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Mostrando conteúdo com maior reputação em 08-07-2023 em todas as áreas

  1. Trago alguns pontos sobre este moedor: - moagem bem macia na mão; - para moer, em regulagem média, 22g (mais ou menos a capacidade da parte de cima, no copo cabe mais), leva uns 55 segundos; - achei a construção bem decente, para rosquear o copinho devem dar umas três voltas, fica bem seguro... - não é lá muito confortável este relevo para ajudar na pegada, mas nada demais, aqui inseri aquele acessório da 1zpresso; - achei ótimo para levar na mochila, para o trabalho, é pequeno e discreto. - sobre a moagem em si, testei na Clever e percolação direta, percebi bebidas limpas e com sabor ressaltado, em um dos usos até aqui testei com uma torra bem desenvolvida, e ainda assim não senti prevalência de amargor, mesmo com variáveis a apontar para isto. No cotidiano, me pareceu bem consistente, com moagem uniforme. Para coados, achei uma boa pedida!
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  2. Basicamente a Gaggia é construída com maior qualidade, porém tem menos funções. O vapor é mais forte, o filtro é 58mm... consegue fazer um espresso melhor, mas é uma experiência analógica. A Oster tem controle volumétrico, controle de temperatura, moedor integrado, acessórios incluídos etc, mas não consegue chegar no mesmo padrão que uma Gaggia bem operada (ou modificada), e definitivamente não vai ter a mesma longevidade.
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  3. Olha, tem uma lista imensa de fatores que podem ta influenciando no seu café, e resultando nessa acidez intragável, já passei por isso. Demorou um longo tempo para eu domar o espresso, e ainda hoje erro as vezes. Outro ponto é que como você falou que seu paladar esta acostumado com o cafe mais tradicional, que nao tem acidez nenhuma apenas amargor, como voce falou, colocar o açucar no cafe e tal. Com os seus equipamentos, com certeza da pra tirar bons cafés. Sugiro ir a boas cafeterias que voce possa comprar o grao deles, experimentar o espresso que eles tiram la, e tentar replicar em casa, ir mudando as variáveis ate chegar onde agrada o seu paladar.
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  4. @regisassao, Existem dois pontos que fazem ser muito difícil esse aquecimento rápido / manutenção da temperatura, mesmo com potência térmica superior ao necessário. O primeiro é que as caldeiras normalmente não são isoladas termicamente, então uma parte da potência / calor é desperdiçada para o ambiente. Mas isso não é o mais crítico. O segundo ponto que é o crítico. Que é o coeficiente global de troca térmica (capacidade de absorção de calor do sistema), não adianta ter apenas a potência térmica liberada elevada, se a capacidade de absorção é baixa. E isso é uma das limitações do formato das caldeiras, elas tem diâmetros razoavelmente elevados (quando comparados a serpentinas de cobre por exemplo) e nesse formato a resistência térmica da água acaba sendo muito elevada (diâmetro elevado e baixa velocidade / turbulência) diminuindo muito o coeficiente global de troca térmica. Em outras palavras, a caldeira funciona como uma panela, vai esquentando pelas bordas mas na região central ainda demora muito pra chegar ao mesmo nível de temperatura (efeito do baixo coeficiente de convecção). Neste tipo de sistema você sempre terá um atraso na resposta da temperatura com relação a liberação de potência. Um exemplo contrário é o thermoblock utilizado em algumas máquinas, que tem um aquecimento praticamente instantâneo (sem necessidade de grandes potências). Este sistema usa serpentinas de diâmetro reduzido (ou outro tipo de passagem estreita) onde a água escoa em alta velocidade, estes dois fatores contribuindo para um alto coeficiente de troca térmica. A desvantagem é a necessidade de um controle mais fino / ativo.
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