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Torra doméstica - Modificações na fritadeira Kitchen Art da Philco
Santiago Luz respondeu ao tópico de Santiago Luz em Torra Doméstica
Sensor de temperatura Termometro espeto Termopar [será incluído em breve]- 282 respostas
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Torra doméstica - Modificações na fritadeira Kitchen Art da Philco
Santiago Luz respondeu ao tópico de Santiago Luz em Torra Doméstica
Controle de aquecimento Dimmer SSR [será incluído em breve]- 282 respostas
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Torra doméstica - Modificações na fritadeira Kitchen Art da Philco
Santiago Luz respondeu ao tópico de Santiago Luz em Torra Doméstica
Passo a Passo A maneira mais fácil de mostrar o passo a passo é usar fotos. Fizemos vários álbuns com fotos do Rodolfo de cada uma das modificações. Inclusive, atualizamos o fórum para possibilitar embutir álbuns do imgur nas postagens! Basta colocar a URL do álbum que o fórum exibe o álbum embutido. Mas no Tapatalk não funciona, é preciso clicar no link para acessar o álbum. Aletas Foram feitos testes com várias medidas, não vimos diferença no resultado. O importante é fazer os grãos tombarem bastante, a fim de evitar contato prolongado com o tambor, o que faz com que a superfície do café fique com pontos tostados. Uma medida fácil de trabalhar foi de 10cm de comprimento por 2 cm de largura, sendo utilizado o esquema abaixo. Para fixar, fizemos 3 abas e 3 furos na base e foi rebitado no tambor. Escudo Basta uma placa metálica de tamanho suficiente para bloquear a radiação direta da resistência superior. Notamos que sem ela ocorre torra desigual (heterogênea), porém notamos também que ao colocar a placa, todo o forno tende a esquentar mais (parte do calor que iria para o tambor volta para a área da resistência) e também um maior calor indo para a lateral esquerda do forno.- 282 respostas
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Em 2014, o Guilherme Torres - mais conhecido aqui como Guilherme TorrAs - teve a brilhante ideia de transformar uma fritadeira sem óleo elétrica em torrador de café. Algumas pessoas do fórum adquiriram o torrador já modificado - batizado pelo Guilherme de “GTCR-F1” - , e o sergio.m acabou criando um tópico para os donos do forno conversarem sobre ele. Só que o Guilherme acabou mergulhando de cabeça no aprimoramento dos torradores, culminando no desenho e fabricação de um torrador por completo, o “STC 2.0”, que é um torrador de prova em um patamar totalmente diferente do que temos com a Kitchen Art. No começo desse mês, o beto-o (Café dos Brothers) descobriu uma oferta iiiiimpeeeerdííível da fritadeira no Mercado Livre, pela loja oficial da Philco e publicou na nossa seção do “Buscafé”. Na versão 220V, ela está sendo vendida por R$50! Muita gente aproveitou e garantiu a sua, mesmo sem ter muita certeza de como modificá-la! Por isso, o Rodolfo e eu resolvemos, em conjunto, coletarmos as dicas do tópico original e sintetizarmos aqui, a fim de dar um novo fôlego àqueles que desejam entrar nessa brincadeira e facilitar a vida na hora de colocar a mão na massa! Apesar de resumirmos ao máximo, o tópico original já tem 20 páginas, então não tinha como esse texto ficar muito curto. Se quiser saber dos detalhes e da evolução do projeto, sugerimos a leitura do tópico do “GTCR-F1”. A fritadeira em si é péssima para o que se propõe. Provavelmente, por isso, para nossa sorte, a Philco está liquidando o estoque. E sorte a deles que tem esse bando de doido comprando o produto com outra finalidade e que não vai ficar reclamando depois! O equipamento original também é ruim para torrar café. Mas com pequenas modificações é possível transformá-lo em um torrador razoável! O custo das modificações variam de R$60 a R$200. Limitações Por se tratar de uma baita gambiarra, o forno tem suas limitações. A quantidade sugerida de grãos verdes por lote é de 150g-250g. Realizar torras seguidas é um problema, porque gera um sobreaquecimento que pode derreter peças plásticas. Ou se utiliza uma ventoinha para aumentar a capacidade de resfriamento, ou então basta dar um intervalo entre uma torra e outra para que o equipamento se resfrie. Ainda assim, problemas acontecem. Em tempo, esse tópico é apenas um relato a respeito das alterações que as pessoas fizeram. ATENÇÃO: Se você vai fazer esses ajustes, os faça por sua conta e risco. Eletricidade pode ser perigosa e pode matar. Tipos de modificações Existem basicamente 3 possibilidades de modificações: Analógico: usando dimmer para controle de potência e termômetro de espeto para ler a temperatura. Tudo 100% manual. Semi-digital: usando o dimmer para controle de potência e, ao invés do termômetro, utilizar o Arduino com termopar para leitura de temperatura, possibilitando traçar o perfil em tempo real no RoastLogger. Digital: sem dimmer e com todo o gerenciamento de temperatura pelo Arduino e RoastLogger, com controle de potência via SSR e leitura por termopar. Ajustes estruturais Pela experiência da maioria, a modificação mais básica e crucial é a de incluir aletas no tambor, para que o café seja revirado dentro do forno. À propósito, vamos passar a chamá-lo de forno, já que não esperamos que o café seja frito dentro dele! Voltando ao assunto, outra modificação essencial é bloquear a resistência superior com uma chapa metálica (escudo), para que a proximidade com os grãos não acabe por chamuscá-los. A primeira modificação se dá porque o giro do tambor é muito lento e a segunda porque o sentido do giro faz com que os grãos se aproximem demais da fonte de calor. Há quem tenha mexido/trocado o motor para aumentar a velocidade e inverter o giro, porém é mais complexo de fazer, já que é preciso bolar uma solução para que a engrenagem do tambor não fique pulando e girando em falso. Para as aletas e para o escudo, será preciso uma chapa metálica. Alguns usaram chapa de calha, outros chapas de alumínio. Só não funciona a chapa de latinha de alumínio, por ser muito fina. Para cortar, se não tiver tesoura própria, a dica é usar tesoura de cozinha, mas corre-se o risco de estragá-la. Além disso, mais algumas modificações são indispensáveis, mas agora há que se decidir entre uma opção ou outra, de acordo com as possibilidades e expectativas de cada um. Controle do aquecimento O controle do aquecimento pode ser analógico, através de um dimmer, ou eletrônico, através de um SSR+Arduino. Em ambos os casos, o operador deve indicar manualmente a potência utilizada pelas resistências no momento. A diferença é que de modo eletrônico, é possível registrar automaticamente os parâmetros de potência utilizados ao longo da torra, e também possibilita o controle de forma automática da potência para atingir uma temperatura alvo, através da utilização de um controle PID pelo computador. É preciso fazer duas pequenas modificações para implantar o controle do aquecimento. Deve-se retirar o botão lateral com o timer (ainda que seja possível mantê-lo, não faz muito sentido usar esse timer com o torrador). E deve-se retirar/descartar o termostato original. Leitura da temperatura Há duas maneiras de fazer a leitura da temperatura durante a torra. A mais fácil é simplesmente colocar um termômetro espeto. O outro jeito, é através da leitura eletrônica por um termopar+Arduino. Mais uma vez, o modo eletrônico tem a vantagem de possibilitar as leituras diretamente no computador ao longo da torra e servir de subsídio para o controle PID funcionar. Parte eletrônica Quem optar por alguma alternativa eletrônica, a saída é utilizar um Arduino para servir de interface entre os sensores de temperatura, o SSR e o computador. Apesar de parecer um bicho de sete cabeças, a montagem da parte eletrônica não é tão difícil, já que há bastante material disponível sobre o assunto na internet. Só exige mais tempo, paciência e um gasto um pouco maior. RoastLogger Para utilização com o computador, o software mais utilizado é o RoastLogger. Com ele, é possível registrar os parâmetros utilizados durante a torra, permitindo manter um histórico do perfil de torra e possibilitando reproduzir esse perfil depois. O software também conta com um controle PID próprio. No caso da torra controla pelo PID, a experiência do pessoal do fórum é que a fase até o primeiro crack pode ser feita utilizando o PID, porém depois disso, o pessoal acha melhor controlar manualmente. No RoastLogger, o operador pode optar por deixar a torra em automático ou assumir o controle manual. Para isso, basta utilizar a barra deslizante que regula a potência de aquecimento. Custos O mais barato é manter o torrador todo analógico. O custo seria do dimmer (~R$40) e do termômetro espeto (~R$18). Na solução eletrônica, o custo seria o Arduino (~R$30 o Nano), SSR (~R$30), termopar (~R$15), interface de leitura do termopar - MAX6675 (~R$25). Ou seja, ~R$58 o analógico e ~R$100 o eletrônico. Soma-se a isso, o frete de cada compra.
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Corre! Fritadeira Philco Air Fry Kitchen Art- 220v por 49,90!
Santiago Luz respondeu ao tópico de Beto Origens em Buscafé
Fica na maior ansiedade e acontece isso. É duro, höpner. Se você fosse de São Paulo eu te emprestava uma fritadeira minha, já que comprei duas. Hehe.. Boa sorte com a sua encomenda. -
Cafeteira Aram - O projeto
Santiago Luz respondeu ao tópico de João Vitor Ribeiro em Máquinas de Expresso
Projeto Draft: Com uma cafeteira portátil, a Aram encara o desafio de escalar um produto artesanal -
(Kickstarter) Stagg EKG | The Electric Pour-Over Kettle for Coffee Lovers
Santiago Luz respondeu ao tópico de Bruno Marinho em Coado e afins
Eu faço isso com todo projeto do Kickstarter que eu acho legal. Uso o próprio sistema deles de favoritar, que é um ícone de estrela. Assim eu vou recebendo atualizações da campanha, inclusive um aviso 48 horas antes de finalizar a campanha. Mas dificilmente eu vou colaborar com um projeto porque o risco é muito alto. Melhor segurar a ansiedade, favoritar, esperar ficar pronto e ser avaliado. -
Pela página de atualizações do projeto no Kickstarter é possível acompanhar as novidades, mesmo sem ser apoiador. Muitos projetos publicam atualizações somente para apoiadores, o que eu acho péssimo. Eles tem sido bastante transparentes e o envio deve estar começando por esses dias (mid-December).
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Fernando, acho que todo mundo usa o primeiro (branco). Eu tenho desse modelo mesmo.
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Fernando, se vai usar Arduino, não prefere controlar a resistência pelo Roastlogger? Aí precisa de um SSR, ao invés do dimmer, que seria para controlar manualmente de forma direta.
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Cafeteira Aram - O projeto
Santiago Luz respondeu ao tópico de João Vitor Ribeiro em Máquinas de Expresso
Não priemos cânico. Financiamento coletivo é assim, galera. -
Ela é bem parecida com a Pop Fun. Acredito que seja basicamente o mesmo equipamento. Deve funcionar com as mesmas ressalvas.
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Em geral, eu uso espresso em 0V+35 e Aeropress 1V+30.
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Cafeteira Aram - O projeto
Santiago Luz respondeu ao tópico de João Vitor Ribeiro em Máquinas de Expresso
Ufa! Chegaram os filtros! Serão filtros La Spaziale e não de fabricação própria! https://www.instagram.com/p/BNwnSrGgNQZ/ -
Corre! Fritadeira Philco Air Fry Kitchen Art- 220v por 49,90!
Santiago Luz respondeu ao tópico de Beto Origens em Buscafé
Acabei de receber um e-mail informando que o produto foi enviado e o código de rastreio. -
Eu não estava inclinado a participar da compra coletiva porque há tempos não torro café. Inclusive tenho um estoque grande de cafés verdes que estão envelhecendo... Mas o Beto fez um achado com a Air Fry da Philco por 50 reais e o cenário acabou mudando. Comprei duas fritadeiras e entrei na compra coletiva!!!
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Corre! Fritadeira Philco Air Fry Kitchen Art- 220v por 49,90!
Santiago Luz respondeu ao tópico de Beto Origens em Buscafé
Caramba, Beto! Excelente dica! Por isso que eu gosto desse fórum! Eu parei com a pipoqueira por preguiça... Espero que com a Air Fry seja mais prático de torrar. Já havia me interessado, mas pelo preço normal não encarei. Que sorte! -
Weiss Distribution Technique (WDT) - qual o mistério?
Santiago Luz respondeu ao tópico de Rodrigoks em Técnicas e Dicas
Você diz que passa o garfo do capeta e é canalização na certa, é isso? -
Weiss Distribution Technique (WDT) - qual o mistério?
Santiago Luz respondeu ao tópico de Rodrigoks em Técnicas e Dicas
Confesso que também achei estranho ocorrer o contrário com o Gilberto. E fiquei curioso em saber como ele faz a distribuição do pó quando moido no Bravo Mini e o volume de pó é menor que o volume do filtro (não fica transbordando). Como faz, Gilberto? -
Para quem estava na dúvida se encarava o Pharos ou não, eis a oportunidade: Baixei para R$1.400,00! Mas só até as 22:00 de hoje!!! É pegar ou largar.
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[VENDIDO] Moedor Macap MC4 (stepless e doserless)
Santiago Luz respondeu ao tópico de Santiago Luz em Classificados
Valeu Aurélio, o moedor foi vendido! -
[VENDIDO] Moedor Macap MC4 (stepless e doserless)
Santiago Luz respondeu ao tópico de Santiago Luz em Classificados
Nunca testei o Vario, então não sei dizer. Mas existem avaliações desse moedor na internet, talvez até encontre comparação com o Vario. -
[VENDIDO] Moedor Macap MC4 (stepless e doserless)
Santiago Luz respondeu ao tópico de Santiago Luz em Classificados
Sim. Eu diria que praticamente zerado! -
Vendo moedor elétrico Macap MC4. Moedor stepless e doserless. Pouco utilizado. Fiz a limpeza interna e está em excelente estado. Mós planas de 58mm. Voltagem: 110V Localização: São Paulo Valor: R$1.500,00 Interessados, comente aqui, mande mensagem ou e-mail para santiagoluz arroba gmail.com Ele apenas está com a base do reservatório quebrada em um dos encaixes, porém esse detalhe não é aparente quando o reservatório é colocado no lugar e nem interfere na funcionalidade. Dentro do reservatório há uma grelha preta de plástico que é encaixada ao reservatório por 3 pinos. Um deles está quebrado. Da mesma maneira, não é visível nem atrapalha em nada a funcionalidade.
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Cafeteira Aram - O projeto
Santiago Luz respondeu ao tópico de João Vitor Ribeiro em Máquinas de Expresso
O plano é entregar para chegar antes do Natal.