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O espressinho do dia-a-dia nunca mais foi o mesmo...


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Que é isso pessoal? quanta violência.

 

Tolerância é a palavra a ser usada.

 

Acomodação não, mas entendi o Leonardo. Tomara que você nunca compre mesmo uma granada. rsrsrsrsrsrsrs.

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O Sweet Collection chegou desta vez com torra um pouco escura.

Nada demais, mas como a Strega amplifica os sabores eu não conseguia curtir.

Hoje comecei o dia muito bem com o Chapadão no latte matutino.

Depois fiz um Aeropress bastante bom; a tarde fiz o Sweet Collection desta vez na Graef e ficou ótimo !

Bem, não exatamente extraordinário mas quase não incomoda a torra escura. Foi como abaixar o volume quando a musica esta muito alta.

Um pouco de leite machiatto e a vida é bela novamente :-)

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  • 2 weeks later...
  • 1 month later...

Afff, aqui tenho três opções.... Pelé coado no filtro melitta, descansado uns 40 minutos na garrafa pra "esfriar"...

 

Nespresso depois do almoço no restaurante a 5 reais...

 

Ou Café do Centro "mal tirado" numa La Spaziale, pelo menos é incluso no preço do almoço na padaria... Não preciso falar que almoço todo dia na padaria por ser a opção "menos pior" de café durante o dia.

 

Fds ainda são mais tranquilos, dá pra ir de carro 15 km de casa tomar um café bom :)

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  • 1 month later...

Eu e meus causos.

Depois que reclamamos com a "barista" que tirava 4 espressos com o mesmo pó, o café melhorou consideravelmente(ficou aceitável).

Uma semana depois a delicatesse fechou. Será que eu fui o culpado? :huh:

 

Outro dia fui fazer compras em um hipermercado e fui tomar um espresso com um pão de queijo.

Vi a xícara normal e achei bem grande, pedi para a menina fazer um pouco mais curto que o normal...

Depois dela me perguntar umas cinco vezes se eu tinha certeza se queria tão pouco café, trouxe o espresso e dois velhinhos que estavam no balcão tomando seus cafés ficaram tirando onda, dizendo que eu só deveria pagar a metade do café.

 

Ps: Até que o café não ficou tão ruim.

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Eu e meus causos.

Depois que reclamamos com a "barista" que tirava 4 espressos com o mesmo pó, o café melhorou consideravelmente(ficou aceitável).

Uma semana depois a delicatesse fechou. Será que eu fui o culpado? :huh:

 

Outro dia fui fazer compras em um hipermercado e fui tomar um espresso com um pão de queijo.

Vi a xícara normal e achei bem grande, pedi para a menina fazer um pouco mais curto que o normal...

Depois dela me perguntar umas cinco vezes se eu tinha certeza se queria tão pouco café, trouxe o espresso e dois velhinhos que estavam no balcão tomando seus cafés ficaram tirando onda, dizendo que eu só deveria pagar a metade do café.

 

Ps: Até que o café não ficou tão ruim.

KKKKKKKKKKKKKKKKK.

 

Claro que foi você o culpado da falência. Aumentou o gasto de café em 4 vezes. :lol: :lol: :lol: :lol:

 

Ah, manda esses velhinhos pra casa do chapéu e pare de tomar espresso fora de casa!!

 

Pô, pede um suco de mangaba, uma coca zero, uma água com gás, um todinho, sei la, mas espresso não!! :lol: :lol: :lol: :lol:

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  • 3 weeks later...

Semana passada, após o almoço eu não havia tomado café no dia ainda. Ao lado do restaurante tinha uma lanchonete com uma Epoca de dois grupos.

 

Resolvi arriscar e fiz meu pedido: me vê um espesso. Na minha amarga ilusão completei: curto, por favor.

 

Enquanto pagava, observei de longe a (mala)barista extraindo o café. Vi a xícara enchendo, enchendo... até próximo à borda e pensei: meu curto miou! Quando menos imaginava, a mulher pegou do aquecedor uma outra xícara (que sem dúvida julgava ser menor em volume só pq era mais baixa), transferiu metade do café de uma pra outra e me entregou a metade da xícara mais baixa.

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A sina do curto.

Na semana passada fui conhecer uma pequena cafeteria no bairro de Botafogo no Rio.

Junto ao balcão, verifiquei visualmente os equipamentos e confiante pedi ao atendente um expresso curto. Verbalizei: - Curto, meia xícara no máximo.

Preparou corretamente o pó no filtro, encaixou o porta-filtros na máquina sem expurgá-la, iniciou a extração e passou a conversar com outra funcionária que pareceu-me mais graduada. Notei o sotaque de espanhol sul americano do atendente. Enquanto conversavam, o líquido fluía e a xícara se enchia até que intercedi avisando-o. Ele então interrompeu a extração e colocou a xícara com seus 60 ou 70 ml à minha frente. Disse a ele que havia pedido um curto, meia xícara no máximo. Sem titubear voltou-se para a máquina, pegou uma nova xícara, colocou sob o grupo e re-iniciou a (sub)extração para a quantidade pedida com o mesmo pó do porta-filtros que ainda estava montado no grupo.

Disse que não aceitaria aquele "reload" e que ele deveria fazer um novo café. Foi quando a suposta gerente, que a tudo assistia desde de minha primeira interferência, passou a defender o ato do atendente. Coube-me somente alertá-la que de nada adiantaria a sua argumentação pois eu já estava convencido que melhor seria não beber café ali. E saí.

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Concordo.

Alguns pequenos restaurantes aqui de perto estão começando a usar a máquina própria para sachê da são braz.

Como não há "intervenção humana" fica até melhor do que alguns cafés que tomo por aí

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Disse que não aceitaria aquele "reload" e que ele deveria fazer um novo café. Foi quando a suposta gerente, que a tudo assistia desde de minha primeira interferência, passou a defender o ato do atendente.

 

Esse tipo de atitude é a mais inexplicável de todas. O que se ganha contrariando o cliente? 10g de pó? Certamente que você, Alexandre, jamais voltará a tomar café nesse lugar, e inclusive vai alertar o seu círculo de amizades que nesse lugar não só ruim o café como também o tratamento com o cliente.

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Salve Rodrigo.

 

Por bem, o diálogo se deu com civilidade e respeito mútuo

Como profissional da área, por princípio ético, não nomeio lugares que não gosto, por outro lado, faço questão de indicar aqueles que me agradam. Mas estás certo quando dizes que não beberei café lá, se não quando, caso venha a ocorrer, seja endossado por alguém em que eu confie. Afinal, as coisas podem mudar, inclusive para melhor.

 

O que a mim incomoda acima de tudo é a atitude de fazer o novo café com a borra usada não ser, para os funcionários, um atentado à qualidade do produto que servem.

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Este tópico vai dar páginas e páginas para chegarmos sempre a mesma conclusão, estes dia mesmo tomei um café em uma cafeteria no Shopping Iguatemi Alphaville, e enquanto minha esposa e filha decidiam o que queriam eu já estava de olho na operadora da máquina de café, ela para deixar adiantado já deixou o PF limpo que nem o nariz e molhado, colocou pó e deixou o PF estacionado fora da máquina esperando alguma vitima pedir um expresso, fui eu, ela colocou o PF na maquina que a esta altura já tinha feita uma pré-infusão fora da máquina e ligou, saia aquele pequeno fiozinho que demorou e quase não saiu café, mas como ela era rápida e inteligente, tirou o PF colocou pó novamente daquele jeito e tirou um novo café por cima daquele até encher a xícara, quase inundou pois o segundo saiu como uma cascata.

 

O problema aqui é o desinteresse geral de boa parte dos funcionários disponíveis para se contratar, a pessoa não sabe, não consegue aprender, pelo simples fato que não ter interesse algum em aprender.

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Sim, mas estas franquias de café onde normalmente o proprietário é um investidor, que depende do treinamento dado pela franquia e do interesse do funcionário a ser contratado, ai danou-se. Mas isto também é regional, vai da cultura do lugar, eu vou a restaurantes em cidadezinhas próximas a São Paulo, onde se vê total interesse em fazer bem feito e atender com gentileza, seja o garçom a recepcionista,... Talvez esta dificuldade seja maior nas capitais.

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Não sei se tem relação com capital ou interior, nem com franquias (embora nestas, em geral, o aspecto econômico seja sobrevalorizado). Boa vontade e gentileza são ótimas (deveriam ser obrigatórias), mas por si só não fazem bom café. O negócio é a falta de informação mesmo.

 

Eu tenho um critério de distinção pra avaliar o serviço do café, e é bem simplório. Se o estabelecimento se entitula "café", e se tal chancela não se resume apenas à mera fantasia, isto é, se a empresa organiza de fato o seu serviço ao redor do café e de seus acompanhamentos típicos do café (bolos, tortas, lanches, etc.), meu grau de exigência aumenta. Se além disso utilizam equipamentos sofisticados e caros para o espresso, a exigência é ainda maior, pois igual cuidado deveria ter sido atribuído ao treinamento de pessoal. Se o lugar é mais modesto, minha espectativa é menor. Agora se o barista usa chapeuzinho hype, tem que colocar banca...

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Salve.

Rodrigo e Gilberto, a meu ver ambos estão certos, porém sequer juntando nossas opiniões, o assunto se encerra.

Rodrigo, por certo parte da ineficiência advém do administrador mas, por experiência própria, digo que em grandes centros urbanos, onde há fartura de oportunidades de ocupação para pessoas de nível básico de instrução, estas não valorizam a função como o início de uma carreira profícua. Em geral, não passa de uma ocupação vista como temporária enquanto se busca oportunidade melhor. Este maléfico ciclo se realimenta quando o empregador já desapontado com o alto "turn over" de pessoas, declina de instruir os novatos em função da percepção de que de nada adianta uma vez que em 6 meses já não mais contará com tal funcionário. E o novato, por sua vez, percebe que é tudo meio-mais-ou-menos e vai fazendo as coisas apenas como exigidas e nem sempre chega à tanto.

Por outro lado, em localidades menores, onde as oportunidades não são tão fartas e relações pessoais são mais gentis, observa-se maior interesse no resultado do trabalho por parte de empregadores e empregados. É mais comum, nestas situações, que a clientela do empório seja conhecida e muitas vezes aparentada ou avizinhada tanto do patrão quanto dos funcionários. Algo difícil de ocorrer numa loja de shopping center de uma metrópole, com grande afluência de publico. porém sem a identificação com os que ali estão trabalhando.

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Essa rotatividade de funcionários é típica de shoppings mesmo e de grandes centros urbanos, Vossa Senhoria está certo (não usarei mais essa forma de tratamento se não me chamar de vós de novo, ok?). POA é uma cidade atípica, tem um pouco de província, um pouco de grande centro. Se você fugir um pouco dos shoppings, há muitas características do interior nos bairros.

 

Quanto à qualidade, não é a toa que o barista do Baden (desculpem se insisto com esse café, mas é o mais consistente que conheço por essas bandas) é também o dono, e só há pouco tempo delegou também a função ao irmão (acho que é irmão...), depois de bastante treiná-lo. Sem treinamento, estudo e exigência em relação ao produto oferecido a coisa não rola com café. Aposto que bons restaurantes não trocam de chef ou de assistente de cozinha como quem troca de roupa. Parece-me que muitas pequenas cafeterias são mais uma vontade do dono de tocar um negócio próprio - um mero investimento - do que uma vocação ou uma vontade de oferecer um produto de real qualidade.

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Essa rotatividade de funcionários é típica de shoppings mesmo e de grandes centros urbanos, Vossa Senhoria está certo (não usarei mais essa forma de tratamento se não me chamar de vós de novo, ok?). POA é uma cidade atípica, tem um pouco de província, um pouco de grande centro. Se você fugir um pouco dos shoppings, há muitas características do interior nos bairros.

 

Quanto à qualidade, não é a toa que o barista do Baden (desculpem se insisto com esse café, mas é o mais consistente que conheço por essas bandas) é também o dono, e só há pouco tempo delegou também a função ao irmão (acho que é irmão...), depois de bastante treiná-lo. Sem treinamento, estudo e exigência em relação ao produto oferecido a coisa não rola com café. Aposto que bons restaurantes não trocam de chef ou de assistente de cozinha como quem troca de roupa. Parece-me que muitas pequenas cafeterias são mais uma vontade do dono de tocar um negócio próprio - um mero investimento - do que uma vocação ou uma vontade de oferecer um produto de real qualidade.

 

PS: Sem desacreditar qualquer tipo de negócio ou empreendimento, acho que há lugar pra todos. Eu tenho um ponto de vista pessoal que o foco deve ser sempre na qualidade, ainda que o produto que se ofereça seja simples.

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Salve Rodrigo.

O "vossas opiniões" foi apenas descritivo.

Mas ao reler, resolvi que devo modificar o texto, incluindo-me, e portanto usarei " porém sequer juntando NOSSAS opiniões, o assunto se encerra."

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Rodrigo,

Relax véio. Observei que tratava-se de pileria. :)

Mas despertou-me para o fato de poder parecer que a minha opinião é que seria conclusiva. E está longe de ser.

 

Ademais, sou carioca. Assim, como é sabido, metade das coisas são tratadas de forma "relax" e a outra metade, em geral, sequer é considerada.

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Enfim, acho que você descreveu muito bem o que acontece. Ninguém melhor pra relatarr as vicissitudes da relação dono de cafeteria x funcionários que você. Eu só dou meus pitacos do que me parece acontecer do ponto de vista de um consumidor mala. :)

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Rodrigo,

 

Você acaba de corretamente acrescentar outra variável à situação.

Há, como nós, os clientes. Malas ou não, conhecedores ou não, arrazoados ou não, educados ou não, etc (ou não)!

 

Imagine uma situação hipotética: O cara é conhecedor, não só de cafés, mas também de boas atitudes de vendas e de marketing de varejo. Bom sujeito, civilizado, respeitador e educado. Mas acabou de tomar conhecimento que alguém riscou seu automóvel em toda a extensão da lateral. Ato seguinte, ele entra em uma cafeteria e pede um espresso curto que é servido em discordância ao seu pedido. Este mesmo sujeito, em geral amável e afável, possivelmente reagirá de forma atípica nesta situação.

Esta influencia de fatores externos aflige tanto clientes como funcionários e gestores. E aí, véio, se está a um pequeno passo do caos.

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Eu que o diga, tinha uma loja, sábado lotado, a loja tinha uns 35 metros de profundidade e eu estava ao fundo, entrou um cliente achando que eu tinha feito algo errado em sua moto,gritando já lá da frente, e assim foi, gritou, berrou, gritou e eu mantendo a calma, pois conhecia o cliente e contornei a situação até que o mesmo fosse embora meia hora depois, já sem voz. Se o meu tormento durou meia hora, o dele durou o fim de semana inteiro, pois chegando em sua casa o mesmo refletiu e viu que eu tinha razão, mas não mais conseguindo falar comigo teve que conviver com a consciência o fim de semana inteiro. Terminou que 2* feira já 8:00 hs da manhã estava o cliente com um pedido de desculpas e um belo vinho do porto.

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