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  1. Olá amigos, boa tarde. Tenho lido bastante a fim de tentar fazer minha primeira compra de cafés no exterior, e fiquei meio perdido com informações e tópicos diferentes. Então abro este tópico para caso os amigos gostem concentrarmos aqui informações de compras no exterior do tipo: De quais sites comprar, como comprar, e mais importante, experiências de compra e dos grãos recebidos. Depois de ler tanto, acabei entrando em contato com a https://jjbeancoffee.com/shop/ ( conheci porque um amigo me enviou um café em pó de lá, e apesar de ter vindo em pó achei bem promissor e resolvi experimentar em grãos ) por email falei com a Sra Amy, que me atendeu muito bem e acabei comprando com eles. Deve chegar dia 21/08 se tudo der certo. Ela me falou que torram os cafés um dia antes de enviar, e para completar a compra fiz um cadastro em uma ficha por email mesmo e ela finalizou por lá, tudo ok. Enviou pelo canadá post e agora é só segurar a ansiedade !! Por favor amigos, vamos interagir, ondem compram os cafés ? é facil a compra e é bom o atendimento ? Torra fresca ? Demorou pra chegar ? e mais importante os cafés foram bons ?? Muito obrigado e vamos em frente !!!
  2. Salve amigos amantes da torra doméstica, neste tópico vamos compartilhar com vocês tudo do processo de torra dos cafés da Compra Coletiva e aproveitamos também para abrir um espaço exclusivo para que as discussões sobre como torrar esses cafés ocorram. Pra começar, temos muita coisa pra compartilhar, o processo para o café chegar torrado na casa de vocês foi muuuito longo. Para não nos perdermos nessa discussão e para tornar o texto mais organizado, vamos deixar cada assunto bem separadinho. Nossa ideia é a seguinte. Neste post vamos escrever sobre o processo para desenvolver os perfis de torra e sobre as dificuldades que enfrentamos e como conseguimos superá-las. Vamos falar ainda sobre como foi torrar esses cafés e passar algumas orientações para ler os logs que vamos compartilhar. Somente em um segundo momento é que vamos compartilhar os perfis que escolhemos para cada café e comentar sobre a razão das escolhas que fizemos. Além, é claro, de contar um pouco sobre algumas peculiaridades de cada grão. Modelando os Perfis de Torra: A rotina para desenvolver os perfis que utilizamos para cada um dos cafés foi a seguinte: 1- Fazer uma torra de prova: Utilizamos o Ikawa para fazer as torras de prova. Como o Ikawa é super ágil para torrar, conseguimos desenvolver mais de uma curva de torra com ele para cada café, o que acabou ajudando bastante. Mas caso não tivéssemos um Ikawa em mão, uma torra de prova neste momento já seria o suficiente, uma vez que nosso objetivo é conhecer o café. 2- Provar os cafés: Em um segundo momento montamos uma mesa de prova com todos os cafés torrados e fazemos uma rodada de cupping. Neste momento nosso objetivo é observar quais são os traços sensoriais de cada café. Mesmo já conhecendo os cafés, pois já havíamos provado todos, gostaríamos de saber se os cafés que chegaram correspondem realmente às amostras que provamos anteriormente. 3- Modelar a torra: Aqui é parte mais complicada e que exige mais experiência do mestre de torras. Vamos dar uma pincelada somente e depois podemos voltar nesse assunto caso vocês queiram. Bem, uma vez que já conhecemos os cafés e já sabemos o que queremos destacar de cada um, precisamos tomar decisões sobre como vamos modelar as torras. Essas decisões são orientadas basicamente por dois fatores: pelo sensorial que já foi analisado pela torra de prova (e por outras torras quando necessário) e pelas características do grão (umidade e densidade). Em geral, quando um café é muito complexo, com boa densidade e sem defeitos, o caminho que escolhemos é de fazer uma curva muito parecida com uma curva de prova, pois ela tende a destacar tudo o que o grão tem para oferecer, sem “esconder nada”. Quando temos um café menos complexo, com baixa densidade, o caminho geralmente é outro, partimos para uma curva com taxa de variação de temperatura (ou RoR - Rate of Rise) decrescente. Independente do caminho que tomamos, as escolhas que fazemos para modelar nossos perfis de torra são sempre guiadas pela taxa de variação de temperatura (RoR). Isso vai ficar bem mais claro quando começarmos a explicar os caminhos que tomamos na hora de torrar os cafés desta Compra Coletiva. 4- Escolher a temperatura final: Uma vez que já modelamos nosso perfil de torra, ou seja, já sabemos exatamente a forma como vamos torra cada café, daí partimos para a escolha da temperatura final. Neste momento fazemos a torra exatamente do jeito que estabelecemos e tiramos amostras para analisar qual a melhor temperatura final para determinado café. Novamente abrimos o café em diversas xícaras para realizar mais uma rodada de cupping e determinar a temperatura final que queremos para cada café. É incŕivel a diferença que alguns graus trazem na xícara, é possível encontrar dois perfis sensoriais bem diferentes para o mesmo café, com a mesma abordagem, variando somente 1 ou 2ºC na temperatura final. 5- Torrar os cafés: Tudo converge para este momento, onde realizamos a torra planejada. Aqui fazemos a torra da forma como modelamos e finalizamos sempre na temperatura final previamente estabelecida para cada café! A temperatura final é super importante, mesmo que por algum motivo a torra ocorra um pouco diferente do que foi planejado, finalizamos sempre na temperatura final que escolhemos para o café. Dificuldades encontradas: Tivemos uma série de dificuldades, mas todas decorreram de um pequeno detalhe, precisávamos torrar 240kg de café em 3 dias!!!! O torrador que tínhamos a disposição era um Atilla com capacidade máxima para 15kg, mas para utilizar todo seu potencial tomamos a decisão de torrar com 8kg somente, que representa 53% da carga máxima recomendada pelo fabricante. Entretanto, nunca tínhamos torrado com essa capacidade, geralmente fazemos batches de 5 ou de 3kg nesse torrador. Acontece que quando colocamos 8kg no torrador, descobrimos que ele não conseguiria executar, com essa carga, o perfil que havíamos planejado para os cafés anteriormente. Tivemos então que reajustar os perfis e alterar a carga. Isso complicou bastante o nosso trabalho! No fim conseguimos executar os perfis planejados com pequenas alterações, mas tivemos que levar o torrador ao seu limite com as cargas que utilizamos, que variou de 5 a 6kg. Vocês poderão observar nos logs que vamos compartilhar que utilizamos todos os recursos que o torrador oferece. No final desta postagem explico sobre esses recursos passando algumas orientações para leitura dos logs. Além dos recursos do torrador, tivemos que utilizar duas estratégias chaves para atingir nosso objetivo (só lembrando, torrar 240kg de café em três dias): primeiro, utilizamos a temperatura inicial mais alta e bem próxima da temperatura de saída dos grãos, pois assim o tempo de espera entre as torras é menor, otimizando nosso tempo. Segundo, o tempo total das torras não poderia ser muito grande, pois a diferença de uma torra de 10min para um torra de 15min seria realmente um limitante para nosso objetivo. Foi uma experiência extraordinária torrar esses cafés para vocês, mas realmente não sabemos se é algo que pretendemos repetir futuramente. Foi bastante estressante ter que tomar decisões rápidas por conta do curto período de tempo que tínhamos para torrar e o trabalho para realizar as torras foi gigantesco, muito maior do que havíamos pensado. Para que tenham uma noção, contando as torras que fizemos para desenvolver os perfis, foram 48 batches no total! Na terça feira, dia 12/12, passamos 11hrs seguidas torrando. Além disso, fazendo um balanço pessoal das torras, não ficamos 100% satisfeitos com os resultados. Gostaríamos realmente de ter mais tempo para modelar melhor os perfis e principalmente ter mais tempo para realizar as torras com calma. No fim, ficamos ao menos com a satisfação e a sensação que fizemos o melhor que foi possível fazer dentro de todas limitações que encontramos e realmente esperamos que esteja a altura de vocês. Orientações para leitura dos logs. Os eventos que irão aparecer nos logs são os seguintes: Rotação do tambor: toda vez que tem um comentário seguido de “rpm” isso significa o giro do tambor. Exemplo: 65rpm. Controle elétrico do exaustor: é o controle do giro do ciclone, aparece em comentários de alteração do fluxo de ar o intervalo de variação é de 900~2700. Controle mecânico do fluxo de ar: é, em porcentagem, o quanto aberto ou fechado está a válvula borboleta que fica presente na tubulação que liga o tambor ao ciclone que controla o fluxo de ar. Aparece também em comentários de alteração do fluxo de ar, entretanto o intervalo de variação é menor, geralmente de 50 a 100. Chama: é a pressão de gás que está indo para os queimadores. Aparecem nos comentários como GAS e são números que variam de 0 a 33, sendo 33 o limite da máquina, ou seja, 100% de toda carga térmica proveniente dessa fonte. Combinações no início da torra: O primeiro comentário de cada torra contém as informações de entrada, por exemplo, 900/70/50. Isso significa que o giro do ciclone estava em 900, a rotação do tambor em 70rpm e a válvula borboleta estava 50% aberta. Logo em seguida há sempre um comentário sobre a chama de entrada. Por enquanto é isso aí galera. Vamos deixar vocês com algumas fotos agora e daqui a pouco voltamos para contar dos cafés. Ikawa mandando ver nas torras Xícaras sem fim... Provando e provando os cafés. O segredo de uma boa torra está aí. Testando as temperaturas finais. Com o café do paulo avaliamos as temperaturas de 201ºC até 206ºC. Um pouco da nossa rotina de torra, foto sem glamour mesmo para mostra o trabalho. Enquanto um café é torrado, o batch que já esfriou vai sendo embalado. Jogo rápido pra preservar o máximo possível de cada café!!
  3. Bom dia amigos, ví no facebook ontem uma promoção ( me parece que só nas lojas físicas da Octávio café ) Achei a melhor oportunidade até agora para comprar a " pressca " num ótimo custo benefício. Abraços.
  4. Bom dia amigos, tudo bem ? Costumo usar um Bolinha 4 litros porque sempre torro bastante café, mas agora como comprei um fogareiro a gás e pretendo torrar menores quantidades só pra mim, estou querendo comprar um Bolinha menor; de 2 litros. Alguém tem para vender ? Ou indicam algum lugar em SP onde eu poderia buscar e assim não pagar frete ? Muito obrigado.
  5. ADIADA - A previsão de abertura dos pedidos para Compra Coletiva é dia 30/11. Fiquem ligados por aqui nessa semana!!!! Olá colegas, já faz um tempo que estou trabalhando na próxima compra coletiva de cafés. Para ser mais preciso, tenho trabalhado desde antes do fim da 1ª Compra Coletiva de 2016, a última que tivemos no clube. Para quem ainda não sabe o que é a Compra Coletiva: http://forum.clubedocafe.net/index.php?/topic/4558-1%C2%AA-compra-coletiva-de-caf%C3%A9-verde-cru-de-2016-mgesba/ Já caminhei bastante nas negociações e já tenho algumas amostras comigo. A ideia é avaliar e selecionar os cafés até a primeira semana de novembro e dar início a compra logo em seguida. Desta forma, minha previsão é que os cafés já estejam com vocês logo no início de dezembro. Gostaria de aproveitar o momento para escutá-los e saber se possuem alguma sugestão ou comentário sobre a Compra Coletiva. Gostaria também de saber se possuem algum café ou região que sugerem para entrar na próxima compra. Ainda dá tempo de buscar cafés diferentes. Aproveitem o momento. Além disso, quero adiantar para vocês que teremos algumas novidades para a próxima compra. Por enquanto manterei certo mistério sobre algumas delas, mas o que posso adiantar é que vou implementar uma nova modalidade na compra, a de café torrado. Ainda não tenho todos os detalhes acertados, mas o que é certo é que já busquei parceiros aqui em BH, microtorrefações, que toparam torrar grandes quantidades de cafés para a gente (claro que cobrarão por isso). Minha ideia é oferecer o mesmo café que será vendido verde na Compra Coletiva regular, só que torrado e em embalagem de tamanho único (provavelmente 500g). Trabalharei para oferecer o café torrado dentro de uma margem de R$ 70,00 a R$120,00 por quilo. Outras novidades vou soltando aos poucos, assim que forem se concretizando. Grande abraço e aguardo os comentários de vocês, Igor
  6. Boa tarde amigos, Para o meu uso seria perfeito, se não tivesse acabado de comprar o MD40. Mas para o pessoal de cafeteria aí, pode ser uma oportunidade. http://sp.olx.com.br/regiao-de-bauru-e-marilia/industria-comercio-e-agro/moinho-de-cafe-242789374?xtmc=moinho+de+caf%C3%A9&xtnp=1&xtcr=8 Abraços.
  7. [VENDO] Café da Bodega Torrado

    Olá, bom dia! Eu sou apaixonado por café e acompanho o fórum aqui há pelo menos dois anos, Li todos os tópicos sobre torra doméstica de café e já torrei no forno do fogão, em forno turbo, em fritadeira elétrica, em churrasqueira elétrica, em panela de cerâmica, de ferro, alumínio, pipoqueira e até com secador de cabelo. Os meu amigos já em chamam de professor Pardal, hehehe. Mas assim, eu descobri aqui por meio do fórum que eu podia fazer isso, que eu podia torrar café. Gosto muito de cozinhar e descobri que a torra de café é como uma receita de comida. Depende dos ingredientes, dos equipamentos e principalmente do processo e das boas energias de quem está torrando. Da mesma forma que uma receita nunca fica igual, mesmo sendo feita de forma idêntica por pessoas diferentes. Com o café, sinto o mesmo! No final de 2014, por conta dessa paixão abri uma cafeteria em Itajaí, SC. Por vários motivos, que não vem ao caso agora, nós precisamos vendê-la. Mas perceber que pessoas viajavam 60, as vezes até 80 km em um dia de semana só pra vir tomar um café com a gente me deu a certeza de que não poderíamos deixar isso morrer. Então, com base nas minhas experiências malucas e apoiado, mesmo que vcs não saibam, mas muito apoiado por vocês com essas histórias e experiências, eu decidi criar uma marca de café. Aí nasceu o Café da Bodega. Bodega era onde se vendiam várias coisas antigamente, inclusive o café, moído na hora. Como moro em SC, o café que chegava aqui naquela época das bodegas era do Norte do Paraná por uma questão logística. E torrado em torradores por condução de calor, método considerado antigo que causa uma torra ligeiramente irregular. Mas decidi apostar nele para trazer de volta aquele gostinho de infância pra muita gente. Uso um grão Catuaí Amarelo da cidade de Pinhalão, PR, com o padrão 'duro' conforme a classificação da ABIC. Eu senti a necessidade de cafés intermediários, pelo menos aqui em SC, que sejam melhores que o padrão normal de supermercado, blend com conillon e torra escura, mas que seja mais barato do que os cafés gourmets que chega ao consumidor final custando em média de R$ 60 o quilo. O Meu café custa metade disso. Além disso, eu trabalho com torra média para dar mais cor e aromas para o café. Se tiver interesse em conhecer mais criamos o site www.cafedabodega.com.br Eu só queria dividir essa experiência com vocês e deixar o meu mais sincero MUITO OBRIGADO por tudo o que me ensinam aqui. Um abraço!
  8. Mostre a sua Torra

    Salve Galera Afim de todos aprenderem mais sobre a torra, que tal cada um mostrar seus resultados em fotos e dizer qual grão utilizou, temperatura e tempo da torra? abs a todos
  9. Blends Academia do Café

    E ai galera, tranquilo? Estou começando agora e estou adquirindo um Hario Mini da Academia do café e gostaria de saber sobre os 2 Blends disponíveis para compra no site: Blend Margot e Blend One Love. Obrigado.
  10. Pra quem é de BH, fica a dica: O Verdemar da Nsa Sra do Carmo torra café quase todos os dias. Parte do café abastece a cafeteria/pizzaria que fica logo depois dos caixas, e parte é vendida na seção de cafés especiais. A logística deles não é das melhores, os cafés das prateleiras costumam ter entre 10 e 20 dias de torra mas, se sua prosa for boa, é possível pedir para um atendente buscar café mais novo no estoque. A torra, embora não seja comparável com a de entusiastas como o Alexandre e outros membros aqui do fórum, é aceitável (média-escura, para a maioria). O café é de qualidade, da última vez contei 7 variedades, entre blends e S.O. Quem mora e BH sabe quão poucas opções temos, então fica dado o recado para quem quiser experimentar um café fresco. Os preços giram em torno de R$ 9,50 por 250g.
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