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  1. Salve pessoal, conforme já havíamos conversado, algumas torrefações ficaram com um pouco dos cafés verdes da Compra Coletiva e irão oferecer esses cafés torrados para os membros do clube. Vamos utilizar este tópico para divulgar detalhes das vendas: quais serão os cafés, como comprar, onde comprar etc. Teremos três torrefações envolvidas, além do Valmor que se disponibilizou para fazer uma torra coletiva para a galera. 1- ROAST Cafés - Belo Horizonte A ROAST Cafés ficou com 18kg de alguns cafés desta Compra Coletiva e por um tempo limitado irá oferecer esses grãos torrados no site em adição aos cafés regulares. Os estoques serão limitados a 5kg de café torrado por semana, ou seja, pelas próximas 3 esses cafés estarão disponíveis em quantidades limitadas. Os cafés serão torrados no início de cada semana e enviados até a quarta feira conseguinte (geralmente é enviado na terça, mas como a demanda está muito alta recentemente pode-se acabar atrasando um pouco). Caso algum café esgote, isso significa que o estoque da semana acabou e sugerimos que espere até que renovemos o estoque para a torra da próxima segunda. Vamos avisando vocês por aqui. As torras serão feitas nos seguintes dias: 06/11 12/11 19/11 Como a ideia da Compra Coletiva sempre foi compartilhar bons cafés a preços mais acessíveis, as vendas serão realizadas exclusivamente em embalagens de 500g, que possuem um melhor custo benefício. Além disso, está sendo ofertado um desconto especial para esses cafés e eles já sairão no site com preço diferenciado. Para ver os produtos: https://roastcafes.com/categoria-produto/cafe-torrado/cc/ 2- Coffee Break - Maceió O pessoal da Coffee Break de Maceió, liderado pelo @tencelcal, ficou com três cafés: 60kg do Café da Ucha; 30kg do Café do Eduardo; 30kg do Café do Thiego. Eles irão torrar sob demanda para atender a galera aqui do clube. Como ainda não possuem loja online, estamos estudando uma forma de oferecer para eles a estrutura da loja online da Compra Coletiva que é hospedada pelo Clube do Café. Maiores detalhes serão dados na próxima semana, então aguardem. 3- Mailard Torrefação - Campinas O @Leandro Marco pegou o café do Rinaldo e o café referente a uma das amostras que nem chegou a entrar na Compra Coletiva, Faz. Sr Niquinho. Ele vai oferecer esses cafés torrados também e estamos estudando uma melhor forma possível para que entrem em contato com ele. Em breve voltamos com novidades por aqui também sobre isso. 4- Valmor - São Paulo O @Valmor de São Paulo disponibilizou o serviço de torra dele para quem quiser levar o seu café verde lá na torrefação e torrar com ele. Mande uma mensagem pra ele aqui no fórum caso seja do seu interesse. Montando um grupo grande pode ser bem vantajoso para todos. Grande abraço, Equipe Compra Coletiva
  2. Aqui estamos mais uma vez compartilhando um pouco do que vivemos em nossas viagens! Dessa vez vou precisar ser mais sintético [edit: não consegui… kkk], pois a dose é dupla! Isso porque em menos de 2 meses visitamos a região da Mantiqueira de Minas duas vezes! A primeira vez foi entre 16 e 19 de agosto, durante o evento das fases nacionais dos campeonatos de barismo, em São Lourenço. A segunda vez foi no último fim de semana, 12 a 14 de outubro, com o objetivo principal de buscar 3 dos 5 cafés que farão parte da Compra Coletiva 2018. Mantiqueira #1 Chegamos já no final da tarde de quinta, depois de muito chão. Nossa primeira parada foi na sede da CarmoCoffees, empresa negociadora e exportadora de cafés especiais de Carmo de Minas. Fundada em 2005, a empresa tem parceria com vários produtores da Mantiqueira, e promove projetos de incentivo à produção de cafés especiais. Fomos recebidos pelo Paulo César, um dos gerentes e Q-grader, que nos apresentou as instalações, de cair o queixo... só de vermos o pessoal enchendo mais de uma centena de xícaras de cupping com amostras usando uma pistola de água quente estilo bomba de posto, vimo que a coisa ali é pra valer! Depois de rodar um pouco, fizemos uma mesa de cupping. E ali provamos pela primeira vez o Café do Rinaldo, da Fazenda Furnas! E já entrou pra nossa lista de competidores pra primeira fase de seleção da Compra Coletiva, junto com alguns outros, como do Sr. Niquinho. Nos despedimos e fomos para São Lourenço. O resto do dia foi dedicado a tomar uma cervejinha artesanal junto com o pessoal que já estava ali pros campeonatos. Alguns velhos conhecidos, uns que a gente ouve falar o tempo todo mas ainda não conhecíamos pessoalmente. Na sexta, passamos boa parte do dia no evento. Assistimos a 1ª fase inteira do Brewers Cup, visitamos os estandes, encontramos com velhos amigos produtores e baristas. Conversamos com gente que tinha vindo de beeem mais longe que a gente pra participar dos campeonatos, tipo Manaus! O pessoal de Curitiba tava presente em peso. Na parte da tarde, visitamos a primeira fazenda, a Fazenda do Serrado em Carmo de Minas. Dali viria a amostra de mais um café da Compra Coletiva! Fomos muito bem recebidos no meio de uma chuva pelo José Antônio e seu filho Caio. O Caio faz parte da quinta geração da família a produzir cafés na propriedade. Agrônomo por formação, ele é responsável por boa parte de toda evolução e inovação no manejo do solo e das lavouras que a Fazenda do Serrado vem fazendo nos últimos anos. Possui também experiência como trader na área de café e já morou nos Estados Unidos. A fazenda do Caio é uma das participantes do Programa de Qualidade Sustentável Nespresso, desenvolvido pela CarmoCoffees com os produtores parceiros da região de Carmo de Minas desde 2011. Através dessa parceria, eles perceberam a importância de utilizar adubação orgânica e diminuir a geração de resíduos, melhorando a condição ambiental da propriedade. A chuva deu uma trégua e antes de anoitecer conseguimos dar uma volta rápida pela propriedade de caminhonete. Deu pra conhecer um pouco do trabalho que fazem por lá. É perceptível todo cuidado com a lavoura e com o café tanto na colheita quanto no pós-colheita. E foi a primeira vez que eu presenciei uma florada! Estava acontecendo em um talhão bem novinho, mas tá valendo… Voltamos pra São Lourenço pra mais uma noite de interação com o pessoal dos campeonatos. Essa costuma ser a melhor parte dos eventos... é o momento em que a gente mais cria vínculos com outros apaixonados por café que nem a gente. Sábado foi dia de acordar cedo e partir pra Cristina! Esse é um nome bem familiar no mundo de cafés especiais... dali é o recorde de pontuação pra um lote de leilão, e sempre vemos cafés de lá no Cup of Excellence, ano após ano. Fomos visitar o Sítio Vargem Alegre, e quem nos recebeu foi o Cleverson e sua família. Cleverson é um garoto prodígio... com 22 anos já é um Q-grader, e investe cada vez mais em sua formação no universo do café especial. Desde que começou a participar ativamente na gestão da propriedade com seu pai, aos 19 anos, eles vêm colecionando prêmios, constantemente produzindo lotes que superam os 90 pontos. O Sítio Vargem Alegre é um exemplo de propriedade que não produz quantidade, mas sim qualidade! O cuidado que eles têm no manejo, colheita e pós-colheita é impressionante. Focados no processo natural, os melhores lotes são secados em terreiro suspenso. Nos últimos tempos eles andam investindo na construção do próprio armazém, e estão finalizando também o próprio laboratório de torra e prova! Além de poder receber compradores ali, eles também têm o intuito de ajudarem outros produtores vizinhos a identificar lotes com potencial. Iniciativa louvável. Fomos levados num divertido passeio de trator pela propriedade. Fomos subindo cada vez mais. Passamos por talhões que já haviam sido colhidos, depois por aqueles com cerejas no ponto pra colher, obviamente aproveitando pra apanhar um fruto de vez em quando pra chupar a poupa super doce. Depois de umas ladeiras que só de trator mesmo pra subir, chegamos nos talhões mais altos, já acima dos 1300m, em que os frutos ainda estavam verdinhos. E a vista dali... ahhhhh que vista! Ao voltarmos pra sede do sítio, o Cleverson separou rapidamente algumas amostras que tinha ali. Uma delas iria parar na seleção coletiva da CC, com um perfil sensorial incrível! Dali, partimos para Pedralva, para visitarmos o Abelardo, produtor do Sítio da Divisa, amigo e parceiro nosso da Roast. Já não dava tempo de rodar conhecendo os talhões, mas conhecemos os terreiros de concreto e suspenso e a infraestrutura de maquinário sensacional que ele montou a baixo custo para poder maquinar seu próprio café e o de seus meeiros. Dormimos em Pedralva e seguimos no domingo cedo para Heliodora. Ali tivemos uma das experiências mais marcantes das nossas últimas viagens. Fomos recebidos por Celso Vieira Júnior, gerente regional do Senar em Lavras, que tem uma propriedade ali em Heliodora, herança de família. Celso anda fazendo um trabalho muito legal de orientação e incentivo na produção de café especial com seus meeiros e outros produtores da região. Para a ocasião ele preparou um super evento: convidou seus meeiros e vários desses produtores para um encontro com a gente. Foram horas de bate-papo e duas grandes mesas de cupping, com amostras do pessoal que o Celso havia torrado previamente. Vários ali estão apenas começando a se interessar pela produção de cafés de qualidade. Pudemos trazer um pouco da nossa visão do negócio, algumas sugestões de como eles poderiam focar seus esforços para produzir especial, e a importância do pequeno produtor fazê-lo em épocas de baixa cotação da saca. Ouvimos de cada um relatos de experiências, dúvidas e desafios na produção e venda dos cafés. Ampliamos mais nossa compreensão de como é estar lá na ponta inicial da cadeia produtiva... ser pequeno produtor não é fácil! A conversa continuou durante as rodadas de cupping em seguida. A maioria estava meio tímido... mas conseguimos arrastar um ou outro pra mesa de prova. O produtor não precisa ser Q-grader, mas precisa provar os próprios cafés, ter uma noção da qualidade da bebida, e dos defeitos na xícara! Isso que vai permitir um trabalho contínuo de melhorias. Recolhemos algumas amostras, uma iria entrar na seleção coletiva, nos despedimos, e partiu BH! Mantiqueira #2 Essa segunda viagem foi mais curtinha... fomos sexta, voltamos domingo. O objetivo principal era pegar as sacas dos lotes selecionados pra CC. Para isso, alugamos um furgão, já que ficar viajando com o carrinho do Igor já se mostrou uma ideia não muito prudente... Sexta chegamos em Carmo de Minas, reencontramos com o Caio, da Fazenda do Serrado. Pegamos com ele as sacas da CC, e nos levou pra um festival de um santo tradicional da cidade, que arrecada fundos pra APAE de lá, onde passamos o resto do dia batendo papo com o pessoal. Sábado cedo fomos para Cristina, para uma visita de retorno ao Sítio Vargem Alegre. O Cleverson não estava lá, estava em São Paulo fazendo um curso de instrutor de Q-grader! Mas fomos super bem recebidos por seu irmão, Eduardo, e seus pais. Eduardo está com 19 anos, mas está seguindo os passos do irmão... está se capacitando cada vez mais e também pretende se tornar Q-grader. Depois de uma ótima conversa na cozinha, com direito a café 90 pts e um biscoitinho pra acompanhar, fomos carregar as sacas da CC no carro. Juntamos para uma foto, e nos despedimos. O próximo destino foi Pedralva, onde reencontramos o Abelardo em sua propriedade, e também sua filha Juliana, proprietária da Mió Cafés Especiais, no RJ. Pegamos algumas sacas reservadas para a Roast, e fizemos uns testes de rebeneficiamento de um microlote em seus maquinários. Quase pegamos um chuvão, mas demos sorte das nuvens passarem logo em direção a uma cidade vizinha. Partimos para nossa última parada. Chegamos em Natércia já de noite. É uma cidadezinha de apenas 5000 habitantes. Ali está o Sítio Alto da Serra, de onde provamos algumas amostras ainda da safra passada no início do ano que nos surpreenderam. Para este ano eles mandaram 5 amostras e no fim foi selecionada para a CC um lote bem pequeno e exclusivo, somente 2 sacas e meia foram produzidas e cedidas inteiramente pra gente. Quem nos recebeu foi a dupla Felipe e seu cunhado Thiego. A família é proprietária do sítio, e os dois são jovens empreendedores, sócios proprietários das marca de café Fruto Mineiro, que comercializa café verde produzido no sítio e café torrado deles e de alguns produtores parceiros na região. No domingo de manhã, começamos visitando a sede do Fruto Mineiro, onde fica o escritório, torrefação e centro de operações. Batendo papo, fomos preparando um v60 atrás do outro, experimentando vários lotes que eles tinham. Com a estrutura ali, eles também ajudam outros produtores da região, descascando, medindo umidade, torrando e avaliando os cafés dos produtores parceiros. Em seguida, fomos visitar o Sítio. Na propriedade atualmente produzem 3 varietais, catuaí vermelho, catuaí amarelo e obatã. A colheita é 100% manual, podendo ser feita com o auxílio da derriça ou seletiva. O café é colhido a mais de 1200m de altitude. Alguns lotes selecionados secam no alto da propriedade, já outros lotes descem todos os dias até a residência do Thiego, um sítio na entrada da cidade. Os lotes que descem secam em grandes terreiros suspensos sob o olhar cuidadoso da dupla, que foi o caso do lote da CC. Subimos a serra num uninho guerreiro, até chegar em talhões a quase 1300m. Ali em cima está o maior potencial na produção de especial, e Felipe e Thiego começaram apenas recentemente a focar esforços ali, desde que criaram o Fruto Mineiro. Replantaram alguns talhões, esqueletaram outros, pretendem plantar em breve umas variedades diferenciadas em áreas livres... então tudo indica que muita coisa boa ainda está por vir nas próximas safras. A vista dali de cima também é de perder o fôlego! Após descer pra casa do Thiego, almoçamos uma panelada de frango caipira sensacional. Após um cafezinho, partimos pra BH debaixo de uma chuvinha, daquelas tranquilas, ao contrário das que pegamos ano passado no Caparaó. Voltamos com a suspensão do carro lá embaixo, e com a sensação de dever cumprido, torcendo pra Compra Coletiva ser um sucesso!
  3. Agora que passou a correria da Compra Coletiva, dá pra contar um pouco da última aventura que arrumamos por conta do café. Todos os cafés dessa CC são das Matas de Minas ou de locais próximos. A Roast também anda fazendo negócios na região. Então foi pra lá que saímos na sexta dia 01/12 bem cedo pra fazermos o seguinte trajeto em 3 dias (ou pelo menos era a ideia): A: BH / B: Araponga / C: Santa Margarida / D: Coletivo Café (Venda Nova do Imigrante) / E: Guaçuí / F: Pedra Menina / G: Alto Caparaó Saímos de BH debaixo de chuva, que seria nossa companheira de viagem por boa parte do tempo. A primeira parada, depois de umas 7h na estrada, foi Araponga, estrela da vez nos concursos nacionais. Fomos recebidos pelo Paulo Henrique, seu pai e outros parentes, no escritório/laboratório de torra/tulha que a família tem na cidade. O gente boa estava acabando de preparar umas mesas de prova pra gente com cafés deles e outros produtores da região: Igor e Paulo Henrique no laboratório de torras Encontramos lá ninguém mais ninguém menos que Leo Moço, também aguardando pra provar os cafés. Fizemos duas rodadas de prova, e ficamos bem satisfeitos pelo lote 3 que havia sido escolhido pra CC, já que ele realmente estava dentre os melhores (o que veio a se comprovar quando ele ganhou o 3o lugar CD das Matas de Minas pela Emater). Tivemos a oportunidade de provar novamente o campeão do Coffee of the Year, que estava no nome da mãe do Paulo, a Sandra. Que cafezão!! Botamos as duas sacas do lote 3 no porta-mala, nos despedimos, e partimos rumo a Santa Margarida, sem saber os desafios que nos aguardavam na estrada. O caminho que fizemos passa por cima da Serra do Brigadeiro, e os cenários que apreciamos chegando na serra é dos mais bonitos que já vimos nessas nossas aventuras cefeinadas! Bate de frente com os vales do Caparaó! A foto aí não faz jus ao que a gente viu, quase não deu pra sair do carro por conta da chuva… mas é o que tem: Cenário próximo à Serra do Brigadeiro Depois de apreciar as paisagens tivemos que encarar já no escuro uns trechos beeem complicados de estrada de terra. Pra minha sorte o Igor tem experiência em trilhas um tanto mais difíceis, hehe. O registro na manhã seguinte mostra o estado que ficou o carro, causando essa cara de desgosto do gato Resultado do rally para Santa Margarida Chegamos bem tarde em Santa Margarida, e por mais inconvenientes que nos sentíssemos, fomos super bem recebidos pelo casal de produtores Rosângela e Eliéser! Nos hospedaram no improviso mas com um conforto pra ninguém botar defeito! Eu e o Igor com a Rosângela e Eliéser em sua propriedade em Santa Margarida Na manhã seguinte conhecemos rapidamente a propriedade, e foi muito legal ver o esforço que eles têm feito nas últimas safras pra produzirem cafés de qualidade. Terreiro suspenso na propriedade da Rosângela e Eliéser: uma das ferramentas usadas na busca por qualidade Como era uma quantidade maior de sacas que o casal iria nos fornecer, não teria como levar no nosso carro. Então combinamos a forma de entrega das sacas e partimos para Venda Nova do Imigrante, para participarmos de mais uma edição do Coletivo de Portas Abertas, no Coletivo Café, espaço super legal do pessoal do Have a Coffee. Este ano o evento foi bem mais completo, contando com vários cursos e palestras, rodadas de negociações, barracas com comidas variadas, etc. Encontramos com vários conhecidos, experimentamos cervejas artesanais da região, assistimos uma palestra da Raposeiras sobre torra de prova… Palestra da Isabela Raposeiras no Coletivo Café sobre torras de prova … e participamos das mesas de cupping para negociação: Uma das rodadas de prova e negociação no evento do Coletivo Café Os microlotes dos cafés provados (entre 15kg e 2 sacas) estavam sendo arrematados por valores pré-definidos pelos produtores, com um pequeno acréscimo a ser revertido para os custos do evento. Arrematamos uma saca de um pequeno produtor de Pedra Menina para a Roast. Já de noite, saímos numa chuva leve rumo a Guaçuí, pra encontrar com nosso amigo @dessidepaula. Mais uma vez lidando com estradas não muito favoráveis, chegamos bem tarde. Mas de qualquer forma, fomos recebidos de braços abertos pelo Leandro. Acordamos com uma mesa de café da manhã cinco estrelas nos esperando. Em seguida, fomos dar uma volta pelo cafezal pra ver como estava. Propriedade do Leandro Ficamos surpresos ao ver pés de Obatã Vermelho com os frutos ainda acabando de amadurecer em dezembro! E também foi curioso ver no mesmo pé cereja, flor, e frutinhos verdes. Na nossa última conversa com o Leandro, que ocorreu agora logo depois do Natal, ele comentou que esse Obatã V. já foi colhido e está seco. Ficou de nos mandar uma amostras desse café e com toda certeza tem potencial para aparecer por aqui novamente em futuro não tão distante. Cerejas do obatã vermelho, em alguns ramos se misturando com a florada da safra seguinte Voltamos da caminhada e fomo nos divertir no Probatino novinho em folha do Leandro. Fizemos vários batches, a maioria de cafés dele mesmo, e alguns de amostras que tínhamos ganhado na viagem. Torrando alguns batches no Probatino Logo em seguida já fizemos um cupping de alguns batches, e mesmo recém-torrados deu pra ver o potencial dos cafés do Leandro, e como o esforço em produzir melhores cafés está dando resultado, mesmo com tão pouco tempo. Após o almoço, o Leandro nos honrou com um convite: nessa nova fase que ele, a família e a fazenda estão vivendo no ramo de cafés especiais, ele está plantando árvores no pomar da casa como símbolos dos novos vínculos que ele está formando com pessoas do ramo. Então fomos convidados para plantar duas mudas que vão representar esse nosso laço de amizade, o trabalho que estamos realizando conjuntamente, e os projetos futuros que vamos construir. Igor e Leandro plantando uma muda como símbolo do vínculo que o café especial criou entre nós Três gerações de produtores: duas de fato, e uma estamos na torcida pra assumir o legado do pai Nos despedimos, pra seguir até Pedra Menina. Foi este o trecho mais complicado da viagem, pois saindo de Guaçuí tivemos que passar em algumas estradas bem complicadas por conta do grande volume de chuva durante a noite anterior. Em uma subida mais difícil eu tive que descer do carro pra empurrar, com lama até a canela, kkkk. Em alguns trechos, mesmo asfaltados, a estrada estava bem obstruída: Um dos muitos deslizamentos na estrada Finalmente chegamos em Pedra Menina e fomos direto pra Cafeteria Onofre, da família Abreu de Lacerda. Encontramos com o Afonso, já nos aguardando, além de muitas outras pessoas entre parentes e visitantes, já que a cafeteria sempre anda muito movimentada. Entre os visitantes com quem conversamos estava a Georgia do Lucca Cafés de Curitiba, o professor João Batista Pavesi (orientador da Caparaó Jr., empresa júnior do curso de Tecnologia em Cafeicultura, do IFES, que está fazendo um trabalho super legal com os produtores na região), e um grupo de jovens amigos moradores da região pra quem demos umas dicas sobre cafés especiais e torrefação doméstica. Mais uma grata visita ao Afonso e à família Abreu de Lacerda Depois de bater muito papo, sempre acompanhado de um cafezinho, e quando vimos que não ia demorar pra escurecer, carregamos o carro com as 3 sacas do lote do Afonso da CC e partimos para Alto Caparaó. Desta vez o Igor tinha um novo copiloto: Novo copiloto do Igor. Não gostou muito não… diz que ele era um saco! Isso já era no final da tarde de domingo. Não tínhamos mais cafés para pegar, mas queríamos muito passar em Alto Caparaó, e queríamos evitar fazer a viagem toda de volta pra BH de noite com chuva. Resolvemos então que iríamos dormir numa pousada em Alto Caparaó e voltar pra BH no final da manhã de segunda. Ao chegar em Alto Caparaó, deixamos nossas coisas na pousada e fomos encontrar com a produtora Carlizany. Fomos super bem recebidos por ela e sua família, apesar de já ser tarde. Fomos servidos com um cafezinho excelente, e a conversa estava boa e se estendeu até quase meia noite. Ouvimos os relatos sobre os esforços recentes da família para produzir cafés de qualidade, as participações nos concursos, e as dificuldades que eles enfrentam. O Tino apareceu por lá também, ele é da família do marido da Carlizany, e nos oferecemos para preparar o café dele que tínhamos levado. Foi unanimidade, todos reconheceram o potencial do café. Eles nos contaram como nos últimos anos o Tino tem alternado como campeão do concurso do Alto Caparaó com outro produtor da região, o Zé do Alexandre. Quando perguntamos pro Tino sobre possível fermentação do lote que compramos, ele confirmou o fato e nos explicou sobre o processo: os cerejas da colheita seletiva ficavam armazenados em sacos fechados no cafezal ao longo da semana à medida em que eram colhidos, e somente no sábado eles desciam o morro com os sacos para despejar tudo no terreiro. É um procedimento arriscado, mas que no caso dele acabou dando um ótimo resultado, provavelmente por conta da alta altitude dos talhões e do clima ameno da região. Nos despedimos e ficou combinado que encontraríamos com o Marcos, marido da Carlizany, na manhã seguinte bem cedo. Como combinado, o Marcos nos pegou na pousada segunda cedo e fomos fazer uma visita na propriedade do Zé do Alexandre, já que a Roast garantiu algumas sacas de seu lote campeão do município e gostaríamos de conhecê-lo. Ele nos recebeu de braços abertos, mesmo que não tivéssemos marcado a visita, e o papo foi bem interessante. Visita à propriedade do simpático Zé do Alexandre Fomos depois nos encontrar novamente com o Tino pra pegar umas amostras de outros lotes interessantes que ele colheu nesta safra. Aproveitamos para registrar o momento nessa foto que merece até ser emoldurada Expressão da felicidade que lidar diretamente com o produtor nos traz Voltamos pra pousada para tomar um café da manhã rápido, juntar nossas coisa, e partir pra BH. Depois de tantos momentos gratificantes, novos vínculos com produtores, e aprendizado, tivemos que encarar 11h na estrada por conta de desvios e retornos que tivemos que fazer pra evitar alagamentos e acidentes. Sim, aquela volta gigante no mapa passando por Ipatinga é o que realmente fizemos, pra fugir de Rio Casca que estava inundada. Chegamos em BH umas 22h bem cansados, mas com a imensa satisfação pela missão cumprida.
  4. Salve nação torrefadora doméstica, Seguindo com o roteiro das últimas Compras Coletivas, vamos oficialmente abrir o tópico de consulta. Como sempre, o nosso objetivo neste momento é falar um pouco do trabalho de pré seleção que já estamos fazendo, apresentar os prazos que temos em mente e abrir um canal para escutá-los, onde vocês poderão sugerir produtores que gostariam de ver na C.C. e/ou passar sugestões ou reclamações. É também do nosso interesse utilizar este tópico como termômetro para medir a demanda que vamos ter para a próxima C.C., então é muito importante que se manifestem sobre o interesse ou não de participar, dando uma ideia de quantos quilos desejam pegar desta vez. Para começar, caso não saiba o que é a Compra Coletiva ou caso tenha alguma dúvida sobre o seu funcionamento, sugerimos a leitura do tópico: Compra Coletiva do Clube do Café. Para se inscrever na nossa lista de e-mail onde passamos as novidades da C.C. e avisamos em primeira mão que os pedidos foram abertos, link aqui. Para obter atualizações mais rápidas sobre o andamento da Compra Coletiva e conhecer um pouco melhor os bastidores do nosso trabalho sugerimos que nos sigam no Instagram: https://www.instagram.com/comprecoletivo/ Vamos começar falando sobre novidades. Primeiramente gostaríamos de dizer que é do nosso interesse retomar aquele processo de escolha coletiva dos cafés, algo como foi feito na última compra do ano passado. Isso dá muito trabalho, pois é necessário conciliar as torras das amostras que são feitas aqui em BH com a disponibilidade de cada grupo de pessoas se reunir em determinada cidade para prová-las. Entretanto, como é algo que deu super certo e torna a escolha dos cafés mais democrática, é do nosso interesse repetir essa experiência. Vamos dizer aqui quais são as cidades que esperamos que entrem nesse processo e esperamos que cada lugar eleja um representante para ficar responsável por receber os cafés e organizar um encontro para os membros regionais provarem e escolherem os cafés. Esperamos conseguir atender umas 4 cidades, além de Belo Horizonte, e vamos dar preferência para as localidades que possuem a maior quantidade de membros participantes nas últimas Compras Coletivas. Nossas sugestões: São Paulo; Campinas; Goiânia; Porto Alegre. Agora sobre o funcionamento da Compra Coletiva. Nossa ideia é manter a mesma receita da última vez. Disponibilizaremos cafés verdes e torrados e vamos manter o acréscimo fixo de R$ 10,00 por kg do café verde, assim como o cálculo para o preço final do torrado. Está longe de ser o ideal, sabemos disso, mas na última Compra Coletiva foi a primeira vez que não tivemos prejuízos para que vocês recebessem o café em casa. Nossa ideia sempre foi manter o valor final do café o mais baixo possível e isso continua sendo uma das nossas metas. Com os novos contatos de produtores e, principalmente, com o aprimoramento da nossa capacidade de avaliar café, estamos tendo acesso a cafés com a mesma qualidade e padrão que já estão acostumados na C.C. por preços mais acessíveis. Isso é possível, principalmente, por fugir de grandes produtores, onde pagamos um preço a mais pelo nome da fazenda que vai estampada na sacaria. Nosso objetivo vai ser tentar compensar o valor fixo que acrescentamos por quilo, ao buscar cafés com custo benefício melhor. Claro, mantendo sempre os nossos princípios de negociar direto com o produtor e pagar um preço justo. Passamos ao que interessa então, os cafés. Desde o final da última Compra Coletiva eu e o Luis já estamos fazendo um trabalho de pré seleção de cafés. Nosso objetivo é conhecer o máximo possível de produtores para ter uma boa rede de contatos. Aproveitamos também algumas oportunidades para visitar certas propriedades, estivemos já nas regiões do Sul de Minas (mais precisamente Três Pontas), Chapada de Minas (Capelinha) e Caparaó (várias cidades da região). Já provamos uma grande quantidade de cafés. Inicialmente nossa ideia é tentar trazer para C.C. regiões novas, que nunca foram contempladas, mas isso é algo que depende muito da disponibilidade de bons cafés na época da Compra Coletiva. Gostaríamos muito de poder oferecer cafés das regiões da Chapada de Minas, Mantiqueira e Norte Pioneiro do Paraná, então vamos aguardar o desenrolar dos próximos capítulos. E aliás, se conhecerem produtores dessas regiões, nos avise. A grande novidade com relação aos cafés é uma negociação que estamos fazendo com um produtor para conseguir um lote exclusivo para CdC, ou seja, um café que só a gente vai ter. Em breve devemos trazer mais informações sobre ele. Por fim, vamos falar de prazos. Há basicamente 4 etapas para a compra sair: Pré seleção das amostras: é o que está rolando agora, onde eu e o Luís vamos escolher uns 10 cafés que achamos interessantes para passar para etapa de seleção. Esperamos ter feito a pré seleção até uns 5 dias após o encerramento da SIC, que vai ser onde provaremos uma grande quantidade de cafés candidatos a entrarem na C.C. Prazo para pré seleção dos cafés: até 31/10. Seleção: é a etapa onde os grupos regionais escolhem os cafés que já foram pré-selecionados. Poderão ser 4 ou 5 cafés dependendo da disponibilidade e oportunidades apresentadas. Essa etapa é muito importante que ocorra da forma mais rápida possível, pois uma vez que o produtor coloca o café dele a venda no mercado, é muito difícil convencê-lo a segurar o café por muito tempo. Então precisamos ser rápidos para garantir que os cafés que vamos provar estarão disponíveis para venda ao final do processo. Para tanto já vamos sugerir uma data para que os encontros regionais ocorram para que provem os cafés, no final de semana do dia 10/11. Vamos colocar o prazo para a seleção dos cafés até 12/11. Negociação com os produtores e envio das sacas: esse é um período demorado, em geral os produtores pedem alguns dias para enviar os cafés e precisamos contar com tempo que gastam para chegar até a gente. Esta é a etapa mais difícil de estimar prazo, pois caso um café atrase, ele atrasa a compra coletiva inteira. Vamos trabalhar para que todos os cafés estejam com a gente até o dia 01/12. Fracionamento dos cafés, torra e envio: Esse processo não costuma atrasar muito, uma vez que os cafés estão aqui tudo só depende da gente. Prazo para finalizar os envios: até 15/12 Sabemos que essa época de fim de ano é complicada para os correios e está longe de ser o ideal. Contudo, para termos uma maior variedade de cafés disponíveis, conseguindo fazer duas compras coletivas no espaço dos 7 meses do ano onde é possível comprar cafés da safra atual, essa é a solução. Para driblar a questão dos correios, podemos sempre trabalhar com transportadoras. Inclusive vamos correr atrás para que nesta Compra Coletiva seja possível enviar o café por transportadora para as regiões do Norte e Nordeste. É isso pessoal, aguardamos o retorno de vocês e estamos a disposição para tirar qualquer dúvida. Grande abraço, Igor e Luís
  5. Companheiros de torra, gostaríamos de inaugurar o tópico com algumas conclusões que tiramos do curso de torra com o Eystein aqui em BH. O curso foi muito bom, bem prático e focado em torra doméstica. Depois o Igor pode contar melhor os detalhes do curso. O curso foi realizado na cafeteria do espaço CentoeQuatro, e tivemos a oportunidade de torrar 3 cafés num Atilla 15Kg, monitorando e registrando as variáveis com o Cropster, no PC do Eystein. 2 desses cafés foram o Barinas e o Vargem Grande desta última Compra Coletiva. Conseguimos torrar batches de 3,3Kg graças à variedade de ajustes do torrador. Como não tínhamos tanto café sobrando, isso permitiu uma quantidade boa de batches para podermos fazer comparações, reproduzindo curvas pré-planejadas e fazendo um cupping depois. Seguem as curvas do Vargem Grande: E as curvas do Barinas: Podem ver que tentamos reproduzir 3 tipos de curvas: uma reta após a virada com uma quebra na inclinação após o 1º crack (tempo total longo); uma curva média com inclinação (ROR) decrescente (tempo total médio); e uma curva bem acentuada com ROR bem alto no início (tempo total curto). O Eystein nos disse que costuma usar bastante a reta como curva de prova. A ideia dele é que o tempo igual que o grão passa em cada faixa de temperatura favorece ressaltar as diferentes características do grão, sejam elas boas ou ruins. Ou seja, nem pra todos os grãos dá certo... Um outro café que usamos era da safra de 2015 e havia sido armazenado desde então em sacaria. Ao usar este perfil, o sabor vegetal e amadeirado decorrente do armazenamento indevido ficou bem óbvio. Focando nos cafés da CC então: o Barinas aceitou bem a reta, ficou bem equilibrado (acidez+doçura+corpo), e foi este o perfil que eu e o Igor preferimos dos 3. Depois veio a curva média e depois a curva acentuada. O Vargem grande não ficou bem com a reta, tende a ficar subdesenvolvido... Foi o perfil que menos gostamos. Preferimos a curva média, depois a acentuada. Quando o Barinas fica bem torrado ele fica bastante doce, frutado, com nota de morango bem óbvia. O Vargem Grande bem torrado tem um aroma impressionante... que ainda não conseguimos espelhar no sabor... mas conseguimos ele bem redondo, com acidez menos pronunciada, doce com um saborzinho de mel. Então é isso... O Igor, que domina mais do assunto, depois vai falar um pouco também sobre como controlar as variáveis do torrador pra conseguir essas curvas com esses cafés. Provavelmente algo sobre os outros da CC, que ele já deve ter torrado no STC depois do curso. Pra fechar, seguem algumas fotos do curso:
  6. Boa notícia, pessoal! O Igor e eu vamos disponibilizar mais um pouco dos cafés da compra coletiva de abril! Torrados! Desta vez, como os cafés foram adquiridos dos produtores previamente, antes de abrir a CC, acabou sobrando um pouco de alguns deles. Decidimos que o melhor a fazer será colocar os cafés à venda, e torrar sob demanda o que for comprado para envio na semana que vem. Será uma forma de alguns que não conseguiram participar da CC conhecerem os cafés, e dos que já esgotaram o estoque de torrados poderem repô-lo. São 3 os cafés que ainda temos disponível. Dois deles são os mesmos já distribuídos em abril, e um é uma meia-novidade especial! Vou listar cada um novamente com suas características, começando por esse último: Fazenda Barinas - Topázio Amarelo 17/18 UP Esse café veio do mesmo lote do famoso moka, que vários elogiaram como o preferido da última CC. E após uma aparição discreta dele no Jamboree deste ano, há quem quem disse que nenhum outro café no evento conseguiu batê-lo. Mas vamos à novidade: é do mesmo lote, mas não é moka! Como o Igor já explicou anteriormente, para uniformizar os grãos nós passamos ele por peneira antes de distribuí-lo na CC. Acontece que daí saíram alguns preciosos quilos de grandes grãos chatos, peneira 17/18 acima. Ou seja, é semelhante ao café que ganhou o título de vice-campeão do Cerrado. Já fizemos algumas torras dele, e apresenta toda as notas e a complexidade do moka, mas com maior suavidade e uma acidez mais brilhante. Dependendo do gosto do freguês, vai gostar ainda mais que do moka! Vamos ao resumo: Cerrado Mineiro - Araxá Altitude: 940m Variedade Topázio Amarelo Peneira: 17/18 acima Processo: Natural Produtor: Marcio e Thiago Castro Alves Valor: R$50 (500g) Quantidade Disponível: 16 pacotes Fazenda Vargem Grande - Catucaí Vermelho Foi um café meio subestimado durante a CC... Não tem a exoticidade do Barinas, por exemplo, mas é bem doce, tem bastante corpo e um aroma frutado incrível. Vários elogiaram depois de experimentá-lo. Para mim é o que vai melhor no espresso. Vamos ao resumo do café: Matas de Minas - Serra do Caparaó Altitude: 1400m Variedade Catucaí Vermlho Processo: Natural Produtor: Renato Assumpção Valor: R$36 (500g) Quantidade Disponível: 45 pacotes Café Irmãos Moscardini - Obatã Amarelo Este é um natural fermentado da família Moscardini. Atualmente é um café que está em todo lugar, várias torrefações grandes colocaram as mãos em lotes como este e o CdC não podia ficar de fora. Oferece uma bebida extremamente elegante com notas de abacaxi, maracujá e acidez tartárica (lembra a acidez de um vinho branco). Segue resumo: Alta Mogiana - Franca/SP Variedade: Obatã Amarelo Processo: Natural Fermentado Produtor: Elder Moscardini Valor: R$35 (500g) Quantidade Disponível: 4 pacotes Os cafés estão disponíveis como antes em: http://comprecoletivo.iluria.com/
  7. Agora que a correria da Compra Coletiva chegou ao fim, finalmente eu e o Igor podemos tirar um tempinho pra contar um pouco do backstage da CC. O que mais queríamos trazer é a gratificante experiência de conhecer pessoalmente os produtores e as origens dos cafés da Compra Coletiva. Bem que gostaríamos de ter tempo e grana pra viajar por aí pra visitar as fazendas de todos os produtores com quem negociamos... mas por enquanto ainda temos que limitar essa experiência às nossas possibilidades. Nesta CC então, o café que fomos pegar pessoalmente é o do Seu Juarez. O Seu Juarez é um produtor médio da região das Matas de Minas. Sua fazenda fica no município de São João do Manhuaçu, e produz em torno de 3500 sacas por safra. Praticamente toda sua produção é vendida atualmente como commodity e ele está começando a dar seus primeiros passos na produção de café especial, iniciando em pequena escala. Vou contar um pouco da experiência da viagem, e depois o Igor pode complementar falando um pouco do trabalho dele como coffee hunter pra achar esse café, como ele conheceu as pessoas envolvidas, etc. Viajamos na sexta dia 14/04 pela manhã e fomos com a Adriene, grande amiga e sócia proprietária da cafeteria Oop Coffee. Quem nos recebeu na região de Manhuaçu foi o Pedro Perígolo, amigo da Adriene e do Igor e produtor da região. Ele que iria nos apresentar ao Seu Juarez. No restinho da sexta ficamos na fazenda da família do Pedro mesmo. Ele nos mostrou o passo a passo do processamento do seu café, passando por cada uma das etapas: Todo aquele espaço estará bastante diferente já no início de maio, quando ele irá começar sua colheita. Muito mais movimento, terreiros cheios de café, maquinário modificado após algumas manutenções e adaptações... e também um pequeno terreiro suspenso pra ele também começar a experimentar com cafés especiais (isso foi ideia e incentivo nosso). Mais tarde fomos agraciados com uma deliciosa bacalhoada e muitos doces gostosos de sobremesa, tudo preparado pelos familiares do Pedro. Rolou até uma rodada de buraco no fim da noite... Na manhã de sábado saímos para visitar o Seu Juarez em sua fazenda, uns 50km dali. Tivemos uma ótima recepção e ele, muito simpático, nos contou um pouco sobre suas vivências como produtor. Além disso, nos mostrou as instalações da fazenda e nos apontou as áreas de sua propriedade que podiam ser vistas dali. Ele nos disse que nosso café ainda estava no pergaminho, separado numa grande embalagem (eles chamam de Bag), pois ele queria nos esperar para vermos o processamento dos grãos. Antes disso, ele nos convidou para um passeio guiado pela fazenda, até o talhão especial de onde nosso café havia saído. Entramos todos na sua caminhonete e começamos a subir pelas estradinhas de terra: Quando já não dava pra caminhonete subir mais, o Seu Juarez parou o carro e nós descemos pra apreciar a vista. O talhão tem duas características importantes: ele é sombreado, plantado entre árvores nativas de mata atlântica e cedros Australianos; e fica acima dos 1200m de altitude. Apesar da menor produtividade por pé de café por conta da região sombreado, isso resulta na maturação mais lenta dos frutos, garantindo uma grande concentração de nutrientes, óleos, açúcares, etc. Dali de cima tínhamos uma vista espetacular da região até as montanhas do Caparaó. Ao longe era possível ver a base do Pico da Bandeira, escondido entre as nuvens. Falando em Mata Atlântica, o Seu Juarez nos contou que 80% da propriedade dele é composta de mata nativa, e como ele considera de extrema importância a preservação da natureza local, inclusive em locais no entorno de nascentes. Ficamos um bom tempo ali conversando. Aprendemos sobre a forma diferenciada com que aquele talhão era tratado. Ao atingir um ponto de maturação satisfatório, o café foi colhido com derriçadeira sobre lonas, para depois passar por um processo manual de seleção dos frutos cereja, descascamento e secagem em terreiro de concreto. Na foto abaixo dá pra ver bem os pés e locais de sombra. O Seu Juarez nos expôs como o amor ao cultivo do café motivou a criação daquele talhão especial, e como ele sonhava em ver o café dele sendo bebido em diversas cafeterias Brasil afora. A preocupação dele era mais nas relações que ele poderia criar com as pessoas ao longo da cadeia do café e a experiência que ele poderia oferecer ao cliente final do que o valor monetário que o café especial traz. Exatamente por isso ele havia sido tão enfático no convite para que fôssemos pessoalmente buscar o café... por essa oportunidade de estreitar a relação produtor – cafeteria – cliente final. Como ele está começando a experimentar com cafés especiais agora, vimos que ele ainda possui potenciais de evolução no cultivo e processamento, podendo conseguir cafés ainda melhores no futuro. Conversamos sobre alguns aspectos de mercado, demanda, e como ele pode aproveitar produtores da região que já mexem com cafés especiais há mais tempo como referências e fontes de conhecimento para ele evoluir no ramo. Depois da conversa, voltamos pra caminhonete para retornar. Desta vez na caçamba pra irmos apreciando a vista! \m/ \m/ Mais algumas fotos da fazenda no caminho de volta: Nessa última foto dá pra ver alguns pés, de altitude mais baixa e exposição direta ao sol, com ramos super carregados de frutos. Nas próximas duas fotos é possível ter uma ideia do terreno: filas de cafés subindo uma ribanceira até a encosta rochosa da montanha ao fundo, próxima do talhão sombreado:
  8. ADIADA - A previsão de abertura dos pedidos para Compra Coletiva é dia 30/11. Fiquem ligados por aqui nessa semana!!!! Olá colegas, já faz um tempo que estou trabalhando na próxima compra coletiva de cafés. Para ser mais preciso, tenho trabalhado desde antes do fim da 1ª Compra Coletiva de 2016, a última que tivemos no clube. Para quem ainda não sabe o que é a Compra Coletiva: http://forum.clubedocafe.net/index.php?/topic/4558-1%C2%AA-compra-coletiva-de-caf%C3%A9-verde-cru-de-2016-mgesba/ Já caminhei bastante nas negociações e já tenho algumas amostras comigo. A ideia é avaliar e selecionar os cafés até a primeira semana de novembro e dar início a compra logo em seguida. Desta forma, minha previsão é que os cafés já estejam com vocês logo no início de dezembro. Gostaria de aproveitar o momento para escutá-los e saber se possuem alguma sugestão ou comentário sobre a Compra Coletiva. Gostaria também de saber se possuem algum café ou região que sugerem para entrar na próxima compra. Ainda dá tempo de buscar cafés diferentes. Aproveitem o momento. Além disso, quero adiantar para vocês que teremos algumas novidades para a próxima compra. Por enquanto manterei certo mistério sobre algumas delas, mas o que posso adiantar é que vou implementar uma nova modalidade na compra, a de café torrado. Ainda não tenho todos os detalhes acertados, mas o que é certo é que já busquei parceiros aqui em BH, microtorrefações, que toparam torrar grandes quantidades de cafés para a gente (claro que cobrarão por isso). Minha ideia é oferecer o mesmo café que será vendido verde na Compra Coletiva regular, só que torrado e em embalagem de tamanho único (provavelmente 500g). Trabalharei para oferecer o café torrado dentro de uma margem de R$ 70,00 a R$120,00 por quilo. Outras novidades vou soltando aos poucos, assim que forem se concretizando. Grande abraço e aguardo os comentários de vocês, Igor
  9. Olá colegas Home Roasters, chegou o momento da abertura oficial nossa Compra Coletiva, a primeira de 2016 e a última da safra 2015. Temos bastante orgulho de dizer que finalmente conseguimos lançar uma Compra Coletiva perfeita! Teremos desta vez cafés de altíssima qualidade, previamente provados e em quantidades para atender todos. Outro aspecto de grande relevância é que as embalagens serão substituídas por sacos Stand Up, com fechamento Zip Lock, próprios para café verde. Além disso, as caixas, que antes eram de produtos de mercado que buscávamos no comércio local, também serão substituídas por caixas mais resistentes e fabricadas sob medida. Aliado a tudo isso, conseguimos trazer para vocês o trio perfeito dos cafés brasileiros. Teremos o que há de melhor no cenário do café especial: Minas Gerais, Bahia e Espirito Santo. Na sequência trazemos o texto padrão das nossas Compras com a apresentação, riscos e prazos etc. Sugerimos fortemente que leiam tudo com atenção, em especial as seções de custos e riscos. O texto sofreu algumas alterações desde a última Compra. Caso você seja um membro experiente, com outras participações em Compras Coletivas e caso já esteja ciente dos cafés, preços e riscos, segue o formulário para preenchimento e oficialização dos pedidos: http://goo.gl/forms/hHpAMYnW1e Respostas atualizadas: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1xxBQ_XMhaYF2gSOWxoCBEXycpX8HD4aJDGitXCNY5To/edit?usp=sharing ---- Índice: 0- Introdução 0.1 O que é a Compra Coletiva 0.2 Custos Operacionais 0.3 Riscos 1- A Compra Coletiva 1.1 Como Participar 1.2 Previsões e Prazos 2- Os Cafés 2.1 MG/ Fazenda Mantissa - Lote BE16 2.2 BA/ Sítio Boa Vista - Eufrásio - Lote 11 2.3 ES/ Brejetuba 3- Pagamento 4- Envio 5- Agradecimentos ---- 0- Introdução 0.1- O que é a Compra Coletiva: Comprar grãos crus de qualidade e em poucas quantidades é uma tarefa árdua e dispendiosa. Desta forma, a solução mais simples é a união. A Compra Coletiva é na realidade um esforço coletivo, onde nos unimos para comprar bons cafés verdes, em grandes quantidades e a preços mais acessíveis, tentando valorizar, quando possível, a negociação direta com o produtor e o Comércio Justo. 0.2- Custos Operacionais A Compra Coletiva não tem fins lucrativos, porém é evidente que há custos operacionais envolvidos. Citamos ligações interurbanas para negociar os cafés, custos com frete para enviar e receber amostras, embalagens, caixas, gasolina para transportar as encomendas até os Correios etc. É complicado precisar o quanto está sendo gasto em cada compra. Desta forma, nossa estratégia é fazer um acréscimo mínimo, somente o suficiente para cobrir nossos gastos. Para esta Compra Coletiva será feito um acréscimo de R$ 3,00 por quilo para ajuda de custo. 0.3- Riscos: Há riscos envolvidos na compra e como não há ninguém lucrando com todo o processo, o risco é de responsabilidade de cada participante. Não é de responsabilidade do Clube do Café ou de qualquer organizador da Compra Coletiva restituir o valor pago caso a encomenda seja perdida, danificada ou sofra qualquer acidente fora das posses dos organizadores. É claro que, acreditando na união que temos aqui no Clube, temos certeza que haveria um esforço coletivo para ajudar ao máximo, dentro do possível, a pessoa que, por ventura, seja lesada. 1- A Compra Coletiva 1.1 Como Participar: Se você está de acordo com os riscos envolvidos e com o valor a ser acrescentado em cada quilo, então basta preencher o formulário a seguir com os dados que lhe serão requisitados. Caso não esteja familiarizado com a Compra Coletiva, peço que leia tudo até final antes de preencher. O prazo limite para preenchimento do formulário é até dia 15/05 às 23:55 (Horário de Brasília). Após a data limite o formulário será fechado e nenhum outro pedido será considerado sem ser analisado pelos organizadores. Formulário: http://goo.gl/forms/hHpAMYnW1e Respostas: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1xxBQ_XMhaYF2gSOWxoCBEXycpX8HD4aJDGitXCNY5To/edit?usp=sharing 1.2 Previsões e Prazos: Os cafés deverão chegar em Belo Horizonte até o dia 27/05 e somente então os pedidos serão separados e remetidos. A previsão inicial é que todos os cafés tenham sido remetidos até o dia 10/06. 2- Os Cafés 2.1 MG/ Faz. Mantissa: Este é um grande conhecido do Clube do Café. Na última compra fomos presentados com o 5º colocado do Cup of Excellence e desta vez eles separaram para a gente outro bom café. Mesmo que não se encontre no mesmo nível do anterior, este café ainda se destaca e é nítido o terroir da região. Quem conhece os cafés da fazenda vai reconhecer imediatamente que se trata de um similar. É um natural, que segundo os próprios avaliadores da fazenda, bebeu 86,7pts. Os organizadores da Compra Coletiva provaram do café e a escolha dele foi unanime. Em uma das torras foi possível identificar notas de frutas amarelas e finalização para Maracujá. Não é um café difícil de torrar e dificilmente uma torra dele ficará ruim. Altamente recomendado para iniciantes na arte da torra doméstica. Segue Resumo: Fazenda Mantissa - Lote BE136 Poços de Caldas/MG Montanhas do Sul de Minas Altitude: 1.260m Variedades: Catuaí Amarelo Processo: Natural Valor da Saca: R$ 1800 + 145,49 frete Quantidade disponível: 90kg Valor Final por Quilo: R$ 31,60 + 3,00 = R$ 34,60 2.2 BA/ Sítio Boa Vista – Eufrásio Este produtor é novo nas compras, mas não novo no Clube, alguns membros já devem ter tido oportunidade de provar dos cafés dele pela W&S. Provamos dois lotes e um foi selecionado. É um café lavado, fermentado em tanque por 24hrs. O aroma desse café após torrado é inebriante. Além disso, apresenta um perfil sensorial bem complexo e balanceado. É um café um pouco complicado de torrar, não recomendado para iniciantes. Sítio Boa Vista - Eufrásio - Lote 11 Barra do Choça/BA Planalto da Conquista Altitude: 980m Variedades: Catuaí Amarelo Processo: Lavado 24hrs Colheita: Outubro 2015 Valor da Saca: R$ 1900 + ICMS +195 frete Quantidade disponível: 90kg Valor Final por Quilo: R$ 39,20 + 3,00 = 42,20 2.3 ES/ Brejetuba: Outro café novo no clube. A ideia era pra ser um café com um bom custo benefício. Acontece que, apesar do preço mais baixo, ele está praticamente no mesmo nível dos outros dois. É um café que vem de uma parceria dos organizadores com um Coffee Hunter daqui de BH, o mesmo que buscou o Fazenda Boa Sorte na última compra. Um café para aventureiros, pois possui um perfil sensorial complexo: frutado, com uma doçura intensa, acidez incomparável e corpo alto. Só tem uma coisa que falta nesse café... e essa coisa chama humildade (não confunda com umidade)!!! Nele é tudo intenso. Beber esse café é fazer parte de uma experiência sensorial extraordinária. Não é um café que indicamos para os mais conservadores ou para os que fazem caretas quando tomam um café ácido. Segue resumo: Fazenda Santa Clara - Brejetuba/ES Produtor: Edmar Zuccon Altitude: 1050m Processo: Lavado Variedade: Catuaí Amarelo Valor da Saca: R$ 1500 já com frete incluso Quantidade disponível 90kg Valor Final por Quilo: R$ 25 + 3,00 = 28,00 3- Pagamento Após a data limite para preenchimento do formulário, a organização entrará em contato com cada praticante passando os dados bancários para transferência, assim como o valor completo: Café + Frete. O pagamento é à vista e mediante a uma transferência bancária para uma conta no Banco do Brasil ou via PayPal. Assim que a transferência for confirmada, será colocado um OK na planilha avisando que o pagamento foi confirmado. 4- Envio O envio será feito logo após a confirmação do pagamento e dentro dos prazos estabelecidos em 1.2. Uma possibilidade que utilizamos para driblar os altos custos do transporte é o Envio Coletivo. Ao invés de fazer remessas individuais para várias pessoas da mesma cidade, os membros regionais se organizam para que o envio seja feito para um representante local e essa pessoa fica encarregada de distribuir localmente os cafés. Caso opte por essa opção, você deverá de marca-la no preenchimento da planilha. 5- Agradecimentos Um grandíssimo obrigado aos colegas e membros que estão sempre nos apoiando com sugestões e críticas para melhorar cada vez mais nossas Compras Coletivas. Em especial, ao Luís daqui BH, ao Rafa Rocks e o pessoal de Goiânia, e ao grande Mestre Torres. ao Vinícius, filho do Eufrásio, com quem negociamos a saca; ao amigo Renato barista daqui de BH que nos apresentou mais um café e que está nos ajudando na intermediação da negociação; à Guiga, representante de vendas da Faz. Mantissa, que, mais uma vez, foi tão solicita com relação aos nossos pedidos. Guiga, você é nota mil!! Cordialmente, Equipe Compra Coletiva
  10. Olá colegas Home Roasters, chegou o momento da nossa terceira Compra Coletiva, a última de 2015 e a primeira da safra 2015/16. Se você já é um membro experiente, com outras participações em Compras Coletivas e se já está ciente dos cafés, preços e riscos, segue o formulário para preenchimento e oficialização dos pedidos: http://goo.gl/forms/Ucb5nybSG4 Caso contrário, sugiro a leitura do texto que se segue. Ele sofreu algumas pequenas alterações desde a última compra: ---- Índice: 0- Introdução 0.1 O que é a Compra Coletiva 0.2 E quem lucra com isso? 0.3 Riscos 1- A Compra Coletiva 1.1 Como Participar 1.2 Previsões e Prazos 2- Os Cafés 2.1 Fazenda Mantissa 2.2 Faz. Boasorte 2.3 Faz. Ouro Verde 3- Pagamento 4- Envio 5- Agradecimentos ---- 0- Introdução 0.1- O que é a Compra Coletiva: Comprar grãos crus de qualidade e em poucas quantidades é uma tarefa árdua e dispendiosa. Desta forma, a solução mais simples é a união. A Compra Coletiva é na realidade um esforço coletivo, onde nos unimos para comprar bons cafés verdes, em grandes quantidades e a preços mais acessíveis, tentando valorizar, quando possível, a negociação direta com o produtor e o Comércio Justo. 0.2- E que lucra com isso? A Compra Coletiva não tem fins lucrativos, porém é evidente que há custos operacionais envolvidos, como ligações interurbanas para negociar os cafés, embalagens, caixas e gasolina para transportar as encomendas até os Correios. É complicado estimar o quanto está sendo gasto em cada compra, mas em uma tentativa para contornar essa situação é feito um acréscimo de R$ 1,00 por quilo para ajuda de custo. 0.3- Riscos: Há riscos envolvidos na compra e como não há ninguém lucrando com todo o processo, o risco é de responsabilidade de cada participante. Não é de responsabilidade do Clube do Café ou de qualquer organizador da Compra Coletiva restituir o valor pago caso a encomenda seja perdida, danificada ou sofra qualquer acidente fora da posse dos organizadores. É claro que acreditando na união que temos aqui no Clube, tenho certeza que haverá um esforço coletivo para ajudar ao máximo a pessoa que eventualmente chegue a ser lesada. 1- A Compra Coletiva 1.1 Como Participar: Se você está de acordo com os riscos envolvidos e com o valor a ser acrescentado em cada quilo, então basta preencher o formulário a seguir com os dados que lhe serão requisitados. Caso não esteja familiarizado com a Compra Coletiva, peço que leia tudo até final antes de preencher. O prazo limite para preenchimento do formulário é até dia DOMINGO 22/11 às 23:55 (Horário de Brasília). Após a data limite o formulário será fechado e nenhum outro pedido será considerado sem ser antes analisado pelos organizadores. Formulário [ENCERRADO]: http://goo.gl/forms/Ucb5nybSG4 Respostas ATUALIZADAS: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1yX9IQARLOhMjygiELELv0IwP2s6bDwh_GCGLlL3G7k8/edit?usp=sharing 1.2 Previsões e Prazos: Os cafés deverão chegar em Belo Horizonte até o dia 05/12 e somente então os pedidos serão separados e remetidos. A previsão inicial é que todos os cafés tenham sido remetidos até o dia 12/12. 2- Os Cafés 2.1 Faz. Mantissa: Esta é uma nova parceria do Clube do Café com uma fazenda produtora de excelência. Acompanhamos ao longo do ano o café deles em vários eventos e muitos membros ficaram impressionados com a qualidade atingida nesta nova safra. O café que foi separado para a gente é um natural, que segundo a própria fazenda, bebeu 88pts. Os organizadores não chegaram a provar deste café. A analise sensorial/pontuação foi feita pela própria fazenda e estamos dando um voto de confiança para eles. Em vista da consulta que foi feita, limitaremos este café a 3kg por pessoa. Segue resumo: Fazenda Mantissa Poços de Caldas/MG Montanhas do Sul de Minas Altitude: 1.260m Variedades: Catucaí e Catuaí Amarelo Processo: Natural Valor da Saca: R$ 2.000,00 + 85,49 frete Quantidade disponível: 60kg Valor Final por Quilo: R$ 34,75 + 1,00 = R$ 35,75 2.2 Faz. Boasorte Este café se trata de uma novidade na Compra Coletiva. É um típico café do Cerrado Mineiro, que se mostrará bastante balanceado em espressos e dará um bom coado para o dia a dia. O café foi provado repetidas vezes antes de entrar para a Compra Coletiva e se trata de uma aposta grande de um dos organizadores. É um café para quem busca custo\benefício, mas se engana quem acha que será um café flat e sem graça. Segue Resumo: Faz. Boasorte - Topázio Campos Altos/MG Cerrado Mineiro Altitude: 1.100m Variedade: Topázio Processo: Natural Produtor: Júnior Preço da Saca: R$ 800,00 com frete e ICMS inclusos Quantidade Disponível: o tanto que precisarmos! Valor Final por Quilo: R$ 13,30 + 1,00 = R$ 14,30 2.3 Faz. Ouro Verde: Este café dispensa muitas apresentações. O Cândido cada vez mais se mostra um parceiro do Clube e desta vez nos separou mais um Cereja Descascado. Não provamos o café que o Cândido irá mandar, mas se a qualidade com relação aos cafés que conhecemos for mantida, já sabemos o que pode ser esperado. Segue Resumo Faz. Ouro Verde Piatã-BA Altitude: 1.300m Variedade: ?? Processo: CD Produtor: Cândido Ladeia Rosa Preço da Saca: R$2.400,00 + 123 Frete Quantidade disponível: 60kg Valor Final por Quilo: R$ 42,00 + 1,00 = R$ 43,00 3- Pagamento Após a data limite para preenchimento do formulário, a organização entrará em contato com cada praticante passando os dados bancários para transferência, assim como o valor completo: Café + Frete. Há duas formas disponíveis para pagamento: i) via transferência de fundos para uma conta no Banco do Brasil; ii) via Pay Pal - é necessário ter conta no sistema do Pay Pal (http://paypal.com/) e haverá um acréscimo de 6,5% + R$0,60 de taxas para utilizar este serviço. O pagamento é confirmado na própria planilha da Compra Coletiva. 4- Envio O envio será feito logo após a confirmação do pagamento e dentro dos prazos estabelecidos em 1.2. Uma possibilidade que utilizamos para driblar os altos custos do transporte é o Envio Coletivo. Ele funciona da seguinte forma, ao invés de fazer remessas individuais para várias pessoas da mesma cidade, os membros regionais se organizam para que o envio seja feito para um representante e essa pessoa fica encarregada de distribuir localmente os cafés. Caso opte por essa opção, não deixe de solicitá-la no preenchimento do formulário. 5- Agradecimentos Um grandíssimo obrigado aos colegas e membros que estão sempre nos apoiando com sugestões e críticas para melhorar cada vez mais nossas Compras Coletivas; ao Cândido; ao amigo Renato barista daqui de BH que apresentou o café da Faz. Boasorte e que está nos ajudando na intermediação da negociação; a Guiga, representante de vendas da Faz. Mantissa que foi tão solicita com relação aos nossos pedidos. Att, Igor
  11. Primeira Compra Coletiva e Envio Coletivo de Café Torrado SP/SP - Campo Místico e Seleção do Mario Olá, colegas foristas de Sampa e proximidades! Quero organizar uma compra coletiva e envio coletivo de cafés em grãos já torrado. Pretendo com esta compra dar o drible da vaca nos correios não só pela instabilidade do serviço prestado mas tb. pelo alto custo que penaliza compras de cafés em pequena quantidade. As regras para participar são as seguintes: 1º. A compra é de café em grão torrado. Café campo místico (Valmor e Adriana) Bueno Brandão – sul de MG e Seleção do Mario(Mario Zardo) Venda Nova do Imigrante – ES 2º. Apresentação dos produtores: O Casal Campo Místico é bem conhecidos aqui no fórum. Vc. pode conferir maiores informações no site: http://www.campomistico.com.br/ No final do mês de janeiro o Valmor estará finalizando uma torra de um microlote Catuai Vermelho , selecionado manualmente , secagem natural em terreiro suspenso. Quem sabe não ficamos com todo o lote? O Seleção do Mario também é bem conhecido aqui no fórum, só que não possui site. “Porque Seleção do Mário? É o modo de expressar porque fazemos uma seleção dos campeões do Estado e dos municípios do Estado do ES . Somente os melhores das regiões das Montanhas Capixabas , situadas a mais de 950 metros de altitude , e podem chegar ate 1200 metros . Situado no interior de Alto Caxixe, no município de Venda Nova do Imigrante-ES A 1.100 metros de altitude, encontra-se a Torrefação de cafés Especiais . Trabalhamos apenas com Cafés Arábicos 100%, Cereja Descascado”. 3º. Opções de compra: Café Campo Místico CAFÉ DA ROÇA: R$ 68,00 Kg Blend 100 % arábica, das variedades Catuaí Vermelho e Mundo Novo. Altitude 1.100 m. CATUAÍ VERMELHO: Não tenho o preço ainda. Preço: R$ 100,00 Kg “café leve, suave e com acidez média. Um dos poucos que se pode tomar sem açúcar. Plantado há 1.100 m proporciona um sabor mais acentuado, permitindo ao grão de café absorver com maior intensidade os açúcares naturais durante seu processo de maturação. São encontradas neste café notas de maple, caramelo e avelã, acidez cítrica suave e ótima finalização”. Seleção do Mario 5 perfis de torra: R 26,00 Kg. “CÍTRICO; Torra Clara com sabor e aroma predominante de laranja e limão. FRUTAS CÍTRICAS; Torra Clara com sabor e aroma predominante de frutas vermelhas e amarelas maduras, doçura intensa e acidez equilibrada. Com inicio acido e finalização doce. AMENDOADO; Torra Média com sabor e aroma predominantes de amêndoas. Muita doçura pouca acides e um bom corpo. CHOCOLATE; Torra Média Escura com sabor e aroma predominantes de chocolate. Retém boa doçura leve acidez , e inicia um leve amargor”. INTENSO; Torra escura com notas de chocolate amargo , café turvo encorpado sem acidez, leve doçura e muito amargor. Edição Especial: Floral. R$40,00 Kg. Orgânico Natural da Vovó Olímpia: R$ 50,00 Kg. 4º. Para aperfeiçoar a logística e a entrega, as encomendas virão em pacotes de 250g. Se quiser ½ kg de determinado café, virão dois pacotes de 250g e assim por diante. 5º. Não há limite de opções, os participantes pagarão pelo valor do produto acima exposto acrescido do rateio proporcional em quilogramas. Faça perguntas e comentários à vontade no tópico. Com a decisão tomada, me envie por e-mail, nome e nº. de documento da pessoa que vai retirar e o seu pedido, claro. 6º. Local de entrega pelos correios da encomenda e retirada dos cafés pelos participantes: Cafeteria 1268 (do Fernando) que fica no Museu Lasar Segal. Rua Berta, 111 Vila Mariana - S. Paulo/SP. Telefone: 11-2159-0400 7º. Os depósitos para pagamento deverão ser efetuados até uma data que informarei. Aos interessados, passarei os dados da conta por e-mail para depósito em conta. Banco Itaú. Única forma de pgto. Obs. Se o nome do depositante for diferente do nome da pessoa que vai retirar o produto, favor informar no seu pedido. 8º. Não há limite de compra ainda, nem ideia de quanto será a procura pois estará limitada geograficamente. Ainda sim, qualquer interessado, membro do clube, que faça o pagamento até a data estipulada acima e puder retirar na cafeteria 1268 (Museu Lasar Segal), poderá participar. Obs. Se a procura for muito grande ou o produtor impor um limite aquém da procura, seguirei a ordem de chegada dos pedidos por. e-mail. 9º. Com o pedido fechado e os depósitos realizados, será feito o pedido integral ao Valmor e ao Mario Zardo bem como o pgto. A lista dos participantes da compra será enviada ao Fernando, proprietário da 1268. 10º. O Valmor e o Mario enviarão os produtos ao 1268 e eu divulgarei neste tópico o andamento da entrega e posteriormente a retirada dos cafés na cafeteria. 11º. Para retirar a sua encomenda, identifique-se e apresente seu documento. 12º. Em breve disponibilizarei à todos os participantes acesso a planilha resumo das encomendas para conferência e transparência das ações antes de fecharmos o pedido. 13º. As regras são simplificadas pois a entrega será feita em um só endereço. 14º. Reclamações e dúvidas podem ser postadas aqui no tópico, se for de interesse geral, ou se preferir, me enviem uma MP ou e-mail para: wal2020@gmail.com 15º. Depois desta compra realizada, abro um processo de consulta para outras indicações e sugestões de outros produtores e/ou fornecedores para futuras compras. Esse foi feito meio que no susto, caso contrário, não lançaria essa ideia nunca. Tenho certeza que melhoraremos e muito com novas ideias, novas soluções e novos fornecedores. 16º. Não será computada qualquer outra despesa para os participantes nesta compra além do preço do produto e do valor do frete. Portanto, seja educado e paciente em caso de dúvida, reclamação, demora ou qualquer outro inconveniente. Agradeço a disposição dos produtores em participar desta primeira consulta/compra e um agradecimento especial ao Fernando que topou de imediato ser o nosso canal de distribuição.
  12. Olá colegas Home Roasters, é com grande prazer que dou abertura para a nossa segunda Compra Coletiva de 2015, a última da safra 2013/2014. Como teremos vários novos membros do clube que irão participar da Compra pela primeira vez, irei explicar bem detalhadamente o que é e como funciona. ---- Índice: 0- Introdução 0.1 O que é a Compra Coletiva 0.2 E quem lucra com isso? 0.3 Riscos 1- A Compra Coletiva 1.1 Como Participar 1.2 Previsões e Prazos 2- Os Cafés 2.1 Fazenda Ninho da Águia 2.2 Sítio Santa Rita 2.3 Faz. Ouro Verde 3- Pagamento 4- Envio 5- Agradecimentos ---- 0- Introdução 0.1- O que é a Compra Coletiva: Comprar grãos crus de qualidade e em poucas quantidades é uma tarefa árdua e dispendiosa. Desta forma, a solução mais simples é a união. A Compra Coletiva é na realidade um esforço coletivo, onde nos unimos para comprar bons cafés verdes, em grandes quantidades e a preços mais acessíveis, tentando valorizar, quando possível, a negociação direta com o produtor e o Comércio Justo. 0.2- E que lucra com isso? A Compra Coletiva não tem fins lucrativos, porém é evidente que há custos operacionais envolvidos, como ligações interurbanas para negociar os cafés, embalagens, caixas e gasolina para transportar as encomendas até os Correios. É complicado estimar o quanto está sendo gasto em cada compra, mas posso afirmar que só tive prejuízos até hoje. Não acredito que eu tenha que bancar todos esses custos sozinho, por isso acrescentarei em cada quilo de café um valor de ajuda de custo de R$ 1,00. 0.3- Riscos: Há riscos envolvidos na compra e como não há ninguém lucrando com todo o processo, o risco é de responsabilidade de cada participante. Digo isso, pois na última compra coletiva uma das encomendas atrasou bastante e a pessoa que iria receber os cafés ficou me pressionando. No fim o café acabou chegando, mas isso me alertou para o seguinte fato: não é minha responsabilidade restituir o valor pago caso a encomenda seja perdida pelos correios. É claro que acreditando na união que temos aqui no Clube, tenho certeza que haverá um esforço coletivo para ajudar ao máximo a pessoa lesada. 1- A Compra Coletiva 1.1 Como Participar: Se você está de acordo com os riscos envolvidos e com o valor a ser acrescentado em cada quilo, então basta preencher o formulário a seguir com os dados que lhe serão requisitados. Caso não esteja familiarizado com a Compra Coletiva, peço que leia tudo até final antes de preencher. O prazo limite para preenchimento do formulário é até dia 13/06. Formulário: Encerrado! Respostas: Removido! 1.2 Previsões e Prazos: De acordo com minhas previsões, todos os cafés estarão comigo até o dia 26/06. Somente a partir do dia 29/06 é que começarei a despachar as encomendas. 2- Os Cafés 2.1 Faz. Ninho da Águia: Este café não precisa de apresentação. Quem já provou sabe do que estou falando. Dessa vez o Clayton separou para gente um Blend que foi colhido no final de Setembro. Segundo ele é um café para mais de 84pts. Não tive oportunidade de experimentá-lo ainda, mas conhecendo o Clayton e a Faz. Ninho da Águia, imagino que não haverá decepções: Fazenda Ninho da Águia - Frutado Carmem Miranda Alto Caparaó/MG Matas de Minas Altitude: 1.100m ~ 1.400m Variedades: Catuaí Vermelho e Catuaí Amarelo Processo: Natural Produtor: Clayton Valor da Saca: R$ 1.500,00 com frete e ICMS inclusos Quantidade disponível: 60kg Valor Final por Quilo: R$ 25,00 + 1,00 = R$ 26,00 2.2 Sítio Santa Rita/Café Campo Mistico: Este é o café do casal mais querido do fórum, que quando comercializado por eles saí com o nome Campo Mistico. São pessoas que valorizam o que fazemos aqui e acredito que devemos valorizar o esforço deles em produzir cafés de qualidade também. Esse café é o mesmo Mundo Novo da última Compra Coletiva, só que dessa vez é referente a um talhão diferente. É um café sombreado que ficou muito especial. Já tive oportunidade de torrar 4 batches dele e todos ficaram excepcionais. É um café muito doce, com corpo razoável, acidez média e notas bem características do cafés do SStR: chocolate, amendoas e nozes. Segue Resumo: Sitio Sta Rita de Cassia - Lote L1 ou Lote do Luke Bueno Brandão/MG Montanhas do Sul de MG Altitude: 1.100m Variedade: Mundo Novo Processo: Natural / Seco em terreiro de concreto Produtor: Valmor e Adriane Preço da Saca: R$1.500,00 com frete e ICMS inclusos Quantidade Disponível: o tanto que precisarmos! Valor Final por Quilo: R$ 25,00 + 1,00 = R$ 26,00 2.3 Faz. Ouro Verde: Este é o café que entrou aos 45min do segundo tempo. Uma boa oportunidade para conhecermos cafés fora do eixo MG/SP, pois se trata de um café baiano. Não cheguei a provar o café que o Cândido irá mandar, mas imagino que se seguir o mesmo padrão de seus outros cafés, será um espetáculo: Faz. Ouro Verde Piatã-BA Altitude: 1.300m Variedade: Catuaí Processo: CD Produtor: Cândido Ladeia Rosa Preço da Saca: R$1.800,00 com frete e ICMS Quantidade disponível: 60kg!!! Valor Final por Quilo: R$ 30,00 + 1,00 = R$ 31,00 3- Pagamento Após a data limite para preenchimento do formulário eu irei entrar em contato com cada um de vocês passando os dados bancários para transferência assim como o valor completo: Café + Frete. O pagamento é à vista e mediante a uma transferência bancária para minha conta no Banco do Brasil. Assim que eu confirmar a transferência eu colocarei um OK na planilha avisando que o pagamento foi confirmado. 4- Envio O envio será feito logo após a confirmação do pagamento e dentro dos prazos estabelecidos em 1.2. Uma possibilidade que utilizamos para driblar os altos custos do transporte é o Envio Coletivo. Ele funciona da seguinte forma, ao invés de fazer remessas individuais para várias pessoas da mesma cidade, os membros regionais se organizam para que o envio seja feito para um representante e essa pessoa fica encarregada de distribuir localmente os cafés. 5- Agradecimentos Como sempre gostaria de fazer alguns agradecimentos. Primeiro os amigos Valmor, Burny e Torres. Esses caras tão sempre me dando um grande suporte pelos bastidores Compra Coletiva. Em especial para o Valmor, que topou mais uma vez participar da compra com o café dele. Gostaria de agradecer também ao Clayton que tem se tornado um grande parceiro do Clube e ao Cândido, um grande futuro parceiro, assim espero... Att, Igor
  13. Bom dia, pessoal! Abrindo o tópico para organizar melhor a 1ª compra coletiva de 2015, do café Forquilha do Rio, negociado pelo Igor com o pessoal da Academia do Café em BH. Lembrando que o Igor lançou a ideia desse café aqui no clube e pesquisou o interesse na compra, para ver se haveriam interessados o suficiente para comprar 1 saca. Portanto, a planilha de compradores está organizada de acordo com o pessoal que foi se dispondo a ficar com alguns quilos e fechar a saca. Como todo mundo aqui é viciado, em pouco tempo os 60kg estouraram e começou uma "fila de espera". Alguns membros gentilmente cederam 1 ou 2 quilos de suas cotas para que todos tivessem a oportunidade de experimentar o café. Podem acompanhar a coisa toda por aqui, no outro tópico. O preço da saca, de lá para cá, subiu um pouco (frete, impostos, lucro da Academia, etc), chegando num máximo de R$2.000,00 (~34,00/kg). Com a alteração de preço, estamos reconfirmando o interesse dos envolvidos. portanto, pedimos que deem um "OK". A planilha com os já confirmados para essa compra coletiva está AQUI. Lá constará também em breve frete.
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