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José Cal Neto

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Tudo que José Cal Neto postou

  1. um colega meu hoje apareceu de cabeça raspada e cavanhaque. Pensei em leucemia, mas era só fetiche mesmo.
  2. Garanto que uma ao menos todo mundo vai responder igual.
  3. We’re all very impressed with your life choices. Look at you, you hipster you. You have the setup at home, you’re on first-name terms with your roaster, you know which cafes are worth their salt. You look down on all, as you should.
  4. mistério... Burny, eu torrei o caconde pra coado. Estou tomando agora um expresso triplo com uma torra anterior dele. Na verdade, misturei uma das primeiras com a do perfil do Guilherme, que é mais ácida. Vou fazer outro triplo. Tô cheio de café torrado agora.
  5. Fala pra ele postar aqui a curva. Retórico meu post, já que ele deve estar lendo essas linhas... Tô cheirando a xícara vazia onde tava o caconde aeroprensado. Muito bom o cheiro. Aí vejo também se acertei a torra.
  6. eu agora estava embalado. Como tô cheio de café pra tomar (as torras subótimas da adaptação), tomei dois cacondes velhos (i.e. 4-5 dias) no expresso, seguidos de uma AP 12/150 de Unique Orgânico da torra da PopFun para comparar com o F1 e agora arrematei outra AP com caconde, da tentativa mais recente. Os expressos ainda não estão grandes coisas, mas o caconde da AP ficou muito bom.
  7. Tô tomando agora uma Aeropress 12/150 com o caconde mais recente (o do último perfil, com perda de 14,7%). Mais cedo, no Hario, achei ainda meio sem graça, mas agora com a temperatura mais baixa, estou achando muito bom. Isso que terminei de fazer outra AP com o Unique Orgânico que tinha torrado na pipoqueira pra comparar (e ficou ótimo). Ou seja, o último café que tomei tinha sido excelente. Bem, achei uma curva boa pro caconde e que talvez sirva até como base para todos. Acho que poderia até ter tentado um 1C com temperatura um pouco mais baixa, quiçá 210-215 em vez dos 220. Ou talvez ter esticado um pouco mais a fase pré 1C, já que o Caconde é bem doce e daria pra sacrificar um pouco de doçura em troca de um outros aromas. Resumindo, aos futuros proprietários do F1: pode testar essa curva com Caconde na Aeropress que é show!
  8. folgers, maxwell house eu achava um horror. O melhorzinho desses de supermercado era o café bustelo.
  9. Eu uso um escorredor de macarrão de metal pra resfriar. Acho que é um pouco melhor que essa travessa. Visualmente está ok pra mim. Eu também não ligaria pro amassado. Nem tentaria desamassar. Não influindo na torra, por mim estaria de bom tamanho (e parece ser esse o caso). Enfim, bem-vindo ao clube dos torradores. Depois pede a dica pro Sérgio de como ligar um arduino nele que você fica com mais opção (pelo que me contaram, só tem umas poucas torras fixas pré-progamadas de fábrica, não é?).
  10. devem ser as abreviações: BT = bean temperature, OCR= optical character recognition. Supostamente você pode usar um termopar ligado a um multimetro, por exemplo, e mirar a câmera no display. As temperaturas vão sendo registradas pelo programa. Como meu termopar deu revertério, não cheguei a tentar. Não sei se foi o cabo ou o que foi. Esse não é o termopar do torrador, mas o que veio com o meu multímetro e eu usei uma vez pra medir a BT (agora já sabe).
  11. Nossa, 10 segundos? Não ficou crú? Eu imagino que o Behmor tenha similaridades com o GTCR-F1. Já provou a torra ou ainda tá quente? Põe no freezer que em uns 12 minutos já dá pra coar.
  12. O roastlogger tem as duas opções, se não me engano. Eu uso Celsius. Era mais para perfis e dicas mesmo. Kaffee-netz então.
  13. Bem, vamos lá. AP do Unique Orgânico de uns 5 dias que deu 15% de perda no F1. Fiz na proporção 12/150. Ainda não tá ótimo. Amargou um pouco, mas em breve já vou acertar a mão.
  14. realmente o desenho é bem bonito. Mas eu já tenho minha caneca branca genérica. Sem falar que o frete é metade do preço da caneca, que já não é tão barata assim... Acho que vou usar o dinheiro pra comprar café verde. Mas parabéns pra quem comprou. Uma bela caneca.
  15. O único café que tomei em padaria em São Paulo foi igual aos do Rio: ruim (pior que Starbucks). Agora, aqui no Rio, mesmo se você for no Armazém do Café, que até vende um grão bom, vai tomar um expresso bem ruinzinho. O incrível é que eles conseguem fazer isso com o mesmo grão que vendem. É o pior marketing que há: você vende um grão bom, mas prepara ele tão mal que alguém que experimenta o expresso nunca pensará em levar um pacote. Mas enfim, se não fosse assim, não teríamos até tópicos sobre onde achar um bom café em cada cidade (aqui no Rio, se não me engano, são uns cinco lugares - certamente menos de 10).
  16. Eu terminei usando a versão que o Guilherme me mandou zipada. A que instalei não estava com os parâmetros acertados (quem é quem, por exemplo, T1/T2 e quem é que é usado pelo arduino). A que eu baixei até era mais recente, mas não tive paciência de ver o que tinha que alterar pra funcionar. Burny, você conhece algum site alemão de torradores? Pelo menos lá os graus vão estar em Celsius.
  17. Isso aí, Burny, confirmo as palavras do Guilherme. Os estalos se ouvem fácil no F1 e tanto 1C como final da torra são marcados automaticamente, desde que você aperte os botões correspondentes. Tem botão também para final do 1C e inícoi/final do 2C. Já vi uns gráficos com marcação para final da fase de desidratação, mas não sei como fizeram isso (ou se era outro programa).
  18. Pensei nisso, mas acho que talvez ficasse até com mais oscilações. O que eu ainda não mexi foi em uns parâmetros que controlam o algoritmo. Ainda não li nada a respeito. Na verdade, essa parte do pid do roastlogger quase não é documentada. Não está no manual pdf, por exemplo, só no site. Automatizar a torra toda vai ser sempre complicado, já que o 1C não virá sempre na mesma hora. Eu ainda acho que a forma mais robusta é via ações, controlando a potência e dizendo o que fazer após o início do 1C. Se eu conseguir alguma coisa nesse front eu posto aqui.
  19. Oi, Burny, tem como usar o PID pra programar tempos e rampas. Podia ter dito algo como 150C por 300 segundos rampa de 150 a 210 em 180 segundos rampa de 210 a 220 em 240 segundos o negócio é que aí a temperatura fica oscilando mais do que se for na mão, como fiz (de novo, os vales foram algum revertério do termopar). A coisa ficaria mais legal usando ações, outro modo de programa. Aí você diz temperatura e potência. Acho que pra isso eu deveria ter anotado as potências que usei ao longo dessa torra. Com ações você até pode dizer o que fazer depois do 1C (e.g. abaixar a potência para 70%). De qualquer modo, acho que pretendo ficar fazendo na mão até conseguir bons resultados. Se tiver paciência depois eu tento uma torra com ações baseada numa torra boa.
  20. Oi, Igor, se essa torra ficar boa, já vai ser um grande passo. Pelo menos pra torrar o caconde . Fiz uma torra bem básica. Acho que se prestar, vai servir para várias outras. Pelo menos pro meu gosto. Ah, uma coisa que notei agora ao cheirar o café no vidro. Pela segunda vez eu noto um cheiro de menta! Estranho isso. Nunca tinha notado antes no caconde ou outro qualquer. Será que estou à beira de uma sinestesia?
  21. Dessa vez eu resolvi fazer um template para ajudar na torra manual. O chato é que não dava só pra colocar os tempos importantes, tive que copia um outro e fazer interpolação para ter temperatura a cada 5 segundos. Como fiz no Excel, foi ok. Tentei uma torra bem básica, mantendo a temperatura constante nos primeiros 5 minutos pra garantir que o interior do café atinja os 150C e daí subi rápido pra uma temperatura mais alta. Bem, aí vai a imagem das duas curvas. A linha tênue é o template e a mais grossa a torra. Os vales acentuados foram algum erro na leitura. Às vezes a temperatura caia para um valor negativo, mas logo voltava ao normal. Meu termopar do multimetro é que só funcionou na primeira vez. As outras ficou sempre parado e em 28C, mesmo dentro do forno! Enfim, a cara do café ficou ok e a perda também: 14,7%. Como fiquei com medo de queimar, só deixei em torno de 1:30 dentro do 1C. De repente hoje depois do jogo da França eu experimento. Jà deve ter esfriado até lá. Ah, talvez não tenha ficado claro pra quem ainda não usou o roastlogger. Eu fiz a torra toda controlando a temperatura na mão. Daí a importância de ter essa outra curva do template pra me guiar. À medida que a curva da torra em tempo real se descolava do modelo, eu corrigia com o botão da potência. Enfim, a torra como ela é.
  22. O Tom da SweetMaria's falou tudo quando falou que infelizmente os piores cafés que tomou foram nos países produtores. O café da Starbucks é meio ruim, mas bem melhor que o chafé dos EUA dos anos 70 (você ainda acha eles nas delis em NY ou no México em qualquer lugar). Gostei da mulher que se refere ao coador como meia e torra como torração. E a que diz que o café de padaria em SP é muito bom? Eu sou preconceituoso, confesso. Acho essa repórter (a loira de Brasília) muito nada a ver, com seus comentários Casa Grande e Senzala (sempre mirando na casa grande, claro).
  23. Oi, Bernardo, obrigado pela contribuição. Eu diria que não gosto de torras tão escuras assim. Só também não sou muito fã das muito claras. Acho que 14,5% de perda pra mim é um bom número. Vou ver se torro de novo hoje depois do jogo da Argentina. Vou tentar agora pré-aquecer a uns 100 º, levar a 150 em uns 4-5 minutos e ver se depois aumento até uns 210 e espero o 1C. Se demorar muito, paciência, pelo menos aprendo alguma coisa.
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