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paulohvs

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Tudo que paulohvs postou

  1. Acho que vou precisar de uma atualização, pois o que me lembrava era exatamente o contrário, ou seja, para não afinar a moagem com o moedor cheio, a não ser se ele já estiver em movimento. De qualquer forma, não tenho muito "pudor" em alterar o ajuste no meu Vario. Talvez não se aplique ao que se está discutindo, mas diariamente no "meu processo" de limpeza básica "varro" todas as macros do Vario. Depois de ele perder a regulagem uma vez (e só foi uma vez mesmo), periodicamente ao final dos trabalhos eu realizava os procedimentos para verificar se a regulagem estava correta. Uma coisa que percebia é que ao jogar o ajuste para o nível mais grosso, por alguma razão, o Vario "cospia" uma certa quantidade de pó que estava retida e que não saia se eu simplesmente o ligasse na regulagem que estava antes. Por conta disso, além das "pancadinhas", sempre mexo na regulagem para tirar o máximo possível de pó que tenha ficado retido. Aproveito para verificar a regulagem e, após isso, volto para o ajuste ideal que estava para o espresso. Mesmo fazendo isto tudo no dia seguinte o shot continua consistente, nunca percebi a necessidade de nenhum tempo para acomodação das mòs. Meu costume é sempre moer por dose. Por conta disso houve uma época que, sabendo deste comportamento, ao final da moagem da dose eu mexia na macro para fazer o moedor "cospir" todo o pó possível no PF. Na sequencia voltava a macro para o ajuste correto para o próximo shot. Também não tive problemas de consistencia nos shots ao fazer isso. Parei de fazer isso simplesmente para testar algumas coisas, mas voltarei com isso, pois só tive benefícios.
  2. O meu naked foi feito com um pf novo da Twin. Por ser novo, ele encaixa bem mais apertado. Observei que no antigo há um desgaste naquelas "linguetas" do pf, que só agora começou a aparecer no naked. De qualquer forma, meu uso na Classic é completamente oposto, nunca apertei demais, mas sim procurei sempre apertar o mínimo necessário. Até hoje não experimentei problemas com vazamentos, muito menos com o pf soltando sozinho. No seu caso provavelmente devido à vibração provocada pelo acionamento da bomba. Talvez já exista desgaste da borracha de vedação na sua Color.
  3. Cal, nunca testei torrar com menos que 200g, acho que vou testar, pois certamente o tempo será menor. Contudo, isto só me valerá para teste mesmo, pois um bach desses e muito pequeno para o meu consumo. Diariamente faço dois espressos duplos para mim e minha mulher, o que demanda 60g por dia. Se não me engano para o meu torrador também não é recomendado um bach muito pequeno, mas não lembro o motivo. Todavia, já desencanei da torra de 9min, pois já bebi ótimos cafés torrados em maior tempo. Apesar de desejável, para mim esta claro que há outros fatores bem mais críticos a se dominar.
  4. Farei isso na próxima torra, pois esta última já joguei fora. Estranho esse comportamento, pois já li muitos relatos de que a torra na pipoqueira e muito rápida, podendo terminar em 6min. No Philco na potência máxima nesse período só dá para chegar no ponto de expansão e liberação das películas. Será um prazer conhecer o STC e acompanhar uma torra nele, agora já operado com maestria. Mais importante que isso, faz tempo mesmo que não o visito para bater um papo e degustar excelentes cafés. Lembrei que nem o Mazzer começo ainda.
  5. Concordo, mas de qualquer forma, a observação das reações no café (expansão, liberação de películas e vapor, bronzeamento, etc) indicam bem em que faixa de temperatura os grãos estão. Na medida que a torra evolui os grãos passam a acumular calor cada vez mais rápido, como em uma escala logarítmica. Porém, no caso do meu forno, creio haja um delay maior de tempo na transferência de calor entre a superfície do grão e o núcleo, o que explica o fato de o grão estalar já estando num estágio mais avançado de bronzeamento, pois a superfície evoluiu mais rápido. O que acredito ter ocorrido foi uma diferença grande no desenvolvimento da superfície e do núcleo, embora não tenha conseguido visualizar isso ao quebrar um dos grãos. Isso creio que devido a uma subida de temperatura mais rápida que o ideal na fase final considerando o tipo de forno que tenho.
  6. Pois e, como falei, o que mais me intriga e o sabor frente a todos os outros aspectos, que parecem Ok. Eu verifiquei a ocorrência dos scorching, foi um dos aspectos que mais melhoraram, pois apenas os detectei em poucos grãos e bem pequenos. De modo geral a torra ficou bem homogênea e os grãos marrons por inteiro, sem marcas de scorching. Acredito que o tempo maior após o crack e que pode não ter feito bem. Mas aí vai contra o livro. Contudo, acho também que a temperatura antes do 1C pode ter subido um pouco rápido, pois estou achando os grãos já escuros demais antes do 1C. Quanto a ROR, o sensor no Philco me mostra uma temperatura que acredito seja muito próxima da dos grãos. Veja que não fui além de 200 graus durante toda a torra. Nessa minha tentativa eu usei um método para descobrir a ror máxima para o café. Foi bem simples, apenas liguei o forno no máximo e medi o tempo até o café expandir, ou seja, chegar em 140 ou 150 graus. Descontando a temperatura de início, basta dividir a diferença pelo tempo.
  7. Na quinta-feira da semana passada voltei a torrar café, fiz 200g do Bob. Neste retorno resolvi experimentar alterar a metodologia que estava usando para ficar um pouco mais próxima do que tenho lido recentemente, especialmente com relação aos tempos de cada fase da torra. Tentei fazer uma torra em 9min com 23% de tempo de desenvolvimento, ou seja, 2min de desenvolvimento. Como imaginei (e estava certo) que meu forno não conseguiria fazer neste tempo, criei alguns artifícios para verificar a ROR máxima que seria possível. Para isso, sem pré-aquecer o forno coloquei o café e o liguei na potência máxima. Comecei a marcar o tempo a partir do instante em que a temperatura começou a subir. Em 5min20s acredito que o café chegou a 140ºC, pois foi o momento em que a fase de expanção estava rolando. Neste instante percebi que a ROR máxima foi de 21,38ºC por minuto e que, para finalizar a torra em 9min, precisaria de uma taxa ainda maior que essa para fazer o crack rolar no tempo certo para que se tivesse os 2min de desenvolvimento. Com isso mudei os planos e programei a torra para finalizar em 13min, o que me permitiu uma rampa com ROR de 12ºC por minuto até a finalização. Aos 11min e com 200ºC o 1C ficou consistente e rolando de forma mais suave que das outras torras que fiz. Como achei os grãos já um pouco escuros no início dessa etapa baixei a temperatura para 190ºC a fim de manter as coisas sob controle e prolongar o desenvolvimento. Não tive fumaça excessiva e o aroma estava muito bom. O ideal seria ter deixado desenvolver ainda mais tempo para manter a diretriz de 23% de tempo de desenvolvimento, mas aos 13min45s finalizei a torra com receio de deixar o café passar do ponto. Com isso o tempo de desenvolvimento efetivo ficou em 20% (2min45s), o que não ficou mal. A perda de massa ficou em 16,45%, um pouco mais elevada que o desejável, mas dentro de uma margem onde já tive boas experiências no expresso (relatadas aqui). A café ficou com um ótimo aroma e não vi presença de oleosidade nos grãos até hoje. A cor ficou médio-escura, bem parecida com o dos cafés Fazenda São João e Bruzzi Espresso que tenho aqui. Resolvi experimentar o café no sábado, um pouco cedo ainda. Nunca tinha visto tanta crema antes, metade da xícara só de crema após a estabilização. Os problemas começaram quando coloquei o café na boca . Não consegui acreditar o quão amargo esse café ficou, apesar de não haver nenhum gosto de queimado. Ontém depois de passar mais um tempo provei novamente, reduzi dosagem e baixei a temperatura de extração, melhorou um pouco, mas ainda assim intragável. Reparei que o agora bom aroma, após extraído, parecia o de café torrado demais. Eu olho para o grão torrado, que foi um dos que ficaram mais bonitos de todas as torras que já fiz, cheiro ele, e não acredito no sabor que resulta na xícara. Este foi o primeiro lote de café que mandei para o lixo, pois esse amargor somado a uma acidez marcante, ficou d+ para o meu paladar e o da mulher. Realmente incrível a complexidade do processo de torra e o quanto ele influencia no resultado na xícara. Honestamente, não sei dizer o que saiu tão errado. O fato é que no método que utilizava antes o resultado estava bem melhor. Mas ainda farei mais testes, não desisto.
  8. Como disse, essa eficiência sempre me impressionou. Todos os meus pedidos foram assim. Se dúvida da idade da torra, os aromas denunciam fácil. Cal, engraçado que minha opinião e exatamente o contrário da sua sobre os cafés que citou, tanto que o orgânico foi o único dos normais que não comprei agora.
  9. Acredito que tenham sido casos isolados, pois eu comprava com eles com frequencia e nunca tive problemas. Passei a comprar com menos frequencia apenas após ter adquirido meu torrador. Realmente lamentável eles não terem trocado uma encomenda que enviaram errado, bola fora mesmo. Não cheguei a conhecer a Lucca e confeço que estou pendente de conhecer muitos outros. O ideal seria se eles passassem a vender os cafés em grãos verdes também, nem que em lotes grandes, onde poderiamos fazer compras coletivas aqui no clube.
  10. Burny, você deve ter tido muita falta de sorte, pois nunca peguei café ruim vindo de lá. O Bruzzi então, dos melhores para quem, assim como eu, gosta de café com sabor mais achocolatado. Quanto a torra e a entrega, este sempre foi o fator que mais me impressionou. Como dito, as torras ocorrem nas terças e quintas. Em todas as vezes que comprei recebi meu pedido ou na quarta ou na sexta, ou seja, no dia seguinte ao da torra. Sempre tive que esperar um pouco para que o café ficasse no ponto ideal para se consumir. Destaco que meu consumo é 95% em espresso. Para quem consome em outros métodos, especialmente filtrados, creio que a experiência tende a ser bem diferente.
  11. Não consegui entender o problema. Durante a moagem você está variando a granulometria e, quando chega no nível mais fino ele para, é isso? Não vejo sentido em fazer isso. Contudo, o que me parece é que você está tentando calibrar o moedor e, talvez, o que esteja ocorrendo é que ele está ficando ligado tempo demais. Salvo engano, após 1 minuto ele desliga automaticamente.
  12. Na verdade acho que tem filtro nas que precisam dele e não tem nas que não precisam. Para café há a necessidade de filtrar, a não ser que a máquina fizesse café turco . Já para o cappuccino tudo o que está na cápsula pode ser consumido, igual a um cappuccino normal.
  13. rbcassani, acho que sua maquina foi "premiada". Quando estava fazendo os testes de utilizar outros cafés nas cápsulas testei botar uma moagem bem mais fina para conseguir um espresso simples imaginando que o controle seria no tempo. O resultado e que tive uma extração muito lenta, mas exatamente com o mesmo volume que as normais de espresso. Assim, concluo que o controle da gesto e por volume mesmo.
  14. Para mim, uma péssima notícia. Se ao menos vendessem o café verde para torra doméstica, mas nem isso. Vou ser obrigado a renovar o estoque e deixar congelado.
  15. De fato, pra mim é o comportamento normal que vi em todas as máquinas que já utilizei. Você liga a máquina e rapidamente ela está "pronta". Entre aspas por que só parte da máquina se aqueceu, o restante ainda está frio, então com a troca de calor esta parte "pronta" rapidamente volta a esfriar. Com maior tempo de aquecimento todas as partes chegam a uma temperatura satisfatória e, conforme alguns observaram, se consegue mais shots seguidos. Não vejo nada para espanto. De toda forma, cabe reconhecer o mérito da Nespresso em ter minimizado este efeito em suas máquinas (ou em alguns modelos, não as conheço). Na minha opinião, pode ser um diferencial da Nespresso, não um defeito na Três. Ainda assim, é bem observada a questão de se verificar este comportamento na Serv, que se trata do modelo voltado ao uso mais intenso. Por fim, não testei o limite de shots seguidos na Gesto, mas ontem fiz pares de espressos em seguencia várias vezes, tanto na máquina do trabalho quanto na minha de casa.
  16. Comprei um desses com a Imeltron em outubro do ano passado. Não sei dizer se essas peças sumiram do mercado.
  17. Não sei exatamente como é definido o valor de intensidade das cápsulas da Nespresso (e das outras também), mas não recomendo utilizar isto como parâmetro para comparar com outros cafés, seja da Nespresso ou de máquinas semi-automáticas. Tive a oportunidade de experimentar o Kazaar, que tem intensidade 12, e não me agradou muito. Me pareceu muito mais um café torrado "além do ponto" do que um de grande intensidade. Tá certo que só o provei uma vez, seria melhor provar novamente para ter certeza. Já na minha Gaggia com outros cafés e dosagem maior, obtenho bebidas que no meu entendimento são muito mais intensas, porém com sabor muito melhor e sem esta impressão de torra excessiva.
  18. Lembro da dica para remover o bicho distribuidor do porta filtro. Esquente ou esfrie o conjunto. Como a "retomada" de temperatura será diferente para as duas peças, deve ficar mais fácil para remover após esperar uns instantes.
  19. Billy, acho que para uma boa parcela das prosumers você terá o mesmo problema do reservatório escondido, exceto no caso de utilizar as versões ligadas diretamente na rede hídrica. Será que uma CC1 não combina com o seu perfil? Contudo, acho que não precisa esperar tanto, com R$500,00 de desconto em cima deste anúncio passo para você minha Gaggia Classic . A minha já está devidamente regulada em 9bar e com o bico Latte Art vaporiza leite que é uma beleza. A minha é "Made in Italy" e com o diferencial de ser Preta. A sim, definitivamente não está calsificada também, está em plena forma . A vantagem é que com o PF naked você poderá fazer ótimos cremes de Orphea para decorar o que quiser
  20. Imagina esses cafés num PF Naked, não sobra café, fica só crema na xícara
  21. Comecei a tentar vaporizar na Gesto e, até agora, apenas tive resultados medianos. Em primeiro lugar, a técnica me parece ser muito diferente com o panarello, não tenho que buscar "aquele som", na verdade parece que basta manter o vaporizador "mergulhado" de uma forma que o leite fique girando. O negócio é que mesmo assim parece que é injetado ar de mais. É tanta bolha que ao retirar o bico de vapor há leite naquela pecinha de borracha. O resultado utilizando leite ninho foi apenas mediano. Com Integral Itambé não rolou. Falta eu testar com um leite bom, como o Leitíssimo. O vaporizador da Gesto é muito bom, parece-me ter um potencial enorme, mas estou ficando com vontade de trocar o panarello. Se der, vou passar o Latte Art da Gaggia para testar. Me lembrei da Twin ao utilizar a Gesto. Durante a vaporização dá para escutar a bomba "pulsando" pequenas quantidades de água na caldeira (ou será que esta máquina possui até termobloco?), o que proporciona vapor constante e abundante, porém não tão forte. Comparada com a Gaggia Classic, minha primeira impressão é que a Gesto consegue entregar mais vapor por mais tempo, porém não com a mesma força (na Gaggia se não cuidar facilmente a pressão do vapor consegue jogar o leite pra fora da leiteira).
  22. Sim, ele faz duplos também. Acho que no video ele só começa a fazer duplos quando mostra receitas que pedem esta quantidade.
  23. Preço de mercenário. Tá certo que os R$650,00 que paguei na minha semi-nova (pelo que o antigo dono falou foi usada apenas umas três ou quatro vezes) foram abaixo da média, mas de forma alguma dá para pedir mais que R$1000,00 nessa cafeteira usada, nem se ela já tivesse com todos as modificações feitas (PID, Braço de vapor da Silvia, etc). É preço de quem quer vender e ao mesmo tempo não quer.
  24. O que achei mais bacana no video foi ele "atender" a vários níveis de "baristas". Para quem já entende um pouco do assunto, o início pode ficar monótono, mas para quem está começando, é um prato cheio, tudo bem didádico e fácil de entender. Apesar de fazermos adaptações, de um modo geral não fugimos tanto do que é demonstrado no video. Um detalhe bem interessante da máquina utilizada no vídeo é o manômetro "dois em um".
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