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Mostrando conteúdo com maior reputação em 02-09-2025 em todas as áreas

  1. Eu já assinei Encantos e não tive uma boa experiencia. Os cafés deles são excelentes, porém a assinatura deixa muito a desejar e não recomendo. É cheia de pegadinhas, informações que não batem, na hora de assinar prometem frete grátis, desconto de 15% para outros cafés, e mais um monte de coisa. Porém na hora da verdade não é bem assim, o frete grátis não funciona direito, vem cobrando sem avisar. O desconto de 15% não acumula com o frete gratis, mesmo se comprar mais que os R$200 reais informados, e mais outras coisinhas. Na teoria vale muito a pena, mas na prática só me deu desgosto ai acabei encerrando já tem mais de 1 ano. Ai esses dias eu resolvi assinar novamente pra ver se tinham melhorado, e já na hora da assinatura agora colocaram em letras miúdas que tem fidelidade e não pode ser cancelado antes do 3º mês. Ai lembrei que foi exatamente por esse tipo de prática que resolvi cancelar da outra vez, então desisti de dar outra chance á assinatura deles. Eu acredito que o melhor mesmo é fazer como vários cafezeiros orientaram aqui, comprar em grande quantidade o que você gosta e congelar. Assim não fica dependendo de assinatura nenhuma, e ainda pode comprar QUALQUER café que você quiser.
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  2. Bons progressos por aqui, impressionante como pequenos ajustes mudam tudo: Moagem em 10 Ratio 1:2 (18/36) Extração em 28 seg aprox Deixei a temperatura da máquina em 96 (máximo dela) Achei que o amargor excessivo sumiu e de fato parece que encontro mais acidez, infelizmente não consigo encontrar a esperada doçura. Minha hipótese agora é reduzir ainda mais a moagem (8 por exemplo) tentando buscar uma extração mais longa... 35 segundos por exemplo. Faz sentido?
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  3. Fala aee pessoal!!! belezinha? vocês estão bonzinhxs? espero que sim! acabo de receber o meu E55, adquirido aqui com o nosso amigo do fórum o neemias silva, que aliás foi extremamente gentil ao me oferecer, e em todo o processo de negociação e envio. neemias, gratidão! já que o moedor "veio" até mim, preferi do que esperar aparecer no brasil para comprar sem encargos. humildemente pessoal, já que sou um humilde apreciador, gostaria de compartilhar com vocês as minhas experiências. Mas, a minha experiência vai ter um recorte diferenciado, devido à minha particularidade visual. então eu queria perguntar para vocês o que vocês acham, será que eu crio um novo tópico tipo "E55 e acessibilidade", ou tudo bem para vocês eu trazer as minhas impressões aqui mesmo junto com todo mundo? por exemplo, algo que eu vou começar a correr atrás, é algum implemento para acessibilizar no meu caso a regulagem da moagem. talvez algum adesivo transparente com as marcações em alto relevo, ou algo que eu possa enfim colocar em volta ali. a montagem dele foi bastante simples para mim. o que eu me bati um pouco, foi no encaixe ali do aro de regulagem, porque eu acabei soltando girando tudo. e para rosquear de volta deu trabalho kkkk. no meu caso o ponto zero da máquina ficou perto do 75. mas eu preferi começar a contagem mesmo no zero seguinte. imaginei que isso deve ser uma margem de segurança que o fabricante colocou para proteger a mó. fiz alguns testes de espessura táteis de granulometria. a princípio, me pareceu que a primeira volta é para os métodos que usam uma moagem fina, como expresso e café turco, e a segunda volta seja para os filtrados. a minha regulagem vai de 0 a 95. fiz uma moagem de teste também no nível 95, e, se essa for a moagem mais grossa desse moedor, o preciso conseguia moer mais grosso do que ele. para a minha primeira extração de coados, usei o passo 50 da segunda volta. usei o café botelho do Café do Mercado, do mercado municipal aqui de curitiba. é um café que deve ter por volta de 3 semanas de torra. como ainda não temos balança de precisão acessível, uso a concha do hario v60, que em pesagens deu aproximadamente 13 g alinhando os grãos com a borda.fiz uma extração de uma concha e meia, aproximadamente talvez entre 18 e 20 g, para aproximadamente 250 ml de água. a extração foi no coador pequeno da melita. a extração travou com menos da metade da água. analisei o café em diferentes momentos em diferentes temperaturas na xícara. considerando-se tratar de um café que deve ter seus 80 a 82 pontos por aí, para mim, achei o resultado na xícara bom, com uma acidez de leve para média, corpo médio e quase nenhum amargor. essa semana vou comprar um café de pontuação mais alta e mais complexidade para ver o que acontece. é isso aí galera!! Tamo juntooo! saúde!!
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  4. Amigo, desculpe a intromissão no seu anúncio, mas você colocou novo no título, porém de acordo com a descrição se trata de um moedor com 1 (um) ano de uso, então não é novo, é usado. Isso pode confundir alguem mais desatento, acho que seria de bom tom corrigir a informação.
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  5. Rapaz, já estou a uns 3 anos me dedicando as extrações de cafés especiais, em particular 95% do café arábica. E posso te dizer com tranquilidade: não existe plenitude e muito menos domínio com v60 Inclusive o próprio criador do método 4:6 desenvolveu uma nova técnica com apenas um despejo e disse que as vezes o café fica mais doce, as vezes mais amargo, as vezes mais ácido... O método 4:6 foi criado pelo Tetsu, que é um gênio do barismo, pra que se tenha "mais" controle do café. Obviamente é impossível ter controle sobre o café, ainda mais falando de v60 onde cada mínima variável fará diferença na extração final da bebida. Na minha experiência pessoal nunca tive facilidade em extrair mais doçura ou acidez mudando 10 ml de água iniciais. Essa eu deixo pros anjos dos paladares impecáveis... O que nos leva pra questão inicial do tópico. A grande questão com a percolação no método criado pelo Tetsu Kasuya é a moagem grossa. A moagem que ele usa, não é nem média grossa é grossa mesmo. O dripper que ele desenvolveu, e que eu tenho e utilizo, não tem as ranhuras no final justamente para que o café percole mais devagar, demandando moagens grossas. Eu tenho hábito de sempre utilizar grandes quantidades de café pra grandes quantidades de bebida extraída, como por exemplo 27g/400ml, 33g/500ml e até 40g/600ml utilizando sempre os mesmos passos providos pelo método 4:6. Um detalhe importante é que no pequeno manual do Kasuya dripper ele normativa a relação dos ataques com os tempos da seguinte forma: 1° ataque - 0 segundos 2° ataque - 45 segundos 3° ataque - 1m30 segundos 4° ataque - 2m10 segundos 5° ataque - 2m45 segundos Remover o dripper aos 3m30s Nesse contexto concluí e ainda concluo algumas observações referentes a utilização da técnica: - Por mais óbvio que pareça cada café vai se comportar de uma maneira. Variáveis como variedade da planta, processamento pós colheita, torra e data da torra vão alterar principalmente a maneira como o grão moído irá saturar. - A saturação do grão é mais importante nessa receita do que os fines. Sem dúvida é uma receita que não aceita fines, mas descobri de maneira engraçada que se você retirar grande parte dos fines de vários calibres diferentes e utilizar um café com rápida saturação, ele ainda assim terá dificuldade de percolar, criando aquela poça impenetrável no final da receita. - A fundamentação da técnica do Tetsu é a agitação. Diferente de outras técnicas onde a intenção é pouco movimento nas etapas finais do café, a ideia do método 4:6 é utilizar ataques agressivos e volumosos no final justamente para poder agitar esses cafés que foram saturados nas primeiras etapas do processo. E aí entra a moagem. - Eu tenho um bravito, um kingrinder k4, um timemore c2 e um 1zpresso k Plus. Acredite, já usei todo o range de moagem de cada um desses moedores para fazer café utilizando tetsu como referência. E tem cafés que mesmo utilizando a mais grossa das moagens irá saturar rápido, deixando encharcado a cama final do café. Claro que existe uma questão de proporção. É aí que o bicho pega. - a técnica do tetsu resulta numa bebida que mesmo utilizando os 3 ataques finais pra dar mais corpo para a bebida, ainda assim é uma bebida com um corpo baixo e para maioria das pessoas é um café "aguado". - A grande sagacidade dessa técnica e pra mim a questão mais complicada é a linha tênue entre a extração perfeita e a sub-extração. E isso vai depender, além da qualidade do grão, da granulometria e tão importante quanto, da temperatura da água. - o criador sugere 90° pra torras claras e 88° pra torras médias. São referências importantes mas que não necessariamente devem ser sigadas a risca. Pois existe algo na relação com o grão que deve ser entendido. Já extrai ótimos cafés de torra clara a 86°. Enfim... Muito o que descobrir, muito o que debater e trocar Enviado de meu SM-G9600 usando o Tapatalk
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