Ir para conteúdo

Ranking

Conteúdo Popular

Mostrando conteúdo com maior reputação em 13-07-2025 em todas as áreas

  1. Funcionou 100% com a tecnica RDT e com o funil ficou perfeito. porem o link que comprei foi do mercado livre https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-3903626415-funil-p-moedor-de-feijo-com-fole-de-borracha-para-baratza-_JM?attributes=COLOR_SECONDARY_COLOR%3AUHJldG8%3D#origin%3Dshare%26sid%3Dshare  A retenção caiu para praticamente 0 a 0.2 a peça vai invertida e a tampa encaixa perfeitamente dentro dele.
    1 point
  2. Rapaz, li sua mensagem e fiquei até em dúvida se não era eu que postei! Peguei um Edge acho que por sua indicação, gosto de espressos mais tradicionais de torra escura e também estou graduando de um R3. Para espressos ele é fantástico e a retenção não é tão grande (acho que inferior a 1% nos meus usos) e tenho ficado muito contente no uso dele para espressos. Para coados devo ser sincero e dizer que estou sentindo um pouco de falta de brilho, mas honestamente acho que se trata de um café com tons mais terrosos (chocolate, caramelo e baunilha) do que por qualquer característica da mó dele. Vou comprar algum café mais cítrico ou floral para poder avaliar melhor. Único "problema" até agora é a demora para a moagem, pouco mais de 1min para moer 30g para coados e mais ou menos o mesmo tempo para moer 16g para espresso. Há quem considere isso longo se comparado a outros moedores, mas não me importo, faço outras coisas no meio tempo. Muito feliz com a compra até agora.
    1 point
  3. Fala, pessoal! Deixo abaixo o resumo do primeiro teste que fiz com o Starseeker E55 nos filtrados. Qualquer dúvida ou sugestão é bem vinda! Testes - Starseeker E55 para Filtrados Moedores usados no comparativo: 1Zpresso K-Ultra e Comandante C40. Métodos utilizados: Kono tamanho 01, Origami Air tamanho 01 e Hario V60 tamanho 02. Perfil de cafés utilizados: Fermentado e Clássico. Teste de fines utilizando a peneira da MHW-3Bomber com a malha de 500 mícrons: Foram utilizados 10g de um café fermentado para cada moedor. Starseeker E55 - 0.3g de Fines (Click 138); 1Zpress K-Ultra - 0.2g de Fines (Click 6); Comandante C40 - 0.1g de Fines (Click 22). Avaliação sensorial (subjetivo): O Starseeker E55 tende a entregar mais corpo e doçura para todas as bebidas preparadas. Para o perfil Clássico foi utilizado um café com notas de chocolate e morango, onde ele entregou tudo o que o café entrega nos moedores K-Ultra e C40; Para o perfil Fermentado ele apagou a acidez mantendo somente corpo e doçura. É um custo x benefício ótimo, entrega ótimos resultados no espresso, mas não brilha nos filtrados, apagando a possibilidade dos cafés mais complexos se mostrarem de fato. Cabem mais testes, visto que esse foi feito ao longo de uma semana. Caso eu tenha resultados distintos futuramente, compartilho aqui. Agora o principal é ver sua durabilidade ao longo do tempo com uso moderado (1 espresso por dia).
    1 point
  4. Segue uma dica para proteger a parte de superior aonde normalmente usamos para aquecer as xícaras e a grelha da bandeja de dreno (tapete de silicone para air fryer).
    1 point
  5. Moedor com cerca de 2 meses de uso, praticamente novo. Ótimo para coados - regulagem não é boa para expresso. Todos os acessórios, na caixa. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-4117097441-moedor-manual-de-cafe-timemore-s3-preto-30g-_JM
    1 point
  6. Olá, entrei no ramo ainda este ano, ou seja, sou um novato nesse buraco de Coelho. Na minha curta experiência, a qualidade dos grãos e ética da torrefação ditará muito. Por exemplo, assinei um clube x que promete cafés excepcionais, pipipi/popopo notas de x,y, z e w. Como primeiro contato com café especial, moedor, v60 e outros métodos, ao não obter o sensorial descrito na xícara julgava ser minha falta de experiência/prática/técnica(e de fato, julgando pelas 3 possíveis mortes do café, é bem provável que isso teve um certo peso). No entanto, comecei a reparar que eu acertava mais a extração em cafés de outras torrefações, assim como conseguia sentir algumas notas descritas. Daí me perguntei: Será que eu realmente tô errando a mão só nos cafés da assinatura ou esses cafés estão abaixo da qualidade fornecida pelas outras torrefações? Não faz sentido, certo? Mesma receita, água, tecnica, metodo, filtro e cia tentando ajustar 1 variável por vez e nada do bendito café de assinatura sair bom. Até que, com mais experiência, resolvi despejar os graos da assinatura num tabuleiro e vi o problema. Peneira baixa, torra zoada, quakers e até um torrão... Conclui então que, sim, é possível sentir as notas descritas na embalagem e outras não descritas, mas isso depende de alguns fatores, tais como: - O café ser de fato bem torrado e classificado pela torrefação - Fazer a sua parte ao acertar a extração. - Ter o repertório sensorial necessário para sentir as notas descritas. (Como diabos tu vai sentir nota x, y, z se você nunca experimentou tais coisas?) E mesmo assim, talvez você não sinta as notas, faz parte. Tem tantas variáveis que influenciam no campo sensorial que pqp, da um trem só de pensar nisso a fundo haha. Recomendo seguir o projeto the coffe sensorium e outros especialistas do ramo se quiser entender um pouco melhor sobre isso. De toda forma, as respostas anteriores a minha já deram um bom quadro geral sobre o tema. Edit: Eu concordo muito com a questão de marketing enganoso quando a descrição é muito objetiva. Por exemplo: Acidez citrica, corpo licoroso, notas de torta de limão, biscoito de gengibre e retrogosto de chocolate. Putz maluco, a acidez provavelmente fez a pessoa pensar em limão, mas daí meter uma torta? Daí vem o biscoito de gengibre, qual nota fez o provador relacionar a isso? Talvez um "q" herbal? Alguma nota de especiaria? Isso simplesmente é extremamente subjetivo e, portanto, desonesto ao meu ver.
    1 point
  7. Em minha desimportante opinião, diria que não. Acredito que essa tendência de marketing agressivo seja um desvio, um acidente, embora aborrecedor, não suficiente para estragar tudo. Tem muito trabalho, método, normativas e estudo para a construção de quadro de notas, o que, a rigor, é uma forma de explorar as possibilidades do café. Ao mesmo tempo, e isso ocorre em vários ramos do conhecimento científico moderno, temos produtos cada vez mais especializados e atomizados, a afastar da prática do cotidiano (mesmo que bem informada) o conhecimento, e a parte da comunicação seria uma chave para ligar conhecimento e prática, porque, assim, o conhecimento passa a ter um porquê quando faz sentido na vida. Afinal de que serve um conhecimento sofisticado, restrito aos escolhidos e premiados? De maneira geral, café especial é um campo em desenvolvimento, em termos de economia, cultura, mercado, pesquisa, ciência etc. Claro que, num cenário de muita competição, de forte influência no imaginário via redes sociais, no comportamento mesmo de consumo, se tem um forte apelo do marketing. E aqui nem acho que seja "lucrar mais" ou um plano maligno e tal de exploração, mas, sobrevivência, uso de armas contemporâneas, com a desvinculação entre produtor, torrefação e o comercial como resultado, o que, ao cabo, pode afetar inclusive o próprio consumo, mais cético e desconfiado com o tempo. É questionável sobretudo quando vinculam certo grão a alguma coisa processada (como torta x, mousse, goiabada etc.), ajuda a enfraquecer o elo de credibilidade entre cliente e torrefação, penso. Porém, isso tudo vem de algum lugar... Os cafés são diferentes, sim, entre si (os processos, as técnicas, o perfil, a torra etc.), e de minha parte guardo com carinho quando descobria diferentes grãos, vendo como tudo aquilo era um mundo prenhe de possibilidades e surpresas.
    1 point
  8. Para o dia a dia eu tenho comprado aqui em Curitiba mesmo, no Manifesto Café, procurando sempre um que seja no processo honey, que deixa ainda mais doce. Como eu sei o dia que torram, consigo sempre fresco. As últimas vezes na internet foram o Café Kawá Caramelo da Fazendo Jotacê.
    1 point
×
×
  • Criar Novo...