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Tudo que paulohvs postou
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Antes que eu esqueça, cabe uma explicação. Na parte superior os filtros originais são maiores que o padrão, acredito que para viabilizar a boa fixação com aquela "mola" (não sei se posso chamar assim). Por isso essas diferenças todas com o filtro da Rancilio, que se pode utilizar sem adaptações (apesar que preferi remover aquele "aparato" de plástico de dentro do porta-filtro), mas há de se observar todos estes "detalhes". Abraços.
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Tinha deixado essa questão pendente ontém. Pois bem, fiz o teste aqui e a conclusão é de que "pode servir" . O que acontece, assim como descrevi o tamper original é um pouco mais largo, mas menos do que eu pensava. Ele até "entra" no filtro da Rancilio, mas é bastante apertado e "agarrando" nas bordas, o que certamente vai atrapalhar na hora de prensar e de retirar. Talvez lixando as bordas do tamper dê para usar sem esses problemas, mas pelo menos o meu eu não usaria do modo como veio original. Abraços.
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Confirmo os ganhos que se tem no resultado final na xícara ao se utilizar este filtro da Rancilio na Crema Silver, mas isso só é possível tendo a possibilidade de ajustar a moagem para o nível apropriado para cada café. Até se pode conseguir bons resultados com o tamper original da Crema Silver, mas um tamper melhor facilita muito o trabalho que, principalmente no início, é relativamente complicado. Na minha opinião vale o investimento. Uma outra observação é que o tamper original de plástico possui base maior. Mais tarde vou confirmar, mas acho que ele não "entra" no filtro da Rancilio. Ainda estou pendente de tomar um café espresso melhor do que o que faço em casa, estou pendente de visitar o Klaus ainda. Como bem lembrado acima, nada ficará bom se não for usado um bom café. Depois que se pega "a manhã" as diferenças entres os vários cafés ficam bem mais evidentes. Abraços.
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Discordo que o Krups não sirva para filtro despressurizado, aqui uso ele com minha Crema Silver e filtro da Rancilo e o resultado final é bem melhor do que com o filtro pressurizado. Minha prensa é a da OneCofee e tambem funciona muito bem. O que percebo ao experimentar cafes diferentes é que alguns se dão melhor em métodos de extração diferentes. Já pude experimentar grãos que se deram melhor na prensa e outros no expresso. Estou falando apenas de cafes especiais. Agora dizer que o resultado final com um moedor melhor é muito superior, ai sim concordo, mas isso é muito diferente de dizer que não serve. Posso afirmar sem peso na conciencia que meus shots estão bem "repetitivos". Abraços.
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O sachê da Senseo funciona bem na Crema Silver por que o tamanho dele casa direitinho com o tamanho do filtro dessa máquina, que é igual ao tamanho dos filtros comerciais. Já a C-08 usa um modelo de filtro menor e não deve se dar bem com o sachê da Senseo (aquele da Pilão). Porém, já o sachê "comum", como os comercializados no Ateliê do Café, devem funcionar bem, pois são menores. Neste quesito é até melhor ter o filtro menor, mas método nenhum ganha de quando se moe o café no ato. Abraços
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Veja como esse negocio de moedor e fundamental, atualmente estou com tres cafes diferentes em casa, porem torrados no mesmo dia. Cada um esta pedindo uma moagem diferente no Krups para o espresso. Depois conto mais, pois digitar no meu celular esta sofrivel. Abracos. EDIT: só para complementar, os cafés que estou tomando são o Bourbon Collection, o Bourbon Yellow e o Sweet Collection, todos do Ateliê do Café. Resolvi comprar vários diferentes em um mesmo pedido para ficar mais fácil a comparação direta entre eles. Checado na embalagem, todos foram torrados no mesmo dia. O primeiro a ser aberto foi o Bourbon Collection. Por alguma razão me bateu uma lembrança de filtro pressurizado e os primeiros shots foram feitos com moagem muito grossa, mas já consegui achar "o ponto" para este. Limpei o moedor e no outro dia experimentei o Bourbon Yellow. Para começar, usei a mesma moagen que a do Bourbon Collection. O volume de bebida na xícara ficou dentro da "margem de fábrica" e logo de cara fiz o shot mais bonito da minha vida, uma crema verdadeira consideravelmente mais volumosa. Cotudo, aparência não é tudo e o sabor não agradou muito ao povo aqui de casa (especificamente a mim agradou), sendo que acharam bem melhor quando eu preparei com café moído dois níveis mais grosso no Krups (para meus shots resolvi usar apenas um nível mais grosso). Por fim, o Sweet Collection pede uma moagem entre a desses dois, mas meu moinho não é como o Preciso, que permite esse micro-ajuste, mas compenso um pouco diferenciando a compactação. Fazer espresso é uma ciência bem divertida. Essas experiências recentes apenas serviram para corroborar que produzir maior volume de crema não é algo muito relevante e não significa um sabor melhor na xícara (aqui entra gosto pessoal). Vi que basta moer "um tico" mais fino para se obter mais crema com mais facilidade e, ainda trabalhando nos "limites toleráveis", aumentando 2s no tempo de extração já é suficiente para produzir o mesmo volume de bebida, porém o sabor pode ficar comprometido se comparado a outro ajuste. Reafirmo, o conjunto Crema Silver, Krups GVX2 e filtro Rancilio despressurizado é fantástico para o custo deles, basta desenvolver uma boa técnica para produzir excelentes cafés espressos com ótima cremosidade. Sem insinuar nada, hoje tive o prazer de escutar minha namorada dizer que não vale mais a pena pagar R$5,00 em uma xícara de café em uma cafeteria (claro, ainda precisamos conhecer uma verdadeiramente boa), pois o café em casa está muito melhor. Algo que salta aos olhos e que até ela percebeu é como esses cafés tem saído "oleosos" (dá para ver na xícara as gotículas de óleo), coisa somente possível moendo o café na hora imediata da extração..
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Já tentei com leite natural também, mas aí fica ainda mais fácil de formar espuma no lugar de creme e o leite esquenta rápido d+. Pode usar aqueles da Senseo (os da Pilão) com o filtro simples que dá bem certinho. Não recomendo os "sachês padrão", como os vendidos no Ateliê do Café, pois estes são feitos para filtros menores e não prestam na Crema Silver (pode ser que funcionem na Crema antiga). Estou com alguns aqui do Sweet Collection que não sei direito o que fazer. Rasgá-los e utilizar o pó diretamente na máquina tem resultado em cafés horríveis. Na prensa fica melhorzinho, mas ainda ruim. Não dá para comparar, é um abismo de diferença de quando uso o grão deste mesmo café moído na hora. Não parece que é o mesmo café. Abraços.
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Não tenho leiteira, então já usei copo de vidro de 200ml e 300ml, caneca de porcelana de +-250ml, inclusive já usei estes "refrigerados" na geladeira. O volume de leite foi entre 100ml e 150ml. Na melhor das vezes consegui que o leite não espumasse tanto, mas ainda assim o que se formou foi muito mais espuma do que creme e com aquela "camada" de leite por baixo. Qualquer dia vou testar utilizando o "primeiro jato" de vapor, só para ver se o problema é "força" mesmo, mas aí o efeito colateral vai ser a água no fundo do copo. Abraços.
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Não posso mais me considerer um usuário novato da Crema Silver , mas também não consegui até hoje produzir um creme legal vaporizando o leite. Não foram poucas as tentativas e, por vezes, li e li novamente várias informações e experimentei técnicas diferentes. Principalmente tomei cuidado com o "som" também. Cheguei a pensar que fosse problema do leite, mas testei utilizando uma prensa como cremeira e descobri que não era esse o problema, definitivamente (por incrível que pareça até com leite desnatado dá para produzir creme, mas obviamente não tão bom). Em fim, deixei de lado. Uma coisa que me chama a atenção é que quando se coloca a máquina no modo vapor a "primeira jatada" é bem forte e sai muito vapor, mas também uma quantidade considerável de água. Pelo que vejo isso é normal na maioria das máquinas e o primeiro jato deve ser desprezado exatamente para eliminar esse excesso de água. Porém, testei o segunto jato "livre" e o que percebi é que esse é pelo menos 3 vezes mais fraco. Não sei se é esse o problema, mas em todas as tentativas não consegui produzir um creme que se aproximasse do que consigo na prensa, mas consegui sim resultados bem variados, inclusive sem que o leite aumentasse de forma exagerada. Abraços.
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Cada vez mais novidades, parabens!!! Ainda nem tinha visto essas máscaras decorativas, coisa bem interessante. Abraços.
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Com o uso de filtro pressurizado quase sempre o bolo saia bem úmido e pastoso, mas com o filtro despressurizado tem ocorrido o contrário, ou seja, quase sempre sai bem seco e em forma de pastilha. Deste modo não tenho usado nenhum "artifício" para que o bolo fique seco. Abraços.
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Faz bem Rafa, pois ajusar corretamente a moagem para o grão utilizado é a diferença entre um sonho e um pesadelo, principalmente quando se fala em filtro despressurizado, mas também observei isto com o filtro pressurizado. Quanto comprei o Sweet Collection comprei ele em grãos e em sachê, pois queria "ver" a diferença. Infelizmente não deu certo de usar o sachê, então estou tendo que rasgá-los para utilizar apenas o pó. A diferença é um abismo sem fim. Por mais estranho que pareça, ao usar o pó do sachê para preparar um espresso o café sai com um gosto salgado . É muito estranho, pois uma característica marcante que senti ao moer o Sweet Collection é uma doçura acima da média do que já provei até então. Esses sachês quase vão para o lixo, apenas os mantive por que na prensa fica melhorzinho, mas parece ser outro café, a única coisa que lembra o Sweet Collection que moí é o aroma, mais nada. Abraços.
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Não precisei adaptar nada na máquina, só usar o filtro mesmo. Agora, quanto a procedimento, aí sim uma grande adaptação, pois a moagem, compactação, dentre outros são diferentes, principalmente o sabor na xícara que, nmho, fica muito melhor. Na época que recebi o filtro estava com grãos do café Sweet Collection. Se olhar no tópico de "Cafés que estou esperimentando", verá que postei que achei este café com falta de corpo quando usava o filtro pressurizado. Quando passei para o despressurizado o café ficou muito melhor, com mais corpo e equilíbrio. Meu único problema foi um leve amargor que apareceu por conta de limitação do meu moedor, pois este produz uma quantidade elevada de particulado, mas isso não tem me incomodado muito não. O filtro que estou utilizando é o da Silvia, comercializado aqui. Abraços.
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Nunca tive uma Chef Crema da versão antiga para comparar, então não há muito o que eu possa comentar dela. Também quero deixar bem claro que não tenho nenhuma intenção de ficar defendendo a Crema Silver só por que possuo uma, apenas quero ponderar algumas coisas. 1) Até hoje não tive nenhum problema de vazamento na minha Crema Silver. Pode ser que o encaixe tenha ficado pior, mas não concordo que esteja de uma forma que facilite vazamentos, pois estes nunca ocorreram comigo. A mudança para 58mm foi exatamente o que me motivou a escolher essa máquina e, neste sentido, sem arrependimentos, pois pude facilmente utilizar o filtro despressurizado da Rancilio; 2) Não tenho o que comentar sobre a válvula, até por que não sei quais são os seus benefícios; 3) Este é o ponto mais controverso, na minha opinião. Digo isso por que de fato há muita diferença de técnica e requisitos quando se muda de máquina. Já vi vários comentários de pessoas que migraram para uma Rancilio Silvia e tiveram diversos problemas com suas primeiras extrações, mas obviamente o problema não era a máquina. Em várias experiências já pude experimentar extrações bem diferentes de um mesmo café na minha máquina, mas após achar o "ponto certo" o resultado tem boa constância. 4) Isso já foi discutido antes e o que a Crema antiga possui não pode ser chamado de pré-infusão. Como já explicado, pré-infusão em espresso seria uma passagem constante de água em baixa pressão por um determinado período. Volto a me repetir, não estou querendo ficar defendendo a Crema Silver apenas por que possuo uma, apenas achei as conclusões precipitadas conforme o que comentei acima. Abraços.
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Sem dúvidas, no próprio PDF que o Alexandre disponibilizou há as "margens toleráveis". Para o tempo é algo em torno de +-2,5s, para o volume cerca de +-5ml, e assim por diante. No entanto, em minhas experiências até o momento sempre obtive os melhores resultados casando o máximo possível esses "indicadores". 55ml só com o chuveirinho me parece pouco mesmo. Quanto ao barulho diferente, acho que você confundiu mesmo com a Cheff Crema antiga. Por fim, tem certeza que a bomba da Crema Silver é a Ulka? Até hoje não tive essa confirmação, então sem ter essa certeza não se pode afirmar nada ainda. Tenho muito essa curiosidade, mas não tive vontade de desmontar minha máquina Abraços.
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Até hoje não fiz nenhum teste removendo o chuveirinho, parafuso e mola, mas 55ml com a máquina "montada" me parece muito pouco. Já teve caso aqui de pessoas relatando 100ml, mas ainda assim a máquina aparentemente estava normal. Precisamos de mais relatos dos usuários desta máquina, mas me parece que ela não chega aos 300ml mesmo, então acho que não deve se preocupar com esse valor. Agora estranhei "ser possível" utilizar a máquina sem a mola. Não fica "vazando" água o tempo todo enquanto a máquina está aquecendo e aumentando a pressão? Edson, só para esclarecer, os 150ml que comentei é sem café, ou seja, sem fazer extração alguma. Ao fazer uma extração de café regulo a moagem, dosagem e compactação para ficar 50ml-60ml em 25s. Anita, tem certeza que o tempo para um single é maior? Várias literaturas que fiz diziam que o tempo de um single e de um duplo é igual. Além disso, naquele PDF disponibilizado pelo Alexandre (não me lembro mais a fonte dele aqui no CDC) tem a descrição que "o verdadeiro espresso italiano" preconiza 7g, 25s, 25ml dentre outras características. Abraços.
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Como a semana foi muito corrida acabei demorando para retornar ao tópico. Edson, realmente parece que a sua máquina está com problema. Poderia ser o filtro entupido, mas como você já limpou, então não deve ser. Também acho muito difícil de ter entupido os dois filtros. Aliás, o teste que fez sem café foi com os dois filtros? Outra coisa, já mediu o volume de água em 30s sem PF no grupo? No caso da minha Crema Silver dá em torno de 150ml, mas como já vimos aqui, pode variar. É só para ver como está. Quanto a moagem, sem dúvidas é fundamentar ter um moedor em casa, pois cada café pede um "ajuste" diferente. Até a idade do café pode determinar ajustes diferentes. Então não dá para passar um diagnóstico preciso do problema com o uso de um café já moído. Mas, acho que o teste com PF sem café foi bastante revelador. Abraços.
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Alexandre, definitivamente, para o meu gosto, é um café que dispensa o uso de açúcar. Sem dúvidas foi uma agradável surpresa descobrir que este blend casa muito bem com outros métodos, principalmente a prença, que é meu favorito depois do espresso. De fato o equilíbrio me parece ser o ponto forte deste café e talvez por isso case tão bem com vários métodos. O Sweet Collection, que também provei, me parece tender mais ao sabor frutado e, dependendo do método, perde mais o equilíbrio. Este café na prença mostrou um aroma fenomenal, mas o sabor não ficou tão rico quanto o esperado (mas novamente destaco que não o fiz com tanto rigor quanto posso fazer hoje, então cabe um tira-teima). Já em uma extração com filtro pressurizado o café fica com gosto muito rico e ainda mais adocicado, porem faltando corpo (não fiz extração do Expresso Brasil dessa forma). No filtro despressurizado ele mostrou "a que veio", porem minha técnica ainda deixou a desejar e tenho a nítida impressão de que ainda há um bom potêncial latente a ser explorado. Por características tão distintas considero cafés para tipos de "humor" diferente. Certamente comprarei mais dos dois futuramente, mas por hora pretendo continuar experimentando outras variedades, como o café do mês e o Bourbon. O mais interessante depois que se aprende sobre toda essa arte e se melhora técnicas e métodos é que começam a aparecer muitas diferenças entre os cafés e se percebe o quanto são distintos. Lembro de quando bebo dos cafés feitos com pó de supermercado que, ao meu paladar, apenas parecem mais ou menos queimados, mais ou menos "açucarados" e mais ou menos aguádos. Realmente está difícil de encarar (na verdade sempre foi). Até o Dolce Gusto, que me impulsionou nesse hobby, já não está me animando muito. Acho que devo experimentar da cápsula de expresso intenso e, se não agradar, provavelmente deixo de tomar café no trabalho. Mudando de assunto, estou impressionado com a quantidade diária de café que você consome Abraços
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Voltando ao assunto de café, neste final de semana preparei na french o café da Expresso Brasil. Rapaz, não sei por que antes eu tinha a impressão de que esse café seria melhor para o espresso, mas, curioso, fiz na french e não me arrependo, sem dúvidas o melhor café que já preparei neste método. Não me entendam mal, adorei esse café para espresso, apenas imaginava que esta seria a vocação principal e que não renderia tanto na french, mas felizmente estava muito enganado. Curioso que foi o oposto do que aconteceu com o Sweet Collection, pois este não achei assim tão bom na french. Porém, tenho que dar um desconto, pois antes eu não estava com todos os "controles" que possuo hoje (balança, termômetro, etc). Sem sombra de dúvidas são dois cafés que comprarei periodicamente. Abraços
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De fato vale muito a pena, pois a máquina é muito boa e essa facilidade de intercambio de peças está sendo uma maravilha para mim. Abraços.
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De fato o tempo de extração é uma das coisas que tenho considerado mais importantes na extração de um café. Em um teste "bobo" resolvi fazer hoje a extração no "tempo certo" em uma Dolce Gusto com a cápsula do Lungo. Quem conhece estas máquinas sabe que cada uma possui um volume alvo de bebida e que o do café Lungo é 120ml, portanto o "preparo" de bebidas acaba sendo baseado no volume, não no tempo. Mas, voltando ao teste, usei esta capsula e extrai em 25s algo em torno de 60ml. Não é que o café ficou muito melhor? Fiquei curioso de experimentar o Espresso Intenso, mas tenho medo de que na verdade a Nestle tenha colocado uma bela de uma torra escura ali. Antes que me perguntem, no trabalho um colega comprou uma máquina dessas Piccolo, então é lá que bebo desses cafés. Quanto ao copo, não dá para dizer que é baratinho e nem que é caro, mas também tem na loja do Alexandre. Já que está interessado e pretende comprar o filtro despressurizado com ele, pode aproveitar para comprar o copo também e outros "brinquedos" para aproveitar o frete. Voltando agora à brincadeira com o filtro despressurizado, conforme suspeitava o nível médio do Krups se mostrou adequado para extrair entre 50ml e 60ml em 25s com um fluxo bem constante do líquido saíndo pelo porta filtro. Talvez seja até possível reduzir mais um nível na moagem, depois devo testar. O fato é que o filtro despressurizado é muito revelador para o café. O gosto que estou obtendo aqui está excelente, muito mais encorpado e rico do que os que preparava no filtro pressurizado. Quer queira ou não, a crema está sim aparecendo , mas de uma forma que gosto bem mais, nada de espuma aqui. Porém, essa revelação maior também trouxe a tona um leve amargor não presente anteriormente. No entanto, para mim está bem claro agora que isso é por conta de particulado, pois é possível perceber o "efeito" quando bebo o café, além de também ter percebido a presença dele no café na xícara. Aí está mais um relato que mostra a importancia enorme do moedor e do porquê vale a pena investir tanto em um. Felizmente antes de comprar o filtro despressurizado eu já estava consciente disso, inclusive estando preparado para eventualmente ter que deixá-lo guardado até que pudesse melhorar o equipamento. No entanto, estou longe de estar insatisfeito com o café e, de fato, o filtro pressurizado é que será aposentado. Comento tudo isso por que me impressiona todo o potêncial que o café ainda tem e também para servir de testemunho para quem ainda tem alguma dúvida disso. Infelizmente ainda vai levar um tempo para que eu possa adquirir um moedor melhor, então estou pensando no que fazer para melhorar ainda mais meus resultados. Se não me engano vi um tópico em que comentavam de peneirar o pó para remover os particulados, mas não consigo me lembrar qual era o tópico e, mais importante, onde achar uma peneira adequada para um pó destinado a espresso. Como bateu uma saudade, amanhã acho que vou fazer um café na prensa usando o café da Expresso Brasil. Acho que é bacana testar mais de um método de extração para ver todos os potenciais do café. Tendo o termômetro em mãos, agora sim terei um controle ideal para esse método. Abraços.
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Edson, apesar de já lhe ter respondido por MP, vou comentar um "detalhe" aqui para que as pessoas não fiquem em dúvida ao ler estes posts recentes. Essa despressurização de que estamos comentando é apenas a do filtro, pois o resto do sistema obviamente continuará tendo pressão. Assim sendo, para o que queres a única coisa de que precisa é trocar o filtro. Como diria o Faustão, "e nada mais" . Os outros "acessórios" são para outros propósitos. A Anita já deu uma palhinha aí, é só pesquisar um pouquinho mais que já tem tópico específico e detalhado para tudo isso. -------------------------- Descrevendo o próximo episódio da minha saga Em primeiro lugar, preciso concertar algumas confusões. 1º - O copo de medida que eu utilizava comporta 50ml, não 60ml como eu pensava. O copo me parecia idêntico ao da loja do clube, mas utilizando um medidor que encontrei aqui vi que na verdade eram 50ml. Utilizando a xícara do clube, que possui aquela marquinha no nível de 60ml, comprovei isso também. Portanto, as extrações que eu fazia antes com os filtros pressurizados era de 50ml em 25s. 2º - A medição improvisada com o relógio analógico estava muito imprecisa, como verão nas minhas descrições a seguir medindo com o app de cronômetro do celular (como eu fazia antes) eu estava muito mais próximo do que pensava. 3º - Realmente, se o espresso italiano preconiza 25ml para 7g, então minha meta deve ser entre 50ml e 55ml com 14g. Sei que podem haver variações, mas para o meu gosto percebi que este é meu caminho, pois funcionou muito bem nas extrações com os filtros pressurizados. Bem, depois destas correções, vamos às experiências de hoje. Antes de mais nada agradeço imensamente a ajuda de todos e confirmo que, até então, todas as minhas experiências estavam apenas com os níveis de moagem mesmo: 1 - Como não dava tempo de tirar um café, mas não aguentava esperar , hoje pela manha testei a questão do parafuso. Em uma hora ficou tão folgado que a telinha do chuveirinho baixou a um ponto em que a água saia pela lateral, não pelos furinhos. Mesmo deste jeito o volume de água em 30s não mudou. Assim sendo, o esquema desta máquina é diferente e logo discartei e desencanei de ficar mexendo com isso, então voltei tudo para o devido lugar. 2 - Depois de já ter lido as orientações aqui mais recentes, então hoje a noite continuei com os testes apenas brincando com a moagem. Assim sendo, resolvi engrossar mais e deixei um nível mais grosso que o nível médio do Krups. Creio que fiz isso devido a imprecisão da cronometragem anterior juntamente com a falsa impressão dos 60ml. Nesta extração o café chegou na marquinha da xícara nos 25s (60ml). Importante destacar que, por conta dos "chifres" do porta filtro, após desligar a bomba ainda pinga café por um tempinho razoável, mas não acredito que seja algo a me preocupar, apenas atrapalha na correta percepção do volume de café da extração. O sabor me agradou bastante e houve perda de amargor, porem também perdeu corpo. Amanhão vou testar novamente, mas no nível médio do Krups, pois cronometrando direito acho que esta é a medida ideal. De fato estou achando o filtro despressurizado muito mais revelador e, neste caso, realmente este amargor está parecendo ser originado por excesso de particulados. Contudo, friso, é um leve amargor, nada que me faça querer adoçar o café, apenas sei que esta não é uma característica do café que estou usando. Acho que atingi um nível muito grande de exigência depois que comecei com estas brincadeira em casa . Muito interessante o artigo sobre a crema, mas cabe destacar que, conforme ele mesmo descreve, há uma diferença de gosto entre o pessoal de lá e os brasileiros. A crema que tem se formado nos meus últimos cafés está parecendo muito boa, porém não está muito presistente ao se mexer o café. Contudo isso me parece normal para cafés com torras mais claras. Não estou me incomodando de fato. Isso é tudo por hoje. Amanhã posto os novos resultados que, acredito eu, já estarão no melhor que posso extrair do que tenho hoje. Estou bastante satisfeito e mais tranquilo com esses ajustes que tive que fazer. Apenas estava estranhando as moagens ficarem próximas entre pressurizado e despressurizado, mas vejo que não tem nada haver, especialmente se considerar a limitação do meu moedor que começa a se revelar Abraços.
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Continuando minha saga com o filtro despressurizado na Crema Silver, ontém comecei a utilizar o grão da Expresso Brasil e ainda estou tendo dificuldades em acertar o tempo correto de extração. Quando estava pesquisando por um moinho muito li de que o Krups GVX 2 não conseguiria moer fino o suficiente para espresso, mas até agora não consegui extrações de 60ml em menos de 30s, sendo que já usei moagem no nível médio do Krups. Pelo que entendo de tudo o que aprendi até agora, não seria normal usar uma moagem igual em filtro pressurizado e despressurizado, correto?. Não usei o café da Expresso Brasil no filtro pressurizado, mas o Sweet Collection foi utilizado nos dois e estava com tendência de acontecer o mesmo. Quanto aos outros aspectos do preparo, dentre outros cuidados, tenho colocado o filtro vazio na balança digital para configurar a tara, pesado 14g de café (praticamente enche o filtro) e aplicado pressão com o tamper que, como resultado final, deixa o bolo bem alinhado com aquela marquinha interna do filtro tendo pouca variação (as vezes bem "em cima" e as vezes um tico abaixo). Quanto a este último aspecto, acho que é bom destacar que o tamper novo tem facilitado muito a vida, pois como a lateral da base é grande (se não me enganho já na medida correta para o efeito que irei descrever), fica fácil de perceber quando o bolo já "desceu" o suficiente quado a parte de cima da base fica alinhada com o topo do filtro. Não posso afirmar, mas parece que meus procedimentos estão corretos ou próximo a isso . Contudo, há duas coisas que me deixam com a pulga atrás da orelha e que pretendo "investigar" para ver se consigo um tempo de extração mais correto: 1) Pressão da máquina - como a quantidade de pó está sendo medida com precisão e a pressão no tamper me parece adequada, então tenho a impressão de que a máquina pode estar com pouca pressão e, por isso, não extrai os 60ml em 25s como antes. Nas últimas extrações tenho parado o processo em 30s e o volume de bebida tem sido de 50ml para menos. Neste caso acho que cabe verificar aquela história do parafuso, mas ainda estou meio confuso com as "teorias" debatidas nos posts anteriores. Para isso cabe experimentação, mas tenho que ver um bom jeito para conseguir folgar o tal parafuso; 2) Quantidade de pó - apesar de estar pesando os 14g, conforme comentei o bolo tem insistido em ficar preso no grupo, algumas vezes junto com o filtro já que a mola do porta filtro não trava o filtro duplo da Rancilio. O Gilberto já havia comentado de que isso é comum, principalmente quando há sobredosagem. Por isso penso em fazer testes reduzindo a dosagem em passos de 1g para ver o que vai dar, já que assim diminuo a restrição. Contudo, o café que está saindo está com ótimo corpo e me parece equilibrado na maioria dos aspectos, mas apresentando amargor que estou atribuindo ao tempo excesivo de extração. Segundo "aquele" tópico, para controlar o amargor a solução seria manter a dosagem e engrossar a moagem, mas como meu tempo de extração não está correto estou achando que a solução para mim não é tão simples. Por hora, esses são os dois pontos principais que consigo pensar. Gostaria da ajuda do pessoal para saber o que atacar primeiro, pois estou querendo minimizar o desperdício de café bom. Falando em café bom, é impressionante a diferença que o filtro despressurizado fez. Acertanto o tempo e retirando o amargor o café vai ficar impressionante, muito melhor do que qualquer outro que já bebi, inclusive bem acima do que estava tirando no filtro pressurizado. Nessas minhas últimas extrações já tem aparecido, inclusive, uma crema boa. Está longe do ideal e daquele "volume chopp", mas tem me agradado muito mais e, mesmo que fina, tem preenchido toda a parte superior da xícara quando sai da máquina. Abraços.
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Comentei de estar com a idéia de que meu primeiro raciocínio estava incorreto por que fiquei com a impressão de que a pressão na entrada e na saída da restrição seria igual ou com diferença desprezível. De qualquer forma, minha impressão com os primeiros cafés no filtro despressurisazado e que minha maquina esta com pouca pressão efetiva, pois o nível de moagem está muito perto do que eu usava com o filtro pressurizado. Contudo ainda fiz poucas extrações assim, então ainda tenho outras coisas para melhorar antes de chegar a uma conclusão. Abraços
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Já vi o GVX2 a venda no Brasil por 118 reais. Honestamente, não acho que compense comprar fora. Abraços