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Igor

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About Igor

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  1. Foi uma igual a da foto do Marco que explodiu lá em casa.... Pode não ter nenhuma relação, mas deixo registado essa observação de qualquer maneira
  2. Embalagem para cafés

    Olá colega, as duas principais empresas que fornecem embalagens para café são a Rangel e a Lilyplas. Não tenho o contato delas aqui agora, pesquise na web e vai encontrar. O preço delas são parecidos, no fim a escolha fica por conta do valor frete e da disponibilidade das embalagens. Ligue para eles e peça um portfólio com as embalagens que possuem. Grande abraço, Igor
  3. [vendo] Gaggia baby twin com defeito

    Salve Moyses, tenho interesse, vamos conversar. Te mandei um MP. Att, Igor
  4. Salve Paulo, São a mesma coisa sim. Relendo o tópico vi não ficou muito claro mesmo. Eu sugeri na época um desenvolvimento depois do crack mais curto e falei que o responsável (que não foi eu) pela torra do café torrado que oferecemos fez um desenvolvimento depois do crack prolongado. Att, Igor
  5. Salve Marcio, o torrador que utilizamos não possui sensor ET, somente um sensor que fica na parte traseira próxima a saída do exaustor. Eu até tenho os logs com essa medição temperatura, mas não teria significado algum para uso em qualquer outro torrador, por isso optei por não postar essa informação. Igor
  6. Salve pessoal, voltei pra finalizar o ciclo de postagens com o perfil sensorial de cada café. No dia seguinte ao dia que torramos, antes de enviar os cafés para vocês, eu e o Luís provamos todas as torras que fizemos em um grande cupping. Além disso, ao longo dos últimos dias continuamos tomando os cafés e finalmente chegamos no resultado que compartilhamos a seguir. Esperamos que os perfis possam servir apenas para orientar as extrações e as provas de vocês. Vargem Grande: Aroma intenso, mel. Na xícara doçura alta com notas de mel e rapadura, acidez cítrica presente e corpo médio. Um café delicado e bom para tomar o tempo todo. Moscardini: Café exótico. O aroma (seco) pode até enganar o bebedor iniciante, entretanto essa percepção muda ao molhar o café e desabrocha um aroma intenso e característico de cafés fermentados. Na xícara abacaxi, maracujá, com um frutado bem gosto. A acidez deste café é intensa, predominantemente málica (acidez da maça verde) e tartárica (acidez do vinho, puxando para o vinho branco). O corpo é médio alto. Já a finalização, apesar de persistente, deixa um pouco a desejar (uma pena). Topázio 17/18 up - Fazenda Barinas: A fragrância e o aroma deste café já são marca registrada, quem provou o moka já vai conhecer de imediato. Na xícara uma acidez brilhante e complexa, predominantemente málica. As notas de morango tão presentes no moka persistem, essa característica em conjunto com a doçura alta faz deste um café fácil de beber. O corpo é médio baixo e a finalização é agradável e duradoura, daquelas que deixam a boca salivando depois de beber. Um café extremamente elegante e sofisticado. E aí, o que estão achando dos cafés? Grande abraço, Igor
  7. Olá colegas, postei os logs das torras no tópico: http://forum.clubedocafe.net/topic/5430-torrando-os-cafés-da-1ª-compra-coletiva-de-2017/#comment-189281 Vamos discutir um pouco por aqui da questão do blend de torras e dos perfis sensoriais de cada café. Alguns membros vieram me perguntar em off por que não fizemos o blend das torras. Vou dar uma resposta aqui mesmo no tópico para todos. Primeiro, a questão do blend de torras é algo comumente utilizado por vários torrefadores. Se um mestre de torras precisa de 30kg de café torrado de um único café, ele muito provavelmente irá fazer uma certa quantidades de batches e vai misturar tudo no final. Se forem batches de 3,5kg de café verde, para ter 30kg de café torrado é necessário blendar 10 batches de um mesmo café. Se a execução das 10 torras foram idênticas, os cafés devem ficar com perfil sensorial semelhante e ao blendar o resultado deve ser consistente. Acontece que realizar 10 torras idênticas é muito complicado e ao blendar torras com execuções diferentes, o resultado vai ser uma mistura com grãos de solubilidades diferentes. A grande pergunta é, até que ponto a questão da solubilidade interfere na bebida final? E a resposta para essa pergunta é, eu não sei ainda. Tenho, por hipótese, que grãos que foram torrados com abordagens diferentes vão possuir solubilidades diferentes. Desta forma, ter um blend com grãos de solubilidade diferente pode ser mais difícil de conseguir uma extração homogênea, uma vez que uma fração dos grãos pode extrair mais que outras. Por outro lado, comercialmente ter várias torras com perfis próximos pode não ser uma boa estratégia, assim blendar pode ser uma boa alternativa para garantir, por exemplo, 30kg de café com o mesmo perfil (blendado). O que sei é que aqui no clube estamos sempre em busca da xícara perfeita! Discutimos sobre extração, sobre como extrair mais de um café e como levar uma extração de café ao extremo. Discutimos sobre como conseguir extrações homogêneas e balanceadas e obter a melhor xícara possível. Assim, acreditando que o fato de blendar as torras só tem uma vantagem, a comercial, tomamos a decisão de não blendar as torras de um mesmo café. Pois conhecendo o perfil dos membros do clube, queremos que vocês tenham acesso a um café que possa atingir o seu máximo potencial na xícara de vocês. No fim, vocês não possuem a garantia de que todos receberam o mesmo café (ou ainda que você recebeu dois pacotes de um mesmo café provenientes de um único batch), mas sei que isso pouco importa para vocês. Além disso, o trabalho que tivemos para não blendar as torras foi mínimo e se no fim blendar não trás benefício algum para a bebida, não blendar pode significar a possibilidade de conseguir extrações mais homogênas (ainda que não tenhamos certeza se essa diferença é significativa). Mais tarde volto para falar do perfil sensorial dos cafés que torramos. Att, Igor
  8. Olá colegas Home Roasters, No último dia 11 deste mês eu e o Luís fizemos um relançamento dos cafés torrados da Compra Coletiva e aproveitamos para colocar em prática tudo o que vinhamos estudando sobre torra. Desta vez nós dois que realizamos as torras e vamos compartilhar com vocês os logs, estratégias utilizadas e todas outras informações que julgarmos necessário. As torras foram realizadas em um Atilla Gold Plus de 15kg. Se trata do último modelo da Atilla e é cheio de ferramentas interessantes. Tínhamos a nossa disposição o queimador novo (que é incrível), controle de fluxo de ar mecânico (por meio de uma chave que abre e fecha a saída de ar), controle de fluxo de ar eletrônico (variando o giro do ciclone) e controle da rotação do tambor. Além de todas essas ferramentas, também tínhamos a nossa disposição o software de torra Cropster para registrar as torras. Torramos 40kg em 8 batches de 5kg. Foram 7 batches com os cafés da Compra Coletiva e 1 batch, para terminar de aquecer o torrador, com um café que tínhamos aqui. A escolha do tamanho dos batches foi baseada de acordo com o comportamento do torrador. Sabíamos que com essa quantidade o torrador iria responder de forma precisa ao que queríamos. Já com uma quantidade maior, poderíamos perder um pouco de versatilidade. Além disso, outro fator importante para o tamanho do batch foi a questão confiança. Perder 5kg, por algum eventual erro, é menos pior que perder 10kg de uma vez. Passamos para as torras agora. Começamos com o Vargem Grande, foram 4 bacthes deste café. A abordagem que utilizamos foi exatamente a que comentamos em um post anterior aqui mesmo neste mesmo tópico. Uma torra com RoR decrescente. Na primeira torra que realizamos desse café, o torrador deveria estar ainda bem quente e com isso a torra aconteceu mais rápido (torra azul no log a seguir). Já nas outras 3 conseguimos reproduzir o que desejávamos. Os Logs das 4 torras juntas estão aqui: Na sequência passamos para o Moscardini. Utilizamos a mesma abordagem de RoR descrecete, só que aplicamos menos calor ao longo da torra. O Moscardini, por se tratar de um café com baixa densidade e baixa umidade é um café bem delicado. Ainda aplicando uma carga térmica menor, a torra teve duração próxima ao Vargem Grande. A cereja do bolo desta torra foi o desenvolvimento depois do crack com bastante ar e pouca carga térmica, valorizando mais a transferência de calor por convexão do que por condução. Por fim fizemos duas torras do topázio da Fazenda Barinas. Utilizamos uma torra "reta" para esse café (uma torra reta consiste em manter o RoR constante), que é uma estratégia que utilizamos para torrar um café para prova. Para fazer isso é necessário ir aumentando a carga térmica ao longo da torra para que o RoR não decresça. Uma torra de prova é uma torra que não "esconde" nada do café, ela "mostra" todas as características que o grão possui. Caso o café tenha alguns defeitos, eles aparecerão nessa torra, em contrapartida se o café só tiver boas características, elas também serão ressaltadas pela torra. Como o topázio da Barinas só tem características boas, fizemos uma torra para que vocês pudessem tomar esse café com tudo o que ele pode levar para xícara. Espero que gostem!!! Na foto a seguir estão as duas torras do Barinas juntas: Por fim, todas as informações que fizemos registro das torras estão reunidas neste aquivo aqui: https://drive.google.com/file/d/0ByKVPXSbulhhakN3N0RzTER2OEE/view?usp=sharing Eu liberei o google para deixar que façam comentários no arquivo. Então, caso tenham alguma dúvida pontual, podem deixar suas perguntas no arquivo ou podem perguntar para a gente por aqui mesmo e teremos o maior prazer em responder. Grande abraço, Igor e Luís - Equipe Compra Coletiva
  9. Você me entendeu errado alemão. Eu desapeguei do seguinte mantra: desenvolvimento ocorre depois do crack. Antes eu forçava minhas torras para terem um %RAO próximo de 20% e até tinha bons resultados com essa abordagem. Entretanto, hoje não sigo mais esse mantra e faço torras com %RAO de 5~22%. E mesmo com %RAO de 5% consigo torras bem desenvolvidas, desde que a abordagem utilizada tenha sido adequada! No Vargem Grande utilizamos uma abordagem conservadora, porque acreditamos que é o melhor para o café. Ainda assim o %RAO delas ficaram baixos, acho que em torno de 12~15%...
  10. Tudo certo hoje e os cafés saem daqui amanhã. Preciso dar uma editada nos logs para que fiquem claros para vocês e devo disponibilizá-los em breve. Só para dar um gostinho, na imagem a seguir tem os logs das 4 torras do Vargem Grande que fizemos: Observem que 3 ficaram praticamente idênticas... Att, Igor
  11. Torrando hoje ...

    Salve Marco, O café do Valmor e da Adriane é, sem sombra de dúvidas, café que mais torrei até hoje! Em geral é um café bem simples de torrar. Esse último lote do Campo Místico Mundo Novo está um pouco mais chatinho pra torrar mesmo. Não sei por qual razão, mas suspeito que a umidade do grão está mais baixa que o normal. Por outro lado, já operei um Hottop também e ele sim é complicado. Pelo visto o seu é o novo, não é? No que eu torrei os controles dos parâmetros de torra eram terríveis. Se fazia controle por rampas via temperatura e assim que o forno chegava na temperatura deseja ele simplesmente desligava as resistências. Agora voltando a sua torra. Minha sugestão é que prolongue mais fase amarelada, aquela intermediária que durou 28% na sua torra e diminua a fase final (aquela marrom com 25,2% do total torra). Desenvolvimentos muito longos na fase marrom tendem a gerar cafés baked. Outro detalhe, me parece que você está trabalhando acima da carga útil desse torrador. Veja que mesmo entrando com 180ºC no BT você não conseguiu secar o café em menos de 6min com a potência em 100%. Vale a pena repensar sobre essa carga e de repente diminuí-la um pouco. Tente com 250g depois, é uma boa quantidade e múltipla de 1kg. Att, Igor
  12. Salve pessoal, tivemos um contratempo hoje e vamos ter que torrar amanhã. Os cafés serão enviados no dia seguinte, ou seja, na quarta. Quantos aos cafés verdes, não sobrou muita coisa não. Temos só 4kg do Vargem Grande disponível. Vou liberar esse café no site e quem quiser dele deverá fazer o pedido por lá. Só para lembrar: http://www.comprecoletivo.iluria.com/ Abração, Igor
  13. Olá pessoal, pedidos encerrados. Amanhã a tarde já iremos torrar os cafés e enviaremos as encomendas na terça feira de manhã. Vamos fazer um balanço do que sobrou nos próximos dias e daí voltamos para oferecer uns grãos verdes pra quem está interessado em torrar. Grande abraço e obrigado pela participação, Igor
  14. Olá pessoal, agora sobre a torra desses cafés.... Desta vez eu e o Luís que vamos executar as torras. Teremos a nossa disposição um Átilla de 15kg completinho para realizar tal façanha. Como o torrador está equipado com o Cropster, iremos disponibilizar os logs, perfis desenvolvidos e abordagens utilizadas durante as torras. A ideia é torrar o café na segunda feira dia 10/06 e enviar os pedidos no dia seguinte. Já temos traçado os perfis que vamos executar nesses cafés e gostaríamos de adiantar que as torras serão voltadas para coados, ou seja, serão torras média-clara para clara. Entretanto, gostaríamos de acrescentar que isso não significa que os cafés não poderão ser apreciados no espresso. Inclusive um deles, o Moscardini, tem sido meu café preferido para espresso ultimamente, mesmo em uma torra mais clara. Outra informação importante é que não faremos blend de torras de um mesmo café, isso significa que cada participante da compra recebe todo o seu café resultante de uma única batelada de torra. A distribuição será aleatória. Fazemos isso acreditando que, apesar de realizar torras muito parecidas entre as bateladas de um mesmo café, é mais fácil extrair um café que não é um blend de torras do que um café blendado. Para muitos torrefadores isso que vamos fazer é preciosismo, mas para a gente do clube que é hobbista e entusiasta do café isso é compromisso com a qualidade. Qualquer dúvida estamos a disposição. Grande abraço, Igor @sall, temos só 3kg do Obatã Amarelo. Reservamos ele para torrar. Agora o Vargem Grande deve sobrar verde.
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