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Rafa Rocks

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Tudo que Rafa Rocks postou

  1. rogeriocolt, Esse dispositivo que desliga a pipoqueira é normal e é simplesmente um dispostivo de segurança. A resposta é sim, tem como desabilitar esse dispositivo que desarma a pipoqueira. Acredito que se vc faz torra com termometro não corre o risco de queimar ou pegar fogo ao retirar essa proteção... Colocar o Dimmer ajuda, mas tem que ver se ele não vai influenciar no soprador, fazendo com que não consiga girar os graos... O dimmer é só pra prolongar o tempo de torra e desenvolver melhor o "corpo" do café. Eu tenho uma técnica pessoal pra prolongar o tempo de torra, eu faço rampas de 10 em 10ºC desligando a pipoqueira, quando ela chega por volta de 180º C levo os grãos para a zona do primeiro crack, completo o primeiro crack e resfrio. O resultado é muito bom e a torra fica com cerca de 11-13 minutos. Valeu
  2. Urgente mesmo. Minha mulher foi me dar um de dias dos namorados, acabei comprando na Martinscafé. Já vendeu o seu Alexandre? Valeu
  3. Aqui pra mim os 3 funcionam, inclusive o primeiro. Deve ser porque eu recebi no meu email. Os outros dois não são repetidos não, um é pra pipoqueira em 110V e o outro é pra 220V. Não sei se é classificados , uma dica de compra, mas beleza, tudo certo. Valeu
  4. Para os que querem iniciar na torra doméstica e estão inseguros, a saraiva está com uma promoção na pipoqueira Mondia Pop fun por R$69,90. Pelo preço, sem dúvida nenhuma compensa tentar e aprender um pouco sobre torra doméstica. Para os que querem um pipoqueira pra torrar café por um preço convidativo esse é o momento. Compre um Obata CD, um Unique frutado, um Serra Negra e faça a torra em casa, e verá o que estou lhe dizendo, é viciante.Cafés melhores que os oferecidos pelo mercado. É isso aí galera, torrando em casa!!! Segue os links: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3451045/pipoqueira-mondial-pop-fun-pp-01-cod-1550-02-220-volts/?PAC_ID=36942 220v ou 110v verificar no site Valeu
  5. lfaccioni, faça o que os colegas falaram, tente aumentar pra 16-18g e veja se resolve o problema. Eu tambem gosto dos filtros menores, com menos espaço entre o bolo e a tela. Em relação ao filtro de 12g, estamos usando um que é melhor. Eu e um colega aqui de Goiania, estamos usando o duplo da Rancilio código 40-100-102. Ele é melhor que o de 12g que eu indiquei há algum tempo atrás. Eu uso ele na minha Rancilio Silvia e o Italo aqui de Goiania usa na Baby Twin dele. É melhor que o de 12g. Segue um artigo do pidsilvia (Erez) sobre o filtro citado: http://www.pidsilvia.com/basket.htm Esse filtro é muito bom, vale a pena dar uma olhada. Ele é visualmente da mesma altura do de 12g. O de 12g, decidimos abandoná-lo (só usamos para testes), pois ele recebeu o apelido de saltador, porque fica "saltando" do portafiltro da Gaggia, seu encaixe é muito justo, se não apertar direito ele pula pra fora e faz uma sujeira só. Se for comprar um, compre o da Rancilio com o Erez, preços justos, frete justo e o cara gente finíssima. Comprei um monte de coisas dele (manometro, PF Bottomless, PID,Shower screen, Double basket e triple basket...) e não tem como recomendar o Erez. Valeu
  6. Experimente comprar da Unique e da nuance tb.Maior variedade e qualidade. O suplicy é legal, principalmente o torra clara. Valeu
  7. Já tomei o Jacu coffee, lá em Brasília num lugar chamado Kitinete na Asa Sul em Brasília. Eu tava passeando por lá e resolvi experimentar todos os blends que tinha na casa, eram 4 ou 5. O Jacu foi o primeiro.Custava R$7. Tava acostumado a pagar isso aqui em Goiania no Atelie, aí resolvi topar a brincadeira. É um café legal, diferenciado, tem uma acidez "diferente", mas não é doce ou impactante como alguns outros.Ele é equilibrado. Por incrível que pareça já me surpreendi mais com outros cafés (Unique Frutado, Obatã,Umami, São José, São benedito...) Não pagaria uma fortuna por ele... Valeu
  8. Parabéns Alexandre. Nível internacional. Os nossos cafés são bons, mas a torra e depois o preparo mandam muito. Como vc faz isso muito bem, tanto a torra como o preparo, seu trabalho é mais do que reconhecido. Continue assim, do Brasil para o mundo. Valeu
  9. Amigos, Baratza, apesar de ser bem distribuída no Canada e EUA, não é tão fácil de encontrar lá na Europa. Se o produto virá da Europa,provavelmente será em 220 / 230V. É bem mais fácil encontrar Baratza em 110V. Outra dica de loja que entrega na Europa sem custo, e ainda dá o desconto do VAT é: http://www.espressocoffeeshop.com/ Algumas boas opções: Rancilio Rocky No Doser: 222,31 Euros http://www.espressoc...o_rocky_ND.html Macap M4 Sem dosador: 267,76 Euros http://www.espressoc.../macap_mc4.html Ascaso I-Mini: 152,89 Euros http://www.espressoc...product710.html Valeu Rafa
  10. Com certeza o Rocky. Robusto e dura a vida inteira. Já que vai vir de fora já pensou em outras possibilidades? Macap, Malkhoing, Mazzer, Compak? O Rocky tem um problema na minha opinião, ele é feito quase que exclusivamente pra espresso. O meu só fica no "zero" da graduação, faltando dois pontos pras mós encostarem. Pra um espresso duplo 14g, por exemplo, é difícil o Rocky "chocar" uma máquina...Vc pode chegar um ponto antes das mós encostarem que ele não choca a máquina. Com cafés claros, pode ser que falte um pouquinho a mais no Rocky...como geralmente as torras pra espresso são escuras, muitas usuários de espresso não percebem... É só uma opinião de proprietário. Já usei inclusive essa combinação: Twin + Rocky. Vendi minha twin pra um colega aqui fórum e daqui da cidade, que hoje usa essa combinação: TWIN + ROCKY. É uma combinação boa...
  11. Calma Márcio, não tô "trollando" o fórum não. hehehehe O problema não é gosto do café mesmo não. É uma gosto tipo de metal de máquina. A Gaggia Baby Twin, no começo tem esse gosto no vaporizador, uma vez eu comprei uma carne moída que tava com esse mesmo gosto, o cara do açougue me disse que tinha trocado as engrenagens do moedor recentemente... Vou ver o que aconteceu e depois comento aqui... Uma sugestão para a moderação é "juntar" os posts de uma mesmo assunto num tópico só. Acho que tem 2 ou 3 tópicos sobre o hario Slim, poderiam juntar tudo num tópico só, ou criar o clube do hario slim para unificar os assuntos em um tópico só. Valeu Amigos
  12. Blz, eu tb só limpo com pincel e escovinha. valeu
  13. Coloquei no tópico do hario slim e vou colocar minha dúvida aqui tb: Amigos, ganhei um Hario desse de presente, foi comprado na Martins. Hoje fiz um coado com ele e ficou um gosto horrível "de máquina". Desmontei ele e deixei as peças de molho em água filtrada com detergente neutro. Vcs tambem, no primeiro uso sem lavar sentiram um gosto horrível, tipo metálico, gosto de "máquina"? Deixei de molho. Vamos ver. A mó dele é de cerâmica mesmo?A minha é uma cinza, mas não me pareceu cerâmica... Valeu amigos
  14. Amigos, ganhei um Hario desse de presente, foi comprado na Martins. Hoje fiz um coado com ele e ficou um gosto horrível "de máquina". Desmontei ele e deixei as peças de molho em água filtrada com detergente neutro. Vcs tambem, no primeiro uso sem lavar sentiram um gosto horrível, tipo metálico, gosto de "máquina"? Deixei de molho. Vamos ver. A mó dele é de cerâmica mesmo?A minha é uma cinza, mas não me pareceu cerâmica... Valeu amigos
  15. Eu perguntei se no mais fino "choca" a máquina, ou seja, não passa nada... Valeu
  16. ricardoesteves, torras mais escuras são melhores pra espresso, normalmente extrações melhores, mais controladas, mais fáceis, podendo na maioria dos casos moer até mais grosso... Entretanto, se a torra for muito escura (Vienna, Full City +...) com aqueles óleos na superfície, o moedor pode não dar conta. Como vocês mencionaram que estão moendo no 6 (sendo 1 o mais fino), uma torra mais escura será tranquila... Só uma pergunta, se moer no menor nível, 1 no caso, "choca" a Gaggia? Engraçado eu perguntar isso,porque aqui em casa tenho uma, só que estou usando ela no mais grosso pra French, mas tem muito "fines" e "sedimentação". Em breve vou testar na Rancilio Silvia Valeu
  17. Continuando o tópico acima segue o link dos coadores: http://prazeresdames...cado-brasileiro "O mercado de café está cada vez mais aquecido no Brasil. Prova disso é que hoje temos diversas opções para melhorar o cafezinho coado de todo dia - e não apenas de novos grãos ou máquinas superpoderosas. A tendência é variar o sabor do café coado apostando em novos modelos de porta-filtro, do coador de pano aos tecnológicos hario e clever. Veja dicas de como preparar uma boa xícara e conheça os tipos de coador disponíveis no mercado brasileiro hoje, indicados pelo especialista Ensei Neto: Coador de pano Feito de tecido 100% algodão, é ainda muito usado no interior do Brasil. Custa em média R$ 3,50, sem o suporte. Por ser reutilizável, alguns cuidados devem ser tomados para durar mais tempo e não deixar o café com gosto desagradável. “Antes do primeiro uso, é fundamental passar água quente pelo coador, para remover qualquer tipo de gosto residual do tecido”, ensina Neto. Depois de usado, deve ser lavado com água – e apenas água. Em seguida, deve ser deixado para secar, evitando a proliferação de fungos ou outros microorganismos. Outra opção é guardá-lo em água, na geladeira. “Mesmo com todos esses cuidados, recomenda-se trocar o coador de pano periodicamente”, lembra o especialista. No caso desse coador, a dica é misturar o pó de café (sem açúcar ou outro agente adoçante), de preferência com moagem mais fina, diretamente à água recém-fervida, para facilitar na hora de coar. Também está disponível em versões individuais, que podem ser servidas diretamente à mesa, como um charme a mais para depois das refeições. Coador Melitta com filtro de papel De plástico colorido e resistente, o porta-filtro da Melitta, de origem alemã (R$ 6,09, o médio, número 2), tem listras verticais internas que ajudam a passar o café com maior velocidade. Deve ser usado com filtro de papel descartável, passando-se um pouco de água quente antes para remover o gosto de papel. Depois, acrescenta-se o pó e um pouquinho de água fervente, para uma pré-infusão. Quando começar a gotejar, deve-se colocar o restante da água, sem parar, em movimentos circulares. Quanto mais tempo o café ficar em contato com a água, mais cafeína a bebida terá. melitta.com.br Hario De origem japonesa, o porta-filtro Hario pode ser encontrado em bonitas versões de porcelana ou plástico. O filtro de papel tem formato triangular, para encaixar perfeitamente na parte interna do coador. O procedimento de preparo é parecido com o Melitta tradicional: coloca-se o filtro no Hario e adiciona-se um pouco de água quente, para umedecer o papel. Em seguida, coloca-se o café e faz-se um furo, com o dedo, no meio do pó. Isso serve para compensar a velocidade na hora de coar (o Hario tem um design interno semelhante a um vórtex, o que faz com que o café seja coado muito rápido). Coloca-se então um pouco da água quente bem no furo do pó de café, para a pré-infusão. Quando começar a gotejar, adiciona-se o restante da água bem no centro do filtro, sem movimentos circulares. Como o café passa muito rápido, o Hario tende a realçar a boa acidez do cafezinho. Por ficar menos tempo em contato com a água, também resulta num café com menos cafeína. O preço é mais salgado que os modelos tradicionais: na Martins Café, o pacote com 100 filtros de papel custa R$ 29, e o coador hario, de plástico, sai por R$ 29 o tamanho 1 (pequeno) e por R$ 36 o tamanho 2 (médio). martinscafe.com Clever Criado em Taiwan, este coador de café parece, em formato, com o tradicional Melitta. A diferença fundamental deste para os demais é a possibilidade de controlar o fluxo do café, podendo manter o pó em contato com a água quente pelo tempo que se desejar. Dessa forma, é possível liberar outras notas olfativas dos cafés. A forma de preparo é bem parecida com a tradicional: coloca-se o filtro no coador e joga-se um pouco da água quente para umedecer. Então, põe-se o pó de café e adiciona-se mais um pouco de água, para a pré-infusão. Imediatamente, o coador cortará o fluxo do café – deixe assim por 1 minuto e adicione o restante da água. Deixe por alguns minutos e ponha o coador sobre a jarra para liberar o fluxo e obter o café coado. Se quiser um café com mais cafeína (e um pouco mais amargo), deixe a água em contato com o pó por mais tempo. O coador Clever custa R$ 90, no tamanho padrão. Está disponível na Academia do Café e usa coador de papel tradicional. academiadocafe.com.br " Valeu
  18. Amigos, Acabei de ver no UOL: http://prazeresdames...cafezinho-coado "Engana-se quem pensa que, para fazer um bom café coado, aquele básico de todo dia, basta esquentar a água e passá-la pelo pó. Alguns truques simples podem fazer toda a diferença na xícara. Para celebrar o Dia Nacional do Café, comemorado neste 24 de maio, o especialista Ensei Neto, consultor da área e “coffee hunter” fala sobre os diferentes tipos de coadores disponíveis no mercado e ensina a preparar o café coado perfeito. “O café coado é o mais consumido no mundo”, diz Neto, que prefere esse a outros tipos de extração de café – como máquinas de espresso, french press ou aero press – para o seu cafezinho diário. Ele não está sozinho: 92% do café consumido no mundo é preparado dessa forma, coado em filtros de papel ou pano. Para que a bebida fique perfeita, é necessário usar um café de qualidade – de preferência, gourmet ou especial – água filtrada e um bom coador. Hoje, o básico Melitta, de plástico, com filtro de papel, ainda é o preferido dos brasileiros. Modernizado, deixou de ter apenas a tradicional cor marrom escura para ganhar tons mais alegres – do verde ao rosa intenso. Além dele, o coador de pano, aquele das nossas avós, também continua em uso Brasil afora, especialmente no interior. “Somos um dos poucos países do mundo a coar o café dessa forma”, diz Neto. Ao lado dessas opções triviais, o mercado de café apresenta outras duas novidades interessantes: o coador japonês Hario e o Clever (foto), de Taiwan. A diferença entre eles está no tempo de contato do pó com a água, que pode realçar determinadas características do produto, como a doçura, a acidez ou o amargor. Conheça os modelos Melitta, de pano, Hario e Clever e veja como usá-los Antes de passar seu próximo cafezinho, siga as dicas do especialista Ensei Neto: - Use água de preferência filtrada. Como é sensível, qualquer coisa pode fazer diferença em seu sabor. “Uma água com gosto de cloro certamente vai mudar a característica do café”, lembra Neto. Pouco antes de passar o café, aqueça a água e use-a quando ela estiver prestes a ferver. - A moagem indicada para o café coado é a média/fina. Hoje, é possível comprar cafés especiais e pedir para moê-lo na hora, na moagem desejada. - Um moedor caseiro, elétrico ou não, é indicado para os que não abrem mão de cafés moídos na hora, com sabor e aroma preservados ao máximo. - Fique atento à proporção de pó versus água. No Brasil, a concentração clássica para coadores de pano é de 10% de café, ou 100 g de pó, por litro de água. “Em medida caseira, isso dá 5 a 6 colheres de sopa”, diz Neto. Para filtros de papel, o ideal é usar 70 g de pó de café por litro de água (cerca de 4 colheres de sopa). - Cafés arábicas tendem a ser mais suaves e delicados que os robustas e conilons, que produzem bebidas de sabor mais forte, intenso e com mais amargor. “O ideal é escolher o café de acordo com seu paladar. Não adianta usar mais pó para deixar o café ‘forte’. É o tipo de grão que determina isso, assim como a torra usada”, lembra Neto. - Por falar em torra, quando mais intensa, mais forte o sabor do café. Torras médias e claras costumam resultar em cafés mais suaves e com delicada acidez. - Antes de passar o café, umedeça o filtro (de papel ou de pano) com um pouco de água quente. Isso é necessário para retirar qualquer sabor residual do papel ou tecido. - Mantenha os pós e grãos de café em local bem fechado, ao abrigo da luz e de cheiros fortes. Ensei Neto é consultor e especialista em café. Também escreve o site The Coffee Traveler, onde compartilha suas reflexões sobre o mundo das xícaras." Valeu
  19. Julio, vc comparou o de plástico da Hario com o de plastico vendido pela Martins? Vc verá que compensa o da Martins...
  20. Ceramica é melhor, mas é chato pra aquecer. Os de plástico da Hario são referencia mundial, tanto é que nas demonstrações oficiais da hario, usam os de plástico... Eu tenho os dois,uso diariamente o de porcelana.
  21. ricardo, posso opinar. Eu tenho 5 métodos diferentes de fazer o coado. 1-Hario V-60 Ceramica Tamanho 1 2-Hario V-60 Plástico Tamanho 2 3-Clever Coffee tamanho 4 4-FRIELING COFFEE FILTER (filtro permanente que não usa papel) tamanho 102 5-Melitta 102. Vou resumir um pouco. O Hario é impressionante, e o seu filtro de papel é um dos que mais parece que não deixa gosto.Parece até que está sem filtro. Comprei na Martins café, paguei um pouco mais caro que lá fora mais recebi em 3 dias. O Clever é bem legal, uso ele as vezes com filtro de papel e outras vezes com o frieling, é um prensa francesa no coador. Bem legal tb. O Frieling é fora de série só que deixa um pouco de sedimento. O Melita vc já conhece não é mesmo. Minha opinião final, pelo preço do Tiamo, compre o Hario na Martins. Valeu
  22. Fogo, Isso faz o maior sentido. Pode ser que estejam queimando o café por causa da preferencia do brasileiro. Brasileiro não sabe beber café, muito menos os de torra clara. A "Coca-cola holandesa", vulga, Heineken, tambem teve que modificar sua formula pra se adaptar ao gosto brasileiro."Aguou" a sua cerveja. Em ambos os casos,foi um desastre.No da Starbucks, em maior proporção,no da Heineken em menor proporção. Concordo com o fogo, pode ser que a Starbucks, está querendo vender muito café, principalmente pra quem não sabe nada e coloca muito açucar pra adoçar...
  23. Destaco nesse review a parte sobre prensas francesas. Segue o review da Primacoffee: http://prima-coffee....on-vs-mini-mill "We get asked lots of questions about the differences between the Hario Skerton and the Hario Mini Mill Slim. "Which one is better?" "What are the differences between the two?" "Which one is preferable for the home/office/travel?" Even here at Prima some of us prefer grinding with the Skerton, while others prefer the Mini Mill for manual grinding. Hopefully we can provide some answers to questions being asked. Size Both grinders are the same height, at approximately 18cm or just over 6in. The Skerton is much wider than the Mini Mill. Both carry hourglass figures, but at the middle of the grinder where the hopper attaches to the container, the Skerton is just over 7cm (or about 3in) while the Mini Mill is just under 5cm (or about 2in) wide at the middle. Capacity is the biggest difference between the two. The Skerton will hold about 60g of beans comfortably, but you can stretch it to 75g if needed, and the jar for the fines can hold the full amount placed in the hopper. The hopper on the Mini Mill will hold approximately 50g, but the container can only hold about 30g or so of fines, so you would need to dump them first if you were doing more than 30g. Functionality The two grinders are similar but different in functionality. With the Skerton, to adjust the grind you unscrew the top bolt, detach the handle, and adjust the steps to the desired grind. The Mini Mill on the other hand is adjusted from underneath the hopper, so you actually detach the hopper from the container to adjust the step grind. The Mini Mill seems to be more efficient with changing the grind setting in comparison with the Skerton, which takes a few more steps and a bit more effort. The Mini Mill has a lid which is very helpful in stopping those flying beans during grinding, while the Skerton has a larger container to hold more coffee and a rubber grip for stability while grinding. Grinding is simple; by no means effortless but comfortable enough that most anyone could handle it with ease. To grind around 30 - 60 grams can take anywhere from 2-4 minutes, depending on your speed. For a helpful tip on grinding, try placing either grinder between your legs while sitting to provide stability and a controlled rhythm while grinding. Best Uses The Mini Mill is a better choice for the home barista who normally only brews one to three cups of coffee at a time, or enjoys a shot or two of espresso in a sitting. The Mini Mill is a slightly slimmer option for travel, and there are no glass parts to be concerned with breaking in transit. For those who enjoy a french press for their preferred brew method, the Mini Mill edges the Skerton slightly because the burr is spring loaded helping keep a stable, consistent grind at a coarse setting. The Skerton is preferable for the home barista who enjoys brewing larger amounts of coffee. For syphon brewing, medium to large batch pour over brewing (30g-72g of coffee) or for several shots of espresso, the Skerton is the better choice. As for travel, while the glass container is more susceptible to breaking, it should be noted that the hopper on a Skerton will fit any Mason jar (learned that by experience!) which can be found at most any grocery store. Summary Both the Skerton and Mini Mill are excellent hand grinders which we recommend highly. Both are nice options for the coffee lover on a budget who wants a high quality burr grinder that can grind with the precision of electric grinders costing ten times the price. Both are awesome for travel and are fully machine washable. They are fun to have in your collection if you appreciate the artisan craft of hand brewing coffee and enjoy being fully involved in every aspect of the brewing process. Hopefully this article will help to give clarity on the strengths and weaknesses of each grinder so that you can make the best choice for brewing at home, the office or on the road! - Lee Thoughts From the Coffee Crew I've used the Skerton a good deal more than the Mini Mill, but the Mini Mill has been making up for lost time as of late. I really do love both of these little grinders. The Skerton feels sturdier in the hands and the rubber on the bottom glass chamber helps stabilize the grinder when grinding. As many have noted before with this grinder, grinding between the legs sitting down is the easy way to go. For me, the biggest plus for the Skerton is the feel and the ability to grind up to 70 grams. The Mini Mill is quickly becoming one of my favorite coffee toys. There are three primary reasons that I currently prefer this little guy over its bigger brother. First of all, the way you adjust the grind setting is much easier on the Mini Mill than the Skerton as well as more easily reproducible. The dial you turn to adjust the setting on the Mini Mill actually clicks so you can tighten it all the way down and then count the clicks to have reproducible grind settings. The only question that I've yet to test is whether there are smaller increment adjustments on one grinder or the other. Secondly, the center rod of the Mini Mill has more support as well as a small spring that aids in stabilizing the movable burr. This helps keep the movable burr stable as you grind providing what should be a more consistent grind. With the finer settings this shouldn't be a huge deal but with more coarser grinds (as Lee noted above) the grind consistency should be better on the Mini Mill. Finally, I have a lot easier time grinding on the Mini Mill. This is probably partially due to the less beans going through the burrs ant any given time and partially due to the stabilizing spring and support just mentioned. Both of these grinders produce excellent results that you won't find in any home grinder under a hundred bucks and can compete with many grinders over that price point. If you're constantly brewing for more than two people then the Skerton is the way to go. If you're brewing for yourself and one other I would recommend the Mini Mill. " Valeu
  24. Leo, minhas torras são todas City, de vez em quando City + ou Full City. Na minha opinião a City é a torra média. A Full City a média escura. E a Vienna a Escura e daí pra frente muito escura, carvão... De vez em quando faço algumas torras a 215ºC e bebo espresso tranquilamente. Eu prefiro as torras claras às escuras. O Unique Frutado foi um dos melhores grãos que já comprei.Sabor excelente e aftertaste muito legal. Esses dias fui a Sao Paulo e comprei os 3 suplicy básicos: claro, médio e escuro. Reprovei o escuro, carvão, fumaça e amargor.Já os claros e médios, estavam bem legais. Valeu
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