Olá, Luiz!
O ideal é você borrifar um pouco de água nos grãos antes de moer com o E55, isso faz com que reduza a estática e não fique tanto pó de café grudado no moedor. Realmente faz diferença. Se não tiver um borrifador, pode apenas molhar brevemente uma colher em água e usá-la para misturar os grãos.
No início do uso eu moía direto no PF. Estava usando um funil alto, e era ok em relação a sujeira. Apesar de que vindo de um moedor manual, eu achei que todo o processo de moagem é um pouco mais "sujo" no elétrico.
Mas atualmente faço a moagem em um blind shaker e depois passo para o porta filtro ou até mesmo no filtro de coados.
Sobre a regulagem é isso que você falou. É de 0 a 95 (ou 100 se você considerar que ao chegar novamente no zero vira 100).
Aqui o expresso é entre 30 e 45, depende da dose, grão e máquina. A regulagem também pode considerar em voltas. Coados eu uso 1 volta + 40 ou 140, a partir do 0, que já relatei anteriormente aqui no tópico, mas é a mesma abordagem que você informou aqui também.
Sobre a questão de acessibilidade, eu consideraria colocar alguma marcação em alto relevo no ajuste da moagem no zero (a peça que gira) e também no ponto 0 (ou a 6 horas) que fica no corpo do moedor, ao redor do regulador da moagem. E se for variar muito entre espresso e coados, sempre voltar para o ponto onde as mós se encostam (com o moedor desligado) para chegar no 0 e aí poder saber exatamente onde está.
Sobre a peça de borracha, é para vir uma sobressalente. Aqui eu uso, acho que ela ajuda a deixar o pó mais "fofo".
Outra coisa que faço na moagem para espresso é dar uns petelecos no bico de saída do pó, pois mesmo após usar o fole, acaba saindo mais um pouco com essa batidinha leve.
No mais, acho que concentrar as dúvidas aqui no tópico é melhor.