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José Cal Neto

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Tudo que José Cal Neto postou

  1. Conforme prometido, uma torra filmada: Caconde em 08/05/14. A meta era ir de 117 a 100 gramas. Cheguei a 99,5. Torrar e ainda por cima organizar a filmagem atrapalhou um pouco a torra, que saiu diferente das outras que fiz do café. Até me perguntei se havia alguma diferença entre os lotes (esse é novo), mas tomando um coado ontem mesmo, o gosto ao menos era bem parecido do Caconde do concurso.
  2. ser crime ou não, pelo menos hoje não é a única questão. Muita gente é maconheiro mas não quer assumir socialmente a situação. Você se cadastrar como maconheiro, com todo um estigma social, não é razoável. Melhor comprar pelo mesmo preço de um traficante. Como eu disse, só não compra, quem tiver posições ideológicas firmes, uma minoria.
  3. O Gabeira não conseguiu nem mudar a lei que fala que prostitutas não podem se organizar e fundar um bordel. A oposição à lei dizia que "iríamos então ter bordeis por aí". Enquanto isso, em Ipanema, na Rua Canning, estava a Centauro's, um bordel de luxo pra quem quisesse ir. Esse é o país. No Uruguay, segundo o presidente deles, não vai ser como no Colorado. Achei que vai ser pior. Mais burocrático, mais caro. Só vai usar o mercado legal quem for literalmente maconheiro de carteirinha. O preço é o mesmo do mercado negro, mas você tem que fazer um cadastro com o governo de que é maconheiro. Quem vai se sujeitar a isso?
  4. Não vimos investimento nenhum em informática durante todos os anos de proibição. O país se atrasou bastante. Também não vamos ver nenhum investimento sério em nenhuma área que não seja competitiva. Vai haver investimento se houver chances de crescimento, com ganho global de mercado etc. Nós não conseguimos fazer tanta coisa assim.Prova disso é que praticamente tudo que compramos é chinês, só que custa pelo menos o dobro do que pagam nos países ricos. Um ou outro tênis Olympikus é que ainda é "protegido". Um bom exemplo, até. Custa o mesmo que um asics/nike nos EUA. Impressionante como não nos cansamos de aceitar a mesma desculpa falsa de sempre pra justificar impostos escorchantes e defesa de empresas que não são competitivas. Basta passar um mês num país rico para ver a preocupação em se manter competitivo. Aqui vamos no caminho oposto, felizes achando que somos nós que vamos, enquanto todos já voltam.
  5. Confesso que li o seu comentário e pensei que tava falando da história do gosto de erva. Só quando li o que eu tinha escrito acima é que vi que era outra coisa.
  6. Bem, choro à parte, deixa eu ser mais claro. Pelo que lembro de ter lido, o que não pode é mandar imprimir na China um lote de livros para usar na rede escolar. Só não lembro dos detalhes, como por exemplo, se havia distinção entre rede pública ou privada. Acho que se falava de escola (em oposiação à universidade, por exemplo).
  7. Vou torrar, mas não prensar agora... Antes que o Alexandre venha falar de maresia, deixa eu avisar logo que não uso nenhuma droga ilícita. Sou tipo Clinton: "Li Marx, mas não entendi". Miyamoto, esquece, essa não vai dar. Talvez Anita, com um pouco de sorte.
  8. Cuidado, LUW, tá cheio de funcionário público aqui. Eu mesmo sou um deles. Ou você como você acha que eu consigo postar tanto?
  9. com a restrição ainda hoje para livros escolares. Se for metade do preço imprimir na china livro escolar, azar! Imposto é literalmente uma imposição, agora o tratamento é diferenciado aqui. Li há pouco que a multa por atraso no Brasil chega a ser 5 vezes a cobrada nos EUA (não li os detalhes, só a manchete). Um exemplo típico do tipo de tratamento que temos do governo. Sem falar em outros fatos estranhos, como pagar juros se parcelar em qualquer número de vezes o imposto aqui.
  10. não faço apologia a ele. Só lembrei mesmo do que você falou, que é o título (ou quase) da biografia dele. Na verdade, confesso que às vezes penso em ler. Eu era menino na ditadura (sou de 70) e várias coisas gostaria de saber melhor. O negócio é que ouvi dizer que o livro é chato pacas. Se achar pra baixar, leio. A ditadura como ela é (foi).
  11. eu imaginei que fosse cidreira, mas no bom sentido. Não chego a desgostar da erva, mas lembra um pouco anis, que decididamente não gosto. Mas esse aroma herbal é bem agradável. Estou curioso quanto ao Ravello O aroma do grão que torrei agora lembra o do U.O. Vou ver em breve.
  12. Bem, numa ditadura de verdade (de macho, não uma dessa pra mulheres e crianças em que vivemos), nem sequer haveria a possibilidade de contestar. Ainda, durante a nossa ditadura (não me perguntem se foi de macho), era simplesmente proibido importar várias coisas. Não me lembro se se podia importar algo diretamente, porque tudo era mais distante sem internet com até interurbano caro, mas lembro que era proibido importar carro, que na década de 80 teve a reserva de mercado de informática que proibia também importar computadores, enfim. Pelo valor atual do imposto, até que pouca coisa mudou. Só pode importar quem praticamente tem dinheiro pra ir pros eua e comprar por um terço do preço.
  13. hmm. Não era um tópico sobre uma máquina de 2 mil por 70, que aparentemente não existia, tinha só 5kg, cujo anúncio esvaneceu-se, junto até como vendedor? Enfim, já que enveredamos por aqui, o pior me parece não termos o direito de pagar, pegar o item e contestar o valor, pedindo ressarcimento. Fica sempre a nítida impressão de que somos sempre punidos toda vez que levantamos o dedo para perguntar sobre nossos direitos. Parecido com a história de que se você mudar o domicílio eleitoral, ficam te chamando eternamente para trabalhar nas eleições: "fez a gente trabalhar, então vamos fazer você trabalhar", me cansei de ouvir.
  14. Já dizia Roberto Campos, aka Bob Fields, que, segundo dizia Samuel Taylor Coleridge, "a luz que a experiência nos dá é a de uma lanterna na popa, que ilumina apenas as ondas que deixamos para trás." Agora tomo o Caconde, torrado lá pelas 3 da tarde. Ah, essa torra eu filmei. Tô só esperando terminar o upload pro youtube (lentíssimo) que posto no mostre a sua torra.
  15. engraçado, não acho tanto assim, não. O orgânico, que acho muito melhor tem um aroma bom, mas é um aroma discreto. Não sou bom nessas coisas, mas o Rodrigo achou que o gosto do orgânico lembrava ervas. Gostei. Vou usar. Lembrei da mãe de um amigo meu que foi minha professora de Física I. Anos depois ela foi professora do Moreno, filho do Caetano. Ela disse alguma coisa sobre Física em sala e no final da aula, o Moreno se aprochegou e disse: "achei bonito o que você falou. Posso lhe (sic) citar?"
  16. Ah, medi os 150g no melitta jr. Fiz em 2:30 e aí parei. Já tinha saído quase tudo. Ou seja, toda a medição às vezes não ajuda tanto, já que não medi quanto de água ainda ficou no filtro.
  17. Cuidado, se tá saindo deScente, tá cada vez pior. Fiz agora 150g do Caconde recém torrado no melittinha, enquanto não chega o Harito. Caconde não falha. Achei que ia ser uma torra Nostradamus de apocalíptica, já que o 1C veio um minuto antes das outras torras do café. De qualquer jeito, pelo menos o melittado que estou tomando está bom. Acho que o Caconde realmente casa bem com o coado. Não vejo a hora de chegar o meu pequerrucho. Por falar nisso, o de todo mundo já chegou? Putz. De novo!
  18. Pois é. Para fazer a pré-infusão, por exemplo, só medindo o peso de tudo junto. A não ser que você pese em separado a água, digamos em um copo, antes de jogar e só na PI, quando não cai praticamente nada. Eu sempre fiz pesando tudo e também nunca fiquei paranoico (acho que não tem mais acento) com o tempo. Se bobear nunca nem medi. Mas enfim.
  19. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  20. pelo amor de deus... Não foi só a máquina.O vendedor não está mais no site. Nenhum produto dele. Tudo indica que foi denunciado.
  21. o vendedor foi removido. Clicando no nome dele não aparece nada, nem no botão de "outros produtos" dele. Pelo visto era fraude mesmo e foi detectada. Quem sabe graças a um de nós? Eu não fui.
  22. saiu o item. Talvez o qingbo ding tenha notado o erro. Ou vendido.
  23. na parte de cima, parece açúcar. A julgar pelo que você pergunta, imagino que não seja, mas na foto ficou bem parecido com um resto de açúcar.
  24. com o peso de 5kg, não sei o que seria. De qualquer modo, se for uma máquina mesmo, digamos quebrada, a melhor parte vai ser que a receita não vai acaar os 70 usd de preço e você vai pagar imposto em cima de uns 2 mil em vez.
  25. descobri o mistério. Essa borra branca aí se chama açúcar. Me lembrei de uma história engraçada. Um professor da PUC daqui foi uma vez à Portugal e levou rapadura para dar de presente. Quem viu Orient Express já imagina logo a confusão óbvia entre rapadura e haxixe. A alfândega de lá olhou o troço de cima a baixo e mandou averiguar. Pouco tempo depois voltou um guarda e afirmou, com o sotaque típico, comendo todas vogais não tônicas: "É açúcar!".
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