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Jose Alexandre

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do HG Wells eu li vários, incluindo esses. Eu escolhi Verne justamente para baixar grátis. Não encontrei muito em português. Baixei em inglês, do projeto Gutenberg, uma tradução considerada uma das melhores em inglês.

 

Se tiver paciência, leio as 20 mil léguas submarinas (eu baixei vários livros, esse tá lá também).

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Também estou num momento de leituras rarefeitas.

Esse livro do pessoal da feito a grão tem até um formato interessante.

Mas sinceramente acho que vídeos bem feitos são mais ágeis para essa proposta.

Experimentei a concentração que eles usam no coado e não gostei

vou voltar para os meus habituais 7%.

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  • 3 weeks later...

Demorei para encontrar esse tópico... Fiquei tão perdido pelo Pão e Café que esqueci que esse fórum trazia outros tópicos interessantes hehehe.

 

Recém acabados: Reino do Amanhã (quadrinhos, mas é clássico, foi presente da patroa); Fibonacci Analysis, de Constance Brown; Come into my trading room, de Alexander Edler.

 

Em leitura: High probability trading strategies, de Robert C. Miner; Sherlock Holmes Edição Completa (1600pg), de Sir Arthur Conan Doyle; e o tópico Pão e Café :D

 

Uma parte é lida no Kobo, outra parte é no físico e uma terceira parte, no celular.

 

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Pra quem, como eu, tem uma memória afetiva por esse filme (assisti no cinema quando pequeno, e foi inesquecível), o livro parece ser bem legal. Tem muitas histórias, fotos, etc. De um tempo que eu via as pessoas aplaudirem de pé no cinema (pode ser que haja exceções hoje em dia, mas eu não cheguei a ver). Os bastidores da trilogia De volta para o futuro

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  • 4 weeks later...

to lendo agora o S, do J J Abrams e um outro cara (quem de fato escreveu).

Pra quem não conferiu, é um livro que tem umas notas nos cantos que funcionam como correspondência entre duas pessoas que ficam passando o livro uma pra outra, adicionando novos comentários.

O livro é mais ou menos. Não estou achando essa coisa toda que todos tão falando.

Depois desse eu estou pensando em ler o do Jessé Souza, presidente do Ipea (A tolice da inteligência brasileira). Esse eu ainda estou na dúvida. Parece ser uma defesa de tudo que estamos vendo, dizendo que essa história de corrupção é balela, que todos países são corruptos e coisa e tal. Eu li umas entrevistas com o autor e me pareceu uma defesa muito fraca das coisas que estamos vivendo. Diz por exemplo que a privatização da telefonia não deu certo, porque pagamos a telefonia mais cara do mundo por um serviço de quinta. Nenhuma palavra sobre como na época que era pública, nem tínhamos serviço e uma linha telefõnica tinha que ser "comprada" no mercado por mil dólares na década de 80.

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to lendo agora o S, do J J Abrams e um outro cara (quem de fato escreveu).

Pra quem não conferiu, é um livro que tem umas notas nos cantos que funcionam como correspondência entre duas pessoas que ficam passando o livro uma pra outra, adicionando novos comentários.

O livro é mais ou menos. Não estou achando essa coisa toda que todos tão falando.

Depois desse eu estou pensando em ler o do Jessé Souza, presidente do Ipea (A tolice da inteligência brasileira). Esse eu ainda estou na dúvida. Parece ser uma defesa de tudo que estamos vendo, dizendo que essa história de corrupção é balela, que todos países são corruptos e coisa e tal. Eu li umas entrevistas com o autor e me pareceu uma defesa muito fraca das coisas que estamos vivendo. Diz por exemplo que a privatização da telefonia não deu certo, porque pagamos a telefonia mais cara do mundo por um serviço de quinta. Nenhuma palavra sobre como na época que era pública, nem tínhamos serviço e uma linha telefõnica tinha que ser "comprada" no mercado por mil dólares na década de 80.

Hehehe pois é, raciocínio próprio do Ipea :P

 

Eu ainda sigo nos mesmos livros, essa última semana quase não peguei a leitura na mão e portanto ela está um tanto quanto defasada. Mas assim que der uma repassada aqui no fórum já pego o Miner de novo, objetivo é acabar esse até o fds.

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Terminei há pouco Faust, de Goethe, e estou na metade de The Lord of the Rings: The Return of the King, de Tolkien.

 

Faust foi um pouco chato, mais pelo formato (teatral) que dificulta um desenvolvimento mais aprofundado das personagens. Mas a filosofia é interessante.

 

The Return of the King, por outro lado, é riquíssimo em detalhes.

 

Para quem gosta de ficção histórica, eu recomendo The Baroque Cycle (dividido nos volumes Quicksilver, The Confusion e The System of the World) de Neal Stephenson. Do mesmo autor, para quem gosta de matemática e ciências eu recomendo Anathem. E para quem gosta de ficção histórica, matemática, ciências e criptografia, eu recomendo The Cryptonomicon. Dá pra ver quem é meu autor favorito ;-)

 

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Lendo The Illustrated Man, de Ray Bradbury. Bem bacana! Me lembra aqueles filmes da década de 80/90 "Histórias Maravilhosas/Amazing Stories", sempre com temas fantásticos.

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"A Ética é possível num Mundo de Consumidores?", do Zygmunt Bauman, Editora Zahar. Interrompido...

 

E terminando a 1a. leitura do "Guia do Barista - Da Origem do Café ao Espresso Perfeito" 4a. edição, do Edgard Bressani, CaféEditora, com vários erros de revisão, uma pena...

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Eu peguei a dica de leitura aqui no fórum, mesmo. Tem uma pequena discussão em algum lugar...

Olha, vc. encontra muitas informações contidas no livro, na internet. Só que, eu pertenço ao grupo de pessoas que não consegue estudar um assunto lendo uma tela. De modo que o livro aborda o assunto organizadamente. Só que em alguns trechos percebo que um conhecimento prévio é necessário, mas é o mínimo. Por outro lado, alguns aspectos que eram nebulosos em leituras aqui no fórum e em outros sites, são esclarecidos no livro. Neste ponto fica claro que eu absorvo mais informações na net, já no livro absorvo conhecimento; não sei como é pra vc. Ou seja, pra mim não tem jeito, eu preciso da escrita no papel... rsrsrs

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Certamente, por trabalhar na área de Direito, temos que consultar sempre legislação, doutrina e jurisprudência atualizadas (muda muito, às vezes substancialmente), então a telinha do computador com consultas amplas, imediatas, e online na web, é uma mão na roda à qual me acostumei há uns 10 anos.

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Ler ficção no Kindle, vai numa boa. Mas não ficção, difícil...

Eu sou um entusiasta do ebook , qualquer coisa tem a leitura facilitada , com exceção como o Lisboa está fazendo , leitura em PC cansa e irrita a vista.

Eu fico imaginando se existisse ebook há 30 anos atrás , poder ler num tablet , regulando a cor da luz , intensidade , cor de fundo da fonte tamanho , poder destacar partes do texto , clicar uma palavra e acessar o dicionario , fazer anotações ao longo do texto , imprimir os gráficos , imprimir as observações , imprimir os destaques que vc fez no texto.

Fazer um resumo ou uma apresentação com essas ferramentas fica simples.

 

Imagina nos anos 70/80 ler um livro no tablet , acessando direto um dicionário e se o assunto não ficar claro , rapidamente entrar na web e pesquisar o assunto em outros trabalhos ou autores.

Se não ficou claro entrar em um fórum e tirar uma dúvida com milhares de pessoas , tudo isso é tão fantástico que nenhum livro ou filme de ficção pensou nessas possibilidades até bem recentemente.

 

Não existe nada melhor que estudar em um ebook. :D

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Bom, em pelo menos duas ou três faculdades da USP, graduação e pós, a portinha da xerox continua lotada de gente, e o entra e sai das bibliotecas, idem... rsrs

Tem muitas obras importantes que as editoras simplesmente não se interessam mais por várias razões. Algumas obras de algum modo chegaram ao mundo digital e muitas outras, não.

Existem traduções melhores que ficaram apenas no papel. Existem originais em francês ou alemão que não foram traduzidos, e ainda existem fotos e diagramas que é melhor consultar no original. Enfim, entramos no campo da pesquisa, estou fugindo do tópico...  :P

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terminei de ler o tal S. Achei decepcionante. Cora Rónai dizendo que era legal, todo mundo elogiando.

O livro é chato. Você lê a coisa com as notas nas margens, mas chega ao final de saco cheio e sem nenhuma vontade de revisitar a coisa toda (supostamente tem vários mistérios escondidos nas notas de tradução).

O que eu achei interessante e li há pouco foi a historinha em quadrinhos do Riad Satouf, que cresceu em parte na Síria, na Líbia do Kadafi e na França. Li o primeiro volume e estou esperando lançarem o segundo em versão digital. O nome é o Árabe do Futuro.

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Fui dar uma conferida no post e lá pelas páginas 7 ou 8 se fala sobre ensino domiciliar, é um assunto ainda novo no Brasil.

Basicamente, o ensino domiciliar no Brasil não é proibido, mas também não é incentivado, pelo contrário, o estado não tem nenhum interesse em perder força nessa ferramenta de doutrinação.

A educação é dever do estado e da família. Compete aos pais dirigir a educação de seus filhos, e o estado é obrigado a fornecer acesso/condições/estrutura para essa educação.

Seguem dois textos disponíveis no site da ANED ( Associação Nacional de Educação Domiciliar ) 

 

A SITUAÇÃO JURÍDICA DO ENSINO DOMICILIAR NO BRASIL, um parecer jurídico escrito pelo consultor da ANED, advogado Alexandre Magno;

ASPECTOS CONSTITUCIONAIS E INFRACONSTITUCIONAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM CASA PELA FAMÍLIA, outro parecer jurídico, elaborado em 2005 pelo então Ministro do Superior Tribunal de Justiça Domingos Franciulli Netto.

Vou aproveitar e reler os links, o do ministro principalmente, ler textos jurídicos além da meia noite não é fácil...

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Nos EUA, onde ensinar em casa (homeschooling) é mais comum, em grande parte, é por força de religiosos que querem ensinar criacionismo e não mencionar evolução (a não ser como "apenas uma teoria").

Até onde eu entendo, a obrigatoriedade do ensino no Brasil é interpretada como sendo ensino em alguma escola.

Pessoalmente acho que até se pode permitir o ensino em casa, mas deve haver fortes barreiras. Por pior que seja a escola, é um espaço com um mínimo de pluralidade de ideias. O exemplo de fanáticos religiosos ensinando "alternativas à evolução" me parece motivo suficiente para que se tenha cuidado com o assunto.

 

Nos EUA eu tinha colegas que davam aula particular pra crianças que eram home-schooled e também conheci uma barwoman que fazia a mesma coisa com o filho. Não eram fanáticos religiosos e nunca entendi o que realmente queriam com a coisa. Uma família parecia só ser ultra elitista, achando que nenhuma escola era boa o suficiente para o filho e a outra parecia achar que isso era algo alternativo e, portanto, automaticamente melhor.

 

Acho que já falei isso aqui, mas quem quer ensinar o filho em casa aqui, é só matricular numa escola pública e ensinar em casa.

 

Meu filho ainda tem 3 anos. Não pretendo tentar educar em casa. O que eu talvez cogite é uma escola pública. Vou tentar primeiro sorteio de colégio federal, mas confesso que o dinheiro não gasto com mensalidade pode facilmente ser usado para viagens, o que talvez valha mais à pena (não ganho o suficiente para as duas coisas).

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Entre os grupos fanáticos acho que o mais conhecido seriam os Amish.

No Brasil, acho que seria normal o pensar que a maioria dos adeptos, seriam os (fanáticos) protestantes, mas identifiquei católicos em maior número, muito maior.

Na verdade encontrei poucos protestantes que se identificam com a alternativa home ou unschooling.

 

Outro ponto interessante de estudo, Educação Clássica, independente se domiciliar ou não, já que existem escolas baseadas nela.
Não sei postar o vídeo, então vai o link de uma palestra no TEDx sobre educação clássica, de uma família que insatisfeita com os resultados do estudo dos filhos, acabou fundando uma escola clássica: https://www.youtube.com/watch?v=G3hbEKPPMPM

 

E aqui vai uma dica de leitura : O Trivium - As artes liberais da lógica, da gramática e da retórica, Editora: É Realizações

Ainda não li, minha esposa ainda esta na metade do livro.

E segue link (sorry²) para o vídeo, acho que do lançamento do livro: https://www.youtube.com/watch?v=Hq96qdElXjw

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não sei os Amish são chegados a homeschooling. Tem até a história de que durante o período de colheita as crianças deles não vão às aulas. É bom não esquecer que as escolas têm professores provavelmente também amish. O grupo que eu tinha em mente são os evangélicos americanos (os born again christians), que são mais vocais quanto ao criacionismo.

Segundo colegas evangélicos meus daqui, não é comum pregar contra evolução nos cultos, mas lembro que o garotinho tinha uma história de promover criacionismo aqui no Rio.

 

Essa coisa de educação aqui no Brasil é complicada, já que as diferenças entre escolas são abismais. Eu andei pensando nas influências das escolas em que eu estudei e lembrei que quando eu fui de uma escola experimental pequena pra uma católica liberal grande. A principal diferença é que eu ouvi pela primeira vez cdf e notei que parecia ser ruim de alguma forma tirar notas boas. Não chegava ao extremo, mas eu nunca tinha ouvido alguém falar uma coisa assim tão estranha.

 

Também acho que essas escolas "progressistas" em que estudei me prepararam muito mal pra vida. Especialmente na hora de escolher uma profissão e buscar um equilíbrio entre salário e o que gosto de fazer.

O papo era de que não se devia pensar no salário. Hoje eu vejo que o discurso era basicamente pra gente como as filhas do Chico Buarque (foram todas minhas colegas) ou um dos filhos do Chico Anysio. Pra eles, de fato, é indiferente quanto vão ganhar, desde que seja uma profissão de classe média. Nunca vão pagar aluguel e talvez até recebam algum de gente como eu.

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Começado nessa semana que passou: The Blue Bottle Craft of Coffee. Livro curtinho, 175pg no kobo, foi quase metade do livro em algumas horas de relax enquanto a patroa se tatuava. Por enquanto está interessante, mas acredito que não tenham informações muito além do superficial. Tomara que eu esteja enganado hehehe.

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