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Rodrigoks

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Tudo que Rodrigoks postou

  1. Rodrigoks

    Has Bean

    Congelar rejuvenesce cafés? Comprar verde também é uma opção, mas vale arriscar também no torrado, penso eu. É quase obrigatório provar cafés de torrefações de ponta, como a Square Mile. Mesmo no meu caso, que demorou 34 dias (poderiam ter sido 27, não fosse eu não estar em casa na primeira tentativa), os cafés ainda denotavam bom sabor e torra muito bem feita.
  2. Parabéns, Gilberto! Comprou zerada ou encarou um leilão? Só pensei nisso porque você tem acompanhado bastantes leilões, então pensei que fosse uma possibilidade...
  3. Rodrigoks

    Has Bean

    Tá na minha lista, Leo. Outro dia até ia encomendar na lojinha deles da tanlup, mas quando me deparei com frete mais caro que o café pra 250g, acabei desistindo.
  4. Rodrigoks

    Has Bean

    Não tenho a mesma experiência de muitos aqui, mas o café que mais gostei até hoje, ou pelo menos o que me deixou uma memória muito positiva, foi o Frutado ao quadrado do Leo Moço. Até porque os internacionais que já provei me chegaram um pouco "idosos", então talvez não pude experimentá-los no auge.
  5. Claro que no vídeo acima o cara queria apenas demonstrar a capacidade do produto, mas a demonstração não faz jus à capacidade desses mixers de texturizar leite corretamente, já que o excesso de bolhas é imprestável para cappos e lattes. Abaixo, leite com uma textura muito mais adequada.
  6. Bonitos shots, especialmente para os primeiros. Ambas as extrações estão tendendo a começar no padrão donut, pelas bordas. Uma WDT pode melhorar isso.
  7. Lembrando que uma coisa é a caldeira, outra é a caldeirinha ou trocador de calor. O surfing que o Bernardo sugeriu serve pra vaporizar com bastante pressão sem ter que necessariamente manter uma pressão de caldeira alta demais. Aumentar a pressão da caldeira é bom para vaporizar, mas tem o efeito colateral de aumentar a temperatura na caldeirinha (trocador de calor), que é de onde a água da extração vem, o que pode exigir flushs longos pra acertar a temperatura.
  8. Corretor é f*#$@ mesmo, né? Ou me explica, Gilberto, o que é "orçando a bomba"? A propósito, comprou num desses leilões?
  9. Uma dica seria o Gilberto, que é chegado em um faça-você-mesmo, construir um termofiltro e começar a estudar o comportamento térmico da VFA. Já que a temperatura de extração depende muito do barista em uma HX, seria muito conveniente ter essa ferramenta, até pra saber se precisa de um ajuste ou outro. Quanto ao pressostato, de repente está meio desregulado.
  10. De olho, o grupo é bem parecido com o que equipa a Casadio (não é E61).
  11. Estranho esse filtro duplo, até parece a descrição de alguns filtros pressurizados.
  12. Interessante que as torras dos blends da Coffeelab que já provei, caso se julgasse apenas pela cor do grão, daria pra dizer que é uma torra se aproximando de um Full City. Moendo, se revela mais clara. Também jamais identifiquei gosta de cinza. Claro que não foram tantos pacotes assim, mas aparentemente eles tomam bastante cuidado no procedimento. E cobram bem por isso, rsrs. Na pipoqueira, rola sempre o contrário. É moer pra ficar mais escuro. Por isso que estou por abandonar o método. Ele é legal e é um ótimo aprendizado, mas tem limitações. Quando puder, vou comprar outro torrador. O problema é que quero tantas coisas: máquina, torrador, moedor...
  13. Não, parece que a caldeira é de 2 litros mesmo. E, Gilberto, pra mim é uma evolução em vários sentidos em relação a Twin. Em vaporização a diferença deve ser assombrosa, e em estabilidade de temperatura também. Claro que lidar com a temperatura de uma HX exige uma certa curva de aprendizado, bem como do projeto térmico da máquina, mas acredito que o potencial pra shots melhores é muito maior nessa sua máquina nova do que na Twin.
  14. Sem dúvida. Parece-me que seria bem interessante o forno poder ser entregue com e sem esse opcional. Com ele, o forno sobe de categoria. Estive lendo sobre a questão da ventilação no Quest, e não sei até que ponto os mesmos princípios se aplicam, pois algumas coisas são um pouco diferentes nesse aspecto, como a câmara de torra (cilíndrica no Quest, de paralelepípedo no Philco), fora a questão de manejo de película. De toda sorte, o uso da ventilação forçada acelera (1) a absorção de calor pelos grãos e notadamente (2) a troca de calor entre a massa do forno e os grãos. Neste segundo aspecto é que acho que a ventilação se torna interessante, especialmente na entrada do primeiro estalo, quando for o caso de acelerá-lo, e também no freio controlado da torra entre o primeiro e o segundo estalo (ou aceleração mais eficiente), sendo o caso. Enfim, é uma maneira de poder tirar proveito da massa térmica do forno como recurso adicional de torra. Uma dúvida que eu tenho no uso desse Philco é o seguinte. Salvo engano, o Guilherme fez independente o acionamento das três resistências do forno. Isso poderia funcionar como uma modulação de potência do forno que, aliada ao PID, regula a transição entre os patamares de temperatura, é isso? Acho um recurso bem útil se for assim. PS: Feliz Aniversário!
  15. Disponha, Mario. Se puder, filme desde o início do procedimento, quando colocar a máquina em modo de vaporização.
  16. Mario, você tem condição de filmar o que acontece pra nos mostrar?
  17. O pessoal da Has Bean dá diretrizes parecidas, recomendando a fórmula da tríade: -um café encorpado -um café doce -um café ácido A acidez seria o contraponto da doçura, e o corpo é a liga que "ata" todo o conjunto. Eventualmente, alguns cafés doces são também encorpados, de modo que o elemento de corpo pode ser modulado conforme a necessidade. A sugestão da HB é começar com três partes iguais dos 3 elementos acima e depois mudar a receita a partir da prova.
  18. Tampouco eu sou capaz, Leo. O melhor que posso dizer é que gostei do blend. Se tirassem algum grão dali eu notaria? Provavelmente não. O que posso dizer é que especialmente no cappuccino ficou diferente dos demais cafés que já tomei. Diferente para melhor, parecia haver até um terceiro ingrediente na bebida que não café e leite. Interessante é que quando coloquei na descrição que havia sete grãos no blend, o fiz mais com a intenção de descrever o produto. Nem havia dado muita importância ao fato de serem sete grãos, tanto que da primeira postagem escrevi que eram cinco, e depois corrgi para sete. Daí o tópico ficou vivo e enveredou pra onde quis!
  19. Talvez a questão dos sete grãos não seja atingir só balanço, mas complexidade de sabor. Inicialmente eu pensei exatamente como você: isso aí é um blend surpresa e no Coffeelab estão aproveitando partes de diversas sacas de café diferentes que eles devem ter armazenadas por lá. Depois, pensando mais um pouco, mudei de idéia. Por que o barista colocaria o nome dele, arriscando quem sabe o futuro, em um blend tapa-buraco? Acho que é gosto pessoal mesmo, quiça pesquisa. Acho que não devemos nos limitar a números. Nos vinhos de corte, por exemplo, a maioria das misturas se dá com duas ou três uvas diferentes, tal como nos cafés. Mas cortes famosos como o Châteauneuf-du-Pape utilizam até 13 uvas, por exemplo. Os franceses estão errados? Há Châteauneuf-du-Pape medíocres e vagabundos, bem como outros famosíssimos e caros. Acho que a comparação cai como uma luva aqui.
  20. Já conheço, gosto e recomendo. Muito didático.
  21. Parabéns, Guilherme. Legal seu projeto de degustação de café com os familiares. Vai fazer tudo no espresso? A Gaggia vai fumar, kkkk.
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