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Mostrando conteúdo com maior reputação em 17-02-2026 em Posts

  1. Olá pessoal! Começando este tópico sobre o Kingrinder K7 comentando um pouco a 1ª experiência e testes com este aprimorado moinho. Basicamente, ele tem a mesma construção dos outros kingrinders K4 e K6, com algumas melhorias interessantes: · Todo o intervalo de moagem, cobrindo turco até prensa francesa, é de apenas 100 clicks com precisão de 15 microns. Embora a Kingrinder divulgue que o máximo é 100 clicks, na prática consegue-se ajustar até 110 clicks. Para fins de comparação, o K6 tinha 240 clicks divididos em 4 voltas e precisão de 16 microns. Ou seja, fica muito mais fácil migrar de um método para outro, assim como no 1zpresso k pro (atual k ultra). · O clipe em forma de U, que prendia o eixo no K6, foi substituído por uma arruela que prende o eixo apenas com uma pequena girada para um dos lados. Ideia similar ao ajuste do 1zpresso X pro. · Pela limitação de 1 volta definindo o mínimo e máximo, e a forma de travar o eixo pela nova arruela, o K7 agora fica calibrado exatamente no número Zero, não perdendo a calibração ao ser desmontado. · O copo coletor é preso por 4 pequenos encaixes e travado por imãs. Isso torna muito prático o encaixe e desencaixe precisando fazer um giro menor que ¼ da volta. O melhor ajuste que conheço é do Millab M01 e esse do K7 parece ter a mesma ideia. · A banda de silicone foi remodelada e agora está mais aderente às mãos · Novo conjunto de mós (interna e externa) que lembram os traços de design do ZP6, embora a mo interna do K7 possuir 1 ponta (lamina) a mais. A mó interna é destacável do eixo (vide fotos) e a externa, não. A foto mostra que a mó externa é presa e alinhada por 4 parafusos laterais e o anel cilíndrico que a suporta é inserida por pressão no restante do corpo. Pelo reddit, outros fóruns e no f.a.q. da própria Kingrinder li que não é possível mesmo retirar a mó externa. Mas, obviamente, eu tentei. Ahahah. Eu tirei os parafusos e tentei desencaixar as partes, girando e puxando, mas não obtive sucesso. Pela similaridade das mós do K7 e ZP6, resolvi começar o teste com eles no V60, da mesma forma que fiz com o K4 x kinu e K6 x K pro. Moi amostras em ambos os moedores e tentei deixar numa granulometria similar por inspeção visual. Ajustei o K7 em 88 clicks, o ZP6 em 60 clicks e medi o tempo de extração e os TDS. Tive que ajustar o ZP6 para 56 clicks para chegar no mesmo TDS e cheguei em tempos de extração com diferença de 7segundos. Novamente, comparei as granulometrias visualmente e desta vez utilizei o Difluid Omni para fazer uma série de análises de distribuição das partículas moídas. O que apresentei na imagem é o que ficou mais perto da média dos tamanhos médios e desvios médios dos vários ensaios que fiz. Observa-se que o ZP6 apresenta uma considerável concentração entre 600 e 1180 microns maior do que o K7, mas também apresenta mais fines (<300 microns). Talvez possa se dizer que pelo ZP6 apresentar mais partículas na região de coados, o que sugere mais claridade nas bebidas. Em contraste, a maior quantidade de fines sugere que um maior corpo, doçura e menos claridade. Mas, só com dados quantitativos é bem difícil de prever como serão as características finais... Então, fiz 3 testes no V60 utilizando o método do Kasuya 4:6 que pressupõe uma moagem média-grossa usando o café Catuaí do Eduardo da Roast que apresenta notas de manjericão, tangerina/raspas de limão, lavanda, mel e melaço. O 1º teste foi normal e o outro foi às cegas para ver se conseguia acertar. No dia seguinte, fiz o 3º teste às cegas e também consegui identifica-los. Ambos estão mais para o lado da alta clareza, acidez com menor corpo e doçura dentre os moedores que já testei. Contudo, é possível distinguir características que para esse teste, método e café utilizados definem bem o moedor usado. O K7apresentou notas mais fracas (suaves) de manjericão e acidez mais puxada para laranja. A doçura do mel e do melaço ficaram bem ressaltadas e não consegui identificar o floral da lavanda. No ZP6, claramente deu para identificar a lavanda e uma acidez mais “cortante” tipo limão. Realizei também um único comparativo com o K Max (K ultra) e o resultado foi que o K7 tem mais claridade, mas não mais corpo que o K Max. Nos espressos, como não consigo moer fino suficiente no ZP6 para extrair um espresso ratio 1:2, fiz só com o K7. A propósito, ele é bem rápido na moagem (20g em 40s), mas precisa de uma forcinha extra assim como o K4. O K7 nos espressos de filtro VST 58mm (35 clicks) resulta numa bebida mais leve, acidez ressaltada, mas mantendo uma certa doçura. Não cheguei a testar lado a lado, mas me lembrou os expressos do SSP MP. Fiz testes trocando o filtro para o stepdown 58-46 (45 clicks) da Graph em que se moi bem mais grosso. O resultado foi um espresso com mais corpo e equilibrado entre dulçor e acidez, mas mesmo assim ainda fica bem longe de um espresso mais tradicional usando um kinu, K4 ou Niche Zero. Concluindo, gostei bastante das melhorias e entendo ser um ótimo concorrente do ZP6 para coados e tendo a vantagem de moer facilmente para espresso. Considerando que paguei 1200 no Aliexpress e que o ZP6 está cerca de 1600, entendo ser um ótimo custo benefício para coados e expressos mais leves com notas sensoriais mais perceptíveis. Aos outros que forem comprando e testando o k7, compartilhem as opiniões! Abraço!
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  2. Olá pessoal, vou abrir esse tópico para falarmos de boas cafeterias no estado do Rio de Janeiro. Na capital, a melhor cafeteria que eu conheço é a Cafuné, localizada na Barra da Tijuca, no Shopping Cittá América. O local é agradável, funcionários são simpáticos, e os donos são baristas. Eles tem uma La Marzocco e usam grãos premium de várias regiões, vão mudando com frequência. É o melhor espresso que eu conheço. Normalmente servem espresso com uma acidez pronunciada, que eu aprecio bastante. Outros lugares onde o espresso pode ser bem servido, mas não com o mesmo cuidado, são nas cafeterias Franz Café e Rubro Café. Eu só posso falar pelas que tem no Shopping Rio Design Barra, também na Barra da Tijuca. As experiências que tive nessas duas foram positivas, pois o espresso tem mais qualidade que a água queimada que normalmente servem nas cafeterias por aí. Existem outras unidades mas não tenho como avaliar se é comum servirem boas xícaras. Não sou grande conhecedor, mas sei diferenciar o espresso bem tirado do que é normalmente servido nas cafeterias, até em muitas que são chiques. Tenho curiosidade de descobrir outros lugares que sirvam um café honesto, pois no geral as máquinas são operadas por moças mal pagas e sem treinamento, que fazem qualquer coisa para encher uma xícara e jogar na cara do cliente, que jamais reclamaria pois está acostumado com o mesmo tipo de tratamento nas outras cafeterias.
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  3. Xultra tem perfil parecido com k6 e k ultra, não vale muito trocar...para ter notas mais claras vai para o k7 ou junta um pouco mais e pega o zp6.
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  4. Olá. Para mim vai ser um tantinho mais difícil, @Bruno Fontes, pois nem no Rio eu moro mais... Mas deixei anotado aqui. Fica no Terminal Menezes Cortes, @Bora café? Esse daí faz parte da minha memória cafeeira afetiva: Saudações!
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