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Murilo Lins

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Everything posted by Murilo Lins

  1. Não conheço perto de você mas em Recife temos o curso de Barista do Kaffee com Lidiane Santos e através do Borsoi com George Gepp, ambos muito bons. Quanto a aluguel de máquinas temos o Coffeebar também em Recife.
  2. Pessoal, Na ausência de um espaço mais apropriado no fórum para discussões, dúvidas e troca de experiências entre os proprietários e futuros proprietários de máquinas ECM, bem como para os interessados por máquinas de café expresso em geral, achei por bem abri este tópico, tendo em vista o crescimento gradual desta conceituada marca em nosso país. Ontem resolvi fazer a ligação de minha Technika IV Profi WT-WC diretamente na rede hidráulica, objetivando uma melhora operacional no uso do equipamento com o ganho da pré-infusão, a redução do uso de água mineral, tendo em vista a necessidade constante de flashes quando a máquina passa um bom tempo ociosa para um melhor controle da temperatura e deixar de ter a necessidade de enchimento periódico do seu reservatório de água. Quando da execução da ligação direta de água, uma vez que a cozinha do meu apartamento não foi preparada adequadamente para receber uma máquina de café, tive algumas dificuldades e surpresas durante a instalação. A primeira dificuldade foi estética, uma vez que há cerca de um ano e meio fiz uma reforma no apartamento e não queria mais fazer nenhuma quebradeira nele neste momento, então tive que abri mão da beleza arquitetônica deixando filtro, válvula redutora de pressão e cabo flexível para condução da água à mostra. A esposa não gostou nenhum pouco, mas acabou cedendo aos meus apelos. A segunda foi relativa a escolha do filtro e essa foi a menos complicada ficando minha opção pelo filtro 3M Aqualar AP200 (http://solutions.3m.com.br/wps/portal/3M/pt_BR/Aqualar/Home/ProdAqualar/FiltrosAqua/Ap200/). A terceira foi relativa ao controle da pressão da água que seria enviada para a máquina, tendo em vista que meu apartamento encontra-se no 9° andar de um prédio de 14 andares, sendo o último uma cobertura equivalente a dois andares, e o fabricante exige uma fonte de água com a pressão oscilando entre 0 e 1,5 bar. Como tive dificuldade com mão de obra qualificada e não queria correr o risco de comprometer o equipamento, optei por adicionar na ligação direta a instalação de uma válvula redutora de pressão (http://www.asolar.com.br/detalhe-produto.php?id=76), comprometendo ainda mais a questão estética. A válvula por ser bastante pesada vai requerer o uso de uma presilha para segurar o conjunto filtro / válvula que deverei instalar na próxima semana. Por enquanto estou utilizando um calço provisoriamente. Concluída a instalação e ajustada a máquina para uso com ligação direta na rede hidráulica, a pressão da caldeira ao ser ligada oscilou entre 1,0 e 1,5 bar, como exigida no manual e estabilizou-se em torno de 1,25 bar. No entanto, para minha surpresa de leigo na tecnologia aplicada às máquinas de café, observei que o manômetro que mede a pressão da bomba apresentou a indicação de 1,0 bar quando a máquina está desligada ou ociosa, antes era zero, e indicou 10,0 bar de pressão durante a extração do café, anteriormente apresentava 9,4 bar. Como ultimamente não vinha observando as indicações do manômetro da bomba, não sei dizer ao certo se este comportamento passou a ocorrer antes ou depois da instalação na rede hídrica. Como não sou grande conhecedor sobre o funcionamento de máquinas de café expresso em geral e, particularmente, das máquinas ECM, achei que este ganho inicial poderia ser por conta do ganho da pré-infusão, mas ao mesmo tempo a fase de infusão subiu de 9,4 para 10,0 bar o que, creio, não seria normal. Desta forma, peço ajuda com relação a este pequeno ajuste que fiz na máquina no sentido de saber se é normal este comportamento, se pode ter havido algum erro na instalação hidráulica, apesar de ter seguido todas as instruções contidas no manual do fabricante, ou se após a instalação hidráulica seria necessário efetuar um ajuste na pressão da bomba manualmente trazendo-a para próximo de 9,0 bar, uma vez ser normal este incremento de pressão por conta da ligação direta, tendo em vista que as máquinas ECM permitem esta intervenção manual do usuário na regulagem da pressão da bomba. Agradeço desde já a colaboração de todos, Murilo
  3. @LUW, o padrão do bico de vapor das máquinas ECM, de fato, é de dois furos e atende bem. No entanto, se não me falha a memória @Cabral trocou o dele por um de quatro furos e achou o desempenho melhor. Pretendo até fazer essa troca um dia, mas ainda não coloquei como prioridade haja vista que o de dois furos tem um desempenho pra lá de satisfatório.
  4. @Carneiro, possivelmente terás razão, tendo em vista que a guarnição estará em contato por mais tempo com o calor. No entanto, seria algo com pouca interferência também, pois utilizei a guarnição de borracha por um longo tempo e troquei por uma de silicone, mais para atualizar e menos pela necessidade real de troca. A de silicone nem se fala, permanece até hoje sem nenhuma modificação aparente.
  5. Não creio que esse procedimento trará envelhecimento precoce @mericlis, uma vez que as máquinas de espresso foram projetadas para esse fim. Mais importante do que isso para a longevidade da máquina seriam os cuidados com manutenção.
  6. @Carneiro, também havia imaginado que a intenção do fabricante seria permitir que o Barista monitorasse a pressão da bomba regularmente e identificasse eventuais defeitos no seu desempenho. Havia comentado isso ontem com esse amigo e acho até que essa função é tão ou mais importante que a pressão real apresentada próximo ao bolo de café, pois a pressão real deve sofrer, em tese, pequenas variações provocadas em cada extração pela alteração da grânulometria (pó mais fino ou mais grosso) ou da força usada na compactação, o que criaria mais ou menos resistência à passagem da água pelo café. Mas acredito que a explicação que você apresentou de que as máquinas comerciais por possuírem quase sempre mais de um grupo de café, obrigaria o fabricante a ter que instalar um manômetro em cada grupo para que a máquina pudesse apresentar a pressão real de extração.
  7. Entendi @Carneiro, mas no caso citado, tanto a ECM como a Vivaldi S1 possuem bombas rotativas e, se não me falha a memória, da mesma marca e modelo. Quanto à conclusão concordo com você e foi a mesma que chegamos, no grupo o manômetro mostrará a pressão real, mas a dúvida principal seria porque a fabricante da ECM e de outras marcas optam por medir a pressão constante da bomba e não a real do grupo, pois, aparentemente, as duas formas são fáceis de instalar e a diferença recai sobre a decisão do fabricante. Alguma razão especial?
  8. @Cabral ou outros que possam contribuir com o tema, peço uma opinião sobre a medição da pressão indicada no manômetro da bomba na ECM. Verifiquei que em diversas máquinas comerciais ou prosumers o manômetro indica a pressão da bomba no momento da extração que varia de um ponto inicial (zero para quem usa reservatório de água ou a pressão da rede hídrica para quem usa ligação direta) subindo até o ponto de configuração da bomba (normalmente de 8,5 bar acima), permanecendo estável quando atinge este ponto de configuração. Nas máquinas com fluxo de água e pressão programáveis, estabelece-se uma rampa de progressão que varia de acordo com a programação estabelecida até a finalização total da extração, marcando, aparentemente, a pressão da bomba que varia durante a extração em linha normalmente ascendente. Um amigo adquiriu uma La Spaziale Vivaldi S1 de um grupo que vem com um manômetro da caldeira, PID analógico (leitura por acendimento de luzes) e sem manômetro da bomba. Ele resolveu instalar, fazendo uma pequena adaptação, um manômetro glicerinado para poder efetuar a leitura da pressão de extração da "bomba" e nos testes de medição ele acabou por concluir, apesar de utilizar a máquina com ligação direta na rede hídrica, que o manômetro estava medindo a pressão no grupo e não da bomba. Isto é, mesmo a máquina ligada na rede que possui uma pressão superior a 2 bar, o manômetro marca zero quando a bomba está desligada (em inércia), e, ao ligá-la, atinge inicialmente 9 bar de pressão e, aparentemente, após a água romper o bolo de café, ela recua para pouco mais de 8 bar até zerar novamente quando se encerra o processo de extração. Alguém poderia dizer qual a vantagem e desvantagem de se medir a pressão da bomba ou no grupo e o que essa característica teria de melhor ou pior na forma de medição das máquinas ECM?
  9. ECM Barista & Eu

    @Cabral, a título de curiosidade, o filtro da ECM fica em pé e solto no tanque sem nada por prendê-lo no reservatório?
  10. O que você comprou ou recebeu hoje?

    A minha foi entregue com 20 dias, mas, por experiência própria, a partir do mês de setembro as compras internacionais tendem a ser entregas com bastante atraso. O processo de entrega pelos correios só é normalizado no início de cada ano subsequente a compra realizada.
  11. ECM Barista & Eu

    @LUW, esse é o sistema de filtragem que utilizo. O pré filtro encontra-se por trás do filtro e não está meio encoberto na foto, mas, no seu caso, como não vai fazer ligação direta na rede hídrica, o filtro da ECM indicado por Cabral seria mais do que suficiente.
  12. O que você comprou ou recebeu hoje?

    @viniesp, comprei essa mesma chaleira há um tempo atrás e paguei próximo de 175 reais, incluindo o frete. Hoje aumentou um pouco por conta da variação do dólar. Vou te passar o link do vendedor que comprei: https://pt.aliexpress.com/item/ALBOHES-1L-Chaleira-El-trica-Da-gua-1000-w-Gooseneck-Preserva-o-Do-Calor-de-A/32861992015.html
  13. ECM Barista & Eu

    @LUW, utilizo água de poço artesiano de boa qualidade aqui no meu prédio, mas, como @Cabral, também faço uso do filtro CZ+7 em um purificador da IBBL para consumo doméstico. Já para a máquina de espresso utilizo pré filtro e filtro da Pentair, uma vez que abasteço a máquina com água através de uma ligação direta na rede hídrica. Como já tive alguns problemas com a oscilação da temperatura de extração, que só se resolveu quando fiz uma descalcificação preventiva, não descuido mais nesse quesito mantendo sempre um bom sistema de filtração de apoio. No pouco tempo em que usei o modo reservatório da máquina não coloquei o filtro de imersão no tanque, mas não teria dúvida em utilizá-lo para o caso de voltar o seu uso algum dia.
  14. ECM Barista & Eu

    Parabéns @Luw, mas um para a família do Clube das Máquinas ECM. Poderoso esse equipamento.
  15. O que você comprou ou recebeu hoje?

    Comprasse onde e por qual preço @RogerioD?
  16. @RogerioD e @LUW, já fiz das duas formas e não observei grandes diferenças no sabor da bebida. Às vezes ligo a máquina e extraio o café sem executar o flush, tendo em vista entender que a temperatura já estaria adequada para o momento da extração. Já fiz teste com porta filtro que mede a pressão e a temperatura de extração e em ambos os casos a situação a temperatura estava bem adequada. Tudo depende, no meu entender, da temperatura do grupo no momento da extração e o flush deve ser usado para trazer a temperatura mais para o nível ideal quando este tiver sido ultrapassado. O Flush faz a água circular por todo o sistema, mas, não vejo como um procedimento obrigatório no caso da temperatura está dentro do nível que entendemos como adequado para a extração do café. Tenho deixado a máquina constantemente ligada, mesmo para o caso da próxima extração ser realizada em tempo superior a 30 minutos. Devido a boa estabilidade térmica não acredito fazer grande diferença na conta de energia reaquecer novamente a caldeira ou permanecer com ela ligada até a próxima extração. O critério que utilizo mais é se vou sair de casa nos próximos minutos ou permanecer mais tempo em condições fazer novas extrações. Acho que o ideal é utilizar os dois métodos por um período fechado de tempo (tipo um mês) e acompanhar o comportamento de consumo de energia elétrica. Se os valores forem desprezíveis (como acredito ser) ou não, faz-se a opção por um sistema ou outro. Acho que as escolhas são mais de caráter individual do que propriamente por grandes ganhos ou vantagens em optar por um ou outro método. Vale ressaltar, no entanto, que a máquina não precisa de muito tempo para aquecer adequadamente e permitir uma boa extração, principalmente, se havia sido ligada a poucas horas atrás.
  17. Exatamente o que faço também. Só não entendo o porquê do porta filtro ficar levemente umedecido quando ele é retirado imediatamente do grupo após a extração. Já me indicaram problema na moagem, excesso de pó no porta filtro (normalmente extraio com 18g), etc.
  18. O que você comprou ou recebeu hoje?

    Alex, por quanto saiu essa colher de cupping e onde comprasse?
  19. Aeropress

    Muito massa João, parabéns pelo brilhante desempenho. É sempre bom conferir o crescimento pessoal dos membros do CdC nessa área de cafés especiais. Faltou dizer qual o café utilizado?
  20. Problemas técnicos no fórum

    Verdade, voltou a funcionar um tempinho atrás por pouquíssimos dias. Era uma ferramenta poderosa para nos manter mais atualizados com o fórum. Não sei se para a maioria, mas para mim faz muita falta.
  21. Café na Argentina ou da Argentina

    Caro @heitosj, por incrível que possa parecer, a Full City Coffee House, além de ter sido a cafeteria que mais gostei, era a que possuía os melhores preços dos grãos de cafés. Lá os preços variavam de 260 a 310 pesos os pacotes de 250 gramas e com um bom desconto nos pacotes de um quilo. Nas outras cafeterias os preços variavam de um mínimo de 300 a até 480 pesos o pacote de 250 gramas. Não por acaso, a maioria dos grãos que comprei foram torrados por eles.
  22. O que você comprou ou recebeu hoje?

    Estive curtindo parte de minhas férias pela Argentina (Bariloche e Buenos Aires) com a familia e, como não poderia deixar de ser, aproveitei para conhecer diversas cafeterias nas cidades visitadas por indicação de amigos e da Revista Espresso (relato no tópico “Café na Argentina ou da Argentina”). Algumas me surpreenderam positivamente e acabei não resistindo e trazendo alguns cafés de várias partes do mundo na mala (Colômbia, Guatemala, El Salvador, entre outros).
  23. Café na Argentina ou da Argentina

    Ontem visitei minha última cafeteria em Buenos Aires, por indicação de @heitosj, extendi minha incursão no mundo dos cafés por aqui e, diferente do que havia afirmado no post anterior, acabei indo para a “Negro Cueva de Café” próxima à Avenida 9 de Julho. Uma cafeteria pequena, mas muito bem estruturada e com diversos métodos e cafés de diversas origens disponíveis e torrados pela Puerto Blest, que segundo @heitosj é a melhor torrefadora de cafés de Buenos Aires. Tomei um ristreto de El Salvador e um V60 da Guatemala, além de um cappuccino, que não lembro a origem do grão, muito bem extraídos. Cafés redondos, frutados e com uma leve acidez. Recomendo conhecer a cafeteria, porém, a Full City Coffee House continua sendo a cafeteria que mais me agradou em Buenos Aires pelo conjunto da obra. Acabei comprando um pacotinho da Negro de um café da Guatemala.
  24. Café na Argentina ou da Argentina

    Valeu a dica @heitosj, estou nos meus últimos dias em Buenos Aires e devo comprar alguns grãos amanhã, não sei se dará tempo de ver mais alguma, pois me divido entre o lazer com a família e a visita nas cafeterias. Já havia dado por encerrada minhas incursões, mas tentarei visitar a All Saints Café, pois fica mais perto de onde estou hospedado do que a Negro Cueva de Café.
  25. Café na Argentina ou da Argentina

    Hoje visitei a que até agora foi a cafeteria que mais gostei (indicação da Revista Espresso). Falo da Full City Coffee House, cafés bem extraídos e com vários métodos disponíveis. Os profissionais da casa muito atenciosos e os grãos colombianos com bons perfis de torra, tanto para Espresso como para coados, variando da doçura do chocolate até a acidez de alguns bons cafés frutados. O melhor cappuccino que tomei em Buenos Aires com a textura e a doçura que gosto. Se existe algum ponto negativo, que assim eu possa dizer, trata-se do fato de trabalharem exclusivamente com grãos colombianos e mais de nenhuma outra origem. No mais, ainda tive direito a uns quatro espressos grátis para degustação e o serviço de mesa nota 10.
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