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Guilherme Torres

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Tudo que Guilherme Torres postou

  1. Tinha uma no ebay, lá da Inglaterra, do mesmo tamanho(400ml) e cordless, mas o quádruplo do preço.
  2. Comprei uma igual a do Lisca, para fazer par com a minipresso. Gostei. Pena é que não é cordless. Mas, pelo tamanho e preço, acho que vale a pena para viagens.
  3. Acho que vai ter pouco café para muita gente. Esse forum de torradores domésticos anda crescendo. Isso é bom!
  4. Vamos lá, atualizando: Como só vai ter 30kg do ouro verde, penso que vai ficar limitado a, provavelmente, 1kg, se chegar a tanto. Quero 2kg, me contento com 1kg. Quero o máximo possível do NDA (até o limite de 6kg) Quero mais 2kg do café do luke. Quero, no total, 8kg. ABS.
  5. Ainda não está devidamente posicionado. Nem é a peça completa. Apenas para demonstrar que com 200g rola.
  6. Considerei isso tb Sérgio. Mas, como pretendo fazer para vender, não rola essa abordagem. É uma coisa que pode dar errado na hora do uso. Obs: a vedação ficou boa. Silicone de alta temperatura, embora seja área que não esquenta. Estimo que mais dois meses até ficar pronto. Mas antes já vai estar funcional. Acho que semana que vem testo o fluxo de ar já na versão final. O que vai demorar é que tive que importar umas peças que vou usar para conectar os sensores. Aqui estava proibitivo. Coisa de mais de quarenta reais de diferença, mesmo com o dólar nas alturas. É o tal da cobiça Brasil (o cara quer lucrar abusivamente).
  7. Voltando ao projeto de fluid bed, Tive que fazer várias modificações e acrescentar mais umas peças. Parece que agora vai vingar, mas, se não rolar com o equipamento de fluxo de ar que está nele, vai ter que aumentar de tamanho, uma vez que a outra peça (fluxo de ar ainda maior, com um motor de 750W) vai tornar imperativo que o torrador seja maior. No momento, está lá em casa aguardando secar o silicone que pus para vedar bem a parte de entrada de ar, para que seja possível que o ar, na saída, saia com uma pressão maior, suficiente para jogar os grãos para cima. Ainda espero, para poder testar efetivamente, a chegada de uma peça, que, estimo, acontecerá em uma ou duas semanas (via pac). Por ora, 200g ele aguenta bem (dá umas 198 a 171g torrado).
  8. Roger, como não é muito potente (acho que o consumo não deve passar de 500W), sugiro que você invista em um trafo que converta 110/220 e vice versa. Tenho um aqui no trampo de 500W e é relativamente pequeno. Fica atrás do moinho e sequer chega a aparecer. Não é caro (coisa perto de 100 dilmas) e, mesmo que você se mude para uma casa que a rede seja 220V, ele ainda vai servir para você ligar algum equip 110V. Para você ter uma idéia, há bastante tempo atrás, comprei um trafo 5000W e ele não chegou na casa de 200 dilmas.
  9. Encontrei meu primeiro obstáculo. O fluxo de ar gerado pelo soprador não dá sequer para movimentar poucos grãos. Quanto mais muitos. Testei com um inflador e foi melhor. Mas, isso ensejará além de custo maior, mais trabalho.
  10. Valeu Cândido. Quem sabe no futuro? Se puder, reserve um pouco do seu bom café dessa safra que certamente será apreciado por aqui. Uma boa oportunidade de estreitar relação direto com os apreciadores do ouro líquido.
  11. Particularmente, acho que o sistema anti vibração da gaggia classic é muito mais eficiente do que o colocado na fiamma. Tanto é assim, que resolvi fazer um simulacro daquele nesta (ainda aguardo as peças chegarem da China, uma vez que não encontrei coxins pequenos aqui no Brasil). Na Fiamma, a bomba fica suspensa presa em duas pastilhas retangulares de borracha que ficam nas extremidades superior e inferior da bomba. Tais pastilhas, por sua vez, ficam parafusadas em duas chapas de ferro, que, por sua vez, são afixadas à coluna da máquina. O problema é que as pastilhas de borracha não são muito grandes e, acredito (não sou engenheiro, então é apenas impressão) que a eficiência fica prejudicada pela pouca mobilidade que resulta do jogo. É mais ou menos assim: Para piorar, a máquina é oca por dentro e não tem fundo, de forma que o ruído da bomba acaba reverberando e saindo pelos orifícios, potencializando o ruído gerado pela vibração. Não bastasse, minha máquina chega mesmo a vibrar, quando há ar dentro do boiler (resultante de vaporização, por exemplo). Fica, no entanto, silenciosa durante a extração em si (quando a pressão já estabilizou internamente). Depois vou fazer um video demonstrando a diferença pré e durante extração. Fora essa circunstância desagradável, a máquina é excelente. Acredito que, no Brasil, não há uma que se iguale dentro da faixa de preço que costumam cobrar por ela, uma vez que tem boa potência de aquecimento, boiler de tamanho aceitável para o âmbito doméstico - 600ml -, e acionamento idependente para água, vapor e extração (um botão dedicado para extração, um para água e outro para vapor, sendo que a água e o vapor saem pelo mesmo paranelo). Items obrigatórios, na minha opinião, são, em primeiro lugar, PID (em face do termostato só desligar quando a água já está fervendo, o que enseja necessidade de um flush considerável); em segundo, válvula de expansão (para estabilizá-la abaixo de 11bar - a minha está regulada para 9). A primeira modificação é muito mais relevante, uma vez que a segunda pode ser solucionada com um bom controle de moagem e compactação adequada. Obviamente, ter a pressão máxima definida para 9 bar ajuda quando se erra para mais na moagem (permitindo a obtenção de ristretos saborosos).
  12. Hoje tomei um catuai de Espírito Santo do Pinhal no coador e, após o almoço, blend desse café com o ouro verde (para atenuar um pouco a acidez) no espresso. Aqui no trampo, foi um ristreto do ouro verde. Ficou show.
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