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Tudo que José Cal Neto postou
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foi. Até agora, as três vezes que comprei de lá chegaram direto. Dessa agora arrisquei e em vez de 3 pacotes, pedi 4. Pelo menos o frete ficou mais barato que os cafés dessa vez e me senti comprando café, em vez de envio.
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mundo novo. Esse é o caconde? Natural (bastante película na foto)? Agora vou ter que decidir qual café importado torrar. Acho que talvez o da Iondonésia, que nunca tomei. Dos 4 que comprei acho que é o mais pedestre. Vamos ver...
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Ah, muleque!
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Lembrei de outro artigo interessante que li há pouco sobre educação superior no Brasil. Fala que o clichê que os pobres estudam em escola pública e depois em faculdade paga e os ricos em colégios pagas e universidades públicas é falso! Não é achismo, mas baseado em dados concretos. O interessante é que a grande divisão entre ricos e pobres está nos cursos. Dá os exemplos marcantes de licenciatura em letras vs. engenharia com os dados econômicos correspondentes para confirmar que os mais pobres não aparecem nos cursos que dão um rendimento maior após sua conclusão. Esse fenômeno é parecido nos EUA. Ou seja, qual o valor para o país de produzirmos a rodo sociólogos, enquanto o país tem que importar a peso de ouro gente de engenharia de petróleo (conheço vários aqui no Rio)? Aí vai o link pro artigo, muito interessante e curto: http://oglobo.globo.com/sociedade/os-ricos-da-universidade-13788749
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Qual o grão no seu moinho HOJE (ou café na sua máquina, coador, aeropress etc.)?
José Cal Neto respondeu a um tópico em Café Torrado
fiz agora o primeiro duplo com a torra do etíope. Ficou bom. Bem ácida. Em parte porque saiu quase um ristretto. De qualquer modo, no expresso acho bem legal o africano oriental.- 8.510 respostas
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discordo de várias ideias manifestadas no texto. Começa com a ideia de que "o ensino não era um direito de todos", O ensino básico É um direito de todos, por lei. Pais são obrigado a matricular filhos nas escolas. Isso é diferente dos EUA, por exemplo, onde é possível ensinar o que você quer ao seu filho em casa (home schooling). O bordão do atual governo de que faculdade é um direito de todos ajuda a reforçar a ideia. Não vamos esquecer que, mesmo nos países ricos, a percentagem de quem tem ensino superior não é alta (nos EUA é ligeiramente abaixo de 30%, para se ter ideia). Isso faz sentido. Há muito mais demanda por empregos que não exigem diploma do que o contrário. A parte no texto em que a aluna também diz que "o ensino devia ser universal", agora criticando provas de entrada para a universidade também me parece bem equivocada e parece apoiar a minha afirmação de que o que o governo queria mesmo é uma loteria para entrar na universidade. O curioso é que ninguém acha que vai conseguir cantar como o Pavarotti ou correr como o Bolt (não o do Miyamoto, o da Jamaica) simplesmente se esforçando o suficiente. Há nesses campos uma clara noção de que há limitações externas, mas quando se fala em capacidade intelectual, não. Fica a ideia de que qualquer um pode ganhar a medalha Fields. Eu nunca imaginei que pudesse ganhar. Não porque era mais pobre que meus colegas (era e ainda sou, por muito), mas porque claramente não bastaria esforço, mas talento. Não me senti ou sinto inferior por isso. Também nunca me vitimizei. Tentei ir até onde dava. Foi bem difícil achar o limite, mas aqui estou. O João Moreira Salles, um documentarista renomado, escreveu um texto muito bom sobre ensino superior no país. Achei agora um texto mais recente dele em que fala de novo o que me impresionou (atentem para a parte PESADELO): (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/il0606201005.htm) Lembrem-se que é alguém de humanas falando, não eu.
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30g é no coffee for old men. Uma das receitas campeãs, que costumo seguir, fala em 18g.
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eu não era professor na época, mas foram uns 7 anos sem nenhum aumento para o funcionalismo público federal, de um modo geral.
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Vendo torrador de café GTTC1 - Deu a louca no patrão :)
José Cal Neto respondeu ao tópico de Guilherme Torres em Classificados
imagino que gatos gostem mais de periquitos do que da ração deles. -
Qual o grão no seu moinho HOJE (ou café na sua máquina, coador, aeropress etc.)?
José Cal Neto respondeu a um tópico em Café Torrado
qual foi a perda? O FAF 322 eu estou tentando fazer pra coado. Se bem que acho que uma torra que eu goste de expresso teria que combinar a minha pra coado com uns 10% de uma dessas de 16,8%. Muito trabalho.- 8.510 respostas
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o Enem, amplamente defendido pelo PT como algo incrivelmente inovador (?), é cópia do SAT americano, que está longe de ser um bom exame de acesso. O Enem a meu ver foi o mais perto que o governo conseguiu de se faze ruma loteria para entrar na universidade (como já é o caso em todas as escolas agora, mesmo as privadas). Onde eu sei que se comparou entrantes via enem e via vestibular próprio (PUC, na matemática ao menos), a nota do enem não tinha praticamente correlação com a performance do aluno, enquanto a do vestibular deles tinha. Ou seja, funcionava como um sorteio na prática.
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Qual o grão no seu moinho HOJE (ou café na sua máquina, coador, aeropress etc.)?
José Cal Neto respondeu a um tópico em Café Torrado
tomei agora um duplo com uns 20% de faf 322 e 80% de bob-o-link, de 16,8%. A torra do bob-o-link vai ter que ser em menor proporção pra não amargar. Acho que no máximo 50%. Enfim, vivendo e aprendendo.- 8.510 respostas
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acho que não é superficial não, tem diferença grande entre escuros e claros, mas isso não quer dizer que vai ser ruim. A mistura pode dar uma certa complexidade na bebida. Afinal, uma extração tampouco é homogênea: início mais ácido, final mais amargo. Idem para blends de expresso, por exemplo, onde se misturam grãos mais ácidos em menor proporção para fins de complexidade.
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oi, Burny, o PT, o Lula, especificamente, foi eleito justamente na esperança de que melhorasse a condição de vida da classe mais pobre. Até certo ponto, até fez isso. Se você comparar o gasto com bolsa família etc deles com os do PSDB de antes, vai ver que houve um aumento muito grande. O negócio é que o país tem problemas muito sérios nas áreas básicas de saúde e educação. Não é nada fácil mudar isso. É verdade que manter o povo doente e burro interessa a uma classe política cleptocrática, mas não é preciso nenhuma conspiração pra isso: resolver o problema é muito difícil. O país mais rico do mundo (EUA), tem uma educação básica péssima e uma saúde sofrível, se comparado às outras nações ricas. O PT até foi além, "incluindo" a classe mais baixa em toda a administração pública. Isso é aparelhamento do estado. É claro que todos faziam isso antes. O Lobão, meu querido, é o que? Agora, o aparelhamento com gente da "elite branca" era bem mais eficiente do que com a gente "trabalhadora", como estamos tendo a oportunidade de ver. Ambos me parecem igualmente corruptos, outro problema seríssimo do país (o mais sério a meu ver). Ninguém quer toca na educação básica, um abacaxi. Falta muito dinheiro, mas também falta no funcionalismo público em geral, qualquer sentido de responsabilidade. Punir alguém por qualquer desvio no Brasil é praticamente impossível.
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Hario a preço imperdível (filtros, porta-filtros, bule)
José Cal Neto respondeu a um tópico em Buscafé
o seguro desses serviços de pagamento não costuma incluir frete (a não ser que seja algo do tipo "frete grátis", imagino).- 893 respostas
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Essa classe média americana foi basicamente criada a fórceps, depois do Civil Rights Act e as várias ações afirmativas, que por aqui só agora estão aparecendo. O país é infinitamente mais rico e isso talvez gere uma percepção de que negros estão melhor por lá, mas dá uma olhada nisso: O net worth mediano de uma família negra americana é de menos de 5 mil dólares, enquanto o de uma branca é mais de 110 mil!
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Hario a preço imperdível (filtros, porta-filtros, bule)
José Cal Neto respondeu a um tópico em Buscafé
Verdade, Anita. Vi agora. É que se eu for ler todos os posts do Miyamoto não faço outra coisa da vida Decidi há tempos que só vou ler os que são de número primo, em homenagem ao Artur Ávila, que é amigo de uma amiga (eu conheci ele há um tempo).- 893 respostas
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a Índia tem os intocáveis (dalit), nós os invisíveis. Agora, não acho melhor o racismo americano. Aqui as pessoas têm vergonha de ser racistas. Isso prova que há um certo consenso de que não é certo. Aqui se excluiu historicamente muito menos gente que nos EUA, por conta até dessa visão de quem é branco e quem não é. Um outro dado que impressiona é a percentagem da população com ao menos 10% de genes "negros" (novamente, oriundos de populações originais africanas, vs. a dos colonizadores europeus): nos EUA é em torno de 11%, que é a percentagem da população negra deles. Aqui é da ordem de 80%! Note que isso também dá uma ideia de quão pouca miscigenação houve por lá. Não vamos esquecer que a Mariah Carey é parte desses 11% (aqui ela é loura).
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Hario a preço imperdível (filtros, porta-filtros, bule)
José Cal Neto respondeu a um tópico em Buscafé
esqueceram de mim: tem que fazer cadastro online para ver esses produtos e preços? Não vi nenhum link. Só promoções e não tinha essas coisas todas.- 893 respostas
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isso tem um nome: classismo. Veja bem, não vou dizer que não existe racismo no Brasil. Quando a Zezé Mota, atriz renomada, era impedida de subir no elevador social de algum lugar, é porque era negra, já que não era pobre. Só não temos um histórico como nos EUA, onde quase todos os estados tinham leis proibindo casamento "inter-racial", por exemplo. Para quem não sabe, durante a segunda guerra mundial, o exército americano era segregado. Em particular, no front em caso de ser necessário fazer uma transfusão, não se dava sangue de negro para branco (podem conferir!). A segunda guerra foi inclusive um marco importante para os EUA. Os absurdos racistas dos nazistas foram tão chocantes e ganharam de tal modo o foco mundial, que os EUA explicitamente (podem conferir também) resolveram tomar medidas para que não fossem vistos externamente de modo negativo em relação a esse assunto. Mesmo assim ainda precisaram de uns 20 anos para passar o Civil Rights Act, que foi a grande pá de cal no racismo institucional. O que eu acho que contrasta muito no Brasil é que a nossa visão própria é de sermos um povo super generoso. Me lembro que na Alemanha me impressionava como arrogância de modo geral não era visto de forma tão negativa como me parecia ser vista aqui. Me pergunto se o que choca o Burney em parte não é isso. O brasileiro nesse aspecto é extremamente arrogante. Não me canso de me aborrecer ao ver os carros-tanques de hoje em dia não somente parados no meio da calçada de onde moro, mas não raro com as portas escancaradas para que ninguém passe. E ai de quem reclamar. É "grosso", "deselegante". Também me lembro como me impressionou na mesma Alemanha e outros lugares da europa como garçons pareciam ser "iguais", enquanto aqui eram (são) tratados como uma sub-classe. É praticamente impossível um comensal se identificar com um garçom no Brasil.
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Acho curioso como a informação que aprendemos na escola sobre escravidão é filtrada. Quando morei na Alemanha, fiz um curso de ciências políticas e me lembro quando foi falado que havia uma componente cultural importante na escravidão negra nas Américas. Haveria (não confirmei o que foi dito, daí o tempo verbal) escravidão interna nas tribos "exportadoras" anterior ao tráfico para as Américas. Isso me pareceu bastante razoável. Muito mais fácil manter um regime de escravidão assim do que escravizar os tupi-guaranis, por exemplo, que me parece não conheciam a escravidão. É claro que uma vez estabelecido uma empreitada escravizadora, as engrenages do negócio ganham muita força, mas enfim. Esse é o tipo de coisa que é praticamente proibido de se falar aqui, mesmo se for verdade. Note que não implica de modo algum em nenhuma inferioridade de qualquer parte (ok, moralmente falando sim, mas do escravizador). Se é para entender o que houve e como é que a banda toca, é importante atentar para esse tipo de detalhe.
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que mão safada! Imagino que outras coisas ela não faz...
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Qual o grão no seu moinho HOJE (ou café na sua máquina, coador, aeropress etc.)?
José Cal Neto respondeu a um tópico em Café Torrado
Ocaso, café sustenible. Torra velha, já moído e feito na cafeteira elétrica. Apesar de não ser muito fino, fiz 10 xícaras com 8 medidas do Hario V60, o que "travou" a cafeteira. Tive que mexer com colher. Ficou ok. O café não é o melhor colombiano que já tomei de longe, mas é bom pra variar (e melhor que o PIlão que tava aqui). Minha colega de sala achou ruim, salgado. Meu colega gostou. A vida como ela é.- 8.510 respostas
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José Cal Neto respondeu a um tópico em Buscafé
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José Cal Neto respondeu a um tópico em Café Torrado
tinha curiosidade de tomar de novo o Terroá. Comprei há meses uma única vez. Foi o Vento Norte e também um micro-lote broto. Acho que não gostei muito no expresso, mas coado sim. O preço é que é alto e o frete também. Acho que vai ficar só a lembrança mesmo.- 8.510 respostas
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