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Rafa Rocks

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Tudo que Rafa Rocks postou

  1. Os meus 3 kg chegaram. Obrigado a todos os envolvidos e principalmente ao Márcio, amigo de longa data que me iniciou na torra caseira com lotes de serra negra e chapadão. O Márcio vem sempre nos provendo cafés excelentes Obrigado
  2. Sobre o fato de virar e cair... No meu filtro "Ridgeless" eu nem tento porque cai mesmo... Nos outros não cai não...é meio circense sim, mas ajuda a ver que o bolo foi compactado. Valeu
  3. Esqueci de perguntar comprou onde? Pagou quanto? Foi tributado? Valeu
  4. Próxima vez que eu for aos EUA irei trazer uns desses com certeza... Nas escolas onde usam o calcador, sem muita pressão é porque moem mais fino, tem muita robusta e a torra é muito escura; não necessitando de muita pressão; Eu prefiro uma moagem mais grossa com a pressão tradicional e aquela viradinha de cabeça pra baixo no final pra ver se não cai Valeu
  5. Vou dar uma dica importantíssima aqui pra vc. Já tive uma Gaggia Evolution, uma Baby Twin e hoje tenho uma Rancilio Silvia modada com PID e tudo que tem direito. De moinho já tive o Hario Mini, o Krups, e tenho atualmente o Porlex Mini e o Rancilio Rocky. Tenho usado perfeitamente Silvia + Porlex manual e em alguns casos até prefiro o Porlex ao Rocky. Se vc quer um moinho pau pra toda obra e que se saia bem no espresso, compre o Porlex mini. Ele é infinitamente melhor que os da Hario. Se vc optar por Porlex Mini + Gaggia Twin, não terá nenhum problema e o moinho te atenderá perfeitamente...espressos perfeitos no porlex De acordo com o seu orçamento e sugestão, siga com a Twin mas opte pelo Porlex Mini. Valeu
  6. Engraçado, só bebo coado a 10% (20g/200ml) Acho que se não me engano o fogo tb. Voltando ao assunto do tópico, achei que os primeiros café do leo estavam melhores que estes últimos... Valeu
  7. Marcio, como está o andamento desse Monte Verde? Já podemos fazer o pagamento? Alguma previsão de envio? Obrigado
  8. Já tem moinho? Sem moinho vc não conseguirá fazer muita coisa...estará limitando o uso da máquina... Valeu
  9. Utilizo uma moagem grossa, não tanto quanto french.Bem mais grosso que pra coado e menos do que pra french. É preciso nos testes observar tambem o tempo de infusão. Uso de 3 a 4 minutos antes de liberar o fluxo... Tem épocas que é meu método preferido de preparo... Valeu
  10. Leo, mais ou menos. Acho que sim, mas como as datas eram diferentes e não tomei ambos em um mesmo dia , não sei dizer se é inconsistencia mesmo. Valeu
  11. Marcia, o que manda é o sabor na xícara e não o crema. Crema é legal , mas desencana, nem sempre um crema bom te dará um sabor bom... Valeu
  12. Leo e amigos torradores, não tenho tido tempo de participar do fórum como gostaria. Tenho lido tudo aqui no fórum, mas não tenho tido tempo de postar. Leo, quando eu atualizei o Behmor para 220V (originalmente ele é 240V) ele mudou os tempos padrões de torra. Com isso o que no seu é 13 minutos, no meu modelo 220V pode ser 14 minutos.Então acho que não dá pra comparar muito. Outra coisa, só tenho torrado 250g, que são as torras que mais se aproximam de uma torra real (12 a 14 minutos). Os outros padrões nem torro porque no meu caso não funcionam. Como sei que vc gosta de torras de 1/4lb em 8 minutos em média, não tenho muito referencial para comparar ou trocar informações.Se eu torrar 125g não consigo nem deixar atingir o tempo de espera pra apreciar no espresso consumo em 3 - 4 dias. Valeu
  13. Acredito que a torra do Ercílio tenha ficado boa,olhando pela segunda foto.Está num ponto bem legal.Eu gosto de torra assim. É bom saber que ainda hoje, as informações que eu coloquei no começo desse tópico, ajudam os iniciantes e servem de referencia para alguns. Hoje em dia quase não tenho tido tempo de postar aqui no forum e estou torrando no behmor. A diferença do Behmor pra pipoqueira é tão grande que na pipoqueira parecia que eu conseguia melhores resultados... A pipoqueira eu já dominava, o Behmor ainda sou um aprendiz.... Valeu
  14. Rafa Rocks

    Moedores Tiamo

    Será que todos usam a mesma mó ou existe algum modelo com mós diferentes ( e melhores) .
  15. Não. Em vários casos no coado ficaria melhor.Agora eu não entendi a relação "Café ruim - Filtro pressurizado" pra ser melhor que o método coado...
  16. Rafa Rocks

    Has Bean

    Jaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaillllllllllllllllllllllllbreak!!! Acho que vou encomendar uns grãos nesse Has bean... valeu
  17. Vai depender se tem grãosdentro dele ou não. No meu caso por exemplo ajusto com o motor desligado, porque ele está sempre vazio, só coloco o tanto que vou usar no momento.Se tiver grãos nele, aí sim, não pode ajustar (afinar) com grãos entre as mós. Eu faço assim, ajusto a granulometria e depois coloco os grãos. Faço a moagem e se precisar, ajusto de novo, antes de colocar grãos, entendeu? Se vc só tem um tipo de café e encheu o reservatório, aí sim, deverá ajustar com o motor em funcionamento e consequentemente para cada ajuste,ocorrerá desperdício de um pouco de café. Valeu
  18. Pootz, depois que eu vi, essa chaleira que o Rodrigo passou o link é a que eu uso diariamente aqui em casa. Recomendadíssimo.Valeu
  19. Amigos, O lifestyle101 é fera. Só compro dele.Um dos melhores fornecedores de acessórios para café...Recomendado.
  20. Rodrigo, os preços são bons.A entrega (que vc paga por ela) é boa. Entretanto, enviam muitas vezes produtos já abertos e reutilizados. Não respeitam o Codigo de defesa do consumidor de 7 dias e sim estipulam 48 horas para trocas, reclamações e devoluções. Estou com um processo contra eles aqui em Goiania. Não me devolveram na época o valor que eu gastei num celular que em enviaram com o lacre rompido alegando que havia passado 48 horas do recebimento. Preferiram pagar um advogado para a audiência de conciliação pra me oferecer exatamente o valor que eu gastei?!? Ou seja na época poderiam ter me pagado o valor de volta. Não fizeram. É o tipo de empresa que espera pra ver se o cliente busca a justiça. Entrei com o processo. Pagaram um advogado, que chegou atrasado na audiencia, e não sabia nem quanto eu tinha gasto.Me disse apenas que estava autorizado a fazer acordo pelo valor que eu gastei, e quando eu perguntei pra ele de quantos reais era o acordo, ele nem sabia!!! Ridículo. Não teve acordo na audiência. Pedi o julgamento. Aguardamos o Juiz. Nunca mais compro deles por causa disso. Já comprei muito, hoje não compro mais. Valeu
  21. Não.Faço as torras começando com ele frio mesmo. Não faço torras escuras, por isso não vejo tanta necessidade do pré aquecimento. Valeu
  22. Amigos, acabei de ler essa matéria no IG. Originalmente ela é do New York Times. Bem Legal. http://economia.ig.c...ia-do-cafe.html Segue texto abaixo: Produtores tentam reescrever a economia do café Na Costa Rica, modelo de negócio garante lucro ao pagar produtores somente depois que o café for exportado, embalado e vendido aos varejistas nos Estados Unidos Kent Gilbert/The New York Times Café e bolo caseiro da loja em Monteverde, na Costa Rica Em 2005, Kenneth Lander, um advogado de Monroe, na Geórgia, se mudou com a esposa, enteada e os três mais jovens de seus sete filhos para uma fazenda de café em San Rafael de Abangares, Costa Rica. Segundo disse, ele sempre "gostou" da América Latina e, após férias na luxuriosa floresta coberta de nuvens nos arredores de Monteverde, em 2004, Lander se determinou a voltar de forma mais permanente. Ele também procurava mais equilíbrio na vida movida a trabalho. E assim, após comprar a fazenda de um cafeicultor conhecido na viagem anterior, ele se mudou de mala e cuia. "Parecia a Família Robinson", brinca Lander. "Nós simplesmente fomos embora." Na Costa Rica, Lander, agora com 46 anos, não precisava se preocupar em ganhar dinheiro. Ele recebeu uma bolada inesperada ao vender a subdivisão residencial de um lançamento imobiliário que ajudou a criar na Geórgia; o plano era continuar vendendo mais lotes e viver dos lucros. Assim, Lander cultivava café por diversão. Então, em 2008, aconteceu a crise financeira. O valor de sua subdivisão despencou e o empreendimento imobiliário ficou devedor. De repente, ele tinha de se sustentar como cafeicultor e, rapidamente, viu como aquilo seria difícil. Lander dispunha de apenas cinco hectares que produziam 2.700 quilos de grãos de café especiais por ano. Ele pertencia a uma cooperativa de "comércio justo", a qual garante aos produtores o preço mínimo, mas ganhava apenas US$ 2,85 do quilo revendido nos Estados Unidos por quase US$ 26,50. O lucro líquido era tão baixo que certa feita ele se viu reduzido a US$ 120, que tinham de durar duas semanas. "Eu estava no caixa do mercado pensando se compraria xampu ou um saco de arroz", contou Lander. Por que ele não recebia mais pelo preço final? Essa pergunta tem sido feita pelos agricultores ao longo da História, principalmente nos países em desenvolvimento, onde produtores de commodities como café e cacau muitas vezes vivem na miséria. Nas últimas décadas, um movimento mundial sob o amplo conceito do comércio justo vem tentando retificar esse desequilíbrio. Em troca do recebimento de preços "justos" pelos produtos, os agricultores do comércio justo adotam padrões trabalhistas e ambientais definidos por grupos de certificação, o maior dos quais é o Fairtrade International, organização sem fins lucrativos com sede em Bonn, Alemanha. Ele representa 1,24 milhão de produtores e trabalhadores rurais em setores que englobam café, bananas e mel. Porém, Lander começou a achar que poderia melhorar a ideia e deu início a um experimento. Empregando um torrefador que havia comprado durante a época das vacas gordas, ele começou a torrar seus grãos e vendê-los pelo Facebook a amigos nos Estados Unidos. Também abriu uma cafeteria, chamada Common Cup, em Monteverde, e começou a vender sua produção a turistas. Quando ficou sem grãos, ele se uniu a dois outros cafeicultores, Jorge Fonseca e Alejandro Garcia – que também tinham um café, o Colibri – e começaram a despachar volumes maiores. De repente, Lander estava ganhando dinheiro. Esse empreendimento ao estilo faça você mesmo levou à criação, em 2011, da Thrive Farmers Coffee, aberta por Lander com Garcia e Michael Jones, empresário de Atlanta. A companhia ainda não passou por grandes testes, mas foi construída sobre a ideia de que os agricultores, nas palavras de Lander, podem "participar do valor agregado enquanto o café é levado ao consumidor". Geralmente, os cafeicultores vendem os grãos verdes, não torrados. Nesse estágio, o grão recebe um valor baseado no mercado de preço do setor; em fevereiro, a média foi de US$ 3,37 por quilo de arábica, segundo a Organização Internacional do Café. O conceito de comércio justo oferece uma melhoria em relação a esse modelo, pagando o preço de mercado pelo produto, com o importante detalhe de garantir um preço mínimo – agora em torno de US$ 3,10 pelo quilo de arábica. Além disso, a cooperativa local que coleta e processa os grãos recebe um bônus, agora girando ao redor de 44 centavos de dólar, utilizado em serviços sociais, como bolsas de estudo e saúde dos produtores rurais e suas famílias. Teoricamente, um agricultor do comércio justo nunca perde, pois se o preço de mercado da commodity for mais alto do que o comércio justo, ele recebe o preço de mercado, com a cooperativa ainda embolsando o bônus. Porém, os compradores do comércio justo adquirem os grãos não torrados e os processos que aumentam o preço e o valor do café só acontecem depois. No sistema que a Thrive está tentando desenvolver, os produtores somente recebem depois que o café for exportado, embalado e vendido – a um preço bem mais elevado – aos varejistas. Se, por exemplo, o café foi vendido a US$ 16 o quilo, a Thrive divide os lucros meio a meio com os cafeicultores, que terminam, neste exemplo, com quase US$ 8 por quilo. Os produtores que trabalham com a Thrive precisam pagar pelos custos altos do beneficiamento e da exportação, mas Lander afirma que eles embolsam quase quatro vezes mais do que por meio do comércio justo, pois os custos de produção e a comissão da cooperativa estão inclusos. E a Thrive auxilia os agricultores formando relacionamentos para eles com as cooperativas e unidades locais de beneficiamento de café. A seguir, quando os grãos são despachados para os EUA, a Thrive assume a embalagem, torrefação e vendas. Em alguns casos, ela vende grãos verdes para torrefadores, sendo que neste caso o cafeicultor recebe 75 por cento do lucro. "Estamos ensinando ao produtor rural que ele não precisa abrir mão do controle do café. É possível acompanhá-lo por toda a cadeia de valor." O sistema da Thrive está entre um número crescente de modelos de negócios inovadores nos setores do café e do cacau, permitindo aos agricultores aumentar sua propriedade e margens de lucro. Um exemplo é a londrina Divine Chocolate, de propriedade parcial de cacauicultores de Gana, que recebem uma porcentagem dos lucros da empresa. A Pachamama Coffee Cooperative, empresa californiana, pertence a produtores da América Latina e da África. Depois que o café é torrado e vendido nos EUA, todo o lucro retorna aos agricultores. Essas iniciativas surgiram do comércio justo e buscam colocar o movimento numa direção mais voltada ao lucro. Paul Rice, presidente e principal executivo da Fair Trade USA, a organização sem fins lucrativos que certifica transações entre empresas norte-americanas e seus fornecedores, aplaudiu empresas como a Thrive, mas indagou: "Esse modelo é mesmo escalonável? Ele vai atingir milhões de produtores rurais?". Lander reconhece os desafios no modelo da Thrive e afirmou que existiam falhas enquanto ele e os sócios definiam o negócio. Dois grupos de cafeicultores da Thrive que não processavam o café segundo os padrões da Specialty Coffee Association of America, por exemplo, tiveram de reprocessar o produto. "É a primeira vez que se pede aos produtores para pensarem na qualidade. Agora, eles estão vendendo para o usuário final. Então, isso é algo que precisamos ensinar a eles." Carlos Vargas, diretor financeiro da CoopeTarrazu RL, cooperativa de café da Costa Rica, disse que o modelo de pagamento da Thrive, no qual os produtores precisam esperar até o café ser vendido nos mercados antes de receber, pode ser complicado para pequenos cafeicultores. "No fim, o agricultor recebe um preço bom, mas o problema é não existir o equilíbrio certo entre quando ele precisa do dinheiro e quando o recebe", alegou Vargas. Em 2012, a Thrive vendeu quase 150 mil quilos de café pela internet, a igrejas e lojas especializadas. O café é vendido por valores entre US$ 22 e US$ 27 o quilo. Segundo Lander, dos 625 produtores da empresa em Costa Rica, Honduras e Guatemala, 480 receberam sua parcela nas vendas de café. Os restantes deixaram o café em consignação com a Thrive no final da safra, assim seu produto ainda não chegou ao mercado. Quanto ao seu bem-estar, Lander contou que desde que a Thrive obteve investidores anjos no final do ano passado, ele vem recebendo um "salário conservador". E acrescentou: "Nunca estive mais feliz ou realizado". E ele não tem problemas para comprar xampu.
  23. Eu recebo os cafes do leomoço com mais de 10 dias de torrado aqui em casa (Goiania). Já me acostumei com isso. Particularmente não gosto de demora pra enviar, acho desnecessário vários dias só pra separar e enviar.Entretando como normalmente compro cafés crus a demora não me importa, esse problema ocorre mais com cafés torrados. Cada um tem sua logística e capacidade, precisamos entender isso e o Leo disse: "não divulgamos compromisso de entrega(ex. 3 dias após a torra), apenas informamos a cada semana o dia de cada torra...O que nos comprometemos é com a qualidade do produto e da torra." Compromisso com a qualidade e não com a rapidez da entrega. Com certeza o Leo está colocando isso aqui como um feedback e dando uma satisfação ao seu público consumidor.
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