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Questões sobre a água do Espresso...


leonardopm

A água do seu Espresso...  

65 votos

  1. 1. Que tipo de água você utiliza na sua maquina de Espresso?

    • Agua mineral
      23
    • Água da torneira
      9
    • Água filtrada - carvão ativado
      33
    • Água purificada por ozônio, osmose reversa ou similar
      0
  2. 2. Voce já fez Espresso em sua maquina com mais de um tipo de água?

    • Nunca
      40
    • Sim e notei grande diferença
      2
    • Sim e notei uma pequena diferença
      10
    • Sim mas nao percebi diferença alguma
      13


Postagens recomendadas

Beleza galera, já temos 13 votantes.

 

Vou esperar mais alguns votos para começarmos a debater o tema. Pelos resultados da enquete até aqui acho que o assunto promete...

 

Abraços a todos e vão votando aí!

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Rodrigoks, Chinelos unidos, jamais arrebentarão as tiras!! kkkk

Eu usava mineral, mas depois pensei que se a nossa água nao tem problema de calcificação, a mineral por outro lado pode vir a dar algum sinal. Mas confesso que me acomodei e ainda nao instalei o filtro para a maquina...

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Eu também, deixo o reservatório cheio de um dia pro outro. Não noto nada no café. Eu comecei usando mineral, mas como praticamente não senti diferença no resultado, fui pra torneira mesmo.

 

A água aqui de POA não tem muito cheiro de cloro, com exceção da época das algas. Daí não dá mesmo!

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Bom,

 

Manifestando mais claramente minha opinião, eu uso água filtrada praticamente 100% do tempo. Nunca usei da torneira para fazer Espresso, mas para coado já usei umas poucas vezes.

 

Ano passado experimentei por uns dias usar água mineral mas nao notei diferença alguma, essa é a verdade. De lá pra cá o paladar deve ter ficado mais apurado então pode ser que eu tente de novo, mas nao estou muito convencido que notarei alguma coisa.

 

Alguém que já testou água mineral e notou diferença quer comentar a respeito?

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Salve Leo.

 

Na minha opinião, a água deve ser fresca, limpa e insípida.

A origem é irrelevante se atender es 3 quesitos.

 

O problema com a água da torneira, é que, apesar de geralmente ser potável, traz sabores dos minerais adicionados por questões de saúde pública, como fluor e cloro. Além de que, devido a precária manutenção das redes públicas e privadas de distribuição, não é raro encontrar partículas sólidas oriundas de contaminações provocados por vazamentos da rede. Estas partículas irão para dentro da máquina, com dano imprevisível ao bom funcionamento ao longo do tempo.

Assim, é necessário a filtragem dupla com celulose para as partículas e carvão ativado para os odores e sabores.

 

Água mineral é a alternativa que utilizamos na cafeteria quando há eventuais cortes de fornecimento da rede pública. Porém não são todas as marcas, pois algumas tendem a ter sabor, não sendo insípidas.

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Aqui estou dando minha opinião de principiante, mas eu acho que eventual sabor ou cheiro na água, dentro de parâmetros aceitáveis, influenciará mais o coado, french, aero, etc, que o espresso, justamente pela concentração da bebida. Nas outras preparações, a proporção de água (solvente) é muito maior em relação ao café (soluto), portanto também a sua influência no sabor da bebida.

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Só para dar assunto de conversa :-)

 

Nas HX, a água da caldeira vai para o vapor e a saída de água quente.

Segundo Jim Schulman, a medida que vamos utilizando o vapor, a água da caldeira vai concentrando sais e outros solutos.

Ele preconiza encher o tanque, uma ou duas vezes por mês, com água destilada e esvaziar a caldeira, pela saida de agua quente, visando eliminar ou diminuir a concentração dos solutos presentes na caldeira.

Como a água destilada é cara, comprei água desionizada para autoclaves, que custou R$8,00 o galão de 5 litros, o que daria para duas ou três "lavagens".

O que acham ? A água desionizada, neste caso, seria igualmente efetiva ? É realmente necessária (ou útil) esta "lavagem ?

Ou simplesmente tirar periodicamente um ou dois litros pela saída de água quente teria efeito similar ?

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Esse é um detalhe importante, em floripa uso apenas uma água mineral, principalmenet pelo gosto, no caso nenhum rsrsrs

A composição varia de acordo com a fonte, e com isso seu sabor ou cheiro, e também o impacto no corpo/língua.

 

Mas a água tem sido bem tranquila, mas por desencargo já estou vendo um filtro, estou apenas estudando a instalação dele na cozinha.

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Salve Bernardo

Aí valem 2 observações.

 

- Nas máquinas com trocador de calor (HX) a água da caldeira realmente só sai pela haste de vapor e pela saída de água quente. Porém o suprimento de água é o mesmo e se a água for de pouca qualidade, será ela servida no grupo irrigador.

 

- Não é possível retirar tanta água quente assim. Para trocar a água da caldeira em máquina com trocador de calor, é necessário abrir um registro específico para este fim, e apenas quando a água estiver fria.

 

Faço este procedimento a cada 6 meses nas enormes caldeiras das Epocas que comportam 11 litros de água, Mas confesso que o faço apenas para cumprir o protocolo de manutenção preventiva, pois nunca me deparei com água contaminada. Mensalmente executo a retirada de 200 ml de água quente e após esfriá-la, bebo-a para sentir seu sabor.

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Só para dar assunto de conversa :-)

 

Nas HX, a água da caldeira vai para o vapor e a saída de água quente.

Segundo Jim Schulman, a medida que vamos utilizando o vapor, a água da caldeira vai concentrando sais e outros solutos.

Ele preconiza encher o tanque, uma ou duas vezes por mês, com água destilada e esvaziar a caldeira, pela saida de agua quente, visando eliminar ou diminuir a concentração dos solutos presentes na caldeira.

Como a água destilada é cara, comprei água desionizada para autoclaves, que custou R$8,00 o galão de 5 litros, o que daria para duas ou três "lavagens".

O que acham ? A água desionizada, neste caso, seria igualmente efetiva ? É realmente necessária (ou útil) esta "lavagem ?

Ou simplesmente tirar periodicamente um ou dois litros pela saída de água quente teria efeito similar ?

 

Em análise química, utiliza-se água deionizada para a lavagem das ferramentes de ensaio. Não vejo como não ser igualmente efetiva. Mas pra mim a pergunta mais importante é: você já fez e notou resultado?

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Salve Alexandre,

 

A idéia não e tanto pela contaminação mas para evitar o acumulo do solutos que, se bebidos, acredito que não devam ser bons para os rins ...

Eu utilizo um "truque" na Strega: após usar, desligo e deixo o pressostato baixar um pouco, daí , com a maquina desligada e só com a pressão do vapor remanescente, abro a água quente e tiro o quanto de, normalmente mais de um litro.

Repito o procedimento por dois ou tres dias seguidos, e assim acredito que devo ter trocado grande parte da água por fresca.

 

Obs: a caldeira da Strega é de 2 litros, bem menor que das tuas.

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Pelo que eu entendi o Bernardo não está falando em usar a água destilada/deionizada para fazer café e sim para"limpar"a caldeira dos resíduos,

não é isso?

Bruno.

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Salve Bernardo.

Provavelmente consigas trocar quase 100%, senão toda a água, da caldeira com este teu procedimento,

Mas isto é em tese inócuo, uma vez que a água fresca reposta, se não filtrada, trará novamente tais componentes para a caldeira. Daí a importância da filtragem por celulose, que retém os sólidos.

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Na minha single boiler, eu me acostumei a purgar uns 200-300ml toda vez que ligo a máquina, pra tentar não usar a que ficou parada de um dia para o outro dentro da caldeira, em contato com os metais.

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Como não gosto do cheiro de cloro, nem de partículas na minha água, instalei um filtro abaixo da pia, que alimenta uma das torneiras.

Desta forma, quando se lava louça se utiliza a torneira da água "fria", água de beber, café ou lavar frutas usasse a "quente".

Com nosso uso o filtro dura em media seis meses.

Ainda, tenho uma solução para teste de cloro para monitorar, quando em dúvida, a efetividade da filtragem.

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Caramba, a discussão rendeu mesmo, só que mais para o lado da manutenção...

 

Gostaria de ouvir a opinião dos colegas sobre a bebida resultante, isto é, vocês percebem alguma diferença no espresso ao trocarem o tipo da água?

 

O Alexandre falou que a água deve ser insípida, sem odor, etc, mas há altas discussões entre os profissionais sobre no nível de sólidos dissolvidos, pH, dureza, etc. A maior parte dessas discussões eu achei exageradas, mas a parte que fala sobre os sólidos dissolvidos me chamou a atenção, pois há quem diga que o excesso de sólidos prejudica a capacidade da água funcionar como solvente e consequentemente diminui a quantidade de sólidos que a água consegue extrair do bolo ao passar por ele, resultando em uma bebida "apagada".

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Sim, a solubilidade de qualquer substância depende da interação entre todos os íons presentes na solução.

 

No caso do café, eu acho que isso só vai ter influência no caso de água muito dura, com muito cálcio, como a européia em geral. Na nossa, só em um caso muito particular de alguma água muito específica, ou não acredito nessa possibilidade de influir significativamente no resultado da bebida pela diferença de solubilidade.

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Leo, eu percebo, e me incomoda bastante o gosto do cloro. Evidentemente que na água "pura" se percebe mais que no café.

Quando tinha filtro de celulose ou de barro, que não retém o cloro como o de resinas ou carvão ativado, deixava repousar pelo menos uma noite, para evaporar.

Tem épocas aqui em Brasília, onde a concentração do cloro colocada pela CAESB e tão alta , que o cheiro incomoda até no banho.

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Votei filtrada com filtro de carvão, mas a agua que uso vem de um poço de superfície, comumente chamado por aqui de "Ponteira". Fiz analize a algum tempo atras, ela é levemente ferrosa, mas muito levemente mesmo, livre de nitritos, cloretos e demais nocividades. Assim, passo apenas no filtro que acompanha a propria maquina e como não tinha a opção "de poço", votei no filtrado.

 

Bom, antes de comprar a maquina atual utilizavamos uma maquina menor com recipiente para 2,7 litros, testei por algum tempo agua da torneira sem filtração e comecei a notar o aparecimento de manchas ferrosas nos cantos e curvas do fundo, assim mandamos uma amostra para analise e esta revelou-se levemente ferrosa, assim passei a utilizar agua mineral, mas o sabor não sofreu alteração. Notei diferênças apenas na maquina atual que possui um sistema de filtragem na linha de abastecimento, mas isto tem claramente influencia da maquina também, o que torna a comparação impossivel.

 

Não havia lido nada a respeito da concentração de sais, farei o teste do Alexandre, vou tirar agua, deixar esfriar e testar o sabor. Mas como ja utilizo esta agua na Aeropress, não acho que ter sabor diferênte.

 

Acho que posso fazer um teste na Aero, utilizando a agua da torneira antes do filtro e a agua filtrada tirada da maquina. Farei amanha e depois posto os resultados.

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Só saindo um pouco da parte manutenção e sabor da xícara. E falando da parte de saúde pública, venho lembrar que na maioria das nossas cidades a água da torneira não é potável. A água que vocês bebem é da torneira pra geladeira e depois pro copo? Se for assim tudo bem, se não é melhor filtrá-la ou usar mineral mesmo. Não quero ser chato (apesar de achar que já estou sendo), mas muitas das epidemias mais devastadoras da humanidade foram veiculadas pela água.

 

Então se a gente investe tanto em moinho, máquina, café bom e acessórios, por que não "investir" na água? filtrando ou usando mineral.

 

Valeu!

 

Voltemos ao sabor!

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O DMAE, Departamento Municipal de Água e Esgotos, faz um mapeamento da qualidade da água em diversos pontos de POA, fazendo mais de 110.000 análises de água, todos os meses, ao longo de vários anos, com dados que comprovam a qualidade da água.

 

Bebo água da torneira, mas não sou louco! ;)

 

Aqui os dados de setembro último (eu me situo na área JLS): http://lproweb.proce...12_setembro.pdf

 

Os parâmetros analisados:

 

A Portaria 2914/11 define parâmetros e limites, cuja fiscalização cabe à Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (Vigilância em Saúde, Av. Padre Cacique, nº 372, fone 51-3289-2420, email aguas@sms.com.br).

 

Coliformes - Grupo de bactérias que são indicadoras de contaminação ambiental.

 

Cloro - Agente desinfetante, utilizado para eliminar microorganismos que possam estar presentes nas águas e provocar doenças por via hídrica.

 

Turbidez - É a medida da quantidade de partículas em suspensão (material insolúvel) presentes na água e que impedem a passagem de luz.

 

pH - Indica a natureza ácida ou básica da água. É monitorado durante as etapas de tratamento e na rede de distribuição, evitando os processos de corrosão nas canalizações.

 

Cor - Parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto. A cor indica a presença de substâncias dissolvidas ou finamente divididas que transmitem coloração específica à água.

 

Flúor - Composto químico que é adicionado à água tratada para prevenção da cárie dentária da população. Veja também a legislação estadual.

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Pois é, se algo potencialmente epidêmico se alastrar na água encanada não vai ser um filtro de carvão ativado que nos salvará!

 

Existem alguns sistemas de filtragem que prometem matar bichos mas são mais caros e incomuns. Viva o cloro! Se alguém mora em região na qual a água não é potável ou não se confia no tratamento, tem que procurar algum método para a desinfetar ou esterilizar.

 

Márcio.

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