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Medidor de umidade de cafe


Bernardo B

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Coffee Moisture Meter

Price per Unit (piece): $325.00

 

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Need to determine the moisture content of your green coffee?

 

Designed as an ultra portable moisture meter, this instrument allows for the quick measurement of moisture in both arabica and robusta coffee. Its compact designed is ideal for testing coffee in the lab or on the farm with fast results.

 

Applications:

- QC Laboratory Testing

- Farms & Mills

- Roastery

 

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Tem essas versões também, mais baratas.

 

http://www.ebay.com/...=item3cc3416c8e

 

http://www.ebay.com/...=item4608f48c85

 

Se a acurácia é a alardeada, é interessante.

Pelo que sei esses modelos com bastões são bem menos precisos. Eles servem mais para ter uma ideia da umidade dos grão no armazém mas não sei se seriam acurados suficientemente para a torra de cafés, onde 1 ou 2% faz muita diferença.
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Outro dia estava conversando com o Márcio a real utilidade de um medidor de umidade de grãos. Ele estava dizendo que seria mais útil para fazer alterações na curva de torra do mesmo café durante o ano mas não muito útil para medir cafés diferentes, que não faria muita diferença saber se o café está com 10,5 ou 11% de umidade, não é um dado tão relevante assim.

Pelo menos foi isso que eu entendi, não gosto muito de citar opiniões de outras pessoas pois posso sempre ter entendido errado.

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Tudo errado! :P É isso mesmo, acho que pegar um café novo, medir e ver que tem 11%, mas outro dia torrou um outro café com 12%, não diz muito... Claro que quanto mais informações temos mais é viável deduzir algum modelo ao menos para nosso torrador, mas também é bom saber umidade do ar, temperatura ambiente etc. Sei lá, acho que em casa devíamos curtir mais e se preocupar menos com isso ;)

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E, sei lá, acho que cada torrador a umidade influencia a torra de um jeito diferente. Os torradores de leito fluido, incluso aqui a pipoqueira (vergonha, rsrs), expulsam a umidade muito mais rápido da câmara de torra. O Gene, que imagino com algo híbrido, já que não é a força do ar que agita os grãos, também deve tratar a umidade um pouco diferente dos torradores de tambor.

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Tudo errado! :P É isso mesmo, acho que pegar um café novo, medir e ver que tem 11%, mas outro dia torrou um outro café com 12%, não diz muito... Claro que quanto mais informações temos mais é viável deduzir algum modelo ao menos para nosso torrador, mas também é bom saber umidade do ar, temperatura ambiente etc. Sei lá, acho que em casa devíamos curtir mais e se preocupar menos com isso ;)

E quem disse que não nos divertimos ao medir a umidade do café?"Hum, torrei este com umidade de 11% e ficou uma porcaria, já esse outro com umidade de 11,3% ficou bom...claro é culpa dos 0,3% de diferença! Nota mental, nunca mais comprar café com 11,3% de unidade..." :P
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Talvez seja interessante para saber a uniformidade no teor de umidade de cada café.

 

Medir a umidade de lotes distintos ou mesmo de diferentes partes de um lote ou pacote ajudaria a saber se a secagem e estabilização foram feitas corretamente e portanto se devemos aplicar alguma medida corretiva antes de torrar.

 

Eu mesmo fico intrigado porque em alguns cafés o primeiro estalo chega quase simultaneamente nos grãos e em outros há uma grande dispersão ao longo de um ou dois minutos. Só posso crer que sejam diferenças no tamanho dos grãos ou nos teores de umidade.

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Duas observações: 1) acho a hipótese de diferenças de tamanho mais factível; 2) A quantidade de calor fornecida influencia bastante, se é muita, estalam quase todos em um curto intervalo, se é mais sutil, os estalos se prolongam...

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Duas observações: 1) acho a hipótese de diferenças de tamanho mais factível; 2) A quantidade de calor fornecida influencia bastante, se é muita, estalam quase todos em um curto intervalo, se é mais sutil, os estalos se prolongam...

 

A segunda observação faz sentido. Quanto à primeira é só uma hipótese, pois acho que as diferenças são tão poucas que não sei até que ponto haveria influência.

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Bem, vamos por partes.

Primeiro, acho que o medidor que coloquei é mais preciso que os chineses. Tem um receptáculo onde colocas os grãos, fechas e mede; no chinês se enfiam as hastes no saco medindo a diferencia de potencial. Eu tenho dois parecidos com esses, são de jardineria e servem para medir a umidade do solo, e não são nada exatos.

Segundo, a utilidade de saber a umidade do cafe verde. Antes de mais nada, para conservação do cafe, a umidade deve ser baixa para que os grãos no comecem a germinar. Também deve ser baixa para evitar a proliferação de fungos e outros microorganismos.

Terceiro, para torrar, Claus Fricke preconiza o Double Roasting, onde o primeiro roasting não passa de um "degrau" (8:30' a 160C) de desidratação. Pelo que experimentei, isto parece funcionar com grãos que contem mais umidade, estimo pelo que conversamos com Marcio, que com umidade acima de 12%, desde que para os grãos que perdem menos de 3% do peso neste degrau, não parece haver vantagem.

Grãos com maior conteúdo de umidade parecem desenvolver mais as características varietais, com este procedimento.

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Primeiro, acho que o medidor que coloquei é mais preciso que os chineses. Tem um receptáculo onde colocas os grãos, fechas e mede; no chinês se enfiam as hastes no saco medindo a diferencia de potencial. Eu tenho dois parecidos com esses, são de jardineria e servem para medir a umidade do solo, e não são nada exatos.

 

Há os chineses de haste, mas também há os de receptáculo, que é o do primeiro link que enviei (acho).

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Achei este post de Allenb, do homeroasters bem didático sobre o que representa e como tratar a fase a desidratação.

 

I'm sure most of you seasoned roasting vets are well aware of the right and wrong way to take your coffee through the ambient to 300 first phase of the roast but for the new to roasting folks I thought I'd give a couple of pointers.

 

During the so-called drying phase of the roast we're trying to take the beans from room temperature to around the 300 F mark (150 C) in somewhere between 4 and 5 minutes. During this phase we're trying to rid the beans of as much free H20 as possible so that during the roasting phase we're not ending up with a well done outer layer and rare interior which would give us that undesirable grassy taste.

 

Unfortunately there's more than one way to get the beans from room temp to 300F and some ways are detrimental to proper development. As many have pointed out over the years, there's not much happening prior to the beans hitting over 200F and more like 225 to 250F.

 

Lets say we don't hit 225 till minute 4 and then pour on the heat trying to get to 300 by minute 5? With this curve we've preheated the beans for 4 minutes but only allowed real effective moisture removal for 1 minute. This is not the way to dry. We want to pour on the heat at the start so we're getting to 200F around the 2 minute mark which will give us a rate of rise of around 50 to 65 degrees/min. At this point we want a slightly slower rate of rise getting to 250F and taper off from there to allow hitting 300F between minute 4 and 5 depending on your preference.

 

If your roaster isn't capable of achieving a bean temp of 200F by around 2 minutes then I would suggest stretching the drying phase longer allowing more time at temperatures capable of real drying.

 

I want to note that none of this is carved in stone and depending on your roaster, altitude, bean moisture content etc. might require variations of what I've posted above.

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E uma resposta de outro usuário, que adotou a orientação de Allenb, e explica sua nova sistemática de secagem.

 

Atenção a um detalhe: a principal queixa, por causa de uma desidratação insuficiente, era que o cafe ficava com um sabor de "grama" .

 

 

Posted on 02/07/2013 10:08

 

 

1/4 Pounder

 

 

 

Posts: 82

Joined: 11/25/2010 13:53

 

Absolutely Allen,

 

My drying time was 3 min at 300 but it was not sufficient.

Now my drying depends on the bean but goes something like.....

350f to drop in for 1-2 min. Then I turn the heat down to 300 an wait.

After 5-8 min when a good portion of beans have displayed yellowing I crank the heat to 400. The total time from green to browning is something around 10 min.

 

And the cup you ask, is it improved? Night and Day!

I don't even recognize some of the coffees I've roasted!

New flavors, nuances, sweetness, peak times its amazing really.

 

Also after a few days I open the air tight lid an poof a coffee fart.

The other thing I noticed was the smell of the whole beans is better.

It even seems as if the bean size has puffed out more?

 

I greatly dismissed the benefits of a proper drying phase.

But I'm a believer now.

Well now........ that's not suppose to happen!

 

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Kkkkkk, destaque para a expressão "coffee fart", em tradução livre: um peido cafeinado...esses gringos, sei não.

 

De todo modo o raciocínio do Allenb me parece sensato.

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  • 2 years later...

uma coisa que me intriga é que idealmente o grão verde deve ter 12% de umidade.

Torras em geral geram perdas de 15% ou mais.

Alguém sabe que outros compostos são esses que vão embora? 

Estou aqui pensando se a definição de umidade do grão verde é que é diferente.

Talvez a ideia seja só água "solta" no grão, que evapora a temperatura baixas, enquanto o 1C e 2C fariam com que água mais "interna" pipocasse pra fora.

Algum expert pode esclarecer?

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eu tinha lido alguns dos artigos desse site, mas "a vulso". Só não sei se a minha pergunta está respondida lá. Tem vários artigos.

 

De qualquer forma, é mais uma curiosidade. 

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Faz tempo que li, não sei se tem exatamente a resposta à sua pergunta, mas uma das coisas que me lembro (isso para ambiente de torrefação profissional, claro) é que ele "ensina" a traçar o perfil de torra "a priori", a partir da análise de umidade e dureza do grão.

 

Lembra-me o tempo em que fui fotógrafo amador e tinha um laboratório caseiro Preto & Branco. Eu usava a técnica Zone System do Ansel Adams, em que a partir da medição de luz na câmera, da "foto" pretendida, você tinha uma revelação padrão do filme e depois uma exposição padrão no papel; não tinha erro, ao dar o click na máquina você já sabia de antemão e com pouca margem de erro qual seria o resultado final no papel, sem chute, sem testes, sem ajustes, era pá-pum.

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Aqui na seção "The Chemistry of Roasting":

 

The loss of the original water content of the green bean is not the only moisture loss; for many of the constituents of coffee, notably the carbohydrates, are decomposed upon heating to give off water

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Seriam menos amargas? E que outra substância estas variedades tem para se proteger das pestes?

 

E estranho, pois um artigo apareceu na Nature com a "descoberta" de grãos sem cafeína: http://www.nature.com/news/plant-biotechnology-make-it-a-decaf-1.10212

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Se refere a C. arabica sem cafeína o que, no caso da bebida ter bom sabor, representaria um achado.

Seria praticamente um descafeinado natural, sem ter de recorrer a processos químicos.

É claro que ha espécies de Coffea sem cafeína, porém possivelmente não devem produzir um café palatável.

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