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regisassao

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Tudo que regisassao postou

  1. Tá aí uma coisa com a qual não me preocupo. Bebo café e vinho a vontade e não tenho a menor intenção de fazer clareamento.
  2. Vou ressuscitar esse tópico, pois queria discutir a análise do espresso sob alguns ângulos diferentes que andei vendo. Mas, antes disso, só respondendo ao @fcsouza já que ninguém o fez antes: O que eu tenho visto é que nivelar o café com a mão não é o mais recomendado, nem o uso de distribuidor, mas sim um WDT com a técnica correta. Os melhores vídeos que vi a respeito foram no canal da Decent no YouTube. Um segundo problema seria essa batida lateral com o tamper, que acaba fraturando o bolo e facilitando a canalização. Pressão é difícil de avaliar, assim como o ângulo…. Ele também não surfou a máquina e não tem PID. Difícil saber se tirou numa boa temperatura. A extração me pareceu um pouco longa, demorou para gotejar, me pareceu superextraido. Também não vimos a quantidade de café extraído nem de grãos que ele colocou no moedor, fica difícil saber o ratio. Mas voltando ao motivo que me fez procurar material semelhante aqui no fórum, um canal interessante que vi no YouTube faz análises no espresso avaliando o bolo, quantidade de óleos no filtro, a forma do gotejamento… Algumas técnicas que parecem boas para quem não tem um naked. Achei bem interessante. Um exemplo é esse vídeo: Recomendo ver os vídeos da playlist “Troubleshooting espresso”. A análise do bolo eu já faço, tem saído bonito, não parece ter canalização. Não sei se dá para ver muito bem: Obs: deu uma rachada de leve porque devo ter batido muito forte e peguei meio desajeitado depois. Mas o bolo estava sequinho, uniforme, aparentemente sem furos… Na xícara, esses bolos bonitos não tem indicado que tirei um bom café. Tenho encontrado uma variação razoável na qualidade, minha impressão é que o bolo só vai mostrar uma extração muito ruim, naqueles casos que tiver canalização mais evidente. Vou começar a testar outras coisas, como superextrair um café e ver se realmente fica muito óleo no filtro, e compartilho aqui depois. Mas gostaria de saber se vocês avaliam por esses métodos e como tem sido a evolução dos seus cafés, principalmente quem não tem naked.
  3. Eu tbm fui taxado e devolvi, não tive coragem de pagar mais 500 reais de imposto. Mas não vi ninguém vendendo no Ali exceto a própria Wacaco. Quero ver se consigo alguém que traga pra mim de uma viagem, mas com pandemia ficou difícil…
  4. regisassao

    Kingrinder K4

    Fiz o teste: mesmo grão, aproximadamente mesma moagem, no K2 e K4 com a parafusadeira Hamner modelo PLI-10. No K4 consegui moer no 18 (supostamente 18 N.m) e no K2 somente no 19 (máximo torque dessa parafusadeira de baixo custo, supostamente 19 N.m). Numericamente parece pouco. Mas no braço achei muito mais fácil moer no K4. Um detalhe: o tempo maior de moagem, mesmo com menos força, para mim gera uma sensação maior de fadiga. De qualquer forma, acho muito mais confortável moer no K4.
  5. Dando um pouco mais de precisão ao “mais fácil”: testei o mesmo grão, aproximadamente mesma moagem, no K2 e K4 com a parafusadeira. No K4 consegui moer no 18 (supostamente 18 N.m) e no K2 somente no 19 (máximo torque dessa parafusadeira de baixo custo, supostamente 19 N.m). Numericamente parece pouco. Mas no braço achei muito mais fácil moer no K4. Um detalhe: o tempo maior de moagem, mesmo com menos força, para mim gera uma sensação maior de fadiga. De qualquer forma, acho muito mais confortável moer no K4.
  6. Show de bola! Curiosidade estatística: foi taxado?
  7. @1colete excelente compilado! Só uma observação: o link do modelo de baixo custo do Thingiverse está direcionando para o mesmo link do modelo mais sofisticado. Valeu pelas dicas!
  8. Lembrei tbm que tem um tópico sobre torra em pipoqueiras: O @Caio Oliveira por exemplo é de Salvador. Pergunta lá que o pessoal deve te indicar uns fornecedores no NÉ.
  9. Tem um post no blog da Kingrinder sobre a desmontagem e montagem para limpeza: https://www.kingrinder.com/blog/fr-exterior Veja se consegue resolver com esse passo a passo.
  10. Sobre o PID, foi a melhor modificação que fiz. Eu não calibrei para saber se os 94 graus são efetivamente 94, mas tenho um número de referência. Testei vários grãos já, mudando apenas a temperatura e posso dizer que 1 a 2 graus já faz diferença. Recentemente chegou o meu K4 e mantive o PID em 94 até otimizar ao máximo a moagem para um grão mais “bala toffee” que eu tinha aqui, cheguei no clique 85. Ainda estava um pouco amargo. Fui baixando a temperatura até chegar a 90 como ideal. Um outro café um pouco mais frutado e fermentado extrai em 92 graus e moagem no clique 86. Um outro grão mais achocolatado tirei também em 90 graus e clique 85. Uma coisa que me chamou atenção é que esse fermentado (Thiego Bernardes do Fruto Mineiro) não tinha ficado grande coisa na Poemia original, tinha guardado para tirar uns filtrados. Cheguei a provar o mesmo grão tirado numa Astoria, supostamente por uma Barista profissional, em uma cafeteria bem avaliada aqui no ABC Paulista e também não achei grande coisa. Já nesse ajuste que mencionei, o café se mostrou interessantíssimo, com notas muito mais claras, o fermentado muito presente, um aroma levemente alcoólico até. Foi uma grande surpresa. Também testei a vaporização com o PID. Quem me conhece sabe que nunca vaporizo leite, mas fiz só pra reportar aqui. O PID controlou muito bem a temperatura. Deixei chegar em 130 graus, vaporizei uns 150-200ml de leite e a temperatura não caiu abaixo de 123 graus, ficou bem cremoso, um leite bem doce e saboroso (e olha que eu nunca curti leite puro), só não dava pra fazer Latte art, mas aí o problema é o barista kkk. Foi só a terceira vez que vaporizei leite numa máquina de espresso na vida e nem pretendo continuar treinando. Mas pra quem curte, já fica a recomendação, e a dica é isolar a resistência do resto e conectar direto no SSR para controlar espresso e vapor com um único PID. Entao, hoje posso dizer que além da conveniência de tirar o primeiro café sem flush e surfing, esse ajuste fino de temperatura está fazendo muita diferença. Mais pra frente faço testes mais consistentes com o dimmer e manômetro pra compartilhar aqui, mas o pouco que observei é que tem feito pouca diferença mesmo. Uma moagem mais fina acaba anulando a redução no dimmer e a pressão sobe do mesmo jeito, apenas demora um pouco mais, o que significa extração com pressão abaixo do ideal no início. Baixando mais ainda a potência no dimmer, a máquina começa a “pulsar” o café, o que entendo ser totalmente indesejável. Resultado: tenho usado no máximo ou bem próximo do máximo. Como o bolo tem saído bonito, sem indícios de canalizações, e não tem melhorado com potências menores no dimmer, to achando que essa modificação não gera tanto benefício.
  11. O Não sou Barista fez uma lista recentemente, acho que era mais de venda dos grãos torrados, mas de repente você encontra um que venda os grãos verdes.
  12. Você tirou foto antes de desconectar os fios para poder comparar após a montagem? Se não, sugiro procurar imagens e vídeos para tentar identificar se reconectou tudo corretamente. Olhei rapidamente e vi um vídeo de uma máquina semelhante, que o cara desmonta depois do minuto 7: Se tem certeza que montou tudo corretamente, pode tentar procurar curtos com o multímetro na função resistência, colocando cada pontas em um fio/conector que pretende testar. Se der zero ohms está em curto. Desculpe se a instrução foi muito básica, mas você disse que tinha um multímetro, não se domina o uso. Muita gente usa apenas pra saber se uma tomada é 110 ou 220. Com relação ao que testar, eu começaria no plugue, com a chave seletora desligada. Ao ligar a chave para o modo de extração de café, a resistência deve cair para zero ohms. Se isso ocorrer, você já sabe que o disjuntor desarmou por curto circuito. Procurar onde está o curto já são outros quinhentos. Você vai ter que seguir a fiação e descobrir a lógica da ligação elétrica. Por exemplo: ao ligar no modo extração, a bomba deveria energizar. Sendo 110V, deve ter um neutro vindo da chave que liga a máquina e uma fase que vem da chave seletora. De cada termostato deve ir uma fase para a resistência da caldeira. Na posição extração, o fio deve ir para o termostato de temperatura mais baixa, no modo vapor deve ir para o outro termostato, e por aí vai. Tá muito difícil? Leva para um técnico eletrônico, não deve ser difícil do cara sacar a lógica e encontrar onde tem curto, se é que o problema é esse. Mas uma outra hipótese é sobrecarga na sua rede. Talvez nos primeiros dias tivesse menos aparelhos ligados e no dia que desarmou tudo coincidiu da geladeira ter acionado o motor, a máquina de lavar estava ligada, a esposa secando o cabelo, e você jogou mais uns 1000 W de carga na sua rede, resultado: caiu o disjuntor. Se for isso, pode ter muita coisa no mesmo circuito, ou a fiação é antiga e os fios muito finos para tudo que penduramos na rede elétrica hoje e que não fazíamos há 20 anos. Nesse caso, possivelmente vai precisar de um eletricista pra adequar a instalação. Espero ter ajudado. A distância são as dicas que consegui pensar…
  13. A dúvida original nesse tópico não era essa, mas para evitar criar outro desnecessariamente, vou colocar uma dica de balança com timer baratinha aqui… Recentemente comprei uma balança com timer no Aliexpress: https://a.aliexpress.com/_mq21Q6c Meu interesse nela foi pelo tamanho, possuir timer, precisão de 0,1g, preço baixo (como eu tinha um cupom e estava comprando um moedor junto, a balança saiu por 60 reais), e meu uso é 99% para espresso. Em termos de tamanho (é a preta), ela é pouco maior que a clássica chinesinha do Mercado Livre de 15 reais: É mais alta que eu gostaria. Na Poemia, com portafiltro original, preciso tirar a bandeja para colocar balança e xícara. Talvez com um naked não precisasse. Ela tem cerca de 18 mm de altura. Já a chinesinha (prateada) cabe com bandeja e tudo, mas não tem timer. O visor é muito bom, bem claro, e ainda tem indicador do nível da bateria. Um contra é não ser a prova d’água, tem que improvisar alguma bandeja em cima caso queira proteger o interior: Em termos de precisão, foi melhor. Com 5 moedas de 10 centavos, deveria dar 24g e com 6 deveria dar 28,8g: Como eu não peso toda xícara, uso apenas em testes, para mim resolve. Com a Poemia, por ter de remover a bandeja, acho que ainda prefiro a chinesinha de 15 reais sem timer e cronometrar no celular. Com outra máquina ou portafiltro, eu preferiria uma com timer. Mas para a maioria de vocês deve encaixar bem. Para viagens, deve ser bem mais prática que as balanças da Timemore e similares, mas não ser a prova d’água pode ser um problema para alguns. Não cheguei a fazer filtrados com ela, mas o tamanho pode ser um problema se quiser colocar uma jarra grande em cima. Depois faço um filtrado numa caneca e posto aqui pra saberem se dá certo, mas acredito que sim, e pode ser mesmo um quebra-galho para viajar mais leve. Em relação ao preço, o anúncio acima está com valor de 120 reais. Quando comprei estava uns 100 reais, mas eu aproveitei um cupom e paguei 60 em dezembro/21. Já vi outros anúncios por uns 70-80 reais, mas é um modelo relativamente novo e ainda não tem dezenas de fornecedores pra puxar o preço pra baixo, acredito que é questão de meses… Se quiserem ver um vídeo, o Our Coffee Shelter mostrou uma exatamente igual, apenas a marca era diferente: https://www.instagram.com/reel/CYCFYGkvPH4/?utm_medium=copy_link A minha veio sem pilhas e sem a proteção verde do vídeo (que parece ser um EVA bem simples, talvez seja um silicone, mas não entendo muito). Se quiser, você pode recortar uma folha de EVA que é fácil e resolve.
  14. regisassao

    Kingrinder K4

    Acho que o próximo investimento tinha que ser numa máquina melhor. Uma Poemia, mesmo modificada, não deve chegar próximo de uma Gaggia Classic ou Rancilio Silvia/Audrey também modificadas, ou uma Decent que seria no cenário “ganhei na Mega Sena e agora?” Kkk... Na lista do cenário realista ainda tenho uma Flair 58 na frente, que é pouca coisa mais cara que um Kinu. Vamos sonhando! Rs…
  15. Coloquei as informações detalhadas no post do K4, mas resumindo: o K4 é mais fácil de moer, dá pra moer tranquilo na vertical, sem inclinar, mas demora um pouco mais, cerca de 45 segundos contra uns 30 no K2. Quando comprei o K2 custava uns 470 e o K4 710 reais. Não fui taxado, chegou em menos de 20 dias, e se me perguntassem qual eu recomendaria, hoje seria o K4 pela facilidade de moer principalmente, mas o ajuste externo também é muito conveniente.
  16. regisassao

    Kingrinder K4

    Chegou meu K4 e tirei a dúvida aqui: achei muito mais fácil de moer no K4, porém demora um pouco mais. Uns 45 segundos no K4 contra uns 30 no K2. Também deu uma diferença de uns 3-4 segundos entre cada clique aqui. E não fiz teste comparativo entre o K2 e K4 para poder falar sobre o sabor. Paguei 710 reais pelo Aliexpress. Não fui taxado, e pelos valores que você comentou é aquilo que já sabíamos: Kingrinder entrega um custo benefício imbatível. Quem tem dinheiro, prioridade e paladar, pode comprar um Bravito, Kinu ou Comandante, e ser mais feliz, mas pro meu caso to feliz demais com o K4, como já estava com o K2. Só comprei o K4 porque derrubei o K2 (o copo não encaixa mais, apesar de moer bem) e aproveitei pra fazer um upgrade. Hoje, pelo ajuste externo e facilidade de moer para espresso requerendo menos força, certamente recomendaria o K4. Agora, se quiser economizar uma grana (o K2 estava saindo por uns 470 quando paguei os 710 no K4), não acho o fim do fundo fazer um pouco de força pra moer. Não tenho um torquímetro pra dar números precisos, mas o K2 preciso moer inclinado, as vezes colocando no colo pra dar mais firmeza, e o K4 vai tranquilo de pé. Depois faço um teste com a parafusadeira para dar uma noção mais quantitativa. Com relação aos cliques para espresso, tenho ficado entre 84 e 86, mas testei só 3 grãos por enquanto, dois de perfis muito semelhantes, bem achocolatados, o terceiro um pouco mais frutado. O meu veio quase zerado, dois cliques antes do zero, mas quando falo 84 é o total (parou no 82, mais os dois do ajuste inicial que não estava no zero). Como não faço filtrado exceto se ficar sem máquina de espresso, não posso dizer nada a respeito, mas quem sabe um dia desses testo na V60 só pra dar um feedback aqui.
  17. Interessante esse comentar sobre a pressão. Creio que não deveria aumentar muito, pois deve ser uma variação de uns 5-10 graus. A Poemia trabalha a 15 bar na bomba, uma elevação de 95 para 100 graus deveria mudar menos de 1 bar. Porém, tem a válvula de segurança que deveria estar em 15 bar também, fazendo o bypass da água se passasse desse nível. Na sua Gaggia não deveria ser diferente. Outra coisa que notei nas minhas modificações é que o dimmer que instalei não afeta tanto a pressão quanto a moagem. Ele afeta mais a vazão. Com uma moagem mais fina a pressão também vai pra faixa dos 12-15 Bar, mesmo reduzindo um pouco a vazão no dimmer. Mas engrossar demais leva a subextração pelo tempo de contato. Eu ainda estou num jogo de gato e rato aqui. Preciso parar e fazer testes com disciplina, mudando só uma variável por vez, mas estou sem tempo. Quando conseguir parar pra fazer esses testes eu posto aqui no fórum. Mas voltando ao ponto, de repente você pode usar a vaporização pra elevar um pouco a temperatura, mas afrouxar um pouco a moagem compensando a temperatura e pressão mais elevadas.
  18. Pra coado o K2 é muito rápido mesmo. Falaram bem desse Harpia em outro tópico, mas sempre que eu perguntei a torra estava meio antiga, na faixa de 1 mês.
  19. Dá uma olhada nas discussões sobre a Poemia. Eu instalei PID e manômetro, estávamos falando sobre esses assuntos lá e tem uma discussão interessante. A Topázio parece bem similar à Poemia. Na minha, comprei o REX C-100 na Shopee, já vem com SSR e sensor: https://shopee.com.br/product/348218929/9989694608?smtt=0.432022358-1642043264.3 Eu comprei um sensor adicional para facilitar a instalação: https://a.aliexpress.com/_msK7LsM Tem uma presilha na Poemia, onde tem um termofusivel. Ao invés de tirar essas porcas difíceis de tirar sem remover a caldeira da máquina, enfiei debaixo da presilha. O sensor tem a espessura de uma cartolina, só encaixei embaixo dessa presilha: O sensor original que vem no kit do Rex C-100 parece um parafuso. Dá pra usar tbm, mas achei que com uma área de contato maior, a medição seria mais precisa. O mais chato é descobrir qual termostato desligar. Mas eu desliguei todos, liguei uma fase direto no SSR e de lá pra resistência. Com isso, meu PID serve até pra vaporizar se eu quiser. A chave no modo vaporização não serve pra nada agora. E no modo extração só aciona a bomba. Na prática, a resistência foi totalmente isolada do resto da máquina e é controlada só pelo PID. Mas colocar um PID não garante café mais quente, e sim consistência na extração. Você sempre sabe o ponto de partida e quanto cai. Na minha, se colocar em 94 graus, cai para uns 70 no final da extração (temperatura no boiler, não no grupo ou xícara). Com o termostato caia mais, e eu não tinha certeza da temperatura de partida, ficava surfando conforme dica do @Pedro Freire. Se quiser mesmo café mais quente, a única solução é deixar o grupo e porta filtro esquentando (diria pelo menos uns 15 min), escaldar a xícara, se quiser temperatura mais elevada, quando atingir a temperatura de extração você pode acionar o botão de vaporização por uns segundos (eu deixava uns 5 antes do PID), mas se deixar demais pode queimar o pó e amargar. Pela praticidade, eu recomendo o PID.
  20. Sim, testei em moagem para espresso, quarenta e poucos cliques. Em geral fico entre o 43 e 47, a depender do grão. Eu usei segurando na mão, o contra esforço me pareceu menor que o esforço de moer só na manivela, mas não é desprezível, afinal, a parafusadeira faz a ação e tem que ter a reação no sentido contrário, então, você tira metade do esforço aproximadamente. Se colocar numa base acho que vira um moedor elétrico. Você poderia até pensar em comprar só o motor de uma parafusadeira de torque similar e colocar direto na base acoplada ao moedor. Se vale a pena ou não é muito particular. Eu estou numa situação que vale pois derrubei e amassei o moedor na região da rosca, o copo não encaixa mais. Moer no braço fica difícil por coletar o pó numa pitcher e ficar sem empunhadura. Se não fosse isso, eu moeria na alavanca, mesmo. Uma pessoa com bursite talvez preferisse a parafusadeira, não sei. Já com uma base, definitivamente eu acho que seria mais vantajoso ter um motor trabalhando por mim. Outra coisa a levar em consideração é o seu uso. Eu só tomo Espresso, 3 por dia, só para mim, moagem fina, grãos com torras mais claras, o que exige maior esforço. Se eu fosse mais dos coados, não teria dificuldade nenhuma em moer no K2, e nesse caso não usaria uma parafusadeira. Mas também poderia ter aquele perfil que o casal toma só espresso, aí já seriam 6 doses ao dia, começa a valer mais a pena. E finalmente, no Mercado Livre você tem 30 dias de arrependimento. Pode comprar, testar, se não curtir devolve.
  21. @Caio Oliveira e a válvula, conseguiu trocar? Ficou boa? Aqui ainda não consegui fazer testes com consistência para reportar, tenho variado muita coisa ao mesmo tempo, mas assim que eu tiver um tempo, farei uns testes e compartilho aqui o resultado. Mas em termos de praticidade, o PID já valeu a pena. Agora ligo a máquina, deixo esquentando o portafiltro, na hora de extrair nem dou um flush mais. O manômetro até que está dando uma boa ideia da pressão. Quando tiro um espresso, o bolo dá uma certa estabilidade, fica variando entre 10 e 12 por exemplo, e assumo que está em 11, e por aí vai. Percebi também que o que mais afeta a pressão é a moagem, não o dimmer. Dimmer afeta mais a vazão. E o conjunto todo diminuiu a canalização, os bolos tem saído mais bonitos, uniformes, sem buracos… Bons indícios, e tenho tirado bons cafés, mas como tenho trocado de grão toda hora, e mudado a moagem também para acompanhar cada grão, fico meio sem referência para postar umas conclusões mais embasadas aqui. Acho que dei um upgrade muito grande na máquina mas o piloto ainda precisa de um pouco de treinamento pra domar a bichinha… rs…
  22. Sim, só quis exemplificar, pois tenho uma Poemia e sei a potência dela. Na Oster você tem que checar e comprar o transformador na potência adequada, caso compre a 110. Mas eu ainda apostaria no eletricista puxando um neutro e colocando uma tomada 110V. Conversa aí no seu prédio, se bobear alguém já fez pra instalar uma máquina de lavar ou qualquer coisa assim.
  23. Se quiser colocar um transformador, não tem problema, apenas verifique a potência da máquina. Uma Poemia está na faixa dos 1000W, por causa da resistência, a bomba fica na casa dos 50W. Um transformador de 1500W sai por 250-300 reais no ML. Não vai danificar a máquina, gasta um pouco mais de energia, claro, e concordo que é bom mesmo deixar o transformador desligado quando não está em uso. Eu verão as opções em 110 e 220, se as máquinas 110 forem apenas 300 reais mais baratas, eu compraria uma 220V. Mas puxar fio do quadro não é difícil, um eletricista te cobra menos que os 300 reais do transformador. O que você precisa ver é se tem um neutro, não um terra. Mas por segurança, todo apto deve ter aterramento. Sugiro perguntar a um eletricista ou ao síndico do seu prédio.
  24. Fui no Segredo da Felicidade essa semana e o espresso estava muito bom, equilibrado, vale a pena conhecer. Nos filtrados tinham 4 opções de grãos, boa variedade de métodos…. Por enquanto a melhor do ABC nos últimos 6 meses.
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