regisassao
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DF64 e DF64 killer - e esse vai ser um baita concorrente mesmo
regisassao postou um tópico em Moedores
Pessoal, Acho que temos aqui o DF64 e D54 killer: Eu ainda farei um review mais aprofundado e gravarei um vídeo a respeito, no entanto, reparei que essa semana apareceu no Ali, está vendendo bem, mas o estoque já está baixo, então, resolvi antecipar aqui as principais conclusões, caso queiram comprar: Eu tinha visto um review do Tom (Tom's Coffee Corner), bem superficial, sobre o Shardor Professional 64mm Flat Burrs. Ele mostrava um moedor de entrada, 150 dólares nos EUA, mas com mós planas de 64 mm. Como não encontrei confirmação na web de ninguém que tenha utilizado as mós SSP nele, resolvi comprar, pois queria ter dois pares de SSP instalados para testes lado a lado, ou para usar MP em coado e HU em espresso em alguns momentos, e um segundo DF64 seria muito caro. 1 - Em preço, ele é muito mais barato que o DF64. A versão 110 está saindo por 2.341 reais hoje e a versão 220 por 2.222. Um DF64 não tenho visto por menos que 4.500 importando pela Amazon e o DF54 não vi por menos que 2.400, ou seja, o Shardor sai bem mais barato que o DF64 e similar ao preço do DF54: Versão 220: https://s.click.aliexpress.com/e/_oCZnlHM Versão 110: https://s.click.aliexpress.com/e/_oEgSw1Y Versão 110 via Amazon US: https://geni.us/RdZGdO Obs: reparem que esse moedor é white label, essas empresas estão vendendo via Ali com outras marcas, mas é o mesmo Shardor. Eu confirmei com a fábrica. Inclusive, eu só consegui um 220 da Shardor porque eu mandei um feedback falando que eles precisavam ter a versão 220 para a Europa, e eles me ofereceram a possibilidade de comprar uma unidade para testes, para eu "decidir se queria comprar 1 mil unidades com a minha marca". Aí, eu topei fazer a avaliação... rs... Obs: via Amazon, a Shardor só vende pelos EUA e na versão 110V, pelo menos até a data de hoje. 2 - Robustez, qualidade de construção e desempenho: Ele é metade do peso do DF64, uns 3 kg contra 6kg. A carcaça é de plástico, ao invés de metal no DF64. Porém, as partes importantes, são de metal, ou seja, toda a estrutura que envolve a área de moagem. Tem outras coisas que parecem baratas, como o tapetinho de silicone para o copo dosador, que é bem fino. Tem possibilidade de dosar por tempo, fácil de programar na tela touch, bonitinho, mas desnecessário, na minha opinião. Preferia sem essa funcionalidade e ainda mais barato. Possui um motor de 260W (250W no DF 64 e 150W no DF 54), que gira a 550 RPM contra 1400 RPM no DF64. Em teoria, produz menos fines. Consegue moer muito rápido com as mós originais, cerca de 10s para moer 20g de um Etiópia em moagem para espresso. Já com as mós SSP HU, levou cerca de 45s. Ou seja, as mós originais são bem agressivas. Achei muito fácil remover as mós para troca, limpeza idem, alinhamento estava tão bom/ruim quanto veio o meu DF64. Demorei uns 15-20 min para alinhar com a técnica das folhas de papel alumínio. A retenção total foi de 1.7g: começando com o moedor totalmente limpo, sem uso, fui de 20 em 20g até a saída ficar praticamente igual à entrada. Foram 60g para chegar próximo. Depois disso, tem alguma variação, entregando mais ou menos 0.2g acima ou abaixo do alvo. Então, ao trocar as mós, aproveitei para fazer uma limpeza completa e consegui remover 1.7g no total, muito em áreas que não vai ter troca, chutaria que não mais que 0.5g é café novo empurrando café velho, mas é um chute. É possível moer desde o nível café turco, talco mesmo, até French press, com ajuste stepless. Eu consegui chocar a minha ECM no ajuste 15. No 22, se não me engano, saiu um espresso em 27s. O perfil me parece mais para o estilo corpo e doçura com leve acidez, mas estava testando com o DF64 com mós MP, conhecidas por produzirem muita clareza, portanto, pode ter ressaltado mais que num comparativo com mós originais no DF64. Ao colocar as SSP HU, o "zero" passa para o 35 (travamento) e 40 (início do contato entre as mós). Moendo no 60 (equivalente ao 20), obtive um espresso 1:2 (18.5 in / 37 out) em 25s. Notavelmente com mais doçura e equilíbrio que as mós originais. Então, imagino que as originais sejam um intermediário entre MP e HU. 3 - Outros detalhes de menor importância: Eu não gostei do copo dosador fora de padrão. Preferia os tradicionais, em um suporte próximo à saída, como é no DF64/54/Eureka e outros. Pode-se moer diretamente no portafiltro. Pode-se ajustar a moagem por tempo e deixar o hopper cheio de grãos, cabe uns 250g. Porém, também é possivel usar como single dose. Ele possui um anti-popcorn e uma tampa para segurar os grãos até colocar o motor pra funcionar, mecanismo similar ao Eureka, o que acho excelente, pois gosto de iniciar a moagem sempre com o motor funcionando, o que aumenta a durabilidade do motor e demais peças. O bellow que acompanha funciona bem e contribui muito para reduzir a retenção. Poderia ser maior, mas é ok. A saída do moedor tem acoplamento magnético, o que facilita bem na limpeza. O cabo de energia é muito curto, cerca de 70 cm, você pode precisar de uma extensão. O plug veio no padrão inglês e me mandaram adaptador para europeu, mas isso é porque veio direto da fábrica. No Ali, não identifiquei se mandam plugue padrão europeu ou inglês no 220. Na versão 110, imagino que seja padrão americano. Em termos de ruído, achei mais silencioso que o DF64, mas não medi. Sinceramente, o ruído me incomoda pouco em todos esses moedores. Dos que tive, o único que acho significativamente mais silencioso que os demais é Eureka Zero. Resumindo, achei muito bom, especialmente, considerando o preço. Está funcionando legal com as mós SSP. Aparentemente, também é muito bom com as mós originais. A grande dúvida é a durabilidade dos componentes eletrônicos, mas se queimar a parte eletrônica, eu mudaria a conexão do botão de liga e desliga direto para a alimentação do motor, como funciona o DF64/54. Acho totalmente desnecessário o timer/display de led no caso do hobbista que vai usar como single dose. Mas, fica versátil pra quem quiser largar um pacote de grãos no hopper. Obs: os links acima são de afiliado. Eu posso ganhar uma pequena comissão, você não paga nada a mais por isso, mas ajuda a reduzir o rombo no meu orçamento com todos esses testes... rs...- 91 respostas
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Uma coisa que o pessoal tem reclamado no E55 é a estática. É um moedor que pede um RDT (spray de água nos grãos), e depois os grãos grudam no below. Questão de se adaptar, que pra alguns pode ser impensável e pra outros pode valer a economia de 1 mil a 1.500 reais.
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Cara, bola pra frente porque temos opiniões diametralmente opostas, e tudo bem. Cada um estando feliz com seus cafés é o que importa, certo? Abs!
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A questão da durabilidade é por ser uma marca nova. Enquanto temos Gaggias e Silvias funcionando ha décadas, a Apex tem uns 2 anos. A placa eletrônica que um dia vai queimar tera reposição? Os demais componentes sao substituíveis, mas a placa só se colocasse um Gaggiuino, por exemplo, o que não é fácil pra qualquer um. Foi mais nesse sentido que ele manifestou preocupação com durabilidade. Mas nao lembro dele ter falado nada sobre a qualidade das placas eletrônicas serem "nível curso técnico de eletrônica".
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Nesse caso, nao acho exatamente preferência, gosto pessoal. PID em termobloco não funciona, nao tem como, é fisicamente impossível. Na vaporização, nao tem problema ser termobloco. A construção não posso opinar, pois nao vi de perto, mas nao lembro de ouvir preocupações nem do Lance. Sobre máquinas profissionais, achei que estava falando de alguma específica. Mas aí, tem outros porens. Não é porque é de uso profissional que é uma boa. Pode ser robusta, mas para o hobbista, uma Italian Coffee é pior que uma Silvia com PID, por exemplo, e nao sou eu que estou falando, é um ex-dono de Italian Coffee que gostava mais da Breville que da Italian Coffee e muito mais da Silvia que da Breville, o Alessandro Mateus, mas nao sei o nick aqui...
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Gerei uma planilha adaptando a formulação ao conta-gotas de cada um. Basta medir a quantidade de gotas por ml, idealmente, medir uns 3-5 ml para minimizar os erros, e inserir na planilha. As quantidades de sais serão automaticamente recalculadas para atingir os 5 ou 10 PPM por gota em 450 ml. É só uma regra de três, mas acho que facilita um pouco. Caso alguém queira baixar a planilha, está aqui: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1YUlMK-i9RZTnwLQSjQnmRioAs2tesV7P/edit?usp=drive_link&ouid=114900787388559899249&rtpof=true&sd=true
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O @Cicero lima tem e fala bem. Mas ele modificou ela todinha, colocou uma resistência, PID, é outra máquina agora. De repente ele conta ai a experiência da máquina pre-modificacoes.
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O pessoal fala bem do R3 da MHW-3Bomber e nesse link, com estoque no Brasil, usando o cupom Geek40 esta saindo por 427 reais: https://s.click.aliexpress.com/e/_mqxRmQj
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- kingrinder
- timemore
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PID em termobloco nao tem precisão nenhuma, variou o fluxo, piorou, então, fica muito mais complicado colocar um dimmer e fazer pre-infusao e flow profile de verdade. E termobloco é ruim pra espresso, pra vaporização não precisa de precisão na temperatura, o que se quer é vapor seco, com pressão e quantidade suficientes. Já na Apex, é facil colocar um dimmer e ai abre um mundo de possibilidades de ajustes sem prejudicar o controle de temperatura. Eu acho a Apex muito mais custo benefício que a Breville. Que máquina seria essa?
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Não sei se percebeu, mas caso o endereço nao seja ficticio, a web esta vendo onde mora. Só um toque caso tenha passado batido...
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DF54 é o que eu mais confiaria hoje em durabilidade dentre os citados. Talvez um Eureka Zero, mas dificilmente aparece aqui.
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Cafeteira Espresso Oster Compacta Perfect Brew
regisassao respondeu ao tópico de bassarisse em Máquinas de Expresso
Eu não sei que moedor possui, mas acho que o proximo upgrade é de máquina. Concordo com o que disseram, reduzir o fluxo em termobloco vai elevar a temperatura e pode amargar. Você poderá engrossar um pouco a moagem, mas é criar um problema pra resolver outro. Se for do time das mods, pode comprar uma single boiler e adicionar dimmer, PID e manômetro. Se for comprar semipronta, eu iria de Apex V2. -
Por incrível que pareça, comprar componentes isoladamente sai mais caro que comprar os kits PCB do Gaggiuino, eu fiz a conta. O pessoal ja adaptou pra Philco, com limitações, por não ter solenoide. E particularmente acho importante o controle de fluxo e pressão. São 100 reais que compensam. Ja no Gaggimate, tinham optado por nao fazer perfil de pressão exatamente pra economizar no sensor. Mas ja colocaram como opcional. Pode ser um caminho adaptar o Gaggimate. Ja no Gaggiuino, tem um módulo headless, pra nao usar tela. Não sei quão mais barato fica, mas sinceramente acho que sao economias que nao valem a pena no final. Se quiser ficar no simples e mais barato, eu me limitaria a Dimmer, PID e manômetro.
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Procuro recomendação de moedor elétrico para uso profissional voltado para métodos
regisassao respondeu ao tópico de Raphaelbacco em Moedores
Budget? Podemos recomendar o EK43, por exemplo, mas será bem caro. Fala com o @Fogo ruivo e o @cabeca que eles sempre tem moedores profissionais usados, ou ate novos, e possuem boa reputação. Cuidado apenas com os oportunistas que virão com um canto de sereia... -
Diria que tudo que o Gaggiuino tem e a sua não tem pode ser um check list pra definir a proxima implementação. Tem o Gaggimate tbm, que esta com o código aberto, chegando proxmo do que o Gaggiuino oferece, ou a Geração 2 do Gaggiuino cujo código ainda é aberto, e com esses dois você reaproveita parte dos codigos talvez.
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La Marzocco Linea Mini - importação da máquina
regisassao respondeu ao tópico de caffeinetherapy em Máquinas de Expresso
Curiosidade: por que você e o @caffeinetherapy querem uma La Marzocco, é pra uma pequena cafeteria ou uso doméstico? Pergunto porque é absurdamente cara, então, ou são perfis de uso muito específico ou bolso muito fundo... rs... -
A agua no Brasil é em sua grande maioria muito mole, exceto em poucas localizações, então, acho que no uso diário faz pouca diferença mesmo. Eu só acho imprescindível para fazer soluções ou experimentos, ou se finalmente decidir por uma agua remineralizada, mas, particularmente, acho que faz mais sentido fazer blends de águas e talvez adicionar umas gotinhas de algo como a Apax ou Lotus Drops como um "tempero". Há uns 2 anos, eu também nao me imaginava entrando nesse assunto, nem em torra caseira, mas hoje já estou estudando e quase comprando um torrador. Café é realmente um buraco sem fundo para os nerds principalmente kkk
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Em geral, é fácil trocar o cabo inteiro também, abrindo a máquina e desparafurando o cabo e colocando um novo. Apenas cuidado pra nao inverter os fios ao ligar o cabo novo, por exemplo colocando o terra em uma das fases. O problema de trocar o plugue é que a maioria das pessoas compra um porcaria e faz um serviço ruim, com fio sambando no plugue, louco pra dar um curto. Adaptadores como o pessoal mencionou aqui são uma boa solução também, e sendo 220 nem vai precisar de um de 20 A, o de 10 A, que é mais comum, vai dar conta. O que eu não gosto em adaptador é aquele plugue em cima de plugue. E compre um bom também, pois o conector frouxo pode dar mal contato.
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Depois de uns 2 anos de enrolação, de estudar superficialmente, resolvi me aprofundar nos últimos meses e acho que tenho alguns bons resultados para compartilhar: 1 - Sobre estudos: Eu li muitos artigos da Barista Hustle e afins, posts no reddit e tudo mais que encontrei no Google. O assunto é complexo e complicado. É coisa para químicos, tudo muito confuso. Por exemplo: padrão de dureza em GH e PPM, conversões entre padrões, diferentes fatores para diferentes minerais, filtragem de água por substituição de cátions e anions... Navegar em tudo isso já é bem complicado. Depois, decidir sobre receitas, preparar as soluções e planejar or experimentos, um outro capítulo em complexidade. O que eu achei de melhor para estudar sobre o assunto é um curso pago do The Coffee Chronicler. Como eu curto o conteúdo dele, é um nerd do café que está no hobby há mais de anos, já caiu no buraco da torra também há mais de 10 anos, é q-grader há uns 5 anos, resolvi arriscar e foi a melhor coisa. Se quiserem dar uma olhada, este é o curso (paguei uns 40 ou 50 dólares há uns 2 meses): https://gumroad.com/a/75812627/ngngp O que achei bom nesse curso: tem bastante teoria para os nerds, tem experimentos para entender os diferentes minerais, mesclar composições para alterar tanto dureza quanto alcalinidade, cobrindo espresso também, com receitas e calculadoras para fazer soluções... É um curso em 3 módulos, tinha tudo o que eu precisava saber, inclusive a fundamentação teórica para eu replicar as gotas da Lotus em casa. 2 - Sobre materiais: Para mim, o mais conveniente foi usar a Zerowater que já tinha. Água destilada tem que tomar cuidado ao comprar, pois algumas não são para consumo. As que são, acabam saindo muito caras. Para fazer café, pode usar um blend de águas minerais. O Thiago Motta tem uma calculadora para isso, o link é esse: https://tr.ee/NTjnCVPfD1 (obs: se ficar desatualizado, procure na bio do insta dele: https://www.instagram.com/thiagomottaas/). Porém, para fazer experimentos, principalmente espresso, o ideal é ter as soluções. Pra fazer as soluções precisa da água destilada ou desmineralizada. No Brasil, sai caro uma Zerowater, podem pedir para algum amigo/parente trazer, mas depois terão de comprar os filtros que não são baratos, mas se quiserem comprar, é isso aqui: https://geni.us/tB4xTF8 Sais são difíceis de comprar, exceto sais de epson e bicarbonato. No entanto, estando na europa, eu consegui comprar todos da Lotus Drops: Bicarbonato de Sódio (NaHCO3), Bicarbonato de Potassio (KHCO3), Cloreto de Cálcio (CaCl2) e Cloreto de Magnésio (MgCl2 x 6H2O). Note que sais de epsom e Cloreto de Magnésio são coisas diferentes. Como eu queria replicar as Lotus Drops, fui nos ingredientes listados acima. Se tiverem conhecidos indo para a europa ou EUA, basta procurar na Amazon e comprar os food safe. São apenas poucas gramas que vai precisar de cada, mas dificulmente conseguirá comprar embalagens com menos de 100 ou 250g. E no Brasil alguns itens são proibidos de comercializar para pessoa física. Além disso, precisarão de uma balança com precisão de miligramas: https://s.click.aliexpress.com/e/_oBArzYX Precisarão ainda de gotejadores ou uma seringa. Eu comprei 4 desses gotejadores do Ali, na versão de 100 ml: https://s.click.aliexpress.com/e/_oBIyMCj Recomendo ainda um medidor de TDS para confirmar se fez as diluições corretamente: https://s.click.aliexpress.com/e/_oEGY11p 3 - Fazendo a Lotus Drops em casa: A Lotus Drops foi feita para acrescentar 5 PPM dos bicarbonatos por gota quando adicionada em 450 ml de água, e 10 PPM dos cloretos tambem por gota adicionada em 450 ml de água. Para fazer 100 ml da solução, você vai precisar de: 8,998g de Bicarbonato de Potássio 7,648g de Bicarbonato de Sódio 18,302g de Cloreto de Magnesio Hexahidratado 9.970g de Cloreto de Cálcio Nas quantidades acima, basta adicionar em 100 ml de água, agitar bem, e guardar, Outro detalhe: as Lotus Drops consideram que 1ml = 20 gotas. Porém, o meu gotejador tem gotas um pouco maiores 16-17 por gota e uma seringa que testei de 23-24 gotas por ml. Você precisa medir uns 5 ou 10 ml e ver quantas gotas precisa para depois fazer uma regra de três e saber quantos PPMs está adicionando por gota. Eu fiz apenas uma medição com as minhas. 4 gotas da minha solução adicionaram 22 PPM de bicarbonato de sódio, 25 de Bicarbonato de Potássio, 52 de Cloreto de Cálcio e 55 de Cloreto de Magnésio. Deveriam ser 25 e 50, mas o medidor de TDS tem um erro de até 30%, de acordo com o Gagné (aliás, recomendo o livro dele, muito bom: https://amzn.to/3GYKuCz). Dessa forma, considerei minhas Lotus Drops DIY bem sucedidas. Caso queiram comprar, a Cafino vende, mas custa uns 500 reais: https://cafino.com.br/products/lotus-kit-de-minerais-para-preparo-de-agua?srsltid=AfmBOoqVf80JArFEMABiFlsQEnN9YSC8dS2V7d_fpKU5Q8AA4fiOiL6t 4 - Experiências sensoriais Futuramente, documentarei as experiências sensoriais, mas adiantando, para mim, fez muita diferença. Fiz testes adicionando gotas direto no espresso, ou no portafiltro em cima do puck screen (método Bacca Drops). Não faz muito sentido adicionar direto no reservatório para fins de experimento, pois você teria dificuldade em drenar o boiler toda vez que quisesse testar uma nova água. Por;em, depois de fixar uma receita, poderia adicionar diretamente. Mas, só faça isso depois de entender muito bem o que está misturando. Se errar nas proporções poderá ter um sério problema de calcificação ou corrosão e não é simples verificar e corrigir o problema, já na chaleira do seu coado, é bem tranquilo. Em coados, fiz uns testes com águas engarrafadas e uma Evian que é muito dura, outra um pouco menos dura, mas próxima da Eviam e ambas mataram um etiópia, enquanto uma água mole foi ótima e água zero a melhor de todas para o meu paladar. Entre a água mole e zero, talvez pessoas diferentes teriam opiniões diferentes em relação à "melhor", mas entre a duas águas mais duras e as mais moles, eu diria que não tem ninguém que não consiga notar uma diferença enorme a favor das águas moles. E note que isso só é válido para esse grão, talvez eu tivesse opinião diferente com outro café. Em breve, farei um vídeo documentando as minhas experiências, mas fica aqui uma primeira parcial para quem quiser embarcar e trocar ideias. Obs: alguns links acima são de afiliados, ou seja, eu posso receber uma comissão se você comprar pelos links, embora não paguem nada a mais pelos produtos.
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Cafeterias em Porto Alegre
regisassao respondeu ao tópico de Rodrigoks em Cafeterias: onde beber café
O livro do Hoffmann é uma boa, caso nao queira apenas cursos: https://amzn.to/4cYsggu- 172 respostas
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Crema, na minha opinião, é supervalorizada. É CO2 emulsionada nos oleos do café, só traz amargor, embora seja bonita. Pra ter muita crema, alem da pressão, basta uma torra desenvolvida e recente, mas o sabor não me agradaria. É possivel com torra mais clara também, com torras com menos de 30 dias principalmente, mas acho desnecessário. Os melhores cafés para o meu paladar acabam sendo em sua maioria aqueles com pouca crema.
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Pergunta na Cafe, Cozinha & Cia (11 97573-8979), ou no Ali, como mencionou o @eldermarco
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HX é assim mesmo. Não tem muito o que fazer, o melhor é colocar termômetro de grupo e dar flush mesmo. Por isso optei pela ECM Classika PID. Uma single boiler, e61, com PID. O Lance fala que todas as E61 tem esse problema de imprevisibilidade e instabilidade térmica, mas eu medi e em single boiler com PID isso nao acontece. Nao aconteceu na Classika nem na Vibiemme Domobar, medi em ambas.
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Super normal. Só nesse tópico, se ler desde o início, verá várias pessoas relatando o mesmo problema. Mudar de máquina ou moedor sempre gera uma curva de aprendizado.
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Se comparar DF54 contra DF64 ambos com mós originais, não acredito que tenha muita diferença na xícara. A grande vantagem do DF64 pra mim é poder usar as mós da SSP. Aí sim você verá diferença. Quanto a máquinas, a E24 é uma boa, eu tenho uma. Colocaria pelo menos um PID. Tem até um jeito mais fácil, que nem precisa soltar a caldeira da carcaça: