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Octávio

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Tudo que Octávio postou

  1. convenhamos que há anúncios e há anúncios no Ali. É inegável que a novidade apresentada por este tópico é ótima, não o bastante, contudo, para validar uma visão taxativa sobre a autenticidade de coisas, um assunto tão delicado e cheio de sutilezas.
  2. sem dúvida, é bem versátil, só ajustar sobretudo a temperatura da água e, se possível, a moagem, conforme perfil do grão. Noto que as opções, segundo a descrição repassada pela torrefação/marca, geralmente transitam mesmo na definição torra média (sendo média clara, mesmo média escura), apesar dessas informações de base que ajudam a referenciar, o uso no dia a dia e nosso gosto vão moldando os ajustes a serem feitos Como está no começo da jornada, e a Aeropress permite infinitas receitas, sugeriria mudar as variáveis aos poucos, para ir sentindo o efeito de cada coisa
  3. Olá. Não tenho tal moedor, mas deixo alguns palpites, espero que resolva isso! Há alguns relatos de colegas de que tal calibragem do zero realmente se faz necessária. Pessoalmente, com os moedores que tive, nunca notei isso, mas quase nunca fecho a regulagem ao zero, ainda mais nos casos de ajuste externo, pois a referência está à vista, e não notava saltos no resultado. Porém, no seu caso parece ser um problema crônico, e assim eu abriria a disputa se, no mesmo horizonte de regulagem, acontecessem inconstâncias, isto é, se para além dessa questão do zero, depois de algumas moagens, não se pudesse ter uma referência de qual chique usar, à luz dos cliques recentes, pois a cada vez seria uma surpresa. Se ocorre a disparidade por se fechar tudo, ai talvez dê para contornar, não fechando. https://forum.clubedocafe.net/topic/10128-1zpresso-k-ultra-dicas-e-indicação-de-review/
  4. Na última semana estava com um grão cuja torra já tinha três meses. Ainda assim, foi possível tirar um bom coado, com bebida bem clara e notas não tímidas. Realmente dá para conseguir muita clareza e definição. Creio que este moedor forma uma dupla muito interessante com o k-ultra, um complementando o outro. No começo, quando o recebi, usava a regulagem de 4,5, tendendo a diminuir. Mas agora fico entre 5 e 5,5. As referências são sempre uma base importante, mas não superam o próprio contexto, gosto e realidade da pessoa.
  5. não tenho esta máquina, mas uma Dedica. Nessas máquinas mais simples uma boa prática geralmente é a de ligar o modo de vaporização por poucos segundos, retornar e, logo em seguida, fazer a extração normalmente, para puxar mais temperatura. Sugiro pesquisar sobre a prática de surfar a temperatura, se isso pode dar certo neste caso. Para contornar a questão da temperatura, ligo a máquina uns 20 minutos antes, com o porta-filtro vazio faço passar água umas três vezes, enquanto vou preparando a moagem. Aqui consegui contornar a acidez, com a Dedica, com tempos maiores de extração, a partir de 40 segundos. E sentia que trabalhar com 15g favorecia canalização. Então partia para inserir mais café, com moagem não tão fina. Os melhores resultados foram com tempo maior.
  6. Olá, Já combinei café já moído com a Moka. Creio que a experiência depende muito de qual café, do lugar e da forma como (frete, prazo de entrega) o compraria. No mercado, pode ser que a coisa seja um tanto que inconsistente, pois tem grande peso o fato de se ter ou não acesso a um café moído razoável e não muito oxidado/velho. Eu conseguia bebidas até interessantes com o café moído da marca Qualitá, no mercado, mas só, havia pouca repetibilidade, quando passava para outra embalagem, mesmo sendo de mesma marca, o resultado era muito temperamental. Tem cafeterias e torrefações que moem na hora, com bom moedor, fechando a embalagem para viagem. Por outro lado, na Amazon, Shopee e ML talvez consiga boas opções, mas aí entra a questão logística, de sorte também, pois acredito que não se teria certeza, sempre, da frescura do produto, ao fazer o pedido. Triturador de hélice aconselho descartar de imediato, afinal moedor manual de entrada já implica relevante salto de qualidade se comparado a um triturador. E mesmo que você economizasse tempo e dinheiro com esta escolha, o resultado inconsistente, a rigor, seria um desperdício também, inclusive de tempo, mas sobretudo de matéria prima, digamos. Mas, pelo contrário, existem custo beneficio e praticidade no manual. Como os colegas disseram, no moedor manual não se gasta muito tempo, nos coados, nas doses únicas. Geralmente Moka pede uma moagem média fina, daí pode se ter um esforço, sim, e não ser tão rápido. Mas ainda estamos na casa de menos de um minuto. Sobre a questão orçamentária, aconselho dar uma olhada no Kingrinder K0 e no Jaffee j1 no Ali, se estiverem em seu teto. Com cupons, primeira compra, pode ser que melhore bem o preço. E se nao se adaptar, têm mercado.
  7. Olá, bem-vindo! Dê uma olhada nestas duas opções. Pelo relato dos colegas, servem para espresso, sendo mais baratos. Minha recomendação é que aguarde pelos períodos de promoção no Ali, e aí conseguiria por menos de 50 dólares, de modo a evitar a taxa que praticamente dobra o preço.
  8. Novo vídeo do MusiCafé é sobre Aram. Ficou ótimo! Inclusive mostra o uso da resistência de @Luis Paulona prática, uma boa para quem tem esta máquina ou tem algum interesse em ter.
  9. Olá, Gustavo. Penso que tanto com a Moka quanto com a Aeropress existe um apelo de se emular o espresso. Vira até uma tendência de marketing, com acessórios (prismo, filtros de metal) e variações (válvulas para moka, por ex.) produzidas para cristalizar este intento. E embora o resultado possa ser esteticamente sedutor, e em termos de sabor mesmo, com bom corpo, o produto sempre será uma alusão, pois no espresso a coisa é totalmente diferente, com sua dinâmica de extração a operar em parâmetros totalmente diferentes e peculiares. Sem falar na textura e aspecto da crema do espresso de fato. Sendo assim, de minha parte diria que é legal o exercício, mas com a consciência de que é uma mera e imperfeita aproximação.
  10. Olá, Eu transitei entre moedores manuais da Kingrinder e 1zpresso. Em termos de usabilidade e prazer relacionado ao uso, é perceptível a noção de upgrade, pelo menos no meu dia a dia. Talvez com um Bravo It a coisa mudasse. Quem sabe? Mas, em termos de sensorial, o K2 já me entregava uma xícara bastante clara e equilibrada. Estaria bem se ainda estivesse com este moedor... De todo modo classificaria no topo assim: j-max para espresso, k-ultra e ZP6 para coados.
  11. Duas cafeterias na região da Liberdade: Itigô-Itiê Atendimento muito respeitoso, ambiente agradável. Pelo que vi usam café da Um Coffee. Fazem um espresso que dá um banho em vários lugares bem mais caros. Vendem grãos com torra nova também, bem como várias opções de doces. A rigor, quando o assunto é cafeteria, foi um dos lugares em que mais gostei de estar. R. Galvão Bueno, 425 - Piso térreo La Musique Cafeteria Bem agradável também. Usam e vendem grãos da Unique. Tinha da Encantos também, mas a torra um pouco antiga e caro. Para quem está órfão de clube, até que é um bom custo-benefício comprar Unique lá. Vários métodos de preparado, opção de comida também. Provei o Tiger. Não fui com grande expectativa. E realmente é um ótimo grão para espresso. Rua Tamandaré, 993
  12. Gosto dos dois. O k-ultra é ótimo em todos os métodos, e como tudo fica resolvido em uma volta, a usabilidade fica bem intuitiva, transitando-se tranquilamente entre os métodos. Creio que teria feito um uso mais versátil do k2 e k6 se tudo ficasse limitado a uma volta na regulagem. Mas isto é um detalhe de usabilidade. No resultado em si não são muito diferentes. Aqui julguei melhor o que consigo no k ultra, mas não fiz análises e testes metódicos lado a lado, pode ser puro achismo... resta avaliar se você gostaria de um uso mais burilado (acessórios, construção, ergonomia), ou só quer o resultado puro. De todo modo, não tem erro.
  13. Olá! Pelo que vi realmente são 45mm. Então, sem chance para acessórios de 51mm. De todo modo, vá com calma nesta questão de equipamentos, busque entender mais o café, a máquina, com o que tem, e a lógica de extração, o fórum é um ótima ferramenta, por meio da ferramenta de busca. Há muitos vídeos bons e didáticos também no YouTube, como os vídeos antigos do Não Sou Barrista (tem uma playlist sobre espresso em casa). Não encontrei nada no Aliexpress, mas a Amazon americana tem acessórios 45mm. No caso do wdt é indiferente, por ser totalmente adaptável. O despressurizado é uma forma de ir na contramão da, digamos, concepção básica desse tipo de máquina, forjando outro tipo de extração. Originalmente foram desenhadas para entregar x, mas se busca y, a partir de modificações no porta filtro, uso de acessórios adicionais e, sobretudo, controle das variáveis. A um só tempo é um cenário de maior desafio (complexidade e chance de dar errado) e potencialidade no sabor, e o moedor passa, neste novo cenário, a ser um fator de fundamental papel, bem como perfil e frescura do grão usado.
  14. Para quem tem o espaço do café longe do filtro/purificador, em vez de uso de garrafas de plástico para armazenar a água, aqui achei bem melhor usar garrafas de vidro (aqui e aqui). As de plástico tenho sensação de que afetam a água.
  15. Aqui quando noto que pende para isso, logo abro mão da agitação ao final. Também costumo transformar os despejos finais em um, antes que se chegue a 1,50. Também pode ser o filtro. Estive, por exemplo, com um da Timemore que favorecia de forma bem perceptível o fluxo lento. A temperatura menor, pelo contrário, poderia retardar mais.
  16. Opa. Tenho uma Dedica também. Se usar o café certo, preparar tudo certinho (com atenção especial na questão da temperatura e dose), com paciência, é possível conseguir bons resultados no filtro não pressurizado. Creio que a questão limitante, nesse cenário, são a temperatura e pressão da máquina, em termos de consistência, se resolvido o moedor. E assim, nem todo grão fica legal. Confesso que meu espresso ficou muito melhor quando passei para Flair 2 pro. Mas volta e meia uso a Dedica. Creio que para grãos mais simples dê certo em regra. Se será melhor do que cafeteria, sim e não... tudo depende do lugar. O mais importante é que você personaliza para o seu paladar. A cafeteria pode ser importante para se ter uma referência a ser seguida. Mas aí também é um hábito a ser repetido, pois noto que também, a depender da ocasião (barista, se há muita correria ou não, hora etc.), a cafeteria também pode entregar resultados oscilantes.
  17. Olá! Isso, K4. Há outras opções também, como 1zpresso j-max, je, Linglong ace r2, Bravito etc. Dos que testei, jmax foi o que mais gostei para espresso. Mas acredito que Bravito seja o melhor.
  18. Acho que a questão do medicamento ilegal é o mais grave. Não sei se seria possível bloquear novas postagens que contivessem, em seu conteúdo, o nome... Não sei a solução. De todo modo, também me coloco à disposição para o que for necessário, ação manual que seja.
  19. não foi a sua pergunta, eu sei, mas talvez seja bom lembrar que eles não recomendam mexer nisso, tampouco com ferramentas. https://www.kingrinder.com/manual
  20. Olá! Depende muito de seus propósitos e necessidades, expectativas, do tipo de café que irá consumir (o "bons cafés" é bem relativo), tempo, se tem moedor ou não etc. Essas que citou demandariam vaporizar/espumar o leite, e mesmo se você usasse café já moído de mercado haveria o trabalho de preparação do café, pois são máquinas semi automáticas -- há um preparo, antes de acioná-la. Sugiro pesquisar no Youtube e na ferramenta de busca aqui do Fórum os diversos tipos: máquinas de cápsula, manuais, semiautomáticas e automáticas; bem como a diferença entre filtro pressurizado e não pressurizado. Deixo algumas sugestões:
  21. Essa questão de moedor elétrico e manual é até um pouco polêmica. Mas, acho que é bem pessoal, não adianta postular vereditos por aí, depende muito da pessoa e uso. Deixo tópicos com essa discussão, e para ver o que faria mais sentido para você, sugiro pesquisar um pouco e ler o relato do pessoal, por meio da ferramenta de busca do fórum inclusive. De todo modo o cenário se repete, tem moedor elétrico de uso exclusivo/limitado, inclusive quanto à frequência e intensidade de uso. Não são necessariamente de uso misto, não, e tem tipo de mó com sensorial especifico, formatos diferentes. Como citou que não tem dificuldade de importar, acaba tendo um cenário mais interessante e amplo, mesmo no mundo do elétrico. Mas, neste caso não sou uma boa pessoa para opinar, pois uso apenas os manuais... E assim, pessoalmente, nesta situação, considerando o Remessa, compraria o Bravo It.
  22. Pessoal, decidi criar este tópico para referências a passagens do café na literatura. Particularmente, a passagem que mais me marcou nesse sentido foi uma do livro Amerika, romance de Kafka (inconcluso, como os demais). Claro, então nem se passava perto da concepção que temos hoje, de especialidade, mas justamente por isso temos aqui um paradigma concreto e marcante, o que talvez ajude a reforçar como este universo se insere em nossa vida hoje. Nas aventuras labirínticas e tortuosas de Karl pela cidade moderna, num determinado momento ele se depara com um estudante trabalhador -- isto é, que divide seu dia entre essas duas atividades -- na sacada ao lado, de madrugada, com cadernos, livros e uma garrafa. Como elemento da sempre notável e característica atmosfera do absurdo criada por Kafka, o estudante faz uso de garrafas enormes de café, de forma a ter energia para se desdobrar em vida tão atarefada. Parece que essa fragmentação e a sobreposição de papéis eram, inclusive, uma tendência moderna nova a estranhar a sensibilidade de então, até porque Kafka nunca pisou nos Estados Unidos. De todo modo, em um dos momentos ele diz o quanto essa bebida era muito ruim. Lembro-me de um professor meu de história econômica do Brasil dizendo, em tom de ironia, que as exportações do café brasileiro ao longo da intensificação da industrialização europeia não eram fruto do gosto sensorial dos europeus pela bebida, mas por mera imposição econômica e estratégia de impulsionar, talvez de maneira latente, a energia dos trabalhadores. A questão histórica do queima do café brasileiro apareceu, por exemplo, em roteiro do Bertolt Brecht para filme de 1930': Vale lembrar que, anteriormente, temos imagens bem mais românticas e anedóticas, como a do próprio Balzac, escritor francês, viciado em café, trazendo este para seu profícuo escrever.
  23. Muito boa iniciativa! Torço para que voltem a ter periodicidade comum os encontros. Infelizmente nestes dois dias não poderei ir, mas ficarei de olho nos próximos
  24. opa, tudo bem? Acho que me expressei mal! É uma referência a uma opção visando ao sensorial para filtrados. Se trata de uma mó cujo sensorial pende mais para os filtrados, complementar https://www.bravocoffee.com.br/mo-macho-mod-italmill-032-mm-filter Em termos sensoriais apenas (primeiro fator que citei)! O que vem originalmente já é mais do que suficiente em termos de ajuste (segundo fator). Creio ser uma boa opção complementar. Acho que este tópico tem uma boa discussão: E neste vídeo Antenor cita que no v60 o Bravo It ofusca um pouco as notas, no que tal opção direcionada para filtrado pode atuar:
  25. Olá, Marcos. Creio que se pode dizer, com certa tranquilidade, que existem moedores manuais que façam muito bem os dois – espresso e coado --, em termos de (i) sensorial entregue e de (ii) ajustes possíveis. Também tem a questão prática: se você intercalar muito, poderia desejar ter um moedor para espresso e outro para coado. Mas se isto não foi uma questão, há opções de moedores manuais de uso misto, tranquilamente. Em termos de precisão e ajuste, alguns moedores são praticamente incapazes de fazer ambos, enquanto outros podem ser regulados tranquilamente, embora resultem num sensorial mais opaco. Neste último caso, por exemplo, no 1Zpresso jmax não faltam ajustes para coado, mas o sensorial entregue pode não agradar em termos de clareza de notas e acidez. Por outro lado, existem vários moedores que nos ajustes possuem limitação para regulagem de espresso. Como aqui, não é recomendado usar zp6 para espresso. Alguns relatam que para torra escura não fica a melhor coisa nos coados. Para uso misto, creio que a recomendação gira em kingrinder k6, 1Zpresso kmax/k-ultra e Bravo It (pedindo a mó para coado também). Particularmente, gosto de ter um para cada. Para coado, achei o zp6 imbatível, enquanto que para usar para tudo ficaria feliz só com o kultra ou k6 (ou mesmo k2...).
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