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paulohvs

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Tudo que paulohvs postou

  1. Tem videos na internet de gente que faz isso, mas parece que as nespresso mais novas possuem mecanismos até mesmo para não permitir cápsulas genéricas. Esse foi um dos motivos para eu escolher a Três Gesto, é facílimo fazer isto nela.
  2. Eu faço backflush normal (sem detergente, apenas com água) ao término de todas as sessões de café.
  3. A bomba anterior era Ulka sim. Certamente os fabricantes sempre buscam aumentar a margem de lucro, a meu ver um movimento normal baratear o produto. A minha preocupação reside se a máquina manteve a robustez e, no mínimo, a mesma qualidade. Também não conheço o fabricante da nova bomba que será utilizada, então não tenho como opinar. Na parte da caldeira, só vejo melhoras, tanto em desempenho quanto em robustez (mas falta comparar as resistências, que não sei se são as mesmas). Minha decepção reside na OPV, o que, apesar de fácil de modificar, poderia apenas ter ficado como era antes.
  4. Máquina bem interessante. Não dá pra ter certeza, mas parece que ela utiliza filtro de 58mm. Mas o mais interessante é ela vir de fábrica com um porta filtro naked Nesse vídeo de demonstração fica claro que dá para usar pó também. O "reloginho" mostra a temperatura, não a pressão, como é mais comum de se ver. Vai ser uma mão na roda na hora de "surfar" a temperatura de extração. Apesar que, pelas dimensões da máquina, chuto que tenha uma caldeira pequena (não consegui achar essa informação na net), o que na minha experiência com as máquinas que já usei vi que demanda pouca coisa para surfar. Além de todas as desvantagens inerentes a uma caldeira pequena, outra coisa que dá para se notar é a ausência da solenoide. A máquina tem pressão de 15bar, o que é padrão neste tipo de máquina. Não pesquisei a fundo para saber se tem OPV regulável, o que seria ótimo. Acredito que em termos de qualidade de extração esteja no mesmo nível que a EMC10 de fato, porém a máquina tem uns recursos bem interessantes e o design diferenciado.
  5. Daqui de Brasília ainda. Ahh se eu tivesse essa grana. Pena não ser a vermelha.
  6. Exato, pela descrição é o mesmo tipo de caldeira que a da anterior, com as resistências externas. O que mudou foi a troca do material de alumínio para inox e o tamanho de 80ml para 250ml, o que na minha visão é só melhora. O inox é um material que esquenta mais rápido também. Estava neste momento me lembrando da questão da OPV. Se saiu aquela de latão e veio essa da Baby Twin, então aqui uma piora.
  7. Nem sabia, não é que há versão nova da Classic: http://www.coffeeitalia.co.uk/proddetail.php?prod=a-classic&gclid=CKnogpOE8scCFQKAkQodp2kOIA A meu ver teve bastante modificação. Destaco o boiler que, além de ter mudado do alumínio para o inox (mais resistente e não solta materiais na água), também ficou bem maior, passando de 80ml para 250ml. A Silvia continua sendo uma máquina superior, mas se a briga já era acirrada, agora ficou ainda mais.
  8. Parece que o Carlos Eduardo deu uma ideia do que o japa fazer com as peças sobressalentes da remontagem dos seus equipos
  9. Levem em conta que tem café que se adapta melhor a um método do que a outro. O tipo de torra também influencia muito quanto à adaptabilidade ao método de extração.
  10. Meus espressos ficam em algo bem próximo do 2M, variando um pouco pra mais ou pra menos dependendo do café e da torra. Para FP não penso duas vezes, jogo no nível mais grosso e fica ótimo. E olha que minha prensa nem é dessas mais top que vemos por aí.
  11. Lembre-se que a primeira parte deste mod é a troca das lâminas pelo modelo específico para moagem mais grossa. Do jeito que veio, meu Vario moi suficientemente grosso para FP, porém a qualidade dessa moagem não é tão grande com as mós de cerâmica, já que produzem mais particulados do que o desejado para este método de extração. Isto foi corrigido com as mós específicas. Porém estas não servem bem para espressos. Ainda quero um dia comprar estas mós para ver na prática estas diferenças.
  12. Ela ser ruim ou não vai do paladar e nível de exigência de cada um, então o melhor é provar as bebidas e ver o que você acha. No meu caso, comecei com ela e gostava, porém a medida que fui elevando o padrão não consegui mais retornar para a Dolce Gusto
  13. paulohvs

    KRUPS GX6000

    Não é substituto, é um modelo diferente. Um tem mó plana e o outro cônica. Dê uma olhada no site do fabricante. Quanto ao Nemox, dê uma olhada no clube dele, o pessoal tem contato com pessoa que o vende.
  14. paulohvs

    KRUPS GX6000

    Utilizei ele um bom tempo e achei bom. Contudo, investindo na faixa dos R$450,00, creio que dá para comprar um Nemox. Na minha opinião, o melhor custo X benefícil do mercado dentre os elétricos, é muito superior ao GVX208 (pude experimentar espressos feitos no Nemox quando visitei o Guilherme na primeira vez) Melhor do que ele, só investindo muito mais. Seria um moinho que acompanharia melhor um up de máquina. Recomendo que olhe o clube dele.
  15. Se de fato está com problema, melhor mandar para o Alexander mesmo. De qualquer forma, esse comportamente de "não abaixar" a mó quando desligado é normal. Curioso como sou, foi uma das primeiras coisas que notei no Vario. No Krups GX200 a variação se dá por movimento da mó superior, mas no Vario a mó superior é fixa, daí fiquei curioso para ver como era o movimento da mudança do ajuste quando mudei de um moedor para o outro. Ao tirar o reservatório de café vi exatamente esse comportamento, ao afinar deu para perceber todo o conjunto inferior subindo, mas ao engrossar nada acontecia. Pressionei aquele botão que o reservatório mantem pressionado quando está no lugar e liquei o moedor. Daí instantaneamente o conjuno inferior baixou seguindo a ajuste da moagem. Ressalto que o movimento do ajuste mais grosso para o mais fino é pequeno mesmo. Só para fins de referência, aqui não tenho problemas em moer para prensa e, para espresso, dificilmente preciso chegar na macro 1, tipicamente uso macro 2 e algo próximo da micro L. Minhas torras ficam com perda de massa na faixa dos 15%.
  16. Acho que vai compensar pela questão da manutenção dos acessórios, como comentaste. Só o tamper já custa próximo de R$100,00, então comprar um de 51mm agora e futuramente um de 58mm vai ser um gasto duplo, apesar de que sempre há a opção de vender o anterior. Todavia, acho que vai ser mais fácil vender a C-08 do que um "tamper de verdade" de 51mm.
  17. paulohvs

    KRUPS GX6000

    Até hoje não vi ninguém no forum que tivesse esse modelo. Porém, a Krups é uma empresa tradicional e que faz bons produtos. Na Amazon me parece que este modelo e o GX200 estão na mesma faixa de preço, sendo que o GX200 conheço bem e recomendo para um set inicial. Contudo, fiquei com uma impressão de que esse GX6000 é um produto superior. Ressalto, apenas impressão.
  18. Complementando o que foi dito e "ratificando" a necessidade da compra de um bom moedor (é, não pode ser qualquer um não), boa parte do amargor também "pode" ser atribuída à qualidade da moagem. Mesmo sendo um razoável moedor de entrada, se você pegar um café moído por um Krups GX2 e prepará-lo em sua Crema Silver o resultado será completamente diferente do caso de você pegar o mesmo café e o moer em um Baratza Vario, o qual se situa na outra ponta em termos de qualidade. Não que a moagem no Krups desagrade, vivi muito bem com ele e minha velha Crema Silver, os quais continuo recomendando, porem a diferença para o Vario é enorme, inclusive nesse quesito "amargor" o qual comentou. E sim, utilizei o Vario em par com a Crema Silver muito tempo antes de comprar minha Gaggia. Meu antigo set agora está fazendo a alegria do meu tio, set este comprado em novembro de 2012 e até hoje sem apresentar nenhum defeito. Citei isso também porque, mesmo comprando café moído na hora no mercado, não há grandes garantias de que o moedor utilizado lá esteja em bom estado e ofereça uma boa moagem. Pode até estragar o café. Uma outra ótima opção de moedor de entrada e que sai mais em conta do que o Baratza Encore é o Nemox Lux, moedor este elétrico e muito bem habilitado para moer para espresso preparado em filtro normal (o que vem padrão na Crema Silver é com pressurizador). O Krups é uma opção controversa nesse campo, muitos nem o consideram habilitado, mas para mim ele dá conta sim, mas claramente fica muito atrás destes outros que foram citados. Exceto no embate direto entre Encore e Nemox, as diferenças de preço de Krups para Nemox/Encore e para o Vario são bem justificadas tanto em resultado na xícara quanto em outras questões. Até hoje não me deu a "loucura" de fazer o que meus parentes do RN fazem, que é "pilar" café, porém, apesar dos evidentes problemas de consistência, acho que deve dar um ótimo resultado na xícara para coados (como eles fazem) e espressos com filtro pressurizado.
  19. Eu vi ao vivo e "senti" o peso do STC . Ficou muito bom o tamanho do STC Duo, bem mais viável para um apertamento.
  20. paulohvs

    Pote à Vácuo.

    Aqui assim que o café congelado vira pó pelas mós do Vario já libera os aromas. Não percebo perdas patentes quanto a isso. Tenho torrado batchs maiores e normalmente de dois cafés diferentes para durar um pouco mais e poder variar. Tenho congelado geralmente após uma semana da torra quando o café chega no seu máximo.
  21. No meu caso deve ser o trauma dos cafés de supermercado, que me fizeram ficar afastado da bebida por muitos anos da minha vida. Mas não tenho nenhum problema em experimentar o café Roma, apenas estou cético, o que pode ser melhor do que a empolgação que ficou parcialmente frustrada com o Arpeggio.
  22. Por conta da dose grande e pouco volume suspeito que tenha ficado ácido. Por aqui tenho colocado 15g para 60ml em 25s. Reduzindo a dose vai ter que afinar a moagem para manter o tempo de extração.
  23. paulohvs

    Pote à Vácuo.

    Já faz um tempão que meus cafés vão do freezer direto para o moedor. Nenhum sinal de problema até agora, as mós estão perfeitas.
  24. Lamentável Otávio, de fato este café "Barista" é terrível Ricardoacj, como disse, não achei o Arpeggio isso tudo não. Sem dúvidas o melhor que já provei da Nespresso, mas diga-se que provei pouca coisa e em sua maioria apenas uma vez (possívelmente não nas condições ideais também). A percepção que tive do café condiz bem com o que está descrito no site e o motivo de eu preferir o Supremo da Três em relação a ele é exatamente o "muito torrado" do Arpeggio. Apesar de ser um café mais complexo, ao meu gosto, é uma torra que passou um pouco do ponto, mas não tanto quanto um Kazaar da própria Nespresso ou Vibrante da Três. Neste ponto, o Supremo da Três está mais "no ponto", apesar de não ser um café dentre os especiais e mais complexos. No final acho a experiência mais agradável com o segundo considerando bebê-lo sem nada para acompanhar. Fiquei curioso com relação ao Roma, mas a presença de robusta me deixa cético. Não se engane e pense que sou do tipo que só gosta de café "fraquinho", pelo contrário, sou da turma que prefere as "alquimias" do café e, sem dúvidas, minhas melhores experiências são com os cafés que torro em casa, entrego para o Vario moer, faço todo o preparo e, por fim, extraio 60ml ou menos de bebida na Gaggia a partir de 15g de café. Na minha vida há espaço para todo tipo de preparo a depender do momento e circunstancias
  25. Eu já não achei o Arpeggio grande coisa não. É bom, mas achei inferior ao Supremo da Três Corações. De longe lá no trabalho minhas cápsulas "custom" fazem mais sucesso
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