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Cabral

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About Cabral

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    Cítrico. Eu, não o café.
  • Birthday May 8

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    Male
  • Location
    Sampa!
  • Equipamento
    ECM Technika, Breville Dual Boiler, Quamar T48, Mahlkönig Vario, BCG800, Bravo Debut e Mini, etc...

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  1. Review do Jim Hoffmann de um novo moedor da Wilfa dedicado pra métodos coados/infusão longa, o Wilfa Uniform Grinder Parece que 350 libras coloca esse moedor na faixa de competição de mercado com o Baratza Vario W com mós de aço, mas com apenas uma fração dos ajustes. E o Jim Hoffmann achou que deveria comparar com o Sette, a despeito da discrepância da faixa de preço. Curioso... Imagino que eu tenha deixado de notar alguma coisa que justificasse a empolgação dele. Opiniões?
  2. Cafeteira Aram - O projeto

    @Burny, só pra apontar que você colou o texto título do item da Amazon em negrito, você não postou o link do que você comprou, então não tem nem como saber o valor que vc pagou...
  3. Coffee Bike

    @Wellington Azevedo, minhas sugestões estão no meu texto, não apenas de o que deve funcionar, com folga e segurança, mas até um link para um modelo interessante para vc ter de referência. Mas você pode pedir pro @sergio.m te ajudar, ele parece bem disposto a isso! Ótimo! Sabe tudo esse cara! Fácil: faça você as contas então, com suas fórmulas ideais num mundo ideal, e ajude o colega. Quero ver funcionar. Aliás, já foi estudar fator de potência em rede alternada ou continua acreditando que isso "não existe"? Ah, mas como não é pra contrariar moderador, volto a sumir de novo. Assim perco menos tempo tentado manter o forum vivo.
  4. Coffee Bike

    Pensei no pior cenário de energia, que seria o melhor cenário comercial, @sergio.m... Preferi considerar que ele vai ter movimento constante e vender sem parar, pois pode acontecer, dependendo do ponto e do modelo de negócio. Foquei em "horas garantidas de operação", essa proposta garante o mínimo, com folgas, podendo sobrar. Se extrair um espresso a cada 3 minutos, a máquina praticamente puxa 70%-80% de sua potência máxima por hora. E o que sobra vai cobrir o consumo do Moedor, que deixei de fora, percebeu? Mas isso foi uma estimativa grosseira, não um projeto completo. Mais pra dar noção de quais as necessidades de um projeto desses.
  5. Coffee Bike

    @Wellington Azevedo, dada a naturalidade com que você mencionou "uma bateria de 12V", assumo que não seja da área de elétrica ou eletrônica... se for, perdoe-me pela excessiva simplificação a seguir... Um conversor de 12V para 115V ou 220V que suporte uma máquina básica de espresso precisará oferecer no mínimo 1200W RMS... Poucas máquinas operam abaixo dos 1100W ou 1150W. Para sua informação, uma bateria de carro 1.0 costuma oferecer 45A/H (fornece 12 Volts com corrente de 45 Amperes por 1 Hora) , e 1200W em 12V "puxa" 100A, o que implicaria em a bateria operar por apenas 25 a 28 minutos, se a bateria for boa e aquentar essa corrente constante. E isso é pouco mais do que o tempo necessário para aquecer uma máquina doméstica pequena e tirar uns 2 ou 3 espressos. E a natureza das baterias automotivas não é compatível com carga alta constante, foram feitas para dar um "pico" na partida e depois operar com corrente mais baixa, alimentando os dispositivos e luzes do veículo paralelamente ao carregamento simultâneo oferecido pelo Alternador. Para para seu tipo de aplicação, deve-se utilizar no mínimo baterias chumbo-ácidas estacionárias, como as que se usam em No-Breaks e sistemas de armazenamento de energia alternativa (solar, eólica etc.), que são mais caras que as automotivas. Para suportar um período de 6h contínuas de operação sem recarga, você precisará disponibilizar 7200W de energia convertida total, lembrando que há perdas em relação à energia armazenada, nenhum conversor tem rendimento de 100%. Na verdade, os conversores simples de "onda PWM" costumam ter rendimento próximo de 50%, e os melhores chegam a 72%. Se você comprar um conversor de potência nominal de 2500VA dos mais baratos, ele deve fornecer 1200W constantes sem queimar, se bem ventilado. Isso implicaria em precisar de um banco de baterias e pelo menos 15KW para aguentar 6 horas operando uma máquina de espresso simples e um pequeno moedor também simples. Esses 15 mil Watts seriam mais eficientes com um conversos DC-AC (corrente contínua para corrente alternada) com entrada em 48V e saída em 220V. Logo, sua máquina e moedor precisariam operar em 220V, algo incomum nos USA. Pode ser em 110V, mas tudo fica mais caro, precisando de fios mais grossos e gerando mais perda nas tomadas (que esquentam). Vamos focar nas baterias. Na minha opinião, a bateria estacionária de melhor custo-benefício (R$ vs A/H x T - potência com qualidade e durabilidade) no mercado atual é a Freedom DF1000 de 12V e 70A/H. Se colocar 4 baterias dessas em série, elas forneceriam 48V com capacidade de 70A, ou seja, 3360W. Para armazenar 15KW em 48V, você precisaria, com um mínimo de folga, de 5 bancos paralelos de 4 baterias em série cada, num total de 20 baterias que totalizariam 16,8KW, suficiente pras 6 horas de máquina e moedor operando na bike com um conversor de rendimento de 50%. Um sistema autônomo para 6 horas de operação precisaria então de 20 baterias que pesam 14,7Kg cada, com os cabos e conectores isso vai passar fácil de 300Kg, E ao custo médio de 300 reais por bateria, seria mais R$ 6.000,00 só de baterias, lembrando que elas duram entre 24 e 36 meses, dependendo da qualidade dos ciclos de carga e descarga. Um conversor como sugeri pode variar entre R$ 2000 e R$ 4800, dependendo da qualidade e rendimento. Isso vc pode trazer de fora, pois se comprar máquina e moedor em 110V, o conversor vendido aí já vai ser compatível. Recomendo no mínimo esse aqui: https://www.amazon.com/Reliable-Compact-Inverter-Converter-Gernerator/dp/B073S3B9BP/ que deve aguentar na boa e é bem barato (U$ 300). Ah, se você montar o esquema com 12 baterias, por exemplo (tem de ser múltiplos de 4 com essa DF1000 de 12V) você deverá ter menos de 4 horas garantidas, mas com esse conversor que linkei da Amazon, se as especificações estiverem corretas e forem honestas, pode passar de 6 horas. Mas é uma aposta. Só pra você considerar os custos e se programar. Talvez assim dê pra entender porque coffee-bike e similares no Brasil dependem de alguém "alugar" uma tomada... Boa sorte!
  6. Café Talian

    Rômulo, benvindo ao Clube! É sempre muito legal quando um produtor aparece por aqui, participando e trocando idéias, além de oferecer venda direta para nós. Dada a natureza do tópico, o mesmo se enquadraria como um classificado. Se estivesse apenas comentando sobre o café, explicando suas características e detalhando métodos, processos, origem etc, ficaria adequado por aqui mesmo, na área de café torrado. Como está, sugiro que solicite à Moderação (nessa lista) para mover o tópico para os Classificados, se possível. Assim fica mais fácil pra quem navega por áreas encontrar seu anúncio, e fica dentro das normas. Senão fica o "samba da manga" por aqui...
  7. Moka - Venus

    @Tom, é sim bastante interessante pesar o pó depois de encher o filtro (pesando-o vazio e depois de preenchido de café), a água utilizada e a quantidade de bebida obtida, para saber a razão de extração (Brew Ratio) e a quantidade de água retida/não processada. Assim pode-se, com algum controle, escolher a quantidade de água a colocar na caldeira inferior a fim de obter a razão de extração desejada, desde que não ultrapasse o nível máximo. O que não se deve fazer é colocar água acima da válvula de segurança, o que leva ao risco de ruptura ou desencaixe explosivo em caso de entupimento do filtro. Ah! Benvindo ao Clube. E por favor, observe o uso de negritos e caixa alta, não costumamos gritar uns com os outros corriqueiramente (só de vez em quando )
  8. Breville "the Infuser" (BES840XL)

    Ah, sim... a Twin, se não usar um bom aterramento, tende a dar problemas na eletrônica. Ainda mais do Brasil, e principalmente os modelos 110V. Em 220V, com um bom protetor de linha e aterramento dentro das normas, essa placa não dá defeito fácil, não. O problema é o hábito de "espetar na tomada" sem os devidos cuidados, inclusive com o mal-hábito de cortar pino ou usar adaptadores para eliminar o aterramento. Daí é difícil. Sobre o PID, francamente, sou de opinião completamente diferente. A caldeira ser pequena não torna a temperatura mais estável apenas com termostato. Pelo contrário, dado o pequeno volume de água, a temperatura da água que entra vai fazer o conjunto variar ainda mais em função da temperatura ambiente. Tem de surfar diferentemente dependendo da variação de temperatura do ambiente. Era assim com minha Baby Class. A caldeira pequena e os elementos poderosos embutidos no alumínio (em vez de imesos na água) mudam o perfil de programação do PID, ficando num meio termo entre o Termobloco (como na Infuser) e a caldeira "padrão" (como na Silvia ou nas Classic com caldeira de aço), mas ainda assim um elemento excelente de controle de temperatura, dispensando o Surf por completo. Por ter caldeira para café e Termobloco para vapor, sou da opinião de que a Twin com PID duplo, ou com dois PIDs, faz frente à badalada Crossland em termos de funcionalidade e qualidade de extração. Confesso que só usei a Crossland algumas vezes durante uma visita a um colega, mas não vi ganho na extração em relação à Twin modificada de outro amigo em comum que temos, com PIDs da Auber instalados por ele mesmo, OPV ajustável da Rancílio instalado por mim. Depois que a eletrônica começa a dar problema, o termofusível salva o conjunto quando queima... só trocando a placa e corrigindo a instalação elétrica pra ter sossego depois disso. sobre preço, depende de aparecer... varia bem. Dá uma olhada no tópico do LUW, ele importou uma ECM Barista (HX) direto de fora, saiu mais barato do que comprar uma ECM Classika (SBDU com PID) aqui no Brasil. O Márcio @Carneiro tava vendendo uma Oscar reformada por ele, com os restritores de fluxo e outros badulaques da NS Musica, o que essencialmente transforma a Oscar numa máquina muito, muito boa. Já modifiquei uma seguindo o "manual" dele e ficou excelente. As feitas por ele devem ficar ainda melhores, na minha opinião... Eu mandaria msg pra ele pra ver se já vendeu (link pro anúncio: Se quiser nova, acho que a máquina mais interessante pra quem quer uma HX e não quer investir numa ECM/Rocket/Bezzera/etc, conformando-se com algo inicialmente simples que depois possa dar upgrades por modificações. é a Oscar II, que você encontra na Elektros por 556 euros, e com frete EMS da 687 Euros já enviado e segurado (no Brasil vira Correios, logo imposto menor do que Courier) + imposto e taxa dá (hoje) uns R$ 5.500,00 entregue na sua casa... e com a guia de importação legalizada na mão. ) Se vaporizar leite não for tão importante, e preferir estabilidade térmica, a Bezerra Unica PID na Elektros é uma opção quase imbatível... Dá pra mandar por EMS tb. Com seguro, frete e impostos, entregue em casa, fica (hoje) uns R$ 7.600,00 importando legalmente. Uma HX no nível da ECM Barista é a Bezzera Magica S MN, que no mesmo sistema EMS, com tudo incluso, chega legalmente na mão do brazuca por aproximadamente R$ 9.500,00. Se quiser HX com PID (tem quem goste, eu não gosto), a Bezzera Magica S MN PID chega aqui por mais ou menos R$ 10.600,00 legalmente por EMS/Correios. Pra finalizar, a Dual Boiler com PID da Quick Mill, modelo QM67, que hoje tá sem estoque, sairia + ou - R$ 12.500,00 importando pelos Correios/EMS legalmente. Todas essas máquinas linkadas (sublinhadas) usam bomba vibratória. As mais leves talvez dê pra escolher com bomba rotativa e ainda ser leve o bastante pra mandar por EMS, mas as HX e Dual Boiler não dá, passam do peso limite.
  9. Moka - Venus

    Hum... não tinha pensado na Brikka, acho que com a válvula de pressão o comportamento seja diferente... a água deve subir mais "de repente" e empurrar o café pra cima de uma vez, minimizando a bagunça. Com meia dose de pó e meia dose de água, na Bialetti Express comum de 3 xícaras, sai mais ou menos metade do café em relação ao preparo completo, mas fica aguado e sub-extraído... horrível. Tenho um "desodorizador" de tirar cheiro cítrico das mãos (depois de descascar laranja, por exemplo), pra esfregar na pele sob água corrente ao final da lavagem, cujo formato parece um "menthos" mas é oco e um tanto maior, feito com inox escovado liso. Colocando dentro do filtro da Bialetti com meia dose (coloco um pouco de pó, acomodo essa peça no meio, cubro com pó até completar) fica certinho o volume do filtro cheio usando apenas metade, daí a turbulência não acontece e o café sai bem melhor, praticamente a mesma coisa que preparar uma rodada completa de 3 xícaras. Saiu mais barato do que comprar outras cafeteiras, uma pra cada quantidade... só é um saco limpar depois. Um espaçador desses ficaria muito bom nessa situação, substituindo a gambiarra. E, fala sério... usar a Bialetti pra fazer café em hotel usando o ferro de passar roupas como chapa quente é prático demais... nunca fez isso? ... é só calçar com cuidado pra não virar, fica joinha. (se for ferro com jatos de vapor, esvaziar o reservatório antes, pra evitar vazamentos)
  10. Comparação de moinhos

    @Miguel de Paula, não se desespere... concordo que sim, é melhor mesmo saber arrumar por conta própria, mas pelo menos tem onde vc comprar peças originais, quando precisar. A parte eletrônica dedicada é o que mais preocupa em termos de manutenção, o resto costuma ser padrão de mercado. Não sei como é o serviço da LaSpaziale Brasil (Sampa), mas a CafemaQ (Campinas) tem uma fama até que boa entre os usuários do CdC. Pois é @MarcoC, dá até um constrangimento comparar as posturas, as diferenças são enormes. Mas vou parar de alimentar nosso off-topic antes que a moderação venha dar bronca na gente...
  11. Moka - Venus

    @Luis Paulo, não acho que o foco seria a dosagem volumétrica em si, mas a mecânica da extração... acho mesmo que o "redutor" seja útil também para quem usa balança. Já tentou usar menos café no preparo da Moka? Essas cafeteiras italianas dependem de o filtro estar relativamente cheio pra haver estabilização da pressão com alguma repetibilidade, não é? O bolo deve, ao inchar, tocar/pressionar a tela superior e estabilizar. Se quiser usar "meia dose", por exemplo, para fazer menos café ou mudar a BR, esse tipo de redutor me parece bem prático. Sem um limitador, ocorre turbulência e a integridade do bolo tende a ser rompida, ocorrendo fluxo irregular (similar à canalização) de água diretamente da caldeira para o reservatório/xícara.
  12. Comparação de moinhos

    Pois é! Tive uma saga com a Libermac anos atrás, quando um Preciso comprado novo foi entregue com defeito e tive de levar pra trocar, e a peça que me entregaram na loja (CaféStore) estava com o mesmo problema (aberto e testado na por eles na minha frente!). Depois de mais de um mês de espera, o "técnico" da Libermac disse no relatório que estava fora de garantia porque as peças tinham sido modificadas por mim nas duas unidades, inclusive a que abrimos juntos dentro da CaféStore e deu defeito antes de eu colocar a mão no aparelho. Pior é que me chamaram lá na CaféStore pra retirar o moedor e não falaram nada, cheguei lá e queriam me devolver a peça com defeito e o relatório, pra eu ir resolver na Libermac. Eita profissionalismo, hein? Chamei eles "na xinxa", pedi pra falar com as pessoas que tinham me atendido (incluindo o dono) e o próprio dono da CaféStore ligou na hora pra Libermac e deu um piti com o povo de lá, pois ficou na cara que estavam tentando "tirar da reta" e ninguém tinha noção de nada. No fim me devolveram o moedor funcionando, uns 2 meses depois. E veio sem os pesinhos de silicone, que me mandaram muito depois. "Amdadoresco" no limite. Impressionante é que, mesmo passando boa parte do ano fora do Brasil, o Paul, praticamente sozinho, consegue atender melhor do que essas empresas, que estão "disponíveis" o tempo todo e tem pelo menos alguma infra-estrutura... Go figure...
  13. Breville "the Infuser" (BES840XL)

    @fabreder, acho que até já rolou essa conversa por aqui, quando a Tramontina lançou as Breville nacionalizadas e já me posicionei antes... sou da opinião que uma Baby Twin modificada com PID é mais interessante do que a Infuser, e que com uma OPV ajustável ficaria ainda melhor. Isso pra quem não tem problemas com equipamento modificado, claro. Essa linha Baby era feita de maneira muito robusta, difícil dar defeito, mas sem os mods dependia de surfar metodicamente e de adaptar dose e moagem à regulagem da OPV fixa vir com aproximadamente 11 BAR. Relatei no tópico específico da Breville Dual Boiler desde o "review" da "lua de mel" com a máquina, depois fazendo um comparativo empolgado com outras máquinas que tive, passando pelo momento em que começou a dar defeito ainda em garantia e minha antiga Baby Class voltou a ser a máquina principal. Só vendi a Gaggia quando comprei a ECM, e a Breville só ficou boa mesmo depois de muitas trocas de peça, modificações e upgrades, e acabou ficando como máquina secundária lá em casa. A saga da Dual Boiler está toda narrada aqui no CdC, inclusive a "solução final" que tá funcionando até hoje, já que depois disso só troquei a bomba principal, algo normal, componente que gasta mais depressa por conta do sistema de controle de pressão por PWM. Lá no meio tem a dica do estabilizador, algo fundamental pra quem usa Breville em áreas com problemas no fornecimento de energia. (os links acima vão aos pontos mencionados no texto, todas postagens dentro do mesmo tópico, mas tem casos em que os posts seguintes são relevantes e complementares)
  14. Comparação de moinhos

    Exatamente o que aconteceu comigo, @MarcoC. Como não estava achando o E37S usado por preço justo, acabei tentando comprar um revisado ou novo da Astoria aqui em SP e tomei uma canseira. Depois de muito tempo sem resposta, acabei achando um bom negócio no T48 e fechei. A Astoria nunca deu retorno.
  15. Tramontina/Breville - Smart Grinder

    @fabreder, acho que, na empolgação, você errou o tópico... aqui se fala do Moedor Express Tramontina by Breville. PF Naked seria no tópico da máquina...
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