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Guilherme Torres

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Everything posted by Guilherme Torres

  1. Fiamma Mini Bar

    Estou em férias, mas chegando em bsb te mando o código Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  2. Fiamma Mini Bar

    Boa noite Fábio. Termopar tipo k da hikaro, com fio isolado com um plástico verde (melhor isolamento) e um pouco de silicone no furo de encaixe pra que a ponta dele não encoste no boiler. No meu código tem umas linhas que evitam erros de leitura. Não computa eles. O t1 apenas que é mostrado no visor touch. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  3. O que você comprou ou recebeu hoje?

    Para coado no mesmo dia depois de umas 4 horas já está legal. Para espresso, 4 dias normalmente Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  4. Torrando hoje ...

    Oi Decopinheiro, Brasília. E só para consumo mesmo. Semana passada foram muitas torras, pois vou viajar. Foram mais de 10 baches. Já provei todos. Ficaram todos bons. Mas o que ficou mais gostoso dessa leva foi o do Tino Um 2018 cheio de cafés espetaculares para todos nós ! Guilherme.
  5. Fiamma Mini Bar

    Vou usar um transdutor de pressão de 15bar. A única vantagem é que ele Tb mede em tempo real, igual a um manômetro. Mas traduz essa informação em dados digitais, que podem ser usados para outras aplicações que não só saber a pressão em tempo real. A ideia é usar esses dados coletados para controlar a bomba e assim proporcionar um controle sobre a pressão a ser aplicada sobre o bolo. Por exemplo, aplicar constantemente 2 bar durante alguns segundos para fazer a preinfusao, antes de colocar uma pressão maior para iniciar de fato a extração. É mais ou menos como uma lever, mas sem o pistão. Destaco que isso tudo ainda é teoria. Na prática é que vou ver como de fato vai se comportar. Guilherme.
  6. Fiamma Mini Bar

    Na minha deixei apenas o termostato limitador do vapor (145°C), mas em teoria tanto faz Sall, vc deixar em cima ou do lado. Guilherme.
  7. Fiamma Mini Bar

    Ressuscitando o tópico. Retomei as modificações da minha fiamma mini bar que eu denominei versão eletrônica. FIAMMA MINI BAR - E Há um tempo atrás eu havia mudado a tubulação para diâmetro 8mm externo. Usando um TEE eu instalei a válvula de expansão, que eu regulei em aproximados 9 bar. Hoje eu coloquei mais um TEE e coloquei tubo também para o futuro sensor de pressão (o meu anterior eu quebrei ao tentar desparafusar do tee de 1/4 (agora é tudo 1/8, exceto a válvula de expansão que continua usando uma conexão 1/4). Para não deixar o tubo aberto o que inviabilizaria o funcionamento da maquina, aproveitando o manômetro que uso pra regular a válvula de expansão, deixei ele na saída do tubo. Futuramente ele vai sair desse tubo e vai entrar o sensor de pressão, passando a pressão a ser mostrada em tempo real no visor touch screen. Minha ideia (se o controle via triac funcionar na bomba vibratória) é poder regular a pressão via potência da saída de energia para a bomba d’água. Nesse caso, dando certo, com umas linhas PID no programa, em teoria da para deixar como uma slayer. Num primeiro momento deixarei essa configuração de pressão da extração configurável via touch screen. Mas depois devo incrementar via barra de potência, on the fly. Em alguns meses digo se deu certo. Se ficar legal, vai transformar a fiamma na minha máquina definitiva pra uso doméstico. Segue vídeo de como está hoje: Guilherme
  8. Reflexão

    Saudades de ti Bernardo. Bom fim de ano para vc e família! Guilherme.
  9. Cafeteira Aram - O projeto

    Não só existe como tenho um pote cheio aqui, que comprei e nunca cheguei a usar, de 500g Guilherme.
  10. Torrando hoje ...

    Hoje de manhã, comecei limpando o torrador. Ainda tenho mais baches a torrar. Olha o quanto de película ele guardou depois de seis torras (fora as que foram expulsas pelo tubo do exaustor) Guilherme.
  11. Torrando hoje ...

    Contagem regressiva para as férias. Hoje fiz 6 bateladas em sequência. Começando a armazenar. Guilherme.
  12. Um feliz natal cafeinado (no dia seguinte) a todos! Guilherme.
  13. Torrando hoje ...

    Volto para dizer que ficou muito bom. Exatamente o que eu estava buscando na xícara. Detalhe, depois de deixar moído por uns 45min em granulometria para aeropress, fiz na minipresso. Deu um café bem suave, mas ao mesmo tempo doce e com uma acidez gostosa na boca. Rapadura e mel. Guilherme.
  14. Torrando hoje ...

    Reavivando o tópico. Compra coletiva acabou, cafés estão aqui e tenho que torrar bastante para fazer estoque pois, assim, em janeiro terei para consumir em viagem. Não satisfeito com minhas abordagens no café do Paulo e no café do Afonso, resolvi usar um template de um café que ficou extraordinário (com a ressalva de que o café a ser torrado na ocasião era alextraordinario Tb). O cheiro ficou muito doce. Acho que a acidez vai ser um pouco maior, mas deve valer muito a pena em contrapartida à doçura que já sobressai no aroma. Digo depois quando tomar na aeropress. O café foi o da Rosângela CD Log Café Guilherme.
  15. Já eu não acho que cheguei lá na primeira torra. Tentei uma abordagem tradicional, mas, embora os cafés tenham ficado gostosos, não acho que extraí o seu potencial. O que ficou mais parecido com a descrição sensorial fornecida pelos degustadores foi o natural da Rosângela. Guilherme.
  16. Encerrei os trabalhos de hoje. Dando o descanso merecido após três bateladas. Na ordem esquerda para direita Café do Paulo, café do Afonso, Rosângela natural Guilherme.
  17. TORRADOR DE PROVA - STC 2.0

    Olá pessoal, Com grande prazer, e, depois de mais de 2 anos sendo gestado, lanço meu torrador de prova Apresento o STC 2.0: FICHA TÉCNICA: Material - AÇO INOX 304, grau alimentício Torrador de prova, com amostrador, funil integrado, capacidade ótima de 300g (aceita 400g; capacidade mínima 200g) Controle de potência via ROASTLOGGER (conexão USB, PC ou MAC) Possui ciclone para circular o ar interno. Bem assim, por meio do funil, dá para permitir a entrada de ar frio para mistura com o ar do torrador. Potência: 220V - 2000W. Aquecimento via tubos de quartzo, que emitem irradiação infravermelho, otimizando o ingresso do calor no interior dos grãos. Permite controle de ingresso de calor direto (irradiação) ou indireto (predominância de ar quente) (cabo de madeira na lateral do torrador). O funil pode ser desencaixado facilmente para que caiba melhor em armários menores. Medidas: Largura - 50cm (considerando o cabo da portinhola de despejo dos grãos); Altura - sem funil - 35,5cm; com funil 38,5cm; Profundidade 21 cm (considerando o cabo do controle de calor). Interessados favor mandar MP.
  18. Cafés chegaram aqui em BSB Guilherme. Obrigado Igor, Luís e demais envolvidos na CC. Hoje à noite começo a torrá-los para merecidas férias Guilherme.
  19. Guia iniciante de graus de torra

    Essa é uma tradução livre (bem tosca, por sinal, já que meu inglês não é bom) do texto extraído do site: http://www.sweetmari....pict-guide.php Guia Iniciante do processo de torra 1) Grão verde Começamos com o grão verde, que pode advir de processos diferenciados de obtenção, sendo os principais o do método de processamento com água e o de secagem em terreiro (mais comumente utilizado aqui no Brasil). O grão descrito no site foi obtido mediante processamento com água (wet-process), que, segundo o autor do tópico, permite a obtenção de grãos mais homogêneos (os verdes e os podres afundam durante o processo de separação, se não estou equivocado), enquanto pelo método de secagem em terreiro, a escolha dos grãos é visual. Veja a foto: 2) Estágio dos grãos amarelados Temperatura interna entre 93º e 121ºC Nessa fase, os grãos começam a perder água, deles saindo um cheiro de grama molhada, liberando vapor. Nesse estágio, alguns grãos ficam bem amarelados, outros levemente bronzeados. Foto abaixo: 3) Estágio marrom claro Temperatura interna entre 121º e 148ºC Nessa fase o grão tem um cheiro de grama queimada ou de pão assado (a depender do café). Aqui está ocorrendo reação endodérmica no café, que está absorvendo e acumulando calor até o momento em que haverá o primeiro crack e a reação passará a ser exodérmica, liberando calor e energia. Veja a foto: 4) Início do primeiro crack Temperatura interna de 179ºC, externa entre 201º e 207ºC Quando o primeiro crack começa, o café ainda tem o visual mosqueado e desigual em cor. Nessa fase, o grão sofre uma expansão de tamanho, que é marcada pela rachadura/fratura da semente, ocasionada pela intensa liberação do vapor que estava acumulado em seu interior (reação exodérmica). Nesse momento, o café libera muito calor. Se o torrador não for eficiente em fornecimento de calor, há o risco de, após a liberação do calor excessivo, o café retomar ao estado endodérmico, travando a torra (rompendo o processo de caramelização do grão, que se inicia aos 171ºC e vai até os 204ºC). O derretimento da sucrose ocorre aos 187,77ºC. Foto abaixo: 5) City Roast, City+ Roast Temperatura interna 200º a 212ºC; externa 218º a 223ºC O café completou o primeiro crack, bronzeou mais um pouco, mas não chegou ao segundo crack. Adquiriu uma textura um pouco mais rugosa em sua superfície e algumas linhas escuras. Nesse ponto, o café já se expandiu em razão da perda de vapor do primeiro crack, que marcou o ponto onde a água e o dióxido de carbono seguem, separadamente, seu caminho. Em termos de qualidade na xícara, nesse estágio, bem como no Full City que será descrito abaixo, temos a melhor chance de experimentar (sentir) as características originais do café (notas de sabor), embora esse estilo de torra possa, também, não agradar o paladar, uma vez que apenas 50% dos açúcares do café terão caramelizado até agora. Ao passo que os açúcares não caramelizados são mais doces, os caramelizados são agridoces-amargos. A janela do pico de sabor do café encontra-se entre 204º e 218º (acredito que o autor, aqui, se referiu à temperatura interna do grão, já que, no tópico, refere-se ao full city roast também). Segue foto: 6) Full City Roast, Full City+ Roast Temperatura interna entre 212 e 218ºC; externa entre 225º e 231ºC A imagem abaixo representa um Full City Roast claro, quando o café mal começou a mostrar sinais do segundo crack (um estalo ou dois), ou sequer chegou a esse estágio, cujo início se encontra iminente. O segundo crack se inicia aos 230º (temperatura interna do grão), mas, em fato, a sua ocorrência é mais imprevisível do que o primeiro crack (de forma que pode se iniciar em menor ou maior temperatura, a depender do grão utilizado). O segundo crack representa o momento em que se inicia a fratura física da matriz celular do café (que é de madeira – celulose) (acredito que, aqui, começa a carbonização do café, embora o texto não seja claro a respeito nessa fase). Veja a imagem: A partir daqui, teremos o Full City Roast+ quando já transcorridos mais ou menos dez segundos após o segundo crack; o Viena Roast (em que os atributos originais do grão começam a perder lugar para o sabor que advém da torra) etc. Abraços, Guilherme.
  20. Bravo - produtos para café

    Putz, Faz parte. Os pedidos que fiz de peças do torrador normalmente atrasam um pouco também. Mas nunca por conta de incêndio. Caramba, deve ter sido um prejuízo enorme para a fábrica. Ok. Mais escuro então, para ficar semelhante a madeira do tamper, desde que ficarão juntos os produtos bravo em meu cantinho do café.
  21. Amigo Oculto de café torrado

    Tomara que ainda estejam boas, dado o tempo de torra.
  22. Amigo Oculto de café torrado

    que ótimo que ninguém vai ficar sem café. Depois de longos dias, finalmente meu amigo oculto vai receber os cafés que mandei para ele. Talvez até já tenha recebido, desde que, como ele mesmo disse, se trata de cidade pequena.
  23. Aplicativos de Extração

    Amalfit pace. Dei um para a patroa. Excelente pra esportes ao ar livre como corrida e ciclismo Guilherme. Amazfit Guilherme.
  24. Bravo - produtos para café

    Meu tamper é dessa cor Guilherme.
  25. Bravo - produtos para café

    Então acho que a minha é essa. Depois mando foto do tamper Guilherme.
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