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Luis Paulo

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Everything posted by Luis Paulo

  1. Aergrind

    Nada fora do normal minha operação do equipamento cara, kkkk. Da próxima eu conto as voltas. E já tentou girar a parafusadeira mais devagar? Às vezes pelo desenho das mós os grãos ficam pulando demais quando elas giram muito rápido...
  2. Aergrind

    Tá girando pro lado certo, @Guilherme Torres? Kkkkkk Acabei de moer 16g pra coado aqui (2+1) em 30s...
  3. Aergrind

    Pelo torque dele, que é relativamente baixo, acho que até mói num tempo razoável. Comparando com mós de tamanho parecido, mói um pouco mais lento que o Zassenhaus Panama, mas é beeem mais rápido que o Hario Slim. Bravo Mini é bem mais rápido, mas aí já é uma mó maior, e o torque nem se fala...
  4. Primeira torra.

    Desenvolver significa dar calor suficiente antes e depois do crack pras reações químicas desejadas acontecerem. Se isso não ocorreu em todos os grãos, ou se aconteceu de maneira desuniforme no grão, ficando pouco desenvolvido internamente, o aroma e sabor podem ter esses traços vegetais que você está relatando. Com as fotos a gente continua a conversa.
  5. Primeira torra.

    Pode ser que você não está desenvolvendo o suficiente no final da torra, @Gilberto Matiotti E Fernanda Schena. Fotos nos ajudariam a avaliar. Tem um tutorial de como postar fotos aqui.
  6. Torrador de Prova Carmomaq

    Esse Paulo BH sou eu mesmo, né @Fogo ruivo?
  7. Kopi Luwak

    Pessoal, é bom lembrar que a denominação é usada simplesmente pra qualquer café cagado pela civeta... Mas tem vários fatores que podem resultar em bebidas totalmente diferentes: - Região relativamente ampla, tem Kopi Luwak da Sumatra, Bali, Java, outras muitas ilhas da Indonésia... e deve rolar então vários micro climas - Não precisa ser a mesma variedade de café, e pode ser cultivado ou silvestre - Pode ser catado no meio dos pés de civeta selvagem - como originalmente era - o que significa que as sementes são dos frutos mais maduros que o bicho escolheu nos pés, ou pode ser de civeta trancada em gaiola e alimentada à força com qualidades e maturações variadas do fruto, o que tá ficando cada vez mais comum por conta da modinha - Pode ser torrado profissionalmente por quem entende de café especial, ou pode ser torrado de maneira tradicional nas vilas dos produtores no panelão de ferro até virar carvão Conclusão: não dá pra provar um Kopi Luwak achando que a bebida vai ser representativa dessa denominação.
  8. Agora que passou a correria da Compra Coletiva, dá pra contar um pouco da última aventura que arrumamos por conta do café. Todos os cafés dessa CC são das Matas de Minas ou de locais próximos. A Roast também anda fazendo negócios na região. Então foi pra lá que saímos na sexta dia 01/12 bem cedo pra fazermos o seguinte trajeto em 3 dias (ou pelo menos era a ideia): A: BH / B: Araponga / C: Santa Margarida / D: Coletivo Café (Venda Nova do Imigrante) / E: Guaçuí / F: Pedra Menina / G: Alto Caparaó Saímos de BH debaixo de chuva, que seria nossa companheira de viagem por boa parte do tempo. A primeira parada, depois de umas 7h na estrada, foi Araponga, estrela da vez nos concursos nacionais. Fomos recebidos pelo Paulo Henrique, seu pai e outros parentes, no escritório/laboratório de torra/tulha que a família tem na cidade. O gente boa estava acabando de preparar umas mesas de prova pra gente com cafés deles e outros produtores da região: Igor e Paulo Henrique no laboratório de torras Encontramos lá ninguém mais ninguém menos que Leo Moço, também aguardando pra provar os cafés. Fizemos duas rodadas de prova, e ficamos bem satisfeitos pelo lote 3 que havia sido escolhido pra CC, já que ele realmente estava dentre os melhores (o que veio a se comprovar quando ele ganhou o 3o lugar CD das Matas de Minas pela Emater). Tivemos a oportunidade de provar novamente o campeão do Coffee of the Year, que estava no nome da mãe do Paulo, a Sandra. Que cafezão!! Botamos as duas sacas do lote 3 no porta-mala, nos despedimos, e partimos rumo a Santa Margarida, sem saber os desafios que nos aguardavam na estrada. O caminho que fizemos passa por cima da Serra do Brigadeiro, e os cenários que apreciamos chegando na serra é dos mais bonitos que já vimos nessas nossas aventuras cefeinadas! Bate de frente com os vales do Caparaó! A foto aí não faz jus ao que a gente viu, quase não deu pra sair do carro por conta da chuva… mas é o que tem: Cenário próximo à Serra do Brigadeiro Depois de apreciar as paisagens tivemos que encarar já no escuro uns trechos beeem complicados de estrada de terra. Pra minha sorte o Igor tem experiência em trilhas um tanto mais difíceis, hehe. O registro na manhã seguinte mostra o estado que ficou o carro, causando essa cara de desgosto do gato Resultado do rally para Santa Margarida Chegamos bem tarde em Santa Margarida, e por mais inconvenientes que nos sentíssemos, fomos super bem recebidos pelo casal de produtores Rosângela e Eliéser! Nos hospedaram no improviso mas com um conforto pra ninguém botar defeito! Eu e o Igor com a Rosângela e Eliéser em sua propriedade em Santa Margarida Na manhã seguinte conhecemos rapidamente a propriedade, e foi muito legal ver o esforço que eles têm feito nas últimas safras pra produzirem cafés de qualidade. Terreiro suspenso na propriedade da Rosângela e Eliéser: uma das ferramentas usadas na busca por qualidade Como era uma quantidade maior de sacas que o casal iria nos fornecer, não teria como levar no nosso carro. Então combinamos a forma de entrega das sacas e partimos para Venda Nova do Imigrante, para participarmos de mais uma edição do Coletivo de Portas Abertas, no Coletivo Café, espaço super legal do pessoal do Have a Coffee. Este ano o evento foi bem mais completo, contando com vários cursos e palestras, rodadas de negociações, barracas com comidas variadas, etc. Encontramos com vários conhecidos, experimentamos cervejas artesanais da região, assistimos uma palestra da Raposeiras sobre torra de prova… Palestra da Isabela Raposeiras no Coletivo Café sobre torras de prova … e participamos das mesas de cupping para negociação: Uma das rodadas de prova e negociação no evento do Coletivo Café Os microlotes dos cafés provados (entre 15kg e 2 sacas) estavam sendo arrematados por valores pré-definidos pelos produtores, com um pequeno acréscimo a ser revertido para os custos do evento. Arrematamos uma saca de um pequeno produtor de Pedra Menina para a Roast. Já de noite, saímos numa chuva leve rumo a Guaçuí, pra encontrar com nosso amigo @dessidepaula. Mais uma vez lidando com estradas não muito favoráveis, chegamos bem tarde. Mas de qualquer forma, fomos recebidos de braços abertos pelo Leandro. Acordamos com uma mesa de café da manhã cinco estrelas nos esperando. Em seguida, fomos dar uma volta pelo cafezal pra ver como estava. Propriedade do Leandro Ficamos surpresos ao ver pés de Obatã Vermelho com os frutos ainda acabando de amadurecer em dezembro! E também foi curioso ver no mesmo pé cereja, flor, e frutinhos verdes. Na nossa última conversa com o Leandro, que ocorreu agora logo depois do Natal, ele comentou que esse Obatã V. já foi colhido e está seco. Ficou de nos mandar uma amostras desse café e com toda certeza tem potencial para aparecer por aqui novamente em futuro não tão distante. Cerejas do obatã vermelho, em alguns ramos se misturando com a florada da safra seguinte Voltamos da caminhada e fomo nos divertir no Probatino novinho em folha do Leandro. Fizemos vários batches, a maioria de cafés dele mesmo, e alguns de amostras que tínhamos ganhado na viagem. Torrando alguns batches no Probatino Logo em seguida já fizemos um cupping de alguns batches, e mesmo recém-torrados deu pra ver o potencial dos cafés do Leandro, e como o esforço em produzir melhores cafés está dando resultado, mesmo com tão pouco tempo. Após o almoço, o Leandro nos honrou com um convite: nessa nova fase que ele, a família e a fazenda estão vivendo no ramo de cafés especiais, ele está plantando árvores no pomar da casa como símbolos dos novos vínculos que ele está formando com pessoas do ramo. Então fomos convidados para plantar duas mudas que vão representar esse nosso laço de amizade, o trabalho que estamos realizando conjuntamente, e os projetos futuros que vamos construir. Igor e Leandro plantando uma muda como símbolo do vínculo que o café especial criou entre nós Três gerações de produtores: duas de fato, e uma estamos na torcida pra assumir o legado do pai Nos despedimos, pra seguir até Pedra Menina. Foi este o trecho mais complicado da viagem, pois saindo de Guaçuí tivemos que passar em algumas estradas bem complicadas por conta do grande volume de chuva durante a noite anterior. Em uma subida mais difícil eu tive que descer do carro pra empurrar, com lama até a canela, kkkk. Em alguns trechos, mesmo asfaltados, a estrada estava bem obstruída: Um dos muitos deslizamentos na estrada Finalmente chegamos em Pedra Menina e fomos direto pra Cafeteria Onofre, da família Abreu de Lacerda. Encontramos com o Afonso, já nos aguardando, além de muitas outras pessoas entre parentes e visitantes, já que a cafeteria sempre anda muito movimentada. Entre os visitantes com quem conversamos estava a Georgia do Lucca Cafés de Curitiba, o professor João Batista Pavesi (orientador da Caparaó Jr., empresa júnior do curso de Tecnologia em Cafeicultura, do IFES, que está fazendo um trabalho super legal com os produtores na região), e um grupo de jovens amigos moradores da região pra quem demos umas dicas sobre cafés especiais e torrefação doméstica. Mais uma grata visita ao Afonso e à família Abreu de Lacerda Depois de bater muito papo, sempre acompanhado de um cafezinho, e quando vimos que não ia demorar pra escurecer, carregamos o carro com as 3 sacas do lote do Afonso da CC e partimos para Alto Caparaó. Desta vez o Igor tinha um novo copiloto: Novo copiloto do Igor. Não gostou muito não… diz que ele era um saco! Isso já era no final da tarde de domingo. Não tínhamos mais cafés para pegar, mas queríamos muito passar em Alto Caparaó, e queríamos evitar fazer a viagem toda de volta pra BH de noite com chuva. Resolvemos então que iríamos dormir numa pousada em Alto Caparaó e voltar pra BH no final da manhã de segunda. Ao chegar em Alto Caparaó, deixamos nossas coisas na pousada e fomos encontrar com a produtora Carlizany. Fomos super bem recebidos por ela e sua família, apesar de já ser tarde. Fomos servidos com um cafezinho excelente, e a conversa estava boa e se estendeu até quase meia noite. Ouvimos os relatos sobre os esforços recentes da família para produzir cafés de qualidade, as participações nos concursos, e as dificuldades que eles enfrentam. O Tino apareceu por lá também, ele é da família do marido da Carlizany, e nos oferecemos para preparar o café dele que tínhamos levado. Foi unanimidade, todos reconheceram o potencial do café. Eles nos contaram como nos últimos anos o Tino tem alternado como campeão do concurso do Alto Caparaó com outro produtor da região, o Zé do Alexandre. Quando perguntamos pro Tino sobre possível fermentação do lote que compramos, ele confirmou o fato e nos explicou sobre o processo: os cerejas da colheita seletiva ficavam armazenados em sacos fechados no cafezal ao longo da semana à medida em que eram colhidos, e somente no sábado eles desciam o morro com os sacos para despejar tudo no terreiro. É um procedimento arriscado, mas que no caso dele acabou dando um ótimo resultado, provavelmente por conta da alta altitude dos talhões e do clima ameno da região. Nos despedimos e ficou combinado que encontraríamos com o Marcos, marido da Carlizany, na manhã seguinte bem cedo. Como combinado, o Marcos nos pegou na pousada segunda cedo e fomos fazer uma visita na propriedade do Zé do Alexandre, já que a Roast garantiu algumas sacas de seu lote campeão do município e gostaríamos de conhecê-lo. Ele nos recebeu de braços abertos, mesmo que não tivéssemos marcado a visita, e o papo foi bem interessante. Visita à propriedade do simpático Zé do Alexandre Fomos depois nos encontrar novamente com o Tino pra pegar umas amostras de outros lotes interessantes que ele colheu nesta safra. Aproveitamos para registrar o momento nessa foto que merece até ser emoldurada Expressão da felicidade que lidar diretamente com o produtor nos traz Voltamos pra pousada para tomar um café da manhã rápido, juntar nossas coisa, e partir pra BH. Depois de tantos momentos gratificantes, novos vínculos com produtores, e aprendizado, tivemos que encarar 11h na estrada por conta de desvios e retornos que tivemos que fazer pra evitar alagamentos e acidentes. Sim, aquela volta gigante no mapa passando por Ipatinga é o que realmente fizemos, pra fugir de Rio Casca que estava inundada. Chegamos em BH umas 22h bem cansados, mas com a imensa satisfação pela missão cumprida.
  9. Como reconhecer torra fresca?

    Outros indicativos: Quanto mais nova a torra, maior a resistência à passagem de água. Dá pra perceber levemente a mudança ao longo do tempo fazendo coados com uma receita consistente. Mas a percepção disso é mais óbvia no espresso. Café bem velho tem que moer beeeeem fino pra não virar cachoeira. Em métodos de infusão (prensa, cupping, clever) a crosta quebra sozinha bem fácil, ou nem chega a formar, quando o café é velho.
  10. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    As de BH chegaram ontem, @Fogo ruivo! Já estamos marcando o encontro aqui pra distribuir pra galera. Valeu demais pela iniciativa aí, cara!
  11. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    Não sei se mais bonita... mas ficou mais útil pq agora cabe um dedo
  12. Canalização - como distinguir

    Vai depender da calibração interna, @João Vitor Ribeiro. Eu quando tinha o Encore ele também não passava de 10 com o ajuste interno que estava. Fora que se o filtro tá despressurizado e fica perto dos 30s, não tem como estar muito longe do ideal... @felixzucco, certeza mesmo de canalização, só com portafiltro naked... mas se vc fizer um vídeo mostrando fluxo do chuveiro, processo de colocar e compactar o pó, extração, talvez ajude a perceber algo.
  13. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    @Guimalta, é pra somar seus dois pedidos?
  14. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    @andre saddi jordao, é pra somar seus 2 pedidos ou considerar só o segundo?
  15. Mas o que me dizem quanto ao coado ?

    Tem certeza que é 4g? Não é 14g? 4g não dá nem pra tampar o fundo do filtro, kkkk
  16. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    Como assim, não aparece link?? https://goo.gl/forms/1WYLNCylCy0Hd6zO2 FORMULÁRIO E agora?
  17. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    Como assim, não aparece nada, @EduardoAlemao? Após clicar no link não abre o formulário?
  18. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    Pessoal que vai querer encomendar as xícaras, inclusive os que já colocaram o pedido aqui, favor preencher os dados nesse formulário: https://goo.gl/forms/1WYLNCylCy0Hd6zO2 @Fogo ruivo, edita depois o seu 1o post e coloca o link pra quem for entrando pela 1a vez no tópico... @felipe magaldi
  19. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    @Fogo ruivo, sugiro montar um formulário do google pra facilitar e não precisar ficar botando os dados aqui... se precisar de ajuda eu posso fazer rapidinho aqui e postar o link
  20. Xícaras do clube. Compra coletiva.

    Aeee Fogo, agora vai, depois de uma tentativa frustrada do pessoal ano passado Vou querer 2
  21. Mas o que me dizem quanto ao coado ?

    Olha os gráficos da Fig.7, são as quantidades de substâncias extraídas por g de pó utilizado na extração. Para algumas substâncias os espressos são os que menos extraem comparando com os demais métodos. A SCA define uma classificação de defeitos do grão verde. Mas além disso, define um padrão de avaliação do café torrado, que pontua itens como sabor, doçura, acidez e corpo. A extração padrão para essas avaliações é o cupping. Mais detalhes aqui: http://www.scaa.org/?page=resources&d=cupping-protocols BR = Brew ratio = Razão de extração (no caso do espresso, BR = massa de pó / massa de bebida na xícara. Ex: usou 20g de pó e extraiu 40g ná xícara, BR = 20/40 = 50%)
  22. Mas o que me dizem quanto ao coado ?

    @ruygiraldes, dá uma lida aqui pra vc ver se a maior extração quantitativamente realmente é do espresso: https://link.springer.com/article/10.1007/s00217-013-1917-x
  23. Mostre Aqui seu Cantinho do Café

    @altrunox, é uma cafeteira de sifão. Além de fazer um bom café, é um meio de impressionar visitas
  24. Bravo Mini

    pô @LUW, como alguém pode querer esconder essa obra de arte?? Kkkkkk Se for preocupação só com as ventosas, o esquema é esse aí de trocar quando precisar... Mas eu tô fazendo questão de deixar exposto aqui, inclusive usando de brew station
  25. Estritamente mole

    @Henrique - RJ, algumas dicas se vc tem intenção de desenvolver sua percepção sensorial dos cafés: - Quanto maior a concentração da bebida, mais difícil perceber as notas sutis de cada grão. Eu adoro espresso, mas quando é pra avaliar um café e tentar descrever suas notas, eu faço cupping ou coado. Não é atoa que os especialistas avaliam os cafés no cupping com razão de extração próxima de 5%. - O espresso é de longe o método mais difícil de conseguir o resultado ótimo pro grão, depende muito de equipamento (principalmente moedor) e pequenas variações nos ajustes fazem uma grande diferença no resultado final. Mais outro motivo pra tentar métodos filtrados. - A percepção de sabores funciona na base de comparações. É fácil perceber a doçura (e outras notas) de um café quando comparado com outros, especialmente ao mesmo tempo. Uma solução barata pra isso que uso muito com visitas não acostumadas com cupping, é um kit de melitta 100. Sempre coloco um pó de café queimado de supermercado pra fazer o contraste e evidenciar as qualidades do especial.
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