Lisboa Santos

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About Lisboa Santos

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    Avançado
  • Birthday 11/23/1955

Profile Information

  • Gender
    Male
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    Caconde (SP)
  • Equipamento
    Preferência atual: AeroPress (99%) e Globinho (1%). MD-40 e Bravo Mini Iron Man.

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  1. Um produto interessante, vou experimentar, não porque possa fazer algo parecido com espresso justamente porque o forte da AP é fazer um café que não tenha nada a ver com espresso! Sempre achei o PF da AP o seu ponto fraco com aqueles buracos enormes que favorecem canalização, e venho buscando uma alternativa de PF para a AP (né, Gil?!). O filtro de 80µm poderia estar na casa do 50-60µm, uma aparente vantagem mas achei a área de passagem muito pequena; os furos poderiam ser menores e ter umas duas vezes mais deles por, digamos, cm2. Mas se cabe um filtro de papel em cima (o que geralmente não aprecio muito, pois retém óleos), deve caber um filtro metálico Kohi tb. A pressão (jato central) na extração provoca uma certa aeração no café pronto, o que é uma variável importante e prática, talvez tenha aí outra vantagem. O fato de não precisar inverter a AP tb me possibilitaria testar com maior facilidade uma técnica de extração em duas etapas (que o Sergio m. sugeriu uma vez), a la cervejaria: fazer um infusão longa e extrair tudo, seguida de novo despejo de água para uma segunda infusão longa no mesmo pó já anteriormente extraído. Com a técnica atual de AP Invertida (ou na posição normal) o resultado foi muito interessante, mas de difícil operacionalização; já com o Prismo a coisa poderia funcionar muito bem, o que tb aumentaria duas ou três vezes a capacidade de preparação atual da AP invertida (daria tranquilamente pra fazer até uns 450ml de café na xícara, ou numa garrafa térmica de 500ml). Se alguém for comprar (não com aquele frete abusivo) me avisa que eu entro na compra e rachamos o frete de lá pras terras tupiniquins.
  2. Seria legal um feedback do Nobre depois de um ano e meio de uso! Tô pensando em comprar um... Tem alguma imagem de como são armazenados, mostrados e editados os perfis de torras? É estilo gráfico como no RoastLogger?
  3. Jano, muito legal seu relatório e postagem no Instagram, vou passar a segui-lo lá! No meu Insta Lab.Kitchen.do.Lisboa fiz um review comparativo Granulométricas x Kruve em Fev passado. As Kruve não são exatamente peneiras, na verdade são filtros (para líquidos, como os de espresso, que servem tb para peneirar sólidos), mas são relativamente baratas, muito bonitas e de qualidade, e portanto servem muito bem para um uso menos pretensioso já que são bem menos eficientes que as granulométricas, óbvio (senão laboratórios de precisão usariam filtros perfurados a laser, que são muito mais baratos, em vez de malha trançada). Uma peneiração realmente eficiente na casa dos 400µm numa granulométrica demora uns 5 minutos com ajuda de aparelho, numa Kruve muito mais, e se for só na mão o tempo necessário é muito maior. Com 1 ou 2 minutos, principalmente à mão, numa peneira igual ou abaixo de 600µm (mesmo numa granulométrica) é pura ilusão achar que vc está realmente peneirando: pensa que está, mas non! Não passa de 20% do que você poderia, ou deveria, estar realmente peneirando. É lógico que é melhor peneirar esses 20% (do possível ou do desejável) do que não peneirar nada, como já disseram acima: até com peneira de cozinha a diferença é notável para extrações "normais" (dentro do padrão difundido), em que na verdade se subextrai (ou se hipoextrai) do conjunto do pó, por isso é que amarga (não é, exatamente, por causa dos fines); café muito bem extraído não amarga (só amarga se o grão estiver ou for ruim, por diversas razões). Por isso mesmo parei de peneirar há mais de um ano, moo o mais fino possível (para qualquer método) o que me dá uma faixa granulométrica entre 0-300µm ou 0-350µm (isso mesmo! com todos os fines que vc ousar imaginar). Desperdício zero de pó, antes quando peneirava o aproveitamento (numa peneiração realmente eficiente) como o meu MD40 era em torno de 45% (na faixa 400µm-700µm), mas com um EK43 (que tive a oportunidade de experimentar uma vez) para um mesmo grão o aproveitamento chegou a quase 70%, o que sugere que o moedor faz toda a diferença nesta relação custo x benefício, quando se trata de peneirar.
  4. Uso frequentemente minhas jarras Hario (nºs 1 ou 2, e tb a da cremeira) no microondas e nunca tive problema. P.s.: em todos os anúncio que vi, dizem que os vidros da Hario são de borisilicato, o que os tornam nomeadamente apropriados para o uso em microondas. Mais info aqui: vidro borisilicato.
  5. AVECABRALILLVSTRATVMEST PERICVLVMINVTENDOVSVSPERIDONEAMNONEST GRATIASAGOTIBI
  6. Comprei três rsrs Já consegui falar com o Prof. Eduardo do SENAI, vamos trocar e-mails e quando eu tiver mais informações eu posto aqui. Enviado de meu LG-K430 usando Tapatalk
  7. Ontem achei vários vídeos no Youtube, a partir do link do rbata, e salvei aqueles que não eram muito complicados (caseiros mesmo) e que - ao final, fundamental (rimou) - a torra tendesse a homogênea, o que não foi fácil já que o pessoal lá fora torra de Vienna (Moderadamente Escura) pra cima, daí fica fácil deixar os carvãozinhos homogêneos (ô maldade, fala assim não!). Que material é aquele? metálico não deve ser senão daria problemas com as microondas, não?
  8. Terceira experiência: - Refiz com 50% de potência nominal, mas ao chegar no crack (3:35min ou 4:35min, falhei na anotação!) aumentei a potência nominal para 100%, parei aos 45seg, mexi por 10seg, deixei mais 30seg. - Ficou pior que a segunda: embora poucos subdesenvolvidos, havia muito mais grãos bem sobretorrados. Parece-me que a grande questão é a necessidade de mexer os grãos, para que "assem" mais uniformemente. Como o Aurélio lembrou, o tambor (rotativo ou rotatório?) do cara parece ser a solução, o que me parece óbvio já que foi testado em ambiente laboratorial. Ps.: achei o Prof. Eduardo no Facebook, ele ainda trabalha no SENAI, pedi informações sobre o lançamento do produto ou a possibilidade de ele me enviar um protótipo para testes específicos com café, vamos aguardar resposta.
  9. Segunda experiência: - 80g de café, potência nominal 50% (de 1200W, ou seja, 600W), mexendo após cada ciclo de "on" (os 17seg com potência, seguidos de mais 17 seg de off), demoro +-10seg para abrir a porta, mexer bem, fechar a porta e continuar. Isso deve equivaler a 38-40% de potência (17seg on + 27seg off). - Aos 4:35min comecei a ouvir os primeiros cracks (os cracks param após alguns segundos no cilco off, e retomam uns 4-5seg após iniciado o ciclo on). - Tempo total de 7:40min - poquíssimos grãos sem crack, mas muitos com um crack bem pequeno (mas às vezes um crack grande na parte curva o que nunca vi em torra convencional). Muita desuniformidade, com muitos grãos bem sobretorrados, muito escuros e oleosos (a la Starbucks). - a temperatura que mais vi, imediatamente após abrir a porta e medir com o pirômetro, foi +-175ºC, tive muitas medições de 180ºC e algumas de 188-190ºC. - deu uma perda de 22%, mas pode ter sido meu sistema de sugar as películas com aspirador, então alguns grãos podem ter sido aspirados (vou fazer diferente da próxima vez). - medição com protocolo e kit SCAA: Agtron 68, Light Medium (Clara Média). Tirando os extremos (sobretorrados e subdesenvolvidos): Agtron 73, Moderately Light (Moderadamente Clara). Estou intuindo que após o início dos cracks a potência teria que ser bem baixa (20%?!) e contínua, que são coisas incompatíveis entre si.
  10. Primeira experiência: - 80g de café, potência nominal 30% (de 1200W, ou seja, 360W), mexendo a cada 20seg nos dois primeiros minutos. Percebi que eu estava cortando o ciclo de funcionamento do MO (10seg on + 23seg off = 30% de potência). - daí em diante passei a mexer após cada ciclo de "on" (os 10seg com potência), demoro +-10seg para abrir a porta, mexer bem, fechar a porta e continuar. Isso deve equivaler a 23-25% de potência (10seg on + 33seg off). - aos 16 min comecei a ouvir os primeiros cracks. - pensei em parar aos 22min, mas ainda havia muitos grãos sem crack nenhum, deixei mais 10min, tempo total de 32min. - poucos grãos sem crack, mas muitos com um crack bem pequeno, mas com pouco sabor de subdesenvolvido. Apesar da desuniformidade, nenhum grão ou pergaminho sobretorrados (carbonizados, como tenho visto em torras profissionais brazookas), embora alguns com sinais de chamuscado (scorched). - a temperatura que mais vi, imediatamente após abrir a porta e medir com o pirômetro, foi +-170ºC, tive algumas medições de 180ºC e umas raras de 188ºC. - medição com protocolo e kit SCAA: Agtron 86, Light (Clara). - não pude medir a % de perda pois derrubei parte do grãos no chão ao passar pro meu resfriador. Vou refazer com 50% de potência nominal.
  11. Este é o meu conjunto: pirex, xícara no centro, com 80g de grãos.
  12. Fiz dois desastrosos testes, correndo, semana passada. Pensei até em desistir, mas não sou disto... Não me lembro mais dos números, mas uma foi com uns 200g de café, 100% da potência (máx. nominal é de 1200w) mexendo a cada 30 seg, acho que 6 min no total numa forma plástica própria pra bolo e pudim no MO. Os grãos chegaram a grudar e deformar a forma (desculpe o trocadilho), temperatura final em tornos de 186ºC (medida com pirômetro). Ficou bem desuniforme, mas poucos grãos não chegaram no crack (era um CD, mesmo os grãos bem claros estavam com o rachadinho visível). Não foi dos piores café que já experimentei. A segunda tentativa, foi com 100g de café, 70% da potência nominal, mexendo a cada 1 min, em um pirex redondo com uma xícara no meio (pra acomodar circularmente os grãos), em 4 minutos tinha carbonizado mais da metade, boa parte ainda crua, joguei tudo fora! Vou tentar com potências bem mais baixas (como as novas sugeridas pelo Marcelo no último post) mas com um café merrequinha, pra ver se pego melhor o jeito, pq o que eu tinha usado era ótimo e caro!
  13. AP Bombril em ação!
  14. Imaginei que tivesse (o tópico), apenas tinha certeza que eu não tinha tempo (nem saco) pra ficar procurando, usando apenas a palavra Moka (este Fórum frequentemente me dá nos nervos, quando preciso achar um tópico, o pessoal não colabora usando adequadamente as tags). Investigando (sempre) coisas essenciais e secretas, em vez de perdendo tempo com buscas não essenciais num dado momento...
  15. Por aqueles acasos da vida, minha namorada e os pais dela praticamente só fazem café na Moka, então comecei a experimentar e a testar variações de preparação com ela. Testei umas 10 moagens diferentes para ver qual trazia menos borra pra xícara, normalmente um pouco não me incomoda mas na Moka é muito acima do normal, o que dá uma outra textura (inclusive, corpo) à xicara. Após vários experimentos acabei achando, por ora, uma granulometria satisfatória (nº 10 no Encore, sugerida para AeroPress, mais fina do que para coados, e mais grossa do que para espressos). Uma BR que tem resultado em cafés surpreendetemente doces, sem amargor e acidez equilibrada é entre 6,0% e 7% (não pesei ainda, é um cálculo por estimativa), algo em torno de 15g-17g de pó para 250g de água. Passei a dar uma certa compactada com os dedos, que diminuiu um pouco o fluxo de subida do café coado, o que deve ter aumentado um pouco mais a %Ext (tb ainda não medi). Mas o que melhorou significativamente o café na xícara foi colocar um filtro de AeroPress (ou Hario recortado), que é exatamente do mesmo diâmetro do filtro da cafeteira, o que deixou a acidez mais brilhante e rica e eliminou aquela borrinha típica da Moka, que de certa forma atrapalha a percepção de sabores na xícara. O fluxo ficou um pouco mais lento ainda, o que acredito esteja contribuindo para uma maior %Extração. Não achei um tópico específico de preparação de Moka, mas quando tiver novidades vou postar (talvez num novo tópico específico, de experimentos com a Moka). Um filtro Melitta 103 rende 6 discos (para Moka ou Aeropress hehehe), é uma solução prática para o dia-a-dia e com um resultado surpreendente, para mim.