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paulohvs

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Tudo que paulohvs postou

  1. Se entendi bem o vídeo a ideia não era partir de um perfil base, mas sim definir o melhor para um determinado café, mas concordo que é necessário utilizar um perfil "genérico" para iniciar os trabalhos. No vídeo ele busca dois perfis diferentes, um pretendendo manter mais as notas de sabor e outro mais escuro, não sei exatamente com qual objetivo. Pois bem, o que senti falta ou não percebi direito foi com relação às alterações que podemos fazer na fase de secagem justamente para melhor atender a este primeiro perfil, ou seja, ao que mantém mais notas de sabor, pois a secagem influencia muito neste aspecto. Não se trata apenas de encerrar a torra mais cedo ou mais tarde, que é o que acontece com as várias amostras que ele tira e prova.
  2. Como meu inglês é péssimo , não pude compreender integralmente ao vídeo sobre o desenvolvimento do profile, então peço compreensão caso a minha dúvida já esteja respondida no vídeo. Ao que percebi, ele pega diversas amostras no final e faz cupping para determinar quais foram as melhores. O que não consegui perceber foi muita informação quanto às variações na fase de secagem, o que ao meu ver muda bastante o perfil de sabor. Então me pareceu um método um pouco incompleto. Como na segunda torra o que ele buscou foi repetir a mesma curva que a anterior, então pelo que entendi não foi feita nenhuma modificação quanto a fase de secagem.
  3. paulohvs

    Mazzer Super Jolly

    Guilherme, vou deixar a organização por sua conta . Como eu disse, ainda tenho uma semana de férias, então é só falar qual é o melhor dia e horário.
  4. paulohvs

    Mazzer Super Jolly

    Nem tinha reparado que o Vini é de Brasília também, então será uma ótima oportunidade para conhecer o Vario antes de comprar um, caso essa seja a decisão final. Semana que vem ainda estarei de férias, então estou com bastante tempo.
  5. paulohvs

    Mazzer Super Jolly

    Guilherme, qualquer dia temos que colocar o Vario e o Mazzer lado a lado para provarmos as diferenças de perfil, pois em termos de qualidade acredito que estejam no mesmo patamar. Entre trocar o Mazzer por um Vario ou se desfazer do Nemox, eu ficaria com a segunda opção, a não ser que o Mazzer seja tão alto que não caiba mesmo em lugar nenhum. Seria bem menos trabalho e sem trocar "seis por meia dúzia".
  6. Complementando um pouco mais o que o pessoal acrescentou e o que eu disse, vejo a cor apenas como um parâmetro "consequente", ou seja, é apenas resultante do tempo e temperatura empregados na finalização da torra. É muito importante e relevante para o controle da finalização, mas pouco útil para compararmos nossas torras aqui no clube, pois, como já bem esclarecido, há muitos caminhos e com resultados bem distintos na xícara para um mesmo café com cor final igual. Assim sendo, uma escala, mesmo que não padronizada, seria mais que suficiente para termos um referencial para controlar-mos nossas torras domésticas. Todavia, concordo com a ideia de termos uma escala padronizada, pois por aqui compartilhamos não apenas as fotos, mas todas as informações sobre a torra. O importante é apenas se lembrar de que uma comparação de cor apenas será válida ao repetir o mesmo perfil para o mesmo café. É devido a este ponto que quis destacar que o mais importante é focarmos em compreender "quais caminhos tomar" para obtermos os resultados esperados, até por que cada um tem seu gosto pessoal. Uns preferem o café mais ácido, outros mais achocolatado, outros mais equilibrado, e por aí vai. Isso sem nem mesmo considerar o método de extração e o moedor, que também muda completamente o perfil de sabor na xícara. O café ficou acído demais. O café ficou sem graça, com quase nenhuma nota de sabor. O que fazer? Desprezando as outras variáveis, a resposta está em alterações em cada uma das fases da torra. A cor final, assim como a perda de massa, serão meras consequências.
  7. A questão da cor é bacana de ver, mas na pouca experiência que tenho com torra cada dia acho a cor um dos aspectos menos relevantes. O "como" se chega a uma mesma cor é muito mais crítico. O mesmo pode ser dito da perda de massa. Um mesmo café, uma mesma perda, mas um "caminho diferente" na torra produzirão resultados distintos na xícara. Não me entenda mal, acho a cor e a perda de massa parametros importantes para se controlar. Porém, acredito que o melhor seja focarmos em entender "qual caminho tomar" para fazer com que a torra de determinado café chegue ao resultado desejado. Infelizmente comparar apenas a cor traz pouca informação, na minha opinião.
  8. A Classic é tão boa que acredito que não me desapegarei dela mesmo depois de comprar uma Classika II PID. Os vei e que estão certos mesmo, o que é "clássico" e melhor mesmo.
  9. Aí está meu cantinho no novo lar e com alguns acessórios "expostos".
  10. Anita, acho que não compreendeste bem os posts do Alexandre. Ele mesmo disse que o Rubi não está "anulado" para outros métodos, como espresso, o que e coerente com sua percepção na Academia e a minha em casa. O que ele se refere e que o Rubi e um tipo de café que se dará ainda melhor em outros métodos.
  11. Então, revisando minha pergunta fica evidente que compreendi que o Alexandre falava de outras características que não a torra em si. Meu comentário posterior foi reafirmando que, sabendo que perfis de torra podem personalizar o café para determinado método, não me são claras quais características devo observar para identificar qual método melhor aproveitará o café. Tais características o Alexandre citou ser possíveis de se observar antes de torrar. O Guilherme citou algumas. Contudo, nada foi discorrido sobre elas e no que influenciam.
  12. Minha dúvida está bem relacionada com o ponto que o Bernardo citou. Pelo que vejo na torra se consegue personalizar muito um café, o que pode favorecer um ou outro método de extração.
  13. Ainda assim me interesso em entender como se chegar a este tipo de julgamento.
  14. Um outro experimento bacana seria alterar duas variáveis e tentar reproduzir um mesmo resultado na xícara, por exemplo adotar a moagem 24 e o tempo de infusão menor comparado a usar a moagem 32 com infusão mais longa. Sei que não foi o objetivo do teste, mas considero um experimento interessante.
  15. Pelo geito afastar os grãos da fonte de calor (com a inversão do giro do motor no STC) produziu exatamente os resultados esperados, elimnou o scorching da torra. Vejo que nossas conversas sobre o assunto produziram bons frutos e nosso diagnóstico estava correto. Mal posso esperar para fazer uma nova torra, mas desta vez no final vou manter a resistência inferior (a mais próxima) desligada para tentar eliminar o scorching (este, muito felizmente, não interferiu em nada na minha última torra, era apenas bem superficial). Ontém montei umas cápsulas da Três com o café que torrei e levei para o pessoal do trabalho. Foi aprovado com louvor
  16. Provei a torra de terça. Impressionante como só dá para conhecer uma torra após provar e o quanto ela muda o sabor do café. Provavelmente foi a melhor torra que já fiz, considerando meu uso para espresso obviamente. Zero de amargor e zero de sabor de queimado, então o scorching foi apenas aparente e muito superficial, diferente da torra de sexta. Na xícara o café ficou bem interessante e dividido em fases. O início e "pesado" e bem intenso. Na sequência o café manteve muito corpo, mas o sabor passou a ser bem mais suave e muito achocolatado, não digo nem que chocolate amargo, mas mais suave que isso, ainda mantendo uma complexidade razoável, nada fora da curva aqui. Na finalização a acidez e que toma a frente de forma bem agradável, sem ser marcante demais. A mulher, que assumidamente diz não perceber grandes diferenças de um café para outro, ficou impressionada com os shots de hoje, disse que fazia tempo que não bebia um café tão especial. Pelo que falam, mais impressionante será se eu acertar a mão assim em uma torra do ninho da águia.
  17. A sim. Se os PF da Gaggia servem nela, então e tranquilo comprar outros com a imeltron. Custam na casa dos 150.
  18. Brinquedo novo ein, parabéns. Muito interessante a maquina, eu não conhecia. De fato uma senhora caldeira.
  19. Filtro naked e algo bem simples de se obter. Basta entrar em contato com a imeltron e comprar um normal da twin, por exemplo. Depois uma cerra copo faz o trabalho. Sai mais barato que qualquer importação que há vi dele pronto.
  20. Pre aquecer o forno me ajudou a reduzir bastante a perda de massa. Quanto ao scorching, me parece ser algo mais ligado ao modo como foi controlada a temperatura no final da torra. Acho que vou provar dessa última torra hoje para ver como ficou.
  21. Na prática, você não precisa ficar se preocupando com flushes e outras técnicas para controlar a temperatura de extração, basta configurar a temperatura que deseja no PID e deixá-lo fazer o resto. Com isso gasta-se menos água também. Tenho uma Classic também, mas sem PID. Sem dúvida uma senhora máquina, para pegar uma melhor do que ela gasta-se bem mais grana, especialmente se for nova. Acho que a próxima melhor do que ela (mas não muito) é a Silvia, mas creio que uma destas usada é uns R$2000,00, correto? Guilherme, você já tinha me falado, mas esqueci qual será a tua nova máquina. Se não quiseres postar ainda, me mande por MP.
  22. Voltando aqui para deixar os perfis das minhas duas torras: 1 - A que fiz no domingo não pré-aqueci o forno e segui o rito que fazia anteriormente antes de tentar "inovar" e jogar 170g de Bob-o-Link no lixo. O que fiz foi deixar o forno na potência máxima com o PID elevando a temperatura constantemente até o café começar a soltar as películas de forma concistente. O café chegou neste ponto aos 07"22 e neste estágio mantive a temperatura ambiente em 150º até o café amarelar uniformemente. Depois disso fiz a temperarua ambiente ir se elevando de 10º em 10º a cada minuto até começar o 1C, o que ocorreu aos 12"52 e 200º. Baixei a temperarua para 190º e aguardei o termino do 1C, finalizando a torra aos 14"38, ou seja, 1"44 de desenvolvimento e 15,8% de perda. Esta foi a torra que ficou bem achocolatada e amendoada, mas no limiar de começar a amargar. 2 - Para a torra que fiz na terça resolvi pré-aquecer o forno, pois percebi que a "resposta de variação de temperatura" fica bem mais rápida nestas condições. Depois de chegar aos 220º abri o forno e coloquei o café para torrar. A temperatura baixou para 120º. Eu a fiz subir até 150º, o que foi bem rápido, e aguardei o café entrar no estágio de expansão. Isto ocorreu aos 04"30, bem mais rápido que na outra torra. No lugar de esperar o café amarelar por igual, fiz o forno já iniciar uma subida até 180º, mas desliguei uma das três resistências para que isto ocorrece de forma mais suave. O resultado é que aos 8"44, na marca dos 175º, o café iniciou o 1C. Com receio de travar a torra mantive uma subida +- no mesmo rítimo até os 190º e finalizei a torra aos 10"44 com 2" de desenvolvimento. Não entrou no 2C, mas o café parou de estalar +- com 1"20, o que achei bem rápido, porém não foi de forma violenta. A perda de massa ficou em exatos 15%. Esta torra ainda não foi provada. A cor final destas duas torras é muito parecida, mas a segunda ficou um "peteleco" mais clara. Contudo, na última vi uma maior aparição de scorching. Creio ter vacilado ao fazer a temperatura subir até 190º, talvez bastasse tê-la mantido em 180º. Outra provável causa da aparição de scorching é que até o final da torra ficaram ligadas as resistências superior e inferior, esta a mais próxima dos grãos. Devido a isso pode ter ocorrido "potência demais" vindo da resistência de baixo. Na próxima torra vou testar manter ligadas no final apenas a superior e a traseira ou até mesmo apenas a superior. No estágio final, quando a temperatura já estiver no "alvo", talvez o melhor seja ligar as três resistências para que a potência fique igualmente distribuida. Todas estas "maracutaias" são para controlar melhor o forno de forma manual nesse estágio de desenvolvimento de um melhor perfil. Passada essa etapa, é só botar no PC e deixar o OSPid fazer todo o controle de forma mais precisa e automática.
  23. Vocês estão me tentando a torrar o Catuai antes de acabar com as torras que fiz do Rubi. Kkkk
  24. A questão e que o Rubi e um café mais denso. A diferença fundamental entre as minhas torras foi na etapa de desidratação. A cor ficou bem próxima na verdade. Vou ver se tiro fotos quando voltar para casa a noite.
  25. Mortari, espero que não aconteça o mesmo que aconteceu na torra que eu e o Guilherme fizemos do Rubi na sexta feira passada, pois apesar da bela coloração e aroma, apareceu bastante scorching assim como na sua. O café não ficou ruim e não amargou, mas apareceu início de sabores de madeira queimada. Não chega a atrapalhar e há paladares que gostam, mas pelo menos para mim e para o Guilherme fica um pouco "além do ponto". Pela regulagem que tive que usar no moedor, a perda de massa foi pequena. Como não pesamos antes e depois da torra, não temos como dizer qual foi. Deduzi isto por que hoje provei de uma torra que fiz no domingo em que a perda foi 15,8%. Mesmo engrossando em uma micro no Vario em relação ao batch da sexta, a extração da minha torra ainda foi muito longa, na casa dos 35s. Falando desta outra torra, apesar de um pouco mais escura, apresentou muito pouco scorching. Na xícara não foi apresentado nenhum indício de sabor de "queimado", mas ficou no limiar de começar a aparecer amargor, o qual atribuo a extração lenta demais. Moendo no ponto isso deve se resolver. No demais, essa torra revelou um sabor bastante achocolatado e amendoado, porém, devido a perda, de fato a acidez sumiu. Ontém fiz uma outra torra em que a perda ficou na casa dos 15%, mas infelizmente apareceu muito scorching. Daqui uns dias provo e vejo com ficou, mas deve ter ficado parecida com a de sexta. Como estou sem tempo agora, depois posto os parametros das torras que fiz. A de sexta deixo para o Guilherme postar.
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