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LUW

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Everything posted by LUW

  1. Clever Coffee Dripper

    No trabalho eu uso uma Clever, e para moer, um Hario Mini. Faço sempre 14 g de café, e no Hario Mini levo entre 30 a 40 segundos. Para levar esse tempo eu moo mais grosso do que faço aqui em casa, e aí compenso com um tempo de infusão mais longo. Obviamente que para moer mais fino levaria mais tempo, mas achei que seria preferível sofrer menos na manivela e compensar no tempo de infusão. Indiscutivelmente tomo café melhor usando a Clever em casa (usaria moagem mais fina), mas é uma questão de praticidade. Mesmo assim, diria que funciona MUITO bem para um café feito longe de casa.
  2. Bravo - produtos para café

    No trabalho eu uso um Hario Mini, que atende 95% das minhas necessidades (40 segundos para moer 14 g de café). Mas só porque é Bravo, acho que muito provavelmente eu compraria um Bravinho para susbtituir o Hario.
  3. Clever Coffee Dripper

    Regulando bem, na xícara a diferença é pequena. Quem sente mais a diferença é o braço.
  4. Moka: como eu faço

    Até há uns anos atrás, apesar de eu gostar MUITO de café, eu não sabia fazer café. Achava café de coador e de cafeteira doméstica normal quando muito sofrível, mas adorava espresso, e já então sabia que o que normalmente se costumava tomar como café aqui na República das Bananas e Carnaval era (e é) aquela enganação de café "tradicional". Uma das coisas que eu considerava uma evolução como ser humano seria aprender a fazer um café decente. Porém, não tinha como comprar uma máquina doméstica de espresso, então estava relegado a tomar café bom apenas quando saia de casa. Aí chegaram os cafés premium e a possibilidade de se fazer café bom em casa. Mas o meu problema é que eu não sabia passar café... Nisso descobri o tal do "café italiano". A Moka foi, vamos dizer, minha primeira paixão "doméstica" com o café. Morando do lado de Curitiba, eu tinha acesso fácil a café bom, e finalmente poderia fazer um café decente em casa. Infelizmente no começo me bati bastante com a Moka, mas devagarzinho fui acertando as variáveis para fazer um café gostoso. Parece que agora eu acertei, e vou explicar evolutivamente como cheguei no resultado de hoje, mexendo nas cinco variáveis que fazem diferença no resultado final. 1) Água Básico dos básicos: volume de água. Nas Moka da Bialetti (ou pelo menos nas duas que tenho), existe uma marcação do nível de água por dentro da caldeira, um pouquinho abaixo da válvula de pressão de segurança. Essa que usei nesse ensaio é a de se não me engano "quatro cafezinhos", porém o que importa é que até essa marca cabem justos 200 ml de água. Na minha Bialetti maior, que em teoria é para "seis cafezinhos" cabe 420 ml até a marca. Em teoria seria apenas uma questão de variar a proporção de café e água para em uma Moka grande se fazer menos café, mas na minha experiência é difícil fazer isso, pois você vai perder o parâmetro da 5ª variável (tempo - já explico adiante). Em outras palavras, terá de comprar mais de uma Moka se quiser variar o volume de café. 2) Café Em segundo lugar obviamente vem o café. Começei com uma proporção de 1:10 café/água, e para o meu gosto estou agora usando 1:9. Nesse caso, para os 200 ml da minha Mokinha, usei 18 g do Bob-o-Link (torra do L. Moço). Obviamente isso vai variar de acordo com o café utilizado e mais importante, do gosto do freguês. Eu gosto de café de Moka "espresso-like" (ou segundo meu pai, café que briga para sair do bule ), mas já usei até 1:8.
  5. CAFÉ L'OR [não recomendo]

    Café vendido em supermercado = adubo. Sempre. Só lembrando que se acha adubo mais barato em casas de produtos agrícolas ou de jardinagem.
  6. Rite Press

    A ideia é boa, funciona exatamente como promete, ou seja, FP que é (bem!) mais fácil de limpar. Peca no acabamento, que na minha opinião deixa bastante a desejar - me lembra aquelas Mokas xinguelingue de alumínio. Mas funciona perfeitamente e é um tapa para limpar.
  7. Então se entendi direito, com a Barista NÃO dá para fazer pré-infusão "manual"?
  8. Rite Press

    Alguém mais recebeu? A minha chegou dia 18/07.
  9. Em casa não consigo mais logar no fórum . Fiz meu login inicial pelo Facebook e semana passada que tive que limpar os cookies do Firefox, e agora o fórum não aceita mais eu entrar pelo Facebook. Como faço para transformar meu acesso para senha normal?
  10. [V60] Técnica 4:6 Tetsu Kasuya

    Não, para V60 não uso peneira (Kruve) pois o filtro retém tudo e nada passa. O amargor se dá porque está passando finas. Para evitar amargor em qualquer método que use filtro grosso (basicamente qualquer tela grossa, como FP e Moka), vc precisa usar peneira. Quanto á granulometria, dá para moer grosso em métodos de imersão, como FP, AP e Sowden - para não ficar chafé basta prolongar o tempo de imersão. Porém se o filtro é "largo", vai ser preciso peneirar para eliminar as finas e evitar-se o amargor. Em suma, para AP, FP, Moka e Sowden o uso da Kruve faz uma diferença absurda na xícara. O saco é a trabalheira extra .
  11. @Cabral, a idéia era espetar um termômetro no grupo, mas realmente, fica feio . Não sou de deixar estética atrapalhar função, mas um dos motivos que pesou bastante na escolha da Barista ao invés da Classika foi realmente a aparência (e não posso jogar toda a culpa na minha eposa aqui...). Vou experimentar sem o termômetro, mas se achar que terei muita vantagem com ele, vou usar um sim. E quanto à pré-infusão, não tem um esquema de baixar só parcialmente a alavanca?
  12. @Cabral, você acaba de me custar 500 Euros . Muito obrigado pela resposta.
  13. [V60] Técnica 4:6 Tetsu Kasuya

    O que percebi é que moagem mais grossa causa sabor menos intenso (sub-extração). Portanto tenho moído sempre mais para fino, quase para espresso, e com isso não presto atenção em tempo.
  14. Pelo que vi é ridiculamente fácil de instalar e custa uns US$ 100,00. Com isso a Barista começa a despontar...
  15. Rite Press

    A chatice em limpar a FP é justamente o que me segura em usar mais - certamente usaria mais se fosse mais fácil de limpar, fator que a RitePress parece que sanou. Quando chegar (acho que só no fim do mês, com a celereza & eficiência dos Curreios ), posto minhas impressões.
  16. Rogerio, pois é, esse fim-de-semana ao fazer cappuccino (Aram + Aeroccino) para eu e minha esposa prestei atenção na questão do tempo. Como a Aram é single shot tive que fazer "em fases", e realmente ajuda um monte vc ter o leite já a mão pronto para usar quando o shot está pronto. A Barista tem grupo E61, mas como que se coloca o termômetro?
  17. Rite Press

    A minha já está a caminho (vindo de Hong Kong).
  18. Mas a Barista, pelo HX, deixa o processo mais rápido (menos tempo de espera para poder usar o vapor)?
  19. Balança 'Inteligente' Voom

    Também recebi, ou melhor, o extrato do meu cc mostra que será creditado o estorno na próxima fatura.
  20. @Bruno Marinho, pois é, sempre soube que o PID garante repetibilidade, mas pelo que sei o HX lhe dá mais agilidade na hora de vaporizar leite. Então se estivermos falando apenas de espresso é mais negócio ter PID do que HX? O HX só vai fazer diferença na hora de vaporizar leite (= dá para tirar o shot assim que terminar de vaporizar o leite)? É isso mesmo?
  21. Valeu Paulo, esse eu não tinha visto ainda. € 2710,00 e € 3200,00, respectivamente. O meu uso é de geralmente 1 a 2 espressos no máximo por dia e eventuais cappuccinos no fim-de-semana, geralmente dois de cada vez (eu + minha Comandante Executiva Suprema). Sendo mais específico, essas são as dúvidas que tenho: Teoricamente qual oferece o shot com melhor repetibilidade? Quanto tempo eu levaria para fazer dois cappuccinos seguidos nas duas? O HX da Barista deixaria ela mais rápida? A mesma pergunta mas dessa vez sobre shots: é necessário um tempo de espera (aquecimento? estabilização de temperatura?) para tirar dois shots seguidos? O HX da Barista faz diferença nessa situação?
  22. Pessoas, se dependesse só da minha vontade seria uma GS3 e não se fala mais nisso, mas as opções são Classika II PID ou Barista. Entre essas duas, qual seria a "melhor"? Sei muito bem que não tem muito disso de melhor, mas a idéia do PID me agrada muito, assim como o HX, porém como não dá para se ter os dois em uma máquina só, preciso escolher. E também descobri que a Barista é um pouco mais larga do que a Classika, o que não é um problema mas o tamanho menor é mais desejável na minha bancada - porém função ganha de forma sempre no meu livro de regras. Sei que cada um vai ter suas preferências pessoas, mas gostaria de ouvir prós e contras pelas duas.
  23. Pessoas, qual vocês pegariam, Classika II PID ou Barista? Estava certo pela Classika, mas aí me aparece a Barista . Um pouco mais cara, mas com HX porém sem PID. Vale a pena pagar um pouco mais caro para se ter o HX e ficar sem o PID?
  24. O Bravo Mini & eu

    Para não tumultuar o tópico oficial do @Gilberto, resolvi criar um tópico específico com as minhas experiências de uso do Bravo Mini. Assim aquele tópico oficial fica para dúvidas e esclarecimentos técnicos e nós azucrinarmos o Gil com pedidos absurdos e perguntas bestas só para ver se tem como ele ficar mais calvo e definitivamente nunca mais precisar ir ao cabeleireiro. Mesmo depois de MUITO incomodar o Gil, ele foi gentil o suficiente para fazer um BM para mim, e com a base. A primeira coisa que chama a atenção, é a solidez tanto do BM como da base. Tenho plena convicção que o conjunto vai ser herança de gerações futuras aqui, pois tanto o moedor como a base são extremamente robustos. Só o BM pesa 1,6 kg (já vou comentar sobre isso). Sou pediatra por profissão, mas tenho um grande apreço por máquinas e ferramentas, e com o passar dos anos criei gosto por ferramenta de qualidade. Minha esposa riu quando falei isso para ela, mas o BM me parece ferramenta de origem germânica de tão bem feito. A primeira coisa que fiz quando recebi as caixas foi abrir tudo e desmontar tudo o que não precisasse de ferramenta, e quando soltei o copo do moedor, sendo de metal, coloquei com cuidado sobre a bancada (de azulejo) para não riscar. Mas para a minha supresa, na base do copo tem um o-ring de borracha que funciona como suporte. E é esse tipo de detalhe que faz o BM simplesmente demais! Coisa de ferramenta profissional, feita por quem entende para quem entende. O acabamento tanto do moedor como da base são primorosos. Mas apesar do excelente acabamento, a qualidade das peças em termos de robustez parece coisa de padrão profissional, feitos para serem usados mesmo. Nada de peças de plásticos que dão aquele aspecto de quebrou-compre-outro que é a norma da indústria hoje em dia. Mas e funciona para moer café? É um moedor pesado, mas como podem ver, cabe na mão. Apesar do Gil chama-lo de Bravo Mini, eu acho ele bem grande, a ponto que sinceramente não acho prático para ser carregado por aí. Se fosse levar um moedor portátil, eu levaria o muito inferior Hario Mini e não o BM, simplesmente porque o trem é grande e pesado demais. Por causa do peso, achei meio incômodo de usar na mão, e olha que tenho mãos grandes. Perguntei para a minha esposa, com seus 164,5 cm (não sei porquê, mas ela faz muita questão desse 0,5 cm), o que ela acharia de usar sem a base, e após manusea-lo disse que só conseguiria usar com apoio. "Mas por que você quer usar ele na mão?", foi a pergunta que me fez em seguida. Para não me extender muito e esgotar meu dicionário de superlativos, o BM é muito bom, mas na base o BM é simplesmente f-o-d-á-s-t-i-c-o. Eu comprei o BM porque precisava de um moedor "bom para espresso". O meu Encore é (razoavelmente) bom para coados, mas apesar de ser no mínimo razoável para espresso, faz uma retenção sacripanta de pó, exigindo limpeza muito mais frequente. Por causa disso, acabava usando o bem mais prático Hario Mini, que é até bom para espresso, mas essa estória de ter de suar a camisa para tomar espresso não rola para mim. Nisso surge o Gil com o BM e base. O BM produz uma consistência na moagem que é impressionante. A foto acima é grão moído na regulagem 1v+9, que fiz para tirar um shot de espresso na Aram, usando o "Blend Clássico" da Lucca (torra de 30 de janeiro!) - fotos mais abaixo. Moí 16,1 g, e girando a manivela de forma bem suave, sem encostar na base ou no moedor com a outra mão, levei exatos 33 segundos! Ontem a noite, na mesma moagem e mesmo grão e mesmos 16 g, socando a bota levei apenas 22 segundos. Portanto ele é rápido, mais rápido até que o meu Encore. E por causa do tamanho da manivela e manípluo, mesmo sentando o cacete não cansa nem machuca a mão. Nessas duas fotos podem ver porque o meu copo não é preto como o resto do BM - queria poder ver com facilidade o pó lá dentro. Fiz essas duas fotos em seguida, mas a primeira fiz depois de tirar o copo com o máximo cuidado do moedor, sem bater em nada, pois queria pesar o resultado. Moí 16,1 g de grãos e no copo eu consegui 15,96 g. Coloquei o copo de volta no moedor e depois de umas batidas recuperei os parcos 140 mg que ficaram presos no moedor. Isso, senhores, representa apenas 1,15% de retenção. Que outro moinho faz isso? Resultado na xícara: espresso padrão (nota 8 talvez até 9 porque o Blend Clássico não é um pusta café). A impressão que tenho é que consegui tirar uns 90-95% do que esse grão tem para oferecer em um shot de espresso. Para tirar os 100% precisaria de uma cafeteira com melhor controle de temperatura. Mas sendo absolutamente sincero eu só sentiria a diferença se tivesse tirado os dois shots, um na Aram e o outro na tal cafeteira melhor, lado a lado e ao mesmo tempo. Crema grossa e persistente (só lembrando que a torra é de 30/01!) e um sabor bem equilibrado. Eu já tinha conseguido tirar vários shots nesse padrão de qualidade com esse mesmo grão, usando tanto o Encore como até o Hario Mini, mas com o BM foi rápido, sem suadeira e sem encheção de saco depois. Portanto, tenho espresso excelente em casa que é rapidíssimo de fazer até de manhã cedo (nenhuma cafeteira elétrica profisional bate a Aram nesse aspecto), mas sem cansar ou ter de ficar desmontando moinho para limpar. O BM basicamente aposentou tanto o meu Encore como o Hario Mini, pois ele faz o que os dois outros fazem, mas de forma muito melhor. A consistência de moagem é sempre fantástica, mesmo moendo mais grosso para coados. Ontem a noite moí uns 50 g (no 1v+15 a 1v+20) para V60, mas como estava de noite, nem perdi tempo de tentar fotografar, mas acreditem quando digo que o resultado também foi café moído de forma MUITO consistente. Só não usei ainda para Moka, AP ou FP. O moedor é realmente fora de série, contudo, a base é tão importante quanto o moedor. Sei lá que diabos de ventosa é essa que o Gil usa (não pego na mão de medo de nunca mais descolar), mas as quatro ventosas mantém a base absolutamente imóvel, não descolam de jeito nehum. E olha que a minha bacada é azulejo, acho que em vidro ou metal polido nunca mais descola. Firme desse jeito fica muito fácil usar o moedor, sem ser necessário nada de força - e as torras da Geórgia da Lucca (benzadeus!) sempre são mais para claras do que escuras. O Bravo Mini é simplesmente sensacional, o moinho que basicamente acaba com essa estória de ser preciso moedor específico para um método específico. É um equipamento bonito, robusto e eficiente, e ainda por cima, não depende de luz. Os meus mais sinceros cumprimentos ao Gilberto, pois criou um produto incrível.
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