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JoaoW

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About JoaoW

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    Participante
  • Birthday 11/06/1982

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    Male
  • Location
    Uberlândia, MG
  • Equipamento
    Moka, Pressca, Cuccumella, Coador de Pano, Aeropress, Hario Mini

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  1. Coador de pano

    E aí pessoal, atualizando aqui... Percebi que comecei a errar muito com o coador de pano, especialmente quando queria fazer 400 ml, que é minha receita básica (pra mim e pra minha mulher). Quando é o coador egoísta, pequeninho, beleza, geralmente sai bom, com moagem fininha. Mas no maior, ou passava muito rápido, ou demorava muito e ficava amargo... Enfim, estava difícil. Aí resolvi seguir uma dica que o @Fogo ruivo me deu um tempo atrás e usar o coador de pano mais pra infusões mesmo. E tem uma receitinha que fiz que me surpreendeu bastante, moagem fina e tempo baixo de infusão, e achei que ficaria subextraído - especialmente depois de ver vários tópicos e foristas optando por infusões longas, moagem fina etc. Mas nada. Fica ótimo para torras médias-claras e claras (ainda não testei com torra média-média, pois tomo menos desses). Basicamente é um misto do kökekaffe (café "fervido", basicamente o método da prensa mas com decantação em vez de filtragem), com moagem mais fina, e coado no pano. Quem quiser experimente aí... A BR é 7%, no meu caso, 400 ml de água para 28 de café. A moagem é fina, talvez não finíssima (diria que deve ser tipo uns 8 cliques no meu Hario Mini, no meu caso uso a moagem mais fina possível do Handground). Aí boto a água numa chaleira, fervo, passo para uma pitcher ela já quente, ligo o fogo embaixo da pitcher para ferver (rs), e garantir que a água ali está a 97 graus, que é o que faz no máximo aqui em Uberlândia. Para evitar perda de temperatura. Nisso, boto o café por cima, e mexo até dar aquela dissolvida. Boto um pires em cima, 2 min no cronômetro. Depois de 2 min, mexo (é mais para decantar) e ligo mais 1 min no cronômetro. Nisso, a minha térmica (é uma "one hand" da Stanley) tá bem escaldada, tiro a água, e o coador de pano está embebido em água quente também. Aí é coar no pano o café depois do minutinho final, esperar coar tudo, dar uma mexidinha no café dentro da térmica, tampar e correr pro abraço. No meu caso, eu boto o coadorzinho de pano enfiado ali por cima do funilzinho da aeropress, encaixa bem; e depois só levanto um pouquinho para não ficar tocando o pano no café à medida que sobe o nível na térmica. Fica "bão", viu.
  2. Outros porta filtros para café coado

    Uma solução barata pode ser a de usar os coadores de pano pequeninhos em suportezinhos de metal, o "coador egoísta". Galera curte, é rapidão, baratinho, e o resultado na xícara é legal. Acho mais difícil "acertar" a mão com coadores maiores, mas nos pequenininhos geralmente o sabor fica legal, pela minha experiência. Até porque adaptar um outro tipo de suporte deve mudar bastante o sabor e vai exigir apurar técnica, avaliar os resultados, reprodutibilidade, etc., pois as diferenças que observamos entre V60, Melitta, Kono, etc. não são pequenas...
  3. Biscoito de sal antes do café

    Quando quero limpar o paladar (sei lá, se comi algo doce antes principalmente), o que funciona pra mim é um pedacinho de queijo minas...
  4. Pior que não, é no primeiro mesmo.
  5. Aeropress

    Meio na louca, hoje fiz um de manhã sem ir até o fim, e outro depois do almoço descendo tudo. O do almoço estava bem melhor, mais saboroso, encorpado, complexo, talvez por passar mais óleos pelo filtro com a sopradinha extra...? Não sei, mas que estava melhor pro meu paladar, estava.
  6. Aeropress

    Imagino que o manual tenha sido pensado para preparo de cafés de torra média ou escura, pro consumidor geralzão. Aí não fica muito ácido não, nessas condições rs E uma coisa que sempre quis saber: eu desço a AP até o final, mas vejo na net gente que jura de pé junto que tem de parar assim que ou antes de ouvir o chiado. O que vocês acham?
  7. Aeropress

    Para essa receita aí de café em dobro, também estou procurando algo mais prático, em detrimento da "bebida ideal". É para ter na manga quando vem um pouco mais de gente aí em casa e aí tenho que preparar múltiplas coisas. No meu caso aqui, tentei o que falei, 4 min (mais que os meus 3 usuais), mas agitando bem mais, e moendo mais fino (moagem mais fina do Handground, a 1; geralmente eu faço na segunda, 1,5). Ficou bom! Reteve alguma acidez mas ficou docinho. Tá no caderninho de receitas para quando for útil.
  8. Duro dos "espressos porcaria" é a o efeito "máquina do tempo": frequentemente quando tomo um, fico desejando poder voltar no tempo e não ter tomado nada, acho que ficaria melhor rs
  9. Aeropress

    Valeu pelas dicas, vou tentar 28 g com uns 250 ml, afinar um pouco a moagem e agitar um pouco mais, nos mesmos 3 min que costumo preparar, e ver o que rola. @Freedom Force , por curiosidade, quando tomas a "dose única" com 15g, fazes o mesmo tempo de infusão (8-9 min)?
  10. Aeropress

    Caras, uma pergunta aí. Eu curto fazer 400 ml de aeropress, para mim e para minha mulher. Atualmente, faço dois em seguida, numa térmica One-Hand da Stanley; com o funil da AP funciona legal. Uso o Prismo também (com filtro de papel), aí não tem que ficar invertendo e tal. Faço 200 ml de cada vez, deve dar uns 370 ml de bebida, e cabe na térmica (eles dizem que a capacidade é de 354 ml ali, mas é um pouco mais). A receita é 14g, moagem média fina, despejo devagarinho rodando, depois umas 5 mexidas, tempo total de infusão 3 min, aí desce o êmbolo e beleza. Em uns 10 min esquentando, moendo, preparando, etc. faço 2 vezes e tenho meu café de aeropress na dose desejada. Até aí ok. Mas gostaria de ter um ás na manga para fazer "direto", vejo que é comum diluírem posteriormente o café da AP, preparam quantidade maior de café, uns 250 ml (com o Prismo devem caber até uns 270), e no fim botam água quente. Gostaria de ter uma boa receita assim. Porém não faço ideia de qual o truque aí para ter um bom equilíbrio entre um café mais concentrado + diluição chegando numa bebida semelhante ou próxima da que tomo "normalmente". As vezes que tentei, ficou meio ácido. Também não sei se dá na mesma fazer a mesma moagem pelo mesmo tempo ou um tempo maior; moagem mais grossa ou mais fina, enfim... Não sei se tem algum modo mais "padrão" ou aconselhado para proceder e chegar num bom café com diluição. Alguém aí tem algum macete maneiro para chegar numa boa bebida dessa forma?
  11. Ontem fui novamente lá no @Fogo ruivo comprar um pouco de café e trocar uma ideia, e ele gentilmente se dispôs a preparar alguns shots para me "introduzir ao mundo do espresso" rs. Usou um grão torra clara da Nuance (acho que era do produtor Pedro Rossi, frutado ou floral, não lembro ao certo), e preparou numa Arin (é esse o nome?) e numa Gaggia. Concentrações variadas, acho que na Arin (bem, lembro que era espanhola) foram 8,5 g para uns 40 ml, na Gaggia 17 g para uns 60 ml. Ou seja, concentrações um pouco mais "à Italiana", não o esquema 3a onda. Algumas impressões: 1. Café preparado com cuidado, bom grão, técnica, fica uma bebida beeem superior às cafeterias por aí. Ou seja, no fim, para tomar café bom mesmo, a gente acaba tomando em casa. Coado ou espresso. 2. O grão com torra clara, especialmente na Arin, já deu uma bebida bem saborosa para o meu paladar. E gostei mais da concentração inferior. Acho que, claro, parte da minha preferência atual por coados diz respeito à qualidade da bebida, grãos etc. que estou tomando em casa comparado com bebidas meia boca fora (o coado profi x o espresso porcaria, a comparação injusta acima rs). Mas acho que o que mudou mesmo desde que comecei a melhorar e aprender nessa coisa de café foi a torra e a concentração da bebida que considero ideal. Gostei mais do espresso com concentração menor, o que já é um indicativo forte. E a torra também. O café que comprei do Fogo dessa vez tinha torra média, acho que da primeira vez era torra bem clara mesmo. Preparei em casa em alguns métodos, não amarga, nada, mas percebo que a torra clara me conquistou de vez, e no mesmo grão rs. As receitas em que obtive melhor resultado com a torra média do Terra de Minas foram com moagens bem mais grossas a que estou acostumado. Então pelo jeito é isso, meu paladar foi "clareando". Com base nisso da torra, fico me questionando um pouco, afinal parece-me que a preferência nesse método está relacionada a torras médias (ou seja, não as claras). Talvez o "espresso ideal" vá para um caminho que está meio na contramão do caminho que tomei mesmo! Mas vamos aprendendo, experimentando. Valeu Ricardo pela oportunidade!
  12. Vai chegar uma encomenda da Unique aqui, acho que o do Robson será o próximo!
  13. Oi @Cabral ! É um ponto de vista interessante e argumentação válida ir pelo lado das proporções. Falar em não gostar ou não gostar de um certo método, para ser justo, de fato deveria considerar a versão meia boca de um método contra a meia boca de outro (coadão carvão fervido x espresso porcaria), e de modo análogo, a versão top em relação à versão top (espresso x coado caprichados). Faz todo sentido. Deixando de lado preferências pessoais, no entanto, há aspectos que tornam essa comparação difícil, isto é, a menor acessibilidade ao espresso de qualidade. Não me refiro só ao aspecto "preço"; aliás, se pensarmos nos valores absolutos em vez de proporções, a diferença para "investir/aprimorar" no espresso em relação aos coados é muito grande, tanto em equipamento quanto em treinamento/prática. Por si só, isso torna mais "raro", "escasso" encontrar um espresso de qualidade. Por aí também não se encontram coados de qualidade com facilidade, mas é mais fácil / provável chegar num nível interessante na xícara do coado que a do espresso. Então sim, pode ser que um dos aspectos de fato envolva uma comparação que não é equiparável entre um bom coado e um espresso mais ou menos. Por esse lado, é bem injusta! Mas por outro, diz respeito a bebidas que são "possíveis" e viáveis de encontrar ou preparar, e em ocorrendo essas variedades, acabam por tornar-se comparáveis, mesmo que, analisando a questão, seja uma comparação de maças e laranjas, o que não impede alguém de fazê-la e gostar mais de maçãs que laranjas rs Não sei se me fiz claro, mas tens razão. No entanto, a dificuldade de encontrar / preparar um bom espresso - o "espresso ideal" faz com que ele perca espaço na comparação para o "espresso real" que encontro por aí, que é o que tenho por referência, por bem ou por mal rs
  14. Considerando a complexidade do espresso e a predominância de "espressos porcaria" em cafeterias meia boca por aí rs, acho que é uma pena que a cultura do "coado de qualidade" seja ainda raridade nas cafeterias - não considerando as top, terceira onda, etc. Provavelmente beberíamos boas bebidas com mais facilidade, já que o preparo é mais fácil, bastando um treino mais simples, e o grão adequado. Bota um grão maneiro, moi na moagem certa e ensina um beabá pro cara que prepara, provavelmente sairá uma bebida ok; por outro lado o que tem de lugar que tem o equipamento, tem o grão e sai um espresso furreca não tá no gibi...
  15. Já que estamos no tema, tenho uma curiosidade. Pelo que se diz aqui no Fórum, o espresso é, de longe, o método mais complexo, "difícil de acertar". Minha experiência com moka, aeropress, V60, prensa, etc. me mostra que uma vez que o cara "acerta a mão" (tempo, moagem, "macetes de preparo", torra adequada, etc), é só correr pra galera, geralmente fica bom. Claro, pode haver algumas variações, do tipo, moer um pouco mais fino um grão de torra mais clara que um mais torra média, etc., mas "fica bom". Para o pessoal que faz espresso: queria saber se, uma vez que o cara descobre o procedimento que funciona, com equipamento maneiro, moagem certa etc., fica algo semelhante, ou se tem mais essa variação, do tipo "errar" uns shots de vez em quando, ou com alguma frequência... Minha finalidade é só para conhecimento mesmo, e poder ter um papo a mais com as pessoas quando for comentar dos espressos que se encontram por aí.
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