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Santiago Luz

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Everything posted by Santiago Luz

  1. Hoje foi lançado o projeto Cafelat Robot do Paul Pratt (Cafelat) no KICKSTARTER. É uma máquina inspirada na Faema Baby Faemina, super simples, robusta e prática. Tem várias vantagens sendo que pra mim, uma das principais é o fato de não necessitar de pré-aquecimento (exceto se a pessoa desejar temperaturas bem altas, ainda assim, é um pré-aquecimento só). Vindo do Paul, dá pra confiar que vai ser bem produzida e não vai deixar os apoiadores na mão. Eu já garanti a minha! https://www.kickstarter.com/projects/cafelat/cafelat-robot-manual-espresso-coffee-maker
  2. [KICKSTARTER] Cafelat Robot - Espresso Manual

    O projeto é bastante maduro, nada amador. Se quiserem ver mais detalhes, tem informações no Home-Barista: https://www.home-barista.com/marketplace/cafelat-robot-manual-espresso-maker-t47817.html
  3. [KICKSTARTER] Cafelat Robot - Espresso Manual

    @Murilo Lins me interessei pela Robot por conta da síndrome ruiva, sabe? Hehe Acredito que o resultado na xícara deve ser praticamente o mesmo entre ela e a Aram. Concordo com o @Fogo ruivo que ela deve ser mais prática e robusta. Mas discordo sobre a massa de metal. No caso da Robot, ela tem um filtro 58mm, tamanho dos filtros comerciais. A diferença é a altura do filtro, que é bem grande, porque ele serve de câmara para o pistão. Então toda a parte de alumínio da Robot não entra em contato com a água. Apenas o filtro, o "chuveiro" e o topo do pistão que trocam calor e são todos de inox. A Robot deve ser melhor para preparar cafés em série, já que o pré-aquecimento tem menos influência... Quanto ao design, são propostas totalmente diferentes. Pra mim as duas máquinas são muito bonitas, cada uma no seu estilo.
  4. Cafeteira Aram - O projeto

    Hoje minha ARAM voltou do segundo conserto! Aí, Maycon! ArrumARAM minha cafeteira! Dessa vez as mudanças foram perceptíveis: O eixo foi trocado (o original era todo serrilhado, esse novo está bem liso) A peça de latão onde o eixo é rosqueado foi trocada pela nova peça de inox e bronze. Aliás, é bronze, @Aram? Pode dar mais detalhes, por favor? O conjunto do pistão também foi trocado Hoje fiz meu primeiro espresso, assim que ela chegou. É notável a melhora no funcionamento. De cara, percebi que o fluxo de água aumentou bastante. Agora, quando estou aquecendo a máquina, a água sai bem rápido durante o espurgo. Ponto positivo, já que é menos tempo perdendo calor durante cada sessão de aquecimento. Quanto a famosa ARAMalha, fiz apenas uma extração, mas acredito que agora estamos livre desse problema. Dá pra sentir muita diferença ao manivelar. Está super suave, rosqueando sem o atrito que tinha originalmente. Ao fim da extração, busquei por limalha e não encontrei nada. Resta agora aguardar para ver se a máquina se mantém funcionando corretamente ao longo do tempo. Sinceramente, agora acho que está num nível de qualidade bem legal. Tirando as questões de comunicação e atrasos, eu recomendo a ARAM! Aliás, a comunicação por email foi muito boa, apesar da economia de detalhes nas respostas. Hehe...
  5. Cafeteira Aram - O projeto

    @Aram entrei em contato pelo e-mail, falei com o Sandro e enviei minha Aram no dia 25/04. No dia anterior ao envio, fui preparar meu último espresso antes do conserto e a máquina falhou. A válvula do pistão não fechava e perdi a extração. Citei isso à ele por e-mail. Ainda tentei manivelar dando tranco, nos dois sentidos, mas não deu certo. Não sei se o upgrade já está disponível, mas dependendo de como for, eu até acho melhor aguardar ficar pronto para devolverem a máquina já atualizada, por conta dos dois problemas citados. Vou escrever à ele por e-mail para saber em como está a manutenção porque não recebi nenhum retorno dele até o momento.
  6. Cafeteira Aram - O projeto

    Uia! Que bom que sua Aram tem essas correções! Agora sim parece que os pequenos defeitos encontrados na primeira série de máquinas foi solucionado. Minha Aram foi e voltou de Curitiba sem nenhuma alteração perceptível. Infelizmente, fiquei de fora desse upgrade.
  7. Moedor manual MALWANI LIVI no Kickstarter

    Caramba, capricharam no desenho! Ficou elegante demais. Fácil de manivelar sim, não só por ser no plano vertical, mas pela engrenagem 3:1. Junta isso com seus 7kg, deve fica super estável, mesmo com a base pequena. É o primeiro moedor manual de mós de 83mm, não? Achei bem legal o coletor de pó que serve de funil e também mistura com o Blind Tumbler da Lyn Weber. Faltou mostrar como funciona a regulagem da moagem... Enfim, eu compraria, se não fosse tão caro pra mim. Hehe
  8. Cafeteira Aram - O projeto

    Valeu por esclarecer, Gil. Eu estava tentando escrever a resposta mas estava apanhando porque não entendo quase nada disso. Hehe... Mas meu pai disse que poderiam ser utilizados diferentes ligas de aço inox para não acontecer esse travamento, talvez com o uso adicional de um lubrificante.
  9. Cafeteira Aram - O projeto

    No meu caso, a minha ARAM voltou pra Curitiba pra arrumarem, e parece que está ainda pior. Antes ela produzia limalha fina apenas. Agora produz limanha fina e umas "lascas" que devem ter de 1,5mm a 2,0mm (podem ver na parte superior direita da segunda foto). Já vi umas 3 lascas dessas... No stories do Instagram eles postaram fotos daquela peça nova que comentei em post anterior. Realmente era o que eu suspeitava, só não há confirmação se a "porca" será de bronze grau alimentício (e nem se com essa modificação o desgaste irá cessar). Vejam as fotos:
  10. Em 2014, o Guilherme Torres - mais conhecido aqui como Guilherme TorrAs - teve a brilhante ideia de transformar uma fritadeira sem óleo elétrica em torrador de café. Algumas pessoas do fórum adquiriram o torrador já modificado - batizado pelo Guilherme de “GTCR-F1” - , e o sergio.m acabou criando um tópico para os donos do forno conversarem sobre ele. Só que o Guilherme acabou mergulhando de cabeça no aprimoramento dos torradores, culminando no desenho e fabricação de um torrador por completo, o “STC 2.0”, que é um torrador de prova em um patamar totalmente diferente do que temos com a Kitchen Art. No começo desse mês, o beto-o (Café dos Brothers) descobriu uma oferta iiiiimpeeeerdííível da fritadeira no Mercado Livre, pela loja oficial da Philco e publicou na nossa seção do “Buscafé”. Na versão 220V, ela está sendo vendida por R$50! Muita gente aproveitou e garantiu a sua, mesmo sem ter muita certeza de como modificá-la! Por isso, o Rodolfo e eu resolvemos, em conjunto, coletarmos as dicas do tópico original e sintetizarmos aqui, a fim de dar um novo fôlego àqueles que desejam entrar nessa brincadeira e facilitar a vida na hora de colocar a mão na massa! Apesar de resumirmos ao máximo, o tópico original já tem 20 páginas, então não tinha como esse texto ficar muito curto. Se quiser saber dos detalhes e da evolução do projeto, sugerimos a leitura do tópico do “GTCR-F1”. A fritadeira em si é péssima para o que se propõe. Provavelmente, por isso, para nossa sorte, a Philco está liquidando o estoque. E sorte a deles que tem esse bando de doido comprando o produto com outra finalidade e que não vai ficar reclamando depois! O equipamento original também é ruim para torrar café. Mas com pequenas modificações é possível transformá-lo em um torrador razoável! O custo das modificações variam de R$60 a R$200. Limitações Por se tratar de uma baita gambiarra, o forno tem suas limitações. A quantidade sugerida de grãos verdes por lote é de 150g-250g. Realizar torras seguidas é um problema, porque gera um sobreaquecimento que pode derreter peças plásticas. Ou se utiliza uma ventoinha para aumentar a capacidade de resfriamento, ou então basta dar um intervalo entre uma torra e outra para que o equipamento se resfrie. Ainda assim, problemas acontecem. Em tempo, esse tópico é apenas um relato a respeito das alterações que as pessoas fizeram. ATENÇÃO: Se você vai fazer esses ajustes, os faça por sua conta e risco. Eletricidade pode ser perigosa e pode matar. Tipos de modificações Existem basicamente 3 possibilidades de modificações: Analógico: usando dimmer para controle de potência e termômetro de espeto para ler a temperatura. Tudo 100% manual. Semi-digital: usando o dimmer para controle de potência e, ao invés do termômetro, utilizar o Arduino com termopar para leitura de temperatura, possibilitando traçar o perfil em tempo real no RoastLogger. Digital: sem dimmer e com todo o gerenciamento de temperatura pelo Arduino e RoastLogger, com controle de potência via SSR e leitura por termopar. Ajustes estruturais Pela experiência da maioria, a modificação mais básica e crucial é a de incluir aletas no tambor, para que o café seja revirado dentro do forno. À propósito, vamos passar a chamá-lo de forno, já que não esperamos que o café seja frito dentro dele! Voltando ao assunto, outra modificação essencial é bloquear a resistência superior com uma chapa metálica (escudo), para que a proximidade com os grãos não acabe por chamuscá-los. A primeira modificação se dá porque o giro do tambor é muito lento e a segunda porque o sentido do giro faz com que os grãos se aproximem demais da fonte de calor. Há quem tenha mexido/trocado o motor para aumentar a velocidade e inverter o giro, porém é mais complexo de fazer, já que é preciso bolar uma solução para que a engrenagem do tambor não fique pulando e girando em falso. Para as aletas e para o escudo, será preciso uma chapa metálica. Alguns usaram chapa de calha, outros chapas de alumínio. Só não funciona a chapa de latinha de alumínio, por ser muito fina. Para cortar, se não tiver tesoura própria, a dica é usar tesoura de cozinha, mas corre-se o risco de estragá-la. Além disso, mais algumas modificações são indispensáveis, mas agora há que se decidir entre uma opção ou outra, de acordo com as possibilidades e expectativas de cada um. Controle do aquecimento O controle do aquecimento pode ser analógico, através de um dimmer, ou eletrônico, através de um SSR+Arduino. Em ambos os casos, o operador deve indicar manualmente a potência utilizada pelas resistências no momento. A diferença é que de modo eletrônico, é possível registrar automaticamente os parâmetros de potência utilizados ao longo da torra, e também possibilita o controle de forma automática da potência para atingir uma temperatura alvo, através da utilização de um controle PID pelo computador. É preciso fazer duas pequenas modificações para implantar o controle do aquecimento. Deve-se retirar o botão lateral com o timer (ainda que seja possível mantê-lo, não faz muito sentido usar esse timer com o torrador). E deve-se retirar/descartar o termostato original. Leitura da temperatura Há duas maneiras de fazer a leitura da temperatura durante a torra. A mais fácil é simplesmente colocar um termômetro espeto. O outro jeito, é através da leitura eletrônica por um termopar+Arduino. Mais uma vez, o modo eletrônico tem a vantagem de possibilitar as leituras diretamente no computador ao longo da torra e servir de subsídio para o controle PID funcionar. Parte eletrônica Quem optar por alguma alternativa eletrônica, a saída é utilizar um Arduino para servir de interface entre os sensores de temperatura, o SSR e o computador. Apesar de parecer um bicho de sete cabeças, a montagem da parte eletrônica não é tão difícil, já que há bastante material disponível sobre o assunto na internet. Só exige mais tempo, paciência e um gasto um pouco maior. RoastLogger Para utilização com o computador, o software mais utilizado é o RoastLogger. Com ele, é possível registrar os parâmetros utilizados durante a torra, permitindo manter um histórico do perfil de torra e possibilitando reproduzir esse perfil depois. O software também conta com um controle PID próprio. No caso da torra controla pelo PID, a experiência do pessoal do fórum é que a fase até o primeiro crack pode ser feita utilizando o PID, porém depois disso, o pessoal acha melhor controlar manualmente. No RoastLogger, o operador pode optar por deixar a torra em automático ou assumir o controle manual. Para isso, basta utilizar a barra deslizante que regula a potência de aquecimento. Custos O mais barato é manter o torrador todo analógico. O custo seria do dimmer (~R$40) e do termômetro espeto (~R$18). Na solução eletrônica, o custo seria o Arduino (~R$30 o Nano), SSR (~R$30), termopar (~R$15), interface de leitura do termopar - MAX6675 (~R$25). Ou seja, ~R$58 o analógico e ~R$100 o eletrônico. Soma-se a isso, o frete de cada compra.
  11. Bravo Mini

    Opa! Mede o diâmetro dessa haste aí, oras! O mandril da minha parafusadeira é de 3/8", então teve que afinar. Seria melhor fazer a ponta sextavada, pra não precisar travar com muita força, mas não fazia ideia do custo, então deixei quieto.
  12. Cafeteira Aram - O projeto

    O diâmetro do embolo é muito menor, é só reparar no outro eixo na foto do Instagram. E ele é fixo na ponta do eixo.
  13. Cafeteira Aram - O projeto

    Me parece que eles estão fazendo modificações na Aram. Pra quem pensa em comprar, sugiro aguardar... Mesmo porque aguardar já é algo esperado ao comprar a máquina! No Instagram eles postaram peças novas. Reparem na peça que está na porção inferior esquerda da imagem. É o eixo roscado, porém com um disco de inox no lugar do disco de latão. Inclusive, no stories, colocaram fotos dessa peça. Há uma "porca" de material dourado e um disco de inox (acredito que ainda irá receber as furações pra água passar pro reservatório). Meu chute é que eles estão tentando resolver o problema da aramalha (limalha de latão) usando uma peça de bronze de grau alimentício. Não sei se vai parar o desgaste, mas ao menos a limalha não será tóxica. Seria legal se o Maycon compartilhasse mais detalhes...
  14. Cafeteira Aram - O projeto

    A minha mandei de volta para eles arrumarem e voltou do mesmo jeito... Depois conta pra gente sua experiência.
  15. Cafeteira Aram - O projeto

    Olá Axot, não resolveram o problema do desgaste da porca de latão. Sobre extrair ristretto, você precisa considerar que o filtro que vem nela é grande. Mas, por exemplo, eu geralmente extraio 34g de bebida com 17g de pó. Menos pó que isso acaba acontecendo do tamper travar no filtro, porque abaixo de uma certa altura, as paredes do filtro vão levemente se afunilando. Como o filtro é padrão 53mm, você pode comprar um filtro para dose menor. Independente da quantidade de bebida que será extraída, nós aqui sempre recomendamos colocar o máximo de água possível na cafeteira, porque assim a estabilidade térmica é maior.
  16. Bravo Mini

    Tem vários motivos pra motorizar o moedor manual em situações. Por exemplo, para moer um pacote de café para presentear alguém... Roger, esse soquete que você mencionou não deve funcionar com o Mini, porque apesar da ponta do eixo ser quadrada, os cantos são arredondados! Hehe
  17. Efeitos (pessoais!) da cafeína

    Mesma coisa acontece comigo. Quando eu como algo muito leve logo que acordo e no meio da manhã eu tomo um espresso com 17g de pó, depois de uma meia hora começa a me dar uma moleza nas pernas, uma sensação de fraqueza. Com uma dose menor, de 12g, isso não acontece. Também não acontece se tiver uma alimentação farta antes.
  18. Bravo Mini

    Ué? Por que transformar moedor manual em automático? Pra não ter que girar manualmente, oras!!! Você bem disse, o principal do moedor é a qualidade, por isso que uso ele. O fato dele ser manual não é sempre desejável. Rogerio, não tenho o Debut, não sei como é o encaixe. Meu pai que levou a peça no torneiro pra fazer o serviço e foi pra conta dele. Hehe... Mas não levou nem 2 minutos pra fazer o serviço. Realmente a ponta quadrada dificulta bastante na hora de adaptar a parafusadeira. Se ao menos o tamanho do quadrado fosse 3/8" dava pra usar um soquete padrão como esse: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-944874355-soquete-allen-abaulada-longo-belzer-38-x-10mm-80448bx-_JM Eu só usei a parafusadeira nesses testes da época do post. Depois não usei mais. Dá trabalho pegar a parafusadeira, colocar o soquete, etc... A não ser que eu sempre usasse essa configuração e deixasse tudo à mão. Ainda assim, essa semana mesmo voltei a pensar em motorizar o Mini por conta de uma leve dor no ombro...
  19. Cafeteira Aram - O projeto

    Se eu não tivesse comprado ainda, esperaria sair a versão 2.0, com correção dos problemas da versão inicial. Minha Aram continua gerando aramalha, mesmo depois do recall. Aliás, tenho impressão que está gerando mais que antes. Se eu tivesse tempo e disposição, faria um fuso trapezoidal e uma castanha apropriada. Mas vou acabar bebendo espresso com notas de latão, mesmo...
  20. Reflexão

    É bem isso. É importante que os recém chegados tenham uma visão crítica do que leem. Apenas refletindo um pouco já dá para perceber o que é "fake news" e o que é válido. Realmente é algo que incomoda e atrapalha quem é novo, mas sinceramente não sei como resolver isso. O sistema de curtidas em postagem é algo que pode dar uma dica no começo eu acabava me guiando dessa forma. Via quem curtia o texto e se era alguém que eu tinha certa confiança, aquele conteúdo ganhava mais credibilidade.
  21. Cafeteira Aram - O projeto

    Eles estão testando melhorias, mas acredito que seja para novos lotes. O que mostraram foram protótipos. Mostraram no instagram stories vários fusos diferentes. Imagino que seja por conta da "aramalha". A minha Aram voltou do recall e continua gerando limalha. Engraçado que não percebi nenhuma diferença na máquina depois que ela voltou. Talvez tenham aumentado a rosca de latão, mas o fuso continua com as ranhuras.
  22. Cafeteira Aram - O projeto

    @naldim veja se o funil superior está bem encaixado. Ele é removível - precisa tirar a manivela. Talvez tenha se deslocado e quando escalda a água deve estar passando por alguma fresta ali.
  23. Bravo - produtos para café

    Gambiarra do Santiago? Oxi!
  24. Cafeteira Aram - O projeto

    Esse lance de estufar o fundo do filtro é mais questão de tomar cuidado de não forçar muito a manivela quando a extração travar/engasgar. Melhor perder a extração que o filtro.
  25. Cafeteira Aram - O projeto

    Será que não consegue desamassar? Talvez com cuidado, apertar numa morsa entre duas chapas grossas de metal...
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