Ir para conteúdo

regisassao

Senior Members
  • Total de itens

    2.122
  • Registro em

  • Última visita

  • Days Won

    243

Tudo que regisassao postou

  1. No meu modelo, pisca desde o início. Dá pra ver que no começo pisca minoico mais lentamente e que a temperatura demora mais pra subir. Depois de alguns segundos começa a subir rápido e o led pisca um pouco mais rápido. Um pouco antes de chegar na temperatura alvo, ele desliga, mas tem a inércia da resistência que as vezes faz passar da temperatura desejada. Quando esfria novamente e cai para a temperatura alvo, o led volta a piscar, indicando que o POD está tentando manter a temperatura. Com relação as limitações, creio que na Poemia o principal seja o tamanho do boiler, que limita a estabilidade térmica; a falta de OPV em 9 bar, pois o dimmer não mantém a pressão mais baixa, é a moagem que tem determinado os picos de pressão; e o portafiltro de 53 mm que dificulta muito a obtenção de acessórios mais profissionais como um filtro IMS/VST, um naked etc. Quão longe fica de uma máquina profissional, não sei, teria de fazer um teste lado a lado. Mas, para meros mortais, talvez não seja muito significativo. Quem sabe um dia testo com um conhecido que tem uma Vitória Arduino…
  2. Teoricamente, o delay é de 1 segundo, que é o tempo programado para as medições. Eu sei quando o PID está mandando tensão para a resistência porque o led OUT1 fica piscando: Porém, piscar significa apenas que está mandando tensão pra resistência, mas não diz a qual tensão ou amperagem (acho que varia tensão, não corrente). Eu presumo que durante a queda de temperatura sobe rapidamente pro máximo porque quando desligo o botão de extração a temperatura sobe muito rapidamente também. O que eu posso afirmar é que liga quase imediatamente após iniciar a extração. A sua ideia de ignorar o PID no início é boa, mas talvez a queda de temperatura seja limitada pela potência da resistência e volume da caldeira. A da Poemia é uma das menores, cento e poucos ml, já uma Silvia acho que é duas ou 3 vezes maior, por exemplo. Talvez uma modificação interessante fosse trocar a caldeira por uma maior, só não sei se encaixa no chassis. Outra alternativa é aumentar o valor do P. Em tese, a temperatura vai subir mais rapidamente. O P funciona como o acelerador. O problema é que aumentar demais o P vai levar também a um overshoot maior, e portanto maior dificuldade de estabilizar a temperatura para uma segunda extração. Aliás, notei tbm que aquele ajuste ótimo é para extrair 60 ml de água e se extrair café, o overshoot já é maior. Presumo que seja porque o PID fica vendo a temperatura abaixo do set por mais tempo, depois acaba jogando muita potência na caldeira, quando deveria segurar a onda antes. Mudei um pouco os parâmetros da minha, atualmente, P: 40, I: 360, D:8. Depois da extração, as vezes chega a 91 graus. Naquele ajuste otimizado pra extração dos 60 ml de agua, quando tirei um café, o overshoot bateu em 95. Depois faço um teste com um P bem alto e comento aqui.
  3. Sobre distribuição e compactação, talvez seu próximo passo seja comprar um distribuidor ou ferramenta de WDT. Tem gente que fala para não usar distribuidor, pois o simples fato da superfície não ser uniforme já cria zonas de maior compactação ao usar o distribuidor. A melhor opção seria uma distribuição bem uniforme com técnicas de WDT seguido de tamper. Outros defendem WDT + distribuidor + tamper. Dos que testaram WDT, alguns dizem que um Clips ou palito de dente já melhora muito. Tem gente que usou rolha e corda si de violão, tem diversos relatos. Basta fazer uma busca no fórum. Depois de tudo que eu li, resolvi testar uma ferramenta de WDT. O @1colete está vendendo em duas versões: Se quiser ler mais sobre WDT, recomendo essa discussão: O @1colete fez um resumo legal lá, com uma coleção de vídeos também. Se tiver paciência, leia as cinco páginas, senão, vai do post do @1colete pra frente. Mas só de ter reduzido 3 segundos ao reduzir 1 grama no portafiltro já é um bom indicativo. Não deve ter tido muita variação na distribuição e compactação. Vai contando pra gente aí como tem evoluído pra aprendermos juntos. Abs!
  4. Se está usando o mesmo grão, preparando o bolo do mesmo jeito, etc, e a única variável é um click a mais ou menos, tem que dar uns 6 segundos de diferença na extração com o K2. Se não deu diferença, alguma outra coisa no seu processo mudou. Usar um distribuidor, por exemplo, deixa o processo mais uniforme. Há uma variação maior quando dá aquela ajeitada com a mão. Ainda assim, não deveria dar um tempo de extração igual. A minha Poemia também é 15 bar e tem diferença no tempo de extração. Não vejo canalização significativa. Agora, se está mudando o grão e o clique ao mesmo tempo, pode ter essa coincidência de tempos iguais.
  5. O ponto está mais no sabor. O @MarcioMO que é aficcionado por moedores, já teve vários inclusive Kingrinders, diz que alguns ressaltam mais a acidez no coado e outros mais a doçura, por exemplo. O K3 ressaltaria mais a doçura e nem tanto a acidez, o K2 daria um filtrado mais balanceado. Eu, sinceramente, não sei se tenho paladar pra isso, e não sou muito de filtrados, então, não me coloco em posição de opinar, mas o Márcio pode complementar aqui. Mas com relação a espresso, tanto o K2 quanto o K3 atendem bem (o K3 é o K4 com ajuste interno, o K4 não deve produzir um café diferente do K3, e eu gosto muito do K4, como gostava do K2). Pra mim, a principal diferença entre K2 e K3 é a facilidade de moer, que deve ser muito maior no K3 como é no K4.
  6. Só cuidado, pois o K3 é mais focado em espresso. Sinceramente, não sei se é ruim pra coados, mas deve moer mais fácil, assim como o K4. Mas que bom que você curtiu. Acho uma ótima escolha mesmo.
  7. 5 dias ainda dá pra ter esperança. E diz o @MarcioMO que moedor raramente é taxado. O cara já importou dezenas. Caso seja taxado, existe a possibilidade de recusar o recebimento. A Receita devolve ao remetente, mas tem a prerrogativa de destruir. O Aliexpress também pode se recusar a devolver o dinheiro, dá um frio na barriga, mas já devolvi um brinquedo para o meu filho é uma Picopresso. Deu tudo certo, mas é tenso.
  8. Compartilhando mais dados do PID (modelo REX C100, com SSR de 40A e termopar tipo K em forma de anel, instalado sobre a caldeira sem grandes malabarismos): Pulando direto pra configuração ótima, pois o post será longo: ajustei P: 30; I: 360; D: 15. Partindo de 90 graus, extrai 60 ml de água, a temperatura caiu a 68 e subiu a 90 em 25 segundos após desligar o botão de extração. O led voltou a piscar em 45s após o fim da extração indicando que a temperatura estava estabilizada. Na configuração de fabrica (P: 30; I: 240; D: 60), liguei a máquina e levou 4 min aproximadamente para ir de 25 a 90 graus. Tirei 60 ml de água, a temperatura caiu a 67 graus, subiu a 93, e demorou 4 min entre desligar a extração e estabilizar em 90 graus novamente. Minhas tentativas e erros (sempre partindo de 90 graus e extraindo 60 ml de água) para chegar na configuração ótima foram: PID: 30/120/60 Tmínima / Tmáxima/Tempo para 90 graus: 67/94/4min18s PID: 30/240/120 Tmínima / Tmáxima/Tempo para 90 graus: 68/97/8 min PID: 30/240/30 Tmínima / Tmáxima/Tempo para 90 graus: 69/92/2min40s PID: 30/240/0 Tmínima / Tmáxima/Tempo para 90 graus: 67/92/3min20 PID: 30/360/30 Tmínima / Tmáxima/Tempo para 90 graus: 70/92/3min18 PID: 30/360/15 Tmínima / Tmáxima/Tempo para 90 graus: 68/90/45s Conclusão: boiler pequeno sempre vai ter baixa estabilidade com resistência de 1000W. Extraindo 60 ml, a temperatura cai a 67-70 graus (partindo de 90) e a diferença de 3 graus é devido a imprecisão no volume de extração. A temperatura sobe rápido com o PID, o overshoot pode ser minimizado com os parâmetros acima. Não faz diferença para quem tira um espresso por vez, pode fazer pra quem tira 2 ou mais na sequência. Com o ajuste que citei, você não consegue nem preparar o portafiltro novamente e a temperatura já estabilizou. Outra informação relevante: medi a temperatura da água na xícara e no chuveiro. Usei aquele termômetro culinário tipo espeto. Deu sempre 70-71 graus. Cheguei a tirar 187g de água para ver o limite da estabilidade e a temperatura média da água na saída do chuveiro durante todos esses 187g também foi de 70-71 graus, o que talvez seja um indicador bom de temperatura estável. Embora com uma queda grande de temperatura no boiler, no chuveiro a variação foi pequena. Mas perde-se 20 graus pelo caminho. Importante frisar que o portafiltro estava há um bom tempo no grupo, portanto, com temperatura estabilizada em relação ao grupo. A xícara ficava com a água anterior até o próximo teste, a temperatura caia a 60 graus. Nas medições seguintes, o termômetro sempre marcava 70-71 graus. Então, essa deve ser a temperatura da água ao encontrar o bolo quando ajusto o PID para 90 graus. Terceira informação desses últimos testes: fiz um espresso com 17,6 g de grãos congelados, moídos na hora, clique 84 do K4, entre tirar do freezer, moer e colocar o portafiltro no grupo, menos de 5 min. Tirando 44,2g de café na xícara, a temperatura do café na xícara ficou em 64,7. Pra mim, estava quente, não pelando, mas numa temperatura excelente. Usei um toffee da Grão Raro, ficou bom com esses ajustes, mas ainda com espaço para melhorar. Porém, o objetivo não era tirar um ótimo café nesse teste, apenas saber a temperatura do café na xícara. Até superextraí um pouco, ratio 2,5:1, para a temperatura ficar num limite mais baixo. Normalmente tiro 2:1, então, provavelmente o café sai um pouco mais quente. Por hoje, é isso. Bons cafés a todos!
  9. @Felipe_Silva além de compartilhar o vídeo, passe também os detalhes de moagem, qual café usou, se a torra é mais clara ou escura, quantidade de café, dias desde a torra etc. Acho que muitas coisas podem influenciar nesse “mais forte”.
  10. Eu também acho que com o K2 dificilmente alguém precisa de algo a mais. São apenas benefícios desejáveis como ajuste externa da moagem que é muito bacana, mas ninguém vai morrer por fazer o ajuste na borboleta interna certo? Um clique com ajuste de 4s no tempo de extração contra uns 6s também não é nada demais para o meu humilde paladar e equipamentos. Já uma moagem mais fácil pode ser importante para quem tem alguma limitação física, mas aí teria que comprar um moedor elétrico ou adaptar uma parafusadeira. Eu comprei um K4, estou feliz com a extravagância que fiz, mas o K2 também me atenderia perfeitamente.
  11. Tava devendo o feedback aqui… Fiz um filtrado na V60 n2, 200 ml, numa caneca de cerâmica, foi bem tranquilo. Se for uma jarra maior, acredito que vai ser complicado, pois a base tende a ser maior que a bandeja da balança. Mas não cheguei a testar, nem tenho jarras aqui, pois não sou dos filtrados, meu lance é espresso mesmo. Só fiz o teste pra deixar a informação aqui, caso seja útil para alguém.
  12. O cara da Decent diz que agulhas de acupuntura muito finas não revolvem o suficiente é muito grossas criam canalizações. Segundo ele, a melhor espessura é 0.40 e o engenheiro dele diz que é 0.35. Tem uns vídeos da Decent a respeito. Vale a pena ver tbm.
  13. Tá aí uma coisa com a qual não me preocupo. Bebo café e vinho a vontade e não tenho a menor intenção de fazer clareamento.
  14. Vou ressuscitar esse tópico, pois queria discutir a análise do espresso sob alguns ângulos diferentes que andei vendo. Mas, antes disso, só respondendo ao @fcsouza já que ninguém o fez antes: O que eu tenho visto é que nivelar o café com a mão não é o mais recomendado, nem o uso de distribuidor, mas sim um WDT com a técnica correta. Os melhores vídeos que vi a respeito foram no canal da Decent no YouTube. Um segundo problema seria essa batida lateral com o tamper, que acaba fraturando o bolo e facilitando a canalização. Pressão é difícil de avaliar, assim como o ângulo…. Ele também não surfou a máquina e não tem PID. Difícil saber se tirou numa boa temperatura. A extração me pareceu um pouco longa, demorou para gotejar, me pareceu superextraido. Também não vimos a quantidade de café extraído nem de grãos que ele colocou no moedor, fica difícil saber o ratio. Mas voltando ao motivo que me fez procurar material semelhante aqui no fórum, um canal interessante que vi no YouTube faz análises no espresso avaliando o bolo, quantidade de óleos no filtro, a forma do gotejamento… Algumas técnicas que parecem boas para quem não tem um naked. Achei bem interessante. Um exemplo é esse vídeo: Recomendo ver os vídeos da playlist “Troubleshooting espresso”. A análise do bolo eu já faço, tem saído bonito, não parece ter canalização. Não sei se dá para ver muito bem: Obs: deu uma rachada de leve porque devo ter batido muito forte e peguei meio desajeitado depois. Mas o bolo estava sequinho, uniforme, aparentemente sem furos… Na xícara, esses bolos bonitos não tem indicado que tirei um bom café. Tenho encontrado uma variação razoável na qualidade, minha impressão é que o bolo só vai mostrar uma extração muito ruim, naqueles casos que tiver canalização mais evidente. Vou começar a testar outras coisas, como superextrair um café e ver se realmente fica muito óleo no filtro, e compartilho aqui depois. Mas gostaria de saber se vocês avaliam por esses métodos e como tem sido a evolução dos seus cafés, principalmente quem não tem naked.
  15. Eu tbm fui taxado e devolvi, não tive coragem de pagar mais 500 reais de imposto. Mas não vi ninguém vendendo no Ali exceto a própria Wacaco. Quero ver se consigo alguém que traga pra mim de uma viagem, mas com pandemia ficou difícil…
  16. regisassao

    Kingrinder K4

    Fiz o teste: mesmo grão, aproximadamente mesma moagem, no K2 e K4 com a parafusadeira Hamner modelo PLI-10. No K4 consegui moer no 18 (supostamente 18 N.m) e no K2 somente no 19 (máximo torque dessa parafusadeira de baixo custo, supostamente 19 N.m). Numericamente parece pouco. Mas no braço achei muito mais fácil moer no K4. Um detalhe: o tempo maior de moagem, mesmo com menos força, para mim gera uma sensação maior de fadiga. De qualquer forma, acho muito mais confortável moer no K4.
  17. Dando um pouco mais de precisão ao “mais fácil”: testei o mesmo grão, aproximadamente mesma moagem, no K2 e K4 com a parafusadeira. No K4 consegui moer no 18 (supostamente 18 N.m) e no K2 somente no 19 (máximo torque dessa parafusadeira de baixo custo, supostamente 19 N.m). Numericamente parece pouco. Mas no braço achei muito mais fácil moer no K4. Um detalhe: o tempo maior de moagem, mesmo com menos força, para mim gera uma sensação maior de fadiga. De qualquer forma, acho muito mais confortável moer no K4.
  18. Show de bola! Curiosidade estatística: foi taxado?
  19. @1colete excelente compilado! Só uma observação: o link do modelo de baixo custo do Thingiverse está direcionando para o mesmo link do modelo mais sofisticado. Valeu pelas dicas!
  20. Lembrei tbm que tem um tópico sobre torra em pipoqueiras: O @Caio Oliveira por exemplo é de Salvador. Pergunta lá que o pessoal deve te indicar uns fornecedores no NÉ.
  21. Tem um post no blog da Kingrinder sobre a desmontagem e montagem para limpeza: https://www.kingrinder.com/blog/fr-exterior Veja se consegue resolver com esse passo a passo.
  22. Sobre o PID, foi a melhor modificação que fiz. Eu não calibrei para saber se os 94 graus são efetivamente 94, mas tenho um número de referência. Testei vários grãos já, mudando apenas a temperatura e posso dizer que 1 a 2 graus já faz diferença. Recentemente chegou o meu K4 e mantive o PID em 94 até otimizar ao máximo a moagem para um grão mais “bala toffee” que eu tinha aqui, cheguei no clique 85. Ainda estava um pouco amargo. Fui baixando a temperatura até chegar a 90 como ideal. Um outro café um pouco mais frutado e fermentado extrai em 92 graus e moagem no clique 86. Um outro grão mais achocolatado tirei também em 90 graus e clique 85. Uma coisa que me chamou atenção é que esse fermentado (Thiego Bernardes do Fruto Mineiro) não tinha ficado grande coisa na Poemia original, tinha guardado para tirar uns filtrados. Cheguei a provar o mesmo grão tirado numa Astoria, supostamente por uma Barista profissional, em uma cafeteria bem avaliada aqui no ABC Paulista e também não achei grande coisa. Já nesse ajuste que mencionei, o café se mostrou interessantíssimo, com notas muito mais claras, o fermentado muito presente, um aroma levemente alcoólico até. Foi uma grande surpresa. Também testei a vaporização com o PID. Quem me conhece sabe que nunca vaporizo leite, mas fiz só pra reportar aqui. O PID controlou muito bem a temperatura. Deixei chegar em 130 graus, vaporizei uns 150-200ml de leite e a temperatura não caiu abaixo de 123 graus, ficou bem cremoso, um leite bem doce e saboroso (e olha que eu nunca curti leite puro), só não dava pra fazer Latte art, mas aí o problema é o barista kkk. Foi só a terceira vez que vaporizei leite numa máquina de espresso na vida e nem pretendo continuar treinando. Mas pra quem curte, já fica a recomendação, e a dica é isolar a resistência do resto e conectar direto no SSR para controlar espresso e vapor com um único PID. Entao, hoje posso dizer que além da conveniência de tirar o primeiro café sem flush e surfing, esse ajuste fino de temperatura está fazendo muita diferença. Mais pra frente faço testes mais consistentes com o dimmer e manômetro pra compartilhar aqui, mas o pouco que observei é que tem feito pouca diferença mesmo. Uma moagem mais fina acaba anulando a redução no dimmer e a pressão sobe do mesmo jeito, apenas demora um pouco mais, o que significa extração com pressão abaixo do ideal no início. Baixando mais ainda a potência no dimmer, a máquina começa a “pulsar” o café, o que entendo ser totalmente indesejável. Resultado: tenho usado no máximo ou bem próximo do máximo. Como o bolo tem saído bonito, sem indícios de canalizações, e não tem melhorado com potências menores no dimmer, to achando que essa modificação não gera tanto benefício.
×
×
  • Criar Novo...