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Mostrando conteúdo com maior reputação em 05-06-2024 em todas as áreas

  1. Acho que fez a melhor opção mesmo, considerando que vc já tem o K6 e C3. Creio que o K-Ultra não iria te adicionar muita coisa em relação ao seu setup atual, o J-Ultra vai te entregar um sensorial mais interessante, principalmente pros espressos, além de provavelmente ser mais macio que o K6.
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  2. Ainda não fiz o vídeo para mostrar como faço os despejos com o Origami. O motivo disso foi a variação de resultado que percebi por conta da alteração da temperatura. Nos últimos dias fez bastante frio aqui em minha cidade e o Origami de porcelana acabava roubando temperatura da água, que já não estava alta (91°C). Eu descobri essa influência ao testar o Origami de acrílico que eu tenho (comprei justamente porque vi opiniões sobre resultados diferentes na internet). Hoje comecei a testar jogar uma quantidade maior de água quente na hora de escaldar o filtro, para ver se a cerâmica do Origami aquecia melhor, mas como o meu café já estava no fim, acabei alterando a receita e fiz 160ml de água com 10g de café (minha receita padrão está sendo 20g de café para 320ml de água com 36 clicks ou 0.3.6 no ZP6). Com relação ao despejo, - No primeiro (quando ocorre o blooming), eu aproximo o bico da chaleira o máximo que eu posso do bolo de café e posiciono no centro. O fluxo que deixo é o mínimo possível sem deixar cair gotas (um fio de água fino e constante). Eu não mexo o bico do centro até que a água comece a cair na jarra de vidro. Depois que ouço as gotas caírem, eu começo a espalhar em círculos para o resto do bolo do café (geralmente da em torno de 60 a 70 gramas de água isso). Espero toda a água passar pelo bolo para começar o segundo despejo (isso dá uns 35 a 40 segundos de tempo) - No segundo despejo, eu repito o mesmo processo do primeiro despejo, começando pelo centro e esperando a água chegar do outro lado e cair na jarra para em seguida fazer movimentos circulares. Eu despejo água até somar uns 110 a 120 gramas. Aguardo até a água passar toda pelo bolo do café. - No terceiro despejo eu início no centro, com fluxo baixo, mas a água passa mais rápido. Depois eu aumento consideravelmente o fluxo, fazendo movimentos circulares até chegar à borda. Feito isso, eu mantenho um fluxo médio de água até completar as 320g de água. O resultado é um café encorpado, com boa acidez e doçura, mas isso tem variado de acordo com o grão que utilizo.
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  3. Opa, saudações. Iniciei nos espresso hoje, na Philco 15 bar. Muito animado. Coloquei um filtro despressurizado e utilizando o k1. Segue foto do segundo cafe tirado. Muito para aprender e melhorar, mas Feliz com o aprendizado.
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  4. Sim, partindo desse pressuposto minha ideia com o PID era não deixar avançar muito a temperatura e não pra ter um controle maior sobre a extração. Mas vamos lá. O PID chegou e eu instalei. A máquina tem originalmente um sensor NTC pra controlar a temperatura e um termostato bimetálico de 170° (creio eu que para segurança). Eu retirei esse sensor pra colocar o termopar tipo k e anexei o PID ao thermoblock. O aquecimento do termobloco é muito rápido, então quando o sensor passa a temperatura para o termostato, essa temperatura já é muito maior. Então para "solucionar" isso, eu deixo o termostato definido com aproximadamente 80 graus. Ligo a máquina por alguns segundos e desligo, espero uma nova leitura da temperatura e ligo novamente, assim que chega próximo aos 80 eu deixo ligado, então a temperatura real vai estar próximo dos 100 graus. Depois de um flush a temperatura cai e o termostato aciona de novo aquecendo devagar dessa vez, então a temperatura fica perto dos 90. Resumindo, funcionou? Funcionou, da um trabalhinho pra tirar um café, mas funcionou. Fiz várias extrações e foram as melhores que fiz com essa máquina. Vale a pena? Não. Apesar do espresso ter sido melhor, não foi nada muito melhor e não vale o trabalho pra tirar um café.
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