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Fernando - 1268 Café

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About Fernando - 1268 Café

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  1. Cafeterias em SP

    Corrigindo o roteiro, o eixo Santa Ifigênia tá bem errado. Um Coffee, PPD (Por um Punhado de Dólares) e Biobarista são bem fora de mão uma da outra (Em compensação, O PPD fica a 10-15 min do Soul Café na Augusta, 10 min do Takko) Vale lembrar também que o feriado pode mudar o funcionamento delas. Eu to aberto porque sou obrigado, heheheh
  2. Cafeterias em SP

    Considerando a Paulista, eu e o Clemente estamos mais próximos do que as de Pinheiros, hehehe. Da Japan House até a 1268 são 45 min caminhando ou 4 estações de metrô (estou entre a estação vila mariana e a Santa Cruz do metrô). Além de passeio, na 1268 tem cinema e exposições, hehehe
  3. Cafeterias em SP

    Uia ! Fico muito feliz que tenha curtido ! Sim, era uma terça, único dia da semana que eu e o museu fechamos, de resto, de quarta a segunda, com ou sem feriados, estamos abertos
  4. Cafeterias em SP

    Quando voltar, vá na 1268 ! Estamos a 3 quarteirões do Clemente, hehee
  5. Semana Internacional do Café 2017

    Dando tudo certo, eu vou, heheh É quase certo ir e to indo em função da feira. Vou todos os dias. Devo chegar 1-2 dias antes no mínimo e sair só na segunda dia 30, hhheheheheh
  6. Kickstarter - LUME

    #FATO. O mini além dessa durabilidade gigante, é um moinho versátil. Esse Lume deve servir bem pra filtrados, e só. Outro aspecto "chato" é a bateria de Li-on. Até duvido um tanto da qualidade do moinho mas, nunca confio na qualidade dessas baterias, então, em 2-3 anos temos um peso de papel porque a bateria já vai estar bem mas-ou-menos
  7. Kickstarter - LUME

    Tão hispter que deu medo o vídeo, hehehe Mas fiquei bem curioso. Deu até vontade. Pra mim (e até na 1268) seria bem útil, se não demorar uma vida pra moer, hehehe
  8. Café 1268 - em São Paulo (Museu Lasar Segall)

    Epilogo: Vi só agora que o post de aniversário da 1268 não tinha ido, mas o fórum salvou, felizmente, hehe "Amigos e amigas do CdC, passando aqui só pra agradecer todo o apoio e presença dados a 1268 Café, desde o planejamento dela, passando pela abertura, pelos encontros deliciosos (e por vezes fumaçentos com o bolinha, hehe) até hoje (8 de Agosto), aniversário de 2 anos da 1268 Café. Meu muito obrigado a todos, e sintam-se sempre acolhidos na 1268, afinal, ela nasceu aqui no fórum e desde sempre se propos a isso Agora em Agosto pra comemorar teremos promos, ações e afins. Conforme for decidindo o que fazer, vou lançando aqui <3 ---- Completando, segue o post que fiz tópico de cafeterias de SP Amigos e amigas, dia 23 teremos na 1268 o aniversário dbe 50 anos do museu (e o aniversário tardio de 2 anos da 1268) Vai rolar espresso free o dia todo e outras delícias Apareçam! --- No aniversario da 1268, será um dia HIPER atípico, porque? Não serviremos filtrados Não rola almoço Encontro do CdC com cacarecos não rola Vai ter espresso grátis (além de sanduiches, brownies, pão de queijo, prosecco e afins) Estarei louco no dia, mas prometo um mínimo de atenção, hehr
  9. Cafeterias em SP

    Amigos e amigas, dia 23 teremos na 1268 o aniversário de 50 anos do museu (e o aniversário tardio de 2 anos da 1268) Vai rolar espresso free o dia todo e outras delícias Apareçam!
  10. Torrefação de cafés especiais com preços acessíveis?

    San, sentimos. Um dos desejos da 1268 Grão é criar um café de "entrada". Um café que beba bem, mas que consiga dialogar com o consumidor nos quesitos paladar e preço, mas chegar nesse ponto é uma equação muito delicada. Cafés ruins e baratos tem um custo baixo de produção e são feitos em escala industrial. Cafés bons e caros tem, em geral, um trabalho muito delicado, que vai muito além do que pagar o dobro do preço na saca. Dar uma de coffeehunter, viajar pras regiões produtoras é caro. Dar uma atenção diferenciada, captar clientes (principalmente cafeterias) e desenhar perfis de torra consomem muita energia e tempo. Por ser um fluxo pequeno, os custos de marketing também ficam altos. Nessa cadeia toda cara, o prazo de retorno dos investimentos fica longo também. Não acompanho muito o fluxo do Zardo, mas não lembro com quem conversei, que comentou comigo que ele já tava na casa de 3 toneladas/mês e terceirizando a torra, e ele está próximo dos produtores também, o que torna o custo operacional baixo também. Em Piatã, vem surgindo uma iniciativa de uma torrefação coletiva. No Vale do Capão (a 3 horas de Piatã), uma região com cerca de 3 mil habitantes (6 mil nos feriados e alta temporada), é sensacional ver 6-8 rótulos diferentes de produtores locais, e vende (entre 9 e 22 reais), e é dessa venda que muitos produtores tem tirado o sustento (e que tem conseguido 3-4mil reais na saca contra os 700 reais que geralmente conseguiam vendendo o grão cru). Infelizmente, plantar (sendo pequeno produtor), processar, torrar e vender consome uma energia enorme, e ainda conseguir escoar essa produção é difícil, BEM difícil, e geralmente é o que encarece o produto Na 1268 Grão (com sua compra semestral de cerca de duas sacas) e pagando bem os produtores (na casa de 1250,00 a saca, e entre a 1268 e Piatã, tem quase 2 mil km de estrada e duas fronteiras estaduais), vender café barato não é possível, nem viável e interessante. Muito trabalho a pouco retorno (vender café hoje na 1268 é mais um mimo do que um produto que de fato trás retorno direto pro café), incorrendo em algo semelhante ao que acontece com o Alexllima, 20-30 reais o quilo é um preço interessante pro consumidor final, mas não paga nem 10% do trabalho que ele tem pra torrar (e se replicarmos numa perspectiva "legal", no caso dele, nem imposto pagaria) Indo na outra ponta da crítica, eu acho um absurdo enorme grupos que tem todo o controle do processo (FAF, Um Coffee co., Santo Grão) cobrando o que cobram no café, e jogando o valor médio da cidade lá nas alturas. O Marketing deles até permite isso, mas fica difícil competir com uma cultura que prega que café especial tem de ser caro (eu na 1268 cobro os pacotes de 250g 35,00 reais, e considerando a qualidade que tenho alcançado, tenho deixado muito café de nome no chinelo, mas e a dificuldade de articular marketing e chegar no consumidor final, como faz?) Enfim, post verborrágico mas que ajuda, creio eu
  11. Moedores manuais chineses genéricos Porlex

    Bom, eu testei um desse quando estive em Piatã, e vai muito de consonância com os foristas - É bem cansativo moer nele, sobretudo torras claras (que é o que a maioria trabalha aqui. Moí só torra média, grãos densos mas média, e tava quase tacando ele na parede) - Se é só pra uma pessoa, viagens e afins, super vale o investimento - Vale muito mais investir nele que num hario da vida (que também é ruim) - Moagens mais grossas são bem heterogêneas, com muitos fines e coarsers, mas é melhor que nada (as prensas francesas tendem a ficar lamacentas e ácidas, hehehe) É um salto de qualidade pra quem vai fazer em casa. Melhor que um cadence de lâminas, mas ainda longe de domésticos razoáveis (krups gvx e cuisinart dbm)
  12. Cafeteria no 15º andar de um prédio comercial ???? vai dar rock?

    Karla, conhecendo Salvador como conheço, vale o risco, mas demanda um planejamento muito bem ajustado. Se o ambiente for interessante, o que pode acontecer é que muitos advogados podem marcar as reuniões com clientes na cafeteria, assim como outros profissionais. Você tem que estudar bem o ponto pra poder definir um cardápio, horário de funcionamento e perfil de trabalho, mas acho que deve rolar sim
  13. Curva de Torras

  14. Curva de Torras

    Felipe, veja o tópico da Air Fryer. Lá tem um esquema arduino+roastlogger com a programação, mas a estrutura é pensada pra um forno elétrico. Pra um torrador de tambor a gás, são outros 500, mas já é um ponto de partida
  15. #FATO e no momento atual, pelo visto, os cafés brasileiros estão despertando os olhares estrangeiros com força. Quando estava em Piatã, me bati com nada mais, nada menos que o presidente da Intelligentsia de Chicago, interessado na região e pensando em propor parceiras para compra garantida de produção. É tentador, principalmente para produtores mais simples, com baixa formação escolar e por aí vai (E são MUITOS ainda). Outro grupo que tá de olho, captando mercados é a L´or, grife de café em cápsulas de alumínio, e que visitou Piatã esses dias também. Pequenas propriedades sofrem MUITO com a pequena produção. Uma série de produtores de Piatã separam em lotes a fazenda, mas na hora de colher, tem lote que dá duas sacas, três sacas. Cafés sensacionais, porém MUITO pouco, e o que fazem? Um cupping com amostras de todos os lotes, e as que apresentam resultados semelhantes são blendadas pra conseguir alcançar um lote de tamanho suficiente pra participar de concursos ou ser vendido
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