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Murilo Lins

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About Murilo Lins

  • Rank
    Participante
  • Birthday 04/26/1964

Contact Methods

  • MSN
    mflins_@hotmail.com
  • Skype
    muriloflins

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Recife - PE
  • Equipamento
    ECM Technika IV+Aram+Vario W+Debut+Mini, Aero, Sifão, V60, Chemex, Kalita, Clever, Koar, FP e etc.

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  1. @RogerioD e @LUW, já fiz das duas formas e não observei grandes diferenças no sabor da bebida. Às vezes ligo a máquina e extraio o café sem executar o flush, tendo em vista entender que a temperatura já estaria adequada para o momento da extração. Já fiz teste com porta filtro que mede a pressão e a temperatura de extração e em ambos os casos a situação a temperatura estava bem adequada. Tudo depende, no meu entender, da temperatura do grupo no momento da extração e o flush deve ser usado para trazer a temperatura mais o nível ideal quando este não tiver sido atingido. O Flush faz a água circular por todo o sistema, mas, não vejo como um procedimento obrigatório no caso da temperatura está dentro do nível que entendemos como adequado para a extração do café. Tenho deixado a máquina constantemente ligada, mesmo para o caso da próxima extração ser realizada em tempo superior a 30 minutos. Devido a boa estabilidade térmica não acredito fazer grande diferença na conta de energia reaquecer novamente a caldeira ou permanecer com ela ligada até a próxima extração. O critério que utilizo mais é se vou sair de casa nos próximos minutos ou permanecer mais tempo em condições fazer novas extrações. Acho que o ideal é utilizar os dois métodos por um período fechado de tempo (tipo um mês) e acompanhar o comportamento de consumo de energia elétrica. Se os valores forem desprezíveis (como acredito ser) ou não, faz-se a opção por um sistema ou outro. Acho que as escolhas são mais de caráter individual do que propriamente por grandes ganhos ou vantagens em optar por um ou outro método. Vale ressaltar, no entanto, que a máquina não precisa de muito tempo para aquecer adequadamente e permitir uma boa extração, principalmente, se havia sido ligada a poucas horas atrás.
  2. Exatamente o que faço também. Só não entendo o porquê do porta filtro ficar levemente umedecido quando ele é retirado imediatamente do grupo após a extração. Já me indicaram problema na moagem, excesso de pó no porta filtro (normalmente extraio com 18g), etc.
  3. O que você comprou ou recebeu hoje?

    Alex, por quanto saiu essa colher de cupping e onde comprasse?
  4. Aeropress

    Muito massa João, parabéns pelo brilhante desempenho. É sempre bom conferir o crescimento pessoal dos membros do CdC nessa área de cafés especiais. Faltou dizer qual o café utilizado?
  5. Problemas técnicos no fórum

    Verdade, voltou a funcionar um tempinho atrás por pouquíssimos dias. Era uma ferramenta poderosa para nos manter mais atualizados com o fórum. Não sei se para a maioria, mas para mim faz muita falta.
  6. Café na Argentina ou da Argentina

    Caro @heitosj, por incrível que possa parecer, a Full City Coffee House, além de ter sido a cafeteria que mais gostei, era a que possuía os melhores preços dos grãos de cafés. Lá os preços variavam de 260 a 310 pesos os pacotes de 250 gramas e com um bom desconto nos pacotes de um quilo. Nas outras cafeterias os preços variavam de um mínimo de 300 a até 480 pesos o pacote de 250 gramas. Não por acaso, a maioria dos grãos que comprei foram torrados por eles.
  7. O que você comprou ou recebeu hoje?

    Estive curtindo parte de minhas férias pela Argentina (Bariloche e Buenos Aires) com a familia e, como não poderia deixar de ser, aproveitei para conhecer diversas cafeterias nas cidades visitadas por indicação de amigos e da Revista Espresso (relato no tópico “Café na Argentina ou da Argentina”). Algumas me surpreenderam positivamente e acabei não resistindo e trazendo alguns cafés de várias partes do mundo na mala (Colômbia, Guatemala, El Salvador, entre outros).
  8. Café na Argentina ou da Argentina

    Ontem visitei minha última cafeteria em Buenos Aires, por indicação de @heitosj, extendi minha incursão no mundo dos cafés por aqui e, diferente do que havia afirmado no post anterior, acabei indo para a “Negro Cueva de Café” próxima à Avenida 9 de Julho. Uma cafeteria pequena, mas muito bem estruturada e com diversos métodos e cafés de diversas origens disponíveis e torrados pela Puerto Blest, que segundo @heitosj é a melhor torrefadora de cafés de Buenos Aires. Tomei um ristreto de El Salvador e um V60 da Guatemala, além de um cappuccino, que não lembro a origem do grão, muito bem extraídos. Cafés redondos, frutados e com uma leve acidez. Recomendo conhecer a cafeteria, porém, a Full City Coffee House continua sendo a cafeteria que mais me agradou em Buenos Aires pelo conjunto da obra. Acabei comprando um pacotinho da Negro de um café da Guatemala.
  9. Café na Argentina ou da Argentina

    Valeu a dica @heitosj, estou nos meus últimos dias em Buenos Aires e devo comprar alguns grãos amanhã, não sei se dará tempo de ver mais alguma, pois me divido entre o lazer com a família e a visita nas cafeterias. Já havia dado por encerrada minhas incursões, mas tentarei visitar a All Saints Café, pois fica mais perto de onde estou hospedado do que a Negro Cueva de Café.
  10. Café na Argentina ou da Argentina

    Hoje visitei a que até agora foi a cafeteria que mais gostei (indicação da Revista Espresso). Falo da Full City Coffee House, cafés bem extraídos e com vários métodos disponíveis. Os profissionais da casa muito atenciosos e os grãos colombianos com bons perfis de torra, tanto para Espresso como para coados, variando da doçura do chocolate até a acidez de alguns bons cafés frutados. O melhor cappuccino que tomei em Buenos Aires com a textura e a doçura que gosto. Se existe algum ponto negativo, que assim eu possa dizer, trata-se do fato de trabalharem exclusivamente com grãos colombianos e mais de nenhuma outra origem. No mais, ainda tive direito a uns quatro espressos grátis para degustação e o serviço de mesa nota 10.
  11. Café na Argentina ou da Argentina

    Hoje foi dia de conhecer a Lab Tostadores de Café. Uma boa Cafeteria de Buenos Aires que fica no bairro de Palermo. Possuem cafés de várias partes do mundo e extraem em diversos métodos. Fui de um espresso Colombiano com boa acidez e bem redondo na xícara. Depois tomei uma Aeropress de Ruanda muito gostoso. Possuem diversos cursos disponíveis e torram o próprio café em uma central que distribui periodicamente para as unidades. Os pacotes são mais baratos que os do Café Registrado, mas as xícaras na mesma proporção de preço. Muito boa Cafeteria, mas não melhor que do que a Café Registrado, na minha humilde opinião.
  12. Comparação de moinhos

    Muito bom @Burny, mas um trabalho que, mesmo que possa ter algumas imperfeições, ajudam a estabelecer uma boa referência entre os diversos moinhos testados.
  13. Cafeterias no Exterior

    Visitei também o Café Registrado, uma cafeteria de Palermo que me foi indicada por alguns amigos de Recife e se mostrou muito boa. Grande variedades de cafés de outros países e do Brasil, torra no local, sendo a proprietária Maria Esther, uma Venezuelana muito simpática, que se mostrou grande conhecedora e amante de cafés e chás e acabou me oferecendo alguns espressos de cortesia e me convidou para participar de um cupping de chás, onde descobrir que a mesma era a representante oficial da Slayer para a América Latina. Recomendo a todos visitar esta cafeteria.
  14. Café na Argentina ou da Argentina

    @Daniel Alvarez, ainda não os comprei, pois vou deixar para mais próximo do meu retorno, mas os valores variam entre 350 e 450 pesos aproximadamente (a cotação do real é em torno de 6,50 pesos).
  15. Cafeterias no Exterior

    Estive em Bariloche e lá visitei a “The Coffee Store”, uma franquia mundial de cafés que me surpreendeu, particularmente, além da grande variedade de cafés do mundo todo, o café da Guatemala, particularmente, estava excelente, mas todos os outros muito bons. Todos os cafés são torrados em Buenos Aires e o ponto negativo é que só servem no Espresso e suas variações, pois não usam nenhum método filtrado. No entanto, já em Buenos Aires, visitei novamente uma cafeteria da franquia “The Coffee Store” na Av. Santa Fé 3786 na esperança de comprar alguns grãos da Guatemala com torra recente. Além dos cafés não ser torrados no local, ninguém sabia informar onde eram torrados e nem a data da torra. Fiquei um pouco frustado, mas, mesmo assim, pedi um Espresso da Colômbia que não agradou e constatei que a franquia de Bariloche era bem superior, tanto nos cafés, quanto nas comidas.
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