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Joao Rodrigues

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Posts postados por Joao Rodrigues

  1. Tenho um Hamilton Beach de lâminas, realmente a uniformidade não é a mesma de um hario ou de um moedor na casa dos mil reais.

    Porém para os métodos que faço em casa (coado, French press, Moka), dá para o gasto. Ainda não entrei no mundo dos espressos, mas tenho consciencia de quando o fizer terei que investir num moedor melhor.

    Portanto curta seu moedor e tente retirar dele o melhor proveito.

    O passo mais importante foi dado, entrar no mundo dos cafés especiais.

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  2. Eu recebi um desses hoje. Testei as diversas moagens, exceto espresso, porque não tenho máquina. Daí, para coados, french press e moka, serve, sim. E depende do uso que fará. Para moer 20, 30, 50 gramas por dia, tá de bom tamanho. E bom gosto. Para abrir cafeteria, não. Abraços.

    Leonardo comprei um também, estou feliz com o resultado.

    Também testei todas as opçoes de moagem, menos espresso.

    Estou bem satisfeito.

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  3. Já estava pensando em comprar uma prensa maior para visitas.

    Tenho curiosidade com essa tramontina

    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-660987472-prensa-francesa-para-cafe-095-lts-tramontina-_JM

    Paguei 140 dilmas numa French Press da Bialetti numa loja do centro de Campinas SP.

    A loja chama Dodo presentes, o cara e bom de negocio, da uma ligada lá 19 3231-8921. Bialetti com selo original da Imeltron.

  4. Jaum sou de Campinas-SP, comprei minha French Press numa loja no centro.

    Paguei 120 dilmas numa Bialetti Venus 6 xícaras há um ano e meio e 140 Dilmas na French Press de 1 L há um mês. Todas originais com a etiqueta de Imeltron, importador oficial Bialetti no Brasil.

    O nome da loja é Dodo Presentes, fale com o Raymond. Ele anuncia no mercado livre, mas da uma ligada lá 19 3231-8921, ele até prefere por nos pagar comissão pro mercado livre.

    Da uma chorada que sai um desconto.

    Abraço.

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  5. http://www.rac.com.br/_conteudo/2015/07/olha_so/cultura/302162-cafe-extraido-de-excrementos-de-elefantes-vale-ouro-na-tailandia.html

     

    Café extraído de excrementos de elefantes vale ouro na Tailândia

     

    O estômago do elefante funciona como uma panela de cozimento lento, onde os grãos de café marinam com outras ervas e frutas que os animais consomem, explica o produtor
    20/07/2015 - 08h27 | - Atualizado em 20/07/2015 - 08h36 France Presse
    faleconoscorac@rac.com.br
     
     
    No coração das colinas do norte da Tailândia, as mulheres dos cuidadores de elefantes recolhem os grãos de café dos excrementos dos animais. Uma vez lavados e tostados, eles se converterão em um café único, um dos mais caros do mundo.

    "Quando apresentei meu projeto aos cornacas (guias e cuidadores dos elefantes), acharam que eu era louco", lembra Blake Dinkin, fundador da empresa Blacky Ivory Coffee.

    O canadense pensou muito antes de viajar ao distrito de Chiang Saen, fronteiriço com Mianmar e Laos, mais conhecido pelo tráfico de drogas do que pelo café.

    Primeiro teve a ideia de utilizar civetas (pequenos mamíferos carnívoros) para fabricar um café chamado "kopi luwak", já produzido na África e na Ásia.

    Também cogitou a hipótese de utilizar leões ou girafas, antes de descobrir que os elefantes comiam café de vez em quando durante os períodos de seca no Sudeste Asiático.

    "No início pensei que dando aos elefantes alguns grãos conseguiria um bom café. Mas ele se tornou impossível de beber. Levei nove anos para conseguir o que realmente buscava", afirma Dinkin.

    O estômago do elefante funciona como uma panela de cozimento lento, onde os grãos de café marinam com outras ervas e frutas que os animais consomem, explica o produtor. Os sucos gástricos, por sua vez, permitem eliminar o amargor do café, afirma.



    Aura de fantasia


    No entanto, Aleaume Paturle, proprietário do café Lomi de Paris, um local imprescindível para os amantes desta bebida, considera que este tipo de café não desperta muito interesse.

    "É um café curioso, mas não é o melhor produto. Para fazer um café realmente bom, é preciso saber fermentá-lo. E quando este processo ocorre no estômago de um animal, então é mais complicado", explica.

    Embora no fim tenha um sabor "bastante inconsistente", o fato de saber que os grãos vêm da barriga de um elefante da Tailândia concede ao produto "uma aura de fantasia", reconhece.

    Por isso, até agora o café só pode ser encontrado em hotéis de luxo da Ásia, onde cinco xícaras do tamanho de um expresso são vendidas por mais de 60 euros (68 dólares).

    A escassa produção deste café (150 quilos de colheita em 2015) contribui para a sua boa imagem de marca.

    Num momento em que na Europa estão na moda os grandes cafés, cobiçados por uma clientela disposta a pagar por bebidas exclusivas, o "Black Ivory" não deve demorar a chegar aos estabelecimentos de Paris, Zurique, Copenhague e inclusive Moscou.

    "O conceito responde à perfeição a nossa filosofia de assegurar aos nossos clientes experiências únicas para que vão embora com uma história incrível", afirma Mark Thomson, do grupo proprietário dos hotéis de luxo Anantara.

    O inventor Blake Dinkin destaca igualmente a dimensão artesanal e de comércio justo de sua empresa.

    São as mulheres dos guias de elefantes as responsáveis por extrair os grãos dos excrementos, antes de lavá-los e secá-los ao sol, permitindo uma receita adicional para a comunidade local.

    "Perco muitos grãos durante o banho matutino dos elefantes" porque defecam no rio, comenta Blake Dinkin.

    Para obter um quilo de café, é preciso dar a eles no mínimo 33 quilos de grãos de café, entre sua ração de arroz e bananas.



    Caramelo e chocolate


    No início um pouco cético, o diretor da fundação do Triângulo de Ouro, que acolhe estes elefantes antes utilizados como atração turística nas ruas de Bangcoc, finalmente foi convencido a integrar o projeto.

    A fundação recebe 8% do valor arrecadado com as vendas, o que contribui para pagar os veterinários e manter as instalações.

    No hotel Anantara de Chiang Saen, onde a fundação tem seu escritório, a apreciada bebida é preparada diante dos olhares dos clientes em uma elegante máquina francesa do século XIX que permite ver a infusão do café.

    "É realmente único", comemora Barbara Shautz, turista alemã, que sente um sabor "de caramelo e chocolate". "Nunca havia provado algo assim, é uma experiência incrível!". E além disso é uma boa ação para ajudar os elefantes e as famílias dos guias...

     

  6. Cansei de gastar 300 reais por mês na loja da nespresso e comprei uma moka express de 6 xícaras. Na ausência de um moedor, comprei um café já moído da variedade bourbon, produzido em uma fazenda de Poços de Caldas (altitude elevada e frio pra caralho). A moagem não é tão fina, e a torra me pareceu média. O café ficou uma delícia!

     

    Não vou gastar nem a metade do que gastava em cápsulas, e vou tomar um café melhor (para o meu gosto, claro).

    O café por acaso seria o café Daterra?
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