Ranking
Conteúdo Popular
Mostrando conteúdo com maior reputação em 04-06-2026 em todas as áreas
-
Esse 064s a ideia é ficar com as Cast Mesmo. Para as HU, vou querer adicionar outro moedor. Até poderia ser outro 064s, mas o lado hobby pede mudar o modelo kkkkkkk.1 point
-
Boa técnica e paciência Paulo! Valeu por contar a experiência e tentarei fazer o mesmo, se eu estiver com paciência.kkkk. Nem sempre alinho no máximo que consigo...deve ter diferenca sim, mas sinceramente não consegui sentir e consigo dormir bem com essa pequena imperfeição de alinhamento. Kkkk Mas, os resultados das SSP LS v3 são muito bons mesmo pra quem gosta de um espresso doce, encorpadinho e não dispensa as notas específicas do grão/torra. Para torras médias tenho usado essas mós e as HU no DF83. As HU dão menos doçura, mais corpo e ainda mantém um toque das outras notas.1 point
-
Finalmente consegui separar um tempo e instalei as SSP Cast V3 no meu 064S. Para fazer o alinhamento, minha intenção era seguir este método, mas ao montar notei uma coisa e daí resolvi fazer uma "variação" que parece deu certo também pelos testes iniciais. O que notei é que, dependendo da posição de giro da peça de ajuste da moagem, mudava o quanto se conseguia apertar os parafusos de fixação. A partir dessa característica, então fiz o seguinte: 1. Deixei os parafusos com bastante folga. 2. Mudei o pino para permitir fechar 1 casa além do ponto zero original e fechei todo o ajuste até encostar no limitador. 3. Apertei aos poucos todos os parafusos até o limite, cada um um pouco por vez, alternando sempre entre os opostos para o aperto geral ser o mais "uniforme" possível. Com o aperto chegando no fim, as mós se encostam por completo e a peça de ajuste fica travada. 4. Folguei os parafusos o mínimo possível, com a mesma técnica alternando os opostos, sempre testando após folgar todos eles até a peça de ajuste novamente ser liberada. 5. Com a peça liberada abri a moagem até um ponto seguro para ligar o moedor e, com ele ligado (fiz em baixo giro), fui fechando até que ouvisse o barulho das mós se tocando. 6. Neste ponto folguei um tico o ajuste só para que parecem de triscar as mós e fiz o teste final como o do vídeo, fazendo uma pressão na peça com os dedos para ver se as mós voltavam a triscar. Fiz esse teste nos pontos de todos os parafusos e entendi que o alinhamento estava bom com o comportamento sendo igual em todos eles, ou seja, com uma mesma e leve pressão em qualquer um que pressionasse as mós triscavam, parando de triscar ao parar de pressionar. 7. Tudo certo, voltei o pino para limitar uma casa a menos para não permitir que ao regular no 0 as mós se tocassem, e assim ficou tudo pronto. Nos testes iniciais não notei nenhum problema de consistência, me parece estar muito bom isso. Inclusive as regulagens na prática ficaram muito próximas do que usava com as mós originais. Fiz um café na OXO que teve o mesmo comportamento utilizando o mesmo ponto de regulagem. Também fiz alguns expressos e, com as SSP, a diferença foi apenas de meia casa mais aberta usando elas em relação às originais, então estou bem satisfeito com o resultado do alinhamento. Com relação ao sensorial, a impressão inicial é bastante positiva, pelo jeito com as SSP Cast tem que fazer muita força para o café amargar. A perda de corpo em relação às originais me pareceu quase desprezível, com ganhos mais significativos em complexidade de sabor. Me chamou a atenção sentir mais aroma durante a moagem e o retrogosto, alem de excelente, ter ficado mais persistente.1 point
-
Fala pessoal, para V60 vocês indicam qual moagem e peneira? Já vi gente falando de 90 clicks, 110, 130 e confesso que estou perdido. A peneira de 500 é a mais usada? Sobre o grupo, tem link pra ele? Muito obrigado!1 point
-
1 point
-
Eu levo uma Aeropress, um moedor 1zpresso Q2 e um pitcher de aço para o caso de não encontrar uma caneca ou xícara que aguente a força. Quando a viagem é muito curta (1 a 2 dias fora), às vezes levo o café já moído.1 point
-
Olá pessoal! Começando este tópico sobre o Kingrinder K7 comentando um pouco a 1ª experiência e testes com este aprimorado moinho. Basicamente, ele tem a mesma construção dos outros kingrinders K4 e K6, com algumas melhorias interessantes: · Todo o intervalo de moagem, cobrindo turco até prensa francesa, é de apenas 100 clicks com precisão de 15 microns. Embora a Kingrinder divulgue que o máximo é 100 clicks, na prática consegue-se ajustar até 110 clicks. Para fins de comparação, o K6 tinha 240 clicks divididos em 4 voltas e precisão de 16 microns. Ou seja, fica muito mais fácil migrar de um método para outro, assim como no 1zpresso k pro (atual k ultra). · O clipe em forma de U, que prendia o eixo no K6, foi substituído por uma arruela que prende o eixo apenas com uma pequena girada para um dos lados. Ideia similar ao ajuste do 1zpresso X pro. · Pela limitação de 1 volta definindo o mínimo e máximo, e a forma de travar o eixo pela nova arruela, o K7 agora fica calibrado exatamente no número Zero, não perdendo a calibração ao ser desmontado. · O copo coletor é preso por 4 pequenos encaixes e travado por imãs. Isso torna muito prático o encaixe e desencaixe precisando fazer um giro menor que ¼ da volta. O melhor ajuste que conheço é do Millab M01 e esse do K7 parece ter a mesma ideia. · A banda de silicone foi remodelada e agora está mais aderente às mãos · Novo conjunto de mós (interna e externa) que lembram os traços de design do ZP6, embora a mo interna do K7 possuir 1 ponta (lamina) a mais. A mó interna é destacável do eixo (vide fotos) e a externa, não. A foto mostra que a mó externa é presa e alinhada por 4 parafusos laterais e o anel cilíndrico que a suporta é inserida por pressão no restante do corpo. Pelo reddit, outros fóruns e no f.a.q. da própria Kingrinder li que não é possível mesmo retirar a mó externa. Mas, obviamente, eu tentei. Ahahah. Eu tirei os parafusos e tentei desencaixar as partes, girando e puxando, mas não obtive sucesso. Pela similaridade das mós do K7 e ZP6, resolvi começar o teste com eles no V60, da mesma forma que fiz com o K4 x kinu e K6 x K pro. Moi amostras em ambos os moedores e tentei deixar numa granulometria similar por inspeção visual. Ajustei o K7 em 88 clicks, o ZP6 em 60 clicks e medi o tempo de extração e os TDS. Tive que ajustar o ZP6 para 56 clicks para chegar no mesmo TDS e cheguei em tempos de extração com diferença de 7segundos. Novamente, comparei as granulometrias visualmente e desta vez utilizei o Difluid Omni para fazer uma série de análises de distribuição das partículas moídas. O que apresentei na imagem é o que ficou mais perto da média dos tamanhos médios e desvios médios dos vários ensaios que fiz. Observa-se que o ZP6 apresenta uma considerável concentração entre 600 e 1180 microns maior do que o K7, mas também apresenta mais fines (<300 microns). Talvez possa se dizer que pelo ZP6 apresentar mais partículas na região de coados, o que sugere mais claridade nas bebidas. Em contraste, a maior quantidade de fines sugere que um maior corpo, doçura e menos claridade. Mas, só com dados quantitativos é bem difícil de prever como serão as características finais... Então, fiz 3 testes no V60 utilizando o método do Kasuya 4:6 que pressupõe uma moagem média-grossa usando o café Catuaí do Eduardo da Roast que apresenta notas de manjericão, tangerina/raspas de limão, lavanda, mel e melaço. O 1º teste foi normal e o outro foi às cegas para ver se conseguia acertar. No dia seguinte, fiz o 3º teste às cegas e também consegui identifica-los. Ambos estão mais para o lado da alta clareza, acidez com menor corpo e doçura dentre os moedores que já testei. Contudo, é possível distinguir características que para esse teste, método e café utilizados definem bem o moedor usado. O K7apresentou notas mais fracas (suaves) de manjericão e acidez mais puxada para laranja. A doçura do mel e do melaço ficaram bem ressaltadas e não consegui identificar o floral da lavanda. No ZP6, claramente deu para identificar a lavanda e uma acidez mais “cortante” tipo limão. Realizei também um único comparativo com o K Max (K ultra) e o resultado foi que o K7 tem mais claridade, mas não mais corpo que o K Max. Nos espressos, como não consigo moer fino suficiente no ZP6 para extrair um espresso ratio 1:2, fiz só com o K7. A propósito, ele é bem rápido na moagem (20g em 40s), mas precisa de uma forcinha extra assim como o K4. O K7 nos espressos de filtro VST 58mm (35 clicks) resulta numa bebida mais leve, acidez ressaltada, mas mantendo uma certa doçura. Não cheguei a testar lado a lado, mas me lembrou os expressos do SSP MP. Fiz testes trocando o filtro para o stepdown 58-46 (45 clicks) da Graph em que se moi bem mais grosso. O resultado foi um espresso com mais corpo e equilibrado entre dulçor e acidez, mas mesmo assim ainda fica bem longe de um espresso mais tradicional usando um kinu, K4 ou Niche Zero. Concluindo, gostei bastante das melhorias e entendo ser um ótimo concorrente do ZP6 para coados e tendo a vantagem de moer facilmente para espresso. Considerando que paguei 1200 no Aliexpress e que o ZP6 está cerca de 1600, entendo ser um ótimo custo benefício para coados e expressos mais leves com notas sensoriais mais perceptíveis. Aos outros que forem comprando e testando o k7, compartilhem as opiniões! Abraço!1 point