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Showing most liked content since 01/17/2017 in all areas

  1. 25 points
    Bastante tempo sem escrever, ainda que de longe, periodicamente dando uma espiada no forum. Desta perspectiva (mais afastada), observei uma tendência a postagem de afirmações e opiniões muito subjetivas e de “verdades absolutas”, “indiscutíveis”, frequentemente equivocadas e que, além de nada acrescentar confundem e levam pelo caminho equivocado aos menos experientes, dificultando e atrasando o aprendizado. Acredito que a maior parte destas “fake news” é involuntária, fruto do desconhecimento ou do deslumbramento das primeiras descobertas, achando ter encontrado o Santo Graal do café perfeito. Outros posts des-informativos, afortunadamente menos numerosos, são por conta de agendas próprias, que tentam vender “seu peixe”. O problema é que todos os posts tem um mesmo peso, o iniciante não consegue distinguir o joio do trigo, e desde que os pontos básicos dos principais assuntos concernentes a este forum foram descritos faz tempo, e “arquivados” como informações básicas, acontece que os posts que mais aparecem são os dos novos participantes (que muitas vezes não leram, não testaram ou simplesmente não entenderam o recado) e que colocam, frequentemente, com muita (falsa) “segurança” “verdades” subjetivas que assim são aprendidas pelos recém chegados. Muitos dos participantes que mais tem contribuído, são profissionais habituados ao método científico, que corretamente colocam suas experiências e observações dentro dos seus limites experimentais , explicando que o resultado descrito é valido somente nestas condições (estes grãos, moedor, método de preparo, temperatura, grau de torra, etc.), enquanto outros, sem estes conhecimentos, tendem a fazer afirmações gerais, que não se cumprem em condições diferentes. Eu sei o mal que estas “fake news” podem provocar. Já quebrei uma máquina por conta de informações equivocadas, quando iniciei a participar em fora de café, e levei bastante tempo para aprender a distinguir os participantes que sabiam do que falavam e os que não. Vejo com pesar, que diversos participantes que muito contribuíram para estes fora, deixaram de postar ativamente, imagino que muitos por ter esgotado o tema, porém outros possivelmente cansados de ter de corrigir conceitos equivocados e participar de discussões improdutivas. Fico feliz também de ver que vários valiosos colegas perseveram no “apostolado” continuando a desenvolver, aprimorar e divulgar os conhecimentos sobre este tema. Em síntese, um conselho aos recém chegados ou menos experientes: antes de adotar uma informação verifiquem que esta é realmente confiável, e seja modesto e objetivo ao postar sua experiencia, ninguém é dono da verdade.
  2. 24 points
    Galera, já empacotamos quase todos os cafés. Devemos finalizar amanhã cedo, e então começamos a montar as caixas e enviar os pedidos nos correios. Vamos dar prioridade pros pedidos que possuem cafés torrados, mas a esperança é despachar tudo amanhã. Já os envios coletivos e demais pedidos por transportadora, que são recolhidos mediante agendamento, preferimos agendar pra segunda cedo. Decidimos focar amanhã nas caixas dos correios por conta do atraso que infelizmente eles costumam apresentar nessa época do ano. À medida que formos enviando os pedidos, vamos atualizando no site com os códigos de rastreio. Pra quem tá na dúvida se a gente tá empenhado da tarefa, vai um timelapse de umas 5h hoje... e sim, sim... tem uma pausa pro café, mas é pra aumentar a eficiência do trabalho
  3. 22 points
    Agora que passou a correria da Compra Coletiva, dá pra contar um pouco da última aventura que arrumamos por conta do café. Todos os cafés dessa CC são das Matas de Minas ou de locais próximos. A Roast também anda fazendo negócios na região. Então foi pra lá que saímos na sexta dia 01/12 bem cedo pra fazermos o seguinte trajeto em 3 dias (ou pelo menos era a ideia): A: BH / B: Araponga / C: Santa Margarida / D: Coletivo Café (Venda Nova do Imigrante) / E: Guaçuí / F: Pedra Menina / G: Alto Caparaó Saímos de BH debaixo de chuva, que seria nossa companheira de viagem por boa parte do tempo. A primeira parada, depois de umas 7h na estrada, foi Araponga, estrela da vez nos concursos nacionais. Fomos recebidos pelo Paulo Henrique, seu pai e outros parentes, no escritório/laboratório de torra/tulha que a família tem na cidade. O gente boa estava acabando de preparar umas mesas de prova pra gente com cafés deles e outros produtores da região: Igor e Paulo Henrique no laboratório de torras Encontramos lá ninguém mais ninguém menos que Leo Moço, também aguardando pra provar os cafés. Fizemos duas rodadas de prova, e ficamos bem satisfeitos pelo lote 3 que havia sido escolhido pra CC, já que ele realmente estava dentre os melhores (o que veio a se comprovar quando ele ganhou o 3o lugar CD das Matas de Minas pela Emater). Tivemos a oportunidade de provar novamente o campeão do Coffee of the Year, que estava no nome da mãe do Paulo, a Sandra. Que cafezão!! Botamos as duas sacas do lote 3 no porta-mala, nos despedimos, e partimos rumo a Santa Margarida, sem saber os desafios que nos aguardavam na estrada. O caminho que fizemos passa por cima da Serra do Brigadeiro, e os cenários que apreciamos chegando na serra é dos mais bonitos que já vimos nessas nossas aventuras cefeinadas! Bate de frente com os vales do Caparaó! A foto aí não faz jus ao que a gente viu, quase não deu pra sair do carro por conta da chuva… mas é o que tem: Cenário próximo à Serra do Brigadeiro Depois de apreciar as paisagens tivemos que encarar já no escuro uns trechos beeem complicados de estrada de terra. Pra minha sorte o Igor tem experiência em trilhas um tanto mais difíceis, hehe. O registro na manhã seguinte mostra o estado que ficou o carro, causando essa cara de desgosto do gato Resultado do rally para Santa Margarida Chegamos bem tarde em Santa Margarida, e por mais inconvenientes que nos sentíssemos, fomos super bem recebidos pelo casal de produtores Rosângela e Eliéser! Nos hospedaram no improviso mas com um conforto pra ninguém botar defeito! Eu e o Igor com a Rosângela e Eliéser em sua propriedade em Santa Margarida Na manhã seguinte conhecemos rapidamente a propriedade, e foi muito legal ver o esforço que eles têm feito nas últimas safras pra produzirem cafés de qualidade. Terreiro suspenso na propriedade da Rosângela e Eliéser: uma das ferramentas usadas na busca por qualidade Como era uma quantidade maior de sacas que o casal iria nos fornecer, não teria como levar no nosso carro. Então combinamos a forma de entrega das sacas e partimos para Venda Nova do Imigrante, para participarmos de mais uma edição do Coletivo de Portas Abertas, no Coletivo Café, espaço super legal do pessoal do Have a Coffee. Este ano o evento foi bem mais completo, contando com vários cursos e palestras, rodadas de negociações, barracas com comidas variadas, etc. Encontramos com vários conhecidos, experimentamos cervejas artesanais da região, assistimos uma palestra da Raposeiras sobre torra de prova… Palestra da Isabela Raposeiras no Coletivo Café sobre torras de prova … e participamos das mesas de cupping para negociação: Uma das rodadas de prova e negociação no evento do Coletivo Café Os microlotes dos cafés provados (entre 15kg e 2 sacas) estavam sendo arrematados por valores pré-definidos pelos produtores, com um pequeno acréscimo a ser revertido para os custos do evento. Arrematamos uma saca de um pequeno produtor de Pedra Menina para a Roast. Já de noite, saímos numa chuva leve rumo a Guaçuí, pra encontrar com nosso amigo @dessidepaula. Mais uma vez lidando com estradas não muito favoráveis, chegamos bem tarde. Mas de qualquer forma, fomos recebidos de braços abertos pelo Leandro. Acordamos com uma mesa de café da manhã cinco estrelas nos esperando. Em seguida, fomos dar uma volta pelo cafezal pra ver como estava. Propriedade do Leandro Ficamos surpresos ao ver pés de Obatã Vermelho com os frutos ainda acabando de amadurecer em dezembro! E também foi curioso ver no mesmo pé cereja, flor, e frutinhos verdes. Na nossa última conversa com o Leandro, que ocorreu agora logo depois do Natal, ele comentou que esse Obatã V. já foi colhido e está seco. Ficou de nos mandar uma amostras desse café e com toda certeza tem potencial para aparecer por aqui novamente em futuro não tão distante. Cerejas do obatã vermelho, em alguns ramos se misturando com a florada da safra seguinte Voltamos da caminhada e fomo nos divertir no Probatino novinho em folha do Leandro. Fizemos vários batches, a maioria de cafés dele mesmo, e alguns de amostras que tínhamos ganhado na viagem. Torrando alguns batches no Probatino Logo em seguida já fizemos um cupping de alguns batches, e mesmo recém-torrados deu pra ver o potencial dos cafés do Leandro, e como o esforço em produzir melhores cafés está dando resultado, mesmo com tão pouco tempo. Após o almoço, o Leandro nos honrou com um convite: nessa nova fase que ele, a família e a fazenda estão vivendo no ramo de cafés especiais, ele está plantando árvores no pomar da casa como símbolos dos novos vínculos que ele está formando com pessoas do ramo. Então fomos convidados para plantar duas mudas que vão representar esse nosso laço de amizade, o trabalho que estamos realizando conjuntamente, e os projetos futuros que vamos construir. Igor e Leandro plantando uma muda como símbolo do vínculo que o café especial criou entre nós Três gerações de produtores: duas de fato, e uma estamos na torcida pra assumir o legado do pai Nos despedimos, pra seguir até Pedra Menina. Foi este o trecho mais complicado da viagem, pois saindo de Guaçuí tivemos que passar em algumas estradas bem complicadas por conta do grande volume de chuva durante a noite anterior. Em uma subida mais difícil eu tive que descer do carro pra empurrar, com lama até a canela, kkkk. Em alguns trechos, mesmo asfaltados, a estrada estava bem obstruída: Um dos muitos deslizamentos na estrada Finalmente chegamos em Pedra Menina e fomos direto pra Cafeteria Onofre, da família Abreu de Lacerda. Encontramos com o Afonso, já nos aguardando, além de muitas outras pessoas entre parentes e visitantes, já que a cafeteria sempre anda muito movimentada. Entre os visitantes com quem conversamos estava a Georgia do Lucca Cafés de Curitiba, o professor João Batista Pavesi (orientador da Caparaó Jr., empresa júnior do curso de Tecnologia em Cafeicultura, do IFES, que está fazendo um trabalho super legal com os produtores na região), e um grupo de jovens amigos moradores da região pra quem demos umas dicas sobre cafés especiais e torrefação doméstica. Mais uma grata visita ao Afonso e à família Abreu de Lacerda Depois de bater muito papo, sempre acompanhado de um cafezinho, e quando vimos que não ia demorar pra escurecer, carregamos o carro com as 3 sacas do lote do Afonso da CC e partimos para Alto Caparaó. Desta vez o Igor tinha um novo copiloto: Novo copiloto do Igor. Não gostou muito não… diz que ele era um saco! Isso já era no final da tarde de domingo. Não tínhamos mais cafés para pegar, mas queríamos muito passar em Alto Caparaó, e queríamos evitar fazer a viagem toda de volta pra BH de noite com chuva. Resolvemos então que iríamos dormir numa pousada em Alto Caparaó e voltar pra BH no final da manhã de segunda. Ao chegar em Alto Caparaó, deixamos nossas coisas na pousada e fomos encontrar com a produtora Carlizany. Fomos super bem recebidos por ela e sua família, apesar de já ser tarde. Fomos servidos com um cafezinho excelente, e a conversa estava boa e se estendeu até quase meia noite. Ouvimos os relatos sobre os esforços recentes da família para produzir cafés de qualidade, as participações nos concursos, e as dificuldades que eles enfrentam. O Tino apareceu por lá também, ele é da família do marido da Carlizany, e nos oferecemos para preparar o café dele que tínhamos levado. Foi unanimidade, todos reconheceram o potencial do café. Eles nos contaram como nos últimos anos o Tino tem alternado como campeão do concurso do Alto Caparaó com outro produtor da região, o Zé do Alexandre. Quando perguntamos pro Tino sobre possível fermentação do lote que compramos, ele confirmou o fato e nos explicou sobre o processo: os cerejas da colheita seletiva ficavam armazenados em sacos fechados no cafezal ao longo da semana à medida em que eram colhidos, e somente no sábado eles desciam o morro com os sacos para despejar tudo no terreiro. É um procedimento arriscado, mas que no caso dele acabou dando um ótimo resultado, provavelmente por conta da alta altitude dos talhões e do clima ameno da região. Nos despedimos e ficou combinado que encontraríamos com o Marcos, marido da Carlizany, na manhã seguinte bem cedo. Como combinado, o Marcos nos pegou na pousada segunda cedo e fomos fazer uma visita na propriedade do Zé do Alexandre, já que a Roast garantiu algumas sacas de seu lote campeão do município e gostaríamos de conhecê-lo. Ele nos recebeu de braços abertos, mesmo que não tivéssemos marcado a visita, e o papo foi bem interessante. Visita à propriedade do simpático Zé do Alexandre Fomos depois nos encontrar novamente com o Tino pra pegar umas amostras de outros lotes interessantes que ele colheu nesta safra. Aproveitamos para registrar o momento nessa foto que merece até ser emoldurada Expressão da felicidade que lidar diretamente com o produtor nos traz Voltamos pra pousada para tomar um café da manhã rápido, juntar nossas coisa, e partir pra BH. Depois de tantos momentos gratificantes, novos vínculos com produtores, e aprendizado, tivemos que encarar 11h na estrada por conta de desvios e retornos que tivemos que fazer pra evitar alagamentos e acidentes. Sim, aquela volta gigante no mapa passando por Ipatinga é o que realmente fizemos, pra fugir de Rio Casca que estava inundada. Chegamos em BH umas 22h bem cansados, mas com a imensa satisfação pela missão cumprida.
  4. 22 points
    Salve pessoal, estamos trabalhando feito uns malucos nesses últimos dias. Temos muita coisa pra resolver, mas independente disso vamos tirar um tempo para atualizar o tópico para vocês! Um dos cafés já está com a gente, o café do Tino, resta então buscar os outros 5 cafés. Vamos este final de semana sentido Venda Nova do Imigrante buscar o que está faltando. Com isso os prazos continuam os mesmos!!! Tudo certo por enquanto. Quanto aos valores finais, já fizemos e refizemos várias contas aqui e no fim, infelizmente, tivemos que colocar um pequeno acréscimo no valor final, vou explicar para vocês. Como o volume de café aumentou significativamente desde a a última CC, precisaremos contratar mais uma pessoa para ajudar a fracionar os cafés. Para pagar as diárias do novo ajudante colocamos um pequeno acréscimo. Sei que já estão todos mais ou menos acostumados com as contas que fazemos, mas como prezamos pela transparência, gostaríamos de passar tudo mais uma vez com vocês. Vamos usar como exemplo um café que o valor da saca custa 1500 reais e o valor do FRETE+ICMS R$120,00. É o caso de três cafés desta CC: Tino, Afonso e Paulo Henrique. Observe o esquema: Vamos fazer um passo a passo agora para que entendam melhor. Para o café VERDE: Dividimos o valor da saca por 60: 1500/60 = 25 Somamos a taxa administrativa (onde o frete já está incluso): 25 +11 = 36 (este é o valor para pagamento no depósito bancário) Acrescentamos o valor para pagamento no cartão, que é de 5,5% (que representa 5,8% real): 35*1,058=38,09 Para o café TORRADO é um pouco mais complicado, mas vamos lá: Acrescentamos ao valor da saca o Frete + ICMS: 1500+120 = 1620 Dividimos o valor total por 60: 1620/60 = 27 Somamos os 10 reais que pagamos por kg para torrar: 27+10=37 Multiplicamos tudo por 1,25, o que representa 20% por dentro: 37*1,25 = 46,25 Acrescentamos o valor das embalagens, caixas, impressão, etiqueta: 46,25 + 10 = 56,25 Acrescentamos o valor da taxa administrativa da CC: 56,25+21 = 77,25 (aqui está o valor no kg para pagamento por depósito bancário) Acrescentamos o valor para pagamento no cartão = 77,25 *1,058 = 81,73 Aqui fazemos algumas observações. Em (4) trabalhamos com uma perda de 20% porque há a necessidade de desenvolver um perfil de torra para o café. Isso gera uma perda, ainda mais caso algo dê errado. Em hipótese alguma isso significa que o café vai perder 20% durante a torra (o que daria um café carbonizado). Além disso, como pagamos para torrar no kg do café verde, é necessário multiplicar o valor da torra pelo mesmo multiplicador para obter o preço final da torra. Os pedidos serão abertos no dia 04 de dezembro (segunda feira que vem) às 23:55 no site: www.comprecoletivo.iluria.com.br Qualquer dúvida, comentário, sugestão ou reclamação estamos a disposição. Grande abraço, Igor e Luís
  5. 22 points
    Estava devendo compartilhar aqui no fórum os planos do suporte que eu fiz para o Bravo Mini. Parafraseando o Gil, "vamos lá"! Fiz em compensado, bem simples. Foi desenhado para a minha necessidade que era de prendê-lo na bancada da minha cozinha americana. Pensei em prender na lateral, ficando assim numa posição boa para eu girá-lo. A ideia de fazer o suporte surgiu da vontade de diminuir o esforço na moagem. Mesmo que não seja tão duro assim, é algo que me incomodava. A solução de adaptar a furadeira não se mostrou muito prática, já que precisa ficar com a furadeira sempre por perto, precisa usar o adaptador. Por isso, pensei no suporte. Quando planejei, a maior dúvida era como travar o moedor no suporte, já que o corpo do moedor é cilíndrico e bem liso. Pensei em fazer com algum tipo de braçadeira, mas nada que eu pensava ficava bonito. No final, fiz dois anéis de madeira, um com a o diâmetro igual do corpor do moedor e outro com diâmetro um pouco maior. Eu havia pensado em colocar um anel de borracha entre o suporte e o moedor, para que desse a fricção necessária para segurar o moedor durante a moagem. Não precisou de nada disso. O anel inferior ficou justo o suficiente e o moedor trava sozinho ali. Não risca, é fácil de tirar e colocar. Já postei aqui esse vídeo, mas vai de novo para ficar organizado: Fiz o projeto no SketchUp, segue o link para download: http://ge.tt/8N7nWbl2
  6. 21 points
    Salve amigos amantes da torra doméstica, neste tópico vamos compartilhar com vocês tudo do processo de torra dos cafés da Compra Coletiva e aproveitamos também para abrir um espaço exclusivo para que as discussões sobre como torrar esses cafés ocorram. Pra começar, temos muita coisa pra compartilhar, o processo para o café chegar torrado na casa de vocês foi muuuito longo. Para não nos perdermos nessa discussão e para tornar o texto mais organizado, vamos deixar cada assunto bem separadinho. Nossa ideia é a seguinte. Neste post vamos escrever sobre o processo para desenvolver os perfis de torra e sobre as dificuldades que enfrentamos e como conseguimos superá-las. Vamos falar ainda sobre como foi torrar esses cafés e passar algumas orientações para ler os logs que vamos compartilhar. Somente em um segundo momento é que vamos compartilhar os perfis que escolhemos para cada café e comentar sobre a razão das escolhas que fizemos. Além, é claro, de contar um pouco sobre algumas peculiaridades de cada grão. Modelando os Perfis de Torra: A rotina para desenvolver os perfis que utilizamos para cada um dos cafés foi a seguinte: 1- Fazer uma torra de prova: Utilizamos o Ikawa para fazer as torras de prova. Como o Ikawa é super ágil para torrar, conseguimos desenvolver mais de uma curva de torra com ele para cada café, o que acabou ajudando bastante. Mas caso não tivéssemos um Ikawa em mão, uma torra de prova neste momento já seria o suficiente, uma vez que nosso objetivo é conhecer o café. 2- Provar os cafés: Em um segundo momento montamos uma mesa de prova com todos os cafés torrados e fazemos uma rodada de cupping. Neste momento nosso objetivo é observar quais são os traços sensoriais de cada café. Mesmo já conhecendo os cafés, pois já havíamos provado todos, gostaríamos de saber se os cafés que chegaram correspondem realmente às amostras que provamos anteriormente. 3- Modelar a torra: Aqui é parte mais complicada e que exige mais experiência do mestre de torras. Vamos dar uma pincelada somente e depois podemos voltar nesse assunto caso vocês queiram. Bem, uma vez que já conhecemos os cafés e já sabemos o que queremos destacar de cada um, precisamos tomar decisões sobre como vamos modelar as torras. Essas decisões são orientadas basicamente por dois fatores: pelo sensorial que já foi analisado pela torra de prova (e por outras torras quando necessário) e pelas características do grão (umidade e densidade). Em geral, quando um café é muito complexo, com boa densidade e sem defeitos, o caminho que escolhemos é de fazer uma curva muito parecida com uma curva de prova, pois ela tende a destacar tudo o que o grão tem para oferecer, sem “esconder nada”. Quando temos um café menos complexo, com baixa densidade, o caminho geralmente é outro, partimos para uma curva com taxa de variação de temperatura (ou RoR - Rate of Rise) decrescente. Independente do caminho que tomamos, as escolhas que fazemos para modelar nossos perfis de torra são sempre guiadas pela taxa de variação de temperatura (RoR). Isso vai ficar bem mais claro quando começarmos a explicar os caminhos que tomamos na hora de torrar os cafés desta Compra Coletiva. 4- Escolher a temperatura final: Uma vez que já modelamos nosso perfil de torra, ou seja, já sabemos exatamente a forma como vamos torra cada café, daí partimos para a escolha da temperatura final. Neste momento fazemos a torra exatamente do jeito que estabelecemos e tiramos amostras para analisar qual a melhor temperatura final para determinado café. Novamente abrimos o café em diversas xícaras para realizar mais uma rodada de cupping e determinar a temperatura final que queremos para cada café. É incŕivel a diferença que alguns graus trazem na xícara, é possível encontrar dois perfis sensoriais bem diferentes para o mesmo café, com a mesma abordagem, variando somente 1 ou 2ºC na temperatura final. 5- Torrar os cafés: Tudo converge para este momento, onde realizamos a torra planejada. Aqui fazemos a torra da forma como modelamos e finalizamos sempre na temperatura final previamente estabelecida para cada café! A temperatura final é super importante, mesmo que por algum motivo a torra ocorra um pouco diferente do que foi planejado, finalizamos sempre na temperatura final que escolhemos para o café. Dificuldades encontradas: Tivemos uma série de dificuldades, mas todas decorreram de um pequeno detalhe, precisávamos torrar 240kg de café em 3 dias!!!! O torrador que tínhamos a disposição era um Atilla com capacidade máxima para 15kg, mas para utilizar todo seu potencial tomamos a decisão de torrar com 8kg somente, que representa 53% da carga máxima recomendada pelo fabricante. Entretanto, nunca tínhamos torrado com essa capacidade, geralmente fazemos batches de 5 ou de 3kg nesse torrador. Acontece que quando colocamos 8kg no torrador, descobrimos que ele não conseguiria executar, com essa carga, o perfil que havíamos planejado para os cafés anteriormente. Tivemos então que reajustar os perfis e alterar a carga. Isso complicou bastante o nosso trabalho! No fim conseguimos executar os perfis planejados com pequenas alterações, mas tivemos que levar o torrador ao seu limite com as cargas que utilizamos, que variou de 5 a 6kg. Vocês poderão observar nos logs que vamos compartilhar que utilizamos todos os recursos que o torrador oferece. No final desta postagem explico sobre esses recursos passando algumas orientações para leitura dos logs. Além dos recursos do torrador, tivemos que utilizar duas estratégias chaves para atingir nosso objetivo (só lembrando, torrar 240kg de café em três dias): primeiro, utilizamos a temperatura inicial mais alta e bem próxima da temperatura de saída dos grãos, pois assim o tempo de espera entre as torras é menor, otimizando nosso tempo. Segundo, o tempo total das torras não poderia ser muito grande, pois a diferença de uma torra de 10min para um torra de 15min seria realmente um limitante para nosso objetivo. Foi uma experiência extraordinária torrar esses cafés para vocês, mas realmente não sabemos se é algo que pretendemos repetir futuramente. Foi bastante estressante ter que tomar decisões rápidas por conta do curto período de tempo que tínhamos para torrar e o trabalho para realizar as torras foi gigantesco, muito maior do que havíamos pensado. Para que tenham uma noção, contando as torras que fizemos para desenvolver os perfis, foram 48 batches no total! Na terça feira, dia 12/12, passamos 11hrs seguidas torrando. Além disso, fazendo um balanço pessoal das torras, não ficamos 100% satisfeitos com os resultados. Gostaríamos realmente de ter mais tempo para modelar melhor os perfis e principalmente ter mais tempo para realizar as torras com calma. No fim, ficamos ao menos com a satisfação e a sensação que fizemos o melhor que foi possível fazer dentro de todas limitações que encontramos e realmente esperamos que esteja a altura de vocês. Orientações para leitura dos logs. Os eventos que irão aparecer nos logs são os seguintes: Rotação do tambor: toda vez que tem um comentário seguido de “rpm” isso significa o giro do tambor. Exemplo: 65rpm. Controle elétrico do exaustor: é o controle do giro do ciclone, aparece em comentários de alteração do fluxo de ar o intervalo de variação é de 900~2700. Controle mecânico do fluxo de ar: é, em porcentagem, o quanto aberto ou fechado está a válvula borboleta que fica presente na tubulação que liga o tambor ao ciclone que controla o fluxo de ar. Aparece também em comentários de alteração do fluxo de ar, entretanto o intervalo de variação é menor, geralmente de 50 a 100. Chama: é a pressão de gás que está indo para os queimadores. Aparecem nos comentários como GAS e são números que variam de 0 a 33, sendo 33 o limite da máquina, ou seja, 100% de toda carga térmica proveniente dessa fonte. Combinações no início da torra: O primeiro comentário de cada torra contém as informações de entrada, por exemplo, 900/70/50. Isso significa que o giro do ciclone estava em 900, a rotação do tambor em 70rpm e a válvula borboleta estava 50% aberta. Logo em seguida há sempre um comentário sobre a chama de entrada. Por enquanto é isso aí galera. Vamos deixar vocês com algumas fotos agora e daqui a pouco voltamos para contar dos cafés. Ikawa mandando ver nas torras Xícaras sem fim... Provando e provando os cafés. O segredo de uma boa torra está aí. Testando as temperaturas finais. Com o café do paulo avaliamos as temperaturas de 201ºC até 206ºC. Um pouco da nossa rotina de torra, foto sem glamour mesmo para mostra o trabalho. Enquanto um café é torrado, o batch que já esfriou vai sendo embalado. Jogo rápido pra preservar o máximo possível de cada café!!
  7. 21 points
    Agora tenho um cantinho definitivo em casa, só falta mudar a cor da parede, uma iluminação melhor e a base do bravo mini (e outras mil coisas que ainda não descobri que quero)
  8. 20 points
    Salve nação torrefadora doméstica, Seguindo com o roteiro das últimas Compras Coletivas, vamos oficialmente abrir o tópico de consulta. Como sempre, o nosso objetivo neste momento é falar um pouco do trabalho de pré seleção que já estamos fazendo, apresentar os prazos que temos em mente e abrir um canal para escutá-los, onde vocês poderão sugerir produtores que gostariam de ver na C.C. e/ou passar sugestões ou reclamações. É também do nosso interesse utilizar este tópico como termômetro para medir a demanda que vamos ter para a próxima C.C., então é muito importante que se manifestem sobre o interesse ou não de participar, dando uma ideia de quantos quilos desejam pegar desta vez. Para começar, caso não saiba o que é a Compra Coletiva ou caso tenha alguma dúvida sobre o seu funcionamento, sugerimos a leitura do tópico: Compra Coletiva do Clube do Café. Para se inscrever na nossa lista de e-mail onde passamos as novidades da C.C. e avisamos em primeira mão que os pedidos foram abertos, link aqui. Para obter atualizações mais rápidas sobre o andamento da Compra Coletiva e conhecer um pouco melhor os bastidores do nosso trabalho sugerimos que nos sigam no Instagram: https://www.instagram.com/comprecoletivo/ Vamos começar falando sobre novidades. Primeiramente gostaríamos de dizer que é do nosso interesse retomar aquele processo de escolha coletiva dos cafés, algo como foi feito na última compra do ano passado. Isso dá muito trabalho, pois é necessário conciliar as torras das amostras que são feitas aqui em BH com a disponibilidade de cada grupo de pessoas se reunir em determinada cidade para prová-las. Entretanto, como é algo que deu super certo e torna a escolha dos cafés mais democrática, é do nosso interesse repetir essa experiência. Vamos dizer aqui quais são as cidades que esperamos que entrem nesse processo e esperamos que cada lugar eleja um representante para ficar responsável por receber os cafés e organizar um encontro para os membros regionais provarem e escolherem os cafés. Esperamos conseguir atender umas 4 cidades, além de Belo Horizonte, e vamos dar preferência para as localidades que possuem a maior quantidade de membros participantes nas últimas Compras Coletivas. Nossas sugestões: São Paulo; Campinas; Goiânia; Porto Alegre. Agora sobre o funcionamento da Compra Coletiva. Nossa ideia é manter a mesma receita da última vez. Disponibilizaremos cafés verdes e torrados e vamos manter o acréscimo fixo de R$ 10,00 por kg do café verde, assim como o cálculo para o preço final do torrado. Está longe de ser o ideal, sabemos disso, mas na última Compra Coletiva foi a primeira vez que não tivemos prejuízos para que vocês recebessem o café em casa. Nossa ideia sempre foi manter o valor final do café o mais baixo possível e isso continua sendo uma das nossas metas. Com os novos contatos de produtores e, principalmente, com o aprimoramento da nossa capacidade de avaliar café, estamos tendo acesso a cafés com a mesma qualidade e padrão que já estão acostumados na C.C. por preços mais acessíveis. Isso é possível, principalmente, por fugir de grandes produtores, onde pagamos um preço a mais pelo nome da fazenda que vai estampada na sacaria. Nosso objetivo vai ser tentar compensar o valor fixo que acrescentamos por quilo, ao buscar cafés com custo benefício melhor. Claro, mantendo sempre os nossos princípios de negociar direto com o produtor e pagar um preço justo. Passamos ao que interessa então, os cafés. Desde o final da última Compra Coletiva eu e o Luis já estamos fazendo um trabalho de pré seleção de cafés. Nosso objetivo é conhecer o máximo possível de produtores para ter uma boa rede de contatos. Aproveitamos também algumas oportunidades para visitar certas propriedades, estivemos já nas regiões do Sul de Minas (mais precisamente Três Pontas), Chapada de Minas (Capelinha) e Caparaó (várias cidades da região). Já provamos uma grande quantidade de cafés. Inicialmente nossa ideia é tentar trazer para C.C. regiões novas, que nunca foram contempladas, mas isso é algo que depende muito da disponibilidade de bons cafés na época da Compra Coletiva. Gostaríamos muito de poder oferecer cafés das regiões da Chapada de Minas, Mantiqueira e Norte Pioneiro do Paraná, então vamos aguardar o desenrolar dos próximos capítulos. E aliás, se conhecerem produtores dessas regiões, nos avise. A grande novidade com relação aos cafés é uma negociação que estamos fazendo com um produtor para conseguir um lote exclusivo para CdC, ou seja, um café que só a gente vai ter. Em breve devemos trazer mais informações sobre ele. Por fim, vamos falar de prazos. Há basicamente 4 etapas para a compra sair: Pré seleção das amostras: é o que está rolando agora, onde eu e o Luís vamos escolher uns 10 cafés que achamos interessantes para passar para etapa de seleção. Esperamos ter feito a pré seleção até uns 5 dias após o encerramento da SIC, que vai ser onde provaremos uma grande quantidade de cafés candidatos a entrarem na C.C. Prazo para pré seleção dos cafés: até 31/10. Seleção: é a etapa onde os grupos regionais escolhem os cafés que já foram pré-selecionados. Poderão ser 4 ou 5 cafés dependendo da disponibilidade e oportunidades apresentadas. Essa etapa é muito importante que ocorra da forma mais rápida possível, pois uma vez que o produtor coloca o café dele a venda no mercado, é muito difícil convencê-lo a segurar o café por muito tempo. Então precisamos ser rápidos para garantir que os cafés que vamos provar estarão disponíveis para venda ao final do processo. Para tanto já vamos sugerir uma data para que os encontros regionais ocorram para que provem os cafés, no final de semana do dia 10/11. Vamos colocar o prazo para a seleção dos cafés até 12/11. Negociação com os produtores e envio das sacas: esse é um período demorado, em geral os produtores pedem alguns dias para enviar os cafés e precisamos contar com tempo que gastam para chegar até a gente. Esta é a etapa mais difícil de estimar prazo, pois caso um café atrase, ele atrasa a compra coletiva inteira. Vamos trabalhar para que todos os cafés estejam com a gente até o dia 01/12. Fracionamento dos cafés, torra e envio: Esse processo não costuma atrasar muito, uma vez que os cafés estão aqui tudo só depende da gente. Prazo para finalizar os envios: até 15/12 Sabemos que essa época de fim de ano é complicada para os correios e está longe de ser o ideal. Contudo, para termos uma maior variedade de cafés disponíveis, conseguindo fazer duas compras coletivas no espaço dos 7 meses do ano onde é possível comprar cafés da safra atual, essa é a solução. Para driblar a questão dos correios, podemos sempre trabalhar com transportadoras. Inclusive vamos correr atrás para que nesta Compra Coletiva seja possível enviar o café por transportadora para as regiões do Norte e Nordeste. É isso pessoal, aguardamos o retorno de vocês e estamos a disposição para tirar qualquer dúvida. Grande abraço, Igor e Luís
  9. 20 points
  10. 19 points
    Voltei para mais uma postagem, 4. Catuaí Vermelho Natural - Afonso Lacerda Esse é um velho conhecido nosso, o famoso café da super premiada Faz. Forquilha do Rio. Este café dispensaria apresentação, mas acontece que ele também tem história. Então senta que lá vem história… O caso deste café começa em novembro de 2016, há um ano atrás. Afonso mandou pra gente três amostras, duas de um Catuaí Vermelho (natural e CD) e uma de um Caparaó Amarelo natural. Torramos essas amostras como de costume e fizemos a primeira prova. Na hora ficamos loucos com o Catuaí Vermelho natural dele (ao qual vamos nos referir a partir de agora como CV2016)! Era um café incrível, floral, frutado, acidez intensa, boa doçura, corpo licoroso e finalização duradoura… completinho! Bem, acontece que quando ligamos para o Afonso para reservar o café, ele havia acabado de vender o lote inteiro, foi uma decepção. No fim ficamos com o Catuaí Vermelho CD, que era um cafezão, mas não tão bom quanto o seu irmão natural. Voltamos a narrativa para 2017 agora. Em agosto deste ano fizemos uma viagem para a região do Caparaó e tiramos um tempo pra passar novamente lá em Espera Feliz e visitar o Afonso. Na época ele estava viajando e fomos recebidos pelo seu irmão, José Alexandre. Ele nos contou que não gostam muito de fazer café Natural, pois dá muito trabalho. Além disso, comentou que não estavam pensando repetir o CV2016. Aqui vale a pena abrir um parênteses, como são extremamente cuidadosos com a questão da colheita e pós colheita, eles sabiam qual foi o talhão que CV2016 foi colhido e assim, reproduzindo o processo de secagem no café colhido desse talhão, daria para “repetir e fazer o mesmo café” em 2017, ou seja, daria para ter um café com um resultado na xícara muito semelhante. Bem, mas eles reproduziram esse café pra gente e o resultado é o que todos provaram na amostra DHC. Vamos pegar 3 sacas desse café e ele deve ser exclusividade do CdC. Segue resumo: DHC - Catuaí Vermelho Natural: Esse café já te ganha no aroma enquanto está verde. É um dos cafés verdes mais aromáticos que já passaram nas nossas mãos. Torrado o aroma ainda é a primeira coisa que lhe chama atenção!! Na xícara um leve floral, bebida frutada, acidez intensa, doçura alta e corpo licoroso. Na finalização uma leve nota que te faz lembrar que se trata de um café natural que sofreu uma leve fermentação espontânea enquanto secava no terreiro. Valor da saca deste café é R$ 1500,00 e pegamos 3 sacas, pois não queremos que ninguém fique sem esta preciosidade. Pra finalizar duas fotos dessa nossa última visita a Faz. Forquilha do Rio: José Alexandre, eu e o Luís (em uma das raras fotos que saímos juntos). Ao fundo os vários troféus que já ganharam. José Alexandre separando uma amostra de um café que poderá virar história... isso aí já e cenas de um próximo capítulo da nossa parceria... Aguardem.... Agora é com o Luís, ele vai vim contar um pouco dos dois últimos cafés! Att, Equipe Compra Coletiva
  11. 19 points
    Salve pessoal, voltamos a discutir as questões das torras mais pra frente, que tal? Pra atualizar o tópico gostaríamos de fazer um relato do que foi feito nesses últimos dias. Na sexta feira e no sábado torramos as amostras que recebemos no período de pré-seleção. Foram ao todo mais de 30 batches referentes a 24 amostras com potencial para participar da escolha coletiva. A grande maioria das torras, amostras pequenas com menos de 400g, foram feitas no STC. O restante das amostras, as que possuíam mais que 600g, foram torradas em um Probatino. A abordagem que escolhemos para torrar os cafés foi a mesma e, apesar da dificuldade de adequar um único perfil para todos os cafés, esperamos ter conseguido fazer uma torra justa para todos. Amanhã bem cedo eu e o Luís vamos fazer algumas rodadas de cupping para reduzir a quantidade de cafés que enviaremos, pois não faz sentido que vocês tenham que provar os 24 cafés aí (até porque há várias amostras de uma mesma fazenda, Mantissa, por exemplo, mandou 5 cafés diferentes). Esperamos conseguir reduzir para 8 amostras no final. Estamos super ansiosos, pois não provamos os cafés ainda. Tudo correndo bem, já na parte da tarde enviaremos, por SEDEX, as caixas com as amostras para os representantes locais. Não haverá indicações de procedência das amostras, somente um código de identificação. Vocês deverão prová-las as cegas, assim como eu e o Luís fazemos aqui. Vou entrar em contato hoje e amanhã com os representantes para pegar os endereços e passar algumas instruções. A única notícia não tão boa é que nem todas as amostras que pedimos chegaram a tempo de entrar na fase da escolha coletiva. Estão faltando algumas amostras do PR, BA e ES. Caso essas amostras cheguem ainda durante a semana, eu e o Luís podemos analisá-las e levantar uma discussão sobre a possibilidade de incluí-las. Pra finalizar algumas fotos: STC do mestre Guilherme Torres que trabalhou demais nos últimos dias! Algumas das amostras que torramos no STC. Um dos cafés que recebemos, ficamos assustados com o tamanho do grão.... Peneira 18! Grande abraço, Igor e Luís
  12. 18 points
    Aí o registro do momento temido pelos funcionários da agência do bairro, em que chega um doido em fim de expediente trazendo uma montanha de caixas pra despachar, kkkk
  13. 18 points
    Olá Colegas torrefadores domésticos, já faz mais ou menos um mês que transferi meu cantinho para um espaço exclusivo para torra e laboratório de prova. Se trata de uma sala em um galpão, coisa pequena, mas bem funcional. No espaço novo posso deixar o meu STC montado o tempo todo em um lugar fixo sem ter que ficar tirando e guardando (como fazia antes no meu apartamento). Além disso, há espaço para guardar os cafés verdes e as amostras que chegam (o tempo todo) de cafés para Compra ou Coletiva. Finalmente posso fazer minhas torras com tranquilidade e consigo receber o Luís para fazermos grandes rodadas cuppings. STC montado com o kit EXAUSTOR e a nossa seladora Outra visão da sala com os armários que guardamos nossas tralhas Alguns cafés torrados no STC e a solução que arrumamos para guardar e secar ao mesmo tempo as xícaras de cupping Mesa de cupping com cafés com potencial para entrar na CC Grande abraço, Igor
  14. 18 points
    Esse é o meu cantinho humilde e honesto... Enviado de meu ASUS_X00DDA usando Tapatalk
  15. 18 points
    Me mudei há pouco tempo e fiz um cantinho mais especial pro café
  16. 18 points
    Conseguiiiiiiiiiiiii. Finalmente consegui montar todos , amanhã é só polir e embalar . Amanhã começo o contato pois hoje eu zerei total, rsrsrsrs
  17. 17 points
    Fiquei com preguiça de pesquisar, mas acho que nunca mostrei aqui onde faço minhas bebidas cafeinadas: E aqui é o mesmo local mas quando eu recebo café bom, tipo o que o @Lisboa Santos muito mais do que gentilmente me presenteou: Se prestarem atenção vão notar que infelizmente falta algo aí: um Bravo Mini.
  18. 17 points
    Galera! Todo mundo na expectativa aí? Tenho uma notícia não muito boa, mas espero que compreendam: após precisarmos estender em um dia a estadia nas Matas de Minas, estamos há quase 12h na estrada por conta de alagamentos e acidentes na pista, devemos chegar em BH quase meia noite. Queremos abrir a Compra Coletiva com calma para evitar problemas. Então fiquem ligados, que amanhã anunciaremos a largada oficial, ok? Estamos carregando no carro as últimas 5 sacas que faltavam: 3 do Afonso e 2 do @dessidepaula. O restante já se encontra no nosso quartel general. Além disso, temos muita história pra contar ao longo da semana sobre tudo que vivemos nesses últimos 4 dias, aguardem!
  19. 17 points
    Show!!! Valeu Rodolfo e Rafa pelos relatos!!! Dando continuidade com os cafés!! 2 e 3. Cafés da Rosângela - Natural e CD: Outra estreante na Compra Coletiva!! Tivemos contato com o café da Rosângela na SIC e uma das amostras que provamos lá era super parecida com o café do Juarez da última Compra Coletiva e isso nos despertou uma enorme curiosidade. Nos aproximamos dela e descobrimos que sua propriedade e a do Juarez são separadas somente por um morro, ou seja, são muito próximas. A Rosângela disponibilizou para a gente alguns cafés e os que mais nos chamou atenção foram as amostras que entraram na seleção: UTD e ZFE. Ambos os cafés estão espetaculares e de jeitos distintos. Inicialmente iríamos pegar somente o café da amostra ZFE, entretanto depois de uma conversa com ela descobrimos que o café da amostra UTD é da mesma variedade do ZFE, mesmo talhão e colhidos em datas muito próximas. A única diferença entre eles é que um é NATURAL e o outro é CD. Achamos que essa pode ser uma oportunidade incrível para que vocês possam conhecer as diferenças entre os métodos de processamento provando os cafés lado a lado! Desta forma, a Rosângela vai ser estreante já com dois cafés em uma única Compra Coletiva. É a primeira vez que teremos dois cafés de uma mesma fazenda entrando de uma vez só!! Vamos falar dos cafés então: UTD - Bourbon Vermelho CD: Esse é o despolpado parecido com o café do Juarez da última Compra Coletiva, a diferença está essencialmente no aroma, neste café aparece um floral bem interessante. Na xícara temos um café delicado, com uma acidez cítrica bem elegante, doçura de cana de açúcar e finalização de rapadura. Outro café fácil de beber e que dá vontade de repetir o tempo todo! O valor da saca deste café é R$900,00 e vamos pegar duas sacas dele! ZFE - Bourbon Vermelho - Natural: Um típico natural frutado, com acidez marcante, doçura elevada e corpo médio alto. Na xícara identificamos notas de frutas vermelhas, puxando para Morango. Encontramos acidez cítrica e málica neste café. O valor da saca deste café é de R$1200,00 e pegamos duas sacas dele. Esse foi unanimidade em praticamente todas as cidade! Não é por menos, é um café premiado regionalmente: http://www.portalcaparao.com.br/noticia/25755/concurso-premia-melhores-cafes-de-santa-margarida Pretendemos ir buscar esses cafés pessoalmente e vamos compartilhar essa experiência com vocês. A seguir algumas fotos que a Rosângela nos mandou: Terreiro Suspenso da propriedade Natural e CD secando juntos no terreiro suspenso Próxima postagem é sobre o café do Afonso!! Grande abraço, Equipe Compra Coletiva
  20. 17 points
    Obs: se chegou até aqui e tá perdido, sem saber o que é a Compra Coletiva do Clube do Café, nossa sugestão é que comece as leituras clicando aqui! Salve amigos amantes de um bom café, já divulgamos quais são os cafés que foram os preferidos na Seleção Coletiva da segunda Compra Coletiva de 2017 do Clube do Café, entretanto não divulgamos ainda quais são os cafés que vão realmente entrar. Vamos compartilhar com vocês agora e queremos contar um pouco da história de cada café Antes de mais nada, gostaríamos de dizer que escolhemos 6 cafés desta vez. Isso aconteceu por conta de uma grande casualidade que vou contar adiante. Além disso, a escolha dos cafés foi acirrada e ficamos com a sensação que alguns cafés não poderiam ficar de fora de forma alguma. Os cafés que escolhemos, assim como o valor da saca, são: Amostra GKV - IAPAR - CD - Produtor Leandro de Gauçui/ES - Valor da saca R$900,00 Amostra UTD - Bourbon Vermelho - CD - Produtora Rosângela de Santa Margarida/MG - Valor da saca R$900,00 Amostra ZFE - Bourbon Vermelho - NATURAL - Produtora Rosângela de Santa Margarida/MG - Valor da saca R$1200,00 Amostra DHC - Catuaí Vermelho - NATURAL - Afonso Lacerda de Espera Feliz/MG - Valor da saca R$1500,00 Amostra LSO - CD - Produtor Paulo Henrique de Araponga/MG - Valor da saca R$1500,00 Café do TINO - Natural - Produtor Juventino de Alto Caparaó - Valor da saca R$1500,00 Gostaria de contar um pouco da história de cada um desses cafés e como que eles vieram parar aqui. Como posso acabar escrevendo demais, vou separar a história de cada produtor em uma postagem diferente. 1. Café do Leandro - IAPAR CD: Conhecemos o Leandro (@dessidepaula) no Campeonato Brasileiro de Aeropress por intermédio do Beto e do Lisboa. De lá pra cá nossa relação se estreitou e inclusive já tivemos a oportunidade de visitar a propriedade dele (fotos logo a seguir). O Leandro é um produtor que está começando a trilhar o caminho do café especial, começou esta safra, mas já está mostrando para o que veio! Ambos os cafés que Leandro separou para a gente estavam bem legais. Ele mandou amostra de um Catuaí Amarelo Natural (amostra RFJ) e do IAPAR CD (amostra GKV). O café que entrou na seleção, o IAPAR CD, é um típico despolpado, um café delicado, com uma doçura intensa, corpo alto e acidez cítrica leve e moderada. É um café fácil de beber e os bebedores de espresso tradicionais vão curtir muito!!! Inclusive estamos pensando em fazer nele uma torra específica para espressos. A amostra que o Leandro nos mandou foi basicamente de peneira 17/18 (foto logo a seguir) e combinei com ele de separar as maiores peneiras desse café para gente. O preço da saca do café é de R$900,00 e vamos pegar duas sacas. É uma boa oportunidade para pegarmos um café com um baita custo benefício e ainda ajudar o Leandro com a divulgação do café e do trabalho dele. Eu e o Leandro na propriedade dele em Gaçuí/ES IAPAR CD do Leandro, observem o tamanho do grão, é enorme!!! Já já voltamos para contar dos cafés da Rosângela!!! Grande abraço, Equipe Compra Coletiva
  21. 17 points
    Taí o meu cantinho, simples e singelo... Minha mulher mandou fazer pra mim essa plaquinha imitando o "Fran's Café", no caso "Fer" é referência a meu filho...
  22. 16 points
    Depois de muitas considerações, eu importei uma ECM Classika PID. Vou fazer um post em outro tópico, explicando o processo de forma mais detalhada, mas de forma resumida foi o seguinte. Comprei na Clive Coffee junto com um kit gratuito numa promoção de Thanksgiving. Mandei entregar na Planet Express, que mandou para cá via FedEx International Economy. Gostaria de agradecer e muito ao @Cabral, sem a ajuda dele, essa importação certamente não teria saído do papel. Foram muitas considerações e dúvidas, e ele passou todo o conhecimento dele, não só sobre máquinas, mas como de importação. Essa foi a primeira importação que fiz e tudo deu certo. Agradeço também ao @carlos eduardo, foi ele que me "apresentou" a Classika e também me aturou nas reuniões do CdC durante essas considerações. A Classika da Clive já vem com a válvula joystick, PF naked e um tamper da ECM. O kit essencial da Clive. Pela promoção, veio incluído sem custo adicional.
  23. 16 points
    Salve pessoal, estamos dando um tempo nos pedidos do site, vamos esgotar todos os produtos para que não cheguem novos pedidos. Futuramente podemos colocar os cafés que sobraram disponíveis, mas a prioridade agora é enviar os pedidos já feitos. Hoje vamos começar a calcular o frete para o Envio Coletivo e Transportadora. Assim que o valor é acrescentando ao pedido no site uma cobrança é gerada. Pedimos agilidade para pagar esses pedidos, pois temos que quitar nossas dívidas com os nossos fornecedores. As embalagens tiveram uma atualização agora a pouco e já estão no centro de distribuição do nosso bairro. Estamos na expectativa que vão chegar hoje ainda e já temos um batalhão preparado para começar a fracionar os cafés verdes e montar os pedidos. Paralelo a isso o Luís já está pilotando o torrador no espaço onde torramos. Temos 240kg de café para torrar e vamos fazer isso até quarta feira. Daremos prioridade de envio para as encomendas com café torrado, vamos fazer de tudo para manter o prazo de envio para essas encomendas até o dia 15. Já para as encomendas que só tem café verde não conseguiremos garantir o envio até sexta. Caso seja necessário mudar o endereço de entrega ou a forma de envio entrem em contato pelo site da CC por favor. Por fim, gostaríamos de agradecer a todos os participantes da Compra Coletiva. Este ano foi recorde novamente de pedidos. Só para que tenham uma ideia, em 10 horas conseguiram esgotar 73% dos cafés. Foi algo realmente incrível. Depois vamos voltar para contar mais dos pedidos. Todas as mensagens enviadas no site e pelo email já foram respondidas. Estamos a disposição de vocês para tirar qualquer dúvida. Grande abraço, Igor e Luís
  24. 16 points
    Em primeiro lugar gostaria de agradecer a Equipe Compra Coletiva pela oportunidade de fazermos parte dessa etapa prévia da compra coletiva. Além de muito divertida, essa etapa é repleta de diversão, curiosidade e ansiedade. Ficamos sempre curiosos com as oportunidades que teremos nessa compra. Esse ano recebemos as amostras aqui em Goiânia com um dia de envio de BH pra cá! Fizemos o encontro numa manhã chuvosa de domingo com 5 membros do Espresso Pequi, sendo que 4 deles já haviam participados das outras compras coletivas e uma era novata. Infelizmente ficamos tão empolgados em beber os cafés que esquecemos de fotografar...e um dos fotógrafos profissionais do grupo estava no encontro. Rsrsrsrs. O encontro foi dividido em 3 rodadas, conforme especificado pela equipe compra coletiva. Acredito que essa padronização que foi adotada esse ano facilitou e muito as escolhas e comparações. A grosso modo, a primeira rodada seria dos cafés CD, a segunda dos Naturais e a terceira de naturais de pontuação mais alta que os da segunda. Seria algo do tipo, fomos do mais simples pro mais complexo...entretanto não entendam como os da primeira rodada os piores e os da última como os melhores. Aqui aconteceu o seguinte,a segunda rodada foi a melhor disparado. ZFE, RFJ, ECG e PBM estavam numa briga difícil. Entretanto aqui em Goiânia, a preferência pelo ZFE foi matadora, foi o preferido da segunda rodada, o preferido entre todas as opções e o preferido por todos os presentes. Na terceira rodada, dos cafés "casca grossa", o DHC foi unanimidade entre os presentes. No encontro de Goiânia tivemos 3 unanimidades: ZFE, ECG na segunda rodada e DHC na terceira. Os outros cafés tiveram opiniões e classificações divididas, no sentido de não serem unanimidade. Na segunda rodada, alguns apaixonaram no RFJ e outros gostaram muito do PBM, ou seja agradaram bastante, mas não foram unanimidade entre os presentes. No nosso ranking aqui ficou assim a classificação geral: ZFE, ECG e DHC. Na nossa mesa esses foram os cafés que se separaram dos outros e chamaram nossa atenção. Ficamos muito felizes em saber que o DHC e o ZFE estarão na compra e com certeza vão acabar rápido. Parabéns mais uma vez à equipe da compra coletiva. Foram excelentes escolhas esse ano, vocês estão de parabéns! Até a próxima!
  25. 15 points
    Salve colegas amantes de um bom café, estamos abrindo oficialmente os pedidos para a 2ª Compra Coletiva de 2017. Porém, antes de mais nada, gostaríamos que lessem as informações sobre o funcionamento da Compra Coletiva no tópico a seguir. Algumas coisas mudaram desde a última Compra Coletiva: Vamos para os detalhes desta compra. A primeira grande novidade é que teremos 6 cafés desta vez, sendo que um deles, o café do Leandro, terá uma torra exclusiva para espresso. Além disso, desta vez a torra será executada em um Atilla de 15kg Gold Plus por mim e pelo Luís. Vamos compartilhar todos os logs de torras e abordagens que escolhermos. O que já não é novidade é que temos alguns cafés super premiados nesta Compra Coletiva. O Leandro, a Rosângela e o Tino são ou já foram campeões municipais de suas respectivas regiões e os cafés do Afonso e do Paulo Henrique são campeões do estado. Inclusive o lote que temos do Paulo Henrique é o que ele mandou para o concurso de qualidade da EMATER. Resultado aqui: http://www.emater.mg.gov.br/doc/site/Concurso_cafe_2017/Lista de vencedores Concurso Café 2017.pdf No mais tudo continua no prazo: De 05 ~ 10/12: prazo para participar do envio coletivo. Depois disso a página continua no ar (sujeita a disponibilidade), mas não aceitaremos mais o frete na modalidade Envio Coletivo; 06 ~ 10/12: fracionar os cafés e desenvolver perfis de torra; 09, 11 e 12: dias que vamos torrar os cafés; 15/12: prazo limite para envio dos pedidos. Agora quanto a questão do Envio Coletivo, gostaríamos que já escolhessem um representante para cada cidade, isso agiliza nosso trabalho. Para o Nordeste, infelizmente, não haverá uma maneira de enviar via transportadora, somente Correios. Para a próxima C.C é fato que conseguiremos contornar essa situação. Por fim, gostaríamos de agradecer cada um que contribuiu, de alguma forma, para que a Compra Coletiva ocorresse: Aos produtores que toparam participar desse projeto com a gente, fica nosso muito obrigado!!! Aos colegas que participaram da Seleção Coletiva, valeu por disponibilizarem um pouco do tempo corrido de vocês para ajudar a gente fazer desta Compra Coletiva o mais democrática possível. Aos colegas que sempre nos ajudam compartilhando contatos de produtores, valeu!! E a cada membro que não perde uma Compra Coletiva e que torna tudo isso possível, valeu demais!! O site será liberado às 22:00 do dia 05/12. Para fazer os pedidos: www.comprecoletivo.iluria.com Vamos para o resumo dos cafés: 1- Café do Leandro: O Leandro é um produtor que está começando a trilhar o caminho do café especial, começou esta safra, mas já está mostrando para o que veio! O café que entrou na seleção, um IAPAR CD, é um típico despolpado, um café delicado, com uma doçura intensa, corpo alto e acidez cítrica leve e moderada. Na xicara aparecem notas nítidas de chocolate. Este café terá uma torra exclusiva para ESPRESSO. Vamos destacar na torra as notas de chocolate do café em combinação com seu corpo alto e doçura intensa. Segue resumo: Fazenda Santo Antônio Guaçuí - ES Altitude: 900m Variedade: IAPAR Processo: CD Produtor: Leandro de Paula Valor do kg do café VERDE: R$ 27,40 Valor para 500g do café TORRADO em GRÃOS:R$ 34,00 2 e 3- Cafés da Rosângela: A Rosângela é estreante na Compra Coletiva, mas já chegou dando o que falar!! Tivemos contato com o café da Rosângela na SIC e uma das amostras que provamos lá era super parecida com o café do Juarez da última Compra Coletiva e isso nos despertou uma enorme curiosidade. Nos aproximamos dela e descobrimos que sua propriedade e a do Juarez são separadas somente por um morro, ou seja, são muito próximas. A Rosângela disponibilizou para a gente dois cafés, um NATURAL e um CD. Ambos os cafés estão espetaculares e de jeitos distintos. Inicialmente iríamos pegar somente um deles, mas depois de uma conversa com ela descobrimos que os cafés são da mesma variedade, mesmo talhão e colhidos em datas muito próximas. A única diferença entre eles é que um é NATURAL e o outro é CD. Achamos que essa pode ser uma oportunidade incrível para que vocês possam conhecer as diferenças entre os métodos de processamento direto na xícara, uma vez que são cafés típicos de seus métodos. O Cereja Descascado (CD) da Rosângela: Na xícara temos um café delicado, FLORAL, com uma acidez cítrica bem balanceada e elegante, doçura de cana de açúcar e finalização de rapadura. É um café muito fácil de beber e que dá vontade de repetir o tempo todo! Segue Resumo: Fazenda Carmelito Santa Margarida - Matas de Minas Altitude: 1200m Variedade: Bourbon Vermelho Processo: Cereja Descascado (CD) Produtora: Rosângela Alves Valor do kg do café VERDE: R$ 27,40 Valor para 500g do café TORRADO em GRÃOS:R$ 34,00 Sobre o NATURAL da Rosângela: Um típico natural frutado, com acidez marcante, doçura elevada e corpo médio alto. Na xícara identificamos notas de frutas vermelhas, puxando para Morango. Encontramos acidez cítrica e málica neste café. Segue Resumo: Fazenda Carmelito Santa Margarida - Matas de Minas Altitude: 1200m Variedade: Bourbon Vermelho Processo: NATURAL Produtora: Rosângela Alves Valor do kg do café VERDE: R$ 32,60 Valor para 500g do café TORRADO em GRÃOS:R$ 37,30 4- Café do Afonso Este é um velho conhecido nosso, o famoso café da super premiada Faz. Forquilha do Rio. O café já te ganha no aroma enquanto está verde. É um dos cafés verdes mais aromáticos que já passaram nas nossas mãos. Torrado o aroma ainda é a primeira coisa que lhe chama atenção!! Na xícara um leve floral, bebida frutada, acidez intensa, doçura alta e corpo licoroso e notas de frutas vermelhas. Na finalização uma leve nota que te faz lembrar que se trata de um café natural que sofreu uma leve fermentação espontânea enquanto secava no terreiro. Segue resumo: Faz. Forquilha do Rio Caparaó-MG/ES Altitude: 1.200m Variedade: Catuaí Vermelho Processo: NATURAL Produtor: Afonso Lacerda e Dona Altilina Valor do kg do café VERDE: R$ 37,90 Valor para 500g do café TORRADO em GRÃOS:R$ 40,50 5- Café do Paulo Quem andou acompanhando o Cup of Excellence deve ter reparado que a estrela do momento é Araponga - MG (não confundir com Arapongas - PR)! Não podíamos ficar pra trás nessa tendência, e conseguimos o café do Paulo Henrique Miranda. Ele e sua família tiveram 6 (seis!) (meia dúzia!!!) lotes premiados no Cup of Excellence, incluindo o 2º colocado dos naturais e ainda pegaram o primeiro lugar no Coffee of The Year com a Sandra (mãe do Paulo Henrique). É um café CD que traz os traços sensoriais das Matas, mas muito mais! Possui várias camadas de sabor, com destaque para uma doçura muito intensa. No aroma aparece rapadura e na xícara caramelo. Aliado a isso uma acidez elegante, marcante, mas que não aparece em primeiro plano e um corpo alto. Segue resumo do café: Sítio Caminho da Serra Araponga - Matas de Minas - MG Altitude: 1.200m Variedade: Catucaí Vermelho Processo: CD Produtor: Paulo Henrique Miranda Valor do kg do café VERDE: R$ 37,90 Valor para 500g do café TORRADO em GRÃOS:R$ 40,50 6- Café do Tino Seu Tino (Juventino) é uma figura já conhecida no cenário de cafés especiais, já esteve em posições de destaque em vários concursos passados. A propriedade na qual o Tino traballha (Sítio Recanto dos Canarinhos) fica em Alto Caparaó, e esse café é um catuaí vermelho colhido a 1340m. Na xícara aparecem notas de frutas maduras, lembrando mirtilo e ameixa, corpo licoroso (levemente alcoólico) e uma especiaria bem interessante, puxando para canela. É um café complexo e diferenciado! Vamos para o resumo do café: Sítio Recanto dos Canarinhos Alto Caparaó - Caparaó Altitude: 1340m Variedade Catuaí Vermelho Processo: Natural Produtor: Juventino Valor do kg do café VERDE: R$ 37,90 Valor para 500g do café TORRADO em GRÃOS:R$ 40,50 Obs: Não está incluído nos valores acima o valor do frete para a sua localidade. Para pagamentos por Depósito Bancário, onde as taxas de serviços da operadora de Cartão de Crédito não se aplicam, há um desconto de 5%. As instruções para pagamento serão disponibilizadas no checkout do site. • Prazo para postagem dos pedidos: até dia 15/12! Por fim, visitamos todos os produtores e vamos contar as histórias dessas visitas em um tópico que abriremos em breve. Até lá, deixamos como registro uma foto nossa com o Tino, o cara é uma figura (e super fotogênico). Um grande abraço, Igor e Luís
  26. 15 points
    Este é o distribuidor Bravo, a eficiência de um distribuidor é questionável, nos testes do Socraticoffee os resultados foram piores usando os distribuidores de que sem o uso dos mesmos, neste tempo que tenho usado percebi que a eficiência está ligada à regulagem de profundidade do mesmo, se acertada ele é eficiente. o Bravo se autorregula, ele alcança o bolo e afunda com seu peso, desta forma a reorganização do pó é eficiente, as pás foram feitas para jogar pó para as beiradas quando girado no sentido horário e jogar para o centro e alinhar o bolo quando girado no sentido anti horário, depois de extraído se percebe que tem bastante pó nas beiradas e que talvez pudesse até ter um pouco mais no centro, mas só o tempo poderá dizer se deverei redesenhar as pás. O valor desta primeira remessa é de R$ 250,00, e deve subir para a próxima.
  27. 15 points
    O meu cantinho (na area de serviço) recebeu alguns upgrades do mestre Torres: um exaustor para o STC, e o STC agora tem um motor brushless, novo tambor, resistência 220V entre outros melhoramentos. Ficou show!
  28. 15 points
    Salve galera, já que esse ciclo de postagens está encerrado, vamos falar de prazos agora. Antes disso, gostaríamos de publicar uma errata. O café da amostra LSO é um CD e não um natural conforme havíamos informado lá em cima. Editamos as postagens, mas a primeira imagem da tabela com os cafés ficou errada ainda. Prazos então!! No próximo final de semana vamos viajar sentido Matas de Minas, vamos buscar os cafés que estão faltando pessoalmente e aproveitar para tirar bastante foto dos bastidores para trazer para vocês, pois sabemos que isso é importante!!! Assim, uma vez que já estivermos de volta e com todos os cafés disponíveis, iremos abrir os pedidos. Enquanto os pedidos estiverem rolando já vamos fracionando os cafés e nos dias 11, 12 e 13 vamos torrá-los. A torra será executada pela gente mesmo e teremos uma consultoria do mestre de torras Eystein Veflingstad, que estará aqui com a gente para ministrar um curso particular de torra nos dias 6, 7 e 8 de dezembro. Vamos compartilhando tudo com vocês por aqui e no instagram da Compra Coletiva (@comprecoletivo). Esperamos conseguir enviar tudo até o dia 15 de dezembro!! Segue esquema simplificado com os prazos: 1~3 de dezembro: viagem para buscar os cafés que estão faltando; 4 de dezembro: às 23:55 (horário de Brasília) abertura dos pedidos no site: www.comprecoletivo.iluria.com.br ; 6~8 de dezembro: curso com Eystein e desenvolvimento dos perfis de torra para os cafés; 10 de dezembro às 23:55: encerramento do prazo para pedidos dos café torrado no site; 11~13 de dezembro: torra dos cafés da CC; 15 de dezembro: data limite para envio das encomendas. É isso aí pessoal, qualquer dúvida estamos a disposição. Grande abraço, Equipe Compra Coletiva
  29. 15 points
    Minha primeira extração Naked, rsrsrsrsr Isto graças ao LIPE que me presenteou ( pelo menos não paguei, xiiiiiiii, será que era para pagar ? ) com um Porta Filtro Naked, pois estava falando sobre o alinhador, que achava que não estava canalizando mas não tinha certeza, pois certeza mesmo só com o naked, ai ele me envio um Naked. Preparado, e embora eu confie no alinhador, fiquei naked também para não sujar a roupa e assim saiu :
  30. 15 points
  31. 14 points
    Chegou minha base, qualidade excepcional e muito bonita, valorizou mais ainda o cantinho Enviado de meu MI 6 usando Tapatalk
  32. 14 points
    Senhoras e senhores, entre torras de prova, transporte de sacas, divisão em embalagens e muitos outros trabalhos, conseguimos finalmente fechar os fretes, inclusive os seguintes casos: Envio coletivo Envios grandes individuais Mudança para sedex Se alguém ainda continuar com algum problema para pagamento do pedido, favor entrar em contato através do atendimento do site. Me despeço com uma extração do nosso café torrado para espresso, o Iapar do @dessidepaula. Dava pra alongar mais um pouco a extração, mas ficou bem bom
  33. 14 points
    Salve pessoal, neste último final de semana, conforme planejado, o pessoal do Clube do Café das cidades de Belo Horizonte, Campinas, São Paulo, Goiânia e Porto Alegre se reuniu para provar 10 amostras pré-selecionadas que eram candidatas para entrar na Compra Coletiva. Segue algumas fotos dos encontros: Conforme já havíamos adiantado, as provas aconteceram às cegas, ou seja, ninguém sabia quais eram os cafés que estavam provando. Para facilitar e direcionar um pouco a escolha dos cafés, separamos a avaliação em três rodadas. Na primeira rodada colocamos somente cafés despolpados, na segunda cafés naturais diversos e na terceira naturais frutados com perfis próximos, sendo que dois eram da mesma fazenda. Para quem participou da seleção, segue resumo das rodadas por código: Cada cidade provou de um jeito, teve cupping, prensa francesa, hario e clever. Ao fim da prova, cada participante escolheu os dois cafés que mais lhe agradou de cada rodada. Contabilizamos os votos de todas pessoas que provaram por cidade e elegemos os dois cafés campeões por rodada e por cidade. Tinha tanto café bom que a disputa foi acirrada! Por fim, para ter um sistema de classificação que fosse nacional fizemos o seguinte: Cada café eleito como o melhor de cada rodada de certa cidade ganha dois pontos; Cada café eleito como o segundo melhor de cada rodada de certa cidade ganha um ponto. Desta forma foi possível classificar os cafés: 1º lugar com 8 pts ficou o café com o código DHC - Esse foi unanimidade em praticamente todas as cidades. 2º lugar com 7 pts ficaram os cafés: ZFE/UTD/LSO 3 lugar com 6 pts ficaram os cafés: GKV/ECG Agora vem a parte difícil, que é finalizar as escolhas dos cafés, devemos pegar 5 cafés desta vez. Estamos trabalhando para selecionar os cafés o mais rápido possível e, assim que tivermos a lista final, voltamos para contar um pouco mais dos cafés. Até lá, para adiantar o que entrou na seleção final, segue lista: Por fim, gostaria de convidar quem participou dos encontros para dar um rápido relato de como foi. Se puderem falar um pouco dos cafés também seria ótimo. Vou começar falando daqui de BH. O encontro rolou na cafeteria Cento e Quatro e começou com o Aurélio tirando uns espressos de alguns cafés da seleção da CC na ARAM. Oportunidade ótima para ver como que alguns deles saem no espresso. Em seguida provamos os cafés, aqui escolhemos cupping, pois já temos um grupo que se reúne periodicamente para fazer rodadas de cupping e, desta forma, já estavam todos acostumados com o processo. Aqui o pessoal pirou no DHC e no ZFE, mas também curtiu muito o PMB, GKV e UTD. Att, Igor e Luís
  34. 14 points
    E o cantinho foi atualizado com a máquina nova! Essa é uma Nuova Simonelli Appia II. Muito boa máquina. Depois de regulada, mesmo com o Encore, os espressos saíram tigrados e bem equilibrados. A pressão do vapor é excelente. Próximas metas são: 1) Um moinho melhor 2) Bonavita. Ainda estou pegando a manha da máquina. Mas já estou tendo bons resultados!
  35. 14 points
    Olá, pessoal. Estou criando esse tópico para divulgar um projeto que eu comecei esse ano e, apesar de ainda não estar pronto, já acho que pode ser compartilhado. A Cafepedia, uma enciclopédia colaborativa brasileira de café. Meus objetivos foram esses: - Ter uma enciclopédia em português: de brasileiros para brasileiros; - Ter uma enciclopédia livre, mais livre do que as que existem atualmente por aí: - Fotos à vontade - Opinião (marcada como opinião) à vontade - Páginas de produtos à vontade - Difundir o conhecimento sobre café, café especial, métodos, barismo. Eu desde que entrei nessa área tenho notado que as pessoas que aprendem coisas vão se fechando, como se o conhecimento fosse ameaçar o trabalho delas. Vejo muito pouca gente escrevendo, dando detalhes, fazendo vídeos, divulgando o que sabe. E os cursos, nem é preciso falar, são muito caros; - Ter um site sem rastreamento externo de comportamento e sem propagandas ou, no futuro, se isso for absolutamente necessário, sem propagandas intrusivas; - Abrir a edição a todos por padrão (a menos de páginas que se revelem delicadas, como já apareceu uma - mas tudo com possibilidade de ser discutido); - Permitir explicações mais detalhadas de métodos, produtos e qualquer outra ideia de forma aberta e lincável em outros lugares na internet; - Se surgir uma necessidade de moderação, ela ser comunitária. Eu sei que aqui no fórum já temos bastante informação (e põe informação nisso), mas o acesso a ela às vezes é difícil e envolve procurar e ler muito. Eu não acho que uma enciclopédia possa substituir o modelo de fórum de jeito nenhum, acho que as duas coisas são complementares. E podem dialogar muito. Quem se interessar, está desde já livre para mexer: www.cafepedia.com.br Obrigado, Roberto
  36. 14 points
    (não tenho certeza se esse é o board certo, qualquer coisa podem mudar) Pessoal, estava buscando uma balanca que fosse boa e não tão cara quanto pagar R$ 400 reais em uma da hario com timer. Como não consegui, resolvi fazer minha própria balanca e disponibilizar o projeto pra quem quiser replicar. Acabou saindo uma balanca bluetooth que mostra o peso na tela do celular, assim como as Acaia Perl. O projeto encontra-se em https://github.com/leonardok/ascale e a interface no celular ficou como na imagem em anexo. Para o meu projeto comprei uma balanca chinesa, tirei tudo de dentro pra aproveitar apenas o sensor de peso, e coloquei todo circiuto lá dentro.
  37. 14 points
  38. 13 points
  39. 13 points
    Vamos lá, acabei de vir da usinagem. Só para ter uma ideia, estou fazendo ao mesmo tempo, 110 tampers, mais bases extras, punhos extras, 60 alinhadores, 60 tampers MINI, e 50 moedores MINIs, são quase 2500 peças ao todo, usinadas, sem contar parafusos, o´rings, ....... e ainda envolve, polimento, anodização, gravação, bem hoje era a data limite para entrar com as peças na anodização, e não consegui, no MINI , por exemplo todas as peças de alumínio estão prontas menos o manípulo, mas eu adotei um procedimento de não retirar nenhum conjunto sem que se tenha testado as montagens envolvidas, no caso do MINI, uma das montagens é da peça de bronze no Corpo do moedor, para poder levar hoje para a anodização eu teria que retirar sem conferir esta montagem, e definitivamente não dá. O procedimento é o mesmo para os tampers, alinhadores, onde hoje todas as roscas são testadas , são feitas com gabarito, ....... As peças ficam prontas na sexta -feira, vou separa-las no final de semana, e leva-las na 2ª para a anodização, mas a anodização fecha na 5ª, logo só vou conseguir pega-las no inicio do ano, calculo que dia 12/01. A gravação é rápida, normalmente 4 dias. Enfim, ficou para janeiro, infelizmente.
  40. 13 points
    Ok, @Pedro Ribeiro, o Igor vai confirmar pra vc daqui a pouco. Galera, só pra atualizar o que vem acontecendo por aqui: desde ontem estamos num curso intensivo de torra com o Eystein Veflingstad, vai até amanhã. A turma é de feras da área que já têm algum conhecimento do assunto, então o nível técnico está bem alto! Estamos absorvendo o máximo de conhecimento possível pra aplicar em alguns dias nas torras pra CC. As atividades envolvem todas as etapas de desenvolvimento de perfis de torra: Planejamento da torra, definindo forma da curva, tempo em cada fase, tempo total, desenvolvimento pós-crack, etc. Aplicação prática de técnicas de controle do torrador de modo a manipular as variáveis da torra pra se aproximar do plano Avaliação e comparação dos resultados sensorialmente de várias maneiras (cupping, coados, comendo o grão , etc.) Definição de mudanças no perfil de acordo com as avaliações feitas Desta vez contamos com uma ferramenta valiosíssima do Eystein (em todos os $entidos, kkk), para fins didáticos: o Ikawa. Esse torrador de prova é sensacional! Aplicado no contexto do curso, permite a rápida realização de várias torras consecutivas, seguindo com precisão qualquer perfil de torra, possibilitando a análise de várias variáveis de torra de forma isolada. Por exemplo: um dos vários testes já feitos é a variação do tempo de secagem dos grãos mantendo a mesma forma da curva, o mesmo tempo das demais fases, a mesma temperatura final. Sensacional! Hoje já começamos a aplicar as conclusões tiradas no Ikawa no torrador que será utilizado pros pedidos da CC: um Atilla 15kg Gold Plus. Mas como a transferência de perfis de um torrador pro outro não é assim tão simples, ainda estamos em fase de comparação de perfis também, aproveitando pra fazer um rodízio entre nós no controle da máquina. Finalizamos o dia fazendo diversas torras com o mesmo café, pra provarmos amanhã numa mesa de cupping: Por enquanto é isso! Se sobrar algum tempo esse fim de semana, nós começamos a contar da viagem. Mas a prioridade é empacotar cafés
  41. 13 points
    Faz tempo que não atualizo a foto do meu cantinho (cada vez um pouco maior, rsss).
  42. 13 points
    Nova Integrante no Cantinho do Café na Varanda! Indicação do Amigo Thales Fernandes, acabei pegando a Appia II da Nuova simonelli e o Moinho MDX on Demand.
  43. 13 points
    Mais 2 extrações agora pela manhã. A segunda ficou muito boa.
  44. 13 points
    Olá colegas Home Roasters, No último dia 11 deste mês eu e o Luís fizemos um relançamento dos cafés torrados da Compra Coletiva e aproveitamos para colocar em prática tudo o que vinhamos estudando sobre torra. Desta vez nós dois que realizamos as torras e vamos compartilhar com vocês os logs, estratégias utilizadas e todas outras informações que julgarmos necessário. As torras foram realizadas em um Atilla Gold Plus de 15kg. Se trata do último modelo da Atilla e é cheio de ferramentas interessantes. Tínhamos a nossa disposição o queimador novo (que é incrível), controle de fluxo de ar mecânico (por meio de uma chave que abre e fecha a saída de ar), controle de fluxo de ar eletrônico (variando o giro do ciclone) e controle da rotação do tambor. Além de todas essas ferramentas, também tínhamos a nossa disposição o software de torra Cropster para registrar as torras. Torramos 40kg em 8 batches de 5kg. Foram 7 batches com os cafés da Compra Coletiva e 1 batch, para terminar de aquecer o torrador, com um café que tínhamos aqui. A escolha do tamanho dos batches foi baseada de acordo com o comportamento do torrador. Sabíamos que com essa quantidade o torrador iria responder de forma precisa ao que queríamos. Já com uma quantidade maior, poderíamos perder um pouco de versatilidade. Além disso, outro fator importante para o tamanho do batch foi a questão confiança. Perder 5kg, por algum eventual erro, é menos pior que perder 10kg de uma vez. Passamos para as torras agora. Começamos com o Vargem Grande, foram 4 bacthes deste café. A abordagem que utilizamos foi exatamente a que comentamos em um post anterior aqui mesmo neste mesmo tópico. Uma torra com RoR decrescente. Na primeira torra que realizamos desse café, o torrador deveria estar ainda bem quente e com isso a torra aconteceu mais rápido (torra azul no log a seguir). Já nas outras 3 conseguimos reproduzir o que desejávamos. Os Logs das 4 torras juntas estão aqui: Na sequência passamos para o Moscardini. Utilizamos a mesma abordagem de RoR descrecete, só que aplicamos menos calor ao longo da torra. O Moscardini, por se tratar de um café com baixa densidade e baixa umidade é um café bem delicado. Ainda aplicando uma carga térmica menor, a torra teve duração próxima ao Vargem Grande. A cereja do bolo desta torra foi o desenvolvimento depois do crack com bastante ar e pouca carga térmica, valorizando mais a transferência de calor por convexão do que por condução. Por fim fizemos duas torras do topázio da Fazenda Barinas. Utilizamos uma torra "reta" para esse café (uma torra reta consiste em manter o RoR constante), que é uma estratégia que utilizamos para torrar um café para prova. Para fazer isso é necessário ir aumentando a carga térmica ao longo da torra para que o RoR não decresça. Uma torra de prova é uma torra que não "esconde" nada do café, ela "mostra" todas as características que o grão possui. Caso o café tenha alguns defeitos, eles aparecerão nessa torra, em contrapartida se o café só tiver boas características, elas também serão ressaltadas pela torra. Como o topázio da Barinas só tem características boas, fizemos uma torra para que vocês pudessem tomar esse café com tudo o que ele pode levar para xícara. Espero que gostem!!! Na foto a seguir estão as duas torras do Barinas juntas: Por fim, todas as informações que fizemos registro das torras estão reunidas neste aquivo aqui: https://drive.google.com/file/d/0ByKVPXSbulhhakN3N0RzTER2OEE/view?usp=sharing Eu liberei o google para deixar que façam comentários no arquivo. Então, caso tenham alguma dúvida pontual, podem deixar suas perguntas no arquivo ou podem perguntar para a gente por aqui mesmo e teremos o maior prazer em responder. Grande abraço, Igor e Luís - Equipe Compra Coletiva
  45. 12 points
    Olá pessoal! Hoje é um dia especial. Estou bastante feliz em compartilhar sobre a Sweet Coffee Spot aqui no Clube do Café. Nosso café já está disponível em nosso site e será uma experiência maravilhosa conhecer grãos torrados de forma diferenciada e única. Estamos muito contentes com o feedback que recebemos de tantos participantes do Clube do Café e claro, queríamos compartilhar isso com todos. Principalmente por se tratar de grãos prioritariamente orgânicos e biodinâmicos, ou seja, incentivar as pessoas a cuidarem da própria saúde através do café e contribuir para o equilíbrio do ecossistema nas lavouras de café. https://www.sweetcoffeespot.com/loja Conheça nossos cafés https://www.sweetcoffeespot.com/blogpt
  46. 12 points
    Os cafés foram avaliados aqui em SP no sábado, e no domingo foi feito uma micro avaliação para os retardatários rsrsrsrs Enfim conheci a cafeteria do @Eric Chang (Tofu), tem uns quitutes deliciosos que a esposa dele faz. O Eric ficou de nos receber um outro dia novamente, agora com direito a churrasquinho tb hehehe No domingo a avaliação ficou por conta dos experts do CDC, foi ótimo para eu aprender como rola um cupping em taças de vinho rs Aqui, os mestres Jedi Carneiro, Santiago, Willian e Fábio em ação e os padawans André e Rodolfo só observando. Foram ótimos cafés e ótimas brincadeiras... Mas agora estamos todos na expectativa destes grandes cafés!!!
  47. 12 points
    Rodolfo, Venha! Será um prazer, montamos um encontro pra te receber. Cara: Na verdade pensei em importar ... depois desisti: para trazer na mala/como bagagem seria quase impossível por conta das dimensões e peso + o risco de amassar seu eu resolvesse reduzir as medidas tirando um pouco de embalagem, depois o custo da Cia aérea com essa 'bagagem fora de padrões' o imposto do leãozinho, muito complicado. A caixa vem com esse pequeno pallet abaixo para proteger e é BEM grande. Fora o peso 31 Kg. Depois de desistir da GS3 (detalhes abaixo) pensei nas ECM, queria uma Technicka IV, procurei com o Alexandre. Achei o preço bom, tipo, todos sabemos que qualquer máquina de café espresso por sí só já é um luxo. Mandei msg por aqui ele respondeu, daí prossegui com o contato por whats seguido de uma ligação. To cut short an otherwise long story: Eu não estava num bom dia e talvez também o Alexandre não estivesse, ou liguei na hora errada ... a impressão foi minha, vejam bem. Achei ruim o contato ... o assunto miou. Voltou a coceira e eu "precisava muito" comprar a máquina, daí a GS3 eu já tinha procurado, mas o preço é muito mais alto. E curti demais o visual da Mini, ela esquenta mais rápido, tem uma diferenças maneirissímas, tipo não precisa fica fazendo flush a cada café, etc. Como eu já estava juntando grana mesmo e com a necessária "outorga uxória" permissão da chefe, comprei. Os meus contatos sempre foram com o Paul via representante de Brasília a Bebel, na época da GS3 e depois que lançaram a Mini foi completar a poupança e mandar bala. Na época eu estava procurando informações (ainda estou, tentando aprender) e o Paul tinha uma ou duas disponíveis ainda, acho que eram branca e a vermelha, eu sempre quis a vermelha, fiz um pagamento de sinal e em uns 10 - 12 dias a máquina estava lá em casa! :-) @Monique_Soleil foi tipo assim ... Foi por aí, um pouco capricho, um pouco um bônus no escritório, um pouco fazer vontade, priorizando os objetivos principais da vida (manutenção, poupança para aposentadoria, viagem e extras - a Linea Mini entra nos extras - consegui) já que não tenho carrão, tenho máquina legal! Aprendendo com vocês estou melhorando meus cafés! Abraços! Bom fim de semana!
  48. 12 points
    Salve amigos, vamos lá, vou tentar contar um pouco do que rolou e das novidades. A primeira novidade é com relação aos cafés, esta safra está espetacular. Acho que desde 2014 que eu não provava tantos cafés bons e olha que os cafés deste ano estão bem melhores. Então, só tenho uma coisa pra dizer para todos os amantes de café: aguardem que coisas boas estão por vim. Logo logo esses cafezões que tivemos oportunidade de provar vão estar chegando para o consumidor final. O resultado desta safra está realmente incrível, teve mesa de prova com mais de 20 cafés onde pelo menos uns 5 ou 6 estavam no nível ESPETACULAR. Outro fator que serve como termômetro, e os colegas daqui vão poder confirmar o que estou dizendo, é o Coffee of The Year. Dentre as dez amostras que estavam lá para provar, não havia uma sequer que não fosse de muito boa para espetacular. Estou mentindo pessoal??? Quanto ao resto da feira, pode-se notar como o mercado do café especial está crescendo assustadoramente. Foi minha 4 feira seguida e de 2014 pra cá é incrível a quantidade de pessoas que estão se aventurando em negócios no ramo do café. Foi possível notar muita gente buscando informações e vários negócios já abertos com tendas de exposição na feira. E podem colocar nesta lista eu, o Luís e o Durval. Nos firmamos uma parceria e logo logo teremos um e-commerce para comercializar cafe, equipamentos e café pra vestir... novidades em breve e quem sabe ano que vem não voltamos para a SIC com um stand para divulgar nossa marca. Os destaques da feira, na minha opinião, foram: Wolff café que estava com um estande incrível divulgando a nova marca e belos equipamentos; Café Klem com o microlote Canário, que ficou em 3º no Cup Of Excellence e foi o melhor café orgânico que já provei (de longe) até hoje; Pessoal do Sítio Santa Rita com o microlote Jasmim, se já achavam o Flor de Laranjeira bom... esperem para provar esse café; Café Guariroba, que foi o campeão ano passado do CoE, estava com um Bourbon Amarelo bem gostoso; Café da variedade Typica do Ceára, um exemplo de manejo sustentável e exemplo do que é a Agrofloresta!! Quero demais um café desse em uma Compra Coletiva, virou nova meta! Cafés do Coffee of the Year, em particular os cafés de Araponga. Aguardem que coisas boas estão por vim!! E teve muito mais, agora só consigo me lembrar disso... Por fim, teve o Encontro Nacional do CdC com Aeropress preparada pelo Lisboa (que levou a própria água) e onde aproveitamos para falar um pouco da nossa ideia de negócios para quem estava presente. Pra quem quer ver fotos, no Insta da Compra Coletiva tá cheio: @comprecoletivo Quem perdeu... perdeu... esperamos todo mundo ano que vem! Grande abraço, Igor
  49. 12 points
    E o cantinho ficou pronto! Aguardando a nova máquina...
  50. 12 points
    Fiz 3 torras hoje. Barinas Moka (14,0%, 11min), Sítio Canaã (14,4%, 11,5min), ambos da CC, e Sta. Rosa, Catuaí vermelho CD (16,1%, 13min, para o cappu da esposa). Um cheiro legal na casa Rsrs
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