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Guilherme Torres

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Tudo que Guilherme Torres postou

  1. O f$$$&&&***! é que, cada torra que eu faço, uso 230g de café crú. Se, ao final, não fica boa, dá um sentimento de perda (de bom café desperdiçado). Essa torra, até que não ficou tão ruim, mas, perto das que vinha realizando antes com o condado, deixa muito a desejar. Dá até uma súbita e passageira vontade de parar de experimentar novas possibilidades e voltar ao que é seguro. Mas, por outro lado, se consigo acertar ainda mais, aprimorando a técnica anterior .....
  2. Leonardo, Não notei a existência de óleo na superfície. A foto pode enganar, pois foi tirada em ambiente com luz insuficiente e usei o led do iphone para conferir maior iluminação (às vezes, pode ser reflexo de luz, às vezes, óleo). Acabei de checar uma amostra do café que trouxe para tomar no trabalho e não consegui identificar óleo nos grãos, mesmo com uso de uma lupa. Já fiz uma torra que passou do ponto. Nessa, não havia dúvida sobre a existência de óleo kkkk. Mas, de fato, olhando mais uma vez as fotos, dá para perceber uma diferença entre a cor interna e externa dos grãos. Como poderíamos remediar isso? Diminuir o tempo de desidratação, mantendo o calor alto na fase inicial da torra (o condado, afinal, não é grão dos mais densos)? Diminuir o calor em todas as fases da torra? Diminuir o calor na fase de desidratação e aumentar na fase de finalização? O que você sugere? Carneiro, alguma luz? Abraços
  3. Bernardo, Realmente, a iluminação atrapalha um pouco. Diria que está mais para city+, embora não pareça pela foto. Adicionei mais duas fotos, uma com close up e outra do grão cortado ao meio. A última permite aferir o que o márcio estava dizendo no tópico do behmor. Nos fornos a tambor, há uma tendência do grão ficar mais torrado por dentro do que por fora, embora eu arrisque dizer que, no Philco, essa diferença é bem pequena, embora exista. Fiz duas degustações do café. Uma em casa e outra aqui no trabalho. A daqui ficou melhor (talvez porque moído no kyocera, com maior uniformidade e menos particulados). Não ficou com nada de gosto de cinzas, mas também não foi a melhor torra que já realizei, ao menos para meu gosto pessoal (estou começando a curtir mais a acidez). O gosto residual está muito bom (aliás, nesse aspecto, o fazenda do condado se destaca: deixa um gosto suave, saboroso, com caramelo, mas sem amargor, que persiste por vários minutos). Mas não senti tanto as notas de origem e senti falta da acidez (o capim limão não estava lá, quando tomei), que ficaram um pouco atenuadas pelo maior grau de torra. Acho que ficou uma torra muito boa para espresso, principalmente para um ristreto, mas não tão boa para um coado, aeropress ou french press. Amanhã farei um coado com ele e assim tiro a prova. Depois digo o que achei. Bom, vamos às fotos:
  4. Antes de começar a ler, leve em conta que meu forno mostra temperatura 10•C menos do que deve estar a massa de grãos. Hoje, inspirado nos artigos da roast magazine, tentei fazer um perfil de torra que começa com 180•, depois de um minuto passa a 164• e estabiliza em 170• aos 3min, seguindo nessa temperatura até os 6min, quando começo uma rampa que perdura mais ou menos uns 3min até alcançar 195•. Depois deixo nessa temperatura até alcançar o primeiro crack, quando volto a reduzir lentamente para 180• (demora mais ou menos 3min para reduzir a tal temperatura). Com isso, prolonguei o primeiro crack por volta de uns 2min30s, sem que se iniciasse o segundo crack. Encerrei a torra aos 11min. O café ficou city+/full city. Depois vou fazer uma degustação e posto minha impressão. http://www.flickr.com/x/t/0093009/photos/85044844@N05/8476098386/
  5. Nem provei, tamanha raiva que fiquei kkkkk
  6. Parabéns pela formatura! Que, agora, venha o sucesso (financeiro principalmente hehe)! Comigo, foi pior. Não sei se foi obra de algum filho (os meus são bem moleques, como o Bernardo, o Klause e o Márcio podem atestar), mas tinha um parafuso solto no meio do café que eu estava moendo (para dar para o porteiro - quem mandou fazer caridade kkkkk) e, ai.... já viu né..... Estou até hoje sem poder usar meu lux porque a engrenagem de nylon que faz as mós girarem já era e, as que eu pedi em substituição (pedi duas, vai saber se isso ocorre de novo ou algo parecido) até hoje não chegaram. Foram remetidas em 31 de janeiro e até agora nada. Quem mandou eu usar o first class da USPS. Não devia ter economizado na postagem. Fiz isso e agora estou manivelando como nunca kkkkk. Abraços
  7. Os textos são muito bons. Estão me inspirando novas idéias.
  8. Mas não é só para torras que o forno esta bom. Essa diversidade que me conquistou. Hoje, domingo de carnaval, resolvi assar um bacalhau para a patroa. Adivinhem onde foi feito... Ficou de virar os olhos, na definição da minha esposa. Kkkkk! Guilherme
  9. De toda forma, ainda que a medição não seja idêntica daquela temperatura que se passa no grão durante a torra (até porque isso é muito difícil de se implementar,senão impossível), dispondo de um critério preciso e estável, podermos repetir uma torra boa. Portanto, sendo a medição constante, como ocorre com o gene e, posso atestar, também com o Philco, isso é suficiente. Temos que combinar um dia para fazermos uma degustação comparada, preferencialmente na estrega kkkkkk Abraços
  10. Tenho a impressão que o meu forno mede para baixo e o gene para cima da temperatura real do grão. Digo isso porque, segundo sua descrição, a torra foi encerrada com o gene a 235°C, muito acima da temperatura que ocorre o primeiro crack, sendo que, pela descrição da cor do grão, a torra não chegou a ficar muito escura e nem entrou no segundo crack.
  11. O forno realmente esta muito bom para realizar torras. Hoje, para testá-lo, fiz duas torras com mesma quantidade, mesmas curvas de temperatura, mas com cafés diferentes (fazenda do condado e moca (patrocínio/mg). Bem diferentes, por sinal (tamanho, forma e densidade). Ficaram muito parecidos visualmente, destacando que o primeiro crack, de ambos, ocorreu em momento similar. Posto foto de um do lado do outro: http://www.flickr.com/x/t/0094009/photos/85044844@N05/8456304343/
  12. O OSPID é USB. A ligação é a mesma de um PID comum. A diferença é que você pode controlar múltiplas rampas pelo computador, usando até um programa de PC gratuito muito difundido entre torradores (não me lembro o nome, mas ja falei sobre ele no tópico Philco Rotisserie).
  13. Dei uma pesquisada e até existe um phidget com saída de rede que pode, adicionado de um adaptador wireless, ser usado para passar as temperaturas direto para o roastmaster. Mas o preço é Salgado: U$160,00 pelo phidget; U$30,00 para o adaptador. Aí, é melhor partir para o OSPID, que além de medir, controla a temperatura, que é mais barato - U$95.00 com frete, mas sem II.
  14. Não sei se teria espaço para um notebook na bancada onde realizo as torras. Mas é muito interessante. Que bom que eles estão evoluindo o programa.
  15. Insiro na minijanela temperatura (você tem que criar um nod antes de iniciar a torra, ou ele pedira para que você o faça quando clicar na primeira vez na citada janela). Veja as duas ultimas fotos que postei no flickr. O link é: http://www.flickr.com/x/t/0092009/photos/85044844@N05/8456332872/
  16. Sim, aquele com vários furos em um lado e apenas um furo do outro, com café moído mais grosso, no nível de açúcar cristal.
  17. Boa discussão. Também uso o roastmaster. Programa imbativel para acompanhamento da torra, na minha opinião. Sugiro deixarmos cupping para a prova usualmente feita em concursos de café e degustação para prova em outros métodos. Assim não confundimos os usuários do forum. Fiz uma torra com um perfil diferente hoje, entrando mais quente na desidratação, bem como conferindo maior velocidade de giro no tambor. Com isso, a torra se desenvolveu mais rápido, finalizando, em grau city, aos 9min50s. Fiz uma degustação na espresso, mas com filtro despressurizado, para se aproximar mais do café coado. As notas de origem estão presentes, o café esta com sua doçura natural, acidez mediana e corpo suave. Segue vídeo
  18. Estou com meu nemox lux quebrado há um mês aguardando a peça de substituição (me arrependi de não pedir sua vinda por correio expresso). Enquanto isso, tenho usado o krups gvx em substituição para fazer na minha máquina de expresso (estou utilizando, no momento, filtro pressurizado). Posso dizer que não vale a pena usar o krups (muitos particulados, moagem totalmente assimétrica). Melhor usar um moedor manual, como o kyocera ou o hário. Mais baratos e com resultado muito, mas muito mesmo, melhor. Aqui no trabalho, uso meu kyocera para fazer na nespresso (com cápsulas reutilizáveis da emohome). Resultado muito superior (ainda que não se possa comparar máquinas diferentes, com bombas diferentes). Em casa, acabo tomando mais o coado (que, ai sim, moo no krups, pois moer 40g a 50g no manual é muito cansativo). Mas, depois do almoço, seja por pressa ou por preguiça, faço uma dose para eu e para a patroa tomarmos na café roma, quando uso o krups.
  19. Realmente, falhei feio na descrição. Eu ia falar que a bebida vinda desse grão é mole, sedosa. Corrigido.
  20. Obrigado. Fiz um espresso com ele. O gosto também esta ótimo. Aliás, duas características que estou gostando muito desse café é a doçura e que resulta em uma bebida mole.
  21. Tenho certeza que já esta fazendo uma torra excelente e que o ponto ótimo esta muito próximo. Parabéns!
  22. Hoje, fiz uma torra de 564g do Fazenda do Condado, no Philco Rotisserie modificado (PID, RESISTÊNCIAS, MOTOR), objetivando 500g de café torrado. Errei por pequena margem, alcançando 495g, em torno de 13% de perda de massa. Atribuo o grau city ao café torrado, lembrando que não tenho a escala agtron para comparar. Ficou bem homogêneo, na minha impressão. Posto o video Guilherme
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