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Cabral

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About Cabral

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    Cítrico. Eu, não o café.
  • Birthday May 8

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    Male
  • Location
    Sampa!
  • Equipamento
    ECM Technika 4P, Quamar T48, Vario, Bravo Mini, Breville BES900+BCG800, Enrico CE12, Handp.Auto etc

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  1. Em tempo! Nesse tipo de situação, um Autotransformador elevador de tensão, do tipo 110V->127V ou 220V->240V pode até resolver o problema, mas se/quando a rede elétrica mudar novamente de circuito e a tensão voltar a subir, a máquina pode simplesmente queimar por sobretensão... logo, não recomendo esse tipo de "gambiarra", que pode vir a ser sugerida por alguém.
  2. Guilherme, só pra não confundir as coisas, a sua é essa, certo? Pq a Ariete 1329 é essa, a Ariete Café Roma DeLuxe: Que é a mesma máquina, só que em outra cor e fornecida OEM pela Delonghi/Ariete para a Espressione... Já a que não tem termômetro é a Aríete 1329/1, a Café Roma Plus, que é essa abaixo: Há outras diferenças, não recomendo pegar peças da 1329/1 para o modelo com termômetro pois até os conectores utilizados nesse modelo mais barato são de qualidade inferior e, embora deva funcionar, pode ser que vc tenha outros problemas depois. Dito isso, sugiro você testar a máquina pessoalmente em outro local, pois isso está com cara de ser problema na sua rede elétrica. Se na oficina funciona normal, mas na sua casa dá problema, isso precisa ser considerado. Vá a algum lugar que não tenha sido afetado pela tal falha de energia. Pode ser que a rede elétrica local esteja funcionando em um circuito alternativo desde tal incidente, talvez sobrecarregado por conta disso, e o circuito de proteção contra sobrecargas esteja atuando e desligando a máquina. Se funcionar em outro local, Recomendo fazer um teste em sua casa: puxe uma ligação direta para uma tomada "solta" usando um "rabicho" com fios grossos diretamente do quadro de distribuição de energia da sua casa/apartamento, só pra testar. Se o problema sumir, pode ser que sua fiação local tenha sido afetada pelo surto, ou a mudança de rede tenha levado as perdas na fiação interna a serem relevantes... por conta dessa mudança no circuito externo, as falhas internas podem ter passado a ser suficientes pra causar problemas. Nesse caso, vc precisaria trocar disjuntor, fiação e tomada pra se garantir. Caso o teste do "rabicho" não seja bem sucedido, você pode testar um bom estabilizador na potência e tensão adequados (procurar modelo para impressora laser, aqueles de computador normal ou de geladeira costumam não servir e criar mais problemas). Se comprar pela internet, você pode testar e devolver em seguida se não resolver, pois há o período de 7 dias úteis para devolução "sem questionamento". Logo, compre em loja oficial (nada de marketplace) e de bom renome, e preserve todos elementos da embalagem, para o caso de precisar devolver. Nesse caso, conte com uns 2 ou 3 meses para o cancelamento e acerto financeiro serem processados, dependendo da loja. Recomendo o estabilizador SMS Progressive III Laser 2000VA bivolt, mas o modelo similar EV Plus DSP de 3100VA da NHS é um ótimo substituto. Se sua máquina for 220V~230V, talvez precise encomendar, pois é difícil de achar esses equipamentos nessa tensão de saída. Boa Sorte.
  3. Soluções para viajantes!

    @Marcos Sampaio, achei desses aqui debaixo na casa de ferragens por 13,90 cada, então peguei um 110V e um 220V. Eu até já tinha um grande, de cabo rígido como o seu, que comprei como 110V, mas como usa uma resistência clonada de um aquecedor bivolt antigão da Corona, foi só colocar uma chave H-H e mexer na fiação pra tornar 110-220V... só que com esses pequenos não vale mais a pena nem usar o grandão convertido, pois empata no custo comprar 2 desses em vez de 1 grande e dá pra aquecer água até dentro daquelas garrafas térmicas de montanhismo, já que o elemento aquecedor é mais ou menos do tamanho de uma pilha "C" - média.
  4. A maior dificuldade foi cortar o espeto pra ficar curtinho, como eu queria, sem danificar os fios, e depois fazer a montagem ficar "menos feia" no acabamento, Minha primeira tentativa foi com solda, ficou horrível, mas com cola de silicone da 3M ficou legal pra prender as duas partes do espeto nos extremos daquele "fuso oco". O lado com rosca curta é M6, basta um pouco de fita de teflon (Tigre ou outra boa, certificada pra uso com tubulação aquecida e água potável) que fica firme e não vaza. Vem um tubinho de teflon junto, usei pra passar a fiação sem a mesma pegar na cola, e colei o "bico" na ponta M6 e o corpo do termômetro, já com espeto encurtado ao máximo, na ponta M7. Pra facilitar minha vida e dar acabamento, comprei uma porca autotravante com formato bonito, com rosca M7, pra "dar encosto" no grupo E61. Assim pude cortar (Dremel) o lado mais comprido do "fuso oco" pra deixar o termômetro mais discreto. @Murilo Lins, meu grande camarada, sinto que você vai comprar um modelo com perfil ajustável/programável de pressão muito em breve! Não, até onde sei, não dá. Na minha, que usa o mesmo sistema, também não dá. Mas dá pra dar "pausa" depois que você pega a manha de usar a alavanca, caso queira deixar o café "de molho" um pouco, e ao acionar novamente a máquina faz mais 8s com baixa pressão. Francamente, testei bastante a não vi vantagem com os cafés utilizados, mas achei justo mencionar essa "técnica"...
  5. Opa! Não olhei o forum nos últimos dias... Então, é disso que estava falando no PS desse post... essa função fica restrita aos modelos com bomba rotativa conectados à rede hídrica (ou galão com flojet/similar). Nos modelos com bomba vibratória a ECM faz pré-infusão fixa de 8 segundos. Nos modelos com bomba-rotativa, usando no tanque, não tem pré-infusão. Baixar parcialmente a alavanca, usando tanque, não tem efeito durante a extração, apenas na hora de fazer limpeza com Cafiza/detergente, pra deixar o miolo do E61 "de molho" alguns segundos, sob pressão. Há vídeos mostrando isso no site da própria ECM.
  6. Ah, lembrei de olhar no ML, aquela peça que usei pra adaptar o termômetro de espeto e o termo-sensor do data-logger é essa: O cara de quem comprei não tem listagens no momento, mas esse aqui é igual: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-797751040-heatbreak-filamento-3mm-hotend-allmetal-bico-impressora3d-_JM ------ O termômetro mais comum de se utilizar é esse Taylor (https://www.amazon.com/Taylor-Precision-Products-Temperature-Thermometer/dp/B0002ATVMG): mas eu usei um Digi idêntico a esse CDN (https://www.amazon.com/dp/B0021AEAG2), um pouco mais caro, que alega ser mais rápido, tem calibragem, registra pico de temperatura em memória e achei mais bonito por ser todo metálico (fora o painel):
  7. Opa! Que bom que minha postagem foi útil. E é sempre um prazer ajudar a gastar o din-din alheio... Boa sorte na compra! PS: como Murilo mencionou, as máquinas com bomba rotativa são muito silenciosas e dá uma sensação maior de "robustez" ao usar (não sei se essa sensação é justificada na prática ou não, mas eu acho que as rotativas são mais duradouras). Contudo, o fator mais interessante dos modelos com bomba rotativa é pra quem tem conexão à rede hídrica, usando a pré-infusão manual do E61 e ajustando a pressão da mesma na rede de alimentação de água. Pra usar só no tanque, a bomba rotativa não faz pré-infusão e o sistema não tem pressão pra fazer manualmente, o que acho que faz muita diferença pra evitar turbulência no bolo ainda meio-seco de café, evitando canalizações. A bomba vibratória faz uso do recurso de pré-infusão fixa (8 segundos), proporcionada pelo módulo controlador GICAR, que manipula a pressão da mesma utilizando um sistema de PWM (modulação por largura de pulso). Como não tenho como ligar a minha máquina na rede hídrica nem espaço pra um reservatório externo com "flo-jet" (ou similar), optei por economizar e comprar o modelo apenas com tanque (sem comutação WT-WC) e com bomba vibratória. No futuro, tendo oportunidade de reformar ou mudar de casa, talvez venha a trocar por um modelo com bomba rotativa e opção de pré-infusão manual, mas no momento a bomba vibratória é a melhor solução. Tanto a Classika quanto a Barista usam esse mesmo sistema com a bomba vibratória.
  8. @LUW, só pra esclarecer, a caldeira da Barista é a mesma da Mechanika e da Technika com bomba vibratória, de cobre, conforme já mencionado. Na minha Technika, que usa a mesma caldeira, consigo extrair espressos e vaporizar leite simultaneamente ou consecutivamente, sem ter de esperar. Pra uma quantidade pequena ou média, começando com leite bem gelado, é comum eu começar e terminar extração e vaporização ao mesmo tempo. Fica MUITO prático e rápido. Sobre o perfil da extração, tanto a Classila PID quanto a Barista (HX) vão oferecer resultados muito parecidos na xícara, respeitado o processo de flush da HX. Mesmo com PID, como o termo-sensor fica na caldeira, o PID da Classika trabalha com um Offset bem afinado e o perfil térmico é quase indistinguível do das HX da marca. Eu pensava que o perfil do E61 com PID seria mais flat, mas fiquei 1 mês usando uma Classika PID e pude testar bem, medir a curva (colocando um termopar no encaixe do termômetro, conforme a foto do Flaze mostra) e comparar com a minha, e as diferenças, mesmo quando mensuráveis nos gráficos, foram pequenas e pouco notáveis na xícara. A vantagem da PID é começar sempre na temperatura desejada, dispensando flush. A HX ganha na rapidez de recuperação que permite extrair um espresso atrás do outro, sem ter de esperar, e a simultaneidade da vaporização. Como faço muitos cappus e lattes, pra mim a Classika não atenderia, mas se fosse só pra espresso eu nem hesitaria em comprá-la. Excelente custo-benefício para os cafeinados intolerantes à (ou não apreciadores da) lactose. Aquele termômetro da foto já postada custa menos 20 dólares pra fazer em casa. É só usar um termômetro digital rápido, de espeto, e um "nozzle heat-breaker" de alimentador para filamento de 3mm de impressora 3D. Dá certinho, a rosca externa é a mesma do parafuso do grupo E61 (use fita de teflon normal, boa, que aguenta normalmente) e o furo central dá pra encaixar a maioria dos termômetros, bastando selar com cola de silicone de grau alimentício (3M). Mas não creio que o termômetro seja necessário. Eu removi o meu poucas semanas após montá-lo e instalá-lo. Pra mim é muito feio, quebra a beleza da máquina. Achei muito fácil "pegar a manha" do flush pela obervação direta dos resultados das extrações e começar a repetir mecanicamente o processo de flush adequado ao perfil desejado. Boa sorte na compra!
  9. Benvindo, @gozolino. Só pra verificar, não estou interessado em comprar. A garantia venceu em fevereiro desse ano ou vc comprou em 02/2018 e a garantia vence em 02/2019?
  10. @JoaoW, concordo! é bem por aí que penso. Tenho amigos que seguiram o caminho do coado, da AP e da Moka, como exemplos... o alto custo de um equipamento decente de espresso é um impeditivo pra que ele seja o método principal pra maioria das pessoas. Costumo recomendar exatamente isso, investir num método mais acessível e chegar no melhor possível sem gastar "os tubos" de dinheiro. Demorei muitos anos pra me convencer (e convencer a esposa) a investir suficientemente para ter um equipamento decente o bastante pra ficar "tecnicamente satisfeito" com o espresso. Foi muito mais barato chegar num ponto satisfatório nos outros métodos, mas não desisti do espresso porque minha ambição era chegar no "god-shot" feito em casa, tendo como referência um espresso que tomei durante uma viagem em janeiro de 2009 que me deixou pasmo, começando minha saga pra melhorar o espresso (pressurizado, com pó de mercado e muito meia-boca) que eu fazia na minha velha DeLonghi, desde 2001. Estou na 8a máquina e no 6o moedor (sem contar os manuais, tive uns 8 ou 9). e já gastei muito mais do que seria razoável pra minha faixa de renda... No momento, se eu fizer novos upgrades é por pura cobiça, pois acho que o maior gargalo no meu processo atual é a mão do barista... hehehe.
  11. Café Razena (marca nova/Desconto)

    @gabsbelini, já teve nova torra após 23/05? Quando foi (ou quando será)?
  12. Latte Art

    Sim, @Bernardo, já usei bastante e dá certo. É até mais fácil acertar a textura. Mas não achei que fica tão gostoso quanto com leite integral. Nos foruns gringos é comum recomendarem "low fat milk" pra vaporizar.
  13. heh... o título ficou bem fatalístico, mesmo... Parece-me que ponto crucial que subjaz a maioria dos comentários do pessoal que já postou em defesa do espresso é a questão do investimento, tanto em equipamentos que permitam repetibilidade quanto em treinamento pessoal. A postagem original do @JoaoW já deixa claro que ele investiu nos métodos que passou a apreciar, mas não no espresso, legando-o mormente ao cuidado dos "tiradores de expresso" (SIC) que se fazem passar por baristas na maioria das padarias e quiosques de café (e, infelizmente, na maioria das cafeterias "de grife" dos shoppings). Isso torna a própria discussão um tanto injusta... Em termos absolutos, o espresso é o que requer maior investimento para permitir resultados satisfatórios, mas não em termos relativos... uma máquina "basiquinha" de espresso custa uns 300 reais, e uma minimamente consistente começa na faixa do 3000 reais, um fator multiplicador de 10x. Um pacote com 50 filtros de papel para coador "genérico" do tipo "melita" 102 custa R$ 1,99 na lojinha aqui do lado. Um pacote com 40 filtros Hario 02 custa, no mínimo, 35 reais. Na proporção, 50 filtros Hario sairiam quase 44 reais, ou seja, um fator multiplicador de aproximadamente 22x. Proporcionalmente, você investe mais do que o dobro pra ter um coado minimamente decente do que pra ter um espresso nessa mesma categoria... E isso sem falar que um coador de plástico "chinesão" custa os mesmos 1,99 na mesma loja, e o coador Hario mais baratinho da mesma medida começa perto de 50 reais, aumentando um pouco a diferença proporcional. Então, se aplicarmos a mesma proporção (22x), considerando uma máquina "de entrada" na faixa dos 300~350 reais, deveríamos assumir um investimento de pelo menos 6600 a 7700 reais numa máquina de espresso pra poder fazer uma comparação minimamente justa... Isso sem falar que aquele coado horroroso que servem na maioria dos escritórios/empresas/repartições-públicas requer apenas despejar água fervente (sem medida clara) sobre o pó (predominantemente de carvão) comprado já moído e medido em colheradas... Mas o coado que "agrada" o pessoal mais exigente requer café especial, recém torrado, em grãos, moído na hora do preparo, na granulometria adequada, pesado em balança digital etc. Depois o preparo requer medidas precisas de quantidade e tempo, bem como método de despejo e controle de pausas e fluxo. Aprender tudo isso também é investimento. Parece-me que, sem fazer o mesmo investimento proporcional em um dos métodos, não seria justo desconsiderá-lo e "desgostá-lo"... bom, isso é só minha opinião. Abraços a todos!
  14. [Indisponível] cafeteira ECM Mechanica IV

    @Giorgio Freitas, a caldeira seria de "cobre", não de bronze, ok? Quando comprei minha Technika IV Profi, encomendei com essa mesma configuração, inclusive com bomba vibratória. "The Mechanika brews with an auto-filling 2.1 liter heat-exchange copper boiler and a high performance vibration pump." Sobre essa caldeira, eles chamam de cobre mas é uma liga de latão, só que com predominância de cobre. Esse foi um dos motivos de eu preferir o modelo que comprei, li muitos comentários que me deixaram em dúvida quanto a investir numa caldeira de inox na época. Estou muito contente com a minha configuração, mas não sei dizer se é superior ou inferior à caldeira de inox. E, a despeito de fazer mais ruido, pra quem não tem como ligar na rede hídrica eu acho a bomba vibratória mais interessante nesse modelo, pois o módulo GICAR controla a pressão inicial (por PWM) nos primeiros 8 segundos, promovendo uma pré-infusão fixa com pressão mais baixa, o que ajuda a estabilizar o bolo antes da pressão inicial, ao molhá-lo sem empurrar os "fines" pra tela, o que dificulta o fluxo de água de maneira desequilibrada. @Gilberto, essa é com bomba vibratória e é alimentada apenas pelo tanque, não tem conexão à rede hídrica, conforme as especificações.
  15. Vendo Hario Slim - R$ 120,00

    Senhores, só pra evitar confusão, o Hario pequeno se chama SLIM, não é "mini". Quem leva esse sufixo é o moedor portátil Bravo-Mini, fabricado pelo Gilberto, que está em outra categoria. Diferentemente do Hario-slim, o "Mini" da Bravo mói melhor do que a maioria dos elétricos de entrada e intermediários, como Encore ou Tramontina.
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