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Mostrando conteúdo com maior reputação em 27-07-2023 em todas as áreas
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Pois é. Como comprei de presente de casamento pro meu irmão, que será em outubro, preciso pensar em uma alternativa. Talvez, além do Cafelat robot que já tá comigo, um kingrinder k6 e um cupom “vale um Timemore Sculptor 078s”. ou compro um baratza encore esp pra ele e pego o sculptor pra mim haha3 points
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Olha, eu nem em sonho deixaria meu irmão desamparado. Certeza pegaria um encore pra ele e seria obrigado a ficar com o sculptor2 points
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Fala @Mordechai! Cara, fazendo o temperature surfing igual a essa thread do reddit, não tenho problemas quanto à temperatura, o café é extraído de forma ideal pra torras mais claras (um pouco mais quente que o normal, pra garantir uma maior extração). Se você sente que está muito quente, sugiro deixar o botão de vaporização ligado por menos tempo, isso vai impedir a máquina de esquentar tanto. Pra facilitar, vou colocar o método de surfing traduzido aqui: Flush na máquina até a luz de extração apagar (resistência ligada); A luz acende novamente em 15 segundos (aquecedor desligado), temperatura do boiler é de cerca de 92°C; Aguardo mais 10 segundos (temperatura do boiler em torno de 98°C); Pressiono o botão de vapor por 5 segundos e desligo; Pressiono o botão de extração IMEDIATAMENTE e inicio o cronômetro na balança - começando com a temperatura do boiler em torno de 98°C, isso significa que a temperatura no final será aproximadamente 90°C, mas acredito que a Gaggia foi projetada para manter a estabilidade do porta-filtro em torno de 93°C nesse caso. Isso também acontece comigo, eu creio que seja causado pela condensação do vapor que "sobrou" dentro do bico após prévia vaporização. Quando as partes esfriam, a água condensa dentro do bico, e ao ligar a máquina deve ocorrer leve expurgo de pressão através da válvula, que expulsa a água remanescente. (É apenas uma hipótese)2 points
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Conversando com o @Felipe_Silva percebi que o comportamento dessa válvula é normal ela segurar um pouco de pressão, ate para poder vaporizar. Então já que a válvula esta segurando ate cerca de 4.5bar ate abrir e após aberta ela ainda precisa de alguma pressão para se manter aberta, eu fiz uma conta simples, para eu ter 9 bar no bolo, a bomba precisa vencer a válvula e o bolo de café, eu subi a pressão e deixei ela regulada para 12bar durante extração e 8 bar em pre infusão. Nunca chega aos 12, a extração normalmente marca 10 a 11bar, mas com o dimmer já atuando diminuindo o fluxo para não subir muito mais que isso. nesses 10 a 11 acredito que seja a forca a mais que a bomba precisa fazer pra manter os 9bar ideal sobre o café e manter um fluxo constante. tipo, 9 no café, e 2 pra manter a válvula aberta com esse fluxo. Por hora acho que vai ser esse o jeito de resolver o meu problema enquanto não tenho uma maquina com válvula de 3 vias. Não sei se meu pensamento esta correto, não manjo nada dessas questões físicas, fluxos, molas, etc etc, fui no puro achismo e os cafés estão me agradando. Mas caso alguem tenha alguma dica a mais, ficaria grato por poder melhorar ainda mais rs1 point
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Estava preparando pra comentar isso, acredito que - com sorte - será nosso presente de natal.1 point
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Olá a todos! Compartilho com vocês a minha dissertação sobre o trabalho de produtores de cafés especiais da localidade da Forquilha do Rio na região do caparaó que fica na divisa entre os estados de minas e do Espirito Santo. https://psicologiainstitucional.ufes.br/pt-br/pos-graduacao/PPGPSI/detalhes-da-tese?id=16175 Como muitos sabem essa região possui características perfeitas para o plantio e cultivo de café arábica, sendo um dos polos produtores de café de qualidade reconhecido no Brasil e no Mundo. Na minha pesquisa, dentro da psicologia, tento desvendar um pouco dos mistérios e enigmas do que faz um café ser especial, para além das características geográficas, climáticas e das plantas em si. Minha grande questão é: quais são os elementos humanos que compõe a produção de um café especial? Quem acompanha o COY e o COE, sabe que o Caparaó sempre produziu excelentes cafés... Mas também produzimos pessoas especiais!1 point
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O mais importante nesse moedor é sacar esse lance do ponto 0 real, ter esse número em mente e saber que cada volta completa tem 12 clicks. Hoje por exemplo fiz uma receita de prensa francesa nela com um catuai vermelho 785. Utilizei 30 clicks ou seja duas voltas completas a partir do ponto 0 real + 6 clicks. 16g / 250g de água, 40 de pré + 4 minutos de infusão. Ficou maravilhoso! De fato ele é um moedor iluminado! Bem superior aos timemore c2 e c3 Enviado de meu SM-G975F usando o Tapatalk1 point
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Acho muito legal essa live que teve com o fundador da Flair, ele falando em português... Conta um pouco da história e propósito. Infelizmente tem poucos acessos. Há pouco tempo que descobri que se trata de brasileiro. São máquinas muito bem pensadas, e caso os colegas queiram reativar esse tópico com contribuições, receitas, técnicas relacionadas a Flair também seria bem legal.1 point
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Instalei ontem o dimmer na minha Philco 20 Bar. Agora virou Philco 9 Bar hehehe. Consultei o vídeo do pessoal aqui, tanto o do início do tópico quanto o do @regisassao com o Thales. Achei tranquila a instalação, coloquei o dimmer dentro da máquia, com um apoio pra não se movimentar e deixei apenas a ponta pra regular de fora. Usei um dimmer bem simples de 400w que comprei na shopee, funcionou perfeitamente, vou deixar o link aqui: https://shopee.com.br/user/purchase/order/141707739191476?type=6 Fiz a primeira extração após a instalação do dimmer utilizando teóricos 9 Bar (130ml em 30s) e o resultado foi muito bom. Com o mesmo click do K4 que havia utilizado na extração imediatamente anterior e com a máquina ainda original, tinha espirrado bastante. Depois do dimmer saiu assim: Já havia conseguido belos shots com o naked, mas não era sempre que acontecia e dava muito trabalho pra acertar. Com o dimmer ficou bem mais fácil essa questão. Agora é começar a achar um perfil de extração e "pré-infusão" legal, brincando com a regulagem. Obs: O manometro já chegou e PID está à caminho. Quando terminar de instalar tudo a Philcosinha vai ficar invocada hehehe1 point
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Então o termostato de extração está cortando a corrente, pois entende que já chegou na temperatura alvo. So vai deixar passar corrente novamente quando cair uns 10 graus. Já o PID está lendo o termopar tipo K avisando que ainda não chegou aos 135. Ele mantém o SSR funcionando pra mandar corrente pra resistência, mas como só chega zero V, ele não tem o que mandar e a temperatura cai mesmo. Por isso que eu desativei os termostatos e controlava a temperatura tanto de extração como de vaporização só no PID. Se quiser deixar uma proteção, pode usar o termostato de vaporização para limitar a temperatura máxima, mas, se você não tirou, ainda tem um fusível térmico na fase que vai pra resistência (pelo menos na Poemia tem, não lembro da Philco e não abri outras maquinas). Para acionar vaporização e extração, você aciona botões diferentes. Possivelmente, a fase da extração vai direto para o SSR sem passar pelo termostato. Já na vaporização, a fase deve passar pelo termostato de extração em série, e se ele desliga, não chega corrente no SSR. Dá uma checada nessa fiação que o negócio é confuso mesmo. Eu quebrei muito a cabeça pra entender a lógica na Poemia, e depois de novo pra ficar seguindo fio na Philco. Vocês viram 30 min no vídeo do Thales, mas demoramos umas 6 horas só pra entender, modificar e filmar, fora o trabalho de edição que o Thales fez depois. Se não resolver, sugiro desconectar os termostatos e jogar a fase direto no SSR, lembrando que se você setar uma temperatura muito maior que os 135 graus no PID pode queimar a máquina ou até mesmo explodir a caldeira, é por sua conta e risco.1 point
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Opa, tudo certo? A ideia de substituir o difusor já passou pela minha cabeça, até por que o alumínio realmente fica com aspecto bem ruim com o passar do tempo. Com relação a condução térmica, o alumínio ainda é um excelente condutor, entre os melhores junto ao cobre. Por este motivo muitas máquinas profissionais utilizam caldeira de cobre ou latão (que é composto por cobre, zinco, chumbo e ferro), sendo os dois melhores condutores que o alumínio mas também bem mais caros. Por isso máquinas que não são comerciais utilizam caldeira e grupo com difusor de alumínio, pois comparado com cobre e latão é bem mais barato mas ainda um excelente condutor térmico. Acredito que um ponto importante a ressaltar é a questão da corrosão galvânica. Metais mais nobres tendem a acelerar a corrosão de metais menos nobres quando em contato um com o outro. No caso o inóx pode sim fazer o alumínio da caldeira apresentar algum tipo de corrosão com o passar do tempo, justamente pelo contato com o difusor ser de inóx. Esta corrosão muitas vezes aparece no alumínio como um pó branco, que na maioria das vezes não chega a danificar a estrutura (precisando de anos para isto na maioria dos casos). Um exemplo é o caso dos parafusos de inóx que prendem a caldeira de alumínio na carcaça da máquina, onde muitas vezes já apresenta este "pó branco" na área próximas aos parafusos de inóx mesmo com pouco tempo de fabricação. Acredito que o principal motivo para instalarem o difusor de alumínio junto a caldeira também de alumínio seja esta questão da corrosão galvânica, além do custo é claro. Em máquinas comerciais onde a caldeira é de cobre ou latão geralmente o grupo todo também acompanha o mesmo tipo de metal.1 point
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Pessoal, fico muito feliz em poder dizer que agora as modificações estão todas finalizadas e 100% funcionando. Segue a lista de modificações: - Fabricação de suporte para manômetro, Dimmer e PID em chapa de ferro Material foi galvanizado, logo após aplicado primer de aderência GNP415 WEG e massa de acabamento nas bordas com aplicação de fundo rápido e tinta poliuretano (PU) WEG na cor cinza escuro pigmentado - Instalação de PID com um SSR com termopar em formato de anel que foi fixado entre a caldeira e o termostato original já desativado - Dimmer para pré infusão e pressure profile - Manômetro com glicerina de 25 Bar conectado entre a bomba e a caldeira com conexões em metal - Pintura da carcaça com a mesma tinta poliuretano (PU) na cor cinza escuro pigmentado. Pintura do suporte dos botões, também em tinta PU na cor preto brilho - Instalação de chuveiro de precisão IMS - Troca do filtro original por IMS - Troca do suporte para filtro original da Gaggia por um porta filtro naked -Válvula OPV regulada em 9 Bar Abaixo deixo as fotos para inspiração daqueles que também gostam de fazer uns mods: Mais algumas fotos:1 point
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Acabei de entrar pro clube do K4! O meu chegou ontem e fiz os primeiros testes hoje, até me dar sintomas por excesso de cafeína rs. Minhas primeiras impressões mesmo: 80 cliques pra espresso (contando do 0, mas tem mais 15 até travar), ficou bem ruim, intragável. Usei um mesmo café que já usava antes com um moedor muito menos preciso e ficava melhor. Fui engrossando a moagem até o clique 85 e foi piorando. Amanhã vou testar afinando. Meu paladar não é nem um pouco aguçado, então não sei dizer se ficou ácido ou amargo, mas sei que não está bom. Quando ao esforço de moagem, eu achei mais alto do que eu esperava, mas mói 12g (o que geralmente uso) em menos de 30s. Não tenho parâmetros de comparação porque é o a minha primeira experiência com um moedor manual.1 point
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Pode entrar em contato comigo que a gente resolve. 11 99386-0033 Enviado do meu iPhone usando Tapatalk1 point