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luvasgloves

Moedor bem barato

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LUW    945

Se não me engano, o BM com base deve sair uns 1400 - mas aguarde um pouco que certamente alguém melhor informado vai lhe dar o preço correto.

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altrunox    19

Acho que cheguei a cotar uns dos últimos disponíveis no ano passado com o Gilberto, era 1290 o Mini e 370 a base, pelo que olhei no e-mail aqui.

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Luke S    81
Na minha opinião, barista em questão está dando uma sugestão razoável, só exagerou dizendo que um Mimoso dá na mesma que um de lâminas. Lâminas é muito pior.
Acho o Hario Slim melhor que um Mimoso, mas se puder esperar e gastar um pouquinho mais, tente comprar o novo moedor Bravo "menor que o mini" que o colega [mention=570]Gilberto[/mention] está pra lançar.
Tenho um Mimoso antigo, herança de família, e cheguei a comprar um novo pra "brincar", depois passei pra frente, pra uma pessoa que mói amendoim e faz paçoca caseira.
O antigo é um pouco mais consistente que o novo, atendendo razoavelmente no coado e minimamente na AP, mas pra qq outra coisa deixa muito a desejar, e pra espresso não dá coisa boa, não. O Mimoso novo ficou um pouco pior em tudo, acho que baixaram o custo e pioraram a qualidade. E Botini que testei (usei pouco, confesso) foi quase igual.
Essa onda de fazer "ode ao Spong" (nome desse tipo de moedor no exterior) parece fazer parte do movimento retrô/artdeco que perpassa o mundo nos últimos anos. A forma supera a função. Esse moedor deficiente em moagem é adorado pelo fator de nostalgia, principalmente pelos usuários de açúcar e adoçantes, na minha opinião.
É só olhar o jogo absurdo do eixo de qualquer um desses moedores que dá pra perceber que não tem a menor chance de consistência. Olhando os mós, principalmente dos novos, parece que foram feitos com molde de barro, péssimo acabamento e sem uniformidade. No meu Mimoso "vintage" eu fiz buchas novas e afiei os mós para poder usar em conjunto com uma cafeteira italiana (Moka Bialetti) grande durante um tempo em que eu e a família ficamos num sítio sem energia elétrica, e com gente demais pra usar o Bravo Mini (eu ainda não tinha o Debut), e mesmo assim não ficou lá essas coisas...
Se for só pra coadão Melitta, em grande volume, pra usar café "de bica" com torras mais escura e depois o povo encher de açúcar, daí tanto faz usar um Mimoso ou um caríssimo Bunn, dá praticamente na mesma.
E, que comecem as tretas.  
Hahahaha, ótimo, Cabral.
Minha experiência com os Mimosos é um pouco diferente, talvez porque meu parâmetro de comparação seja um Hario Canister. Tenho 3 nº3 - um Mimoso que uso para espressos com minha Poemia e a Flair, um Botini que uso para coados e outro Botini que usava para coados com a família.
Para espresso, o Mimoso ganha fácil do Hario, talvez porque eu não precise tirar 3 cafés ruins até acertar a granulometria e a dose. Na faixa de espresso a moagem, a olho nú, parece minimamente consistente.
Para coados, o Botini funcionante também ganha do Hario - o Hario ou tem moagem fina demais ou o passo seguinte fica heterogêneo demais, com granulometria de cascalhos junto a talco, e dá pra sentir na xícara.
O Botini aposentado era mais ou menos como o Hario. Ele veio com o pegador da manivela torto fazendo com que ficasse fixo, não sei se isso se traduzia em forças de deslocamento no eixo, mas não era tão bom como o outro. Aposentei ele quando abri para limpar e não consegui fechar de volta pois os parafusos estavam todos tortos.
Não tenho dúvidas que um moedor do naipe do Comandante vá produzir cafés melhores, mas pra quem está começando ou não quer gastar muito em moedores seja lá qual for o motivo, acho que os Mimosos são uma ótima opção. Talvez a nova linha Pro da Hario ofereça mais regulagens com moagem mais consistente.
Infelizmente tenho que discordar da ode ao Spong, a última coisa que eu queria era um monte de moedores pesados ocupando metade da minha mesa do computador, haha.

Enviado de meu Moto E (4) Plus usando Tapatalk

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ivoesazevedo    21

Penso que um fator determinante para a escolha do moedor é a quantidade de café que a pessoa precisa moer de cada vez, e quanto tempo e esforço aceita empregar na tarefa.

Para cinco doses (dois duplos e um simples) em toda ocasião, com uma máquina de expresso com filtros pressurizados e bons cafés como os do Mário, por exemplo, um Mimoso n. 2 mostrou-se aceitável para mim. O moedor elétrico que possuo é de lâminas, e não pretendo mais usá-lo. O outro manual, com mós cerâmicas, é muito frágil e lento.

No meu caso, cada novo investimento puxa, logo em seguida, outras aquisições.

Então, depois do moedor, virão: balança, tamper (dinamométrico, será?) e filtros não pressurizados. Isso, para expressos básicos em casa. Paralelamente, pretendo comprar uma prensa francesa. Os coadores deixarei para depois. Não tenho muita vontade de depender de papel para tomar café.

Edited by ivoesazevedo
Trocar "lâminas" por "mós"

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Andrésm    3

Boa noite alguém sabe me dizer do moedor lacimbali estou procurando moedor para comprar e no momento achei um bem novo com um bom preço.

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Cabral    2,241

@Andrésm, La Cimbali é uma marca tradicional no mercado de espresso que está no mercado faz mais de 1 século. Eles tem diversos modelos de moedores, alguns de décadas atrás.

Sua solicitação ficou impossível de atender, é como alguém postar que encontrou um Ford barato e pedir opinião num forum sobre carros, sem especificar qual modelo e ano, sem mencionar procedência, sem fotos, sem especificar pra qual uso... fica difícil ajudar.

Contudo, se você está usando um Cadence de lâminas, pra fazer espresso na Poemia, sou da opinião de que mesmo que o moedor em questão seja um modelo da década de 50 com mós gastas e desalinhado, o La Cimbali ainda vai ser melhor que o seu equipamento atual...

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Andrésm    3

@Cabral bom dia meu amigo muito obrigado pela atenção, aí vai a foto e mais para expresso mas queria saber se pra coados tbm serve. É o modelo 6/s.

Screenshot_20190308-050327.png

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Cabral    2,241

Primeiramente, nunca usei um desses.

Mas, para sua sorte, eu já pesquisei esse modelo uns anos atrás, quando apareceu um para venda. Toda minha informação a respeito é advinda de fóruns e reviews. Ou seja, usando o Google você encontra as mesmas fontes que eu achei quando coletei minhas informações, e hoje deve ter bem mais coisas. Só precisa entender inglês ou confiar no Google-Translate.

O MD 6/S é um moedor comercial de médio-grande porte, mós de 64mm (categoria do Mazzer Super Jolly, por exemplo), considerado "vintage", acho que faz mais de 10 anos, quase 20, que essa variação da foto saiu de linha. Nas minhas notas registrei que ele foi sucedido pelo 6/S-A, 7/S e atualmente 7/S-A.

O dosador não é fácil de modificar pra transformar em "doserless", e como o objetivo é moer por dose, bom notar que dá um trabalhão ficar "limpando" o dosador com pincel a cada preparo para empurrar a dose toda pra fora do reservatório.

Se não me engano a regulagem de todos 6S é "stepped", ou seja, tem "passos" (estreitos e supostamente suficientes), mas dá pra modificar pra stepless com um pouco de trabalho criativo, removendo uma mola e usando fita de teflon. Stepless significa ter a possibilidade de ajuste fino sem limites.

Supostamente a faixa de ajuste é dedicada para espresso, o que pra coado deve ficar "fino demais" mesmo no ajuste mais grosso, pra alguns grãos/torras, a menos que faça a modificação para "stepless". Daí pode chegar na moagem pra coado, mas é relativamente mais trabalhoso ir da faixa de espresso pra coado do que em moedores domésticos.

De modo geral, a maioria dos moedores comerciais "excelentes para espresso" raramente é adequada para outros métodos: pense nesses moedores como ferramentas profissionais dedicadas. Moedores comerciais bons para espresso que dão conta conta de outros métodos são geralmente modelos menores, como os Rancílio MD 40. Esse costumam ser bons em faixa mais ampla, mas não tão excelentes na gama de espresso quanto os maiores e mais "precisos" ...

Francamente, só depende de você. Quem tem esse modelo adora os espressos que saem dele. Quem modificou pra doserless diz que compensa a trabalheira, mesmo não ficando tão bonito. Mas pode não ficar prático pra múltiplos métodos. Em geral, quem tem um moedor comercial dedicado para espresso acaba tendo outro pros demais métodos.

Boa sorte na decisão.

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Andrésm    3

Blz, mas não faço a mínima ideia de como fazer essa modificação hehehe, qual moinho vc me indicaria para comprar nessa faixa de preço?? 

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Andrésm    3

Eu estava vendo na foto ali ele tem uma alavanca do lado igual ao rancilio certo? Q vc vai mexendo e tem tipo um moinho dentro empurrando o café para cair .

Estou conversando tbm com um rapaz q está vendendo um baratza preciso esse seria bom ?

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luvasgloves    0
Em 06/03/2019 at 09:02, ivoesazevedo disse:

Penso que um fator determinante para a escolha do moedor é a quantidade de café que a pessoa precisa moer de cada vez, e quanto tempo e esforço aceita empregar na tarefa.

Para cinco doses (dois duplos e um simples) em toda ocasião, com uma máquina de expresso com filtros pressurizados e bons cafés como os do Mário, por exemplo, um Mimoso n. 2 mostrou-se aceitável para mim. O moedor elétrico que possuo é de lâminas, e não pretendo mais usá-lo. O outro manual, com mós cerâmicas, é muito frágil e lento.

No meu caso, cada novo investimento puxa, logo em seguida, outras aquisições.

Então, depois do moedor, virão: balança, tamper (dinamométrico, será?) e filtros não pressurizados. Isso, para expressos básicos em casa. Paralelamente, pretendo comprar uma prensa francesa. Os coadores deixarei para depois. Não tenho muita vontade de depender de papel para tomar café.

O que me deixou em dúvida foi os relatos da ineficácia do Mimoso, enquanto alguns falam que é melhor que alguns Harios. As opiniões parecem variar bastante. Não me importo de moer pouco por vez, só eu bebo café em casa - mas se moer mais é um diferencial, já que quando amigos querem beber café moer uma xícara por vez deve incomodar. O que procuro é uma moagem regular pra coados Melitta e posteriormente outros métodos que não demore tanto.

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mrcoffeafox    35

@luvasgloves Porlex tall comprado no ebay + parafusadeira em baixa rotação rsrsrs, parece piada mas é muito eficiente e bastante uniforme na moagem. cada um vai ter uma opinião e talvez puxar a sardinha para seu lado devido ao grau de satisfação que já tem. A realidade é que cada um tem uma experiência, gostos, disponibilidade financeira. Outro dia alguém disse que queria um moedor para vida inteira, sem ter problemas, que não se importava em gastar mais e pedia sugestões... é como pedir ajuda para comprar um carro só para a vida inteira, como se isso fosse possível e comum...

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ivoesazevedo    21

Comprei o Mimoso por recomendação de um dono de cafeteria, que usa um em casa e outro no trabalho. Além disso, li relatos de outros defensores do Mimoso aqui no fórum. 

Tenho o Mimoso há pouco tempo, gosto dele, e já penso no próximo moedor. Por enquanto é o melhor que já tive. Porém tenho a impressão que as mós poderiam ser mais afiadas (parecem um pouco rombudas). Acho que imperfeições ou desgaste dos moldes podem ser a razão.

Considerando quanto café pretendo moer de cada vez, um moedor manual melhor, penso eu, custaria o mesmo que um moedor elétrico razoável. Bravo x Tramontina Breville, por exemplo.  

Pretendo sempre ter, à mão, um moedor que não dependa de energia elétrica. Detestaria ficar sem café se faltasse luz. 

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ivoesazevedo    21

Fui olhar o início do tópico. Essa conversa já passou, basante, dos cem reais. Desculpa aí. A gente se entusiasma com essa função de fazer café...

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