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Mortari

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Tudo que Mortari postou

  1. Mortari

    Leite Adulterado

    Putz, já consumi desse Italac em casa algumas (várias) vezes.
  2. Não sei como é exatamente na sua Arno, mas esse tipo de vazamento não costuma ser problema no encaixe do grupo (mesmo quando é de plástico) e sim no anel de silicone/borracha que faz a vedação entre o filtro e o grupo, que pode estar rasgado ou deformado (aconteceu comigo na Chef Crema). Acho que soltando a peneira do grupo (deve ser um parafuso apenas, no centro da peneira) dá pra tirar esse anel e avaliar.
  3. Nossa, deu fome! Pra quem não tem forno com grill, outra forma boa de pururucar é passando o maçarico.
  4. Acho que seria legal elencar algumas características básicas para constar junto ao nome de cada máquina e facilitar a comparação direta, algo desse tipo (algumas informações chutadas, só pra ilustrar a ideia): INICIANTE Chef Crema (fora de linha) - Caldeira de alumínio - PF de alumínio - Válvula Solenoide - Filtro 51mm pressurizado Prós: Bom custo/benefício, com válvula solenoide que facilita a limpeza. Contras: PF com tamanho não-comercial dificulta adaptação de filtros não-pressurizados. Carcaça e encaixe do PF de plástico ABS, sem aquecedor de xícaras. Chef Crema Silver (R$200,00 ~ R$300,00) - Caldeira de aluminio - PF de alumínio - Filtro 58mm pressurizado Prós: Ótimo custo/benefício, PF com tamanho comercial facilita a adaptação de filtros não-pressurizados. Aquecedor de xícaras. Contras: Carcaça e encaixe do PF de plástico ABS, não tem válvula solenoide. INICIADO Gaggia Espresso Dose (R$900,00 ~ R$1.200,00) - Caldeira de inox - PF de latão cromado - Filtro 58mm pressurizado - Dosagem volumétrica Prós: PF de tamanho comercial facilita a utilização de filtros não pressurizados. Aquecedor de xícaras. Contras: Não tem válvula solenoide. Carcaça de plástico ABS. Gaggia Baby Class (R$1.200,00 ~ R$1.700,00) - Caldeira de alumínio - PF comercial de latão cromado - Válvula Solenoide - Filtro 58mm pressurizado Prós: PF comercial facilita a utilização de filtros não pressurizados. Possui válvula solenoide e aquecedor de xícaras. Carcaça de inox. Contras: Sem dosagem volumétrica e pré-infusão. Gaggia Baby Twin (R$1.700,00 ~ R$2.000,00) - Caldeira de alumínio - Termobloco para vaporizador - PF comercial de latão cromado - Válvula Solenoide - Dosagem volumétrica - Filtro 58mm pressurizado Prós: Termobloco para o bico de vapor reduz a variação de temperatura na caldeira ao texturizar leite. Pré-infusão programável. Carcaça de inox. Contras: Não possui bico de água quente.
  5. Chef Crema Silver hoje na Americanas.com por R$143,10 a vista (só tem 110v) e frete grátis para sul e sudeste: http://www.americanas.com.br/produto/7449145/cafeteira-expresso-electrolux-chefe-crema-silver-15-bar-prata
  6. Creio que a variedade de equipamentos no mundo do café não é tão grande quanto no mundo do áudio e vídeo (no universo do que é acessível para nós, aqui no Brasil), mas acho a ideia excelente. Eu mesmo penei bastante pra conseguir compilar algumas informações desse tipo que precisei esses dias.
  7. Marcia, se você amou o resultado, porque teria "estragado" os cafés? Se ainda não viu, acho que esse tópico aqui pode te interessar: http://forum.clubedocafe.net/index.php?/topic/1081-discussao-sobre-misturas-blends-domesticas/
  8. huahuahua não sei exatamente o que ela achou, mas acredito que não foi o que ela esperava pois cuspiu. [OFF-TOPIC] "Não sei porquê" lembrei de você quando estava passeando por essa loja, que nada tem a ver com o mundo dos cafés: http://versareanosdourados.tanlup.com/category/130950/cozinha-1?page=1 Acho que você vai gostar, mas esconda o cartão de crédito antes de entrar. A loja fica em Itatiba (cidade onde moro), já comprei lá pessoalmente e me parecem pessoas confiáveis. [/OFF-TOPIC]
  9. Muito bom o artigo rodrigo. Lendo ele hoje, depois da experiência de torra caseira que tive ontem, onde me embananei pra conseguir anotar todos os eventos durante a torra (tempo, temperatura, crack) e ainda prestar atenção pra não deixar passar do ponto e mexer as vezes os grãos com a colher, fiquei pensando numa forma de facilitar esse log caseiro. Acho que vou bolar algum tipo de "ficha de torra", já com todos os campos para as principais informações e uma grade de tempo (de 30 em 30 segundos ou 1 em 1 minuto), onde se possa anotar rapidamente a temperatura/crack a qualquer momento da torra. Acho que vai facilitar tanto na hora de fazer as anotações durante a torra quando pra arquivar e fazer uma comparação mais detalhada com outras torras depois. Sabe se já há algo assim (ou melhor)? Vi que existe um App (Roastmaster) bem legal pra fazer esse tipo de coisa, mas não tenho iPad e no iPhone creio que seja ruim de operar durante a torra (muito pequeno). Pra computador (PC) não achei nada interessante do tipo.
  10. Só pra constar: após alguns dias, as minhas 2 torras iniciais apresentaram um pouco de oleosidade na superfície de alguns grãos (não muitos), mais no Frutado que no Cítrico. Dentro das minhas limitações na extração (que ainda julgo ser uma variável que atrapalha muito a percepção da torra, já que ainda não estou conseguindo a consistência desejada), achei que as 2 torras ficaram mais avançadas do que eu gostaria. Curiosidade: Hoje cedo resolvi extrair um blend com 70% frutado e 30% cítrico e, apesar de ainda não ser o que busco (também por conta da torra avançada), achei que ficou melhor que qualquer um dos dois extraídos puros. Bom, fiz minha segunda aventura com a pipoqueira ontem, dessa vez dentro da cozinha (outra tomada) e me parece que mudança de tomada não teve influência na torra (confirmando o que eu já esperava). Dessa vez foram 120g de Unique Frutado, resultando em 102,5g torrados + 2 grãos perdidos (em torno de 14,5% de perda de massa). A temperatura ambiente estava em torno de 24,5°C, deixei a pipoqueira ligada direto e, ao chegar em torno de 205°C (a aprox. 7'30s) a temperatura deu a mesma "estacionada" da outra vez. Ouvi o primeiro crack (isolado) com 4'00s, mas ele ficou mais intenso entre 6'00s e 7'00s. Finalizei a torra a 208°C em aproximadamente 8 minutos (no final voltei minha atenção para a avaliação sensorial e esqueci de olhar para o cronômetro ao finalizar, mas foi algo perto dos 8 minutos redondos, talvez pouca coisa a mais). De forma geral a torra ficou um pouco mais heterogênea e mais clara que a anterior (há mais grãos mais claros que a torra anterior, apesar de alguns grãos estarem tão avançados quanto a primeira). Curiosidade 2: No meio da torra minha esposa entrou na cozinha dizendo que estava um cheiro maravilhoso de chocolate e ficou "urubuzando" o que eu estava fazendo e palpitando : "acho que já está bom", "cuidado para não queimar". Quando eu finalizei a torra e comecei a resfriar os grãos, ela, que odeia café, passou a mão num grão da peneira e mordeu (vamos dar um desconto que ela está grávida, tem os "desejos"). A cena cômica foi eu torrando café em uma pipoqueira, com a pia cheia de peliculê e um monte de tranqueira espalhada (balança de precisão, termômetro, celular cronometrando, lanterna de LED etc.), em pé no meio da cozinha segurando uma peneira de pedreiro com uma mão e um ventilador com a outra, virei pra ela e disse: "Está maluca?" Voltando ao que interessa, algo que notei: O termômetro colocado dessa forma atrapalha um pouco a agitação dos grãos ao torrar quantidades maiores. Em alguns momentos (principalmente no começo) achei melhor puxar o termômetro fora para os grãos ficarem mais livres e colocá-lo em curtos períodos, apenas para acompanhar a evolução de temperatura. Mais para o final, resolvi deixar o termômetro dentro da pipoqueira, mas achei necessário algumas intervenções com o cabo de uma colher de pau para ajudar a agitação. Acho que essa restrição ocorre pois o termômetro cruza na diagonal a via de movimentação natural dos grãos em um ângulo perpendicular à circunferência do tambor e, com isso, cria resistência suficiente para deixar a massa de grãos com uma agitação bem mais desordenada e lenta que sem o termômetro. Torrando quantidades menores (90g ou menos) isso não atrapalha muito porque, como o volume de grãos é menor, a haste só entra na massa de grãos quando está bem afastada da parede do tambor, ela entra mais "no meio" da massa de grãos. Já com 120g, praticamente toda a haste do termômetro dentro do tambor fica "submersa" na massa de grãos, o que aumenta bastante a influencia na agitação. Penso em fazer outro pequeno furo na carcaça, nas mesma altura do anterior, mas uns 2cm ou 3cm mais para trás (no perímetro). Assim, utilizando o mesmo furo original do tambor, a haste do termômetro entraria num ângulo mais acentuado e acredito que não geraria tanta resistência à agitação. Algo assim (ou no sentido oposto, ainda vou avaliar):
  11. Minha mãe merece o selo BSMA (Brazil Specialty Mother Association) de 'Mãe Especial' porque, apesar das broncas levemente amargas, apresenta uma personalidade encorpada, com acidez disciplinar pronunciada, mas sempre associada a um carinho com alto índice de doçura e uma postura muito equilibrada. É justamente por tudo isso, sem pôr nem tirar, que ela pode ser considerada uma verdadeira mãe gourmet.
  12. O problema de colocar direto no moedor é que o café moído sai gelado, não? Imagino que seria necessário esperar ele chegar à temperatura ambiente (ou próximo disso) pra fazer a extração e, creio eu, esse tempo de espera com o grão já moído é mais prejudicial ao resultado na xícara que com o grão inteiro. Fazer a extração com o café gelado não acredito ser uma boa ideia para se ter um bom controle do resultado. Certamente deve ser mais rápido dessa forma, já que a área de contato com o ar (mais quente) no café já moído é maior. Será que pelo fato de estar congelado, o café, mesmo moído, não sofra tanta oxidação em contato com o ar (enquanto descongela)?
  13. "Dinheiro fácil" e "honestamente" são dois conceitos que dificilmente podem ser encaixados no mesmo contexto, principalmente quando falamos de esquemas de Ponzi, que é a base de receita tanto da Herbalife quanto da TelexFree (e muitas outras) apesar de serem empresas "completamente diferentes". Não sei nada sobre esse Café Ferreira mas, olhando rapidamente no site, me parece que segue na mesma linha: - Receita principal proveniente de novas adesões; - Produto colocado em segundo plano (só pra não configurar um esquema ilegal); - Remuneração por indicações. Mas concordo com você em um ponto: se esses golpes esquemas existem é porque tem gente que cai acredita e, convenhamos, há terreno mais fértil pra esse tipo de coisa que o Brasil?
  14. Tem filtro simples da Rancilio sim, o Alexandre vende no site dele.
  15. Acho que matei a charada, pelo menso parcialmente. Estava relendo posts antigos desse tópico e vi muita gente comentando a potência da Pop Fun como 1200W (inclusive achei algumas imagens no Google da etiqueta indicativa da máquina comprovando isso). Lembro que eu havia visto algo diferente na minha e pedi para a minha esposa confirmar agora lá em casa: a minha Pop Fun é 1100W. As outras informações da etiqueta são as mesmas (Modelo: PP-01, Tensão: 220v/60Hz) só a potência que é 1100W em vez de 1200W, o que me leva a crer que é uma alteração das máquinas mais recentes. Agora surge a dúvida: porque será que reduziram a potência da máquina? Será que é só pelo consumo de energia ou ela aquecia demais e resolveram dar uma "esfriada"? Será que pra dar uma "esfriada", além de reduzir a potência da resistência não podem ter alterado a ventoinha aumentando o fluxo de ar (com pás diferentes ou motor mais rápido)? Vejo a redução da potência como uma vantagem e, se realmente a ventoinha estiver mais forte, acho que vai dar pra torrar uma quantidade maior de grãos sem aderir ao Harlem Shake. Também não descarto a hipótese levantada pelo Ercilio, de o controle de produção chinês ser péssimo e eu ter sido premiado com uma pipoqueira ainda menos potente que os 1100W declarados. A próxima torra vou testar com 110g ou 120g (na mesma tomada) para ver o que acontece e tentar filmar pra postar aqui.
  16. Só pra restringirmos as possibilidades: - Apesar de ser área externa, fica bem abrigada do vento, não tinha absolutamente vento nenhum onde eu estava torrando. Vento foi só quando eu liguei o ventilador em cima dos grãos pra resfriá-los depois de finalizar a torra. - Medi a corrente naquela tomada ontem de noite e deu 218v, exatamente igual à medição da tomada da cozinha. Moro em uma chácara e sei que a rede elétrica da casa não é um primor, creio que ela foi mal dimensionada/distribuída e as vezes ocorre de ligar o chuveiro ou uma torneira elétrica e a luz dar aquela leve enfraquecida. Mas a área do fundo (churrasqueira e edícula) é alimentada por uma caixa de força independente (feita bem depois da casa) e não me parece que tenha esse tipo de problema, nunca notamos nada disso lá. - A energia elétrica da rua em si costuma dar um pouco de variação quando chove ou venta muito, percebo pelos estalos nos estabilizadores que uso em vários eletro-eletrônicos (que coloquei justamente por isso). Mas não era o caso no momento da torra. Não digo que não possa ter havido variação, mas não estava chovendo ou ventando e nenhum estalo em estabilizadores foi percebido aquele dia. - Cheguei a pensar em defeito no termômetro, mas descartei depois que coloquei a ponta dele sobre a chama do fogão e rapidamente passou dos 260°C. Outra coisa que imaginei: eu abri a pipoqueira antes de fazer o furo do termômetro para ver se seria viável furar ali e apanhei um pouco pra remontar ela. Na realidade eu não cheguei a desmontar ela completamente, só soltei a parte de baixo (onde fica todo o mecanismo e tambor fixados) e afastei um pouco da carcaça superior pra conseguir olhar dentro. Na hora de remontar eu perdi algum tempo achando a posição certa pra reencaixar tudo, com o botão liga/desliga corretamente encaixado na chave etc. Depois do "problema" com a torra, lembrei dessa situação e de um post do Fogo Ruivo que li nesse tópico que me deu a entender que a pipoqueira tem 2 resistências (por ele ter dito "a resistência maior") e imaginei que eu poderia, de alguma forma, ter danificado a fiação que alimenta uma dessas resistências e, com isso, a pipoqueira estaria trabalhando mais fria que o normal. Apesar de eu ter feito tudo com calma e cuidado, é notável que a qualidade de construção dessas pipoqueiras é medíocre e é perfeitamente possível uma solda mal-feita ter se soltado ao manusear. Mas isso só faria sentido se ela realmente tiver 2 resistências, acho que vou ter que abrir de novo pra verificar. Pensei no que o Lucas falou e realmente faz sentido, se os grãos estiverem com uma agitação muito intensa o fluxo de ar poderia estar muito rápido e a resistência não dando conta de aquecer o suficiente. E mais pro final da torra realmente a agitação estava bem intensa, a massa de grãos não ficava apenas rodando, ficava "pulando" também, um movimento similar ao que acontece nesse video, com uma amplitude bem menor. Mas mesmo assim, considerando todos os relatos anteriores, 17min com 90g sem chegar a 200°C acho que é demais. O que mais faz sentido pra mim até agora é esse fenômeno que o Lucas falou associado à uma queda bem significativa na corrente (que ainda não consegui aceitar bem).
  17. Fiz minhas primeiras torras (2) ontem de noite e a experiência que eu tive foi completamente diferente dos relatos que li aqui. Infelizmente eu não fiz um "log" mais detalhado de tudo o que aconteceu na torra, mas vou relatar aqui o que lembro pra ver se podem me ajudar a entender o que houve. Da próxima vez já vou anotar tudo pra ter referências melhores. Torra 1: 90g de Unique Frutado, resultou em 74,5g torrados. Essa foi a primeira torra que fiz e, depois de ler tantos relatos aqui criticando o fato da torra de pipoqueira ser muito rápida, resolvi seguir as dicas do Rafa Rocks e fazer umas rampas entre uns 100°C e 180°C para prolongar um pouco a torra. Essas "rampas" fiz da seguinte forma: ao chegar na temperatura desejada (comecei em 110°C), eu deliguei a pipoqueira por 30 segundos. Notei que, nesse período, a temperatura continuava subindo, chegando a cerca de +7°C no momento da religada. Após religar, levava a temperatura (verificada no momento da religada) para +10 ou +15°C e repetia o processo. Fiz isso umas 3 ou 4 vezes (não lembro ao certo) dentro dessa faixa de temperatura e, quando religuei ela a uns 170°C, deixei ligada direto. Após isso, minha pretensão era levar a torra até uns 220°C e então desligar e resfriar os grãos. Bom, quando os grãos chegaram na faixa de 200°C a temperatura simplesmente estacionou. Ficou por um loooongo tempo variando entre 200°C e 202°C (sim, as vezes ela baixava, depois subia, baixava de novo, sempre dentro dessa faixa). Em momento algum a máquina desarmou, o ventilador ficou o tempo inteiro soprando ar quente. Quando olhei no cronômetro e vi que já estava nos 20min de torra (desde que liguei a pipoqueira pela primeira vez) comecei a ficar preocupado em queimar os grãos e nunca chegar nos 220°C desejados e redobrei a atenção na coloração dos grãos, cheiro, oleosidade e/ou formação de fumaça. Finalizei a torra em cerca de 22min, quando os grãos já haviam chegado na coloração que julguei adequada, não notei oleosidade nem fumaça mas tive a impressão que o cheiro da torra começou a mudar. Só tenho uns grãos velhos de Martins Café (horrível) em casa para fazer uma comparação visual, a minha torra ficou levemente mais escura e mais heterogênea. Ouvi o primeiro crack (não me lembro com quanto tempo) e não ouvi o segundo. Torra 2: 90g de Unique Cítrico, resultou em 75,9g torrados (um pouco mais pois 2 grãos caíram no chão durante a torra e descartei). Depois que a pipoqueira esfriou, decidi fazer outra torra, dessa vez direto, sem "rampas". Liguei a pipoqueira e o cronômetro e fiquei atento ao que acontecia. Em ambas as torras não ajudei a movimentação inicial dos grãos com nada, deixei tudo por conta da pipoqueira pois avaliei que a movimentação inicial era suficiente. Ouvi um crack (um isolado) aos 7min, outro aos 10min (talvez mais de um, mas não muitos) e cheguei a ouvir outro crack aos 15min (isolado também, pelo que lembro). Nesse momento a temperatura já estava estacionada em torno de 198°C e não subia mais. Julguei que a torra estava mais heterogênea que a anterior e, lembrando da cena narrada pelo Rodrigo, resolvi dar umas chacoalhadas na pipoqueira (daí os 2 grãos que caíram no chão), sem desligar ela em momento nenhum. Depois das chacoalhadas a temperatura caiu um pouco e custou a subir. Comecei a ficar preocupado desse crack ouvido aos 15min ser o segundo e avançar demais na torra e, avaliando que a coloração média dos grãos estava dentro do esperado (havia alguns mais escuros do que eu gostaria e outros mais claros), acabei finalizando com 17min. A temperatura no final, pelo que me lembro, estava em algo perto de 194°C. Comparei essa segunda torra com o tal Martins Café (que apesar de ter um gosto horroroso, a torra visualmente é linda, totalmente homogênea, os grãos parecem feitos de veludo), a minha tem grãos mais escuros e grãos mais claros que aquele. Comparando as 2 torras, achei que a segunda ficou, na média, levemente mais clara que a primeira, mas bem mais heterogênea. Alguns grãos da segunda, apesar de visualmente torrados no ponto certo, não chegaram a perder a "casquinha". Não consegui entender o porque as minhas 2 torras demoraram tudo isso sendo que há tantos relatos de as torras serem muito rápidas. Primeira hipótese que levantei é a rede elétrica. Lá em casa a rede é 110v, mas temos algumas (3) tomadas 220v. Comprei a pipoqueira 220v e utilizei em uma dessas tomadas, que fica no quintal, ao lado da churrasqueira. Vou medir com o multímetro a corrente nessa tomada hoje, mas teoricamente é 220v já que utilizamos um microondas 220v nela sem problemas. Outra coisa que imaginei seria o fator ambiente, apesar achar que só no Alasca pro ambiente influenciar tanto assim no tempo de torra da pipoqueira. Mas ontem não estava frio, a temperatura ambiente estava em torno de 21°C a 22°C. Não faço ideia do que tenha acontecido. Vou ter que experimentar os cafés para ver como vai ficar na xícara.
  18. O governo vai reajustar o preço mínimo do café, provavelmente vão anunciar amanhã (25/04). http://www.estadao.c...-,1024795,0.htm
  19. Não sei se alguém já fez isso, mas como não achei referências em outras mensagens desse tópico vou deixar como dica pra quem estiver começando na pipoqueira. Ontem chegou o termômetro que comprei no dealextreme e descobri que a haste dele é mais curta do que eu esperava. Colocando ele em um daqueles furos da tampa acrílica da PopFun, a ponta do termômetro ficou uns 5cm acima do fundo da pipoqueira, bem diferente do que o Rafa Rocks mostrou na primeira página desse tópico. Não sei se as pipoqueiras novas são mais altas que as antigas ou se os termômetros novos têm a haste mais curta (comprei exatamente igual ao do Rafa, mesmo código/link), o fato é que não daria pra usar assim. Bom, analisando uma solução que não estragasse demais a pipoqueira (minha esposa quer usar também pra fazer pipoca), percebi que ela já veio com um furo interno na lateral do tambor de alumínio e conclui que se eu fizesse um pequeno furo bem no canto da carcaça (parte preta), exatamente onde a tampa acrílica fica encaixada, conseguiria o ângulo perfeito para a ponta do termômetro ficar no centro do tambor. Fiz o furo alinhado com o botão liga/desliga da pipoqueira, tomando o cuidado de posicionar a furadeira de forma que a broca ficasse + ou - na inclinação em que o termômetro deveria entrar pra alcançar o furo interno do tambor e, assim, deixar o furo o mais discreto possível. O resultado ficou ótimo, o termômetro entrou bem justo (o que é bom pois segura ele na posição desejada, sem que a ponta toque o fundo do tambor) e tive que dar apenas uma leve alargada no furo interno (o diâmetro da vareta era minimamente maior que o furo original). O legal é que, sem o termômetro, a pipoqueira fica praticamente sem nenhuma alteração, o furo é quase imperceptível. Não precisa nem abrir a pipoqueira pra fazer o furo, é só fazer na posição certinha e espetar o termômetro. Eu abri a minha pra ver se não haveria nada no caminho pra atrapalhar e vi que não há, é tudo oco por dentro ali. O furo: Com o termômetro: Por dentro, no furo original: Mal dá pra notar: Lembrem-se que essa alteração, por mais sutil que seja, provavelmente faz perder a garantia da máquina.
  20. Sem dúvida Thiago. E não acho que a vantagem do bolinha esteja só na resistência. Apesar dessa panela dar maior facilidade em ver o ponto de torra sem parar de mexer (pela tampa bipartida) e a possibilidade de utilizar um termômetro, não acredito que uma torra nela dê um resultado melhor que o bolinha. Tenho a impressão que a agitação dos grãos nessas pipoqueiras de fogão não é legal, sempre haverá grãos no limite externo da panela que as pás de agitação não conseguirão alcançar e que, provavelmente, avançarão mais na torra que os grãos do meio. Além disso, mesmo se alguém quiser se aventurar com essa panela, acho que será bem difícil encontrar uma pra comprar. As vendas desse tipo de coisa no Sam's Club são sazonais, eles importam uma quantidade limitada e, quando acaba, já era. Nunca mais vi dessa panela lá ou em qualquer outro lugar.
  21. Eu tenho uma pipoqueira idêntica a essa em casa, inclusive com as mesmas inscrições "Back to Basics" na tampa, comprei no Sam's Club há algum tempo e não foi cara, acho que menos de R$ 50,00 (não lembro quanto exatamente). Nunca usei pra torrar café, mas pra fazer pipoca ela é muito boa. O maior problema é que a minha é toda de alumínio (essa do vídeo me parece ser de inox) e, por isso, é extremamente frágil, tanto a tampa quando a panela em si, qualquer coisa o metal amassa/entorta.
  22. Uma dúvida: o calço é necessário na parte superior do PF (exatamente onde você colocou a araldite) ou pode ser naquele degrau inferior (imaginando que o filtro apoie ali também)? Se puder ser na parte inferior, você já tentou dar uma olhada nessas lojas especializadas em borrachas (mangueiras, lençois, tarugos etc.) para ver se encontra um o-ring que sirva? Uma vez estraguei o o-ring de um pressurizador de chuveiro e, com ele em mãos, fui numa loja desse tipo aqui em Campinas e consegui encontrar um que serviu perfeitamente. Os caras tinham uma quantidade enorme de o-rings de borracha de tudo quando é diâmetro e espessura. Acho que mesmo que não encontre um exatamente do tamanho, se achar algo bem fino e com o diâmetro menor, é bem provável que consiga encaixá-lo sob tensão (o que seria até bom porque o fato de estender o anel faria a espessura dele diminuir e o encaixe sob tensão evitaria dele ficar se soltando).
  23. Uma arruela entre o filtro e o PF não resolveria? Mesmo ficando solta, o importante é calçar o filtro. Difícil será encontrar com as medidas corretas, acho que teria que dar uma de Prof. Pardal ou mandar fazer.
  24. Nossa, vi essa última foto enquanto dava um gole no "café" (considero outra bebida que não café) do escritório, bateu uma tristeza.
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