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valacomum

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  1. Olá. Endosso as palavras do @rafael st. É quase um mantra por aqui, @Kayke Castro, e nao é à toa: foco no moedor, foco no moedor... Saudações!
  2. Olá. Cada uma tem seus prós e contras. Chaleira de fogão: menor preço; menor chance de quebra e, portanto, menor custo de manutenção; possibilidade de uso mesmo em caso de queda de energia (se optar por essa, talvez valha a pena procurar por uma que sirva também em fogão por indução). Chaleira elétrica: possibilidade de usar em lugares onde não há um fogão; pode ligar sem precisar ficar monitorando quando vai atingir a temperatura; possibilidade de programar para manter aquecido (caso não more sozinho, oferece ainda a vantagem de não "disputar espaço" com quem esteja usando o fogão no momento). Deixei de lado o custo da energia elétrica × custo do gás, pois isso varia de lugar para lugar e, de tempos em tempos, a relação muda. Aí é ver o que pesa mais para você. Ou, mais dia, menos dia, acaba tendo uma de cada. Saudações!
  3. Olá. Como se trata de um equipamento fora de linha, minha sugestão, caso faça questão de continuar usando esta máquina, é procurar uma usada para comprar e "canibalizar" as peças. Saudações!
  4. Por 800, ok. Vai ver que ergueram o preço para 1.500 só para anunciar promoção "pela metade [do dobro] do preço"...
  5. Pode ser, mas por mil e quinhentos escudos, não sei se compensaria.
  6. Olá. Desconheço esta possibilidade de os grãos serem a origem deste tipo de problema, mas, na dúvida, descartaria. Só que isso isoladamente pode não resolver. Então, sugeriria abrir a máquina para fazer uma mega limpeza (em casa ou em assistência técnica de confiança), incluindo descalcificação, que usa um produto bem agressivo, embora não seja tecnicamente um vermífugo. E, diante da gravidade do problema, investigaria a água também, com limpeza da caixa d'água, caso tenha sido usada água da torneira em algum momento na máquina. Ao mesmo tempo, um exame parasitológico seria algo a se considerar. Saudações!
  7. Olá. A avaliação do desempenho de qualquer máquina depende, também, do parâmetro usado para classificar um espresso como bom, @henriquearoni. Se for comparar o espresso de uma Panarello, por exemplo, com um feito por um bom barista em uma máquina profissional, as superautomáticas não são páreo, como já adiantou o @Fogo ruivo. Já se o barista não for tão bom assim, a super pode levar a vantagem de entregar sempre uma xícara dentro de um padrão, até porque equipamentos mais elaborados vão requerer uma curva de aprendizado maior. Aí vem uma outra questão, que é saber se este padrão agrada a quem vai beber o café -- que, no fim das contas, é o critério soberano. Se a resposta for positiva e o comprador estiver procurando praticidade, pode ser uma boa opção, assim como tem quem opte por máquinas tipo Nespresso. O ideal mesmo seria poder operar pessoalmente o utensílio, como test drive, antes de decidir a compra, o que normalmente não é viável. Saudações!
  8. Olá. Complementando o que o @Anacletoescreveu: ao levar a Moka ao fogo, colocar um pouquinho de água fria na parte superior, o suficiente para cobrir o fundo. Isso colabora para evitar o gosto de queimado. Saudações!
  9. Olá. Um fator a ser considerado é que cada etapa adicional na extração implica mais custo e mais tempo de preparo. Assumido esse risco, tem que haver um ganho que realmente compense o esforço adicional, o que, para mim, não parece ser o caso, considerando a qualidade da água que uso e o café que extraio com essa água. Mas, claro, vale a pena conhecer o impacto do perfil da água disponível no resultado que se obtém na xícara, até para poder ajustar isso quando for necessário e valer a pena. Saudações!
  10. Olá. Prezados (em especial @Guilherme Kopke, que iniciou o tópico), esse assunto é bem relevante, até pelo fato de a maior parte da xícara de café ser composta por água. Modesta contribuição: sugiro uma lida em um tópico lá de 2016, com explicações detalhadas do @Lisboa Santos(que faz um tempo não "vejo" por aqui no CdC). Se procurar mais, acha umas postagens aqui e ali, como discussões sobre água do filtro de barro etc. Mas o que indiquei acima tem bastante material sobre esse aspecto da composição química da água. Saudações!
  11. Olá. Vamos pensar da seguinte forma: na embalagem dos descalcificantes vem a recomendação expressa de evitar contato do produto com a pele, então o gosto residual, seja do vinagre, seja do descalcificante, seria o menor dos problemas -- para evitar isso eu faço uma segunda descalcificação, usando só água, para limpar eventuais restos. E o primeiro café pós-descalcificação eu simplesmente descarto. Depois, é só alegria. Saudações!
  12. Olá. Gosto muito da moka, mas já observei que nela o resultado não é tão bom com alguns grãos de torra mais escura -- que ficam até ficam bons de outras formas, como no espresso. Então, minha sugestão, @crdpa, é procurar algum grão com uma torra média, dentro do perfil que for mais do seu agrado (notas, variedade do grão, origem etc). Saudações!
  13. Além da elétrica, eu tenho uma assim, @Dioli, só que é "genérica", comprada em alguma loja on line -- e com termômetro! Para mim, isso é um facilitador enorme, além de poder ir tanto no fogão a gás quanto no por indução. É do estilo desta daqui: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-2170177659-chaleira-inox-bico-de-ganso-tipo-hario-decorada-fino-12l-_JM?attributes=COLOR_SECONDARY_COLOR:Q2luemE=
  14. Olá. Posso falar da Tramontina 127V. Pontos positivos: preço acessível, boa pegada (cabo com bom isolamento térmico), material durável, precisão na temperatura e rapidez no aquecimento. Pontos negativos: o ajuste da temperatura é somente de 5 em 5°C, não tem bico de ganso e a parede externa não tem isolamento térmico. Saudações!
  15. Olá. A ideia da válvula até é interessante, mas por 1.000 Haddads, não tem jeito, não. Sem contar que usa filtro n° 4, que não é nada comum de se encontrar nos pegue-e-pague da vida. Por fim, se o objetivo é estender o tempo do blooming, métodos como a prensa francesa e a Aeropress já dão conta do recado. O que me chamou a atenção neste vídeo, na verdade, foi o equipamento para medir TDS, o DiFluid, que aparece aos 10'04". Não conhecia. Obrigado por compartilhar, @Dieverso Abreus. Saudações!
  16. Imagine no meu caso, pois me converti ao mundo dos cafés especiais antes de conhecer Nespresso e similares...
  17. Olá. Se o mesmo grão for utilizado em métodos diferentes, a tendência é ter resultados diferentes -- e não somente com relação a corpo, mas também a acidez e, até mesmo, com relação a notas que sobressaem mais em um método do que em outro. Ainda com relação a corpo, a prensa francesa é um dos métodos que mais ressaltam esse atributo. Também vale a pena chamar a atenção para o fato de que, em um mesmo método, há variáveis que podem produzir resultados diferentes a partir do mesmo grão, como temperatura da água, tempo de extração, granulometria etc. Aí, como bem lembrou @Octávio, é preciso entender a lógica da extração do café para saber em qual variável mexer e em qual sentido. E, sim, o nível da torra também influencia. Sobre a Aeropress, @ivoesazevedojá resumiu bem. Minnha sugestão é, se possível, que você teste antes de comprar. No meu caso, comprei mas quase não uso: não me conquistou; sou muito mais a prensa francesa. De todo jeito, vale a pena dar uma lida em alguns tópicos aqui do CdC sobre ela, como, por exemplo: e Saudações!
  18. Teve uma vez em que eu exagerei na quantidade de pó na AP e, ainda assim, consegui consertar com bypass, @ivoesazevedo. Agora, para grão ruim não tem milagre mesmo.
  19. Meu analfabetismo digital me fez recorrer ao Google para descobrir que PCB é Printed Circuit Board.
  20. Olá. Para o meu paladar, acho que as torras médias casam melhor com a moka. Das torras escuras, o Moka Clube tem o Mr. Chocolate e o Mezza Notte, que são muito bons. Este último é o preferido da minha filha, especialmente quando feito na prensa francesa. Saudações!
  21. Eu parto de 1:10 e vou ajustando conforme o grão. Como escreveu @Mesquita
  22. Olá. Das fontes que julgo confiáveis, aprendi que, numa escala da moagem mais fina para a mais grossa, fica assim: espresso / filtrado / moka / prensa Por não conhecer o C3, não vou dizer nada sobre clicks nele (assim como desconheço o Café++); vou dizer apenas que o melhor ponto de moagem varia de grão para grão e, ao longo dos dias pós-torra, também pode ser necessário fazer algum ajuste fino. Quanto à proporção água/pó, ela varia de acordo com o método, o grão e o gosto do freguês. Com o detalhe que na moka existe menos flexibilidade quanto a isso. Saudações!
  23. E, secundariamente, do fato de serem planas ou cônicas, seria isso?
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