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Showing most liked content since 09/20/2018 in Posts

  1. 23 points
    ECM BARISTA & EU Depois de muitos anos, finalmente tenho uma máquina de espresso em casa! Já namorava a ECM faz uns quatro anos, mais ou menos. Quando comecei com a idéia de ter uma máquina profissa, o plano original era ter uma Classika PID. Há uns três anos atrás estava tudo pronto para a máquina sair, suados caraminguás na mão e tudo mais. Mas então uma maldita chuva de pedras me obrigou a reavaliar minhas prioridades. Com isso, a sonhada máquina de espresso voltou para o fim da fila… Felizmente esse ano as coisas melhoraram e consegui firmar uma parceria com a minha Comandante Executiva Suprema (CES). Verdade, sou apenas meio-dono da máquina. E como obtive essa parceria, foi possível fazer um upgrade de Classika PID para Barista. E com PF naked logo de cara! ACESSÓRIOS A Barista vem com dois PF, de um e dois bicos, e três filtros, um simples, um duplo e um cego. Eu pedi também um PF naked que veio com um filtro grande (dá para fazer um balde de espresso). A máquina veio também com essa escovinha e um tamper de plástico a princípio sem-vergonha mas 100% eficaz. O manual é meio simplório, mas não levem isso muito em consideração pois a máquina é simples e eu sou daqueles que gosta de manual tipo bíblia. Para terem uma idéia, eu li o manual três vezes. Antes da máquina chegar. ACABAMENTO Talvez essa seja a maior característica da ECM. A máquina é sólida. É um tanque de guerra de tão sólida. O chassis dela é inteiriço e todo de aço, o que contribui para seus 23 kg. A impressão que tenho é que é aparelho para toda a vida, mesmo não sendo exatamente cuidadoso no seu uso. E eu particularmente gosto MUITO de qualquer aparelho ou ferramenta que é feito para durar. Em termos de tamanho é bem compacta, com 33,5 × 44,5 × 40 cm, portanto não é um monstro devorador de espaço na bancada. E por causa do acabamento, ela impõe presença. O acabamento da máquina é impecável. Toda cromada, ela chama a atenção, tanto pela beleza como pela fabricação. É “bem feita”, com esmero e tudo caprichado. Para quem não conhece máquinas de espresso acha que é “máquina de cafeteria”, como já me falaram. A drip tray é BEM grande, e muito importante, bem fácil de pôr e tirar. Dá para fazer muito café com flushes sem se preocupar. Li um review no Home Barista de alguém reclamando que na sua Classika PID a grade e/ou a drip tray estavam causando lambança. Na minha Barista não tem sujeira, o que acontece é apenas um pouco de respingos de água (e às vezes até de café) na frente da travessa e no bico de expurgo. OPERAÇÃO Não vou entrar em detalhes sobre como tirar um shot nela pois esse texto não é um tutorial sobre a máquina, apenas um review dos pontos que considero importante. Mas como falei antes, é uma máquina de operação simples, e qualquer um com um mínimo de conhecimento sobre espresso e café (e com um bom moinho!) faz miséria nela. Obviamente que tem alguns limites, mas 9 entre 10 usuários conseguiria tirar um espresso MUITO bom com ela. Vou citar o exemplo da minha esposa e CES. Apesar de gostar muito de café, não é nem um pouco curiosa/estudiosa/metida-a-barista-besta como seu singelo esposo. Mesmo assim, com o moinho previamente acertado (e o Super Megmaster Tamper Dinamométrico do Gil), tirou um shot excelente esses dias. E além de operação simples, é rápida. Desligada e fria (à temperatura ambiente de uns ~20ºC) até estar com a caldeira em 1 bar e grupo pelando, leva apenas de 20 a 25 minutos. E se uso de manhã cedo, quando ligo de novo na hora do almoço, leva apenas uns 10 a 15 minutos para estar pronta. Seria por causa da caldeira de cobre (2,1 l)? O tanque de água, com seus 3 litros de capacidade, tem volume suficiente para quase exigir um refil semanal apenas. E olha que estou fazendo café como um cafeicômano nessa última semana. E isso sem dó de fazer flushes entre shots e para limpar o grupo. VAPORIZAÇÃO Punk. Faz MUITO vapor. Por enquanto só experimentei mesmo, não posso dizer que usei, pois ainda estou 100% focado em aprender a parte do café. Contudo, nos poucos testes que fiz, a Barista produz bastante pressão e volume de vapor. Até me lembra o que vejo na GB5 da La Marzocco. Obviamente que aqui o fôlego será bem mais curto, mas para aerar uns dois pitchers de leite (= 4 a 5 cappuccinos) dá e sobra. O QUE EU MUDARIA Falta um cronômetro. Antes achava que era desnecessário, mas um cronômetro embutido como o que vem na Classika PID iria MUITO bem. Não é fundamental mas seria um algo a mais que ajuda no controle das extrações. Vou comprar um (modelo de garbo e elegância, obviamente) para deixar na bancada, mas adoraria um automático instalado na máquina. Algo que talvez valha a pena pensar em um upgrade é o chuveiro. Pelas fotos que vi de outras marcas, tenho a impressão que poderia haver uma melhor distribuição da água. Como a troca da tela é muito simples e (acredito que) a tela de chuveiro não é muito cara, estou considerando encomendar uma. Porém, não esqueçam que essa é a minha primeira e única máquina, portanto talvez isso seja desnecessário. PID eu sinceramente acho que não faz falta, pois termicamente é bem estável. Obviamente que alguém com paladar mais apurado vai notar diferença dos pouquíssimos graus de flutuação, mas acho que para 98% da população de entusiastas isso não faz falta. Termômetro no grupo acho que também é desnecessário. Até pensei em comprar um, pois parece ser bem fácil de instalar, mas tendo em vista a qualidade dos shots que a Barista oferece, acho que não precisa. Fora que deixa a máquina mais feia (garbo e elegância, sempre) portanto isso está fora dos meus planos por enquanto. POST SCRIPTUM Estou muito satisfeito com a máquina. Tipo porco na lama em dia de sol, sabe como? Escolhi a ECM obviamente por causa do preço e disponibilidade, mas qualidade e acabamento era a condição sine qua non. Pelas dezenas de fotos, reviews e filmes que vi das máquinas da ECM, já sabia o que esperar, mas sinceramente me espantei quando chegou. O acabamento dela não é o que eu esperaria encontrar em uma máquina muitas vezes classificada como “de entrada” lá fora. Comparado com máquinas no padrão GB5 e GS/3 da La Marzocco, a Barista não fica atrás, nem um pouco. Fora a parte de engenharia, também estou muito satisfeito com o resultado na xícara. Ainda estou literalmente aprendendo a usar, mas é comum eu tirar shots excelentes. Notei, contudo, que para tirar shot excelente não é só ligar, pôr café e levantar a alavanca. A excelência exige um certo ajuste e experimentação na hora. Mas o que importa é que se você tiver um pouquinho de conhecimento do que está fazendo vai tirar shots nota 90 no mínimo, 100% das vezes. E não posso me furtar de comentar isso. Acredito que a maioria dos casais, quando faz aniversário de casamento, vão viajar, ou pelo menos jantar fora em um restaurante de garbo e elegância. Já eu e minha esposa, que comemoramos 18 anos de casado agora dia 23/09, ao invés da viagem, compramos uma máquina de espresso. E almoçamos em casa, com as crianças .
  2. 15 points
    Salve pessoal, voltamos pra BH com o carro cheio e já tem vários cafés com a gente. Já outros dois cafés chegam durante a semana por transportadora. Estamos preparando uma postagem para contar da viagem e em breve o Luís vai postar para vocês. Até lá deixo um imagem ilustrativa do trabalho que fizemos no fina de semana: Saindo de Natércia com o carro que alugamos cheio! E para ir aquecendo os motores, vamos compartilhar com vocês as informações dos cafés que vão entrar na Compra Coletiva aos poucos até o dia da abertura dos pedidos, que irá acontecer no dia 19 de outubro na parte da noite. Começamos com o café que é, certamente, um dos mais raros e distintos que já entrou nas nossas Compras Coletivas. 1- Amostra FHF - Café da Ucha: Este é um café que estamos namorando faz tempo. Ano passado (2017) fizemos uma visita à fazenda da Carmem Lucia, conhecida como Ucha, em Três Pontas. Na época fomos recebidos por ela e ficamos encantados com o trabalho que ela realiza por lá. Foi, de longe, a fazenda mais organizada em termos de estrutura e de maquinário que já visitamos até hoje. Contamos um pouco sobre a visita aqui: Desde então estamos em contato com ela para pegar um café pra gente do Clube. Este ano ela mandou cinco amostras. Provamos todas e selecionamos, às cegas, a amostra que passou para a Seleção Coletiva nacional. A Ucha é uma das pioneiras do café especial no Brasil. Já faz muitos e muitos anos que produz café especial em sua propriedade. Inclusive ela é uma das poucas pessoas que conhecemos até hoje que relatou pra gente que 100% dos esforços que ela faz na propriedade dela é para produzir café especial. Se algo sai diferente disso é porque deu errado. Todo esforço e reconhecimento por seu trabalho a fez subir para o posto político mai alto dentro do café especial e hoje ela está como a presidenta da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). O café que escolhemos é da variedade Acaiá, uma preciosidade do Sul de Minas, e o processo de secagem do café é chamado de Black Honey. Pra quem nunca ouviu falar desse processo recomendamos a seguinte leitura: https://www.perfectdailygrind.com/2017/02/yellow-red-black-honey-processed-coffees-whats-difference/ Resumindo, o café é colhido e descascado a seco. Toda mucilagem presente no grão permanece junto ao café e daí o café vai para os terreiros suspensos para secar. O que define o Black Honey é que o processo de secagem dele é inteiramente na sombra. Isso propicia uma secagem beeeeem lenta. Esse processo é super trabalhoso e demorado e a chance de dar errado e do café sofrer uma fermentação não positiva é gigante. A combinação de variedade e processo de secagem faz deste café uma combinação única e rara. Aproveitem!! Segue resumo: Fazenda Caxambu e Aracaçu Três Pontas - MG Altitude: 980m Variedade: Acaiá Processo: Black Honey Produtor: Carmem Lucia Chaves de Brito (Ucha) Valor Pago à Produtora: R$ 1.200,00 a saca No aroma notas frutadas, puxando para frutas escuras e uma primeira indicação de seu processo de fermentação. Na xícara uma bebida complexa, muito doce, frutada e com uma finalização intensa e duradoura. Valor do kg do café VERDE: R$32,80. Bem, por enquanto é isso. Amanhã voltamos para falar de outros dois cafés. Att, Igor
  3. 12 points
    Prezados! Aqueles que gostam de bebidas à base de leite provavelmente já desejaram vez ou outra que determinado leite fosse mais encorpado, mais doce ou até mais gordo nos seus cappuccinos e lattes. Porém, como todos sabem, leite é algo orgânico, e sua composição/concentração depende das condições biológicas das vaquinhas, sem falar de diversas outras questões comerciais e sanitárias. Pois bem, nos campeonatos internacionais de barista alguns concorrentes já estão utilizando uma técnica bastante conhecida daqueles que fazem destilados caseiros e pretendem aumentar a gradação alcoólica de uma bebida: a destilação a frio. Na destilação a frio, nos valemos dos diferentes pontos de fusão dos líquidos de uma mistura. No caso do leite, que é um colóide, as proteínas, gorduras e açúcares tem um ponto de fusão mais baixo que o da água. Assim, podemos concentrar o leite na medida em que desejarmos, separando uma parte da água nele contida. A técnica é muito simples e efetiva. Congela-se o leite e, uma vez congelado, coloca-se o bloco de leite dentro de um recipiente com um furo, através do qual os líquidos que derretem primeiro escorrem e se separam da fase sólida. No final, sobra quase que só um bloco de água congelado e poroso no recipiente superior, e o leite concentrado no copo de coleta. No meu exemplo, utilizei uma coqueteleira simples em que cabem 500g de leite congelado, que depois eu emborco em cima de um copo capaz de coletar o leite derretido. O rendimento varia conforme o tempo de geladeira. Pra obter uns 300g de leite concentrado, leva aproximadamente 24h. Isso pode variar um pouco de acordo com a diferença de temperatura entre o gelo e a geladeira, mas serve como parâmetro. A 60% de rendimento, como no exemplo, o leite fica muito doce, encorpado e com um leve toque mineral, por conta dos sais minerais dissolvidos. Você pode deixar diluir mais, deixando o processo correr, ou simplesmente misturar com o leite original para dar o ponto da sua preferência. Como disse, o processo é muito simples de reproduzir e o resultado é bastante interessante. Espero que curtam a técnica. Se vocês aprovarem, podemos até fixar o tópico, como utilidade pública. Abraço, Rodrigo Kirsch
  4. 11 points
    Salve pessoal, vou compartilhar com vocês as últimas atualizações da CC. Seleção Coletiva De 21 a 23 de setembro aconteceu, em sete cidades distintas, a prova dos cafés candidatos a entrar da Compra Coletiva. Os membros dessas cidades se reuniram para provar os cafés pré-selecionados. Foram mais de 50 amostras que coletamos e no fim separamos 10 cafés distintos para enviar para as cidades. Esses 10 cafés foram torrados aqui em BH, identificados com códigos, separados em 3 rodadas e enviados para as cidades por SEDEX ou JadLog Express. Como sempre, se faz necessário um grande esquema de logística para que todos recebam os cafés o mais fresco possível para realizar as provas. Felizmente deu tudo certo e todos receberam os cafés a tempo para as provas. As únicas informações que os cafés continham eram códigos (cada amostra tinha um) e um identificação sobre em qual rodada o café deveria ser provado. Montamos as rodadas por qualidade e preço. Os cafés da primeira rodada eram os mais baratos, até R$1100,00 a saca, já os cafés da segunda rodada começavam em R$1.200,00 a saca e os cafés da terceira rodada em R$1.500,00. Em cada rodada os membros que participaram da seleção deveriam escolher qual era o café favorito. Ao final da seleção, o responsável local ficou encarregado de somar os votos e passar pra gente o primeiro e o segundo colocado de cada rodada. Fizemos um sistema de pontuação para classificar os cafés. O primeiro de cada rodada ficou com 2 pontos e o segundo colocado ficou com 1 ponto. Para provar os cafés, cada cidade escolheu um método diferente. São Paulo, Campinas e Florianópolis fizeram cupping, Goiânia provou na French Press, no Rio de Janeiro a galera fez no v60, em Maceio na Aeropress e aqui em BH provamos nos Melittas 01. Montamos um álbum com algumas fotos para vocês: https://www.flickr.com/gp/124413837@N08/E4gkHC Resultados Passamos agora aos cafés e resultados. Inicialmente vamos compartilhar a lista dos cafés enviados. Vejam que esta C.C. a Mantiqueira de Minas dominou um pouco. Isso se deve basicamente porque a região colhe precocemente em relação as outras, o que significa que já há cafés excepicionais disponíveis. Vamos aos resultados e classificação geral: Nesta tabela temos a pontuação que cada café recebeu. Lembrado que 2 pontos significa que foi o café preferido da cidade e 1 ponto foi o segundo colocado por preferência. Quando ocorreu empate prezamos por pontuar os dois cafés. Nossa ideia inicial era pegar somente 4 cafés para a CC. Entretanto, após a vermos que disputa foi acirrada e que não houve unanimidade em nenhum café, decidimos colocar um 5 café na CC na tentativa de agradar a maioria, Nossa Proposta: Propomos então a entrada dos seguinte cafés: HJM - Faz. Furnas - Café do Rinaldo; YWO - Faz. Serrado - Café do Caio ; FHF - Faz. Cachambu - Café da Ucha; ZLF - Faz. Alto da Sera - Café do Thiego e Felipe; YHS - Faz. Vargem Alegre - Café do Cleverson. Ao longo da semana vamos comentando mais sobre os cafés!!! Torra Coletiva Temos 4 interessados em participar da Torra Coletiva dos cafés. Vamos passar alguns detalhes iniciais e vamos atualizando vocês assim que possível sobre novas informações. Coffee Break Cafés Especiais - Maceió O @tencelcal, responsável pela Coffee Break de Maceió manifestou interesse em adquirir com a gente 3 cafés diferentes para oferecer na modalidade torrado para a galera. Ele irá adquirir o café verde, torrar e vender já torrado pelo preço e disponibilidade a ser definido por eles. Os cafés que mostrou interesse foram: FHF - Faz. Cachambu - Café da Ucha; ZLF - Faz. Alto da Sera - Café do Thiego e Felipe; YHS - Faz. Vargem Alegre - Café do Cleverson. Leandro Marco - Campinas O @Leandro Marco de Campinas também manifestou interessem em adquirir alguns café com a gente para oferecer torrado. Até o momento em dois cafés, um deles não irá entrar na Compra Coletiva, mas ele gostou e vai adquirir um pouco para ele de qualquer maneira. HJM - Faz. Furnas - Café do Rinaldo; SUF - Café do Niquinho. ROAST Cafés - Belo Horizonte A ROAST Cafés não vai ficar de fora e vai adquirir alguns cafés também para trabalhar na modalidade torrado. Preço e disponibilidade vão ser divulgados mais pra frente. Inicialmente os cafés: YWO - Faz. Serrado - Café do Caio - Torra exclusiva para ESPRESSO; FHF - Faz. Cachambu - Café da Ucha; ZLF - Faz. Alto da Sera - Café do Thiego e Felipe; YHS - Faz. Vargem Alegre - Café do Cleverson. Campo Místico Cafés - São Paulo O @Valmor do café Campo Místico vai entrar na brincadeira também, mas diferente dos outros interessados o Valmor se dispôs a torrar o café verde que a galera adquirir A ideia é que cada pessoa compre a quantidade que quiser diretamente com a CC e leve na torrefação dele em um dia préestabelecido para torrar o café lá. Ele deverá cobrar uma pequena quantia para cobrir os gastos com energia e gás, o valor ainda vai ser definido por ele. Bem, por enquanto é isso galera. Ao longo da semana vamos trazendo mais novidades para vocês e já vamos ir adiantando mais informações sobre os cafés. Grande abraço, Equipe Compra Coletiva
  5. 10 points
    Olá pessoal, desde fevereiro deste ano eu estou à frente do fórum como administrador e como responsável por pagar as contas do clube. Quando o @Ruston Louback me passou bandeira, ele sugeriu algumas possibilidades de monetizar o forum para ajudar nos custos operacionais. Uma das formas que pensamos na época foi formalizar as cobrança pelos banners de anuncio que são exibidos por aqui. Acabou que não levamos isso adiante. Então vamos passar para o plano B, que é pedir a ajuda dos membros. Mas antes, vamos compartilhar com vocês as despesas que temos hoje. São elas: Hospedagem - Custo mensal de R$ 44,80 Domínio - Custo anual de R$39,90 Privacy Protection Service - custo anual de R$27,80 Certificado SSL - Custo anual de R$99,00 Licença do IP Board - Ruston paga esse com o dinheiro do google ads. Dessas despesas, eu fiquei responsável por pagar as quatro primeiras. O Valor total anual é de R$704,30. Para ver os comprovantes de pagamento: link aqui. Nossa ideia aproveitar da estrutura da Compra Coletiva que irá acontecer ao longo dos próximos dias para levantar esse valor para custear as despesas com o fórum. Vamos compartilhar com vocês 70 cotas de participação no valor de R$10,00 cada para que os membros interessados possam contribuir com a manutenção do fórum. Quem comprar a cota estará automaticamente participando do sorteio de 10 sacarias de juta de 30kg novinhas que vieram com os últimos cafés que compramos para a Compra Coletiva. Essas sacarias estão marcadas com a logo do clube. Quem quiser comprar mais de uma cota terá mais de uma chance de participar no sorteio; Caso o ganhador da sacaria esteja participando da Compra Coletiva, a mesma será enviada junto aos cafés verdes; Caso contrário o ganhador deverá arcar com as despesas de envio. As cotas serão liberadas no site da Compra Coletiva que vamos divulgar hoje mais tarde. O sorteiro será realizado no dia entre os dias 24 e 25 de outubro. Voltamos com mais novidades depois. Grande abraço amigos, Igor
  6. 10 points
    E aí pessoal blza? Estou no Paraná, e visitei hoje o sítio do Sr. Evilasio. Ele é um dos primeiros produtores premiados do Paraná, e um dos primeiros a fazer micro lotes fermentados, controlados e etc. Fiquei bem impressionado com os processos que faz e o controle que ele tem de tudo. Bom. Ele me deu duas amostras, um CD e um natural de dupla fermentação. Este último micro, micro nano nada de lote me prometeu caso queira apenas 20 kgs do café, por tanto preciso provar logo e decidir comprar ou não. Aí que entra vocês! Sábado que vem, quero convidar a todos. Mais uma vez vou abusar da hospitalidade do amigo Erick do café MUMU e vamos fazer um cupping aberto, grátis lá para experimentar estes dois cafés. A partir das 14:00. Para compor a mesa, vou levar também um Maragogipe, e o Erick vai disponibilizar um pouco ( faltam apenas poucos kgs para acabar ) do SUDAN RUMÊ. Então tende a ficar uma mesa bem bacana pra gente provar. Assim, podemos decidir com mais segurança com base no gosto de mais pessoas se o café é bom mesmo é de dá pra comprar mesmo. E aí o que acham? Bora? Qualquer coisa só chamar aí! Vou deixar 3 fotos de hoje. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  7. 10 points
    Salve. Entrei pro clube dos proprietários deste incrível moedor. Alias, Isso não é um moedor, é um tanque de guerra. Partir para a modificação agora para doserless. Abraços
  8. 10 points
    Obrigado! Conhecem a expressão "mais feliz que porco na lama"? Pois é, é nóis Estou na fase do aprendendo-a-mexer ainda, mas posso adiantar que é MUITO simples de usar. E não só usar como tirar shot bom - acho que no 5º que tirei já saiu 85% bom. Claro que um tanto de conhecimento teórico ajuda sobremaneira, mas a Barista é uma máquina que "não tem como errar". Recebi na quinta no fim da tarde, e hoje de manhã tomei um espresso excelente, tão bom quanto os que tomo nas melhores cafeterias de CWB. E só fui tomar um espresso padrão hoje porque ontem fiquei com dor de estômago já pela manhã de tanto "experimentar", então tive que parar de tomar café até hoje . Pretendo essa semana fazer um review sobre a máquina, já estou até tirando algumas fotos. Burramente esqueci de comprar um pitcher, então até conseguir um não tentei ainda vaporizar leite. E não, não vou usar uma caneca qualquer pois me recuso a fazer café sem total garbo e elegância . É que como tenho o Aeroccino3 da Nespresso, não foi preciso me privar de tomar cappuccino (padrão), então não é urgência.
  9. 9 points
    Recebi minha Robot hoje. Já que esse é o tópico do Kickstarter da Robot e não propriamente de review da Robot, que entendo que por questão de organização devia ser separado, quero fazer algumas considerações sobre a experiência do financiamento coletivo. Primeiramente, acho que a Cafelat e o Paul Pratt estão de parabéns por esse ter sido, fácil, o projeto de financiamento coletivo mais bem sucedido que eu participei em todos os aspectos: desde a fase de financiamento, passando pela fase de desenvolvimento e produção até o processo de entrega. Tudo muito bem documentado, organizado, publicado, programado e, principalmente, cumprido. A primeira impressão do produto é excelente. Mesmo a embalagem já demonstra cuidado, com tudo bem protegido e organizado, com papelão de ótima qualidade. Já sobre a máquina, passa uma impressão sólida, produzida com materiais de primeira, sem economia de matéria-prima ou de acabamentos. A impressão é de um produto muito mais caro do que o que foi efetivamente pago. Além dos acessórios que acompanham, o Paul teve o cuidado de mandar o-ring e gaxeta sobressalentes. Acho que muita gente devia estudar esse case pra ver se aprende alguma coisa sobre financiamentos coletivos e como ser sério e respeitoso com os backers. Naturalmente que a Cafelat vinha desenvolvendo esse projeto há alguns anos e que o financiamento coletivo teve mais a ver com a viabilização da linha de produção, mas na realidade isso é o que menos importa. Eu não me importaria com eventuais atrasos ou contratempos, desde que eu fosse mantido justificadamente atualizado, o que felizmente não foi necessário. Por enquanto era isso.
  10. 9 points
    Boa noite, amigos, Faz um par de dias que tenho falado aqui sobre uma La Pavoni Professional, ano 1996, que tive a sorte de encontrar abandonada em garagem e comprei-a no intuito de devolver-lhe a vida. A máquina em si, não tinha avarias, estava, literalmente, largada ao relento, sem filtro e sem tela do chuveiro. Logo que trouxe ela pra casa, comecei o desmonte e a limpeza devidos, pensei que seria um trabalho curto mas, logo percebi que as vedações da máquina estavam ressecadas e endurecidas, muito mais pela falta de uso, mesmo, pois não apresentavam sinais de achatamento (gaxeta do grupo, por exemplo). Embora esse estado de ressecamento, a máquina estava funcionando como um relógio suíço, nenhum vazamento, termostato disparando exatamente em 1,2 e 0,8bar, para desligar e ligar a resistência. Além disso, havia uma água bem suja e com odor forte na caldeira da máquina, que devia estar ali há anos. Assim, decidi desmontar logo tudo e substituir todas as vedações. Aos passos que ia fazendo o desmanche, fui observando que várias alterações "upgrades" poderiam ser feitas na máquina, e ergui mãos à obra. Parti para a internet e encomendei logo um jogo completo de vedações da máquina, bem como, filtro e chuveiro do grupo. Porém, tive a ideia de mandar fazer todas as vedações (exceto as do grupo) em teflon maciço e, acabei por deixar as vedações originais que comprei pela internet, em borracha, guardadas como peças reservas...comprei o teflon em tarugos e levei ao torneiro mecânico para confecção, seguem umas fotos: Pesquisando pela internet, vi um upgrade que achei interessante, voltado ao isolamento do grupo/caldeira via lâmina de teflon. Como eu já estava trabalhando com este material, resolvi fazer eu mesmo essa peça, manualmente. Feita com 1.6mm de espessura : Outra alteração que vi, possível e viável, foi a substituição do pistão do grupo, que era de um tipo "plástico", e mandei fazer um idêntico em bronze maciço. Peça que foi feita comprecisão extrema pelo meu torneiro mecânico e, depois, foi polida por mim: Na parte de baixo, nas ligações elétricas, todo o cabeamento ganhou proteção extra com termocontrátil: Fiz também uma mudança bem interessante do sistema da alavanca, com a retirada dos eixos e do rolete originais, de ferro, substituindo-os por eixos de inox 440c maciço e por 3 rolamentos japoneses, também em inox. Os rolamentos também foram incrementados por 2 arruelas de proteção em laminado de fibra aramida que, além de proteger os rolamentos contra a entrada de água e resíduos, irá proteger também as peças cromadas contra os arranhões ocasionados pelo movimento da alavanca. Tudo devidamente lubrificado com graxa de teflon...o movimento da alavanca ficou acentuadamente macio e leve: As peças de aparência externa receberam tratamento de limpeza e polimento simples, deixando-as com aspectos de novas: Os cabos de plástico preto do porta filtro e da alavanca, bem como, as torneiras da caldeira e do vapor, também foram polidos e ficaram brilhando. Entretanto, como a máquina já havia me dado bastante trabalho e estava ficando bem bonita, aproveitei minha pré-disposição para trabalhos manuais em madeira e resolvi fazer um extensivo upgrade visual nela, todo em madeira, com cabos, torneiras e sub-base, incluindo uma base alinhadora de calcamento: Acima, vejam que a torneira do vapor ganhou travamento em parafuso alen. A torneira grande ganhou uma peça de inox 440c com dupla rosca macho e um base de 3mm entre eles, uma rosca entra na madeira e a outra na caldeira. A sub-base ganhou pés de ventosa em borracha com sistema antivibração. Abaixo, algumas imagens da máquina pronta: E um video em 360º dela que postei no youtube: Bom pessoal, é isso, relato extenso, espero que gostem do resultado. Tem me rendido ótimos espressos com exatas 30g de líquido e boa crema. Forte abraço a todos, Eduardo Gurjão
  11. 9 points
  12. 9 points
    Chegou meu mais novo brinquedinho. Mesmo esquema, importei dos EUA para o Paraguai, divisa com Foz do Iguaçu, boa notícia, sem pagar os absurdos impostos. Qualquer dúvida estou a disposição. Enviado de meu XT1635-02 usando o Tapatalk
  13. 8 points
    Aqui estamos mais uma vez compartilhando um pouco do que vivemos em nossas viagens! Dessa vez vou precisar ser mais sintético [edit: não consegui… kkk], pois a dose é dupla! Isso porque em menos de 2 meses visitamos a região da Mantiqueira de Minas duas vezes! A primeira vez foi entre 16 e 19 de agosto, durante o evento das fases nacionais dos campeonatos de barismo, em São Lourenço. A segunda vez foi no último fim de semana, 12 a 14 de outubro, com o objetivo principal de buscar 3 dos 5 cafés que farão parte da Compra Coletiva 2018. Mantiqueira #1 Chegamos já no final da tarde de quinta, depois de muito chão. Nossa primeira parada foi na sede da CarmoCoffees, empresa negociadora e exportadora de cafés especiais de Carmo de Minas. Fundada em 2005, a empresa tem parceria com vários produtores da Mantiqueira, e promove projetos de incentivo à produção de cafés especiais. Fomos recebidos pelo Paulo César, um dos gerentes e Q-grader, que nos apresentou as instalações, de cair o queixo... só de vermos o pessoal enchendo mais de uma centena de xícaras de cupping com amostras usando uma pistola de água quente estilo bomba de posto, vimo que a coisa ali é pra valer! Depois de rodar um pouco, fizemos uma mesa de cupping. E ali provamos pela primeira vez o Café do Rinaldo, da Fazenda Furnas! E já entrou pra nossa lista de competidores pra primeira fase de seleção da Compra Coletiva, junto com alguns outros, como do Sr. Niquinho. Nos despedimos e fomos para São Lourenço. O resto do dia foi dedicado a tomar uma cervejinha artesanal junto com o pessoal que já estava ali pros campeonatos. Alguns velhos conhecidos, uns que a gente ouve falar o tempo todo mas ainda não conhecíamos pessoalmente. Na sexta, passamos boa parte do dia no evento. Assistimos a 1ª fase inteira do Brewers Cup, visitamos os estandes, encontramos com velhos amigos produtores e baristas. Conversamos com gente que tinha vindo de beeem mais longe que a gente pra participar dos campeonatos, tipo Manaus! O pessoal de Curitiba tava presente em peso. Na parte da tarde, visitamos a primeira fazenda, a Fazenda do Serrado em Carmo de Minas. Dali viria a amostra de mais um café da Compra Coletiva! Fomos muito bem recebidos no meio de uma chuva pelo José Antônio e seu filho Caio. O Caio faz parte da quinta geração da família a produzir cafés na propriedade. Agrônomo por formação, ele é responsável por boa parte de toda evolução e inovação no manejo do solo e das lavouras que a Fazenda do Serrado vem fazendo nos últimos anos. Possui também experiência como trader na área de café e já morou nos Estados Unidos. A fazenda do Caio é uma das participantes do Programa de Qualidade Sustentável Nespresso, desenvolvido pela CarmoCoffees com os produtores parceiros da região de Carmo de Minas desde 2011. Através dessa parceria, eles perceberam a importância de utilizar adubação orgânica e diminuir a geração de resíduos, melhorando a condição ambiental da propriedade. A chuva deu uma trégua e antes de anoitecer conseguimos dar uma volta rápida pela propriedade de caminhonete. Deu pra conhecer um pouco do trabalho que fazem por lá. É perceptível todo cuidado com a lavoura e com o café tanto na colheita quanto no pós-colheita. E foi a primeira vez que eu presenciei uma florada! Estava acontecendo em um talhão bem novinho, mas tá valendo… Voltamos pra São Lourenço pra mais uma noite de interação com o pessoal dos campeonatos. Essa costuma ser a melhor parte dos eventos... é o momento em que a gente mais cria vínculos com outros apaixonados por café que nem a gente. Sábado foi dia de acordar cedo e partir pra Cristina! Esse é um nome bem familiar no mundo de cafés especiais... dali é o recorde de pontuação pra um lote de leilão, e sempre vemos cafés de lá no Cup of Excellence, ano após ano. Fomos visitar o Sítio Vargem Alegre, e quem nos recebeu foi o Cleverson e sua família. Cleverson é um garoto prodígio... com 22 anos já é um Q-grader, e investe cada vez mais em sua formação no universo do café especial. Desde que começou a participar ativamente na gestão da propriedade com seu pai, aos 19 anos, eles vêm colecionando prêmios, constantemente produzindo lotes que superam os 90 pontos. O Sítio Vargem Alegre é um exemplo de propriedade que não produz quantidade, mas sim qualidade! O cuidado que eles têm no manejo, colheita e pós-colheita é impressionante. Focados no processo natural, os melhores lotes são secados em terreiro suspenso. Nos últimos tempos eles andam investindo na construção do próprio armazém, e estão finalizando também o próprio laboratório de torra e prova! Além de poder receber compradores ali, eles também têm o intuito de ajudarem outros produtores vizinhos a identificar lotes com potencial. Iniciativa louvável. Fomos levados num divertido passeio de trator pela propriedade. Fomos subindo cada vez mais. Passamos por talhões que já haviam sido colhidos, depois por aqueles com cerejas no ponto pra colher, obviamente aproveitando pra apanhar um fruto de vez em quando pra chupar a poupa super doce. Depois de umas ladeiras que só de trator mesmo pra subir, chegamos nos talhões mais altos, já acima dos 1300m, em que os frutos ainda estavam verdinhos. E a vista dali... ahhhhh que vista! Ao voltarmos pra sede do sítio, o Cleverson separou rapidamente algumas amostras que tinha ali. Uma delas iria parar na seleção coletiva da CC, com um perfil sensorial incrível! Dali, partimos para Pedralva, para visitarmos o Abelardo, produtor do Sítio da Divisa, amigo e parceiro nosso da Roast. Já não dava tempo de rodar conhecendo os talhões, mas conhecemos os terreiros de concreto e suspenso e a infraestrutura de maquinário sensacional que ele montou a baixo custo para poder maquinar seu próprio café e o de seus meeiros. Dormimos em Pedralva e seguimos no domingo cedo para Heliodora. Ali tivemos uma das experiências mais marcantes das nossas últimas viagens. Fomos recebidos por Celso Vieira Júnior, gerente regional do Senar em Lavras, que tem uma propriedade ali em Heliodora, herança de família. Celso anda fazendo um trabalho muito legal de orientação e incentivo na produção de café especial com seus meeiros e outros produtores da região. Para a ocasião ele preparou um super evento: convidou seus meeiros e vários desses produtores para um encontro com a gente. Foram horas de bate-papo e duas grandes mesas de cupping, com amostras do pessoal que o Celso havia torrado previamente. Vários ali estão apenas começando a se interessar pela produção de cafés de qualidade. Pudemos trazer um pouco da nossa visão do negócio, algumas sugestões de como eles poderiam focar seus esforços para produzir especial, e a importância do pequeno produtor fazê-lo em épocas de baixa cotação da saca. Ouvimos de cada um relatos de experiências, dúvidas e desafios na produção e venda dos cafés. Ampliamos mais nossa compreensão de como é estar lá na ponta inicial da cadeia produtiva... ser pequeno produtor não é fácil! A conversa continuou durante as rodadas de cupping em seguida. A maioria estava meio tímido... mas conseguimos arrastar um ou outro pra mesa de prova. O produtor não precisa ser Q-grader, mas precisa provar os próprios cafés, ter uma noção da qualidade da bebida, e dos defeitos na xícara! Isso que vai permitir um trabalho contínuo de melhorias. Recolhemos algumas amostras, uma iria entrar na seleção coletiva, nos despedimos, e partiu BH! Mantiqueira #2 Essa segunda viagem foi mais curtinha... fomos sexta, voltamos domingo. O objetivo principal era pegar as sacas dos lotes selecionados pra CC. Para isso, alugamos um furgão, já que ficar viajando com o carrinho do Igor já se mostrou uma ideia não muito prudente... Sexta chegamos em Carmo de Minas, reencontramos com o Caio, da Fazenda do Serrado. Pegamos com ele as sacas da CC, e nos levou pra um festival de um santo tradicional da cidade, que arrecada fundos pra APAE de lá, onde passamos o resto do dia batendo papo com o pessoal. Sábado cedo fomos para Cristina, para uma visita de retorno ao Sítio Vargem Alegre. O Cleverson não estava lá, estava em São Paulo fazendo um curso de instrutor de Q-grader! Mas fomos super bem recebidos por seu irmão, Eduardo, e seus pais. Eduardo está com 19 anos, mas está seguindo os passos do irmão... está se capacitando cada vez mais e também pretende se tornar Q-grader. Depois de uma ótima conversa na cozinha, com direito a café 90 pts e um biscoitinho pra acompanhar, fomos carregar as sacas da CC no carro. Juntamos para uma foto, e nos despedimos. O próximo destino foi Pedralva, onde reencontramos o Abelardo em sua propriedade, e também sua filha Juliana, proprietária da Mió Cafés Especiais, no RJ. Pegamos algumas sacas reservadas para a Roast, e fizemos uns testes de rebeneficiamento de um microlote em seus maquinários. Quase pegamos um chuvão, mas demos sorte das nuvens passarem logo em direção a uma cidade vizinha. Partimos para nossa última parada. Chegamos em Natércia já de noite. É uma cidadezinha de apenas 5000 habitantes. Ali está o Sítio Alto da Serra, de onde provamos algumas amostras ainda da safra passada no início do ano que nos surpreenderam. Para este ano eles mandaram 5 amostras e no fim foi selecionada para a CC um lote bem pequeno e exclusivo, somente 2 sacas e meia foram produzidas e cedidas inteiramente pra gente. Quem nos recebeu foi a dupla Felipe e seu cunhado Thiego. A família é proprietária do sítio, e os dois são jovens empreendedores, sócios proprietários das marca de café Fruto Mineiro, que comercializa café verde produzido no sítio e café torrado deles e de alguns produtores parceiros na região. No domingo de manhã, começamos visitando a sede do Fruto Mineiro, onde fica o escritório, torrefação e centro de operações. Batendo papo, fomos preparando um v60 atrás do outro, experimentando vários lotes que eles tinham. Com a estrutura ali, eles também ajudam outros produtores da região, descascando, medindo umidade, torrando e avaliando os cafés dos produtores parceiros. Em seguida, fomos visitar o Sítio. Na propriedade atualmente produzem 3 varietais, catuaí vermelho, catuaí amarelo e obatã. A colheita é 100% manual, podendo ser feita com o auxílio da derriça ou seletiva. O café é colhido a mais de 1200m de altitude. Alguns lotes selecionados secam no alto da propriedade, já outros lotes descem todos os dias até a residência do Thiego, um sítio na entrada da cidade. Os lotes que descem secam em grandes terreiros suspensos sob o olhar cuidadoso da dupla, que foi o caso do lote da CC. Subimos a serra num uninho guerreiro, até chegar em talhões a quase 1300m. Ali em cima está o maior potencial na produção de especial, e Felipe e Thiego começaram apenas recentemente a focar esforços ali, desde que criaram o Fruto Mineiro. Replantaram alguns talhões, esqueletaram outros, pretendem plantar em breve umas variedades diferenciadas em áreas livres... então tudo indica que muita coisa boa ainda está por vir nas próximas safras. A vista dali de cima também é de perder o fôlego! Após descer pra casa do Thiego, almoçamos uma panelada de frango caipira sensacional. Após um cafezinho, partimos pra BH debaixo de uma chuvinha, daquelas tranquilas, ao contrário das que pegamos ano passado no Caparaó. Voltamos com a suspensão do carro lá embaixo, e com a sensação de dever cumprido, torcendo pra Compra Coletiva ser um sucesso!
  14. 8 points
    Salve pessoal, Estamos na estrada desde sexta para buscar os cafés. Já estamos com três que vão entrar na Compra Coletiva e os outros dois vão chegar durante a semana por transportadora! Logo logo tem postagens sobre os cafés e sobre a viagem. Estamos tão envolvidos no processo todo que nem postamos nada no instagram... Esquecemos... Como ainda estamos viajando e visitando fazendas, vamos tentar postar um pouquinho do que tá rolando por lá nos próximos dias. Grande abraço, Igor
  15. 8 points
    Bravo suporte e Mini tamper (já com base 53mm para a Aram). Achei ele bem bonito e ergonômico.
  16. 8 points
    Torras da ROAST para coado. O Denner no v60 é muito gostoso! Recomendo!
  17. 7 points
    Depois de um ano usando minha Aram, resolvi criar coragem e desmontá-la por completo. A coragem para desmontá-la veio do fato de que a vazão da água durante o expurgo caiu drasticamente. Eu abria a válvula e a água caia lentamente. Apenas um detalhe sobre a minha máquina. Em maio desse ano ela sofreu um upgrade com relação à versão original do Catarse. Foi trocada a "tampa" da máquina, por onde coloca-se a água e onde o eixo do pistão se apoia. Originalmente a tampa era de latão, e o atrito com o eixo gerava um desgaste de material, provocando a famigerada "aramalha" (limalha de metal). A peça foi substituida por uma nova, feita de inox e com a castanha em bronze. Atualmente, essa peça não mais é usada. A Aram passou a ser fabricada com um eixo de rosca trapezoidal e castanha em algum material que eu não sei qual é, mas acredito que enfim tenha atingido o resultado ótimo nesse ponto. Também foi trocado o conjunto do pistão em si e trocado o eixo roscado. Voltando ao assunto, acabei descobrindo o problema na minha Aram que estava provocando a restrição no fluxo de água no expurgo. O oring da válvula do pistão está danificado. Eu acabei mantendo o mesmo oring, porque não tenho outro. Apenas o coloquei invertido, com o defeito para baixo. Vou entrar em contato com a Aram para verificar se eles disponibilizam orings para reposição. Na minha opinião, a peça que toca esse oring tem a quina muito viva. Somada a pressão da extração, a peça acaba cortando a borracha. Então temo que o problema de desgaste desse oring volte a acontecer cedo ou tarde. Segue abaixo álbum no imgur com todas as fotos do processo de desmontagem. As fotos estão todas com descrição. tags: aram disassembly, repair, teardown
  18. 7 points
    A minha chegou ontem: Tem o mesmo problema da Aram, não conseguindo extrair quente na minha altitude. Enchendo o filtro com água 2x a extração vai com uns 90 C. Para quem mora ao nível do mar é melhor. Funciona bem. Só que faz muita lambança para se extrair um segundo espresso seguido. A única vantagem em relação a Aram é que se perde menos tempo e água nos pré aquecimentos. De resto a Aram é bem mais interessante. Fica na coleção, mantendo a Mini para os cafés diários.
  19. 7 points
    Ótimos cafés [emoji1319][emoji1319][emoji1319][emoji1319] Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  20. 7 points
    Salve. É felicidade que se diz, né? Luciano, nosso companheiro de CDC, ao receber sua ECM Barista. Parabéns Luciano! Que excelentes xícaras sejam feitas aí.
  21. 6 points
    Galera de SP abraçou o evento. Foi massa demais, todos participativos, prestativos e bem compenetrados. Foi legal demais dividir essa tarde em busca da xícara perfeita! Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  22. 6 points
    Entrando pra família Bravo Enviado de meu SM-G955F usando o Tapatalk
  23. 6 points
    De ontem a tarde até hoje de manhã já foram mais de 100 g de café. Com essa folia de "testar a máquina" se eu não fizer uma gastrite até o fds ficarei feliz, já que jogar espresso fora é pecado
  24. 5 points
    Amostra YWO - Café do Caio O Caio faz parte da quinta geração da família a produzir cafés na Fazenda do Serrado, em Carmo de Minas. Agrônomo por formação, ele é responsável por boa parte de toda evolução e inovação no manejo do solo e das lavouras que a Fazenda do Serrado vem fazendo nos últimos anos. Possui também experiência como trader na área de café e já morou nos Estados Unidos. Sobre a propriedade, do total de 59 hectares, 34 são dedicados ao cultivo do café de diferentes tipos e o beneficiamento é feito na própria fazenda. A variedade que se destaca é o Bourbon Amarelo, que encontra na localidade condições ideais para crescer e apresentar o seu melhor potencial. A fazenda do Caio é uma das participantes do Programa de Qualidade Sustentável Nespresso, desenvolvido pela CarmoCoffees com os produtores parceiros da região de Carmo de Minas desde 2011. Através dessa parceria, eles perceberam a importância de utilizar adubação orgânica e diminuir a geração de resíduos, melhorando a condição ambiental da propriedade. Já tivemos a honra de visitar a Fazenda do Serrado e ver o trabalho que fazem por lá. É perceptível todo cuidado com a lavoura e com o café tanto na colheita quanto no pós colheita. Sobre o café que o Caio reservou pra gente, segue um resumo: Fazenda do Serrado Carmo de Minas - MG Altitude: 1200m Variedade: Bourbon Amarelo Processo: CD Produtor: Caio Valor Pago ao Produtor: R$ 1.100,00 a saca No aroma mel e frutas amarelas. Na xícara uma bebida delicada, com doçura limpa, notas de mel e um leve frutado na finalização. O corpo desse café é alto e em combinação com sua doçura e traços frutados acreditamos que pode ser um excelente café para um espresso origem única. Valor do kg do café VERDE: R$31,00
  25. 5 points
    Dando continuidade: Café do Eduardo - Entrando no lugar do Café do Cleverson (amostra YHS) Desde que começamos a organizar as Compras Coletivas um dos nossos sonhos é conseguir um café da região de Cristina. Os cafés de lá são reconhecidos mundialmente, tendo dominado por vários anos seguidos as primeiras colocações do Cup of Excellence (um dos campeonatos de qualidade café mais importante). Acontece que entrar nessa região sempre se mostrou muito complicado. Provavelmente por conta da fama internacional que a região tem, muito dos cafés de lá vão direto para o exterior. Para conseguir um microlote pra gente foi necessário ir até lá buscar umas amostras. Fizemos isso no final de agosto e na época conhecemos o Cleverson e o Eduardo, jovens irmãos de 22 anos e 19 anos respectivamente, que são produtores do Sítio Vargem Alegre. A história do Sítio Vargem Alegre começa os pais dos jovens produtores, Sebastião Daniel e a sua esposa Hilda Cândida da Silva. Antes de trabalhar com o café eles faziam o cultivo do arroz na região. Entretanto, com a queda nos preços da cultura e com a escassez da água, surgiu em 1988 a necessidade de partir para uma nova cultura, o café. No início começaram com o café convencional, mas o custo da produção era muito alto devido a topografia da região e a falta de mão de obra. Desta forma, em 2012, passaram para a cultura de café especial como prioridade na propriedade, sendo ela a responsável por boa parte da renda da família na atualidade. Mas nem sempre foi assim, eles contam a história que em 2015 o Sr. Sebatião Daniel da Silva, quis vender um pedaço de terra com café para levantar um dinheiro para pagar umas contas. Na época, com 19 anos, o Cleverson pediu para o pai para assumir essas terras que ele ia vender e tocar o café desse talhão, o pai aceitou. No primeiro ano que ele assumiu a lavoura choveu bastante na época da pós colheita e isso acabou complicando um pouco a qualidade dos cafés. Já no ano seguinte, em 2016, tudo ocorreu bem e a colheita e secagem dos cafés aconteceu conforme planejado pelo Cleverson. Nesse ano o café colhido por ele nesse talhão ficou com o segundo lugar no Cup of Excellence com 90,34 pts e a saca do café foi leiloada a 14mil reais. O valor do lote todo desse café superou o que o pai estava pedindo em 2015 pelas mesmas terras que produziram o café premiado. Desde então eles colecionam premiações! Agora sobre o café que pegamos para a nossa Compra Coletiva. Inicialmente havíamos provado um Bourbon Vermelho, que foi a amostra que buscamos no final de agosto. Esse foi o café que mandamos para a Seleção Coletiva, era a amostra YHS. Entretanto, antes de posicionarmos sobre o nosso interesse nesse café, Eduardo o colocou em um concurso de qualidade da região, o BestCup organizado pela CarmoCoffees. Acontece que esse lote ficou em segundo lugar na competição com mais de 90pts e foi leiloado a 6,5mil reais a saca. A gente havia oferecido 1,8mil na saca, então nem preciso dizer que a negociação desse café melou, né? Para não ficarmos sem um café do Sítio Vargem Alegre, provamos de última hora três amostras que enviaram para a gente de um outro café, um Catuaí Amarelo. Acabamos selecionando uma dessas amostras, o lote 03. Desse lote só foi produzido 3 sacas e tudo foi inteiramente reservado para a gente. Como é um café com um a pontuação um pouco inferior ao que provamos inicialmente, acabamos por oferecer um valor inferior também, de R$1.500,00 na saca. Segue o resumo do café que pegamos: Sítio Vargem Alegre Cristina - MG Altitude: 1320m Variedade: Catuaí Amarelo Processo: Natural Produtor: Eduardo Daniel da Silva Valor Pago ao Produtor: R$ 1.500,00 a saca Café muito aromático, tanto o cheiro do grão verde quanto do torrado. O aroma desse café torrado remete a frutas amarelas. Na xícara notas de chocolate e damasco. A sua acidez é citrica, seu corpo é alto e cremoso e sua finalização limpa e agradável. Este é o que chamamos de um café natural correto, ou seja, que não passou por nenhum processo de fermentação induzida ou espontânea exagerada. Valor do kg do café VERDE: R$38,10
  26. 5 points
    Sina da minha vida: é só eu comprar que baixa o valor
  27. 5 points
  28. 5 points
  29. 5 points
  30. 5 points
    Só pra pontuar, dps que minha ARAM voltou do recall, nunca mais tive problemas com limalha, vazamentos, etc... Tenho feito poucos espressos nela, por falta de tempo, mas sempre que esqueço de ligar a Rancilio para esquentar, eu faço espresso com ela. Esquento a agua na chaleira eletrica, mou o café no Sette e ja era, espresso EXPRESSO!
  31. 5 points
    Pessoal abraçou o evento. Foi uma tarde muito especial, ótimas pessoas, ótimos cafés. Ambiente agradável! Muito obrigado mesmo por terem feito isso acontecer. Spoiler do próximo ainda sem data: cupping aberto, de cafés de espécies exóticas. Estou com Maragogipe, caturra, já tenho prometido um pacamara. Quero mais umas duas, aí marcar uma data, torrar e provar com vocês. O que acham? Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  32. 5 points
    Pessoal boa tarde ! Nosso café chegou. Se alguem não viu no nosso grupo do zap por algum motivo. Pode chamar por aqui, ou por lá mesmo e vamos finalizar esse processo. O café está lindo :).
  33. 4 points
    Olá colegas torrefadores domésticos, estamos abrindo oficialmente os pedidos para a 1ª Compra Coletiva de 2018. Caso não esteja familiarizado com o funcionamento das nossas Compras Coletivas, sugerimos a leitura do tópico a seguir. Algumas coisas mudaram desde a última Compra Coletiva: NOVIDADES Retorno às origens: Nesta C.C. retornaremos às origens e só será comercializado cafés verdes (cru). Meios de Pagamento: Para esta Compra Coletiva aceitaremos somente meios de pagamento online, Pay Pal e PagSeguro. Não haverá mais opção de pagamento por transferência bancária. Caso não tenha cartão de crédito, sugerimos que escolha a opção Boleto Bancário disponível no PagSeguro. Métodos de Envio e Envio Coletivo: Disponibilizaremos desta vez envios por Correios e JadLog diretamente do site. Será possível escolher, no momento de finalizar a compra, o seu método de envio favorito. Outra novidade é que poderemos enviar os cafés para a região do Nordeste por transportadora também, emitindo uma nota fiscal pela nossa torrefação. Para o Envio Coletivo, sugerimos que se comuniquem aí na cidade de vocês criando grupos no whatsapp ou até mesmo usando o chat aqui do fórum. Cada um passa seu pedido para o representante local e ele fica responsável por realizar um único pedido e fazer o pagamento para gente do total do pedido. Para que realizem o pagamento entre vocês por cartão de crédito, sugerimos fortemente que utilizem o app de pagamento chamado Pic Pay, até R$800 por mês não tem tarifa alguma para pagamentos. Transparência: Estamos utilizando toda estrutura fiscal da nossa torrefação para comprar os cafés verdes. Tudo o que for vendido será declarado como faturamento da empresa e esperamos com isso não ter problemas com a receita por movimentar um grande montante em nossa contas pessoais. Além disso, temos nota fiscal de absolutamente todos os cafés que adquirimos e em breve vamos compartilhar com vocês um relatório de transparência contendo todas despesas da Compra Coletiva. Torra Coletiva: Para quem não torra em casa, ainda haverá a possibilidade de adquirir os mesmos grão torrados. Temos quatro participantes do projeto Torra Coletiva, são eles: Coffee Break Cafés Especiais - Maceió - Responsável Local @tencelcal Mailard - Campinas - Responsável Local @Leandro Marco ROAST Cafés - Belo Horizonte - Responsável Local @Igor Campo Místico - São Paulo - Responsável Local @Valmor Em breve retornaremos com mais detalhes. O Valmor de São Paulo disponibilizou o torrador dele para quem quiser ir lá torrar. Será cobrado somente uma taxa para custear as operações do dia. Sugerimos para quem tiver interesse em entrar em contato com ele e adquirir os cafés verdes no site da C.C.. PRAZOS 19/10 - Abertura dos Pedidos; 20/10 e 21- Fracionar Todos os cafés de 24/10 à 31 - Prazo para enviar TODAS as encomendas. OS CAFÉS Café do Rinaldo - Amostra HJM: Fazenda Furnas Pedralva - MG Altitude: 1300m Variedade: Bourbon Amarelo Processo: Natural Produtor: Rinaldo de Castro Junqueira Valor Pago ao Produtor: R$ 900,00 a saca No aroma uma primeira indicação que se trata de um café natural típico da região de Pedralva, ou seja, com um forte traço frutado. Na xícara muitas frutas, doçura média alta, corpo médio, acidez baixa (mas presente) e uma finalização agradável. Este é um café simples, mas que vai agradar gregos e troianos, iniciantes e iniciados. Valor do kg do café VERDE: R$27,50 Café do Caio - Amostra YWO: Fazenda do Serrado Carmo de Minas - MG Altitude: 1200m Variedade: Bourbon Amarelo Processo: CD Produtor: Caio Valor Pago ao Produtor: R$ 1.100,00 a saca No aroma mel e frutas amarelas. Na xícara uma bebida delicada, com doçura limpa, notas de mel e um leve frutado na finalização. O corpo desse café é alto e em combinação com sua doçura e traços frutados acreditamos que pode ser um excelente café para um espresso origem única. Valor do kg do café VERDE: R$31,00 Café da Ucha - Amostra FHF: Fazenda Caxambu e Aracaçu Três Pontas - MG Altitude: 980m Variedade: Acaiá Processo: Black Honey Produtor: Carmem Lucia Chaves de Brito (Ucha) Valor Pago à Produtora: R$ 1.200,00 a saca No aroma notas frutadas, puxando para frutas escuras e uma primeira indicação de seu processo de fermentação. Na xícara uma bebida complexa, muito doce, frutada e com uma finalização intensa e duradoura. Este café possui notas de fermentação bem nítidas. Caso não curta, certamente não é o seu café. Valor do kg do café VERDE: R$32,80. Café do Thiego - Amostra ZLF: Sítio Alto da Serra Natercia - MG Altitude: 1200m Variedade: Catuaí Vermelho Processo: Natural Produtor: Thiego Valor Pago ao Produtor: R$ 1.200,00 a saca No aroma notas de caramelo e mel. Na xícara encontramos notas frutadas, puxando para frutas escuras e secas, ameixas e mirtilo, um corpo alto e licoroso, acidez alta, doçura marcante e uma finalização prolongada com notas de caramelo. Valor do kg do café VERDE: R$32,80 Café do Eduardo - Entrou no lugar do YHS Sítio Vargem Alegre Cristina - MG Altitude: 1320m Variedade: Catuaí Amarelo Processo: Natural Produtor: Eduardo Daniel da Silva Valor Pago ao Produtor: R$ 1.500,00 a saca Café muito aromático, tanto o cheiro do grão verde quanto do torrado. O aroma desse café torrado remete a frutas amarelas. Na xícara notas de chocolate e damasco. A sua acidez é citrica, seu corpo é alto e cremoso e sua finalização limpa e agradável. Este é o que chamamos de um café natural correto, ou seja, que não passou por nenhum processo de fermentação induzida ou espontânea exagerada. Valor do kg do café VERDE: R$38,10 COMO PARTICIPAR: Basta entrar no site a seguir e fazer o seu pedido. Sugerimos a navegação pelo computador. No celular está dando uns erros. www.clubedocafe.net/comprecoletivo É isso galera, qualquer dúvida estamos a disposição. Att, Equipe Compra Coletiva
  34. 4 points
    Segue a mudinha depois de plantada!
  35. 4 points
    Aprimorando a máquina
  36. 4 points
    Ola pessoal, venho aqui mostrar um trabalho de personalização que fiz para o colega Rogério aqui do forum, fiz umas adaptações para colocar uma grande opv, instalei um pid e embuti na maquina, fiz uma modificação no dosador de café e acho que ficou estéticamente agradável, espero que gostem. https://flic.kr/p/2bDuheJ https://flic.kr/s/aHsmrbQsHK aqui o album completo https://flic.kr/s/aHsmrbQsHK
  37. 4 points
    Salve os cafés já foram selecionados. Entretanto, falta a confirmação de um deles. O lote que provamos está em um campeonato e o produtor está enrolando para dar uma resposta, acredito que está esperando o resultado. Ele ficou de me dar um retorno sobre a disponibilidade e preço até amanhã. É o ultimo prazo que dei pra ele. Acredito que no mais tardar até sábado já divulgaremos os cafés e as novidades sobre as torras coletivas. Att, Igor
  38. 4 points
    Lindona. Tipo da coisa que não tenho porquê ter e nem preciso, mas adoraria ter .
  39. 4 points
    E lembram da pobre tia véia? Ontem achei uma caixa de correio de alumínio em desuso e com um Dremel e uma morsa, diminuí um pouco a aflição da pobre mulher: Na verdade o objetivo primordial desse equipamento é para manter a balança seca, mas de brinde também poupa um pouco a aflição da criatura do paninho.
  40. 4 points
    @Mesquita pior viu, tem um ditado que diz assim: Se eu morrer não deixe minha mulher vender meus aparatos de áudio pelo preço que disse que paguei... Acho bom eu fazer um inventário de valores na parte de áudio, HT, fotografia e café, senão irão fazer doações ou vender a preço de banana hahahahaha
  41. 4 points
    Chegou o alinhador novo Bravo, a base de acrílico e também o funil imantado do Debut, ficou bonito o jogo [emoji1319][emoji1319][emoji1319] Precisando me desfazer de algumas coisas :/ Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  42. 4 points
  43. 3 points
    @Murilo Lins, comprei o kit de 4 bicos da Rocket e um adaptador, pois o sistema deles é invertido em relação ao ECM. Testei com todas, desde 1 furo até os 2 tipos de 4 furos, e o "especial" de 4 furos foi o que gerou turbilhonamento mais fácil em recipientes grandes, além de aquecer muito mais rápido. Contudo, notei que a pressão cai mais depressa do que o sistema de aquecimento e reabastecimento da ECM conseguem manter em equilíbrio. Se tiver de aquecer muito leite, vai acabar precisando parar pra esperar a caldeira recuperar pressão. O bico de 2 furos é balanceado pro sistema, dá pra ficar vaporizando sem parar, pois a máquina preenche a caldeira e o elemento térmico é capaz de manter o aquecimento forte o suficiente pra compensar a perda da pressão do bico original. Hoje quase não uso os bicos de 3 e 4 furos da Rocket, só quando quero fazer meus testes "Professor Pardal" ou algo assim. Já o de 1 furo eu uso bastante quando quero fazer apenas 1 Cappuccino ou 2 Machiattos, que requerem pouco leite, pois é bem mais fácil alcançar a textura certa em um recipiente menor com pressão reduzida. @LUW, acho que os bicos da Bezzera funcionam direto na ECM. Se for comprar, não compre sem olhar se é compatível, foi uma dor de cabeça fazer um adaptador pros bicos da Rocket funcionarem na minha.
  44. 3 points
    @LUW, você chegou a experimentar com a bandeja acrílica sobre a balança, como nas fotos abaixo? Talvez caiba na sua máquina se colocar "de lado".
  45. 3 points
    Vendo o meu Mahlkönig Vario 2 (mesmo modelo da Baratza), 220V, mós de cerâmica. Comprei o moinho em 2011, troquei as mós e a correia dentada ano passado. Pensei em 2300 haddads (versão original) ou, com o hopper e o suporte de portafiltro do Baratza Forte (foto), em 2600. De preferência teste e entrega em Tiradentes ou BH.
  46. 3 points
    Boa tarde! @Gilberto achei melhor postar logo um video da vivaldi funcionando com o manômetro de extração em tempo real...segue: Forte abraço a todos! Eduardo Gurjão
  47. 3 points
    Isso mesmo, @Murilo Lins. Fica solto. Nem precisaria prender. Pode até deixar deitado, mas há o risco de entrar ar se o nível da água chegar na altura do diâmetro da base. De pé, o filtro pega água abaixo do nível do "pitoco", é a melhor posição possível pra ficar mais seguro de nunca entrar ar. E o troço é pesado o bastante pra ficar estável na água. Se a máquina mexer suficientemente pro filtro tombar, vai derramar água pela borda do tanque se tiver mais de meio... e o sensor de nível da caldeira já teria pirado bem antes... E a com a mangueira plugada, o filtro "tenta" ficar de pé, o treco é bem bolado. Cê já teve ou tem aquário em casa? Tem vários acessórios que são feitos pra ficarem soltos dentro da água. Devem ter seguido o mesmo princípio. Bizarro mesmo são as máquinas que usam uma mangueira solta pra pegar água do tanque e outra pra devolver o excesso da OPV... Sempre achei isso uma "gambiarra oficializada" por comodidade... tem até máquina "top" de sua categoria que opera assim, como é o caso da Rancilio Silvia. Ah! A Rancilio recomenda o uso de um filtro desse tipo na Sílvia e tem até fotos de como instalar, é o mesmo sistema, só que basta espetar a mangueira coletora, porque não tem a válvula com "pitoco" no fundo. Aliás, se procurar "rancilio silvia water softener" acha um monte de filtros que serve na ECM... Esse "genérico" tá no Ebay: Na Espresso Planet o mesmo filtro da ECM/Bezzera é vendido como se fosse pra Silvia. Tem outro modelo parecido lá na Drury. Na Barista Warehouse tem mais um genérico... É só ver de onde é mais viável trazer. PS: para quem não notou, os sublinhados/destacados acima são links... tem gente me mandando MP pedindo os links que já estão nas mensagens.
  48. 3 points
    @viniesp todos são excelentes, mas este laranja com rapadura e o sweet pra mim se destacarão, tem um aroma de lascar... são produtores pequenos, bem familiar, entre em contato direto com a Rosa, no instagram procure por rosadeneval ok? Depende do grão @Murilo Lins o microlote é 35 reais 250g
  49. 3 points
    Boa noite moçada! Passando so pra dar um feedback. Ja falei com o Gil no zap tambem pra elogiar. Recebi final de semana meu Bravo Mini + Base. Havia recebido meu hario mini ha uns 02-03 dias ate que apareceu a oportunidade de pegar usado do GuilhermeB o mini + base + tamper bravo. Puts que acabamento, que facilidade de uso. Usei apenas um dia o Hario Mini, mas dependendo a moagem e um BAITA SOFRIMENTO usar ele. Usei so 1x e ja guardei. O toque do mini, o material, acabamento, o peso, facilidade na moagem ficaram acima do esperados. Queria recomendar o GuilhermeB e o Gil, ambos na negociação e/ou trocação de ideias, informações são fantásticos. O Guilherme ja troquei varias infos varios dias, até indicação de umas importações e assinaturas de cafés, guias de congelamento de grãos, extracao nos coados, foi uma mão na roda. Mas pra quem tem dúvida se vale a pena, usa um dia ele e um outro que não se arrepende de pagar a mais. Abraço!
  50. 3 points
    Não resisti. 50% de desconto no próprio site da marca. Mais 10% no boleto. Baixei um projeto em 3d de adaptação das Mós da mazzer mini. Comprei as mós na café cozinha e cia e instalei.ta moendo muito bem para todos os métodos.
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