVLsA2vbnqQdDgxlszKDw7oVc6s1gZRalYbHDYvxHTH5il1KHxeqfVxyT48Mm2oFS/pubhtml?gid=0&single=true Gostaríamos que vocês observassem o montante que foi movimentado e também o que resultou para a gente após aquele trabalhão todo (quem acompanhou o tópico lembra do que estamos falando). Ressaltamos que nossa ideia nunca foi que a Compra Coletiva fosse lucrativa, sempre trabalhamos com as menores margens possíveis, afinal, a ideia da Compra Coletiva é difundir a cultura da torra doméstica pelo Brasil e levar bons cafés torrados a preços acessíveis, não dar lucro. Entretanto, em vista da magnitude que tudo tomou, não é mais sustentável manter a estrutura toda da forma como está. Mesmo que não fiquemos no negativo, o que sobra não cobre nossas horas trabalhadas. Muito menos nos dá segurança para cobrir eventuais riscos que assumimos ao pagar a maioria dos cafés adiantados com nossa grana (por exemplo, se houver muita desistência de compra e ficarmos com café encalhado ou se acontecer algo com algum dos cafés na nossa posse). Sobre as horas trabalhadas, o que mais onera é logística necessária para fracionamento e envio do café torrado. Esse trabalho para fracionar o café torrado o mais rápido possível e enviá-los é enorme! Vejam que nem estamos falando da parte de torrar o café, isso dá muito trabalho também, mas pode ser facilmente ser terceirizado (como já foi feito em outras duas ocasiões). Estamos comentando sobre a dificuldade e enorme responsabilidade de manusear o café torrado, que a cada segundo que passa sem chegar na casa de vocês envelhece um pouco mais. Pensando nisso, conseguimos ver três possíveis caminhos: Aumentar mais os custos, a fim de que o montante final resultante fosse o suficiente para pagar, no mínimo, as nossas horas trabalhadas. Acabar com a Compra Coletiva do CdC nacional e incentivar, compartilhando os contatos que temos, mini compra coletivas regionais. Manter uma Compra Coletiva centralizada e acabar com o café torrado, retornando assim às origens das CC. Não achamos que o primeiro caminho seja a solução, uma vez que isso não estaria de acordo com a filosofia toda por trás da Compra Coletiva. Ao mesmo tempo, também não acreditamos que o segundo caminho seja a solução neste momento, apesar de apostarmos fortemente que a regionalização das CC seja uma boa solução no futuro quando a cultura da torra doméstica estiver mais difundida Brasil afora. Desta forma, o que resta neste momento é propor o retorno de Compras Coletivas com somente cafés verdes. O que me dizem? Alterar as datas das Compra Coletivas: A principal motivação para propor essa mudança é tirar a Compra Coletiva do mês de dezembro. Essa época festiva é terrível para esperar uma encomenda pelos Correios, todos sabem. Agora a grande pergunta é: Por que não fizemos isso antes? Bem, até pouco tempo atrás acreditávamos que os melhores cafés eram colhidos tardiamente e que só teria café TOP pra comprar no mês de novembro/dezembro. Acontece que rodando mais regiões e conversando com mais produtores, vimos que não é bem assim. É possível sim comprar excelentes cafés logo no início da safra. Hoje temos contatos para isso, coisa que não tínhamos antes, e estamos confiantes que podemos fazer uma Compra Coletiva espetacular logo em setembro/outubro. O que acham? Todos concordando, adiamos a próxima Compra Coletiva para Setembro/Outubro. E tem um detalhe importante que estava quase esquecendo de comentar também. Nós fomos expulsos do local onde estávamos operando nas épocas de Compra Coletiva.... ehehehhee... a última compra coletiva fez uma bagunça grande demais e botaram a gente pra correr. Precisamos achar um canto novo pra armazenar os cafés e fracionar tudo, kkkkkk... Até setembro conseguimos um local novo! Grande abraço, Igor
  21. 15 points
    Modificando novamente o cantinho, desta vez com fotos das bagunça no interior do armário e gavetas, já que minhas fotos que estava hospedado em um site de fotos agora o serviço é pago, só esta a base da Aram pois a minha ai da está no processo longo e complexo do concerto rss Esta aqui vai para meu cantinho do café em meu Gabinete onde trabalho estou com dó de deixar parado demais e ressecar as conexões de borrachas e silicones Quem quiser café [emoji477]️ só tocar o sino [emoji931] rss Primeira gaveta Segunda gaveta Terceira gaveta de bagunça [emoji849] Algumas coisas para o Levain Parte o de fica o filtro para conexão rede hídrica da ECM Grãos crus essa parte do armário esta cheio juntamente com o torrador Gene Aqui onde fica os cafés torrados e alguns acessórios Xícaras Mais xícaras e canecas Torrador aqui do HTF Esquentando as xíxaras [emoji7][emoji7] Filhota ja sabe o que é bom rss Futura barista [emoji7] Extração de um Colombiano que torrei Ainda falta tirar foto do cantinho do café [emoji477]️ na cozinha pois essas acima é um ambiente exclusivo da casa para o café, na cozinha tem outro balcão com a Jura e quadros, falta tbm fotos da sala de Home Cinema que tbm tem apetrechos para café e a nespresso [emoji477]️ e por último em minha sala no trabalho que também tem tralhas de café, é isso aí o hobby só aumenta [emoji50] Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  22. 14 points
    Olá pessoal! Nessas últimas semanas, eu e o @riozebratubo estivemos trabalhando na automação de um torrador. Nossa base foi usar uma pipoqueira elétrica e o código que o @lipe_oa divulgou nesse tópico. Nossas principais inspirações foram o vídeo que postei anteriormente (https://youtu.be/BZEuagSot7E) e o torrador de amostras ikawa (https://www.ikawacoffee.com/for-professionals/). Desde então fizemos muitas modificações de software e hardware, esbarramos em muitos problemas e aprendemos muito no processo (arduino, eletrônica, etc). Nosso projeto ainda está um pouco distante de terminar, mas nós gostaríamos de dividir com vocês nosso avanço até agora. No estado atual, nosso torrador já pode: - captar a temperatura dos grãos - controlar a potência da resistência (heater) - controlar a potência do ventilador (fan) - fazer uma torra manual controlada via Roastlogger - fazer uma torra automática controlada via Action Table (sequência de ações de acordo com a temperatura) - fazer uma torra automática controlada via PID (ainda com algumas imperfeições) Algumas fotos... Alguns dos componentes usados Visão da bancada de trabalho Não economizamos nos dissipadores Curva de temperatura no modo automático via Action Table Curva de temperatura no modo automático via PID (as "barrigas" são as imperfeições que ainda precisamos melhorar em nosso projeto) Agora segue um vídeo do torrador funcionando no modo PID Pretendemos criar novas features e melhorar as que já existem. No futuro queremos criar um tutorial detalhado de todo o projeto, caso alguém queira replicar em casa. Antes disso, se alguém quiser falar sobre o projeto, saber detalhes, tirar dúvidas ou nos ajudar, só falar com a gente! Valeu, galera!
  23. 14 points
    Dei uma atualizada com os quadros e tbm equipamentos novos, mas uma foto informal, tudo meio bagunçado, hora que tiver tempo tiro umas fotos legais, tem muita coisa guardada desde máquinas a moedores, acho que vou ter que começar a me desfazer de algo senão to perdido rsss
  24. 13 points
    Opa, cheguei. Então , na verdade o Mini tem a regulagem que é simples, intuitiva e pratica, e de fato uma construção robusta. O Comandante é um ótimo moedor , respeitando suas particularidades, vamos falar um pouco das regulagens: O Comandante tem 12 clicks em 1 volta, considerando que o passo da rosca é de 0,70 mm no eixo original, a mo interna para avançar 1 mm, terá dado 18 clicks, o MINI em um 1 mm de avanço , tem 45 marcações, ou seja 1 click no Comandante equivale a 3 saltos na numeração do Mini, para quem faz expresso sabe que 3 saltos do MINI não é legal para expresso. Isto tanto é verdade que eles fizeram um novo eixo, vendido como acessório, com metade do passo da rosca , 0,35 mm , para facilitar a vida para quem faz expresso, desta forma ele teria em um avanço de 1 mm, 36 clicks, ainda sim menos que o MINI, mas já suficiente para tirar um bom expresso. Tudo legal, vamos fazer um coado com este eixo, o coado precisa de +_ 1,75 mm de avanço nas mos , com o eixo para expresso são necessários +_ 5 voltas completas, para um French , 7 voltas. Sem dúvida ele tem uma portabilidade, e pegada , muito melhor que o Mini, desde que o Mini não esteja instalado em sua base, rsrsrsr, mas isto falando do Mini, pois o novo MOEDOR estes pontos serão equivalentes. Na verdade um produto é o que é, pelo que ele te proporciona no geral, no caso do moedor, pela moagem, pela qualidade construtiva, pela beleza, pela portabilidade , talvez não nesta ordem, mas enfim, a soma de tudo te faz ser muito ou um pouco menos satisfeito com o seu produto. o Comandante hoje é o moedor manual que mais vende no mundo, mas este caminho levou tempo, a versão 1 e 2 foram mal avaliadas é só na última versão que se chegou a um produto que acabou agradando, considerando isto sinto-me feliz em ter conseguido um resultado , talvez não o melhor, mas ter um produto onde quase que a totalidade dos que o tem sentem-se feliz por tê-lo.
  25. 13 points
    Olá pessoal, desde fevereiro deste ano eu estou à frente do fórum como administrador e como responsável por pagar as contas do clube. Quando o @Ruston Louback me passou bandeira, ele sugeriu algumas possibilidades de monetizar o forum para ajudar nos custos operacionais. Uma das formas que pensamos na época foi formalizar as cobrança pelos banners de anuncio que são exibidos por aqui. Acabou que não levamos isso adiante. Então vamos passar para o plano B, que é pedir a ajuda dos membros. Mas antes, vamos compartilhar com vocês as despesas que temos hoje. São elas: Hospedagem - Custo mensal de R$ 44,80 Domínio - Custo anual de R$39,90 Privacy Protection Service - custo anual de R$27,80 Certificado SSL - Custo anual de R$99,00 Licença do IP Board - Ruston paga esse com o dinheiro do google ads. Dessas despesas, eu fiquei responsável por pagar as quatro primeiras. O Valor total anual é de R$704,30. Para ver os comprovantes de pagamento: link aqui. Nossa ideia aproveitar da estrutura da Compra Coletiva que irá acontecer ao longo dos próximos dias para levantar esse valor para custear as despesas com o fórum. Vamos compartilhar com vocês 70 cotas de participação no valor de R$10,00 cada para que os membros interessados possam contribuir com a manutenção do fórum. Quem comprar a cota estará automaticamente participando do sorteio de 10 sacarias de juta de 30kg novinhas que vieram com os últimos cafés que compramos para a Compra Coletiva. Essas sacarias estão marcadas com a logo do clube. Quem quiser comprar mais de uma cota terá mais de uma chance de participar no sorteio; Caso o ganhador da sacaria esteja participando da Compra Coletiva, a mesma será enviada junto aos cafés verdes; Caso contrário o ganhador deverá arcar com as despesas de envio. As cotas serão liberadas no site da Compra Coletiva que vamos divulgar hoje mais tarde. O sorteiro será realizado no dia entre os dias 24 e 25 de outubro. Voltamos com mais novidades depois. Grande abraço amigos, Igor
  26. 13 points
  27. 13 points
    Boa tarde moçada.... Meu cantinho terapêutico atualmente. Abração turma!
  28. 12 points
    Bem, vou passar uma lista numerada com as pessoas que ajudaram. Caso não tenha achado o nome da pessoa no fórum, me ajudem a identificá-lo. A ideia ao compartilhar a lista é numerar os participantes e exibir que realmente só foram disponibilizados 70 cotas. Deixo então meu muitíssimo obrigado a todos que contribuíram para manutenção do fórum neste ano de 2018!! Valeu pessoal!!! Vou providenciar umas tags de colaboradores para todos. Aguardem.... E sobre o sorteio das sacarias, vamos sortear números de 1 a 64. Deixo o link aqui para sorteio assim que tiver organizado tudo. Grande abraço, Igor 1~2- @João Vitor Ribeiro 3- @Marcos Sampaio 4~5- @Will_Azin 6- @cassius 7- @Heitor Gomes 8- @EduardoAlemao 9- @Fernando Lopes 10- @Machado 11- @Álvaro Ford 12- @Seu Zé 13- @Márcio Martignoni 14~23- @sergio.m 24- @Mortari 25~28- @Fernandolucas 29~31- @Ruben 32- @rbata 33- @Fogo ruivo 34- José Eduardo Querido 35- Nelson Mendes 36- Tiago Andrei 37~39- @Gilberto 40~41- @riozebratubo 42- @Mesquita 43- @helderbarreto 44- @Allexlimaa2 45~46- @GuilhermeB 47- @Edugurjao 48- @Cristiano 49- @paulohvs 50- @Paulo Gomes 51~57- @Miguel de Paula 58- @MarcoC 59~60- @MReis 61- Fernando Kaida 62~64- @Vitor Costa 65- @viniesp 66~70- @LUW
  29. 12 points
    Boa noite, amigos, Faz um par de dias que tenho falado aqui sobre uma La Pavoni Professional, ano 1996, que tive a sorte de encontrar abandonada em garagem e comprei-a no intuito de devolver-lhe a vida. A máquina em si, não tinha avarias, estava, literalmente, largada ao relento, sem filtro e sem tela do chuveiro. Logo que trouxe ela pra casa, comecei o desmonte e a limpeza devidos, pensei que seria um trabalho curto mas, logo percebi que as vedações da máquina estavam ressecadas e endurecidas, muito mais pela falta de uso, mesmo, pois não apresentavam sinais de achatamento (gaxeta do grupo, por exemplo). Embora esse estado de ressecamento, a máquina estava funcionando como um relógio suíço, nenhum vazamento, termostato disparando exatamente em 1,2 e 0,8bar, para desligar e ligar a resistência. Além disso, havia uma água bem suja e com odor forte na caldeira da máquina, que devia estar ali há anos. Assim, decidi desmontar logo tudo e substituir todas as vedações. Aos passos que ia fazendo o desmanche, fui observando que várias alterações "upgrades" poderiam ser feitas na máquina, e ergui mãos à obra. Parti para a internet e encomendei logo um jogo completo de vedações da máquina, bem como, filtro e chuveiro do grupo. Porém, tive a ideia de mandar fazer todas as vedações (exceto as do grupo) em teflon maciço e, acabei por deixar as vedações originais que comprei pela internet, em borracha, guardadas como peças reservas...comprei o teflon em tarugos e levei ao torneiro mecânico para confecção, seguem umas fotos: Pesquisando pela internet, vi um upgrade que achei interessante, voltado ao isolamento do grupo/caldeira via lâmina de teflon. Como eu já estava trabalhando com este material, resolvi fazer eu mesmo essa peça, manualmente. Feita com 1.6mm de espessura : Outra alteração que vi, possível e viável, foi a substituição do pistão do grupo, que era de um tipo "plástico", e mandei fazer um idêntico em bronze maciço. Peça que foi feita comprecisão extrema pelo meu torneiro mecânico e, depois, foi polida por mim: Na parte de baixo, nas ligações elétricas, todo o cabeamento ganhou proteção extra com termocontrátil: Fiz também uma mudança bem interessante do sistema da alavanca, com a retirada dos eixos e do rolete originais, de ferro, substituindo-os por eixos de inox 440c maciço e por 3 rolamentos japoneses, também em inox. Os rolamentos também foram incrementados por 2 arruelas de proteção em laminado de fibra aramida que, além de proteger os rolamentos contra a entrada de água e resíduos, irá proteger também as peças cromadas contra os arranhões ocasionados pelo movimento da alavanca. Tudo devidamente lubrificado com graxa de teflon...o movimento da alavanca ficou acentuadamente macio e leve: As peças de aparência externa receberam tratamento de limpeza e polimento simples, deixando-as com aspectos de novas: Os cabos de plástico preto do porta filtro e da alavanca, bem como, as torneiras da caldeira e do vapor, também foram polidos e ficaram brilhando. Entretanto, como a máquina já havia me dado bastante trabalho e estava ficando bem bonita, aproveitei minha pré-disposição para trabalhos manuais em madeira e resolvi fazer um extensivo upgrade visual nela, todo em madeira, com cabos, torneiras e sub-base, incluindo uma base alinhadora de calcamento: Acima, vejam que a torneira do vapor ganhou travamento em parafuso alen. A torneira grande ganhou uma peça de inox 440c com dupla rosca macho e um base de 3mm entre eles, uma rosca entra na madeira e a outra na caldeira. A sub-base ganhou pés de ventosa em borracha com sistema antivibração. Abaixo, algumas imagens da máquina pronta: E um video em 360º dela que postei no youtube: Bom pessoal, é isso, relato extenso, espero que gostem do resultado. Tem me rendido ótimos espressos com exatas 30g de líquido e boa crema. Forte abraço a todos, Eduardo Gurjão
  30. 12 points
    Mais um utensílio para ajudar na busca da xícara perfeita!! Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  31. 12 points
    Comprei recentemente um Eureka Mignon MCI (modelo 2017) semi novo, e estou testando se ele pode substituir o meu Vario II com mós de cerâmica, que uso para os cappus do café da manhã quando não tenho saco para usar moinhos manuais. O Mignon é um pouco menor do que o Vario, mas mais pesado (5kg vs 3,7kg). Tb acho o Mignon mais bonito. Do ponto de vista da ergonomia etc. acho a regulagem stepless do Mignon mais agradável, mas o timer digital do Vario melhor. Embora o timer do Mignon funciona bem, é mais trabalho manual, tipo try and error. O Vario tem mós planas de cerâmica de 54mm, o Mignon de aço de 50mm. Medi a retenção nos dois moinhos (moagem de uma dose definida com o moinho limpo, medindo a diferença grão-pó) e no meu Vario ficam entre 2,1 e 2,6g no moinho, no Mignon entre 1,5 e 2,2. O Mignon tb “pipoca” menos moendo por dose. Já a aparência do pó é diferente. O Vario entrega pó bem solto. O pó do Mignon é meio empelotado e precisa de WDT para ficar plano (o alinhador Bravo resolve tb): Com o mesmo peso de pó no portafiltro, e uma extração parecida (tempo e peso na xícara) o bolo do Mignon é menor. Estou na dúvida o que isso significa, talvez que a moagem dele é mais homogênea, ou o contrário? Agora mais importante, o sabor. Com os três grãos que testei, o sabor das extrações com moagem no Mignon parece mais limpo, destacando notas frutadas e doçura, mas com um pouco menos corpo. Vou testar os dois lado ao lado por um tempo para ver se isso é um padrão geral. Em geral acho que o Mignon é uma alternativa boa para quem procura um pequeno moedor para espresso e tem um pouco de espaço na mala numa viagem. Como novos modelos do Mignon saíram recentemente, o preço para o antigo incl. caiu e é bem interessante no momento.
  32. 12 points
    Salve pessoal, O dia de hoje celebra o início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras do Brasil. É um marco de passagem, pois se inicia uma nova safra. É um momento para celebrar. Para comemorar este momento e o lançamento do nosso site ROAST Cafés (roastcafes.com), estamos librando uns kits com preço promocionais e limitados. Montamos 4 kits com um bom desconto: Kit Coffee Lover - 4 pacotinhos de 250g com torra para coados da nossa seleção atual completa; Kit Dupla Coado - 250g do Café do Eliéser + 250g do Café da Elza; Kit Dupla Espresso - 250g do Café do Eliéser + 250g do Café da Elza - Ambos com torra para espresso; Kit Entusiasta da Torra - 1kg de de cada um dos nosso cafés Verdes para que você possam torrar na sua casa. O link para acessar direto a página da promoção: https://roastcafes.com/categoria-produto/kit-promocao/ Esta promoção é limitada e os pedidos só serão aceitos até às 23:55 do dia 26/05 ou enquanto durar o estoque. Grande abraço, Igor
  33. 12 points
    Fiz ontem as primeiras análises. Misturei as amostras (16g de pó por moinho) bem e dividi em 3 subamostras, pois o aparelho precisa de pouco material. Isso já foi errado pois a diferença entre as 3 subamostras de cada moinho é enorme. Creio que acontece uma estratificação vertical durante o transporte (partículas mais finas no fundo do pote). Um teste rápido com o Aergrind mostrou que moer 3 doses de 5g e analisar cada vez a dose completamente resolve. Assim as medições ficam idênticas. Achei interessante que o pó mostra tanta heterogeneidade interna. Segunda vou refazer o teste sem subamostragem. Mas algumas tendências já foram bem claras, p.ex. que pó com menos volume é mais homogêneo/unimodal. Isso foi uma dúvida que eu sempre tinha quando analisando a altura do bolo no portafiltro (comparando moinhos).
  34. 12 points
    Cansei de me irritar com moedor de pimenta. Nos últimos 6 anos tive uns 4. Uns caros, uns baratos... Agora consegui um bala. Comprei um Porlex Mini JP20 e modifiquei. Copo de baixo trocado por um tubo de madeira. Troquei a alavanca por uma simétrica, deixando-o compacto e para que não desequilibre na mesa. Também há um pino passante/removível para que a alavanca nova não saia fácil. Só falta mandar a pimenta moída para Socratic Coffee medir a distribuição das partículas (kkk)
  35. 12 points
    Eureka Mignon MCI, seminovo. Agora vamos ver se ele pode substituir o Vario como moinho padrão para o cappuccino do café da manha.
  36. 12 points
    TRAGO EXCELENTES NOTÍCIAS!!!!! A CARMOMAQ FARÁ NOSSO TORRADOR CARMINHO! SURPRESA! MAS POSSO ADIANTAR UMA INFORMAÇÃO..... TERÁ EXAUSTÃO INDEPENDENTE! A FABRICA NOS ATENDERÁ E TEREMOS UM TORRADOR DE 1 KG NACIONAL DIRECIONADO AOS COFFEE LOVERS! NAO SABEM COMO ESTOU FELIZ DE REALIZAR ESSE PROJETO GALERA.... JURO QUE VCS NEM IMAGINAM. HJ VOU ENCHER A CARA DE COCA PRA COMEMORAR!!!! HAHAHAHAHA VAMOS EM FRENTE SEMPRE! ABRAÇOS GALERA.
  37. 12 points
    Queniano Kirimiri de Embu, 20 dias de torra
  38. 11 points
    Não exatamente, @hade Isso é uma super-simplificação baseada na opinião de um técnico a respeito de apenas 1 método, focado no espresso... O sistema daqueles mós mastigadores (em português, burr deve ser traduzido por mó, de onde vem o verbo moer e a palavra moedor ) é usado em grandes moedores industriais para moer café dito "commoditie" (i.e.: de supermercado) em grandes quantidades sem muita preocupação com qualidade. Barato de fazer e manter, mantém o custo final baixo para um produto que precisa ser barato. Há ainda moedores industriais que usam sistemas de engrenagens para triturar em vez de moer, e outros que realmente usam brocas para movimentar os grãos na direção dos mastigadores. Alguns dos antigos moedores manuais de grãos (amendoin, café, soja etc.) usados em fazendas usavam também essa combinação de broca com mós mastigadores ou apenas um mó "integral" encostado em um disco perfurado que permite outro tipo de moagem (como de carnes etc). Mós planos, como o segundo jogo apresentado, são os mais populares para se conseguir bons resultados e tem vantagens e desvantagens sobre os cônicos, o terceiro conjunto apresentado no vídeo. Há também alguns erros no vídeo, pois moedores como o EK-43 da Malhkönig, considerado um dos melhores do mundo para métodos de infusão prolongada (como V60 ou Aeropress) usa mós planos refinados de alta precisão na vertical, a mesma posição dos mós mastigadores mostrados primeiro. E o Mythos, da Nuova Simonelli, usa mós planos "inclinados" (nem horizontais nem verticais). É mais fácil centralizar mós cônicos do que planos, mas a natureza da recepção dos grãos aumenta a eficiência da alimentação, o que exige maior torque para girar e também menor velocidade para não superaquecer por excesso de atrito. O cara do vídeo entendeu errado. Mós cônicos, na mesma velocidade dos planos, superaquecem muito depressa. Assim, é comum moedores de mós planos comerciais usarem um sistema de transmissão direta, em que o suporte do mó que gira é preso diretamente ao motor, enquanto os moedores cônicos tendem a utilizar um sistema de redução (correia ou engrenagens) para reduzir a rotação e aumentar o torque final. Moedores domésticos costumam precisar de um sistema de redução por conta dos motores de pequeno porte. Mas há variantes nos dois sentidos, dependendo de cada particularidade de projeto. É mais difícil alinhar mós planos, pois quanto maior o diâmetro, o que aumenta a eficiência, maior a dificuldade de mantê-los paralelos, pois maior a distância entre o ponto de apoio (centro do suporte do mó que gira) e o ponto de aplicação da força (borda dos mós). Logo, costuma ser mais barato alcançar consistência com mós cônicos do que planos, para obter a mesma qualidade final em termos de "curva granulométrica". Contudo, com a tecnologia atual de usinagem de mós, e com os materiais altamente sofisticados que podemos usar, não parece fazer muita diferença entre mós cônicos e planos, mas sim o desenho e a qualidade dos mós em si. Pode-se fazer mós mais unimodais (apenas um foco granulométrico) ou bimodais (dois focos granulométricos) a partir de variações de desenho, daí é uma questão de engenharia e investimento para conseguir consistência com a tecnologia escolhida. Muitos membros do clube poder oferecer mais informações, o @Gilberto fabrica os moedores Bravo, que são fantásticos, e estou certo de que muitos outros podem ter opiniões diferentes das minhas. Em vez de escrever um artigo sobre isso, paro por aqui, recomendando que você leia mais por conta própria e forme suas opiniões com base em diversidade e, se possível, experimentação. Boa sorte e boa pesquisa! PS: você nomeou o tópico "engenharia de moedores", então espere algumas pessoas postarem coisas bem mais técnicas do que eu...
  39. 11 points
    Salve pessoal, aproveitando o espírito da BLACK FRIDAY que vai rolar semana que vem, estamos liberando um CUPOM exclusivo para o CdC com 20% de desconto em todos os cafés regulares da ROAST Cafés. A ideia é que tenham acesso antes que todo mundo aos descontos que vamos liberar semana que vem pela Black Friday, então aproveitem a oportunidade para garantir o seu café com desconto antes que todo mundo. Para conseguir o desconto basta utilizar o CUPOM a seguir na página carrinho: BLACKWEEKCDC Aproveitem também para garantir os cafés torrados da Compra Coletiva, estes não estarão com desconto porém! A promoção estará disponível até o dia 17/11 às 23:55 ou enquanto durarem os estoques. Os cafés válidos pela promoção, assim como os cafés da Compra Coletiva, serão torrados no dia 19/11 e enviados nos dias 20/11 e 21/11, conforme consta na nossa política de envios. Grande abraço, Equipe ROAST Cafés
  40. 11 points
    Aleluia, chegou hoje a máquina que vou usar na minha cafeteria. Nuova Simonelli Appia II + moinho NS Aprendendo a pilotar ainda Enviado de meu SM-G955F usando o Tapatalk
  41. 11 points
    Salve pessoal, vou compartilhar com vocês as últimas atualizações da CC. Seleção Coletiva De 21 a 23 de setembro aconteceu, em sete cidades distintas, a prova dos cafés candidatos a entrar da Compra Coletiva. Os membros dessas cidades se reuniram para provar os cafés pré-selecionados. Foram mais de 50 amostras que coletamos e no fim separamos 10 cafés distintos para enviar para as cidades. Esses 10 cafés foram torrados aqui em BH, identificados com códigos, separados em 3 rodadas e enviados para as cidades por SEDEX ou JadLog Express. Como sempre, se faz necessário um grande esquema de logística para que todos recebam os cafés o mais fresco possível para realizar as provas. Felizmente deu tudo certo e todos receberam os cafés a tempo para as provas. As únicas informações que os cafés continham eram códigos (cada amostra tinha um) e um identificação sobre em qual rodada o café deveria ser provado. Montamos as rodadas por qualidade e preço. Os cafés da primeira rodada eram os mais baratos, até R$1100,00 a saca, já os cafés da segunda rodada começavam em R$1.200,00 a saca e os cafés da terceira rodada em R$1.500,00. Em cada rodada os membros que participaram da seleção deveriam escolher qual era o café favorito. Ao final da seleção, o responsável local ficou encarregado de somar os votos e passar pra gente o primeiro e o segundo colocado de cada rodada. Fizemos um sistema de pontuação para classificar os cafés. O primeiro de cada rodada ficou com 2 pontos e o segundo colocado ficou com 1 ponto. Para provar os cafés, cada cidade escolheu um método diferente. São Paulo, Campinas e Florianópolis fizeram cupping, Goiânia provou na French Press, no Rio de Janeiro a galera fez no v60, em Maceio na Aeropress e aqui em BH provamos nos Melittas 01. Montamos um álbum com algumas fotos para vocês: https://www.flickr.com/gp/124413837@N08/E4gkHC Resultados Passamos agora aos cafés e resultados. Inicialmente vamos compartilhar a lista dos cafés enviados. Vejam que esta C.C. a Mantiqueira de Minas dominou um pouco. Isso se deve basicamente porque a região colhe precocemente em relação as outras, o que significa que já há cafés excepicionais disponíveis. Vamos aos resultados e classificação geral: Nesta tabela temos a pontuação que cada café recebeu. Lembrado que 2 pontos significa que foi o café preferido da cidade e 1 ponto foi o segundo colocado por preferência. Quando ocorreu empate prezamos por pontuar os dois cafés. Nossa ideia inicial era pegar somente 4 cafés para a CC. Entretanto, após a vermos que disputa foi acirrada e que não houve unanimidade em nenhum café, decidimos colocar um 5 café na CC na tentativa de agradar a maioria, Nossa Proposta: Propomos então a entrada dos seguinte cafés: HJM - Faz. Furnas - Café do Rinaldo; YWO - Faz. Serrado - Café do Caio ; FHF - Faz. Cachambu - Café da Ucha; ZLF - Faz. Alto da Sera - Café do Thiego e Felipe; YHS - Faz. Vargem Alegre - Café do Cleverson. Ao longo da semana vamos comentando mais sobre os cafés!!! Torra Coletiva Temos 4 interessados em participar da Torra Coletiva dos cafés. Vamos passar alguns detalhes iniciais e vamos atualizando vocês assim que possível sobre novas informações. Coffee Break Cafés Especiais - Maceió O @tencelcal, responsável pela Coffee Break de Maceió manifestou interesse em adquirir com a gente 3 cafés diferentes para oferecer na modalidade torrado para a galera. Ele irá adquirir o café verde, torrar e vender já torrado pelo preço e disponibilidade a ser definido por eles. Os cafés que mostrou interesse foram: FHF - Faz. Cachambu - Café da Ucha; ZLF - Faz. Alto da Sera - Café do Thiego e Felipe; YHS - Faz. Vargem Alegre - Café do Cleverson. Leandro Marco - Campinas O @Leandro Marco de Campinas também manifestou interessem em adquirir alguns café com a gente para oferecer torrado. Até o momento em dois cafés, um deles não irá entrar na Compra Coletiva, mas ele gostou e vai adquirir um pouco para ele de qualquer maneira. HJM - Faz. Furnas - Café do Rinaldo; SUF - Café do Niquinho. ROAST Cafés - Belo Horizonte A ROAST Cafés não vai ficar de fora e vai adquirir alguns cafés também para trabalhar na modalidade torrado. Preço e disponibilidade vão ser divulgados mais pra frente. Inicialmente os cafés: YWO - Faz. Serrado - Café do Caio - Torra exclusiva para ESPRESSO; FHF - Faz. Cachambu - Café da Ucha; ZLF - Faz. Alto da Sera - Café do Thiego e Felipe; YHS - Faz. Vargem Alegre - Café do Cleverson. Campo Místico Cafés - São Paulo O @Valmor do café Campo Místico vai entrar na brincadeira também, mas diferente dos outros interessados o Valmor se dispôs a torrar o café verde que a galera adquirir A ideia é que cada pessoa compre a quantidade que quiser diretamente com a CC e leve na torrefação dele em um dia préestabelecido para torrar o café lá. Ele deverá cobrar uma pequena quantia para cobrir os gastos com energia e gás, o valor ainda vai ser definido por ele. Bem, por enquanto é isso galera. Ao longo da semana vamos trazendo mais novidades para vocês e já vamos ir adiantando mais informações sobre os cafés. Grande abraço, Equipe Compra Coletiva
  42. 11 points
    Obrigado! Conhecem a expressão "mais feliz que porco na lama"? Pois é, é nóis Estou na fase do aprendendo-a-mexer ainda, mas posso adiantar que é MUITO simples de usar. E não só usar como tirar shot bom - acho que no 5º que tirei já saiu 85% bom. Claro que um tanto de conhecimento teórico ajuda sobremaneira, mas a Barista é uma máquina que "não tem como errar". Recebi na quinta no fim da tarde, e hoje de manhã tomei um espresso excelente, tão bom quanto os que tomo nas melhores cafeterias de CWB. E só fui tomar um espresso padrão hoje porque ontem fiquei com dor de estômago já pela manhã de tanto "experimentar", então tive que parar de tomar café até hoje . Pretendo essa semana fazer um review sobre a máquina, já estou até tirando algumas fotos. Burramente esqueci de comprar um pitcher, então até conseguir um não tentei ainda vaporizar leite. E não, não vou usar uma caneca qualquer pois me recuso a fazer café sem total garbo e elegância . É que como tenho o Aeroccino3 da Nespresso, não foi preciso me privar de tomar cappuccino (padrão), então não é urgência.
  43. 11 points
    Presente de família. Um lataozinho de 4 litros de 120 anos de idade que foi da minha bisavó. Vai aconchegar os cafés ultraespeciais.
  44. 11 points
    Recebi uns 100g de café do Jacú, recentemente colhido uns poucos km da minha casa. O produtor, na verdade um torrefador (Maffortcafé, bem simpático, recomendo uma visita), já lavou e secou o café, e eu só tirei do pergaminho: O grão ficou bem bonito, grão grande, sem verdes, brocados etc. Parece que o Jacú sabe bem o que ele escolha para comer. Mas só sobraram 82g de grão, e fiquei na dúvida se o STC consegue torrar amostras tão pequenas. Como parte do último mod do STC, o sensor BT agora fica mais baixo e deu para torrar os 82g sem problemas de leitura no BT. Pré-aqueci o forno com 120C e consegui uma torra de prova (RoR relativamente constante até o 1C). Tirei o café com 12min e 208C. Torra clara-média, com 14.5% de perda de peso. A torra ficou bonita, relativamente homogênea, embora com as manchas claras típicas de café de umidade heterogênea, como muitos cafés fermentados. Já observei isso no café do Jacú da Unique, e talvez faz parte do processo de digestão da cereja, ou da lavagem do grão depois. Na xícara foi uma supresa muito agradável. Não esperei grandes coisas, como a minha região (Campo das Vertentes) não produz muito café especial. Mas o café ficou muito gostoso no v60. Boa doçura, frutas amarelas, acidez cítrica média e equilibrada, bom corpo. Foi uma experiência muito bacana, pois nunca torrei café do Jacú e não esperei que na frente da minha casa cresce café tão gostoso. Abçs, Burny
  45. 11 points
    Fala pessoal.... Compartilhando mais uma alegria proveniente da minha síndrome! Hahahahahah Como bom neto de um italiano e de uma espanhola, não poderia deixar minha la pavoni sem seu par na bancada. Minha querida espanholinha acaba de chegar! Obrigado Felipe Magaldi por me dar a oportunidade de completar minha alegria. Esta Arin Lever 1965 é linda e muito estilosa. Deus o abençoe infinitamente!
  46. 11 points
    Proporcional Integral Derivativo, cada letra representa um tipo de cálculo matemático, muito utilizado para controle de sistemas de alta precisão com taxas de erros calculadas e aceitáveis ao sistema em questão. Vamos dizer que o PID vai encontrar o melhor caminho para que o seu sistema inicie e se estabilize o mais rápido possível mantendo sempre uma taxa de erro ou faixa de variação aceitável ao negócio. PID, assim como todo processo, possui uma entrada, um processamento e uma saída. Além disso possui um sinal de erro que retroalimenta o sistema. No caso do nosso café, a entrada é a temperatura atual da água na caldeira, o erro é a diferença entre a temperatura que deveria estar e a temperatura que de fato está. Com base nessas informações e outras variáveis, o algoritmo vai calcular qual deve ser a corrente elétrica (sinal de saída) que deve ser enviada para a resistência da caldeira para que seja mantida a temperatura o mais próximo possível do desejado. Termostatos são componentes analógicos, binários (ligado ou desligado), simples, para aplicações sem muita precisão. Ele pode ligar em 87ºC e desligar em 97ºC por exemplo, considerando a temperatura desejada 92ºC a sua extração vai ficar variando entre uma faixa de 5ºC para mais ou para menos. Com o PID, vamos supor que a temperatura da sua extração poderia variar entre 91.5ºC e 92.5ºC, veja que aqui a variação é de no máximo 0.5ºC para mais ou para menos, mantendo sempre um excelente padrão de extração. PID não faz milagres, as características físicas e construtivas do seu sistema irão determinar o quanto um PID é eficiente. Se tiver curiosidade procure por "sistemas de controle" no google. Talvez possamos dizer que o PID sempre vale apena se desconsiderarmos o fator financeiro (PID caro, termostato barato).
  47. 11 points
    To gostando de ver os tigradinhos da Aram Tai um melzinho (20g/20g) que fiz no sabado.
  48. 11 points
    Salve pessoal, obrigado pelo retorno de vocês!! O que mais foi comentado é a possibilidade de regionalizar as torras!! Essa é uma ideia que nos agrada muito. Podemos realmente pensar num formato de C.C. onde isso seja possível. Ainda é uma ideia em gestação, mas poderia funcionar da seguinte forma: Abrimos uma chamada para que torrefações ou colegas foristas que estejam afim de torrar para a galera se inscrevam para participar da torra coletiva dos cafés; Mandamos amostras dos cafés pré-selecionados para que ocorra aquela seleção coletiva nas cidades que forem participar da torra coletiva; Uma vez que os cafés forem selecionados, abrimos uma chamada para que os pedidos sejam realizados. Isso deve ocorrer antes da gente fechar a quantidade de cada café que vamos comprar junto aos produtores. Talvez seja necessário colocar um pedido mínimo, tipo 30kg por cada café para justificar o trabalho. Mandamos os cafés verdes solicitados sem o adicional da taxa de manutenção. Entraria de custo somente o frete do café verde pra nossa localização (que por padrão tem sido um acréscimo de R$2,00 por kg) e o frete para a localização dos interessados. Cada local torra seu café e cobra o valor que quiser/achar justo. É só um esboço de uma ideia em gestação, mas o que acham? Desta forma os colegas que não torram teriam a oportunidade de provar os cafés da C.C torrados. Além disso a regionalização das torras reduz os custos e divide o trabalho de torrar e despachar, deixando a gente responsável somente pela distribuição do café verde. E pelo visto todos estão de acordo com a mudança das datas, ótimo! Pra finalizar, sobre a ROAST Cafés, já que isso foi levantado por aqui. A nossa torrefação é um projeto paralelo que eu e o Luís estamos trabalhando. Apesar de termos nos apropriado de alguns princípios da CC e de estarmos nesses dois projetos simultaneamente, gostaríamos de manter as coisas um pouco separadas. Em breve vamos abrir um tópico a parte comentando sobre a ROAST Cafés por aqui. Att, Igor
  49. 11 points
    Além de moer café, agora posso compactar café moído também, no mais alto grau de garbo e elegância . Recebi ontem do Tio @Gilberto, nessa embalagem estilosa (porém, não sei por quê, quando peguei o cilindro pensei "Cazzo, ele me mandou um vibrador!", mas não, era o meu muito aguardado Tamper Dinamométrico Bravo). Quando contei para minha esposa que recebi o meu Tamper Dinamométrico Bravo, ela perguntou se agora eu iria finalmente poder consertar a pia do banheiro dos fundos . Mulheres... O meu demorou um pouco mais porque o Gilberto mais do que gentilmente fez ele sob medida para mim. Fora estar nas cores de sua linha profissional de equipamentos (me falou que não é para todos que ele pode fazer nessas cores, portanto nem peçam), ele fez nos EXATOS 53,1 mm que eu pedi. O meu tamper original da Aram tem 53,1 mm de diâmetro, e entra perfeito na cesta, e sendo na mesma medida, o Tamper Bravo também entra justo, sem acontecer de "escapar" pó pelas bordas. Em termos de uso não tem o que comentar, é despejar o pó na cesta, dar umas batidas para espalhar e compactar. Acerto de 100% toda vez. A Forbes recentemente publicou um estudo comparando o sucesso pessoal de homens de meia idade com o tamanho do seu tamper, e como podem ver, eu subi na vida. Fora que com o Tamper Dinamométrico Bravo (rola na língua, não?) acabou a possibilidade de erro na hora da compactação. Além disso é lindaço. Em suma: é fundamental ter um? Não, o Bravo Mini produziu muito mais impacto nos meus cafés. Mas para aqueles que estavam se batendo com a compactação, é fodástico. No meu caso não fez muita diferença, pois não precisei nem ajustar a moagem no BM para ter a mesma crema nos shots, mas é MUITO melhor de usar do que o original. É mais rápido e mais ergonômico. O @Gilberto arrasou de novo.
  50. 11 points
    @Henrique - RJ, algumas dicas se vc tem intenção de desenvolver sua percepção sensorial dos cafés: - Quanto maior a concentração da bebida, mais difícil perceber as notas sutis de cada grão. Eu adoro espresso, mas quando é pra avaliar um café e tentar descrever suas notas, eu faço cupping ou coado. Não é atoa que os especialistas avaliam os cafés no cupping com razão de extração próxima de 5%. - O espresso é de longe o método mais difícil de conseguir o resultado ótimo pro grão, depende muito de equipamento (principalmente moedor) e pequenas variações nos ajustes fazem uma grande diferença no resultado final. Mais outro motivo pra tentar métodos filtrados. - A percepção de sabores funciona na base de comparações. É fácil perceber a doçura (e outras notas) de um café quando comparado com outros, especialmente ao mesmo tempo. Uma solução barata pra isso que uso muito com visitas não acostumadas com cupping, é um kit de melitta 100. Sempre coloco um pó de café queimado de supermercado pra fazer o contraste e evidenciar as qualidades do especial.
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