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Pelo que vi vai precisar sim, pois o tamanho das mós são diferentes (maiores as de aço). Todavia, o objetivo da mó de aço é melhorar o desempenho nas moagens "grossas", que passam longe dos ajustes mais finos e que tenderiam a fazer as mós novas se tocarem. Minha sugestão e deixar do jeito que tá e testar a moagem mais grossa. Se já for suficiente para prensa, então não mexa na regulagem. Caso ainda esteja fina demais, então terá que regular. ---- O lance do arroz só me parece vantagem por ser mais fácil e rápido do que limpar com pincel e aspirador. Contudo, nunca fiz com arroz, apenas com pincel mesmo.
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Miyamoto, lembrando que escrevi que estas batidinhas laterais que faço são ANTES do tamping. O tamping é o último passo na preparação do bolo. Bernardo, não consigo imaginar o que estas batidinhas laterais, que apenas espalham de forma mais uniforme o pó no filtro, poderiam potencializar canalizações laterais. Será que não fez confusão assim como o Miyamoto? De fato, ficar batendo na lateral do PF com o tamping já feito tende a "rachar" o bolo e a "soltá-lo" da lateral do filtro, o que provocaria tais canalizações. Infelizmente ainda não possuo um PF naked. Por hora apenas utilizo o original sem aquela pecinha que serve para distribuir o café. Com isso fico com um "meio" naked. Dá para ter uma noção, apesar de não ser perfeito. ----- Rodrigo, de fato o café influencia também. Passou um por aqui que não se "adaptou" bem a este tipo de tamping, precisou de mais força para controlar a ferinha (não sei qual é, ganhei de presente um "punhado" para experimentar). Já o Sul de Minas Lavado, o mais rebelde que tinha até então, agora está super dócil, nunca imaginei que isto iria acontecer. Está um creme só também, igual ou até mais cremoso que o Orgânico Severino. Era um café que não tinha gostado muito, mas depois de umas melhoras na técnica mudou completamente.
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Recentemente estive "brincando" com a força no tamping e notei algumas coisas interessantes. Antes de continuar, cabe destacar que minha técnica de distribuição permanece a mesma já a algum tempo. Como já é sabido, o Vario já entrega um pó bastante "solto". No término da moagem o pó fica próximo de completar o filtro duplo Rancilio. Com o tamper dou umas pancadinhas nas laterais do porta filtro de forma que o pó vai "chacoalhando" e nivelando. Quando está quase nivelado finalizo dando umas pancadinhas na pedra da pia (forrada com um pano, obviamente) com o fundo do PF, o que faz o pó terminar de assentar. Neste estágio o volume de pó no filtro baixou para aquela marquinha interna. Neste momento faço o tamping. Pois bem, o que fiz recentemente foi testar reduzir um pouco a força de compactação, o que notei foi o seguinte: 1 - O café começou a cair na xícara mais cedo. Tipo antes entre 7s e 8s e agora entre 4s e 5s. Em outra forma de avaliar, antes demorava um pouco para o café cair após ouvir a bomba elevar a pressão, mas agora acontece praticamente ao mesmo tempo. Até aqui parece óbvio, contudo a vazão de líquido diminuiu e ao final dos 25s obtenho o mesmo volume de bebida na xícara. 2 - Já comentado, mas cabe um destaque especial, até por ser contra-senso, consegui fazer o fluxo diminuir um pouco compactando com menos pressão (porém, como já citado, começou a cair na xícara antes). Além disso, o fluxo ficou mais constante e dócil ao longo de toda a extração, se mantendo quase o mesmo do início ao fim. Antes em algumas vezes era possível perceber variações em alguns "estágios" da extração. 3 - Percebi que agora o bolo demora mais para esgotar. Além disso o resultado na xícara está mais cremoso e agradável ao paladar. Quais as teorias para estes resultados? Algo relacionado a uma expansão mais uniforme do bolo, que agora sai mais seco e nivelado após a extração?
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Espresso cubano, alguém já preparou?
paulohvs respondeu ao tópico de carlos eduardo em Técnicas e Dicas
Experimentei fazer com o açúcar cristal e não tive problemas. Mas, a mulher,que e quem gosta de café doce, achou melhor com demerara. Vou testar com o mascavo. Talvez fique legal num capu. -
Espresso cubano, alguém já preparou?
paulohvs respondeu ao tópico de carlos eduardo em Técnicas e Dicas
Revivendo o tópico, comecei a fazer o cubano para a mulher usando o demerara. Provei e achei bom, o doce fica mais integrado. Porém, para mim, o puro e bem melhor. A dúvida está no que mudaria se utilizasse açúcar cristal. A mulher quer testar, mas tenho dúvidas se e seguro para a maquina. Acredito que raw sugar reage diferente de coarse sugar e, por isso a recomendação do primeiro para o preparo de cubanos. EDIT: de cara em uma pesquisa rápida vi que o cristal e mais difícil de dissolver, o que já depõe contra ele, o que não necessariamente inviabiliza, acho. -
Que eu saiba na realidade a vantagem de se aumentar a tensão (voltagem) e poder reduzir a corrente para uma mesma potência. Isso significa poder utilizar fio de bitola mais fina ou, em um fio de mesma bitola, a menor corrente em 220V terá maior folga do que a maior em 110V (considerando potências iguais). Na prática, com os circuitos bem dimensionados a diferença entre 220V e 110V é despresível ou inexiste. O bixo pega quando começamos a falar de potências altas. Nestes casos passa a ser necessária uma fiação grossa demais e, a partir dai, pode inviabilizar o projeto. Voltando ao tópico, parabens pelo moedor kdantas, por mais modesto que ele seja frente aos moedores de alto nível, ainda assim é surpreendente a diferença no sabor do café quando se pega grãos novos e bota o krups para trabalhar. Certamente você vai mudar de parametros.
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Certo. Concordo que o problema deve estar no moinho, pois o normal seria neste nível de moagem ele já estar chocando a máquina. Porém, como não está, então vale a tentativa de ir para o nível 1. Mesmo que funcione, ainda assim acredito ser necessário reparo ou regulagem. Quanto ao micro ajuste, apenas estranhei a falta de citação a ele. No Preciso ele funciona diferente que no Vario, então não cabe comparação direta. Seu método está OK. Engrossando o coro, bota uma filmagem ai.
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Batalha do Século: Nespresso x Dolce Gusto x Três Corações!
paulohvs respondeu ao tópico de Billy Puppet em Máquinas de Expresso
Hoje finalmente provei de um espresso da TRÊS, no caso o Pleno. Achei o sabor bem agradável e a textura cremosa como um todo. Fiquei tentado em comprar uma ou para os momentos de praticidade em casa ou para ter opção no trabalho frente a DolceGusto. Sinceramente, os cafés na DolceGusto no trabalho não estão mais descendo muito bem não. As outras bebidas a base de leite vez ou outra quebram um galho, mas são boas de se beber no ínício, mas no final da xícara já estão aguadas demais. Quanto à Nespresso, provei poucos sabores e apenas lembro do último, que foi o Kazaar. Deixando o preconceito de lado, mas sem descartar o fato do blend ser principalmente de robusta, na minha opinião este café ficou longe de ser cremoso como o anunciado. Quanto ao sabor, bem mediano. -
Recomendo arremessar o tamper original da Silvia no lugar do tamper do Clube.
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Então, da forma que ele escreveu não parecia que era após compactado, por isso o alerta . Concordo com você. Sempre achei complicadas essas referencias visuais. No lugar disso, para se ter um parâmetro inicial, acredito ser muito mais prática uma referência "no tato". Salvo engano, ao esfregar o pó moido entre os dedos a sensação deve ser próxima a de sal de cozinha ou açucar refinado. Ainda assim, isto apenas é um parâmetro inicial e, sendo franco, nunca utilizei. Faço o mais simples, afino ou engrosso o máximo que puder (sem medo do nível 1 caso o pó ainda esteja muito grosso) até chegar na casa das extrações entre 25 e 30 segundos. O GRANDE detalhe é que quaisquer parâmetros (visual ou tátil) servem apenas para inicio. As características do grão do café, da torra específica, do tempo decorrido desde a torra e do método de armazenamento influenciam muito no nível de moagem. Cafés diferentes moídos em um mesmo nível reagirão, ou melhor, terão expansão diferente em contato com a água quente. Em conseguência a restrição do bolo e o tempo de extração serão diferentes e o moedor deverá ser ajustado. Só para exemplo, aqui no Vario já peguei cafés em que a diferença de moagem entre eles era maior que um ponto na macro para resultar em um mesmo tempo de extração. Creio que não há dúvidas de que o Preciso consegue moer fino o suficiente para chocar a Miss, então pode ajustar no nível 1 sem medo de as mós se tocarem caso a máquina esteja longe de chocar com a moagem no nível 2. Aliás, já que teu moninho é o Preciso, estou sentido falta de comentar sobre o micro ajuste, apenas estou vendo o macro (acho). Por fim, que tipo de Calcador (Tamper) está utilizando?
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Bem, tudo indica ser o moedor então, mas, algumas observações. No meu uso com a Gaggia, este "até a linha" é após compactado. Antes de compactar o filtro fica quase cheio. Este é um bom ponto. Na Gaggia, fica abaixo da marca. Na Silvia, não sei. Toda sorte a marca é um parâmetro razoável já que não há balança. Porém, ressalto, é útil olha-la apenas após a compactação.
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Lendo sobre o que falam da Silvia, foi a primeira coisa que pensei também. Porém... Se no final o café estava claro demais é sinal de que estava sobre extraido. É exatamente quando começa a clarear demais que o amargor vai se intensificando. Há vários caminhos para se adequar isso, sugiro alguns a escolher conforme a conveniencia. 1 - Parar o shot antes. 2 - Afinar mais a moagem. Pelo que descreveu, aparentemente a dosagem estava a contento, apesar que, moído grosso demais, o café acaba encostando na tela mesmo com dosagem menor que o ideal. Não sei se na Silvia funciona igual, mas utilizando este mesmo filtro em minha Gaggia o café após compactado fica um pouco abaixo da marca interna do filtro. Apesar de ter parado o shot aos 25s, acredito que o café começou a "pingar" cedo demais nesta sua extração. Quanto ao tamping, apesar de poder ter utilizado força demais, duvido que este seja o problema, pois, neste caso, o mais provável era que o café ficasse subextraido e desse uma extração mais lenta que o normal. Qualquer forma, não há necessidade de força demais.
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Com certeza a técnica que utilizo é bem parecida. Em um dos vídeos que assisti vi uma barista utilizando esta técnica com as pontas dos dedos e achei bem interessante. Desde então faço dessa forma. A "linha" no filtro duplo da Rancilio também ajuda um bocado para conferir se o nivelamento ficou a contento. Além disso, percebo a mesma coisa, há cafés bem fáceis e outros bem difíceis. Para estes últimos minha experiência diz que uma pressão mais baixa ameniza as coisas. Contudo, sem dúvida que acertar a moagem e o tamping são mais críticos em qualquer situação. Voltando a questão do PID para a Classic, o melhor é comprar aquele Kit pronto (não me lembro em qual site, mas já falaram aqui) ou encomendar outras peças "diferenciadas"?
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Necessário, não é, pelo menos na Classic. Não é nada difícil surfar com ela. Porém, isso dá um certo trabalho, consome algum tempo extra e gasta mais água. Na minha visão o PID dará uma comodidade de trabalho que vale a pena, desde que o custo dele esteja compatível, diga-se. Então, mesmo antes de baixar a pressão da máquina eu conseguia ótimas extrações. Não compartilhei do "problema" de só conseguir controlar o shot após aumentar a dosagem. Com todos os cafés que passaram por aqui consegui extrair duplos de 14g no filtro da Rancilio e na casa dos 25s e 60ml. Não tenho PF naked (ainda), mas já algum tempo tenho feito extrações sem o distribuidor encaixado no PF, então já dá para ter uma certa noção. Fica um "meio-naked" . Contudo, há cafés que se mostravam muito difíceis de "domar". Um deles é o Orgânico Severino. Após baixar a pressão as coisas ficaram bem mais fáceis. Lembro que do modo que a minha máquina veio, a OPV era quase que enfeite, estava travada. Utilizando o filtro cego praticamente não dava retorno de água pela OPV e a bomba trabalhava "no talo".
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Falando em manômetros e PID, finalmente arrumei as pessinhas para poder ligar o meu manômetro na saída do PF para ver se a regulagem da OPV estava a contento. Para as minhas atuais necessidades, uma medição deste tipo vez ou outra já é o suficiente. Indo para os resultados, comprovei a eficácia do método que descrevi quando regulei sem o manômetro e baseado pelo volume de retorno da OPV. Minha primeira medição com o manômetro na saída do PF (sem nenhum filtro encaixado, diga-se) deu exatos 9bar estáticos. Fiz medições com a máquina fria e com ela quente e os resultados foram sempre muito próximos, com um levíssimo (até despresível) aumento de pressão quando a máquina estava quente. Visto isto e sabendo que para obter os 9bar durante a extração a pressão estática deveria ficar na casa dos 10bar, refinei uma pouco mais o ajuste da máquina para chegar a este ponto. Desde quando diminui a pressão as extrações se mostraram bem mais fáceis e deliciosamente repetitivas. Acho que agora é hora de pensar no PID. Apesar de me virar bem com os expurgos e conseguir controlar satisfatoriamente a temperatura, eliminar este passo será até mais do que apenas conveniente.
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Este é o ponto em que tenho torrado meus cafés para espresso, logo que acaba o primeiro crack. Vez em quando o "tempo acaba" e o forno já entra no estágio de resfriamento ao mesmo tempo em que ainda está rolando o primeiro crack. Quando isto ocorre mantenho a porta do forno fechada por mais tempo. Tem sido suficiente para manter calor por mais tempo e finalizar melhor o primeiro crack. Por acaso isto ocorreu hoje quando torrei 230g do Orgânico Severino. A perda de massa, ainda assim, foi um pouco maior do que o esperado, chegando a 16% (pesado algumas horas depois de torrado, diga-se). Já vi outros cafés darem perda menor, mesmo finalizando o primeiro crack mais cedo e "torrando" mais. Quanto a uma foto da torra, seria chover no molhado postar
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- torra doméstica
- café cru
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Pedro, mexi na minha Classic e comprei um manômetro para medir com precisão, mas até hoje não encontrei as peças para ligá-lo no PF. Em que tipo de loja encontrou estas peças? O que usou? Antes que me esqueça, a vida só melhorou com a redução da pressão
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Bacana esse modelo novo, parabens.
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Sim, nunca experimentei um "Baratza de entrada", já que parti direto para o Vario. Mas, como postei, no mínimo o valor do Nemox está entre o do Krups e o do Encore. Agora, dizer se o Nemox é pior ou melhor que o Encore, ou mesmo o Virtuoso, aí já é algo mais complexo e, por que não, subjetivo. O fato é que nos dias em que fui a casa do Guilherme tomei ótimos cafés moídos no Nemox e extraídos na Gaggia Classic, muito acima do que eu conseguia com o Krups e minha Chef Crema Silver. Quando peguei o Vario, já foi uma diferença brutal na mesma Crema Silver. Ao pegar uma Gaggia Classic para mim, daí o espresso "decolou" de vez. Por todas estas experiências, para mim o Nemox está mais próximo do Vario do que do Krups.
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Um moedor muito bom que está no nível entre um Krups e um Baratza (em termos de preço, no mínimo) e o Nemox. Se tiver com grana suficiente vale a pena. Porém, me parece que já fechou negócio no Krups Mesmo assim, na minha época do Krups + Chef Crema Silver eu achava os resultados com o filtro comercial melhores do que com o pressurizado.
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Na verdade pressão alta de mais nem na máquina
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Pois é, foi falha de entendimento minha. Tirei isso de um manual de um forno com convecção que recomendava baixar a temperatura do forno quando usando a convecção. Isso não era feito para manter o mesmo tempo de assamento, que ainda assim seria mais rápido, mas sim por conta do efeito "sensação térmica" que a convecção provoca. De todo modo, sem dúvida é bem caro o equipamento, mas achei bem interessante.
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Interessante que eu já tinha assistido a estes dois videos e não me lembrava desta diferença. Ai está mais um daqueles detalhes que, em conjunto, dão o resultado melhor nas Classic e Baby.
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Será que isto aqui poderia render um bom torrador de café? http://www.polishop.com.br/forno-de-conveccao-cyber-gourmet-george-foreman/p A não ser experimentando, não dá para dizer se, de fato, chega aos 200°C. Como possui convecção, o que permite trabalhar com temperaturas mais baixas, acredito ser calor suficiente para uma torra. Antes que me perguntem, postei só pela curiosidade mesmo, pois estou bem satisfeito com meu atual torrador.
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Até onde sei (posso estar enganado), a Poemia não é muita coisa diferente e/ou melhor do que uma Chef Crema Silver. Desta última para a Gaggia Classic a diferença é bem grande. Se Classic e Twin forem "quase iguais" em termos de desempenho nos shots e a Color conseguir chegar perto, então acredito que, de fato, é um bom upgrade. Contudo, não acho que valha a pena uma Color na casa dos R$1000,00, neste caso partiria logo para uma Baby mesmo. Voltando à experiência com a Chef Crema Silver, não me parece que foi apenas o tamanho do grupo que fez diferença, mas todo o conjunto, como o PF de maior massa, uma melhor distribuição da água no bolo, dentre outros. Como é a comparação destes outros "detalhes" entre a Poemia e a Color? Conheço pouco estas duas para poder opinar com segurança, mas, pelo que me lembro de vídeos que já assisti, o PF da Color e as peças para distribuição da água são iguais as das demais Gaggias Corroborando com o que o Guilherme falou, o ajuste da OPV (que destas só tem na Classic) é algo que realmente traz uma facilidade enorme. Não é só uma questão de técnica, mas, conforme descrevi no meu início de ajuste desta válvula, há cafés que são mais "rebeldes" e que se dão melhor ao serem extraídos com pressão menor. O Orgânico Severino, por exemplo, nunca mais me deu trabalho, é uma extração ultra cremosa atrás da outra. Falando deste assunto, já chegou o meu manômetro, contudo ainda não achei as pessas necessárias para poder adaptá-lo à saída do PF. Um complicador é que o diametro da rosca do manometro é "um nível" menor do que o da saída do PF. Para quem já mexeu com isso, como que fizeram para adaptá-lo?